{"numero_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "articles": [{"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-001", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": null, "page_fin": null, "titre_corps": "Couverture", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "N ° 14 -16 (T o m e III) F é v r i e r - A v r i l 18 9 8", "ancre_fin": "le Spectateur Catholique", "fin_page_complete": false, "fin_avant": "Propre du Mois", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 64, "page_imprimee": null, "debut_caractere": 49, "fin_caractere_exclue": 195, "texte": "N ° 14 -16 (T o m e III)\n                                                  F é v r i e r - A v r i l 18 9 8\n\n\n\nle Spectateur\n          Catholique\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-002", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": null, "page_fin": null, "titre_corps": "Sommaire", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "Propre du Mois : Tradition populaire", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 64, "page_imprimee": null, "debut_caractere": 195, "fin_caractere_exclue": 3761, "texte": "Propre du Mois :\n  Tradition populaire :    C h an so n s et g lo se s flam an des et\n                               w a llo n n e s sur la C h an d eleu r, le s\n                               C en d res, le M e ssa g e A n g é liq u e ,\n                               M arie-M adelein e et la P a ssio n .\n  M . Pol de Mont (trad.): L ’A n n o n ciatio n .\n  Liturgie arménienne :    C é rém o n ie du T re n p a tz.\n  M. A .-E . J o ly :      L e s O liv iers de G eth sém an i.\nScience religieuse :\n  A bbé K lein :                   L e C o n cile du V a tica n .\n  M. F. Nonniger :                 Mémorial.\nArt religieux :\n  M. A lp h on se Germain :        L e Sentim ent re lig ie u x en art.\n  M . Émile Bernard :              L a C a th éd ra le.\n  M. Maurice Griveau :             L a C a th éd ra le, liv re d e p ierre,\n                                       fu taie, n e f et croix.\n  M . E m . Haëe :                 L e s G ath éd rales d ’A n g leterre .\n  M. F. Nonniger :                 S egan tin i.\n  M. A . M ithouard;M .F .              Mémorial\n    Nonniger :             )\nJugement religieux :\n  M. Edmond De Bruijn : P o u rq u o i n ous ne suivro n s pas\n                            M . H u ijsm an s (réflexions su ivies\n                            d ’u n e n o te sur la Cathédrale).\n  M. G. Le Cardonnel :  L e sens én ergiq u e ch e z la jeu n e sse .\n  M . Isidore Maus :    L e crim in el dans l ’art et la resp o n ­\n                            sab ilité d e l ’artiste.\n                                    N o te s S o c io lo giq u es.\n\n\n  —   ESTAM PES, ORNEMENTATIONS, PL A N S E T REPRODUCTIONS —\n\n  Peintre inconnu :                L a M o rt et le G en tilh o m m e (fresque\n                                      de Salisbury).\n  M. Charles Doudelet :\n  M. Heinrich Vogeler :            L 'Annonciation.\n  M . Em. Rommelaere :\n  M. Gust.-Max Stevens :\n  M. Max Elskamp :          O rn em entation s p ieu ses g ra v é e s sur\n                                 bois.\n  M. Émile Bernard :        P r o je t d e C a th éd ra le, (plan, façade,\n                                 côté, vue intérieure).\n  S ir Edward Burne-Jones : V itra il de S a in te C é c ile (Oxford).\n  A rt ancien :             O x f o r d T ra n se p t N o rd ;\n                                          ( V o û te d e là nef.\n                                                    L e C lo ître :\n                             Salisbury. L a C a th éd ra le v u e du S u d\n                             Chester : L a T o u r v u e du Sud -O u est.\n                                                  L e Chœ ur ;\n                                                  L a T o m b e du P r in c e\n                             Cantorbéry :          , N o ir ;\n                                                  É c u , co tte, e tc. du\n                                                         P r in c e N o ir.\n                             Chartres : T y m p a n du p o rch e de la\n                                 C a th éd ra le.\n  É p igrap h ie :           M é d a ille dite d e S a in t B en o ît.\n\n\n\n\n         F ID E S                                                   F ID E M\n\n      QUAERENS                                                   QUAERENS\n\n   IN T E L L E C T U M                                       IN T E L L E C T U S\n\n\n\n\n                B u reaux    du   S p e c t a t e u r C a t h o l iq u e\n      BRU XELLES                                            P A R IS\n   40, ru e H y d ra u liq u e.                      44, a ve n u e du M ain e.\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-003", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": null, "page_fin": null, "titre_corps": "Comité de direction", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "S p e c t a t e u r C a t h o l i q u e M ensuel de Science", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 65, "page_imprimee": null, "debut_caractere": 63, "fin_caractere_exclue": 3331, "texte": "S p e c t a t e u r                          C a t h o l i q u e\n\n                                               M ensuel\n      de Science, d’A r t e t de J u g em e n t religieux\n\n\n                                          DIRECTEUR\n                         M.     EDMOND               DE         BRUIJN\n\n\n                         SECRETAIRES DE REDACTION\nM. RAOUL NARSY                     M . VICTOR KINON                   M. W IL L IA M R IT T E R\n(le Vendredi de 5 à 6 hres) au S iè g e d e l a R e v u e                 (pays germaniques,\n                                                                        balkaniques et Suisse)\n 4.4, a ven u e du M aine          40, ru e H y d rau liq u e            I J oh an n esgasse, 1 1 ,\n          P A R IS                     BRU XELLES                                V IE N N E\n\n\n                  M. MARIUS AN DRE                       M. RAFAËL M ITJANA\n\n                       11, ru e O lo za g a                     4, v ia G a e ta\n                           M A D R ID                               ROM E\n\n\n                       SECRÉTAIRE D ADMINISTRATION\n                        M. JOSEPH van LID TH de JEU DE\n\n\n                                 COMITE PROTECTEUR\n  M . M a r iu s A n d r é , à M a d r i d .             A b b é P . H a l f l a n t s , à L o u v a in .\n  M . E m il e B e r n a r d , au C a ire .              M . G a s t . H o o r i c k x , à B ru x e lle s.\n  M . T h o m a s B r a u n , à B ru x elles.            M . V i c t o r K i n o n , à B ru x elles.\n  M . L . C o e n e n , à Weerde-Malines.                M . I s i d o r e M a u s , à B ru x elles.\n  M . E d m . D e B r u i j n , à A n v e rs.             D r F o r t u n é M a z e l , à N îm es.\n  M gr C . d e H a r l e z , à L o u v a in .             M . H e n r i M a z e l , à P a ris.\n  M . E r n s t D e l t e n r e , à M alines.             M . A d r . M i t h o u a r d , à P a ris.\n  M . L o u is D e n i s e , à P a ris.                   M . R a o u l N a r s y , à P a ris.\n  M . V ic t o r D e n i j n , à A n v e r s .            M . A D H .S c H E ijs ,à Vertrijck-Louvain.\n  M . A r is t . D u p o n t , à B ru x elles.           A b b é A r m . T h i é r y , à L o u v a in .\n  M . L a u r . F ie r e n s , à A n v e rs .             M . F i r m . V a n d e n B o s c h , à Courtrai.\n  M . A l p h . G e r m a in , à P a r i s .              M . J . v a n L i d t h d e J e u d e , à Anvers.\n  M . A r n . G o f f i n , à B ru x elles.              A b b é C l a u d i o V o l i o , à P a r is .\n  A b b é L . H a l f l a n t s , à T irlem o n t\n\n\n   L e S p e c t a t e u r C a t h o l i q u e la isse à ses réd a cteu rs lib erté d e tout\n       s ty le , et, a v e c l ’hon neur de le u r resp o n sab ilité, lib erté d e toute\n       p en sée, en les lim ites d e l ’o rthodoxie définie o u tradition n elle.\n                      L e s m a n u s c r it s n e s o n t p a s r e n d u s . -\n\n\n\n\n                   (É dition de lu xe sur p ap ier de h o lla n d e V a n G e ld e r : 20 frs.)\n                              Tome I et II : 5 frs. le tome.\n\nL e S p e c t a t e u r C a th o liq u e parait en fascicules illustrés mensuels et\n                        formera II Tom es de 3 00 pages par an.\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-004", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 53, "page_fin": 53, "titre_corps": "A la Chandeleur", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "A LA CH ANDELEUR          E VOIS A U LOIN —                SO YEZ JOYE", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 66, "page_imprimee": 53, "debut_caractere": 30, "fin_caractere_exclue": 3118, "texte": "A LA CH ANDELEUR\n\n        E VOIS A U LOIN —                SO YEZ JOYEUX ! —            V EN IR UN N A V IR E SOUS\n\n\n\n\nJ       l ’é t o i l e\n\n\n\n\n        NOUVELLE : LE\n                         du     m a t in\n\n\n\n\n                                    NAVIRE\n                                           dont      la      clar té    annonce\n\n\n\n\n                                               EST APPROVISIONNÉ DE CE PAIN QUI\nREND LA VIE ÉTERNELLE. IL A DÉMARRÉ DE LA PÉPINIÈRE DU CIEL\n                                                                                     une   bonne\n\n\n\n\nVoi\nET NOUS AMÈNE LE FILS DE DIEU, EN CHAIR ET SANG.\n\n\n\n                 LA DÉJÀ QUATRE MILLE ANS QUE NOUS SOUFFRIONS LA\n              FAMINE ;          NOUS       DEVIONS        TOUS    ÉCHOUER       EN   ENFER    ET\n              MOURIR LA MORT ÉTERNELLE *. SI ELLE NOTAIT VENUE,\nCETTE VIERGE PURE, PAR SA GÉNITURE IMMACULÉE, NOUS SAUVER\nTOUS PETITS              ET   GRANDS.       c ’EST    POURQUOI          ENTONNEZ      UN   DOUX\nCONCERT.\n\n\n\n                GLORIEUSE VIERGE-MÈRE, VOUS ÊTES ÉLEVÉE PAR DESSUS\n\n\n\n\nO\nTRER A\n                TOUT, VOUS DONT LE SEIN\n\n\n\n\n              TOUS DANS             LE     TEMPLE,\n                                                              RAFRAÎCHIT ET NOURRIT LE\n                CRÉATEUR, NOTRE FRÈRE EN CETTE VALLÉE TERRESTRE :\nVOUS-MÊME LE PORTEZ ALLÈGREMENT SUR LE BRAS POUR LE MON­\n                                                          OU VOUS        OFFREZ, COMME LES\n\nPAUVRES GENS, DES PIGEONS, AU NOM DU RICHE FILS DE DIEU.\n\n\n\n           out     ce     que    notre      p r e m iè r e    m ère    ève   nous    enleva   en\n\n\n\n\nT         ÉCOUTANT LE SERPENT, MARIE NOUS LE REND EN CE REJE­\n          TON VRAIMENT DIVIN.                   ET C’EST POUR QUE NOUS,\nCHEURS, PUISSIONS ENTRER DANS LES CHAMBRES CLAIRES DU CIEL,\n\nQUE VOUS AVEZ                 ÉTÉ    FAITE,     CHOISIE ET            OUVERTE,\n                                                                                       LES\n\n\n                                                                                    FENÊTRE DU\n                                                                                              PÉ­\n\n\n\n\nCIEL.\n\n\n\n             OUS ÊTES L ’ENTRÉE PRÉCIEUSE DE LA COUR DU PLUS GRAND\n\n\n\nV             ROI,       VOUS     ÊTES      LA PORTE\n              PAR LAQUELLE ON VOIT LE CÉRÉMONIAL CÉLESTE.\nRÉJOUISSEZ VOUS, FOULES SAUVÉES, ET FAITES ALLÉGRESSE, PARCE\nQUE VOUS POUVEZ ABORDER AUX\n                                                              A LAQUELLE ON ENTEND ET\n\n\n\n\n                                                       CIEUX PAR LA GRACE DE CETTE\n                                                                                           AUSSI,\n\n\n\n\nCHASTE VIERGE.\n                                                     (Traduit par E . D . B . sur un texte\n                                                  vieux-flamand recueilli à A nvers en 1621).\n\n\n\n\n                                                                                              53\n4\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-005", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 54, "page_fin": 54, "titre_corps": "Pour le Mercredi des Cendres", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "oP ur le Mercredi                                  des Cendres   S ouviens-toi, homme, quel", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 67, "page_imprimee": 54, "debut_caractere": 22, "fin_caractere_exclue": 2288, "texte": "oP ur le Mercredi\n                                 des Cendres\n  S ouviens-toi, homme, quelque riante que soit ton époque, quelque haut\n      que monte ton désir, quelque riche tu sois ou puissant, quelque frais\nque soit ton teint ou loin réputé ton nom, qu’en somme tu n’es autre\nchose que poussière.\n\n      A insi parla la bouche qui ne sait pas mentir, après le premier péché\n         du tout premier homme. Ta substance est poussière, tu retombes\nen poussière. F ais en sorte que ta substance, tu ne la gaspilles pas\nétourdiment.\n\n T e l est l’arrêt de Dieu ; telle la lettre de passe-port du fils de la mort.\n        O Créateur, digne et aimable est votre jugement ; et qu’il fut équita­\nble, votre serviteur en témoigne par cette cendre grise.\n\n V       oici couvert de cendres mon front coupable. A h ! si jamais je\n         n’avais ravi à mon âme votre merci. A h ! Seigneur, si vos sentiers,\nen paroles ou en actes, je n’avais jamais désertés !\n\n     T ’ ai péché contre vous à la face du soleil. Pourtant veuillez me recueil­\n      lir comme Tyr et Sidon, et parmi la foule de Ninive coupable qui f it\npénitence par les cendres et les cheveux.\n\n M       alheur à moi ! pour m’ être exalté. Quelle meilleure destination\n         pourtant pour la cendre que la crèche. Voilà sa place ! E t d’ail­\nleurs, cette cendre, pour peu qu'elle s’estime vouée à une plus haute\nsituation, pour tout profit, s'en va en poussière !\n\n R etenez la violence de votre souffle en courroux : ma force, hélas, en\n       est trop incapable. E t puis quelle gloire vous reviendrait d’avoir\ndispersé, de moi, sous le vent une feuille tremblante ou un peu de pous­\nsière.\n\n M       ais bien plutôt veuillez m’accorder — qu’ainsi qu’à travers les\n         cendres au printemps on voit germer l’herbe — j e reçoive, figuier\nstérile, grâce à cette cendre, nourriture fraîche et la faveur de la crois­\nsance.\n\n P rince et roi du ciel et de la terre, retenez toujours cette poitrine\n       appariée à la vôtre, et mes voies rendues lisses comme glace ou\nverre, faites en une route plane tout en jonchure de cendres.\n\n                                          (Traduit par E . D . B . sur un texte\n                                       vieux-flamand recueilli à A nvers en 1621).\n\n\n\n\n54\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-006", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": null, "page_fin": null, "titre_corps": "La Mort et le Gentilhomme", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "L A M O R T E T L E G E N T IL H O M M E fresque de 1460 au m ur de la", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 68, "page_imprimee": null, "debut_caractere": 13, "fin_caractere_exclue": 289, "texte": "L A M O R T E T L E G E N T IL H O M M E\nfresque de 1460 au m ur de la « H u n g erfo rd C h a p e l » (dém olie)\ndans la ca th éd rale de S a lisb u ry . (V . Salisbury. L o n d o n : B ell).\n\n\n\n\n                                                                            55\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-007", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 56, "page_fin": 56, "titre_corps": "Glose sur le message angélique", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "Glose sur le           message angélique        l’archange Gabriel se ti", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 69, "page_imprimee": 56, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1991, "texte": "Glose sur le\n          message angélique\n       l’archange Gabriel se tient debout devant Dieu.\n On dirait un messager, mais un prince ! qui n’attend\n que l’ordre pour se mettre en marche. Car telle est\n sa charge auprès de Dieu.\n    L e consistoire des trois Personnes a délibéré et\n Dieu vient de vouloir quelque chose. Déjà Gabriel\nl’a compris mais voici qu’il reçoit le mandement de\nla bouche même du Maître. Tout aussitôt il prend à\nla main comme bâton un sceptre du roi, et sort du\n ciel sans même attendre le lever du soleil.\n   Avec de très beaux nuages qu’il sème de pierreries\nil se fait un manteau, avec de très pures fleurs qu’il\n cueille au paradis terrestre des mondes il se fait une\nguirlande, et une casaque avec les racines de très\n nobles plantes.\n    Or Gabriel, les yeux brillants, la prunelle claire,\n des rayons sur ses vêtements, et le visage obligeant\nà la fois et modeste, est venu dans de la lumière.\n    L e voici devant la vierge, à genoux comme un\njeune damoiseau. Il a déployé devant elle Isaïas, le\nrouleau des prophètes, et ainsi qu’il se trouve écrit\nil lit : « Voici qu’une vierge va concevoir et enfanter\nun fils, dont le nom se prononcera Emmanuel, c ’est-\nà-dire, Dieu est avec nous. »\n\n                               (Paraphrasé par E. D . B . d ’après un M S. flamand\n                               du X V e siècle, titré « Tableau de lafoi chrétienne »\n                               et qu’on croit rédigé en 1404 par Dirck van Delft,\n                               maître en théologie. *)\n\n\n* C f : a) Beschrijving van middelnederlandsche en andere handschriften die in\n            Engeland bewaard worden. — V erslag ingediend bij het Belgisch Staats­\n            bestuur en de Koninklijke Vlaam sche A cadem ie door K arei de Flou en\n            Edw. Gailliard, werkende leden der Academ ie. (Gent. A . Siffer. 1895).\n       b) Middelnederlandsche handschriften in Engeland door L. Scharpé. (Het\n            B elfort. — Gent. Augusti 1895).\n\n\n\n\n56\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-008", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 57, "page_fin": 57, "titre_corps": "En l'Annonciation", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "E                          n l'Annonciation        J e vous salue, Marie, je me", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 70, "page_imprimee": 57, "debut_caractere": 25, "fin_caractere_exclue": 1514, "texte": "E\n                         n l'Annonciation\n\n      J e vous salue, Marie, je me prosterne devant vous, qui êtes pleine\n       de grâces. Dieu est pour toujours avec vous, car vous seule, et\npas une autre, serez mère du Tout qui vous élèvera. »\n\n\n S ur quoi tout aussitôt cette chaste jeune fille lui demanda comment\n     cela pourrait arriver « puisque je ne connais, dit-elle, aucun homme.\nI l n’est jamais arrivé chose telle que vous me proposez, et que d’un\nbonheur pareil je suis indigne, j e le déclare devant Dieu. »\n\n\n N        e vous troublez pas ainsi: Tout-puissant est le seigneur qui\n         vous a choisie parmi toutes les choses vivantes ; l’Esprit de Dieu,\nva descendre en vous, tout miraculeux que cela vous paraisse. Car Dieu\nse plaît en vous. »\n\n\n     S i Dieu se plaît en moi, alors j e veux être joyeuse et ne plus désor­\n       mais contrarier sa volonté. I l sait pourquoi j ’en viens là. Allons !\nconsidérez moi donc comme la servante de Dieu, et qu’il m’advienne\nselon votre parole. »\n\n\n H     ommes, préparez-vous à profonde humilité : et quoique éloignés de\n       Marie, mirez-vous en cet exemple. Voilà maintenant ce que c’est\nque vertu, voilà ce qui réjouit Dieu et grâce à quoi selon nos vœux il\nest devenu homme.\n\n                                        (Traduit par E . D . B . sur un texte\n                                     vieux-flamand recueilli à Anvers en 1621).\n\n\n\n\n                                                                              57\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-009", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 58, "page_fin": 58, "titre_corps": "L'Annonciation", "titre_sommaire": "L’Annonciation", "rubrique": "", "signature_source": "Pol de Mont", "ancre_debut": "L ’Annonciation                                    (Fragment)    Là-bas, près de l", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 71, "page_imprimee": 58, "debut_caractere": 20, "fin_caractere_exclue": 2075, "texte": "L ’Annonciation\n                                   (Fragment)\n\n\n Là-bas, près de la branlante barrière, où le buisson\n de boules de neigefloconne abondamment au-dessus des lys,\n la blanche Vierge vers son banc s’achemine.\n\n Est-ce une rafale qui écarte les branches ?\n Est-ce le soleil, qui, soudain, flambe en pleine vigueur\n à travers la verdure ?\n\n                           L a Vierge reste immobile,\npâle elle-même comme les lys — et comme un lys\ndans le givre tardif de mai, elle tressaille bienheureuse\npar tous ses membres, déniant une apparition.\n\nSur la fraîche verdure des boules de neige se détache un visage rayonnant\ncomme le disque du soleil :\nun noble adolescent ; des boucles blondes\nombragent son haut front d’albâtre....\nla bonté céleste sourit, vivifiante,\ndans ses yeux foncés. — Elle ne voit pas de corps,\nni pieds, ni mains, ni taille ; mais de la lumière, rien que lumière,\ncomme si, devant ses yeux, le soleil même tournoyait.\n\nE t dans les arbustes ce n’était que musique :\nfifre de flûtes pastorales, cordes de harpe,\net en une longue vibration lui résonna dans l’oreille\nmajestueusement, comme si le tonnerre parlait, et pourtant tendrement\ncomme d’un père à son enfant le plus chéri :\n« Schalem clecha, Mirjam ! Je vous salue ! »\n\nLors, le soleil attiffa la terre de prestigieux rayons !\nE t claires sonnèrent les cloches par dessus champs et vallées !\n\n\n\n\nDepuis lors, chaque fois que la jeune fille enceinte\njoua ou s’assit dans son jardinet,\n— que ce fû t automne ou hiver, —\nil y f i t printemps et soleil.\n\nLes plantes y restaient tout en fleurs,\nen pourpre ou en blanc, comme à souhait,\nen plein un arc-en-ciel de fines couleurs\nen plein un nuage de senteurs de lavande et de rose.\n\nL a face de la Vierge était blanche comme des lys :\nde son cœur il rayonnait on eût dit du soleil.\n\n                                                    P ol d e M ont\n                                          (trad. par P. B . d’après le flamand\n                                          de « V an Jezus » e t revu par l’auteur).\n\n\n\n\n58\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-015", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 66, "page_fin": 69, "titre_corps": "Cérémonie du Trenpatz", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "trad. par l'Abbé P. Sirounian.", "ancre_debut": "Cérémonie du                                     Trenpatz      ( L a c é r é m o n ie d u T r e n p a t", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 79, "page_imprimee": 66, "debut_caractere": 25, "fin_caractere_exclue": 2037, "texte": "Cérémonie du\n                                    Trenpatz\n     ( L a c é r é m o n ie d u T r e n p a t z (ouverture de la porte) c o r ­\n r e s p o n d à la P r o c e s s io n d e s R a m e a u x d a n s l ’ É g lis e L a t in e .\n E l l e a lie u , c h e z le s A r m é n ie n s , le s o ir d u D im a n c h e d es\n R a m e a u x .)\n\n\n     A     l ’is s u e d e s V ê p r e s , le c le r g é e t le p e u p le v o n t à a\np o r te d e l ’é g lis e . L ’o ffic ia n t e t s e s m in is tr e s , p r é c é d é s d u\nth u r ifé r a ir e e t d e s a c o ly t e s , le s s u iv e n t e n r é c ita n t à h a u te\nv o ix le P s . 1 1 7 . P u is o n c h a n te le C h aragan (h ym n e) s u i­\nvant :\n\n\n    \" Tenez nous en éveil, Seigneur, comme les Vierges\n sages et au flambeau de nos âmes donnez la lumière.\n    « A u souvenir de vos paroles — en vérité, je ne vous\n connais point — nous sommes saisis de terreur, Seigneur,\n nous sommes pris d‘épouvante.\n    « Quand vous viendrez avec la gloire du Père pour\njuger l’univers, rangez nous, Seigneur, à votre droite.\n    « Ouvre-toi, porte de la miséricorde de l’Epoux\n céleste, et nous entrerons dans la chambre nuptiale avec\n les Vierges sages.\n    « Hâtons-nous au devant de l’Epoux, pénétrons dans\nsa chambre nuptiale, pour n’en être pas exclus comme\n les Vierges folles.\n    « Flambeau de nos âmes, brillez avec ardeur, faites\n nous siéger au milieu des invités du royaume céleste. »\n\n     Le     s ile n c e d e s c e n d , l ’a s s is ta n c e s e re c u e ille e t I ’O f f i ­\nc ia n t    d ’u n e v o ix g r a v e e t tr e m b la n te p r o n o n c e le v e rs e t\ns u iv a n t e n fr a p p a n t à la p o r te p a r tro is c o u p s :\n\n\n  « Ouvrez nous, Seigneur ; ouvrez nous, Seigneur ;\nouvrez nous, Seigneur, la porte de miséricorde, nous\nvous en supplions avec des larmes. »\n\n     U n D ia c r e r é p o n d d e l ’in té r ie u r :\n\n\n  « Qui êtes-vous à qui ouvrirai-je ? celle-ci est la porte\ndu Seigneur ; les justes seuls peuvent y entrer. »\n\n\n\n\n66\n"}, {"page_pdf": 80, "page_imprimee": 67, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1973, "texte": "  L ’ O f f ic ia n t :\n\n\n   « Non seulement les justes entrent par là, mais aussi\nles pécheurs justifiés par la confession et la pénitence. »\n\n  L e D ia c r e :\n\n\n   « Car celle-ci est la porte des deux, le lieu de repos\npour les justes, le lieu de pénitence pour les pécheurs, le\nséjour des anges, le royaume du Christ, la résidence des\nsaints, un lieu de refuge, la montagne du Seigneur et\nla maison de Dieu. »\n\n  L ’O f f i c i a n t :\n\n\n    « Vos paroles sont vraies et justes ; elle est de fait\n l’espoir de notre salut, par elle nos âmes sont sauvées,\n elle est notre mère sans tâche et par elle nous naissons\nfils de lumière et de vérité, et nous montons auprès du\n Christ notre père céleste. »\n\n  A p r è s c e s d e rn iè r e s p a r o le s o n c h a n te l ’h y m n e s u iv a n t :\n\n\n   « Les Vierges sages garnirent d’huile leurs lampes,\nallèrent au devant de l’Époux céleste — les lampes\nallumées. — Mais les Vierges folles ne trouvèrent point\nd'huile et se trouvèrent prises au dépourvu à l’approche\nde l’Epoux, — ayant leurs lampes éteintes. — C’est\npourquoi nous préparons l’huile spirituelle, pour e?itrer\ndans la chambre nuptiale — les lampes allumées.\n   « Seigneur, vous êtes mon espoir dans la rémission de\nmes péchés, regardez les larmes qui jaillissent de mes\nyeux ; prenez pitié de moi, ô Dieu. — Je me suis réfugié\nauprès de vous comme l'enfant prodigue, Père, j ’ai péché\nenvers le ciel et contre vous, prenez pitié de moi, ô Dieu.\n— Délivrez moi, Seigneur, de mes péchés innombrables,\nrendez moi digne de votre royaume, prenez pitié de moi,\nô Dieu.\n   « Mes fautes sont innombrables ; elles sont plus lour­\ndes que les sables de la mer, car j ’ai péché contre vous\nseul ; prenez pitié de moi, ô Dieu.\n   « Ouvrez moi, Seigneur, la porte de miséricorde, je\n vous en supplie en pleurant, car j ’ai péché contre vous\n seul ; prenez pitié de moi, ô Dieu.\n\n\n\n\n                                                                                      67\n"}, {"page_pdf": 81, "page_imprimee": 68, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1664, "texte": "  « Répandes sur moi votre pitié bienveillante et sans\nbornes, car j ’ai péché contre vous seul ; prenez pitié de\nmoi, ô Dieu.\n\n     L ’O f f i c i a n t à h a u te v o ix :\n\n\n  « Ouvrez nous, Seigneur ; ouvrez nous, Seigneur ;\nouvres nous, Seigneur, la porte de miséricorde, nous\nvous en supplions avec des larmes. »\n\n     L e D ia c r e :\n\n\n  « Voilà N .S. le X. qui trône sur la Ste Table, et invite\nceux qui exécutent sa volonté en disant : là où je suis,\nmon ministre y sera aussi. »\n\n     L ’O f f i c i a n t :\n\n\n   « Nous sommes le prix du sang incorruptible du fils\nde Dieu ; bénissons donc avec des accents d’allégresse\nN . S. X . disant à l’unisson : Gloire à votre avènement\nplein de majesté, Seigneur !\n\n     O n c h a n te a p r è s l ’h y m n e s u iv a n t :\n\n   « Nous vous attendons, ô Roi de gloire, dans les veil­\nles, pour aller au devant de vous qui venez juger la\nterre. Nous allumons les lampes lumineuses de la foi à\nla manière des Vierges sages, pour entrer dans la cham­\nbre nuptiale avec l’Époux céleste. — Hâtons-nous de\nbonne heure, avant que la voix divine retentisse pour\nne pas rester dehors comme les Vierges folles. »\n\n     L ’O f f i c i a n t p o u r la tr o is iè m e fo is :\n\n  « Ouvres nous, Seigneur ; ouvres nous, Seigneur ;\nouvres nous, Seigneur, la porte de miséricorde, nous\nvous en supplions avec des larmes. »\n\n     L e D ia c r e :\n\n   « La trompette du Dieu céleste résonne d’une voix\nforte ; voici l’Epoux, allez au devant de lui. »\n\n     L ’O f f i c i a n t :\n\n  « Me voici avec les enfants que Dieu m’a confiés, nous\nvoici tous, dans l’attente de voir le X . et d’entendre son\naccent plein de bonheur. »\n\n\n\n\n68\n"}, {"page_pdf": 82, "page_imprimee": 69, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1023, "texte": "   L e D ia c r e    :\n\n\n\n  « La voix du Créateur retentit : Venez les bénis de\nmon Père, entrez en possession du royaume des cieux\nqui vous a été préparé dès l’éternité. »\n\n   L ’O f f i c i a n t :\n\n\n   « Ouvrez moi les portes de la Justice, pour y entrer\net glorifier le Seigneur. »\n\n   A u s s itô t I ’O f f i c i a n t o u v r e d e s a m a in la p o r te ; t o u t le\nm o n d e y e n tre , e t p e n d a n t q u ’o n se d ir ig e v e r s le c h œ u r\no n c h a n te l ’h y m n e s u iv a n t :\n\n\n  « Ouvrez nous, Seigneur, votre porte de miséricorde,\nrendez nous dignes de vos portiques lumineux en com­\npagnie de vos Saints. — Adoptez nous, Seigneur, et\ndonnez nous la Science de vie avec vos hôtes célestes. —\nQuand vous siégerez au tribunal, ô juge terrible, épar­\ngnez vos créatures par l’intercession et les prières de\nvos saints confesseurs. »\n                            tra d . p a r    l’Abbé P. S i r o u n i a n .\n\n\n\n\n     5                                                                              69\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-016", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 70, "page_fin": 71, "titre_corps": "La Vocation de Marie-Madeleine", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "La Vocation de                             Marie-Madeleine        M a rie-Mad’leine avait qu", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 83, "page_imprimee": 70, "debut_caractere": 27, "fin_caractere_exclue": 1354, "texte": "La Vocation de\n                            Marie-Madeleine\n\n      M a rie-Mad’leine avait quinze ans.\n            Vrai Dieu vrai homme ! c’est un bel enfant.\n     U n jour, son père s’en va lui demander :\n     « Marie-Mad’leine, voulez-v’vous marier?\n\n\n\n      V     oilà un prince, voilà un roi :\n           Prenez celui que vous aim’rez l’mieux\n     — Je ne veux prince, j e ne veux roi :\n     Je ne veux pas me marier.\n\n\n\n      F    aites-moi fa ire des courtes jupes\n          Des plats souliers pour moi voyager.\n     — Je n’ te jera i pas fa ire des courtes jupes\n     E t des plats souliers pour toi voyager... »\n\n\n\n      M    arie-Mad’ leine prend son paquet,\n           Dedans les champs elle s’est engagée\n     Elle rencontra la blanche épine,\n     L a blanche épine, qui fleurissait.\n\n\n\n          E pine blanche, ô blanche épine,\n             N ’av’-vous pas vu Jésus passer ?\n     — Je ne suis pas la blanche épine,\n     Je suis la mère de Jésus-Christ.\n\n\n\n       P u is q u e vous êtes la mère de Jésus-Christ,\n            Quelle pénitence me donnez-vous ?\n     — Allez-vous en dedans la Galilée,\n     Vous trouverez Jésus à souper.\n\n\n\n          \" V ous vous mettrez dessous la table\n             Comme unefille abandonnée.\n     Les morceaux d’pain qui tomberont\n     V ’ les ramass’ rez, vous les mangerez.\n\n\n\n\n70\n"}, {"page_pdf": 84, "page_imprimee": 71, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 812, "texte": "     Avec les larmes de vos beaux yeux,\n       Les pieds Jésus, vous les laverez.\nAvec vos beaux cheveux si longs,\nLes pieds Jésus, vous les essuyez. »\n\n\n\n         M a rie-Mad’ leine, relevez-vous.\n              Tous vos péchés vous sont par donnés\nDepuis l’plus grand jusqu'au plus petit.\nVous êtes une Sainte en Paradis. »\n\n\n\nC   elui qui dira ce cantique\n    Gagnera quarante jours de pardons.\nCelui qui l’écoutera volontiers\nE n profit’ra de la moitié.\n\n\n\n                                  Complainte recueillie à Tournai de la\n                              bouche d une vieille presque centenaire,\n                              éditée par Wallonia (Liège. T . VI p. 46).\n                              Variante (id. T . 1 p. 124).\n\n\n\n\n                                                                      71\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-017", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 72, "page_fin": 72, "titre_corps": "Or par un Jeudi-Saint", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "R O par un Jeudi-Saint, vers l’heure de minait", "ancre_fin": "recueilli avant i 856 par M. de Coussemaker).", "fin_page_complete": false, "fin_avant": "C’était par un Jeudi-Saint. Jésus était assis à table avec ses d", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 85, "page_imprimee": 72, "debut_caractere": 19, "fin_caractere_exclue": 1391, "texte": "R\n                   O par un Jeudi-Saint, vers l’heure de minait, le Sei­\n                          gneur Jésus fu t arrêté ; il allait devoir s’aigrir\n                          dans la mort amère.\n                    Ils conduisirent Jésus hors des portes, mais lui re­\n                          gardait si souvent en arrière, pour voir si sa\n                          mère ne le suivait pas; oui, au loin il la vit venir.\n « Mère, dit il, mère, toutes mes douleurs ne peuvent servir de rien, c’est\n      la mort amère que j e dois subir pour rendre le bonheur à tous les\n      hommes. »\n Quand il eut gravi le montCalvaire, il laissa choir sa croix ; ses peti­\n      tes veines se rompirent en deux ; son sang précieux on le vit le\n      verser.\n Où sont-ils tous ceux qui ont soif ; où restent-ils maintenant ceux qui\n      ont soif ? Dites qu’ils viennent boire le vin, la cinquième petite\n     plaie se trouve débouchée.\n Où est la jeunesse, où est la joie ? où est la danse, où sont les rondes ?\n      Voici que tout s’évanouit, comme la neige aux rayons du soleil.\n\n                                     (Traduit par E. D . B . du flamand chanté sur\n                                     l’air du Miserere à Cassel et en Flandre\n                                     française et recueilli avant i 856 par M. de\n                                     Coussemaker).\n\n\n\n\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-018", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 72, "page_fin": 72, "titre_corps": "C’était par un Jeudi-Saint", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "C’était par un Jeudi-Saint. Jésus était assis à table avec ses d", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 85, "page_imprimee": 72, "debut_caractere": 1391, "fin_caractere_exclue": 2870, "texte": "C’était par un Jeudi-Saint. Jésus était assis à table avec ses douze apôtres\n     dans la dernière Cène.\nL e Seigneur y rompait le petit pain et Marie y versait le vin. — « Le­\n     quel est assis à ma table, qui ira me trahir ? »\nA lors parla l’hypocrite Judas : « Seigneur Jésus, ce n’est pas moi »\n     Alors parla le doux homme Jésus : « Mon ami, ce n’est pas cela\n     que je vous dis. »\nJésus dit alors d sa mère : « Réveillez moi demain matin trois petites\n     heures avant le jour, quand le petit coq chantera trois fois. »\nL e Seigneur se leva de tôt matin pour se rendre au petit jardin. Que\n     rencontra-t-il sur son chemin ? Un tas de ju ifs s’y trouvait.\n« Vous juifs, vous fa u x ju ifs, pour quoi si tôt en route ? — « Nous\n     cherchons le doux homme Jésus ! » - « C ’est l’homme même que\n     vous rencontrez ! »\nIls ont ligotté le Seigneur Jésus, ses mains, ses pieds, ils l’ont flagellé\n     de plus en plus fort ; et Marie devait voir tout cela, Marie dit en\n     larmes : « Quel mal a fa it mon fils ! L iez moi à une colonne et\n     relâchez lefils de Dieu. » —\n« Nous ne vous lions pas à une colonne, et nous ne relâchons pas lefils !\n     E t demain matin il doit mourir : car le Vendredi-Saint approche.\n\n                                    (Traduit par E . D . B . du flamand recueilli en\n                                    ce siècle à Bruges par M .M . Lootens et Feys\n                                    et à Malines par le R . M . Bols.)\n\n\n\n\n72\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-019", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 73, "page_fin": 73, "titre_corps": "Or vers l’heure de minuit", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "R vers l’heure de minuit, 1e petit coq chanta trois fois", "ancre_fin": "par le R . M . Bols.)", "fin_page_complete": false, "fin_avant": "La sœurette à Saint P a u l était un petit enfant", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 86, "page_imprimee": 73, "debut_caractere": 18, "fin_caractere_exclue": 961, "texte": "R vers l’heure de minuit, 1e petit coq chanta trois fois.\n                  O\n                       E t notre petit Seigneur s’est chrétiennement levé,\n                       pour marcher vers sa passion, pour marcher vers\n                       sa passion.\n                   E t que rencontra-t-il dans ses voies? E t que rencon­\n                        tra-t-il en route? Vraiment une clique de septante\n    juifs, qui se trouvent vraiment sur le chemin de Dieu.\n« E t que faites-vous si tard en route ? E t que faites-vous si tard en\n     route? — Je cherche Jésus de Nazareth. »\nE t alors ils l’ontflagellé — il en souffrait tant — à tel point que les\n     molettes du fouet s’accrochaient dans la chair de Jésus, s’accro­\n     chaient dans la chair de Jésus.\n\n                                      (Traduit par E . D . B . du flamand recueilli\n                                      à L o th (Brabant belge) par le R . M . Bols.)\n\n\n\n\n   "}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-020", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 73, "page_fin": 73, "titre_corps": "La sœurette à Saint Paul", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "La sœurette à Saint P a u l était un petit enfant", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 86, "page_imprimee": 73, "debut_caractere": 961, "fin_caractere_exclue": 2318, "texte": "La sœurette à Saint P a u l était un petit enfant qui promenait une\nchandelle. Cette chandelle éclairait tous côtés — qu’un des aînés se pros­\nterne !....\n  Ils virent l’orient, ils virent l’occident, ils virent le Christ céleste,\nils virent venir ces fameux ju ifs qui lièrent notre doux Seigneur. Ce\nfu t à la croix qu’ils le clouèrent : les clous massifs n’étaient pas ce qu’il\ny a de plus doux ; dans le pied de notre doux Seigneur ils les frappè­\nrent, et sur sa tête une couronne d’épines, d’où le saint sang ja illit.\n   Ah, fils ! dit le F ils ; oh, femme ! dit la Femme.\n   I l n’y a ni homme ni femme qui le vendredi-saint parvienne à réciter\nà jeun trois fois cette petite oraison.\n   Dieu enverra un ange trois petites heures avant votre mort, trois\npetits jours avant votre fin .\n   Tous vos péchés sont pardonnés, quelque grands qu’ils aient été.\n\n                                  (On le fait suivre de paters et avés ; traduit par\n                                  E. D . B . du flamand recueilli dernièrement au\n                                  pays d’Eecloo en Flandre et publié dans « Onze\n                                   Vlagge » (Anvers. T . I, p. i 3 i ). Cfr. variantes\n                                  dans « Rond den Hecrd » (Année 1878).\n\n\n\n\n                                                                                 73\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-021", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 74, "page_fin": 74, "titre_corps": "L'amour pascal de Marie-Madeleine et du Seigneur Jésus", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "L ’am our pascal       de Marie-Madeleine et du           Seigneur Jésus                              A D E LE IN E , CH ÈRE DAME : QUI", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 87, "page_imprimee": 74, "debut_caractere": 10, "fin_caractere_exclue": 6351, "texte": "L ’am our pascal\n      de Marie-Madeleine et du\n          Seigneur Jésus\n                             A D E LE IN E , CH ÈRE DAME : QUI PLE U R E Z , QUI CHER­\n                                      CHEZ-VOUS             donc        a in s i ?        M ettez           f in   a    votre\n\n                                      d e u il ,     car        le    S e ig n e u r          n ’a    plu s     que      f a ir e\n\n                                      de   votre           b o ît e     a     parfum s.\n\n\n\n\n           e   cherche           Jésu s          mon      S e ig n e u r ;          et    je    n ’a u r a i       de     cesse\n\n\n\n\nJ              que\n\n               ren ts\n\n           L A LU N E.\n\n                 ITES\n                       je    ne\n\n                            JE VEU X\n\n\n\n                            MOI,\n                                      l ’a i e\n\n\n\n\n                                         BEAU\n                                                   retrouvé\n\n                                                 m ’e n q u é r i r\n\n\n\n\n                                                      JARDINIER,\n                                                                        ;    auprès           de     m es\n\n                                                                        DE LU I EN PL E IN JOUR E T SOUS\n\n\n\n                                                                                N ’A VEZ-V O U S\n                                                                                                             a m is\n\n\n\n\n                                                                                                            PA S\n                                                                                                                        et\n\n\n\n\n                                                                                                                      V U MON\n                                                                                                                             pa­\n\n\n\n\nD\nEMPÊCHER.\n                      M a î t r e ? D ’i c i\n\n\n                      CHERCHER :\n                                                       ou l ’a - t - o n          t r a n s p o r t é ? Je v e u x l e\n\n\n                                                 NI MONTS NI V A L L É E S N E POURRONT M’EN\n\n\n\n       L Y A TROIS JOURS, AUJOURD’ HUI (MON CŒ UR ! TU T E BRISES\n\n\n\nI\nPROCHES.\n               DE DOULEUR                   ) QUE JE L E VIS PORTER SA CROIX DEVANT\n\n\n               MOI, E T SANS UNE P L A IN T E , SOUS L A DOULEUR ET LE S RE­\n\n\n\n                  u e je         le     v i s t o u t n u — co m m e u n m a u d it —                                 p en d re\n\n\n\n\nQ\nCRACH ATS.\n                       A U BOIS            DANS          L ’É CA R L A TE DE SES P L A IE S , TOUT LA ­\n                       CÉRÉ DE L A T Ê TE A U X PIEDS, COUVERT DE PUS ET DE\n\n\n\n\n                   a is     ce    que        je      ne      p u is     o u b l ie r ,        c ’e s t ,    quand       cette\n\n\n\n\nM\nSU R L A LA N G U E.\n                        GRANDE\n                        DE LU I\n                                           SOIF\n                                           VER SER\n                                                         L ’A C C A B L A ,\n                                                            ENCORE V IV A N T UNE\n                                                                                  QU’ ON N E ME PERM IT PAS\n                                                                                                           GOUTTE D’EAU\n\n\n\n                E SERVICE               QUE        ME       DÉFENDIRENT ALORS L E JUGE E T LA\n\n\n\nC\na in s i   de    sa\n                   R A C A IL L E JU IV E,\n\n                   QU’ IL EST\n                        P a s s io n\n                                           MORT\n                                           et       de\n                                                          JE\n\n                                                         LE\n                                                           sa\n                                                                 VOUDRAIS\n\n                                                                 LU I\n                                                                 c r o ix .\n                                                                            RENDRE\n                                                                                         A U MOINS MAINTENANT\n\n                                                                                               ET     LE      RÉNUMÉRER\n\n\n\n                 u l ’a v e z - v o u s             tra n sp o rté              —        JE     VOUS        EN p r i e p a r\n\n\n\n\nO                     SA CROIX EN SAN GLAN TÉE\n                      ME L E DISE :\nDEVANT PERSONN E, FÛ T-CE DANS L A MAISON DE P lL A T E .\n\n               LU S LONGTEMPS L E SE IG N E U R\n                                                                              —\n\n\n\n\n                                                                               NE\n                                                                                     QUE C E L A A U MOINS ON\n                                                    Je V E U X L E S O U L E V E R .... J e N E CÉDERAI\n\n\n                                                                                         PU T      SE CACHER             A    SA\n\n\n\nP\nD EU IL.\n                  FID ÈLE SE R VAN TE :\n\n\n                  M a r ia . E l l e : R a b b o n i,\n                                                            Il        LA ISSA TOMBER SON NOM.\n\n\n                                                                            d it -e l l e      et    a in s i   f in it\n                                                                                                                        Lui :\n\n\n                                                                                                                             son\n\n\n                                                                   (Traduit par E . D . B . sur un texte\n                                                                vieux-flamand recueilli à A nvers en 1621).\n\n\n\n\n74\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-022", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 75, "page_fin": 77, "titre_corps": "Les Oliviers de la Passion", "titre_sommaire": "Les Oliviers de Gethsémani", "rubrique": "", "signature_source": "Edmond Joly", "ancre_debut": "Les Oliviers de la Passion    P âques-fleuries offre l", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 88, "page_imprimee": 75, "debut_caractere": 36, "fin_caractere_exclue": 2163, "texte": "Les Oliviers de la Passion\n   P âques-fleuries offre la plus magnifique symboli­\nsation de la vie verte, le rite de l’éternel printemps,\nla fête des arbres.\n   Alors que remonte vers sa cité royale et sacerdo­\ntale le divin Soleil, Vie et Résurrection, les rameaux\nqui figurent tout ce qui est vivant, les hommes, les\nraces aussi bien que les générations du ciel et la\nfloraison de nos œuvres, les rameaux sont formulés,\nprécisés en leur symbole par l’offrande au Roi\nradieux. En cette offrande, ils communient à la\nrédemption ; elle brise de rite le fatal recommence­\nment de vie ; elle les fait mourir et renaître en perpé­\ntuation d’immortalité.\n   — Des arbres de P âques-fleuries, le principal, le\nplus véridique est l’olivier, l’olivier de l’Orient-divin\net l’olivier de Jésus.\n   Les oliviers enferment le charme du midi, comme\nles palmes en disent la gloire. Ils sont la douceur\ndu soleil fécondant ; son mystère livré dans l’or de\nl’huile précieuse et l'ombre du pavillon glauque.\n   Mais seuls, les oliviers de Terre-Sainte dégagent\ntout leur attrait harmonieusement souverain. Les\noliviers de Terre-Sainte ! Il n’y a pas de plus grande\nmerveille psychique par toute la vie végétale. Ces\ndeux noms s’évoquent réciproquement. Ils ont de\ntacites et innombrables rapports qui les rappellent,\nles complètent l’un par l’autre. Des oliviers, en un\nautre pays, semblent aussi anormal que le sol sacré\nsans l’ombre et la solemnisation de ses arbres\npréférés. S ’ils nous sont doux en Provence, on se\nrappelle que les amis de Jésus ont colonisé spirituel­\nlement celle-ci, lui ont apporté un parfum évangé­\nlique. Les oliviers expriment, parmi les arbres, le\nmême mystère que la Terre-Sainte exprime parmi les\npays, que l’évangile proclame parmi les livres.\nComment définir l’inexprimable caractère ? C ’est\ncelui même de l’indéfinissable Personnalité qui, en\nnotre universel relatif, se différencie d’absolu.\n   Dans le vallonnement des plaines et des collines\nalternées, évocateur d’un balancement d’ondes ou de\nvol ; aussi, du bercement sur les genoux maternels\n\n\n\n\n                                                      75\n"}, {"page_pdf": 89, "page_imprimee": 76, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2242, "texte": "où fleurissent les caresses, les oliviers, trop rares\nmaintenant, s’étagent encore, se juxtaposent. Ils\n n’impliquent pas l’essor complexe de nos forêts\n ogivales ; chacun est esthétiquement individuel.\n    Expressif du charme paisible et souverain du\nVerbe, chacun édifie comme une chapelle avec son\n autel et son mystère. Chacun semble le mémorial\n d’un pas ou d’une parole. On dirait, qu’en la vie de\nl’arbre, est perpétuée, ainsi, chaque heure de la vie\n divine, ces heures que l’éternité envia au temps.\n    Et, pour cela, les oliviers se dressent en petites\n coupoles arrondies, arrondies comme l’horizon où\nla terre aux rythmes doux ne brise presque jamais\nle cercle de plénitude, le cercle d’où émane une\n sérénité de vision complète, de domination heureuse.\n L e monde y semble aplani, livré en une paix de\nmer calme, qui chante par l’écumeuse frange aux\n clochettes argentines, son épanouissement sous\nla bénédiction du ciel. Elles sont arrondies, les\ncoupoles des oliviers, comme la coupole même de\n ce ciel, dont l’air pénètre toutes les architectures de\nfeuillages, qui reflète son bleu dans la flaque\n d’ombre, comme dans l’œil des sources. Mêlé aux\nverdures de la sève, à l’or du soleil et aux pulvéru­\n lences du sol, le bleu céleste achève la frondaison\n glauque, douceur profonde et complexe, comme\ncelle des flots, mélangée, elle aussi, de ciel.\n    Dans la coupole de feuillage soutenue par la\ncolonne centrale, unique du tronc, habite l’évoca­\ntion du dais royal, de la tente qui abrite, du\ntabernacle, gloire et abri d’un Dieu. Aussi, son\nfeuillage est l’étendard où le souffle d’en haut met les\nplis de gloire et d’humilité.\n    Les oliviers unissent le symbole des arbres\nmonuments, lentes vies séculaires, avec le charme\ndes arbres saisonniers.\n   Monuments, à la fois, et floraisons, ils épandent,\navec l’immortel souvenir, l’ombre plus fraîche de\nfeuilles renouvelées et l’onction des fruits. Oh ! les\ndouces perles allongées en petits œufs verts avec\ncet orient des perles, clair regard !\n    Oh ! le symbole de l’huile dont la promesse se\ngoûte dans le fruit et auréole tout l’arbre ! Il est la\nmerveille d’un or fluide et caressant, étoffe, chevelu­\nre et eau, d’un or qui enveloppe, doux, soyeux, subti­\n\n\n\n\n76\n"}, {"page_pdf": 90, "page_imprimee": 77, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2315, "texte": "lement lourd et frais. Il garde le mystère de l’attrait\nexhalé, du parfum répandu, dissipant toute puissance\nhostile, faisant à l’âme épanchée une atmosphère de\ndélices.\n    A travers des exils séculaires fut gardé ce simple\nsouvenir : l’huile parfumée répandue sur une tête\nchoisie, et dont l’abondance coula jusqu’en la barbe.\nC’est une huile parfumée que l’amour pur, l’amour\nqui réunit les frères dans une atmosphère de paix,\nsanction divine au bonheur humain.\n    Les oliviers proclament par toutes les routes, la\nroute d’une typique vie divine. De leurs rameaux\nlivrés à l’enthousiasme oublieux, ils en solemnisèrent\nun jour le triomphe. Eux, en qui demeure un per­\npétuel souvenir, jettent sur le sol, à cause du pas\n divin, la draperie de leur ombre religieuse. Ils\n s’approchent des villes, ces reliquaires d’ivoire aux\n multiples petits cubes, et que les paroles immortelles\n habitent, parfois, presque seules. Ils viennent mêler\n leurs coupoles vivantes, aériennes, charme de\n draperie et de fleur, aux cubes et aux coupoles\n bâties. Edifices vivants, ils rappellent la « soucca »\n la religieuse tente qu’à la fête des tabernacles on\n construisait, innombrable, de feuillages et de fleurs.\n Ces tabernacles rappelaient, pour une solemnisation\n annuelle, le pélérinage des serviteurs de Dieu. Les\n tabernacles des oliviers rappellent perpétuellement\n le pélérinage de Dieu même, alors qu’il n’y eut pas\n d’abri pour sa tête divinement royale.\n    Il est encore quelques oliviers de Terre-Sainte\n qui forment en l’art de pensée une espèce aussi\n nettement tranchée que les espèces naturelles : les\n oliviers de Gethsémanie !\n    Un tel souvenir est en eux qu’il semble leur avoir\n imposé une durée unique. E t l'affaissement de leur\n caducité semble plutôt symboliser encore une tris­\n tesse divine, une divine agonie.\n    Pour celà, l’union de l’arbre monument, à longue\n vie de pierre, et de l’arbre saisonnier, fructifiant, est\n portée en eux à son comble. Ils sont des colonnes\n entaillées de rides mémoriales, des colonnes qui\n portent le tabernacle d’un virtuel feuillage, et\n donnent le fruit symbolique contenant toujours\n l’onction ineffablement vivifiante de l’épouvantable\n pressoir : Gethsémanie!              E d m o n d J o ly .\n\n\n\n\n                                                        77\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-023", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 78, "page_fin": 82, "titre_corps": "Sur le Concile du Vatican", "titre_sommaire": "Le Concile du Vatican", "rubrique": "", "signature_source": "Abbé Félix Klein", "ancre_debut": "Sur le Concile du Vatican     Il y aura bientôt trente", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 91, "page_imprimee": 78, "debut_caractere": 5, "fin_caractere_exclue": 1906, "texte": "Sur le Concile du Vatican\n    Il y aura bientôt trente années que dans\nS a in t-P ierre de Rom e, S in aï de la loi nouvelle,\nau-dessus des polém iques les plus violentes,\net parm i les éclairs d ’un orage vraim en t sy m ­\nb o liq u e, le S a in t-E sp rit proclam ait le dogm e\nde l ’In fa illib ilité . T re n te années, c ’est deux\nfois le grande mortalis ævi spatium de T a c ite :\nune te lle période suffit à calm er les haines, et\nles générations q u ’elle a le tem ps de vo ir naître\npeuvent im partialem ent s’entretenir de com ­\nbats où elles n ’eurent point de part.\n   Je voudrais noter ici quelques-unes des im ­\npressions qui m ’ont rem ué d avantage en étu­\ndiant, pour un cas p articulier, (1) l ’histoire du\ndernier C on cile.\n                               *\n                             * *\n   E n tre ceux qui ju g e a ie n t nécessaire la défi­\nnition du dogm e, et ceux qui la croyaien t\nin opportu n e, la lu tte atteign it un degré d ’ardeur,\nde passion, d ’injustice, auprès duquel toutes\nnos contestations d ’aujourd ’hui ne form ent\nq u ’un échange d ’am énités. P o u r savoir à quels\nexcès de langage, dans les revues, les journaux,\nles lettres, les discours, se portèrent les par­\ntisans de la m ajorité et les « opposants », il\nsuffit de lire les biograph ies récentes des prin­\ncip au x chefs. L e s historiens des hom m es de\nd roite ne nous laissent rien ignorer de ce q u ’il\ny eut de vraim en t a b u sif dans l ’attitude et les\nparoles de ce q u ’on pourrait appeler la gauche\ndu C o n cile ; et, par une ad m irable réciprocité,\nles historiens de la gauche ont relevé avec le\nm êm e soin les torts que la droite se donna.\n  (1)     L ’A b b é K le in fait allu sion à l’E v ê q u e p atrio te d e M etz,\nM gr D u p o n t des L o g e s , dont il a ch è v e d ’écrire l ’histoire.\nA u C o n cile du V a tica n , ce p ré lat faisait p artie de l ’opposition.\n\n\n\n\n78\n"}, {"page_pdf": 92, "page_imprimee": 79, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2072, "texte": "C ’est ainsi que le parti-pris des historiens pré­\npare l ’im p artialité de l’histoire.\n   D es P ères de la m ajorité je ne voudrais rien\ndire. Ils étaient, quant au fond, du parti de la\nvérité ; et D ie u , pour la faire triom pher, se\nservit de leurs défauts, s’ils en eurent, autant\nque de leurs talents et de leurs vertus.\n   M ais le cas des « opposants » paraît, à distance\ndu m oins, beaucoup plus étrange. O n les cro ya it\nles plus éclairés de l ’A ssem blée, m algré la pré­\nsence, à droite, d ’hom m es qui s ’appelaien t\nM anning, P ie , D escham ps.\n   Ils passaient pour m ieux inform és des besoins\nm odernes, et pour plu s soucieux d ’y adapter\nl’action du catholicism e. E t cepen dant ils\nvoulaient repousser, tout au m oins retarder\nune définition qui se trouvait répondre aux\nplus pressantes nécessités de notre âge, aux plus\nfortes exigences de l ’hum anité n ou velle. C ’est\nque des inconvénients de surface d érobèrent à\nleurs y e u x l ’opportunité profonde, et que, trop\néclairés pour ne pas prévoir les périls im m édiats,\nils ne le furent pas assez pour découvrir, par delà\nces incertitudes, les perspectives assurées d ’un\nplus grand avenir. L e s cris des p u b licistes et les\nm enaces des gouvernants couvrirent pour eux\nla voix grave des peuples en progrès.\n   Il y avait trois cents ans que le protestantism e\nniait l ’E g lise , deux cents ans que le gallican ism e\nchicanait les P ap es ; et l ’on ne v o y a it pas q u ’il\nétait tem ps de m ettre hors de toute atteinte ce\nprincipe : que l ’ É g lise p arlant par son C h e f\nreprésente le C h rist m êm e. L a plus redoutable\ndes questions se tro u vait posée devant la cons­\ncience religieu se de tout l’univers ; et l ’on\nproposait de n ’y point répondre ! M ais n’y\neût-il eu que le fait récent de si violentes et de\nsi confuses discussions, q u ’on en aurait dû\nconclure, sans plu s de raisonnem ents su b tils,\nla nécessité de faire la lum ière, l ’im p o ssibilité\nabsolue de laisser les esprits en proie à un tel\n\n\n\n\n                                                       79\n"}, {"page_pdf": 93, "page_imprimee": 80, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1946, "texte": "désordre. L e s adversaires de la définition\nauraient, à eux seuls, par leurs polém iques, créé\nune raison de définir ; et c ’est justem en t que\nl ’on d isait d ’eux : Quod inopportunum dixerunt,\nnecessarium fecerunt.\n    M ais la proclam ation du dogm e n ’était pas\ndestinée q u ’à m ettre fin à des q uerelles théolo­\ngiqu es, si grande soit la place q u ’elles tiennent\ndans l ’histoire passée ou présente. E lle était\nnécessaire à l ’avenir com m ençant de l ’hum anité\nque nous devenons.\n\n                            *\n                        *       *\n\n     N ous entrons dans notre âge v iril, et, suivant\n l ’expression de S . P a u l, nous laissons les\n tu telles qui sont le propre de l ’enfance. E n d e­\n hors des dépositaires responsables de nos pro­\n pres volontés, nous n ’accordons d ’obéissance\n q u ’aux autorités venues de D ieu tout droit par\n nature ou R évélation . P ou r s’im poser à nos\n âm es libres, il faut que ces autorités nous pré­\n sentent des titres fort clairs. L e s âm es les plus\n religieuses, pour peu q u ’elles aient de vigueu r,\n ne se soum ettent q u ’à bon escient. P o u r cela,\ntout d ’abord, il était devenu nécessaire de sa­\nvoir, de savoir à n ’en pas douter, que désobéir\nsciem m ent au P a p e sur une définition de foi ou\nde m orale, c’est se m ettre du coup en dehors\ndu royaum e de D ieu .\n     V o ici, d ’autre part, que les pouvoirs tem po­\nrels perden t leur prestige et q u ’ils se m ontrent\naussi peu capables que peu désireux de soutenir\nles E g lises nationales. N ’est-ce pas l ’heure,\npour ces E g lises, d ’apprendre à trouver sans\nhésitation dans le ch e f de tous les chrétiens\nleur véritable appui et leur centre d ’unité ?\nA tten d ez quelques siècles, — le catholicism e a\nle tem ps et D ieu pour lu i — attendez qu elqu es\nsiècles et, par un développem ent lo giq u e des\nfaits qui germ ent déjà, vous verrez les E p isco ­\npats des diverses nations, de plus en plus\n\n\n\n\n80\n"}, {"page_pdf": 94, "page_imprimee": 81, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2026, "texte": "étroitem ent attachés au P a p e et par lu i entre\neux pour tout ce qui regarde la doctrine,\nadapter, sous son paternel contrôle, les principes\ngénéraux de la d iscip lin e aux besoins variés du\ncatholicism e répandu enfin sur toute la surface\ndu globe ; vous verrez les chrétiens d ’élite,\ninébranlables partisans d ’une autorité q u ’on ne\ncontestera plus sans se taxer soi-m êm e d ’hérésie,\nconcentrer désorm ais leurs féconds efforts dans\nune étude toujours plus approfondie des m y s­\ntères de la foi, dans une culture toujours plus\nconfiante des vertus personnelles, dans une vie\nintérieure toujours plus intense et plus lib re ­\nment soum ise à l ’action de l’E sp rit-S a in t. E t,\ncomme à ce progrès relig ieu x des âm es les plus\nhautes correspondra, du m oins chez les peuples\nsupérieurs, le progrès naturel des sciences, du\ntravail, de toutes les légitim es ém ancipations,\nles forces du m al se heurteront à un adm irable\n accroissem ent des forces du bien, et de notre\n âge si calom nié datera, sans presque aucun\n doute, l ’une des plus belles périodes de l ’histoire\n du m onde.\n                           *\n                         *   *\n\n   D ieu le savait, qui, dans les passes difficiles,\nsem ble prendre en m ains directem en t le go u ­\nvernail de son E g lise . D ieu le savait ; m ais les\nhom m es ne s’en d outaient guère. E t ce sera\nl’excuse de ceux qui vo u lu ren t s’opposer à la\nprovid en tielle m arche des faits. Ils n ’étaient\npas ob ligés de prévoir les desseins qui\naujourd’hui encore se m ontrent à peine, et que\nleurs contradicteurs de droite ne sem blaien t\npas, d ’ailleurs, soupçonner plus q u ’eux. D ieu\nseul peut bien vo ir ce qui convient aux tem ps,\nparce que seul il les connaît tous, l ’aven ir y\ncom pris. T a n d is que les sages se dem an daient\navec épouvante ce q u ’alla ien t faire l ’A llem a g n e\net la F ran ce au lendem ain de la définition , sa\nprescience regardait d éjà les d eux peuples en\nguerre.\n\n\n\n\n                                                       81\n"}, {"page_pdf": 95, "page_imprimee": 82, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1645, "texte": "     D ’autres aspects de la question pourraient\n ju stifier les « opposants » du grand C o n cile. Il\n en est un sur lequel il ne sied pas d ’insister : les\n exagérations de divers genres au xqu elles se\n livra it une partie de la droite et qui faisaient,\n hum ainem ent, prévoir beaucoup plus que la\n définition au jo u rd ’hui a cq u ise... U n e seconde\n considération est à la fois, plus d écisive et plus\n glorieuse pour notre M ère l’É g lise : c ’est la\n soum ission p arfaite qui fut celle de tous. Pas\n un E vêq u e de la m inorité ne fa illit à son d e v o ir ;\n sans aucune sorte de subterfuge ni de réticence\ntous adhérèrent à la décision que le S a in t-E s­\n prit, par la voix des P ères et du P ap e, avait\n revêtue de sa garantie.\n    E n face de cette conduite de l ’épiscopat\n universel, pour com bien peut com pter la révolte\n éphém ère de quelques prêtres et de quelques\nlaïcs, la p lu part déjà séparés du centre de la\nfoi avant l ’événem ent dont ils prirent prétexte ?\n E t n’est-on pas en droit de dire que cette\nunanim ité dans l ’acceptation du dogm e défini\natteste m ieux encore l ’unité de l ’ É g lise , que ne\nl ’aurait su faire l ’unanim ité dans l ’exam en\nprélim in aire ? O n aurait peut-être confondu cet\naccord p réalable avec l ’absence de vie, de\nréflexion et de liberté ; l ’accord après la décision\nne p ouvait être l ’effet que de l ’union intim e et\nprofonde à la q u e lle se reconnaissent, m algré\ntoutes leurs divergences d ’esprit et de caractère,\nceux qui font partie de l ’unique troupeau sous\nla cond uite de l ’unique pasteur.\n\n                              Abbé F é l i x   K l e in .\n\n\n\n\n82\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-024", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 83, "page_fin": 84, "titre_corps": "Mémorial de la Pensée religieuse", "titre_sommaire": "Mémorial", "rubrique": "", "signature_source": "F. Nonniger", "ancre_debut": "Mémorial de la           Pensée religieuse    M artyrologe R o m a in , tra", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 96, "page_imprimee": 83, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3180, "texte": "Mémorial de la\n          Pensée religieuse\n   M artyrologe R o m a in , tra d u ctio n n o u v e lle re v u e et m ise\n à jo u r ju s q u ’en 1898, p a r des Prêtres du Clergé de Paris.\n (Paris : C h . P o u ssie lg u e ).\n   L e M a rty ro lo g e est en som m e un de ces a n cien s « liv res de\n fam ille » q u ’on re n co n tre en core sur q u elq u es tab le s dans les\n m aisons tra d itio n n elles : il énum ère le s an cêtres h on nêtes,\n voire h éro ïqu es et re la te le s faits a va n ta g e u x à la ra ce .\n   A u ssi lo n g tem p s que la fam ille fu t p eu n o m breu se, on\nrédigea de co p ieu x « A c te s » , des « P a ssio n s ». M ais quan d elle\n se fut ram ifiée, v iv a c e et fru ctifian te, la seu le herborisation\n som m aire en d e vin t bien tô t plus que suffisam m ent abon dante.\n U n nom, un e d a te ... C e s seu les étiquettes d e va ien t form er une\n collection difficile à cla sse r, à con su lter. L e s n é g lig e n ce s ou\nles p référen ces des co n serv ateu rs fin iraien t p a r la disp ro p or­\ntionner ou la d é p a re iller. C ’est ce qui é ta it ad ven u au m oyen-\nâge et ne p eu t p lus se re n o u v e ler depu is la m éth ode adoptée\n en 1584 p a r G ré g o ire XIII. A y a n t réform é le ca len d rie r, ce\npape restau ra le M a rty ro lo g e , in augura, p a r la com bin aison\n de l ’ép a cte et du n om bre d’o r une m éth ode em pirique pour\n désigner les d é d icaces et les an n iversaires, d écid a enfin d ’un\ntexte, ca ta lo gu e n e v a rie tu r d u q u el seu l se servir « sans y rien\n ajouter, ni rien ch a n ge r, ni en rien re tra n ch er » « sous p ein e\n d’encourir l ’in dign ation du D ie u tout-puissant et des b ien h e u ­\nreux apôtres S a in t P ie rre et S ain t P a u l ». N éan m o in s B en o ît\nXIV en 1748 vo u lu t ten ir co m p te des d é co u ve rte s de la critique\net dans d ’érudites lettres a p o sto liq u es à Jean V , ro i de P o rtu g a l,\nprêt à entrep rendre une rééd ition , il exp liq u e et ju stifie les\nadditions à faire.\n   C es lettres et le tra ité de B a ro n iu s sur le M a rty ro lo g e\nRom ain sont les m onum ents les p lu s im portan ts à ce sujet,\net il est re g retta b le qu e l ’éditeur de cette trad u ctio n n e le s ait\njoints en ap p en d ice.\n   L a traduction p résen te est in tégrale et so ign ée : prin ci­\npalem ent destin ée sans doute aux lectu re s du ré fecto ire dans\nles com m unautés re lig ie u se s ign o ran tes du latin , e lle p eu t satis­\nfaire les âm es p ieu ses ou le s esprits cu rieu x, dont la jo u issa n ce\nne réclam e p as les in-quarto de V e n is e , d ’A n v e r s ou de R o m e,\nà la typ o g ra p h ie ch au d e co u le u r d ’eau-forte, a u x ru briqu es\nverm illon , a v e c au ssi le s cliq u etan ts ferm oirs de cu ivre.\n   D e toute m an ière d ’a illeu rs, au fid èle com m e à l ’artiste, le\nm artyrologe offre autan t de charm es que de ve rtu s, couronn e\nde 365 b o u q u ets, un ch a cu n de fleurs tre ssé es selon leu r\np réséance, ro ses ro u g es des m artyrs, cro cu s vio le ts des\nconfesseurs, ly s b la n cs des vie rg e s.\n\n\n\n\n                                                                            83\n"}, {"page_pdf": 97, "page_imprimee": 84, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3454, "texte": "      V i l l e r s e t A u l n e , célèb res a b b a y e s de l ’ancien d io cèse de\n  L iè g e . L e s g lo ires de leu r p assé — , p a r H . Nimal, rédem pto­\n riste. (L iè g e : H . D essain ).\n     S o u s un titre p eu spécifique, M . N im a l ten te de n ous pro­\n p o ser la v ie et le s ve rtu s des saints ab b és, m oines et con vers\n des deu x susdites a b b ay e s.\n      L e s B o llan d istes, qui ont b io grap h ié seu lem ent trois ou\n quatre saints p erso n n ag es d e V ille r s , racon ten t a v o ir renoncé\n p a r discrétion à in sérer la trentaine d’h a g io g ra p h ie s p réparées,\n sur l ’a ssu ran ce q u ’ils obtinrent du d ép la isir qu ’en ressentirait\n l ’hum ilité de l ’ordre. E t M olan us rap p o rte que le chapitre\n g é n é ra l cistercien e n g a g ea le p ap e à n e p a s don ner suite au\n p ro jet de canon isation du b ien h eu reu x A rn u lp h e de B ru x elles,\n co n vers de V ille r s , afin de n e p as d isqu alifier les saints par\n le u r abon d an ce. L a b e so g n e de M . N im a l n ’a p as subi ces\n co n trariétés.\n     P o u r en p arler, e lle ne re lè v e ni de la s cien ce , ni de l’art.\n     C e n ’est p as de l ’histoire, ce sont des histoires : M . N im al\nn e m ontre n u lle circon sp ectio n dans l ’em ploi d e ses so u rces ;\n e lle s sont d’ailleu rs un iquem en t livresq u e s, don c ém inem m ent\n sujettes à caution. E t p ourtant d e q u el in térêt n ’eu ssen t pas\n été des n otions p ré cises sur un C h a rle s de S e y n e , celui-là\n m êm e qui b âtit cette p ro d igieu se a b b a y e de V ille r s (selon le\n ty p e d e ve n u can on ique de St-G all), et qu ’on d e vin e u n de ces\ng éan ts du XIIIe siècle, hom m e d ’affaires et my stique ! de quel\n agrém en t un e ré co lte m in utieuse des a ctes du bien heureux\nS im o n d’A u ln e , v e rg e r qui p roduisait des m iracles !\n     I l d e v a it re ster tout au m oins qu e le tra v a il de M . N im al\n fû t une œ u vre d’art : m a lgré le charm e in alié n a b le d’un tel\n sujet, l ’a u teu r a réu ssi à ne p as être p itto resqu e. A v e c ç a que\nla « C h ro n iq u e de V ille r s » était un arb re q u ’o n n ’a v a it q u ’à\nla isse r fleurir ; le s évén em en ts q u ’elle — et aussi T h o m as de\n C an tim p ré — ra p p o rte sans co n trô le et a v e c p arfois seulem ent\nu n e dem ie bo n n e foi, sont n éanm oins en effet d ’une im agin a­\ntion p ré cieu se et co lo rée.\n     L a seu le excu se du liv re en fin de com p te serait d’être une\nœ u vre d ’édification : m ais si ces récits su iven t b ien , h é las !\nl ’allu re p iteu se et am orphe des h a b itu elles histoires dites\nédifiantes, je co n teste q u ’ils en aien t la vertu .\n    S i, en effet, cette jo n ch u re de m e rv eilleu x p eu t fourn ir à\nune œ u vre d ’art un e v iv e re sso u rce d ’agrém en t, j e n e vo is pas\nqu e le s fid èles am élio ren t leu r vœ u de v iv re à b é e r à des\nsoi-disants petits m iracle s au ssi in utiles qu e stupéfiants. Il\nn ’im p orte p as q u ’on ap p lau d isse à l ’h a b ileté de D ie u ou des\nth au m atu rges, il im p orte q u ’on su iv e des m o d èles, q u ’on\nexp érim en te des m éth odes, q u ’on étaie des résolution s m o­\nra les.\n    A in s i d o n c n i con tribution h istorique, ni œ u vre d’art, ni\nm ission é d ifica trice, ce liv re ne con stitue que ses 290 p ages.\n                                                               F.   N o n n ig e r .\n\n\n\n\nS4\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-025", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 85, "page_fin": 102, "titre_corps": "Le sentiment religieux en art", "titre_sommaire": "Le Sentiment religieux en art", "rubrique": "", "signature_source": "Alphonse Germain", "ancre_debut": "Le sentiment religieux en art    C ’est en France, au X IIIme", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 98, "page_imprimee": 85, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1879, "texte": "Le sentiment religieux en art\n   C ’est en France, au X IIIme siècle que furent\nsculptées les premières figures présentant à la fois\ndes formes harmonieuses, établies selon les lois\nnaturelles, et des faces spiritualisées, des faces\nexprimant bien quelque état d’âme. Vers la même\népoque, les vitraux devinrent fastueux et l’enlumi­\nnure prit de la vie.\n   A Chartres, au Mans, à Paris, à Beauvais, dans\nla Picardie, la Champagne et la Normandie, par­\ntout on rivalisa d’ardeur et de goût pour décorer\nles édifices sacrés. Les vastes nefs se peuplèrent de\ncortèges de saints, de choeurs d’ascètes et de con­\ntemplatives ; les Saintes Chapelles reçurent une\néblouissante parure. Partout des statues évocatrices\nsurgirent de la matière sous le ciseau de maîtres\naux noms à jamais ignorés, et chaque sanctuaire put\nse prévaloir de quelque heureux motif sculptural.\nLa cathédrale de Bourges avec son jubé, la cathé­\ndrale de Reims avec son portail central et ses\npinacles, N . D. de Paris avec son tympan de la\nporte rouge, la cathédrale d’Amiens avec le souba­\nsement de sa façade principale et le linteau de sa\nporte sud, la cathédrale de Nevers avec la base des\ncolonnes de son triforium, l’église d’Aubazine avec\nle tombeau de Saint Etienne.\n   Mais N. D. d’Amiens, privilégiée entre toutes, se\nvit dotée du plus majestueux des Christs bénissant\net d’une exquise Sainte Vierge. Alors, vraiment, la\nchrétienté eut un art.\n   Cet art n’allait pas tarder à rayonner dans la\nGrande Bretagne, puis, au siècle suivant, en Italie,\ngrâce à Giotto, et dans les Flandres grâce à Jehan\nde Bruges et à André Beauneveu. Des œuvres\nconsidérables de ces derniers, il ne reste que des\nvestiges trop insuffisants pour se faire une idée\nexacte de leur art ; au contraire, celui du maître de\nVespignano peut s’étudier très bien en dépit des\n\n\n\n\n6                                                 85\n"}, {"page_pdf": 99, "page_imprimee": 86, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2185, "texte": "  pages détruites par le feu ou abîmées par la chaux.\n     Lorsque débuta Giotto, la peinture italienne\n  s’épuisait à reproduire le poncif byzantin, dont\n  chacun se montrait las. Sans rompre avec une\n  entente décorative qui avait au moins l’avantage de\n  s’allier à l’architectonique d’alors, Cimabué venait\n  de s’appliquer à donner quelque vie aux figures ;\n  et, si timide que nous paraisse la tentative, elle n’en\n était pas moins énorme par ses conséquences, puis­\n qu’elle indiquait aux artistes que la nature est la\n seule inspiratrice et la meilleure éducatrice. Grâce\n à l’autorité considérable de son maître Cimabué, la\n tâche de Giotto se trouva singulièrement facilitée à\n Florence ; sa puissante personnalité lui permit de\n l’accomplir assez vite dans la péninsule entière.\n     Génie prodigieux, Giotto, à vingt ans, possédait\n assez son métier pour qu’on l’appelât à collaborer à\n la décoration de l’Église supérieure d’Assise. Ce\n fut une révélation. L'Italie avait enfin un peintre\n italien et, de plus, un décorateur réellement com­\n préhensif du mur. L a vie de Saint François lui avait\n fourni vingt-huit motifs et l’on y peut voir déjà\n l’amour du naturel et le désir de représenter des\n caractères sans cesser d’obéir aux principes de la\n décoration monumentale.\n    Mais c’est dans la chapelle dell’ Arena, à Padoue,\net dans l’église Santa-Croce à Florence, que ses dons\ns’affirmèrent avec éclat : Le Sauveur en gloire,l’Annon­\nciation, le Jugement dernier, les scènes représentant\nles vies de Jésus et de la Sainte Vierge, celles du\nPrécurseur, de St-Jean l’Évangéliste et de l’exquis\nmystique qui fonda les Minores, dénotent une rare\nintelligence du décor et valent par le naturel des\nattitudes autant que par la sincérité des physiono­\nmies. Dans la Fuite en Egypte, la draperie de la\nS te Vierge, cherchée par une harmonieuse combi­\nnaison de plis ; dans le Christ mort et les Stes Femmes,\nl’arabesque brisée descendant vers la gauche, mon­\ntrent qu’il se préoccupait fort d’exprimer, d’affecter\nau moyen des lignes, souci de vrai décorateur. La\nmanière byzantine était désormais hors d’usage ;\nnon pas que rien ne rappelât plus le hiératisme dans\n\n\n\n\n86\n"}, {"page_pdf": 100, "page_imprimee": 87, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2137, "texte": " les interprétations de Giotto, mais lorsqu’il en\n subsistait quelque chose, au moins ce quelque chose\n était-il « naturalisé ».\n    Ce serait un non-sens que d’analyser ces thèmes\njusque dans la structure des formes, reportons-nous\n au temps de leur création et nous ne nous étonne­\nrons plus du manque de perspective des figures\nvolantes ni des raccourcis maladroits ou des extré­\n mités défectueuses ; il convient de les examiner\n d'ensemble et, d’ailleurs, leur destination y oblige.\nAlors on s’aperçoit vite que Giotto, sans vision du\nproportionné quant aux formes, eut un sens très sûr\n de l’équilibre relativement aux lignes. Ses person­\nnages, groupés sur un premier plan, souvent sur un\nplan unique, ainsi que dans les bas-reliefs, ne font\npoint trou dans la muraille, et les décors jouent leur\nrôle subsidiaire sans envahir la scène, sans jamais\ntourner au panorama ; autant d’indices de l’entente\ndécorative murale. Aussi les fresques de Giotto\nresteront-elles, en dépit d’imperfections de détails,\nl’école du décorateur.\n   Au point de vue religieux, son art vaut par la\nprofonde humanité de ses personnages. On lit sur la\nplupart des visages beaucoup plus de vie morale que\nde vie spirituelle, mais quelle piété vraie en émane,\nnéanmoins, et comme ils confessent loyalement,\ngravement, leur foi ! Les qualités d’observateur se\nrelèvent jusque dans des allégories telles que la\nGlorification de St François et les triomphes de la\nChasteté, de la Pauvreté, de l’Obéissance ; et chose\nprécieuse à constater, cette recherche de l’indivi­\ndualité, qui entraîne tant d’artistes au portrait sans\nâme, était alliée chez Giotto à certaine vision\nsynthétique qui le garda du réalisme étroit, le\npoussant à simplifier sans cesse, à construire large­\nment. On en trouve un exemple admirable dans\ncette page d’émotion pénétrante, et pieuse entre\ntoutes, la Mort de S t François. Mieux qu’aucun\nautre, peut-être, ce motif révèle les caractères\ndominants de son interprétation religieuse, n’est-ce\npas la dire austère et douce ?\n   Moins de cent ans après la mort du Peintre-Poète\n\n\n\n\n                                                   87\n"}, {"page_pdf": 101, "page_imprimee": 88, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2115, "texte": " qui, dans des fresques à jamais fameuses, célébra\n le Séraphique François, l’art chrétien resplendissait\n sur l’occident, plus soucieux de beauté formelle au\nsud et de caractère moral au nord, mais un en ses\ntrois manifestations typiques d’Italie, de France, de\n Flandre et outre-Rhin.\n    C ’est l’âge béni où se couvrent de fresques le\n Couvent de Saint-Marc, les églises et les chapelles\n de Toscane, d’Ombrie, de Padoue, de Milan, de\n Bologne et de Venise ; où s’embellissent de bas-reliefs\nles Portes du Baptistère de Florence ; où s’enrichis­\nsent de tableaux précieux l’Hôpital de Saint Jean\net les cités flamandes ; où s’achève la décoration du\n Campo-Santo, de l’Abbaye du Mont St Michel,\ncelle des cathédrales de Cologne, d’Amiens, d’Albi,\nd’Anvers et de Fribourg-en-Brisgau ; où se parent\nde miniatures les Heures du Roi René, du Duc de\n Bourgogne et de Me Etienne Chevalier, le Brévi­\naire du Cardinal Grimani, la Bible des ducs d’Urbin,\nle De'vocionario d’Isabelle la catholique !\n   L ’Adoration de l’Agneau, ce poème où se confon­\n dirent dans un même élan mystique les concepts des\nVan Eijck ; la Crucifixion où saigne encore le cœur\n de Fra Giovanni ; les décors travaillés en joyaux\ndont Memling adorna la châsse de Ste Ursule ; la\nTrinité adorée et les scènes de la Passion où Dürer\nse lit tout entier ; autant d’actes de foi ! Et, des\nthèmes archaïques de Jehan de Bruges, d’André\nBeauneveu, de Maître Wilhelm et du glorieux\ninconnu auquel on doit le Triomphe de la Mort, à la\nDéposition de Croix du Pérugin, aux Légendes Ghir­\nlandaïesques de Santa Maria Novella, au Cenacolo\ndu Vinci ; et du Puits de Moïse de Sutler, du David\nde Donatello à l'Annonciation de Luca dell a Robbia,\nà l'Ensevelissement du Christ de Michel Colombe,\nque d’œuvres dignes d’une dévotion esthétique !\n   Rarement les maîtres se rencontrèrent en aussi\ngrand nombre, et pourtant parmi leurs interpréta­\ntions des textes Saints, on pourrait compter les\npages d’où se dégage quelque piété. C ’est que, de\ntous les sentiments, les plus délicats à exprimer en\nart sont, à n’en pas douter, les sentiments religieux.\n\n\n\n\n88\n"}, {"page_pdf": 102, "page_imprimee": 89, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2161, "texte": "Comment rendre sensibles, au moyen des lignes,\nces aspirations d’un cœur fervent et ces phases qui\nconstituent la vie intérieure d’un être en état de\ngrâce ? L e plus savant dessin ne peut donner qu’un\nschéma de ces états intimes en interprétant les\nexpressions faciales, et surtout les regards, des\nfidèles qui les ressentent. Or, les interprètes de\ntelles expressions, les artistes en puissance d’écrire\nla psychologie d’une créature, furent toujours très\nrares.\n   C ’est pourquoi, entre toutes les scènes prises dans\nles Saintes Ecritures, les plus humaines sont tou­\njours les mieux représentées. Pour traduire le sur­\nnaturel, il faut savoir l’humaniser, et, depuis Rem­\nbrandt, nul n’a possédé ce don.\n   En choisissant pour motif la Sainte Famille,\nl’Adoration des Mages, la Cène, la Passion, le\nCalvaire, la Descente de Croix, les principaux\n Gestes des Saints, maints artistes accomplirent des\nchefs d’œuvres ; en connaît-on qui aient été aussi\nheureux en s’inspirant du Christ au Jardin des\nolives, de l’Ascension, de l’Assomption, des appari­\ntions d’Anges ou de faits miraculeux ? Les « Ecce\nhomo » émouvants, les douces Madones à l’enfant,\nles attendrissantes Mères de Douleur ne manquent\npas ; mais où contempler, sans déception, un Jésus\nau Sacré-Cœur, une Immaculée dans sa gloire ? On\nsait s’il y a des figures de Saints valant par l’intensité\nde la vie extérieure ; qui pourrait citer un Précur­\nseur méditant, un St-François d’Assise recevant les\nstigmates, un St-Jean de la Croix s’élevant de terre,\nune Ste-Gertrude, une Ste-Thérèse ou une B. Mar-\nguerite-Marie en extase, dont l’image satisfasse par\nl’expression ?\n   Les maîtres les plus aptes à construire une phy­\nsionomie n’ont pas toujours su trouver celle qui\nconvenait au Saint dont il tentaient la représenta­\ntion ; Memling et Donatello en fournissent un exem­\nple typique, le premier avec son St-Jean l’Évangé ­\nliste, le second avec son Précurseur, (1) Ce qui\n   (1)   C e lu i de M em lin g (à B ruges) assis sur le ro ch er de\nPathm os, fait p artie d’u n e in téressan te com p osition où l ’artiste\n\n\n\n\n                                                                   89\n"}, {"page_pdf": 103, "page_imprimee": 90, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2098, "texte": "distingue l’Angelico de tous les prodigieux quattro­\ncentisti, c’est justement le tact avec le quel il donna\nla vie spirituelle à ses figures. Aussi sa vision\nparut-elle supraterrestre.\n   Botticelli, Lionardo, Pérugin élèvent au dessus du\nterrestre par leurs radieuses idéalisations, et l’on doit\nreconnaître en Jean Van Eijck, Van der Weijden,\nMatsijs, Dürer, Schongauër et Foucquet, les plus\npénétrants interprètes du caractère moral. Donatello,\nF . Lippi, Ghirlandajo, Mantegna excellèrent en la\nstructure de la forme expressive ; Ghiberti atteignit\nau majestueux par son entente décorative ; Luca\nSignorelli anima ses foules avec une puissance que\nnul n’a dépassé. Lochner, Pisanello, Gentile, Goz ­\nzoli, Francia, G. Bellini, les d ella Robbia, Mino\nda Fiesole, enveloppèrent de suavité les têtes de\nleurs personnages. Comme réalisateurs plastiques,\nla plupart l’emportèrent sur Fra Giovanni, mais le\nmoine fresquiste les dépassa tous par l’interprétation\ndes sentiments pieux ; et il a sur son seul rival,\nMemling, cet autre vrai mystique, l’incontestable\navantage d’avoir choisi des visages aux belles\nlignes.\n   Etudier l’œuvre du doux Dominicain qui parvint\nà la maîtrise en gagnant la béatification, c’est étudier\nl’art religieux lui-même.\n   Quoique sa préoccupation dominante ait été\nd’émouvoir et que son tempérament l’entrainât au\ntragique, Fra Giovanni fut très réellement un déco­\nrateur, un compréhensif du mur. La Descente de\nCroix (académie des Beaux-Arts à Florence) et\nl’Annonciation (couvent de St-Marc) révèlent une\nrare entente de l’arrangement, et la première de ces\npages offre, de plus, un exemple instructif d’ara­\nbesque expressive. C ’est une série de lignes brisées\net abaissées vers la gauche qui constitue cette\narabesque, et ces linéatures contribuent puissam­\nment à l’impression de tristesse, d’angoisse, qui\némane des figures Dans l'Annonciation, ce sont les\n\na figuré l’A p o c a ly p s e ; ce lu i de D o n a te llo (au L o u vre) n ’est\nq u ’un portrait. E t le s exem p les de ce ge n re abon den t dans la\nplu p art des m usées et des m onum ents.\n\n\n\n\n90\n"}, {"page_pdf": 104, "page_imprimee": 91, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2131, "texte": " attitudes silhouettées en courbes gracieuses qui\n ajoutent à l’humilité empreinte sur les visages.\n   Les Saintes Femmes au Tombeau (St-Marc), l’Ado­\n ration des rois (Uffizi), la Prédication de St-Etienne\n (Vatican) présentent des qualités analogues, et l’on\n ne saurait nier l’ingéniosité de l’ordonnance dans le\n Couronnement de la Sainte Vierge (Louvre) et le\nJugement dernier (Académie de Florence) ; mais\ntoutes ces scènes dépassent la simple harmonie de\nlignes, toutes proclament l’ardente piété, l’émotion\nsincère de celui qui les traça. Veut-on comprendre\nce qui sépare une composition affective d’un thème\npurement décoratif ? Que l’on examine les Loges et\nles Chambres du Vatican après un pélerinage au\ncouvent de Saint-Marc.\n   C’est que la maîtrise de Fra Giovanni se manifeste\nsurtout dans l’écriture des physionomies et des\ngestes. Le Christ et St-Dominique, St-Pierre martyre,\nla Madona della Stella (St-Marc), la Sainte Vierge\nentourée d’Anges (Uffizi), les Saints et les Prophètes\nd’Orvieto, — autant de portraits transfigurés, de\nfigures éloquentes.\n   Le maître de Fiesole ne fut pas seulement un\nintuitif qui bénéficiait d’inspirations merveilleuses,\nce fut un très réel observateur de la vie et de la\nnature, on s’en aperçoit dès les Retables de Cortona\net de Pérouse, qui comptent parmi ses primes œu­\nvres. L a recherche de la beauté se conciliait, en ce\nvisionnaire, avec le respect du naturel, et il appor­\ntait un très grand soin dans le choix de ses modèles ;\nd’où l’individualité des têtes qu’il stylisa et cette\nconcordance parfaite entre les expressions faciales\nde la plupart de ses personnages et les sentiments\nà exprimer.\n   Qui, mieux que lui, donna de la suavité aux Anges,\nde la grâce aux chairs virginales ? Ses pinceaux ont\neu toutes les délicatesses et comme des pudeurs,\nsemble-t-il. Qui, mieux que lui, trouva des attitudes\norantes, des regards dépouillés du terrestre ? On\npourrait citer des groupes où tous les personnages\nparaissent en prière. Mais nulle part, cette intelli­\ngence de la figuration psychique ne se manifeste\n\n\n\n\n                                                    91\n"}, {"page_pdf": 105, "page_imprimee": 92, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2042, "texte": "avec plus d’intensité que dans l’admirable Crucifixion\ndu Couvent de St Marc, où, peut-être, tout ce que\nla foi suscite de saintes émotions se trouve repré­\nsenté.\n   Par ce génie qu’il eut de traduire les sentiments\npieux en un art humain, Fra Giovanni fit vraiment\nœuvre de mystique. Car le mysticisme, en peinture\ncomme en sculpture, ne consiste point à exagérer\nla maigreur d’un corps, à déformer les membres, à\nélire des types émaciés, des faces maladives. On lui\ndemande de révéler, par un dessin normal, la ferveur\ndont rayonne un visage, le saint amour dont s’atten­\ndrit ou s’illumine le regard d’une créature en com­\nmunion avec son Créateur.\n   L ’âme de plusieurs peuples, frères par la race et\nla foi, palpite et prie en l’œuvre de l’Angelico ; ce\nqu’il synthétise, c’est bien l’idéal chrétien de la\nlatinité au X V e siècle. Par cet œuvre, l’art religieux\natteignit un de ses points culminants ; d’autres\nallaient porter plus haut son expression plastique,\nl’interpréter en décorateurs plus grandioses, en\nexécutants plus habiles ; nul n’eut grâce, comme le\npieux moine, pour réaliser son expression sentimen­\ntale et anagogique.\n   En s’inspirant plus directement de l’antique, les\ncinquecentisti ne surent pas concilier la belle santé\ndu corps avec celle de l’âme. Séduits par les réalités\nsensibles, ils négligèrent la beauté morale pour celle\ndes formes et ne se soucièrent que d’exprimer de la\nvie naturelle ; l’Évangile ne leur fut plus qu’un\nprétexte à thèmes décoratifs ou à tableaux drama­\ntiques et, dans la Ste Vierge, ils ne virent qu’une\nfemme.\n   Les motifs de la Chapelle Sixtine et la Dispute du\nSt Sacrement, compositions magnifiques entre toutes,\nproclament le génie profane des prestigieux metteurs\nen scène, des puissants portraitistes qui les réalisè­\nrent. De même, la Mise au Tombeau du Titien, le\nParadis du Tintoretto, les Noces de Canade Véronèse,\nla Déposition du Corrège valent par l’arrangement\ndes personnages et les qualités d’exécution. Le\nM.oïse de Michel-Ange, en dépit de sa majesté et\n\n\n\n\n92\n"}, {"page_pdf": 106, "page_imprimee": 93, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2254, "texte": "de son énergie, ne donne guère l’impression du\nlégislateur des Hébreux ; la Madona du Grand Duc\net celle de St Sixte sont des têtes idéalisées, non pas\ntransfigurées, et il en faut dire autant de la très\nmaternelle Vierge au coussin vert d’Andrea Solario\net de la Madone au sac d’Andrea del Sarte. Quant\nà Caravage et à ses succédanés, ils confondirent,\nsemble-t-il, la dévotion avec la sentimentalité\nthéâtrale.\n   Seuls, Luini et Giorgione réussirent à spiritualiser\nleurs figures ; or, par la date de leur naissance,\ncomme par leur formation esthétique, l’émouvant\ndramaturge de la Passion de Lugano et le suave\npoète de la Madone de Castelfranco appartiennent\nencore à l’âge précédent. C ’est aussi le cas de\nBellegambe de Douai, auquel on doit une très\nrayonnante Adoration de la Ste Trinité, de Mostert\nde Haarlem, des décorateurs de l’église de Brou,\n(entre autres les flamands Conrad et Thomas Meijt),\nde Guillaume de Marseille (1) et du miniaturiste\n(peut-être Bourdichon) qui décora les Heures d’Anne\nde Bretagne.\n   Parmi les vrais fils de ce X V Ie siècle trop exalté,\nil n’y eut guère que les Espagnols qui conservèrent\nle sentiment religieux. (2) D ’assez nombreuses\nœuvres en font foi, entre autres : le Baptême de\nJésus et la Conversion de St Paul du dévot Vicente\nJoanès, le Christ à la Colonne de Luis de Moralès,\nles décorations dont Herrera el Viejo orna l’église\nde St Bonaventure à Séville, et les retables exécutés\npar Gaspar de Herrera et Esteban Jordan, le\npremier dans la cathédrale d’Astorga, le second dans\nl’église de Médina de Rio Seco.\n   L ’époque suivante offre un plus bel ensemble de\npages hautement inspirées. C ’est en Hollande, le\nChrist guérissant les malades, l’Annonciation aux\n  (1) G u illau m e de M a rseille e xé cu ta de m agn ifiqu es vitrau x,\nentre autres-ceux de la ca th éd rale d ’A re z z a .\n  (2) E n F ra n c e deu x artistes, au m oins, p araissen t a v o ir eu\nce sentim ent, à en ju g e r d’après le s q u e lq u es m otifs qui n ous\nrestent d ’e u x ; ce sont L ig ie r R ich ie r (sépu lcre de S t M ih iel\ndans la M euse) et l ’ad m irable P in a ig rie r (vitraux d e S t G e r ­\nvais, S t P ro ta is à P aris).\n\n\n\n\n                                                                       93\n"}, {"page_pdf": 107, "page_imprimee": 94, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2253, "texte": "Bergers, la Résurrection de Lazare, les P élerins\nd’Emmaüs de Rembrandt, ce thaumaturge de l’art.\nC ’est en France, le Baptême du peuple, l’Adoration\ndes Bergers, les Aveugles de Jéricho, la Cène de\nNicolas Poussin, la Présentation au Temple, le Christ\nen Croix de Philippe de Champaigne, la Vie de\nS‘ Bruno de Lesueur, le Christ pleuré par les Anges\nde Lebrun ; en Flandre, la Ste Famille aux Anges de\nVan Dijck, la Communion de St François de Rubens ;\nà Naples, le Martyr de St Barthélémy de Ribera.\nC ’est en Espagne, la Mort de St Isidore du chanoine\nRoëlas, la Messe de St Benoît de Fray Juan Rizi, la\nSte Elisabeth guérissant les lépreux de Murillo, le\nChrist, S‘ Antoine abbé visitant St Paul H ermite de\nVélasquez, et presque toutes les œuvres de Zur ­\nbaran et d’Alonso Cano.\n   Mais après ces pieux interprètes, la matérialité\nl’emporte décidément sur le spirituel, et des virtuoses\nsans inspiration paganisent les sujets religieux. A\nl’âge de la pseudo-mythologie succède l’âge du faux\nclassique et s’il ramène les artistes à plus de dignité,\nil leur impose, par malheur, un formulaire qui les\nempêche de se montrer émus. On voudrait pouvoir\nadmirer le réveil du sentiment religieux qui se\nmanifeste, dans la première moitié du X IX me siècle,\npar les travaux de Cornélius, de Shadow, d’Over ­\nbech, de Hess, en Allemagne, et ceux de Flandrin,\nd’Orsel, de Dumas, en France. Mais une telle froi­\ndeur émane de ces grandes pages, correctes jusqu’à\nla sécheresse!... En toute conscience, on ne doit\nque s’incliner devant la somme considérable des\nefforts dépensés et la hauteur de l’objectif entrevu.\n   En Angleterre, les moralisateurs de la peinture\nHolman Hunt, D. G. Rossetti, Collinson, Madox\nBrown, W ats, ne devaient pas réussir davantage,\nmalgré leur noble talent, à rayonner de la piété, (1)\nMais qui peut dire ce que Burne-Jones doit à\nl’atmosphère créée par ces convaincus, à leurs efforts\n     ( 1 ) L e s form ules de ce t art m o ralisateu r ont été p résen tées\net défen dues p ar John R u sk in dans ses « R a p p o rts de l ’art\na v e c la R e lig io n » ; et il n ’est p as peu cu rieu x de retro uver\ndans leu r fier rigorism e un é ch o du terrib le Arte de la Pintura\nqu e l ’andalou P a c h e c o p u b lia en 1649.\n\n\n\n\n94\n"}, {"page_pdf": 108, "page_imprimee": 95, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2774, "texte": "dignes d’éloges ? Or, entre tous les artistes contem­\nporains, le maître gallois est celui qui a interprété\nles sujets religieux de la manière la plus esthétique.\n\n\n   Les apogées et les décadences de l’art chrétien ne\npeuvent s’imputer, on le comprend d’après ce qui\nprécède, ni à l’exaltation du sentiment religieux, ni\nà la perte de ce sentiment. Certes, l’épanouissement\nd’un art a des causes mystérieuses ; mais il en a\nd’autres aussi qui n’échappent point à l’analyse.\n   Les peuples des régions où naquirent, au X V me\nsiècle, tant d’œuvres d’une dévotion touchante,\nétaient-ils plus pieux que leurs ancêtres des deux\nsiècles précédents ? Point du tout. Ils étaient plus\naffinés esthétiquement, et leur moralité y avait plutôt\nperdu, voilà ce que nous indique l’histoire. Mais\nleurs artistes, mieux formés, bénéficiaient en outre\ndes efforts, des travaux de leurs devanciers, et\nl’exécution ne trahissait plus leurs désirs. Quelles\nœuvres pouvaient réaliser, dans un âge encore bar­\nbare, S t-Eloi et le moine Lazare, Tutilon et St-Bern-­\nward, l’évêque Betton et l’ermite St-Dunstan, l’Abbé\nEtienne et l’Abbé Guillaume ? (1) De quelle exécution\nétaient-elles capables les Abbesses de Landsperg et\nde Niedermünster (2) qui vivaient en une époque où\n\n     (1) O n sait qu e le fon dateu r de l ’A b b a y e de S o lig n a c\n(V IIme siècle) é ta it scu lp teu r et o rfè vre ; L a z a r e , p ein tre\nbyzan tin très cé lèb re, v iv a it au IX me siè cle et fut cru ellem en t\npersécuté p a r les ico n o cla stes. T u tilo n (IX me siècle), B én éd ictin\ndu co u ven t de S t-G all, p arvin t à la ren om m ée p ar u n e statue\nde la S t-Vierge qu ’il fit p our les M essin s. St-B ern w a rd (Xme siè­\ncle), évê q u e d’H ild esh eim , en S a x e , d é co ra de p ein tures les\nmurs de son é g lise et e x é cu ta m aintes p ièce s d’argen terie ;\nBetton (m êm e époque), é v ê q u e d ’A u x e rre , se liv ra it à l'a rch i­\ntecture, à la scu lp tu re et à l ’o rfè v rerie , il tra v a illa lu i aussi\nà la d éco ratio n de sa ca th éd rale . St-D unstan v iv a it au X me siè­\ncle, dans la G de B re ta g n e , et se p laisait à d é co re r le s liv res\nliturgiques. E tien n e , sep tièm e du n om , (Xme siècle) A b b é de\nSt-M artial de L im o g e s , é ta it o rfè vre et é m ailleu r ; G u illau m e\n(même époque) A b b é de S t-B én ig n e de D ijo n , a rch itecte et\nsculpteur, form a de n om breux é lè v e s.\n    (2) C e s d eu x A b b e s s e s v iv a ie n t au X I I me siècle . O n cou-\nserve à M u n ich un E v a n g é lia ire de la seco n d e ; 1’Hortus\ndeliciarium de la p rem ière a été détruit en 1870, m ais il en existe\nune rep roduction h élio gra p h iq u e.\n\n\n\n\n                                                                            95\n"}, {"page_pdf": 109, "page_imprimee": 96, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2193, "texte": "les miniaturistes ne puisaient guère leurs connaisan­\nces techniques que dans le traités de Théophile ou\nle Recueil de Denys ? (1)\n    Il faut des phases de tâtonnements et de travaux\nde tout ordre pour fournir des éléments aux artistes\nen puissance de réaliser des œuvres. Les écoles\nfondées par les Chartreux et les Bénédictins, les\nfoyers artistiques de Solignac, de St-Gall, de Riche ­\nnaw, de S t Sauveur, furent les préludes des maîtrises\nd’où sortirent les décorateurs des cathédrales du\nX IIIme siècle. L ’architecture et la sculpture de\nFrance eurent pour berceau commun la vénérable\nAbbaye de Cluny, si tristement transformée au­\njourd’hui.\n    D ’autre part, les génies sont aussi nécessaires\npour préparer les voies que pour embellir les som­\nmets. En Italie, Cimabué avait commencé une\n réaction salutaire contre le byzantinisme ; mais, sans\n Giotto, le mouvement de retour à la nature s’accen­\n tuait-il, s’imposait-il, et, sans Masaccio, se concili­\n ait-il avec le style ? Les Orcagna et les Lorenzetti\n ont rendu possible un Ghirlandajo et un Mantegna ;\n et l’on peut dire de Verrochio qu’il a engendré\n Perugino et Lionardo.\n     Quels que soient sa ferveur et son idéal, un artiste\n ne peut accomplir une œuvre s’il ne possède la con­\n naissance approfondie de son art et cette puissance\n d’imprégner la matière d’indicible, sans laquelle le\n talent se résume en de la virtuosité. Est-ce parce\n qu’il était plus saint que Fray Nicolas Boras (2) que\n le maître de Fiesole a chef-d’œuvré, tandis que le\n hyéronimite espagnol ne produisit que des pein­\n tures sans âme ? Évidemment non ; Catherine de\n  Bologne fut canonisée, or la tradition ne dit point\n  que ses miniatures aient été estimées au-dessus de\n  celles de Fra Benedetto, le frère de l’Angelico.\n  Enfin, nul n’a contesté les vertus religieuses des\n  derniers moines-artistes qui aient conquis une répu­\n tation (3), et cependant aucun d’eux ne s’éleva au-\n   (x) M oin es m éd iévistes auteurs de traités de peinture.\n   (2) M ondain d even u p rêtre, puis re lig ie u x h yéro n im ite au\n co u ven t de G an d ia (1530-16 10).\n   (3) C e furen t, en Ita lie, a v e c F r a B en ed etto , le s F rè re s\n\n\n\n\n 96\n"}, {"page_pdf": 110, "page_imprimee": 97, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2562, "texte": "dessus de l’estimable. Ce qui leur fit défaut, ainsi\nqu’à Cespédès, autre bon catholique (1), c’est ce\nque possédait si bien Fra Giovanni, le complet\ndéveloppement des dons de créateur en plastique\net l’étincelle qui les anime.\n   De même qu’après les longues périodes d’élabo-\nrations laborieuses apparaissent les réalisateurs\npuissants, de même, après le règne de ces privilé­\ngiés, viennent les périodes d’épuisement, de mar­\ncescence, pourrait-on dire. C ’est une de ces périodes\nque traverse l’art chrétien aujourd’hui. L a plupart\ndes nations de l’Europe ont enfanté tant de généra­\ntions d’artistes qu’il leur faudra des siècles avant de\nredevenir fécondes. Si la représentation des sujets\nsacrés laisse tant à désirer maintenant, dans cette\nFrance où furent dressées les premières belles\ncathédrales, cela tient à l’insuffisance de ses inter­\nprètes, non à quelque affaiblissement de la foi. C ’est\nun cas analogue à celui que présentèrent les X IV me\net X V Ime siècles.\n   Jamais peut-être, la foi ne fut aussi vivace en\nFrance, pas même sous le règne de St Louis, car\nles attaques des uns et l’indifférence des autres n’ont\nservi qu’à fortifier les fidèles dans leurs croyances.\n Depuis que l’Eglise de Jésus a été instituée, d’ail­\nleurs, rien n’a pu l’ébranler, ni les hérésies et les\nschismes, ni les persécutions et les agnosticismes.\n « Les hommes remuent, s’agitent et s’épuisent\n autour de cette forteresse, a dit le Vénérable Liber ­\nmann ; elle reste debout, tandis qu’ils passent et\n s’évanouissent avec toute leur force et toute leur\n\nB artholom eo d e lla P o rta , Jérom e F io rm i, m in iateurs, B a rth o ­\nlom eo d e lla G a tta et le C a m a ld u le L o re n z o M o n aco , p ein tres ;\nen E sp agn e, le C a rm e A d ria n o , les F rè re s F é lip e , A n d rès de\nL éo n , M artin de P a le n c io et Julien de la F u e n te d e l S a z .\nF ra y F é lip e tra v a illa à la d éco ratio n du M issel en six vo lu m es\nqu’offrit à la ca th éd rale de T o lè d e le C a rd in a l C isn ero s en\n1 518 ; les autres illuminadores co llab o rèren t à la d éco ratio n des\nlivres d e choeur d e l ’E s c u r ia l e xé cu tée sous P h ilip p e II.\nA driano, é lè v e de C e sp é d ès, e x é cu ta des tab le au x.\n  (1) P a b lo de C e sp é d è s (1538 ? — 1608) fu t à la fo is a rch é o ­\nlogue, p o è te , p ein tre, scu lp teu r, a rch itecte. I l m ourut co a d ju ­\nteur de son o n cle, ch an oin e p réb en d é d e la ca th éd rale de\nCordoue.\n\n\n\n\n                                                                               97\n"}, {"page_pdf": 111, "page_imprimee": 98, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2148, "texte": "  puissance. » Corps mystique du Sauveur, elle reste\n  debout, rayonnante et vivifiante ; et, loin de dimi­\n  nuer, le nombre de ses enfants augmente d’âge en\n  âge. Sans doute, aux yeux de l’adversaire, l’Église\n paraît vaincue sur plus d’un point, parce qu’elle ne\n  peut sauver les âmes malgré elles-mêmes et qu’il lui\n faut se retirer de certains lieux maudits, semble-t-il,\n ou y attendre une heure plus favorable. Mais, en\n réalité, ces accidents ne font qu’immobiliser quel­\n ques uns de ses apôtres, ils n’empêchent point son\n admirable marche enveloppante sur les deux hémis­\n phères.\n    On ne saurait en aucune façon imputer à l’Église\n le fâcheux état actuel de l’art religieux. L ’Église,\n dont le 2me Concile de Nicée a fixé, en quelque\n sorte, le devoir esthétique, l’Église a toujours favo­\n risé l’art, et les musées du vieux monde le prouvent\n non moins que les cathédrales. Ne prescrivit-elle pas\n l’étude des beaux-arts dans les monastères, dès les\n premiers siècles, et, plus tard, n’accueillit-elle pas,\n avec le même intérêt, les diverses formes d’architec­\n ture et de décoration ? Ceux de ses enfants qui\n s’élevèrent, soit comme St-Jérôme et St-Bernard,\n contre le luxe envahissant, par l’art, les choses\n sacrées ; soit comme Savonarole, contre le profane\n des sujets et le culte de la forme, ceux-là ne con­\n damnaient point l’art en soi et ne parlaient, d’ailleurs,\n qu’en leur nom personnel. Ces livres historiés, tra­\nvaillés comme des joyaux qui déplaisaient si fort à\n St-Jérôme firent la joie de St-Ephrem et de S t-Mein-\nwerk ; et, dans le mêmes temps que l’Abbé de\n Clairvaux exhortait à bannir des temples « les\nrichesses des matériaux polis, les peintures qui\nattirent les regards », l’Abbé Suger soutenait, non\nmoins ardemment, que « plus les choses ont de\nprix, plus il y a obligation de les consacrer au ser­\nvice du Seigneur ».\n    Très souvent, on reproche avec raison au clergé\net aux fidèles la pitoyable décoration des sanctuaires,\npense-t-on assez que le clergé et les fidèles prennent\nles oeuvres qu’ils trouvent ? Quant aux artistes chré­\ntiens, ils subissent les conséquences de la mauvaise\n\n\n\n\n98\n"}, {"page_pdf": 112, "page_imprimee": 99, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2583, "texte": "formation d’un temps où leurs éducateurs, à part\ndeux ou trois exceptions tout au plus, ne sont que\ndes hommes de métier. On ne saurait donc leur\nen tenir rigueur. L ’Eglise aura de nouveau des chefs-\nd’œuvre ( t ) lorsque ses artistes se livreront, comme\nfirent les décorateurs du X IIIme siècle français et les\nquattro-centisti, à l’étude approfondie des principes\net que, continuateurs intelligents de l’Angelico, ils\ns’appliqueront à choisir leurs modèles parmi les\npersonnes vivant de la vie pieuse, à concilier le natu­\nrel avec les sentiments de piété, l’eucrasie avec l’état\nde grâce.\n   L ’artiste ne réalise pas une œuvre de sentiment\nreligieux parce qu’il choisit quelques motifs dans\nles Saintes Ecritures, mais parce qu’il dégage la\nspiritualité du terrestre, et sait illuminer ses figures\nd’expressions de ferveur, envelopper ses ensembles\nd’une atmosphère de piété. Ce qu’il importe d’expri­\nmer, c’est avant tout la psychologie des personnages,\nce qu’il faut absolument obtenir, c’est la vraisem­\nblance morale ; car, en quoi s’élève-t-elle au dessus\ndu thème profane, l’interprétation de l’Évangile qui\nne se recommande que par la vraisemblance histo­\nrique ?\n   Que les artistes chrétiens s’inspirent donc de tous\nces interprètes du Sacré dont les travaux sont autant\nd’hymnes au Créateur ; et qu’ils méditent, enfin,\n\n    (1)     Q u e lle que soit la pén urie d’œ u vres d’art, il est toujours\np ossible, cep en d an t, d e d éco rer une é g lise a v e c go û t, de lui\ntrouver un e p aru re de sty le . L e s co p ies p ein tes et, p lu s en co re,\nles m o u la ges des b e lle s œ u vres offrent une exce llen te re s­\nsource. L e s chefs-d’œ u vre du p assé sont rep roduits p h o to g ra ­\nphiquem ent, a u jo u rd ’hui, d ’une fa ço n si satisfaisante qu ’on\naurait g ran d to rt de n ’en p as tirer parti. O n obtien drait,\ncroyons-nous, d’h eu reu x résu ltats en rem p laçan t, dans m aintes\nch a p elles, les ta b le a u x do u teu x p ar de bonn es rep roduction s\np hotograp hiques tein tées en bistre, en san gu in e, en b leu ; ou\nencore p a r des é p reu v es ordin aires re co u v erte s de vitres\nco lo rées.\n    E t com m e l ’harm on ie d ’u n e d éco ratio n dépend b e au co u p\nplus de l ’arran gem en t qu e de la v a le u r artistiqu e des œ u vres\net des o bjets, il serait e x ce llen t q u ’u n cours d’esthétique fut\nétabli dans tous les sém in aires des d io cèses. O n ne saurait\napporter trop de soins à l’em b ellissem en t de la M aiso n du\nSeign eur.\n\n\n\n\n                                                                        99\n"}, {"page_pdf": 113, "page_imprimee": 100, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2074, "texte": " ces éloquentes et sages paroles du Père Faber : (1)\n « L ’art chrétien considéré à son véritable point de\n vue, est tout à la fois une théologie et un culte. Il\n est une théologie qui possède sa méthode propre\n d’enseignement, sa manière d’exposer les objets, ses\n pieuses découvertes, et ses opinions diverses, toutes\n également belles aussi longtemps qu’elles restent\n subordonnées à l’esprit de l’Église. Qu’est-ce que la\n vie de Jésus-Christ du bienheureux Jean de Fiésole,\n sinon le plus magnifique traité de l’Incarnation qui\n ait jamais été conçu et composé après celui de\n Saint-Thomas ?\n\n    « L ’art est véritablement une révélation du Ciel,\n et une puissante ressource pour nous faire connaître\n Dieu. C ’est une manifestation miséricordieuse faite\n aux hommes des beautés divines les plus cachées.\n Il fait apparaître en Dieu des choses trop profondes\n pour que la parole puisse les exprimer, des choses\n dont la parole ne ferait nécessairement que des\nhérésies, si elle essayait de les redire. En vertu de\n son origine céleste, il possède une grâce spéciale\npour purifier les âmes des hommes, et pour les unir\n à Dieu en commençant par les élever au dessus de\nla terre ».\n    Tout artiste chrétien se doit d’œuvrer pour la\ndécoration des sanctuaires. Traduction symbolique\ndes dogmes, précepte concrétisé en un décor,\nl’image, sur les parois du temple, dresse des memento\naffectifs, invitant à la méditation. C ’est, sans cesse\nouvert aux plus belles pages, le livre d’une histoire\nqu’on ne doit pas oublier ; plus seront magnifiques\nl’écriture et la décoration de ces pages, plus leur\nenseignement émouvra. N ’oublions pas qu’une\npeinture de Méthodius amena la conversion de\nBogaris, le roi Bulgare. (2)\n   Et quelle plus belle interprétation de l’être humain\nque cet art, auxiliaire du culte ! Empreindre une\nconscience sur la face d’une créature, en manifester\n\n    (1 ) B eth léem , L iv r e I, p a g e s 308 et les suivan tes.\n    (2)     M éth odius, m oine-peintre du I X e s iècle , m ourut arche­\nv ê q u e des M o ra ves et de P an n o n ie.\n\n\n\n\n100\n"}, {"page_pdf": 114, "page_imprimee": 101, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2269, "texte": "le moi pensant, l’âme orante, art pur et sublime\nentre tous ! Celui-là seul courbe les hommes en actes\nd’adoration devant la Toute Beauté, devant le\nRédempteur ; celui-là, seul, glorifie Dieu !\n   Comparez les époques entre elles ; nul art n’a\ndépassé l’art chrétien, aucun ne fut plus fécond ni\nplus divers, aucun n’émeut davantage. Interprétant\nl’homme dans ses sublimités et ses misères, ses\nappétences d’infini et ses lèpres passionnelles, il a\ntout traduit avec une intensité, une suavité, une\nvariété dont on ne trouve l’équivalent nulle part. A\nl’eurythmie des Anciens, il ajouta la spiritualité, et,\nà leur suavité, la grâce chaste ; le premier, dans sa\nreprésentation des sentiments, il réserva une place\nà la pitié !\n   Les Hellènes modelèrent d’admirables figures,\naux proportions gracieuses, aux contours stylisés,\nmais ils n’exprimèrent que la vie extérieure ; aux\nchrétiens seuls il appartenait de révéler l’âme, de\nmanifester le divin. Oh ! les statues aux yeux sans\npupilles, et qui regardent, et qui voient ! E t ces\nfigures aux sourires extatiques qu’un pinceau a\ncomme angélisées ! L ’art païen, en ses plus belles\nréalisations, ne s’adresse qu’aux sens, ne prétend que\n charmer les yeux et l’imagination, comme en Grèce ;\nou s’il abstrait de la matière comme dans l’Inde et\nl’Egypte, c’est par un symbolisme hiératique qui\nrenseigne et n’affecte point. L ’art latin-celte des\nX IIIme et X V me siècles, au contraire, en parlant à\nl’esprit, touche le cœur et l’élève vers Dieu.\n   Attendons patiemment une nouvelle floraison de\nl’art chrétien (1) ; comme les saints et les héros, les\n artistes viennent toujours à l’heure marquée. Que\n ceci nous rende indulgents, enfin, pour les artisans\n d’art, ouvriers de la première heure, et pour les\ninévitables, les nécessaires médiocres ; les uns et les\n\n    (1) I l est p lau sib le aussi de co n je ctu rer qu e ce t art florira\ndans les p rin cip a les n ations du n o u veau m onde. D é jà les\nE tats-U n is com p ten t q u elq u es in terp rètes des sujets re ligie u x ,\net l'o n doit à l ’u n deux, M . H offm ann, une Prédication sur le\nlac de Tibériade qui v a u t p a r la re ch e rch e des exp ression s\nfacia les.\n\n\n\n\n7                                                                         101\n"}, {"page_pdf": 115, "page_imprimee": 102, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 686, "texte": " autres ont leur utilité, tous amassant des matériaux\npour les réalisateurs de génie.\n   Que de générations de producteurs n’a-t-il pas\nfallu pour rendre possibles un Phidias, un Vinci, un\nDürer, un Angelico, un Rembrandt ! Les génies\nsont de terribles assimilateurs ; esthétiquement, ils\nse nourrissent d’hécatombes et leur parturition est\nle fruit de mille collaborateurs dont ils aspirent\ntoute la vitalité, toute la force créatice. Ainsi, dans\nl’humanité comme dans la nature, fonctionne la\ngrande loi de hiérarchie, magnifique réfutation infli­\ngée aux conceptions égalitaires, rêves d’esprit\nmalades ou envieux.\n                             A l p h o n s e G e r m a in .\n\n\n\n\n102\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-026", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 103, "page_fin": 103, "titre_corps": "Projet de Cathédrale", "titre_sommaire": "La Cathédrale", "rubrique": "", "signature_source": "M. Émile Bernard", "ancre_debut": "Projet de Cathédrale                                      PAR                                           M. É M IL E B E R N A R D .         (Esqu", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 116, "page_imprimee": 103, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1919, "texte": "Projet de Cathédrale\n                                     PAR\n\n\n                                        M. É M IL E B E R N A R D .\n\n       (Esquisses inédites. — Reproduction et exécution réservées).\n\n\n  N . d e l a D . : M . E m ile B e rn ard , artiste chrétien , a le don\nd’user des m o y en s d’e xp ressio n lib éra u x et le co u rag e de\nm anier les u sten siles d’artisan. P lu m e , p in ceau , burin, cisea u ,\naiguille glorifien t D ie u , nous édifient et nous exa lten t. E t m al­\ngré cette p udeur qui n ou s retien t de p arler à cette p la c e de\nceux qui la fréquen ten t, n ous d evron s nous réso u d re q u elq u e\njour à ra co n te r le tra v a il de ce re clu s à m ille lieu es des cé n a cle s\net de la p re sse , p o u r sa ju stifica tio n , la satisfactio n de n otre\ncon scien ce et le se rv ice du p ublic.\n  E criv a in im a g in atif ou critiqu e, on p eu t le lire n otam m ent\nici et au Mercure ; p ein tre, en co m p ag n ie de V in c e n t v a n G o g h\net de G au gu in , il don na u n e date à l ’im p ression ism e ; il d éco ra\nde fresqu es au ssi b ien des a u b erg e s de B re ta g n e qu e le s ch a ­\npelles de S am o s, de T a n ta li ou la ca th éd rale du C a ire ; v e rrier,\nil éclaira cette dern ière de vitrau x ; m enu isier e t b ro d eu r il\nlivra des arm oires et des tap isseries à l ’h ô tel de la R o ch e fo u ­\ncauld ; g ra v e u r et enlum ineur, il soutient la tradition de l ’im a­\ngerie p o p u laire et re ligie u se p ar des chefs-d’œ u vre in co n testa­\nbles et ign orés ; a rch itecte, v o ici q u ’il annote en in dication s\nrapides un r ê v e de ca th éd rale , aussi o rigin al, p u isqu ’il d ép a sse\nle ca ta lo gu e des sty le s, que lo g iq u e , p u isqu ’il re sp e cte les\nvaleurs a llé go riq u es et tien t com p te des n écessités de la litur­\ngie.\n\n\n\n\n                                                                             103\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-031", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 113, "page_fin": 116, "titre_corps": "La Cathédrale", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "ÉMILE BERNARD.", "ancre_debut": "LA CATH ÉD RALE Par cent piliers portée", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 126, "page_imprimee": 113, "debut_caractere": 16, "fin_caractere_exclue": 1663, "texte": "LA CATH ÉD RALE\nPar cent piliers portée au ciel, la cathédrale\nEscalade la ville, amas de toits fumeux\nD’où sort un bruit constant, obsédant comme un râle ;\nElle se dresse ainsi qu’en les flots écumeux\nUn splendide vaisseau qui blanchit sa voilure\nA l’aube dissipant les horizons brumeux.\nElle est comme un glacier sillé par les coulures\nDes blanches frondaisons dont son front est couvert,\nOù le soleil ardent vient poser ses brûlures.\n\nLa cathédrale semble au seuil des deux ouverts\nUn de ces monuments comme en construit le Rêve\nEt qu’on n’espérait pas voir en notre univers.\nC’est au cœur du réel l’Idéal qui se lève\nEt c’est le consolant espoir de voir aussi\nParmi nos pleurs et nos noirceurs le beau qu’on rêve,\nArchange blanc debout sur le monde obscurci.\nCe n’est pas un fantôme, une illusion claire,\nŒuvre d’un magicien par ses dieux infernaux ;\nC’est un temple réel, bâti par la prière ;\n\nC’est un palais tiré des blocs et des fourneaux,\nCoulé dans le métal et serti par la pierre,\nOù l’encens avec l’orgue enroule ses anneaux.\n\nC’est un divin poème écrit dans la matière\nAvec du sang pour encre et pour plume des os.\n\n\nEntrons, et pour entrer descendons dans la ville,\nTraversons la ruelle obscure sous les tours,\nCognant des lupanars la gardienne vile;\n\nEntrons, et pour entrer passons en ces détours\nOù bout, tel un limon des premiers temps du monde,\nL ’humanité servile aux putrides amours.\nAvant d’entrer passons cette litière immonde\nOù la brute, faite homme, à ses lubricités\nCorrompt l’ange sorti de cette église blonde,\nQui pâlit de douleur sur le front des cités.\n\n\n\n\n                                                       113\n"}, {"page_pdf": 127, "page_imprimee": 114, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1828, "texte": "  Entrons, un chant très doux nous appelle au portique ;\n  Sa céleste beautéfait délirer les cœurs,\n  Entrons, passons le seuil de ce palais mystique,\n\n  Avançons lentement sous les pâles lueurs\n  Des vitraux, racontant à l’âme leur histoire,\n  Des cierges élevant au ciel leur âme en fleur,\n\n Des veilleuses veillant pour célébrer la gloire\n D ’un invisible Dieu présent sous les autels,\n Des trépieds sur la pierre ancrant leurs griffes noires ;\n\n Avançons en tremblant sur le lit des mortels\n Que baiseront nos pas en marchant sur la dalle\n Les montrant à nos yeux ressuscités et tels\n\n Qu’ils furent quand la terre imprimait leur sandale.\n Car ces corps sont sacrés que trouble notre pas\n En fouillant du tombeau le ténébreux dédale.\n Ne posons, qu’en signant nos fronts vers leur trépas,\n Notre profane pied sur ces saintes images,\n E t quand nous sortirons ne les oublions pas.\n Ils furent chevaliers, moines, ils furent mages\n Du Christ ; ils apposèrent au monde le sceau\n De l’amour dont leur âme au ciel faisait l’hommage ;\n Ils consacraient leur force à veiller le berceau ;\n Ils priaient, ils baisaient les pierres vénérables,\n Ils défendaient leur rêve morceau par morceau;\nIls suspendaient parfois leur armure aux érables\nEt, pensifs, voyant Dieu, vivaient dans la forêt ;\nIls écrivaient l’amour de leurs cœurs admirables.\nCes héros avaient pris le ciel pour l’adorer :\nLe ciel qui les couvrait était leur espérance,\nI l les faisait d’azur sur les couchants dorés.\nIls sont morts, et depuis nous allons en silence\nDans le soir que la nuit referme lentement\nSur le dernier rayon qui leur servait de lance.\n\nN ’avançons qu’en tremblant sur le tombeau clément\nA ces héros, vainqueurs du mal et de sa guivre,\nCar la pierre nous parle et nous dit le tourment\nQu’ils ont de ne pouvoir nous sauver et nous suivre.\n\n\n\n\n114\n"}, {"page_pdf": 128, "page_imprimee": 115, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1638, "texte": "La cathédrale est haute, indécise, profonde,\nElle est silencieuse et l’on y croit ouïr\nUn bruit secret pareil à celui que fait l’onde.\n\nElle est mystérieuse ainsi que l’avenir,\nEt du passé pourtant elle dit la victoire\nSur le présent menteur qui la croyait bannir.\n\nElle est noble, royale, en sa gravité noire\nFaite de repentir et de recueillement.\nOn sent que dans son sein elle abrite la gloire.\n\nElle a tout le repos qui convient au tourment ;\nEt le sublime élan qui soulève sa voûte\nApporte au cœur lassé le réconfort clément ;\n\nElle est le reposoir de pierre, elle est la route\nPar laquelle vers Dieu chaque âme peut sortir\nDe son lit d’impudeur, de mensonge et de doute ;\n\nElle est la main céleste qui vient nous vêtir\nDe bénédiction, de pardon, de courage;\nElle est la grande voix que l’art fait retentir.\n\nLa cathédrale est sainte et pure ; elle est l’ouvrage\nDe l’âme, ce frisson immortel, don de Dieu,\nQui de l’amour divin nous imprime la rage :\n\nElle est notre conquête unique sur les cieux.\n\n\n\nLes diacres revêtus de chasubles antiques\nSe sont agenouillés sur les marches du chœur\nTandis que des prélats couverts de dalmatiques,\n\nUn cierge dans la main les vêtant de lueurs,\nAvancent à l’autel, qui dérobe des vierges\nDe leurs voix imitant les anges dans un chœur.\n\nLe cortège a suivi les feux follets des cierges\nDans l’ombre des piliers sous les rudes douleurs\nDes vitraux, comme un fleuve se couchant dans ses berges.\n\nEt voici maintenant dans l’or et les couleurs\nQue l’homme s’abolit et que, thuriféraire,\nIl dérobe son corps sous l’âme et sous les fleurs.\n\n\n\n\n                                                        115\n"}, {"page_pdf": 129, "page_imprimee": 116, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1571, "texte": "I l transforme sa voix au chant de la prière.\nElle tremble, elle hésite et n’ose s’assouvir,\nPortant encore en elle un soupir funéraire ;\n\nMais soudain elle éclate et s’apprête à ravir\nA l’orgue, qui toujours au paradis la mène,\nSon rhythme de Marie obstinée à gravir.\n\nCette prière dit notre faiblesse humaine,\nElle implore à genoux le souverain secours\nE t va de voûte en voûte, ainsi qu’un flot se traîne ;\n\nElle fait retentir les cryptes de chants sourds\nE t l’on croit ouïr soudain la voix de l’édifice\nSortant de ses hauts murs et de ses piliers lourds.\n\nCependant qu’un prélat prélude au sacrifice\nE t que l'encens déroule en l’air les bleus chemins\nQue l’âme va monter durant le saint office,\n\nLes cloches tout à coup en des sons surhumains\nOnt fondu cette voix implorant dans l’église,\nLa prenant à leur tour dans leurs bouches d’airain ;\n\nL ’air tremble et l’horizon s’ouvre et s’idéalise,\nE t ces soupirs divins sur la ville passant\nY font tomber l’espoir que leur chant symbolise.\n\nA u x profondeurs du ciel se perd le chœur puissant\nQue les tours ont redit, flûtes de pierre creuse\nOù la foule à genoux concentre ses accents.\n\nLe prêtre a dans ses mains, lune mystérieuse,\nL ’Hostie, et l’élevant vers le feu de la croix\nLa fait blanchir soudain sur la foule pieuse :\n\nE t dans le grand silence où l’âme seule voit,\nOn entend le clocher qui bourdonne et qui clame,\n— Faisant trembler la terre avec sa forte voix —\n\nVers l’invisible Dieu dont s’enivrent les âmes.\n\nIbrahimich, 3 Août 1897.\n                                    É m il e B e r n a r d .\n\n\n\n\n116\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-032", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 117, "page_fin": 130, "titre_corps": "La Cathédrale, livre de pierre, futaie, nef et croix", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "MAURICE GRIVEAU, professeur libre en Sorbonne.", "ancre_debut": "La Cathédrale, livre de pierre, futaie, nef et croix. (Étude Synthétique.) Dans", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 130, "page_imprimee": 117, "debut_caractere": 10, "fin_caractere_exclue": 1823, "texte": "La Cathédrale,\n     livre de pierre, futaie,\n           nef et croix.\n                 (Étude Synthétique.)\n\n   Dans cette étude esthétique sur l’art monumental\nau moyen âge, j ’ai voulu faire mentir la prédiction\nde Victor Hugo. L ’auteur de Notre-Dame de Paris,\nmettant en parallèle l’église de Jean de Chelles avec\nla presse de Gutenberg, avait annoncé d’un ton de\nprophète : Ceci tuera cela : le livre de papier supplan­\ntera le livre de pierre. Il entendait par là que la\ncathédrale, en notre moyen-âge chrétien, exposait\npar son plan, ses dispositions architecturales, et ses\nsculptures, l’ensemble des vérités catholiques ; que\nc’était ainsi l’exemplaire plastique de l’Ancien et du\n Nouveau Testament, une Bible en images, édifiante\net facile, à l’usage des illettrés. — Dès lors que l’autre\nBible, celle de Mayence, paraissait aux mains de\nGutenberg, blanc cahier in-40 de papier, empreint\nde signes noirs, portatif, et textuel au moins de\nparoles, le Saint Album aux pages de pierre et\nde verre cessait d’avoir, à ce point de vue, raison\nd’être. On perdit peu à peu l’habitude d’y lire, et les\nyeux, pendant l’office, au lieu de monter aux frises ou\nde s’arrêter, scrutateurs, sur les bas-reliefs des cha­\npiteaux, se tinrent baissés sur le champ restreint\nd’un missel.\n   Ce fut la scission solennelle, et fatale, entre les\n« Lettres » et la « Plastique... » Ce que nous appe­\nlons le livre, c’est-à-dire le livre de papier, commen­\nçait sa longue existence, accidentée, bien que\ncontinue, — bienfaisante, surtout nuisible, émanci­\npatrice d’esprits, dévoratrice d’âmes... Elle allait se\nsemer, d’une volée prodigieuse, en le monde, la\nfeuille imprimée, typographique, portant l’empreinte\nà l’encre grasse, des pensées et des passions, des\n\n\n\n\n8                                                     117\n"}, {"page_pdf": 131, "page_imprimee": 118, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2116, "texte": "violences et des nonchalances, des rires et des\ncolères, elle-même devant exhiber, moins à nu, plus\nà découvert, les hardiesses, les cyniques témérités\n des anciennes tailles d’imaygiers.\n     Je ne veux discuter ici la question de chasteté\ncomparative, ou, si l’on veut, de tolérance, entre la\npierre et le papier, la question de savoir si les moines\nfustigés des boiseries de l’abbaye de Comminges\nsont plus, ou moins irrévérencieux au regard que\nceux de Pentagruel, si Zola dépasse en salacité cer­\ntaines gargouilles du moyen-âge, ou reste en de­\nçà... (1) Mon but, plus général, est de signaler l’excès\nd’abstraction où le livre nous a conduits, et de\nsusciter, peut-être, une réaction vers le signe concret\net vivant.\n     L e maniement immodéré des bouquins nous a\ndesséché l’âme trop longtemps ; et voici que nous\napercevons enfin notre mal : nous nous accusons\nnous-mêmes livresques. Voici qu’une lassitude nous\nsaisit du texte imprimé, ne signifiant point par\nlui-même, abstrait, trop directement dirigé vers le\ncerveau, brûlant les étapes fleuries des sens. La\nleçon de choses réapparaît, sous d’autres formes ;\net parce qu’elle s’applique à la Science plutôt qu’à\nl’Art, à la technique botanique, géologique, usinière,\nau lieu de servir le dogme, et la beauté, — chacun\nla reçoit comme innovation.\n     Moi le premier, je tente en France, en la France\ndes Cathédrales, une restauration de la leçon de\nchoses primitive. (2) Avec un élément de plus : car\ns i je prends la cathédrale, aujourd’hui, pour livre de\npierre, je voudrais y apprendre à lire, en même\ntemps que ses symboles de Foi, ses symboles d’Art,\net de Beauté.\n\n                                     *\n                                 *       *\n\n   (1) P o u r dire m on op in ion en tière, je rép udie l ’esp rit licen ­\ncie u x sous toutes ses form es et dans tous le s arts ; j e le trouve\nd ’a illeu rs in utile, et crois que la B e a u té , com m e le B on heu r,\ns’en p assero n t toujours.\n   (2) C e t a rticle a fait le su jet d ’une co n féren ce p érip atéti­\ncien n e sous les vo û tes et le lo n g des n efs de Notre-Dame.\n\n\n\n\n118\n"}, {"page_pdf": 132, "page_imprimee": 119, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2097, "texte": "   Un édifice religieux du moyen âge est, en effet,\npareil à la nature, c’est-à-dire aux ciels, aux terres,\naux verdures, aux plumages ou pelages d’animaux :\nil cumule, aussi, deux destinations : une ration­\nnelle, enseignement par les yeux de notions précises,\nhumaines ou divines ; une autre esthétique : — c’est\nl’enchantement vague, en apparence spontané, de\nnos yeux et de notre esprit.\n\n    C ’est ainsi que je tâchai, l’autre Jeudi, d’exposer\n Notre-Dame à mes auditeurs. Les précédents rendez-\n vous s’étaient donnés dans la nature, hors Paris ; là,\n foulant ..de nos pas les masses calcaires gazonnées,\n d’où les matériaux du chef-d’œuvre ogival furent\n extraits, jadis, nous étions saisis par la calme\n splendeur, la magnificence à la fois fruste et somp­\n tueuse de choses faites pour vivre, et non, expres­\n sément, pour nous plaire... E t je démontrai que,\n dans ce livre primordial, toujours finissant et tou­\njours recommençant de la Nature, en cette Bible aux\n caractères figurés, aux marges illustrées de rinceaux,\n d’entrelacs mobiles, la Beauté qui nous enchante\n est le pur épanouissement de la vérité.\n   A présent nous voici sous d’autres futaies, rigides,\n encore que gracieuses, sous l’entrecroisement de\n rameaux symétriques, issus logiquement du tronc\n des piliers — nervures convergentes, flexibles, où\n se continue la sève des colonnettes, ascendantes et\n sveltes.\n   Ce n’est pas qu’une métaphore de dire : ce style\n évoque une idée de vie, il est vivant. E t pourquoi ?\n— J’en ai donné, dans le vaisseau même de l’église,\nune preuve positive.\n   Un des traits essentiels du gothique, c’est, on l’a\nsouvent répété, la prédominance des lignes verti­\ncales sur les lignes horizontales. Ainsi, dans la nef\ncélèbre d’Amiens, la hauteur des soutiens s’élève à\nsoixante-six fois leur largeur. Ajoutons ceci, que\nl’entablement classique étant supprimé, l’œil n’est\nnulle part arrêté dans son ascension ; porté pour\nainsi dire sur la voie de pierre des colonnettes, il\nfranchit les étages successifs comme un rapide\n\n\n\n\n                                                    119\n"}, {"page_pdf": 133, "page_imprimee": 120, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2163, "texte": "  passe, dédaigneux, devant les stations, monte d’un\n  seul élan jusqu’aux frises.\n     Cette adoption presqu’exclusive d’une direction\n  dans l’espace a passé, bien à tort, pour une splen­\n  dide exagération. Taine, qui ne fait qu’admirer les\n  cathédrales, et ne les aime pas, y voit la manifesta­\n tions d’une âme maladive... Il faut relever énergi­\n quement cette erreur, impardonnable chez l’homme\n qui, justement, a pressenti le premier la continuation\n  des exigences et des lois naturelles dans l’Art.\n    En effet, détournez vos regards sur la nature :\n qu’y voyez-vous ? — Des arbres, des arbustes, ou\n des herbes dont la tige pousse très loin en hauteur,\n et qui restent, en notre flore surtout, sveltes, élancés,\n hardis. E t notre flore, on sait, atteint, grâce à la\n sélection, au climat, à toutes les influences tempé­\n rées, un summum d’élégance et de perfection.\n    A qui donc viendrait l’idée, je vous le demande,\n de critiquer les peupliers, les bouleaux, les frênes,\n les acacias, — ou d’admirer leur sveltesse de taille\n et leur grâce comme un trait de langueur, une morbi­\n dezza? Une telle assertion passerait, certes, pour\n ridicule, vu que cette grâce et sveltesse de port, au\n contraire, proviennent d’une énergie de croissance,\n d’une montée chaude et rapide de jeune sève.\n    Il ne faut point confondre la grâce avec la gra­\ncilité : les races fines peuvent être aussi saines\net robustes : les Basques, les Grecs, les Hindous\nen sont des exemples.\n    Mais reportons-nous à l’Architecture. Ici, me\ndirez-vous, faut-il donc copier la nature, le monde\nvégétal ? Copier, non pas ; mais évoquer. Que\nsont les tiges ? des appuis ; mais des appuis qui sont\ndans le même instant des soutiens ; leur beauté n’est\nque la livrée, pour ainsi dire, de fonctions complexes,\néconomiquement exercées, ce que dans nos métiers\non appelle élégant procédé, jo li tour de main. De la\nsélection, et du choix des partis, procède ici comme\npartout l’élégance. Ces tiges, ces troncs longtemps\ndroits, tels des fûts de colonne, la Botanique nous\nles montre se dégageant par degrés du bourgeon ;\ntoute plante jeune en effet, n’offre qu’une spirale de\n\n\n\n\n120\n"}, {"page_pdf": 134, "page_imprimee": 121, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2124, "texte": "feuilles, et même adulte parfois (voyez le plantain)\nune spirale contractée qu’on nomme une « rosette».\nC ’est plus tard, et quand les premiers appendices\nfoliaires sont issus, que des tronçons de bois\nintermédiaire, les entre-nœuds, se développent.\nC’est là ce que les savants appellent la « croissance\nintercalaire » : elle a pour effet terminal d’écarter\nles verticilles de feuilles les uns des autres, et de\ndonner à la tige l’élancement qui lui permet de\ndégager sa tête de la foule, de prendre sa part de\nsoleil, et d’air pur, de boire l’averse à son aise...\n   Et ce résultat, utile au végétal, positif, nous spec­\ntateurs en bénéficions ; nous le prenons comme\nrésultat décoratif, idéal. Notre plaisir ici, bien évi­\ndemment, est en intime corrélation avec la santé, le\nressort, l’élan de vie normal de l'être qui respire là ;\nbien que nous soyons tentés bien souvent de le\nprendre pour un objet... Un arbre laid, c’est un\narbre chétif, ou bien encore un arbre trapu, c’est-à-\ndire empêché dans son ascension légitime, forcé de\nvivre contracté sur lui-même, exposé même, en dépit\nde sa robustesse apparente, aux ruptures... Rappelez-\nvous le Chêne et le Roseau de L a Fontaine...\n\n                         *\n                        * *\n\n   Un style maladif, l’ogival ? Ah ! qu’ils m’affligent\n— ou me font sourire plutôt, ces critiques pédants,\nsans amour, et qui trouvent encore moyen, dans\nleur méthodisme impeccable, de se tromper !\nChaque fois que j ’expose à mes auditeurs cette idée\nde disproportion nécessaire, d'heureuse proportion,\nc’est comme une flèche de lumière qui, du dehors\nensoleillé, vient illuminer l’intérieur de la Cathé­\ndrale... Ils regardent ces colonnettes fuser dans l’es­\npace, en gerbe serrée, se déliant aux frises pour\ndiverger, former les nerfs croisés de la voûte augive,\n— puis se représentent, aux forêts lointaines, le\ntrajet des lianes, des tiges en cépée fraternelle, des\nrameaux, — puis enfin reviennent à la forêt vierge\nde pierre... et saisissent l’erreur de Taine.\n   Erreur auparavant de l’architecte théoricien\n\n\n\n\n                                                    1 2 1\n"}, {"page_pdf": 135, "page_imprimee": 122, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2176, "texte": " Vignole. Oh! le cerveau imbu d’artificiel qui corrompit\nle 18e siècle tout entier, fit prendre la proportion\nmoyenne, inexpressive, pour l’harmonie ! Comme\nsi, dans la nature, le point de perfection suprême\nn’était point dans le contraste le plus marqué de\ndeux axes, le longitudinal et le transversal. Ce n’est\npas seulement le tronc d’arbre qui s’élance, mais\nla flamme, mais la fumée, mais le jet d’eau ; mais\naussi le corps annelé du serpent, celui du poisson,\nde l’oiseau, des plus élégants mammifères... L e pic\nmontagneux se dresse, souvent téméraire ; le défilé,\nresserré entre deux murs à pic, rappelle une nef\nd’église, comme l’allée de forêt ; la plupart de nos\nengins, de nos instruments usuels sont plutôt allongés\ndans un sens ; on sait que les wagons les plus longs\nsont les plus doux, les moins exposés au « lacet » ;\nles ailes de moulin se prolongent, pour la beauté\ncomme pour l’utilité ; les mâts du navire se dressent\nen tiges hautes et minces, et sa coque, — cette nef\n qui prête son nom à l’église, offre, de bout en bout,\n un effilement que commande sa fonction de fendre\n la vague, et qui devient élément de beauté. L ’Arche\n de Noë, selon les mesures bibliques, avait 150 mètres\n de long sur 25 de large seulement. Notre transatlan­\n tique « la Tour aine» en a 150 de long sur 18 de\nlargeur : elle est encore plus « disproportionnée »,\n s’il est permis de continuer l’usage d’un tel mot\n pour désigner un mérite esthétique et technique\n fondamental. Je lis, à ce propos, dans un ouvrage\n du vicomte G. d’Avenel, « le Mécanisme de la vie\n moderne », ce passage bien convaincant: « Du souci\n » croissant de la vitesse est venu le modèle actuel,\n » aux flancs plats, aux hanches effacées, plus long\n » qu’une église gothique qui, renversée, se balancerait\n » sur les flots. »\n    E t l’auteur cite un autre de nos paquebots, la\n Gascogne : « elle dépasse, dit-il, d’un huitième la\n Cathédrale de Rouen, qui paraît immense. »\n    Ainsi, Soit en hauteur, dans le sens vertical, soit\n dans le sens de l’horizon, en longueur, l’idéal est dans\n un écart énorme de proportion avec la largeur ou\n l'épaisseur... Dans les choses qui flottent, comme les\n\n\n\n\n122\n"}, {"page_pdf": 136, "page_imprimee": 123, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2059, "texte": " drapeaux, ou qui planent, comme les ailes d’insectes\n et d’oiseaux, l’épaisseur se réduit considérablement\n par rapport aux autres dimensions ; chez les êtres\n ou les engins qui fendent l’air ou l’onde, soit pour\n «croître», soit pour y progresser, le corps se réduit,\n transversalement, au minimum, et, longitudinale­\n ment, se développe.\n   En la Cathédrale qui ne grandit pas, ne s’avance\n pas dans l’espace, un besoin physique, l’aération —\n aussi l’éclairement, obligent à lever le plus haut\npossible le dais de pierre ; aussi le besoin psychique\n et mystique de s’élever, d'exalter son âme et\nd’honorer Dieu, — aussi la fierté, l’émulation du\nsublime, comme l’a montré Viollet-le-Duc, tout\ncela se joint au besoin physique, et justifie la forme\npar la fonction.\n   De sorte que — c’est la conclusion que je tire, —\nsous les voûtes de Notre-Dame, le poète a licence\nde comparer, comme il lui plaira, la cathédrale soit\nà la forêt, soit au navire. Il dira : la futaie calcaire,\nou la nef, le vaisseau d’église, et nous le compren­\ndrons toujours. Toutes ces métaphores sont bonnes,\nparce qu’au dessus des mille différences de détail,\nil est un plan commun à tous les êtres, à tous les\nobjets. L e Baptistère de Pise, la tour d’Hadrien\nà Rome, offrent le plan d’un animal rayonné ; la\nfenêtre ogivale en rose, inscrivant un trèfle, un quin­\ntefeuille, évoque le diagramme de la fleur dite\nrégulière. L a cathédrale où je vous conduis est\nsupérieure au Baptistère, à la tour d’Hadrien :\nn’a-t-elle point ce trait des organismes perfectionnés :\nla symétrie bilatérale ?\n\n                             *\n                         *       *\n\n  A cette occasion, je fais toucher du doigt le lien\nsecret qui rattache le symbolisme religieux à celui\npurement esthétique. Ce plan en « croix latine »\nde l’église, il fut imposé par la pieuse analogie du\nSauveur étendu sur l’instrument de supplice...\nAvez-vous songé, par hasard, à la fortune de ce bois,\nengin de torture spécial, et dont le contour har-\n\n\n\n\n                                                     123\n"}, {"page_pdf": 137, "page_imprimee": 124, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2017, "texte": " monique, étant schéma du corps humain, s’adapte\n étroitement au rôle de « cadre» qui lui incombe?...\n    Car une croix est, bien davantage qu’une roue,\n qu’un glaive, ou qu’une claie, commémoratif\n populaire, signe de ralliement décisif, et figure\n de plan centralisatrice, homogène. Adapté, par le\n génie tortionnaire de l’homme, au corps du suppli­\n cié, dont elle accompagne les lignes, la voici qui\n devient, sous la charge divine de Jésus, le soutien\n d’une beauté surhumaine, pourtant touchante. Séparé\n du fardeau, le bois croisé devient le signal de la\n Grâce. E t dans le même temps il se trouve en\n rapport immédiat avec notre nature mortelle : il est\n divin symbole et schéma d’organisme humain. Imposé\n d’abord sur le sol, comme périmètre au temple, il\nimprime, d’emblée, son cachet surnaturel— et natu­\nraliste à la lois. L ’axe de la nef s’allonge en corps\npatient, aux pieds joints ; le transept s’étend symé­\ntrique, en deux bras résignés ; le chevet même, par­\n fois, s’incline un peu, mémoire d’une tête appesantie\npar la mort, et par la douleur du péché !.. .\n    Et quand l’artiste vient, après le fidèle, admirer\n ce que ce dernier adorait, il retrouve, en ce plan\n d’église, en cette structure dictée par un divin sym­\n bolisme, les lois, les proportions, les connexions\n sympathiques d’un organisme identique au nôtre :\naxe longitudinal ou d’accroissement successif dont\nles segments, d’abord pareils, se différencient en\navant, — nef principale aux travées à rythme uni­\nforme, aux clefs de voûtes échelonnées en vertè­\nbres, aux arceaux figurant une ossature de côtes,\n— puis le chœur, où les anneaux du vaste organisme\nde pierre se soudent en une tête : série bilatérale et\nparallèle devenant, au niveau de l’abside, rayon­\nnante ; telles les fibres vivantes de notre cerveau.\nCar c’est bien ici le « cerveau » de l’église : si la nef\nconduit, le chœur concentre, centralise. E t les\nchapelles absidiales, en leur labyrinthe festonné, me\nfont songer aux circonvolutions cérébrales.\n\n\n\n\n124\n"}, {"page_pdf": 138, "page_imprimee": 125, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2223, "texte": "    De ce plan cruciforme, à la fois symbole mystique\n et schéma de structure organique, j ’ai montré que\ntout le détail architectonique découlait. Une erreur\n encore, dont la soi-disant Renaissance est coupable,\n c’est de concevoir la partie comme indépendante du\ntout, de croire à la personnalité de l'Ornement. A\nchaque pas, dans ce Paris gâté par le style borromi­\nniste, l’œil subit ce scandale d’une décoration para­\nsite n’ayant même pas la grâce nonchalante du gui,\n de la cuscute, opprimant, n’enlaçant pas... ; consoles\nrenversées qui se surajoutent aux angles, en pléo­\nnasmes ; vases, torchères qu’on peut ôter sans\nentamer les œuvres vives, statues non cohérentes au\nmur, et s’abritant, hôtes de passage, en des niches,\nelles-mêmes creusées exprès pour les statues, sans\nnécessité, qu’on pourrait boucher sans laisser une\nlacune dans l’édifice.\n    Même ce contre-sens du pilastre décoré sur sa face\nde haut en bas, sculpté de ce cul-de-lampe inutile à\nfleurs ou fruits pendants, dont on vante, si sottement,\nle travail. L e pilastre!... cette colonne peureuse\ndéjà, qui s’efface, et sournoisement renie sa fonction\nd’appui, de soutien, sa fonction de tronc d’arbre; qui\nrecule devant l’œil, s’engage, se fait prisonnière\nbénévole du mur, a l’air de vouloir s’y cacher...\nEt fuyant ainsi son rôle, se dérobant, elle ose garder\nsur elle un vêtement prétentieux, de faux luxe, qui\nl’affuble sans la couvrir, et raccroche notre regard :\nainsi d’une robe de courtisane trop riche.\n   Ici, dans l’architecture chrétienne et française,\nquelle différence ! Si l’ornement est un quelque\nchose d’extérieur, et d’étranger, qui se plaque sur\nles parois, couvre les membres essentiels du corps\nmonumental, cache les lignes, et dissimule les\nangles... il n’y a pas ici d’ornement. Mais si l’on\nentend sous ce vocable la terminaison logique des\nsurfaces, des directions dans l’espace, l'accent mis\nsur les points critiques, ou de transition, la «ponc­\ntuation plastique » en un mot, — alors oui, la cathé­\ndrale est ornée, ornée comme elle doit l’être, elle a\nson ornement naturel : au sens du plant végétal,\ndont les tiges se décorent de feuilles et de fleurs, de\n\n\n\n\n                                                   125\n"}, {"page_pdf": 139, "page_imprimee": 126, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2067, "texte": " l’oiseau dont le corps est orné de plumes, et la tête,\n parfois, d’une aigrette, qui déploie même en quelques\n espèces, le luxe coquet d’un panache, ou d’un\n éventail...\n    Mais l’édifice de la pure époque gothique ne va\n point même à ces audaces ; et la sobriété de son\n ornementation l’embellit d’une sorte de pudeur ; en\n effet, remarquez que ce luxe un peu redondant de\n plumage, chez telles familles d’êtres vivants et\n volants, est, en dehors des délectations de notre\n œil, et dans les fins de la nature, un stimulant\n sexuel... L a notion de sexualité, que nous ne prenons\n pas directement, sans doute, s’exhale, en quelque\n Sorte, avec la séduction des formes, des couleurs...\n Nous sommes conquis par un reflet de ce charme\n qui conquiert la femelle.\n    Au lieu que le simple plumage, et ces ailes, si\n délicieuses de contour elles soient, lorsqu’elles\n ouvrent et développent leur envergure, ne nous\n charment que par l’expansion d’une nécessité per­\n sonnelle, vierge pour ainsi dire, et sans arrière-pensée\n tentatrice.\n    Ainsi le style que nous aimons, et dont nous défen­\n drons ici l’innocence. Il ne trouble pas notre vue\n de l’âme par ces attitudes quêteuses, cet excès pro­\n voquant de toilette, cette sensualité dont l’Art\n renaissant a pu, par un tour de force funeste, pénétrer\n la pierre simpliste. Une église comme Sainte Elisa­\n beth de Marburg ne se pare point, elle s’habille. —\n E t je ne fais pas ici de phrases oratoires : ces\nformules sont l’expression vivante d’un fait. Du\npavement les appuis s’élancent droits, d’un seul\njet, avec franchise et candeur ; l’œil les suit, rapide,\nléger comme eux, dans cette ascension que ne vient\ncouper nul arrêt futile, et la pensée se trouve, litté­\nralement, ravie jusqu’au faîte, sans avoir fléchi ni\nmolli en route. C ’est l’image du devoir accompli,\nqui lui aussi est droit, rectiligne, prompt dans sa\nfuite héroïque vers les hauteurs, ne s’attardant pas,\n — et si beau !\n    L e « chapiteau », couronnant l’appui vertical au\nsommet de sa course, et lorsqu’il achève son rôle, est\n\n\n\n\n126\n"}, {"page_pdf": 140, "page_imprimee": 127, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2268, "texte": " une fin logique, il est un épanouissement naturel ;\n comparez le bourgeon axillaire de toute plante qui\n s’étale en verticille de feuilles, avant d’émettre, à\n l’aisselle de celles-ci, deux ou trois rameaux diver­\n gents. — Ne retrouve-t-on pas, dans chaque travée\n d’une nef, la structure essentielle de l’arbuste ? E t\n n’est-ce point un système ramifié typique que cette\n émission divergente, par chaque pilier, de cinq\n nerfs qui s’infléchissant vers la clef de voûte,\nforment les arcs doubleaux, formerets, et augifs ?\n Là, ces derniers rencontrent les arcs du pilier vis-à-\nvis, et s’entrelacent fraternellement avec eux, ce\n qui fait la « croisée d’ogive. » «Ornements», ces\nnervures en tore qui soutiennent les arêtes vives, les\n soulignent ? — Oui, certes, mais ornements logiques\n et spontanés ; signifiants autant qu’expressifs; tels\nces mots heureux qu’on citera toujours, parce qu’ils\nn’ont pas d’autre beauté que l’idée pure, la pensée\nnécessaire, imprescriptible, qu’ils enferment. Beau,\n déjà, par la fonction d’appui vertical qu’il remplit,\n non pour la seule vanité d’être beau, le fût cylin­\n drique tout uni divise, épanouit sa sève en rameaux\n courbés en arc, les arceaux, — beaux encore et rem­\n plis de grâce, parce que simplement, d’une abnéga­\ntion spontanée, nous les voyons, issus du tronc\n maternel, concourir harmoniquement au même but :\nla suspension d’un berceau de pierre en l’espace.\n    Piliers ou colonnettes, avant de fleurir, et de se\nramifier dans les impostes, aux clefs de voûte,\ndivisent et rythment le mur, mélodiquement, en ses\npleins, comme en ses vides. E t dans ces fenêtres\nencore, où la pointe des ogives se couronne de trèfles,\nde quintefeuilles ou de roses, vous retrouvez le\nsystème de ramification, condensé sur un seul plan,\ncette fois ; l’œil qui scrute la structure intime des\ntissus, leur genèse microscopique, est confondu de\nretrouver là, dans le contour de ces meneaux, la\ndivision successive et méthodique par 2, parti qu’a­\ndopte la nature en tissant les feuilles, les fleurs.\nComme, en langage botanique, une cellule-mère donne\nnaissance, en son intérieur, à deux cellules-filles, puis\nchacune de ces dernières à deux cellules-petites-f illes,\n\n\n\n\n                                                     127\n"}, {"page_pdf": 141, "page_imprimee": 128, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2029, "texte": "— ainsi la grande ogive qui limite le fenestrage\n« enferme» deux ogives secondaires, et celle-ci, deux\nogives tertiaires... E t chacune de ses ogives inscrit\ndans son contour un trèfle, un quintefeuille, une rose,\nde grandeur exactement adéquate : figure rayon­\nnante et fermée qui représente la portion terminale\nfleurie de la baie, et qui est à cette partie verticale\net diaphane du monument, ce que le chœur est\nà l’ensemble.\n   En effet, l’ornementation qui s’épanouit là, dans le\ntympan des fenêtres, n’est, pas plus que partout\nailleurs en l’église, addition, mais multiplication.\nOui, je demeure sur cette formule, qui résume toute\nma pensée : le décor, en l’art ovigal, n’est pas une\naddition, c’est une multiplication. Non pas un élément\nneuf, accessoire, se surajoutant à l’essentiel, mais\nune partie de cet essentiel, qu’il contenait en puis­\nsance — ainsi la tige enferme le rameau — et qui,\nvenant au jour, reproduit la forme ancestrale.\n\n                            *\n                        *       *\n\n    Ainsi se justifie le style gothique, en ses grandes\nlignes, qui sont ses seules lignes, en définitif. Ce\nstyle, que les barbares du « grand siècle » ont qua­\nlifié du terme qui leur convient, plutôt, à eux-mêmes,\n— il renaît, Dieu soit loué ! dans notre esprit,\nregagne notre amour. Après une crise d’insensibilité\nmaladive, une cécité passagère devant notre propre\ngénie national, voici que nous nous sentons émus de\nnouveau, que nous comprenons, que nous pres­\nsentons au moins ses splendeurs.\n    Mais à qui devons-nous ces retours, et cette resti­\ntution de notre propre bien ? — A ceux qui, les pre­\nmiers reconquis, scandalisés d’un long oubli, se\nsont donné la tâche d’expliquer le vieux texte de\npierre, de remettre au grand jour sa signification\ntechnique et son intrinsèque beauté. Peut-on, quand\non parle de Cathédrales, omettre les noms de\nLassus et de Viollet-le-Duc, de Caumont, de D i ­\ndron, de Montalembert ? Viollet-le-Duc surtout\nmériterait un peu du bronze qu’on coule, à tort et\n\n\n\n\n128\n"}, {"page_pdf": 142, "page_imprimee": 129, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2269, "texte": "à travers sur nos places modernes, car c’est lui qui\nseul a prouvé que l’Art nommé gothique, hélas ! —\n est français, né dans Vile de France, qu’il est logique,\nen le détail comme en l’ensemble, et qu’il est beau\nparce qu’il est logique. Il restait pourtant, après lui,\nce soin de montrer la connexion profonde, délicate,\nqui rattache la beauté, la grâce irrésistible, en ce\nstyle, aux lois générales de croissance et de genèse\ndes formes, en la Nature. E t c’est ce que nous avons\ntenté nous-mêmes, en faisant immédiatement suc­\ncéder à la contemplation des forêts, des feuillages,\ndes inflorescences, — une visite à la Cathédrale.\n   Ce que Victor Hugo, — je le rappelais au début,—\nappelait le livre depierre, ne vous offre pas seulement,\ndans ses feuillets et sur ses marges, les saints récits,\nles leçons, les parallèles bibliques, aujourd’hui\ntranscrits en lettres savantes dans le Missel ; il\nexprime, outre ce symbolisme pieux et spécial, un\ngénéral, encore peu connu. Ce dernier ne tend pas\nd’ailleurs à supplanter l’autre, ni même à le dominer,\nmais il se confond avec lui. Toute perfection, par­\ntant toute beauté, ne dérive-t-elle pas de Là Haut ?\n   Livre de pierre, expressif en soi, Missel de Beauté,\nla Cathédrale a-t-elle pour destin, comme l’a prédit\nV. Hugo, de succomber sous l’expansion du livre de\npapier ? Ceci tuera-t-il cela ?... L a prodigieuse volée\nd’oiseaux blancs, subtils et diserts, qu’a lâchée la\npresse de Gutenberg, ira-t-elle planer, nuage sombre,\nsur Notre-Dame, l’obscurcir, même l’anéantir ?\n   Tout au contraire: à de certains signes, je prévois\nle triomphe final du Livre qui, n’étant point pétri de\ntraits conventionnels, exposés à périr un jour, faute\nde clef, — sera perpétuellement adéquat, saisissable\naux cerveaux humains. L ’excès d’abstraction où le\nlivre imprimé nous amène, va sûrement promouvoir\nune réaction du côté du symbole concret, direct et\nvivant. Un bon symptôme est que nous sentons notre\nmal ; nous le souffrons. L ’esprit livresque dégoûte\nles plus érudits. On lit de moins en moins. Jamais,\nen revanche, on n’a tant visité les sites, les monu­\nments. Déjà, sans commentaire, ils sont des livres\néloquents. Mais qu’on n’aille point confondre le\n\n\n\n\n                                                     129\n"}, {"page_pdf": 143, "page_imprimee": 130, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 339, "texte": " déduit d’un enfant curieux qui tourne en hâte les\n feuillets, et se récrie d’émerveillement aux images\n pour l’attentive préoccupation de l’adulte, ému de\n suivre les chemins profonds et pleins de belles\n surprises, du texte.\n                         M a u r ic e G r iv e a u ,\n                     professeur libre en Sorbonne.\n\n\n\n\n130\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-033", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 131, "page_fin": 140, "titre_corps": "Les Cathédrales d’Angleterre", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "EM. HAËE.", "ancre_debut": "Les Cathédrales d’Angleterre Un peu lointaines pour n", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 144, "page_imprimee": 131, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1940, "texte": "Les Cathédrales d’Angleterre\n   Un peu lointaines pour nos yeux de Flandre,\nmais nos proches pourtant, comme des Parentes\nqui parleraient un autre langage en Dieu; et alors\n— comme éternellement — selon la pierre, selon le\nbois, selon l’airain et l’indestructible foi, voici en cinq\nlivres (1), se dire cinq cathédrales et cinq évêchés\nà l’entour.\n   Les éditeurs : M. M. G l e e s o n W h i t e & E d w a r d\nF. S t r a n g e ; les protagonistes de l’œuvre, pour­\nrait-on dire : M. M. G e o r g e B e l l a n d S o n s — et\nqu’alors notre joie d'art exulte ici ! moins, peut-\nêtre, à l’occasion de ces volumes qui se veulent\npopulaires, britanniquement et dans le meilleur sens\ndu mot « guide », que pour la certitude de tout\nle mieux possible réalisé, car il nous souvient de\n ces lectures, presque d’hier, en ces parfaites, accom­\nplies et merveilleuses éditions du « Walter Crane’s\nDécorative Illustration », du « Durer’s Little Passion »,\npour ne citer qu’au hasard de la main s’égarant aux\nrayons.\n    Ici où démonstrativement d’Églises il s’agit, le\nmême net et clair esprit a présidé d’art — pour\nla compréhension parfaite du tout et de tous — sui­\nvant un ordre logique se poursuivant rigoureuse­\nment en ces cinq volumes, orientés vers un même\nbut d’exposition rapide mais complète, et qui ne\nnéglige d’emprunter la voie sûre et persuasive de\nl’illustration, là, où les mots jugés insuffisants appel­\nlent le nécessaire complément de l’image.\n    C ’est donc en « monographies illustrées », Cantor ­\n bery ouvrant la série, que se diront ces « Christ-\n church » d’Oxford, Salisbury, Chester, Rochester\n et les autres d’attente qui suivront et sont déjà\n annoncées comme à paraître.\n    Or las ! ici, notre tâche se limitant à son rôle de\n\n  (1) B ell’s Cathedral Séries with Plan and Illustrations. L o n d o n ,\nG eo rg e B e ll & S o n s (continue).\n\n\n\n\n                                                                      131\n"}, {"page_pdf": 145, "page_imprimee": 132, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 825, "texte": "stricte indication — car autrement il nous faudrait\nces livres tout entiers traduire — ce sera donc\nsommairement, en touriste puisque de guides il\ns’agit, que selon ma sentimentalité lors, de l’heure ou\nl’instant, je dirai, ainsi que je l’ai perçu par le décor,\noù j ’eusse aimé prier pour les larmes, m’agenouiller\ndans la joie, se laisser dire les tristesses qui sont à\ntous et de ce monde, comme aussi où il m’eût\ncomplu de saigner le plus volontiers mes plus chères\ndouleurs.\n   Je choisis pour la prière froide, celle du péché\ndont l’on s’accuse et de simple manquement, Oxford,\ncathédrale puritaine presque, frigide semble-t-il, de\npar le nom même de sa patronne et fondatrice,\nSte Frideswide (« The Lady», as she was afterwards\ncalled) qui sut toutes les observances et s’y complut.\n   Jet massif des piliers,\n\n\n\n\n132\n"}, {"page_pdf": 148, "page_imprimee": 135, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 855, "texte": "   Plus tangiblement avec « Salisbury cathedral »\nvoici la joie ! joie humaine, enveloppante qui même\nsous ce ciel de là bas semble convaincue de soleil,\nEt sonnez cloches ! riez mes anges ! qu’on m’y\nbaptise ! je m’y marie !\n   Tout est ici selon mon cœur, depuis ce cloître\nfait pour des moines heureux,\n\n\n\n\njusqu’à cette flèche joyeuse de s’aller si droit au\nciel (comme d’en descendre aussi pour un baiser,\ndans l’eau, aux bras attendus des arbres qui s’y\nmirent) dans le plus doux des paysages, où chacun\nla voudrait sa maison du bonheur.\n   C’est ici, au reste, l’église des vivants où les morts\nsemblent avoir peu à dire, et la pierre elle-même\nparaît avoir pardonné aux hommes comme au temps\nles mutilations subies, par la grâce de je ne sais\n quel pansement de joie émané d’alentour.\n\n\n\n\n                                                      135\n"}, {"page_pdf": 150, "page_imprimee": 137, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 553, "texte": " Chester,\n\n\n\n\nRochester, deux sœurs, l’une riche, l’autre pauvre,\npar comparaison bien entendu; M. G. H. Palmer\nme fut le plus sûr et le plus éclairé des guides en\nl’une; M. Charles Hiatt, qui se voulut bien mon\ncicerone en l’autre, s’y montra parfait archéologue.\nMais voilà, je fus triste en toutes les deux, et je\npréfère clore ce trop rapide aperçu par la reine de\nces reines : cette triomphale cathédrale de Cantor ­\nbery où l’on se voudrait pour des couronnements,\ndes pompes prodigieuses.\n\n\n\n\n                                                 137\n"}, {"page_pdf": 153, "page_imprimee": 140, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1398, "texte": "comme pour ces repos aussi, héroïques jusqu’en la\nmort, témoin sous ces nefs cette grandiloquente\ntombe du Prince Noir, abritant du dais de sa cotte\nde maille son sommeil dernier.\n\n\n\n\n  Du sang au reste a magnifié cette église ; S t Tho­\nmas Becket y cueillit les palmes du martyre, et par­\ntout c’est pour nous ici sa présence et me chantent\nces vers inoubliables d’Agrippa d’Aubigné :\n       Les cendres des « Martyrs » sont glorieuses graines,\n       qui, après les hivers noirs d’orage et de pleurs,\n       ouvrent aux doux printemps, d’un million defleurs\n       le beaume salutaire, et sont nouvelles plantes,\n       au milieu des parvis de Sion florissantes.\n       Tant de sang, que les rois épanchent à ruisseaux,\n       s’exhale en douce pluie et en fontaines d’eaux,\n       qui, coulantes aux pieds de ces plantes divines\n       donnent de prendre vie et de croître aux racines.\n\n   E t c’est comme prédiction accomplie, car les\nmerveilleux portails, arches, nefs, transepts et tours,\nn’est ce pas aujourd’hui la maison, l’authentique\nchâsse du martyr ? Mr Hartley Withers nous l’a\namoureusement pierre à pierre, or à or, nef à nef,\ndémontrée; et c’est mon souhait ici que d’autres\naillent à ce livre, comme à ces livres.... Ils y vivront\nau moins une heure qui n’est qu’instant peut-être,\nmais éternel selon la Beauté.\n                                               E m. H aëe.\n\n\n\n\n140\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-034", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 141, "page_fin": 144, "titre_corps": "Segantini (1)", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "F. NONNIGER.", "ancre_debut": "Segantini (1) i Segantini, qui est pein", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 154, "page_imprimee": 141, "debut_caractere": 25, "fin_caractere_exclue": 2052, "texte": "Segantini (1)\n                                                              i\n\n\n    Segantini, qui est peintre, essaie de se rendre\n compte des propriétés de cet état. L ’art, selon lui,\n est le rapport entre un « moi » et la nature, et non\n entre un « moi » et un tiers ou une nature conven­\ntionnelle.\n    L e « moi » de Segantini ? Il naquit en un bourg\n autrichien d’une mère qui devait en mourir, et les\n événements de sa tendre jeunesse ne furent pas\n pour rectifier la tendance langoureuse que cette\nfaiblesse originelle lui avait sans doute départie.\n   L e foyer une fois éteint, confié à Milan aux soins\n d’une sœur, gosse triste et sans jouets, il colle son\nfront aux vitres, se remplit l’œil de la vue des petits\njardins d’alentour et l’esprit des désirs d’un prison­\n nier. Aussi, une belle nuit on le ramasse, encouru,\n sur la route « qui va en France ! » De braves\npaysans le reconduiront... Non ! il supplie pour res­\nter ; il a 7 ans : il gardera les porcs. Cette escapade,\n cette rustique fonction, ce séjour dans les guérets,\nvoilà qui déterminera des sympathiques motifs d’art\nà ce gamin qu’on va faire passer par l’académie.\n   L a nature, ce seront les brebis, les pastourelles,\nles sources, les travaux du sillon ou de la grange.\n Mais comme il « vit là-dedans », il verra cela avec\nun œil sain et normal, il le rendra sans apprêt, avec\nune robustesse tranquille ; comme il a couru tête\nnue et en plein-air, il renouvellera la technique\nlumineuse en même temps que les Français, que\nselon M. Ritter, il ignorait; bien plus son caractère\nméditatif et sa communion avec ces braves paysans\nde l’Engadine imprimeront à ces reproductions\nterriennes un sens patriarcal et une allure épique :\n Millet avec l’atmosphère de Manet. E t si, pour me\n\n    (1) G i o v a n n i S e g a n t i n i v o n William Ritter, m it 6 ta fe ln und\n16 abbild un gen im text. (W ien : G e s e lls ch a ft für v e rv ie l­\nfä ltigende (K un st).\n\n\n\n\n                                                                              141\n"}, {"page_pdf": 155, "page_imprimee": 142, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2047, "texte": "faire comprendre, je cherche dans la littérature, je\nne sais que quelques lignes de M. Marc Lafargue,\nqui sans doute les écrivit au pays basque, pour\nm’impressionner dans le sens du peintre des Alpes\nItaliennes : «... ne voudriez-vous pas vous installer\ndans une vieille ferme d'où l’on voit la montagne et\nles glaciers, dans un premier étage clair, badigeonné\nà la chaux, où l'on monte par un escalier en sapin,\norné de balustres, sonore sous les sabots. Les\nplanchers semblent vouloir céder sous les pas....\nVous travaillerez dans les ruelles des villages, cail­\nlouteuses entre leurs murs de granit, où montent\ndes ânes doux et maigres, balançant de lourdes\ncharges de paille blonde        Vous auriez aimé ces\nseuils où des enfants trient le grain, en tas d’or,\nsur des toiles de neige ; ces granges pleines d’ombre\nverte, où l’on voit encadrés, par des triangles de\ntoit, des échappées de lumière et des pans de\nmontagne, et ces cours claires dallées d’un bleu\nbrûlant avec des hangars sombres sous des galeries\nde bois où sèchent des nippes.... On y entre, dans\ncette ferme, par un vieux portail, couvert d’un toit\nd’ardoises à quatre pentes. L a cour irrégulière est\nfermée, d’un côté, par le mur d’une église. A midi,\nun homme en sueur laisse le blé qu’il bat et va\nsonner l’angelus... On voit de la cour de cette\nferme les prés qui descendent, les lignes de frênes,\nprès la montagne qui remonte, la sapinière sombre\net la ligne des glaciers.\n    ... C ’est proche de midi. L a musique des fléaux\n cesse. Voici un enfant qui descend des sources de\nla montagne des cruches d’eau froide ». ( N o t e s\nSUR LA MONTAGNE ET LES VILLAGES. L ’Effort,\n Juill.-Oct. 1897).\n    Mais à peindre des moutons si sincères avec leur\n cou maladroit et la gêne de leur laine trop lourde,\n des pastourelles solides comme des hommes et au\n pied sûr, des patauds couchés dans l’aire les yeux\n vers la fraîcheur lointaine d’un glacier, Segantini\ns’est pris à réfléchir à ces vies et sur la vie. Plus\n lyrique que critique son esprit pourtant ne pouvait\n\n\n\n\n142\n"}, {"page_pdf": 156, "page_imprimee": 143, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2166, "texte": " que le gêner, et allait l’induire en aventures. Certes\n aussi longtemps qu’il se retiendra de n’écrire que\n l’épopée terrienne, la véracité lui fournira ses limites\n comme soutien : Oui, Segantini pourra entreprendre\n l’ascension des trois règnes et donner une âme à un\n pâtre, après avoir établi l’instinct d’un troupeau\n sous l’averse et prêté de la vie à un pacage ; mais\n qu’il abandonne les substances définies et se laisse\n aller à son improvisation, ce ne sera que trop le\n Segantini qui arracha la vie à sa mère, qui rêva aux\n lucarnes et s’encourut de la maison, c’est-à-dire\n maintenant un homme triste, désireux et irraisonné,\nle Segantini qui promène sa grande allure de lyrique\ntribun d’armée du salut, qui rédige des proclamations\n d’art dans la Cronica d’Arte, et s’élève de plus en\n plus dans les Alpes et la retraite.,\n    E t en effet ses compositions allégoriques ou reli­\n gieuses manifestent son désir et son ambition d’idées\n générales : il devine dans le royaume des réalités ou\n des rêves de belles idylles ou de grands drames, il\ntâche de concevoir synthétiquement et d’insinuer de\n ses compositions des perceptions successives ou\nétagées : humaine, religieuse et cosmogonique. Fort\nbien : c’est anagogiquement que nous lisons la Bible,\nou par exemple Dante ou W agner, mais si ce\nlyrisme bourdonne en périodes creuses... ? Car, si\nj ’admire ce peintre qui s’est convaincu qu’il y a plus\nque peindre, si je ne pourrais qu’applaudir à cet\neffort vers l’art idéaliste ou religieux, je dois recon­\nnaître que les présentes préoccupations me paraissent\nmieux intentionnées qu’averties, visiblement incon­\nsistantes, et leur expression ample et prétentieuse,\néclatante et banale. Je ne puis parler autrement,\nmalgré l’opinion de M. Ritter qui a du goût et de\nla compétence, de ces faits divers ampoulés jusqu’à\nl’allégorie : La Mauvaise Mère ; La Douleur consolée\npar la foi.\n    E t la peinture religieuse de M. Segantini n’est\nqu’une espèce de sa peinture allégorique : sa\npeinture religieuse n’est ni historique ni liturgique.\nElle est mythique, on pourrait ici parler de religio­\n\n\n\n\n                                                     143\n"}, {"page_pdf": 157, "page_imprimee": 144, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2095, "texte": "sité mais non de religion. M. Segantini ouvre une\nintelligence chrétienne à des éléments bouddhiques,\nmais si elle refuse de se les assimilier ? Il y a crise.\nC ’est dès lors la fatale mission de Segantini de réduire\ndes passions contradictoires, de synthétiser diverses\nconceptions religieuses, de rechercher une sécurité\npanthéiste parmi le combat du soleil et des sources,\nde la maturité contre la jeunesse, des larmes contre\nla joie, de l’évolution contre la quiétude.\n   Un tel état, c ’est auspices à des créations incon­\nsistantes. Si M. Segantini voulait ne pas s’y com­\nplaire, un peu de précision lui revaudrait sa vigueur.\nManquera-t-il à M. Segantini, malgré l’avertissement\nde la fable, d’avoir mal attaché ses ailes ?\n\n    C ’est à M. William Ritter qu’une plus grande\npartie du public intéressé sera redevable d’ignorer\nun peu moins une œuvre importante. Ayant clôturé\nson étude dans les Graphischen Kunste de Vienne,\nbel in-folio des presses de l’imprimerie impériale,\nvoici qu’il l’a entrepris à nouveau pour les lecteurs\nfrançais dans la Gazette des Beaux-Arts et va l’en­\ntreprendre dans A rt et Décoration.\n    Il poursuit ainsi cette mission absorbante qu’il\ns’est donnée d’être le critique compréhensif de l’art\ncosmopolite. Critique musical, qui a su parler\ncomme lui de Rubinstein (dans Egyptiaquè) ou de\nBrückner ? E t combien il se soucie des peintres et\ndessinateurs ! il importe et exporte avec une sollici­\ntude opportune : Il présentera ainsi W alter Crâne\nen Autriche, et Hans Thoma ou Dettmann chez nous.\n    Souple et actif, lisant toutes les langues en lesquelles\non le traduit, collaborateur de quelques grandes revues\net de plusieurs petites, passant de Varsovie à Prague\net de Neufchâtel à Paris, M. Ritter a le courage de\nsacrifier le temps destiné à écrire l’intéressant cycle\nde romans qu’il entreprit afin de pouvoir être un de\nces charitables critiques européens, confrère de\nl’italien Vittorio Pica, du flamand Pol de Mont, de\nl’américain Ruben Dario, pour le bonheur des artistes\net notre facilité.                        F . N o n n ig e r .\n\n\n\n\n144\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-035", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 145, "page_fin": 148, "titre_corps": "Mémorial de l’Expression religieuse", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "M émorial de l’Expression religieuse D ic tio n n a ire des sym bo", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 158, "page_imprimee": 145, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3060, "texte": "M émorial de\n     l’Expression religieuse\n  D ic tio n n a ire des sym bo les, em blèm es et attribu ts, p ar\nMaurice Verneui l (P aris : Lauren s).\n  C e vo lu m e don ne l’o cca sio n de réfléch ir à la fixité des sym ­\nboles cath o liqu es.\n  E m e rso n rem arq u e qu e le m y stiqu e se distingue du p o ète\np arce q u ’une fois p our toutes il clo u e à un sy m b o le u n e signifi­\ncatio n défin itive. « T o u t sy m b o le, dit-il, est é la stiqu e ; tout la n ­\ng a g e est transitoire et vé h icu la ire et sert com m e les b a te a u x et\nles c h e v a u x p o u r nous tra n sp o rter d’un p o in t à un au tre, m ais\nn on com m e les m aison s et le s ferm es,                       p o u r s’y        arrêter.\nL e m y sticism e g ît dans l ’erreu r qui fait p ren d re un sym b o le\na ccid e n te l ou in d ivid u e l p o u r un          sy m b o le      u n iv e rs e l        »\nO u ais, m ais s’il s ’a git d ’exp rim er n on p lu s l ’hom m e dont\nl ’âm e est em portée p a r le to u rb illo n d e s ch o se s v é c u e s , m ais\nD ie u fixem en t é te rn el, m ais l ’im m utabilité du do gm e, ne\nsera-t-il lég itim e de lu i consacrer des im a ges, des lig n es ou des\nco u leu rs ? J’entends b ien qu e D ie u est aussi en nou s. M ais un\nart d é co ra tif m o d ern e, pour être in d ivid u el, est-il ten u de\ncon dam n er         cette   p ratiq u e ? O u ,    ce      qui      v a u d ra it    m ieux,\nsaura-t-il la re n o u v e le r et l ’in d ivid u a liser ? Q u o i q u ’il en soit,\nun p eu p le d ’êtres sym b o liqu es s ’est in co rp o ré au dogm e ca th o ­\nliq u e . C o m b ien la m esse serait d éfig u rée, p riv é e de toutes\nce s figu res ! I l n e m e p arait d o n c p a s qu e m êm e la décoration\nlib re du cu lte soit tenue de ren o n cer à un élém en taire sy m b o ­\nlism e. L a d éco ra tio n p rofan e elle-m êm e in clin e a u jo u rd ’hui à\np u iser dans ce v ie u x trésor.             C ’est       q u ’en effet n os             ra ce s\n ary en n es ont to u jo u rs aim é à cla ss e r leu rs id é es et à d éco m ­\n p o ser leu rs cro y a n c e s entre les différentes form es offertes à\n l ’hom m e p a r la n atu re.         L e g é n ie p o p u la ire en p articu lier,\n a vid e d'affirm ations, de figu res et de p ré sa g e s, s’est com p lu\n dans cette tradition.\n    M .   V e r n e u il v ie n t de ren d re un s e rv ice a u x artistes en\n c la ss a n t des n otion s re cu e illies de toutes p arts à ce sujet,\n tan t d ans l ’antiquité p aïen n e,           où il y        a p o u r n ou s p eu à\n p ren d re, qu e d ans le s coutum es chrétien n es et n atio n a les où\n il y a à a p p ren d re. L ’autorité qu e lu i co n fèren t le s ré cen tes\n a p p licatio n s    d é co ra tiv es q u ’il p u b lie    sur la Plante et sur\n l'Animal d ésig n e c e liv re d o cu m en taire a u x artistes et a u x\n curieu x.                                                 A d r ie n M it h o u a r d .\n\n\n\n\n                                                                                             145\n"}, {"page_pdf": 159, "page_imprimee": 146, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3144, "texte": "    A b écé d a ire d ’A rch ite ctu re an cien ne, p a r le Vicomte de\nColleville. (P aris : B ib lio th èq u e de l ’A sso ciation ).\n   N i p ré cieu x n i in utile ce liv re est sim p lem ent un autre parm i\nses p areils. Ils n e sont ja m a is tro p , ils ne so n t m êm e jam ais\nasse z, p u isqu e ce u x m êm es qui fonctionnfent p o u r a lle r consta­\nter, g râ c e à des b illets circu laires, la p ré se n ce des chefs-d’œ u vre\np u b lien t tous le s jo u rs leu r m anifeste ig n o ra n c e des sign ifica­\ntions et destin ation s des m onum ents le s p lu s lu cid es et que\nle s co n serv ateu rs de m usée ne ce sse n t d ’authen tiquer les\ntru q u ag es le s plus m alad ro its. I l est d o n c reco m m an d ab le que\nM . de C o lle v ille v u lg a ris e le s n otions re cu e illies. C e lle s qu ’il\nn ous offre sont sûres e t prud en tes ; elle s sont aussi n om breuses.\nM a is il m anqu e à leu r ra ssem b la g e d’être m éth odique et à\nle u r p u b lica tio n d’être p rop ortionn ée : C e sont des a rticles de\ndictionn aire, a llo n g é s selo n ce que l ’auteur sait de l ’o b jet ou\nra cco u rcis selo n ce q u ’il en ign o re, p lacé s de p lu s b o u t à bout\nd ’une m anière tro p a rleq u in e. N o u s n e récla m o n s p as pour\nl’art ch rétien , il a la p art b e lle : re le v é des style s, h erb ier de\nl ’orn em en t, com p utation des exem p les.\n   D è s lo rs il n ’y a p as lieu ic i de se m on trer ch ican ier.\n\n\n   R en aissan ce, p a r Henri Duhem. (P aris : F . C lerget).\n   N o m e n cla tu re ra p id e des pein tres, g ra v e u rs, scu lp teu rs,\na rch itectes et o u vriers d’am eu blem ent qui m anifestèrent ces\ndern ières ann ées q u elq u e o rigin alité. C e rte s leu rs nom s sont\nju d icieu sem en t choisis et les q u elq u es ép ith ètes qui le s q u a li­\nfient a p p ro p riées. M ais forcém en t u n te l dénom brem ent est\nin utile, si des ren seign em en ts docum en taires n ’en font p as un\nun rép erto ire, et fad e , p u isq u 'il n ’est p a s viv ifié         p a r les\nthéories.\n\n\n   A u b r e y B ea rd sley , illu stra teu r qui, en un d essin savan t\ndistrait p a r des b ro d eries de filigra n e, exp rim a des intentions\nch an to u rn ées, co q u ettes et sp iritu elles, artiste en som m e p lus\nlev a n tin qu e lond on ien , vien t de tré p a sser à M enton, à l’â ge\nd e vin gt-cin q ans.\n   « I l y a un an, ra p p o rte M . John G r a y (Revue blanche n° 118)\nil s’était fa it b a p tiser. S o n n atu rel se d é cla ra im m édiatem en t\ndans l ’étude a ch a rn ée q u ’il fit de B o ssu et, de S a in t A lp h o n se\nde L ig u o ri. I l aim a le s p rières co m p o sées p a r S a in t T h o m a s\nd ’A q u in .\n   D è s son a rriv ée à M en to n , duran t l ’autom ne de 1897, le renom\nde sa d o u ceu r, de sa résign atio n se rép an dit. E t p en d an t le\nm a rty re de ses dern iers hu it jo u rs , ce s jo u rs de san g étran ­\ng le u r v o m i à flots, de rem èd es cru els, la co lo n ie p oitrin aire,\np a r le c a n a l du p rêtre qui le co n fessait, se p ro cu rait des\nc h a p e le ts sem b la b les au sien et p riait à la m ode. »\n\n\n\n\n146\n"}, {"page_pdf": 160, "page_imprimee": 147, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3351, "texte": "  E n N orm and ie, (p o rtefeu ille de p h o to typ ies d ’a p rès les\np h o tograp h ies de Joseph Casier, re cu e illies p our la XXIXe ses­\nsion de la G ild e de S a in t T h o m a s et S a in t L u c , de G and).\n  D e v a n t to u t s p ecta cle   tro u b la n t de p ierres, d’a rb re s ou\nd’eaux, n ou s ressen ton s q u ’il m anqu e à la p lén itu de d e notre\njo u issan ce de la faire p a rta g e r ; n ous vo u d rio n s en faire la\ncharité à n os am is.\n  M ais le tru ch em en t des m ots restrein t et p erso n n alise la\ndescrip tion : vo ici q u e le s in n o m b rab les en trep rises p h o tog ra ­\np h iqu es, alb u m s, port-folios, e tc ., sont ve n u s satisfaire cette\nsollicitu de.\n  O n p o u rrait b ien tô t n e p lu s v o y a g e r qu e p a r h y g iè n e ou\nparesse, à m oins qu e p our affaires : to u t docum en t é d u ca tif\nou artistiqu e p rend p la ce en effet dans des d iagram m es, des\nlivres et des atlas.\n   L e p résen t re c u e il vie n t à n o u ve a u fa v o rise r le s a cco u tu ­\nm ances séd en taires de q u e lq u es o b lats de ca b in e t ou              de\nbiblioth èque.\n   F e u ille té sur la la rg e tab le , il tran sp o se la p o ssessio n directe\ndes m onum ents, et d iscret ju s q u ’à se taire de toute n otu le, il\nnous autorise à réfléch ir e t à a p p ré cie r : c ’est le dioram a à\ndom icile, a v e c des arrêts et des re cu ls selo n les p référen ces.\n   E t vraim en t les      transp osition s sont irrép ro ch ab le s : des\nm ises en v a le u r p a r jo u r et om bre, des p o ses to u jo u rs op p o r­\ntunes d é cèle n t le soin m in utieux du p résid en t de l’A s s . B . de\nP h o to g rap h ie.\n   E t quels ! ce s m onum ents d e va n t lesq u e ls on s’arrête ou\nqu’on p arco u re silen cieu sem en t :\n   T o u rs de la ca th éd rale de R ouen , je u n e frère et gran d e\nsœur, lu i m éditatif, elle h u p p ée et rian te d ans ses d en telles ;\nSaint O u en de R o u en , coiffée d ’un diad èm e : o n dirait l ’a llé ­\ngorique couron n e m u rale des villes-fo rtes, m ais affinée, su réle­\n vé e p o u r o b éir à la m ode des henn in s ; p o rtail d’E v r e u x a v e c\nune ro se lé g è r e com m e d e la m o u sse et gran d e com m e un\n soleil ; L is ie u x , B a y e u x et D o l où le go th iq u e n orm and fait\n ses p reu ves a va n t de p asser la M a n ch e p our édifier ses chefs-\n d’œ uvre ; alors en co re c ’est S a in t E tien n e d e C a en , qui ram ène\n à elle en ron d ses ch a p e lle s et ses tours : si e lle tien t de la\n cath édrale de T o u rn a i, e lle est à cen t lieu es de ce tte dignité\n élégan te, a v e c son a llu re de p o u le qui s o u lèv e ses a ile s pour\n con voquer ses poussin s ; m ais v o ic i l ’a b b a y e de Jum ièges,\n ruines terrifian tes d’u n au th en tiqu e a rsen a l de la p riè re , qu e\n ne p arvien n en t à su b ju g u er la g râ c e des a rb res ni la fo lie des\n bro u ssailles ; ju s q u ’enfin à g r a v ir cette W a rtb u r g du celticism e\n ch rétien : le M on t S a in t M ich e l — o rgan ism e co m p lex e de\n roch ers qui se seraien t to u t à co u p m is à fleurir — ju s q u ’à\n pénétrer dans le cœ u r m êm e du m on t : ce clo ître, p réau du\n ciel, défendu p a r u n e h a ie d 'é p ée s et de lis.\n\n\n\n\n                                                                               147\n"}, {"page_pdf": 161, "page_imprimee": 148, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3566, "texte": "   L a C o llé gia le de S o ign ies : (so ig n ie s, s o n o r ig i n e , so n nom\né g lis e ,    v ie u x   c im e t i è r e   p a r Ame Demeuldre (Soignies : V e\nN o e fn et) ; l a c o l l é g i a l e d e s a i n t V i n c e n t a s o ig n ie s e t s a r e s ­\nta u r a tio n    p ar G . Zech-Du B iez (B rain e-L e-C o m te : Z e c h et fils).\n   D e u x érudits de p ro vin ce se com p lètent p our n ous in téresser\nà un m onum ent q ui a p lu s de ca ra ctère que de ch arm e. M . Z e ch\nnous d é v e lo p p e l ’anatom ie du co rp s, M . D em eu ld re n ous ren ­\nseig n e sur l ’âm e.\n   U n seign eu r M a gd e laire, re lig ie u x du co u v en t d’H autm ont,\ns ’enquit en l’an 670 d’une solitu de m oins a cce s s ib le , crut la\ntro u v er dans une cla irière de la forêt ch arb o n n ière, p rès d’une\nagglo m ération a p p elé e S o ign ies, et y fo n d a u n m on astère.\n   L a lég en d e h isto riq u e attribue à ce seign eu r des ancêtres ;\nla lég en d e p o p u la ire           lui acco rd e u n e ép ith ète            « V in cen t »\nc. à d. vain q u eu r des pom pes du m onde, la créatio n d ’une\nfleu r : la c y m b a la ire , « fleur de S ain t V in c e n t » et de la reco n ­\nn aissan ce : V in c e n t M a gd elaire m ort, le p eu p le en effet voulut\nse so u ven ir de m iracles et l ’in vo q u a saint, et a u jo u rd ’hui\ncom m e alors, et peut-être à bon droit n on obstan t le silen ce du\nM a rty ro lo g e .\n   D u m on astère bâti p ar V in ce n t, il ne reste rien puisque les\nN orm an ds tra versèren t la région . M ais le s ro u tes u n e fois\nsûres, les m oines revin ren t et les p èlerin s. V e r s 890 o n b âtit un\np etit orato ire p ro viso ire. Il subsiste sous le n om de « ch a p elle\ndu cim etière » et sert au jo u rd ’hui de m usée à la v iv a c e société\nd’a rch éo lo gie de l ’endroit.\n   M ais le cu lte et les m oin es re çu ren t en 957 de S a in t B runon ,\na rch e vê q u e de C o lo g n e, un p lu s co n ve n a b le app ui. Il ordonna\nla recon struction du m on astère et de l ’église. L e s n otions de\nl’ép o q u e     d éterm in èrent le            p lan   de b a siliq u e , le s crain tes\nd ’ap rès le s in vasio n s y ad joign iren t la p érip h érie d’une for­\nteresse : un fo ssé se c m uni de 3 ou 4 tours.\n   N éan m o in s telle q u ’e lle subsiste aujo u rd ’hui, l ’église dont\nq u elq u es m urs p eu ven t dater de cette d é d ica c e, sem ble prin­\ncip alem en t du X I e s iècle , et de ce st3’le rom an, resté p au vre\nch e z nous à ce tte ép o q u e sans l ’agrém en t des a ccesso ires\nlo m b a rd s ni l ’é lé g a n ce à v e n ir des m onum ents de la transition.\n   C ’est d ans la m o n ograp h ie de M . Z e c h q u ’on p o urra n ette­\nm ent étu d ier ce t o rgan ism e. P la n s, co u p es, etc. re lè v e n t les\ntran sfo rm atio n s su rve n u e s et perm etten t d ’en déduire la form e\np rim itive en la q u e lle il co n vien t de le rétab lir : ca r faut-il dire\nque des a jo u tes sans ca ra ctè re ont p o ussé dessu s, et que\nl ’in térieur a été tra ve sti p ar le s p lafonn iers de la R e n a issan ce.\nM . Z e c h est l ’in itiateu r du m o u vem en t en fa v eu r de la restau ­\nra tio n , et c ’est très b ien : au jo u rd ’hui les p lan s de M . V e r h a e ­\ng e n sont a p p ro u vé s p a r la com m ission des m onum ents et ce\nn e sont p lu s q u e des ca lc u ls de subsides qui font attendre\nq u e lq u es jo u rs les m açon s au p ied de l ’é ch elle .\n                                                                         F . N o n n ig e r .\n\n\n\n\n148\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-036", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 149, "page_fin": 155, "titre_corps": "Pourquoi nous ne suivrons pas M. Huijsmans", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "EDMOND DE BRUIJN.", "ancre_debut": "Pourquoi nous ne suivrons pas M. Huijsmans Q u e lq u e s m ots sans p rét", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 162, "page_imprimee": 149, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1756, "texte": "Pourquoi nous\n     ne suivrons pas\n             M. Huijsmans\n  Q u e lq u e s m ots sans p réten tio n : « L e s écri­\nvains    ca th o liq u es   a tte n d en t    la Cathédrale un\npeu com m e le clergé atte n d u n e e n c y c liq u e »\nrencoignés dans une n otu le au p rem ier num éro\nde cette revue, et qu i ne d ev a ie n t m an ifester\nque l ’im p a tien ce resp ectueuse d ’un évén em en t\nà date,      furent     au ssitôt      so u lig n és.    D es     am is\ncrurent ou v o u lu re n t y lire q u ’une d éclara tio n\nde clien tèle é ta it sinon p rochaine, du m oins pos­\nsible : p arm i lesq u els entre autres, (1) M . Jean\nV io llis,   dans la     Revue Naturiste, et M . le ch a­\nnoine L . , d irecteu r de sém in aire, p ar une lettre\nob ligean te, eurent la so llic itu d e d e m e m unir\nde p récautions, ce lles du prem ier an ti-cléricales,\ncelles du second orth odoxes.\n     S i un si p eu lo isib le p rétexte so u le v a it ces\ninterpellations, ce la sign ifia it une im a g in a tio n\ndu p u b lic, co m m e quoi le nouveau                     livre      de\nM . H u ijsm an s d ép la cera it le p ô le d es écrivains\nap ologétiques, com m e             q u oi la sou m issio n de\nces derniers é ta it irrésolue,               com m e q u oi dès\nlors il fa lla it « influencer ».\n     Il y eu t là erreur d e p révision .\n     N i pour ni contre il n ’y              a lieu d ’entrer en\ncam pagn e ; m ais dès lors q u ’on s ’y intéresse,\nc ’est b ien     le   m oins      q u e j ’essaie       d ’e x p liq u e r\npourquoi.\n\n\n  (1)    L é o n B lo y vo u lu t y v o ir « u n e ré cla m e énorm e aux\npénibles docum en tations de M . F o la n tin ! ! !» !\n\n\n\n\n10                                                                    149\n"}, {"page_pdf": 163, "page_imprimee": 150, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1685, "texte": "   Q u e les écoles littéraires sont m ortes, que\nto u t artiste constitue une unité indépendante,\nq u ’il n ’est plus besoin au jo u rd ’hui de m aîtres\nni de discip les : ce sont là bavardages courants\net topiques d ’écrivains dépités d ’un abandon.\nIls peuvent avoir une valeu r parénétique, mais\nn’em pêcheront pas m êm e M M . P éla d an , ou\nG h il, ou de B o u h élier d ’exercer un ascendant.\nN ous ne profiterons donc pas de cette fin de\nnon-recevoir théorique : e lle écarte la question,\nnous voudrion s l ’élu cid er.\n   Q u ’on fasse bon com pte aussi, et au plu s vite,\ndes circonstances personnelles à l ’auteur : le\np rosélytism e littéraire se passe des poignées de\nm ain électorales. M . H uijsm an s est com m e\nT a in e un travailleu r solitaire et un esprit de\nm auvaise hum eur ; m ais le second exerça un\nem pire. E t d ’autre part ce n ’est pour avoir\nd istribué des préfaces en province, ou assis ses\ncauseries devant des dîners en v ille , que\nM . B o u rget est tenu pour un jeu n e m aître. Il\nserait indiscret d ’insister : c ’est l ’œ uvre elle-\nm êm e qui conseille le cerveau et le cœ ur de\nceux dont la com pagnie serait appréciable.\n\n                          *\n\n      Il y a donc, voulais-je d ire, à la destinée\nd ’isolem ent de M . H uijsm ans des raisons plus\nintim es. E lle s paraissent néanm oins à fleur de\nson œ uvre et percep tibles com m e elles sont, il\nest étonnant q u ’elles ne prém unirent pas le\np u b lic prêt à espérer ou à craindre.\n   E lle s résultent pour une prem ière part du\nstatut personnel de M . H uijsm an s. N otre\nauteur, en effet, v it une aventure quasi-m ira­\nculeuse : absurde et héroïque. O ù il est grand,\n\n\n\n\n150\n"}, {"page_pdf": 164, "page_imprimee": 151, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2272, "texte": "c ’est lo rsq u ’il nous confie des raisons d e certi­\ntude qu i ne p eu ve n t va lo ir en dehors d e son\nesprit, des états q u e nous ressentirons pas avec\ncette acu ité d e gra n d p én iten t ou cet étonne­\nm ent de catéch u m èn e.\n  T e n ta tio n s, scru p u les, tiéd eu rs, après-confes­\nsion, avan t-co m m u n ion s, v o ilà qu i est du m êm e\ngenre q u e les transes et les              affolem ents d ’un\nam ant et d on c in d iv id u e l et            non    a d a p ta b le .\nM ais   en    p lu s      les   cas   présents        de    m a la d ie\nspirituelle son t in fin im en t p lu s rares et par là\ndénués    de     to u t     p ou voir    d ’édifier.       Il     d e v a it\narriver en outre qu e cette situ atio n ultra-per­\nsonnelle créât d ans notre n a tu raliste con verti\nune m anière d e sen tir sp éciale, sard on iq u e à la\nfois et sacristine. L ’in te llig e n ce de M . H u ijs ­\nmans est h y b r id e d ans to u te la v é rité et dès\nlors avec to u tes les con séquen ces du m ot.\n  M ais      ce tte    d isp o sitio n    re ligie u se         n ’a     fait\nqu’accentuer l ’id io sy n cra sie d ’un tem p éram en t\nqui, à ne p arler q u e littératu re, d e v a it rester\noriginal. L e procéd é et le con seil de son œ u vre\nsont de rapetisser au risque m êm e d u m esqu in ,\nde détourner sans crain te m êm e d u                           bizarre,\nl ’apport des sens, ju s q u ’au p o in t où il ap p araîtra\nque l ’im pression est hors con teste p ersonnelle,\nsans rapport av ec ce lle d es écrivains d evan ciers\nou du com m u n . C ’est-à-dire, pour vu lg a riser :\ndans l ’an gle du large co u p -d ’œ il de C h â te a u -\nbriand    nous         p ou von s     situ er   le    nôtre.           M a is\nM . H u ijsm an s, to isa n t la façad e d ’une ca th é­\ndrale, lui prêtera un e allu re in gén ieu se,                          qu e\ndes spectateurs voisin s pourront d ifficillem en t\nidentifier, où, à d éfau t d e l ’avoir trouvée, p lu tô t\nque de con descen dre ch a rita b lem en t à p artager\nleur im pression, s ’en taira et se satisfera d ’avoir\nremarqué q u e te lle sta tu ette du ty m p a n offre\nune bouche vicieu se ou un bras rom pu.\n\n\n\n\n                                                                          151\n"}, {"page_pdf": 165, "page_imprimee": 152, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1724, "texte": "    C e tte conception de l’art est anarchique :\nl ’écrivain est à lui-m êm e sa fin et son œuvre\nsera isolée com m e une île. C e t in d ivid u alism e\nrépudie toute so lid arité de cerveaux am is ou\nvoisins : v o ilà qui est e x clu sif de la form ation\nd ’une trad ition artistique, vo ilà qui ne s’accorde\npas d ’un souci de m ission ou d ’édification\nreligieu se, v o ilà com m ent M . H uijsm an s fait\nsigne de ne pas le suivre.\n\n                             *\n                         *   *\n\n\n\n  M ais M . H uijsm ans n ’eût-il pas ces propriétés\nrédh ibitoires, nous n'accepterions pas son ascen­\ndant.\n  Je veu x le dem ander nettem ent : E n quoi\nl ’idéalism e est-il intéressé à son œ uvre ? J ’aime\nà le dire afin que l ’on ne se m éprenne pas :\nj ’affectionne M . H uijsm an s ; j ’estim e son entête­\nm ent au travail, son acuité de vision m ’étonne,\nson vocabu laire m ’éblouit, son héroïsm e de\nchrétien m e fait rougir. C ’est donc im partialité,\nsi je fais observer q u ’à m on avis la critiqu e a\npris une habitud e erronnée, que, pour celu i qui\nne se paie pas de m ots, Paris de M . Z o la est\nid éaliste, la Cathédrale de M . H uijsm ans ne\nl ’est pas.\n    L a parution de ce livre su it la conversion de\nl ’auteur : e lle lui a fourni l ’occasion de considé­\nrer avec intérêt les ressources artistiques du\nchristianism e. C u rieu x m ais non ém u, il s’est\nenferm é avec son idée et des m anuels et nous a\ncom pilé un livre vaste et petit.\n   Il se fait que le sujet en est assez neuf, tant\nnos contem porains sont aveugles et ignorants.\nM ais en quoi ce livre qui par son o bjet ressortit\nau catholicism e est-il apologétique ? C e serait\n un livre d ’égale espèce, celui par exem ple que\n\n\n\n\n 152\n"}, {"page_pdf": 166, "page_imprimee": 153, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1942, "texte": "je voudrais engager M . H uijsm an s à écrire\ndem ain, soit la légen de alch im iqu e et chim ique,\nbourrée de form ules pittoresques et d ’invoca­\ntions bizarres, ju stifiée par des pièces de procès,\npopularisée par qu elqu es panneaux flam ands,\ndes fantaisies de B osch à R ops, l ’apocryph e\nlittérature de recettes d ’A lb e rt le G rand et les\nprosopopées de F a u st ; les pages à citer seraient\nla description de la gam m e des cornues, le\nlyriq u e arrêt devant l ’incom parable bleu des\ncristaux de sulfate de cuivre, tout enfin cond ui­\nrait au rêve de l’alim en tation chim ique de\nB erthelot, destinée à nous sauver des ragoûts,\ndes gargotes et de la m auvaise hum eur. So it\nencore le com m entaire de la vie enrouée des\nmachines, où siffleraient les courroies de\ntransm ission L e c h a t, où danseraient les plon ­\ngeurs.\n   Q ue ce soit une cathéd rale, plu tôt q u ’une\nm anufacture que M . H uijsm ans ait relevé avec\ndes sens de sauvage et une d iligen ce de greffier,\nou que M . M onet ait p o in tillé les divers aspects\nde l’horloge solaire sur la cathéd rale de R ouen,\nqu’est que cela im porte à l ’art relig ieu x ? N ous\nne retrouverons ja m a is sans doute un tel art à\ndélinéer des taches d ’hum id ité, à rendre sapides\ndes sauces, à attrister un p etit ja rd in d ’arche­\nvêché ; m ais aussi v o ilà tout notre auteur et\nq u ’on n’y cherche pas ce que certains nous ont\nconseillé d ’y trouver : de l ’id éalism e, c’est-à-dire,\ntout au m oins ou à peu près, des vertus de foi,\nun régim e m oral, une conception et des conseils\nde v ie ... L a foi de D u rta l ? O n sait com m ent\nest conditionnée sa certitud e. N i l’enchaînem ent\nphilosophique du dogm e, ni le régim e m oral\ndu chrétien, ni les expériences sociales et p o li­\ntiques de l ’ É g lise ne le requirent. C redo quia\nabsurdum ,     la   b izarrerie   de   la   litu rg ie,   la\n\n\n\n\n                                                          1 53\n"}, {"page_pdf": 167, "page_imprimee": 154, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1916, "texte": "richesse des am usem ents m iracu leu x ou diabo­\nliq u es suffirent à l ’enchanter. R ecevons D urtal,\navec des cris de reconnaissance, com m e un don\nde ce D ieu dont l ’esprit souffle où il veu t, m ais ne\ncroyons pas à la force exem plative de sa ju stifi­\ncation. Q u e la m ystérieuse aventure de ce con­\nverti ne contrarie pas les form ules rationnelles\nde l ’apologétique ordinaire, que la réception du\nsen sitif barbare, avide de pierreries et de super­\nstitions, ne com prom ette pas le progrès religieu x,\nque celui qui vien t d ’obtenir droit de cité ne\ndétourne pas les destinées d ’une race.\n   A u point de vue relig ieu x, P a ris et le grand\np u b lic — pour s’y restreindre — parlent par les\nlivres de M . S abatier, de M . F o n seg rive, de\nM . B runetière, cependant que M . H uijsm ans\nse bornera à dire, com m e un p etit vicaire, que\ncela est com m e cela parce que cela est ain si, à\nconstater que rapporté à C h artres ou à Sainte\nT h érèse, tout n ’est que poussière et fum ier, et\nà se d ivertir dans la 3 e partie de G örres, où il\nrencontra jadis G ille s de R etz, et où il reste\nbien quelques histoires d ’enfants qui crachent\nde la ferraille, des crapauds et des d iab lo tin s.\n— L a vie ? C om m e D u rta l rit tristem ent. C ’est\nle vieu x garçon sans am our. L a coriacité des\nbiftecks doit l ’ind uire à croire au règne du\npéché o rigin el. D u rta l, on d irait q u ’il n ’a\njam ais vu des ruisseaux, des prairies, des con­\nvalescents, des jeu n es époux. A h ! quel rêve,\nle grand rom an cath olique. C e serait le livre\nblanc. L a haute cathédrale y b én irait les foyers\nen rond, et les chaires et les ateliers et plus\nloin les chaum ières et les belles cam pagnes. L e\nciel, les form es et les choses in clin eraien t à un\ntièd e lyrism e, à une aim able concorde, à une\npieuse reconnaissance. E t v o ilà qui n ’est pas\ndu tout, car voici ce que nous analysons :\n\n\n\n\n154\n"}, {"page_pdf": 168, "page_imprimee": 155, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1638, "texte": "   L a v a llée du B ro h l (dans l ’E iffel Rhénan)\noffre ce savoureux spectacle : parm i l ’exubé­\nrance hirsute de sa flore bien nourrie et les\nrides rebutantes de ses assises volcan iques, la\nroute régu lière charrie m éthodiquem ent et per­\npétuellem ent des carrioles, farcies de paille,\ndesquelles sur deux l ’une cahote des cruchons\nd’eau gazeuse, H eilb rù n n en ou T ö n n istein ,\nl’autre, en blocs de tu ff déjà ta illés, ouvrés\net num érotés, quelques m illièm es parties de\ncathédrale.\n   V o ilà D u rta l : R é b a rb a tif et sensuel, il nous\nfait part d ’une vie pén ible où s’alternent les\naigreurs d ’estom ac et ses m éthodiques travaux\nde piété.\n   M ais nous, nous souhaitons un a r t (1) où il y\nait plus d ’espoir, plu s de bonté, plu s de reli­\ngion.\n   Il serait édifiant q u ’un écrivain pût faire\ncroire d ’un héros : q u ’il est spontané, confiant\nen lui-m êm e et doux à ses voisins, que sa\nreligion garan tit son bonheur et rend rait la\nsérénité au m onde, q u ’il sait prier à côté de ses\nlivres, m ais avec une fleur à la bouche.\n   L e christianism e, ce c ’est pas seulem ent la\nrancœur du péché origin el, l ’h u m ilité des\nsaintes pustuleuses, l ’ascèse de la nuit de\nl’Am e. V o yo n s : les fleuves descendent du G o l­\ngotha, les oiseaux se nichent clans les plaies de\nJésus, la croix se m et à fleurir. Il est après tout\ncertain que nous avons été sauvés.\n                                     E dmond         D e    B r u ij n .\n\n\n\n\n  (1) V . au n° 3 , p. 1 58 . Spect. Cathol. cette notion d é v e lo p p ée .\n\n\n\n\n                                                                           155\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-037", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 156, "page_fin": 158, "titre_corps": "La Cathédrale", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "E. D. B.", "ancre_debut": "la Cathédrale de Chartres) « LA C A T H É D R A", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 169, "page_imprimee": 156, "debut_caractere": 36, "fin_caractere_exclue": 1932, "texte": "la Cathédrale de Chartres)\n\n\n\n               « LA C A T H É D R A L E »>\n\n   N éan m o in s le sort m érité de ce liv re est d ’a v o ir du reten ­\ntissem ent sinon de l’in fluen ce.\n  N o tre auteur dont la p ieu se m a gie n ’a pu faire de sa cath é­\nd rale une é g lise, a va it, com m e on le sa v a it d e longtem ps,\ntoutes le s facu lté s p our en faire un m usée.\n   L e s cin q sens de M . H u ijsm an s sont des p lu s d é ve lo p p és\nqu ’on ren co n tra : il n e p o u va it m an qu er, q u e ses com pte-\nrendus des statues, des vitrau x, etc. de C h artres fussen t presti­\ng ie u x d’acuité et de m inutie. E t pour ce t in térêt on leu r passe\nle p en ch an t à la b izarre rie.\n  M ais ce cô té p iquan t con stitue le p rin cip a l de ses vues\nhistoriques sur l’art re ligie u x , et dès lo rs c ’est trop p eu et\nm êm e il est en trop .\n  S o it dit en p assa n t : M . H u ijsm an s m e fait m al, quand il\nm éprise l’art doux et intim e de M aître W ilh e lm et de Step h an\nL o ch n e r. L a Madone au pois de senteur, et, la Madone dans la\ngloriette de roses, du M u sée de C o lo g n e, sont le s ch o ses les plus\nan g éliq u es qu e je pus vo ir. P e u t-être aussi l ’é co le m oderne\nd e B e u ro n (1 ) m éritait-elle q u elq u e reco n n aissan ce.\n  L ’arch itectu re est, j e crois, m ieux et b ien tra itée , d ’une façon\np lus d idactique, et a v e c une in ta rissa b le érudition.\n  M ais où M . H u ijsm an s p erd notre assentim ent, c ’est dans\nles ép iso d es plus sp écia lem e n t th é o lo g iq u es. D a n s Là-Bas,\nM . H u ijsm an s nous a v a it ap p aru com m e une sorte de Jules\nV e r n e , si j e puis m ’exp rim er ainsi. A v e c in gén io sité et vra i­\nsem b la n ce, il h au ssait en un su jet si peu fréq u en té, le ren-\n\n\n  (1) On peut voir quelques reproductions de fresques bénédictines dans la revue\n« Durendal » de Bruxelles.\n\n\n\n\n1 56\n"}, {"page_pdf": 170, "page_imprimee": 157, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3769, "texte": "  seignem ent ju s q u ’à l ’im agin ation.          E n v e rs le d ia b le, p asse,\n  m ais ici où il s’a g it de sain teté et de divinité notre auteur a dû\n  s’abstenir de p areils p ro céd és. E n ga g n a n t le re sp e ct il a\n  perdu la sav eu r. I l se tien t sur ses ga rd es et cu ltiv e le carré\n  restreint d’une p iteu se co m p ilatio n ; son im agin ation re ste à\n  l ’étroit dans qu elqu es m on ograp hies m a l assim ilées et sp écia les\n  qu’il se b o rn e à traduire en sa la n gu e.\n     M ais son n atu rel n éanm oin s p erce dans le ch o ix q u ’il en fait,\n  dans la p référen ce q u ’il a cco rd e à te l ge n re de d étails. I l est\n  guidé — o u le con traire — p ar des sen s b a rb a re s et un esprit\n  peu ordonné. Il s’arrête d e va n t le s p hénom ènes anorm au x, il\n  abonde dans les th èses e xa g é ré es. L e fa u x m e rv e ille u x , la\n  thaum aturgie b a ro q u e et les d ia b leries le d électen t com m e\n  des confitures ; les docum ents v ic ie u x ou am bigus déterm in ent\n  sa scien ce, des a n a lo g ies n igau d es (com m e la p ro p h étie ce lti­\n  que de C h artres !) ne m anqu en t pas d ’o bten ir s a créa n ce .\n    M ais les gran d es passions, le s h a u tes sain tetés,                 B e rn a rd ,\n Ig n a ce, F ra n ço is, ne p eu v en t le reten ir : il sait in sp e cte r une\n m iniature, m ais n on co n tem p ler u n e forêt.\n    S a scien ce , un p eu fra îch e, sen t d ’ailleu rs le sém in aire et\n les m anu els de sixièm e m ain. E lle lu i a jo u é d e m auvais\n tours : le s erreurs to u ch a n t le trip artite S t-D e n ys sont tra d i­\n tionnelles et fra n çaises com m e c e lle s des S a in te s M aries de\n P ro v e n c e. M éliton , du I I e siè cle , est cité p arm i le s auteurs du\n X I I I e (ce q u e re le v a M . de G ourm ont) et H u g u e s d e S t-V icto r\n com m e un nom p ro p re, a lors q u ’il est p u b lic. A p ro p o s du\n sym bolism e d e l’A n g e lic o , il est aussi re p ro ch a b le de n e pas\n citer le P . B e iss e l (1).\n       M ais d ans 500 p a g e s et un si b e a u liv re , ce sont là des\n vé tilles.\n    Il d evien t p u b lic q u ’un certain ch an oin e R ic h e t re ch e rch e\n\n\n\n    (1) En un sujet plus spécial, qui par hasard ne m’est pas tout à fait étranger, la\n vie de la sœur M arguerite-M arie des A nges, dont le cadavre distilla de l’huile,\n notre auteur commet des inexactitudes beaucoup plus excusables, mais qui mani­\n festent une habitude de défigurer les textes en les outrant.\n    Qu’elle s’appellait van Valckenisse et non van Valckenissen , le donateur du\n Carmel d’Oirschot Lintermans et non L indermans, ce sont distractions.\n   Mais quant aux détails m iraculeux :\n    1) que j e sache, il n’y a pas mention de stigmates aux mains.\n   2) L ’acte notarié de l’autopsie dit qu’il s’échappa du ventre gonflé un pot et\ndemi d ’eau (sesqui poculum) et non « à peine la valeur d'une dem i-pinte ».\n   3) Qu’on découvrit dans la vésicule du fiel, trois têtes de clous, et non trois clous.\n   4) « L e 7e jour après le décès, le corps qui avait toujours été flexible et maniable\nse gela du côté droit et la même chose arriva le lendemain au côté gauche, de sorte\nqu’il demeura environ 3 semaines gelé » dit M gr de Ram (*) et il en donne la raison\nen note « L ’hiver de 1 658 fut rude e t long. Pendant plusieurs semaines on traversa\nà. pied l’Escaut à A nvers ».\n   Que dit M. Huijsmans (**) : «... et m algré le froid d’un hiver si rude que l’on put\nfranchir l’Escaut en voiture, le corps se conserva souple et flexible » !\n\n\n (*) Notice su r la vénérable M . M . des A nges, broch. Louvain, 1 865 . p. 18.\n (**) L a Cathédrale, p. 146.\n\n\n\n\n                                                                                   157\n"}, {"page_pdf": 171, "page_imprimee": 158, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2093, "texte": "le rid icu le et la cé léb rité en dénon çan t la Cathédrale à la S . C o n ­\ngrég atio n de l’In dex. N o tre co n verti est sin cère et héroïque,\nc e la suffit à faire com p rend re qu e ce ch an oin e com m et une\nm a u va ise action . Il est p eu p ro b a b le q u ’il p arvien n e à ses\nfins ; n éanm oins cette co m p agn ie, dont j ’ign o re la p ro céd u re,\nune fois m ise en b ra n le, sa bo n n e vo lo n té p eu t-elle n e pas\np ren d re en con sidération des erreurs d ’un m ot ou d ’une lign e,\nsi elle s sont sign alé es et m an ifestes.\n  F ra n ch em en t d’ailleu rs, les erreurs de M . H u ijsm a n s sont\ndes erreurs écclésia stiq u es. Jusqu’ic i c ’était la critiqu e in dép en ­\ndante et non l ’In d ex qui ten tait de nous le s d ésap p ren d re.\nQ uoiqu’il en soit, il m e sem b le absu rde de su p p o ser q u ’elles\npuissen t im p orter au régim e de la foi.\n  L e ge n re m êm e des re ch e rch es de M . H u ijsm an s lu i interdit\nla p o ssibilité d ’in qu iéter le s âm es. L ’étroitesse, qu e n ous lui\nrep ro ch o n s, doit en ce ca s suffire à le sau ver.\n  C e n ’est p as lu i qui p arle du go u vern em en t de l ’É g lis e , des\np réro ga tives des états, des h y p o th èse s p olitiques ; il n ’a lu ni\nF ù n c k ni H a rn a c k , il ig n o re scru p u leu sem en t la B ib le et les\nprem iers tem ps de l’E g lis e ; il n ’a p as d’opinion dans la co n ­\ntro v erse sur la g râ c e ou sur le s fondem ents de la certitude\nre lig ie u se — où l ’on discute son p rop re ca s — , il ne tien t ni pour\nS t-P ie rre ni p our S t-P a u l ; en u n m ot ce qui essen tiellem en t\np hilo sop h iqu e ou re lig ie u x lu i dem eu re étran ger.\n  D e s in exactitu d es tradition n elles sur des p oints sans rap ports\nà la foi aux m œ urs, une dévo tio n p eu re lig e u se, u n e co n cep tio n\nm édiocre, scru p u leu se et in to léran te du cath o licism e, v o ilà ce\nqu 'on n ’est p as h abitué à tro u ver co n d am n able et ce q u i ne\nsera sans doute p as con dam n é.\n                                                                E . D . B.\n\n\n\n\n158\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-038", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 159, "page_fin": 167, "titre_corps": "Le sens énergique chez la jeunesse", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "GEORGES LE CARDONNEL.", "ancre_debut": "Le sens énergique chez la jeunesse Une vaillante revue fra", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 172, "page_imprimee": 159, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1877, "texte": "Le sens énergique\n             chez la jeunesse\n     Une vaillante revue française L'Effort a entrepris\n il y a quelques mois une intéressante enquête sur\n «Le sens énergique chez la jeunesse» ; les questions\n qui s’adressaient aux jeunes hommes ayant de 20 à\n 26 ans étaient les suivantes :\n     I. Dans quel sens général un intellectuel doit-il au­\njourd’hui diriger son activité?\n     II. Quelle situation lui est-elle faite à votre avis par\n les conditions économiques actuelles ?\n     III. Quelle position immédiate et pratique allez-vous\npersonnellement choisir ou avez-vous déjà choisie pour\n assurer notre économie matérielle et par suite le libre\n développement de votre énergie idéologique ?\n     Les réponses ont paru indiquer que la jeunesse\n actuelle loin de considérer l’art comme une fin\n semble bien plus préoccupée d’exercer un apostolat;\n  elles manifestent un besoin ardent de sacrifice,\n  d’expansion vers les créatures, de dévouement pour\n une cause. Mais pour quelle cause ? dans quel sens ?\n pourquoi ? Sur ces points les réponses sont générale­\n ment très vagues si l’on excepte celles des catholi­\n  ques et des libertaires ; en vérité elles révèlent une\n  profonde désorientation, chez quelques-uns le désir\n  de s’orienter, presque toujours de l’enthousiasme\n  vers du vague, peu de souci d’une religion ou d’une\n  philosophie sur laquelle baser sa vie ; en même\n  temps, très rares sont ceux que semble contenter le\n  désir d’accomplir une belle œuvre d’art ; on pourrait\n  résumer ces réponses en disant qu’elles indiquent\n  peu d’artistes, très peu d’intellectuels et une jeunesse\n  pleine de bonnes intentions.\n                               *\n                             **\n Et d’abord qu’est-ce qu’un intellectuel ? On a telle­\nment abusé de ce mot, ces derniers mois surtout ;\n\n\n\n\n                                                         159\n"}, {"page_pdf": 173, "page_imprimee": 160, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2186, "texte": "  il n’est pas un monsieur ayant eu l’intention de quel­\n  ques sonnets à la sortie de sa rhétorique et achetant\n  quotidiennement le Journal et l’Echo de Paris, le\n  dimanche le Temps à cause de la « vie littéraire »\n  de M. Gaston Deschamps, quelquefois, une de\n  nos revues pour savoir ce que valent les jeunes,\n  qui ne vous entretienne de son intellectualité.\n  L ’intellectuel est-il l’homme qui s’intéresse plus ou\n  moins assiduement aux travaux de l’intelligence ?\n  J’avoue n’être guère plus avancé. M. Louis de St-\n  Jacques nous dira qu’il appelle intellectuel « celui\n  dont l’intelligence est apte non seulement à com­\n  prendre les idées générales, mais encore à s’y inté­\n  resser de quelque ordre qu’elles soient » ; je crois\n  que l’intellectuel de M. Louis de St-Jacques est\n  simplement un dilettante intelligent.\n     Je crains qu’ainsi l’on n’abuse trop de ce mot, et\n  que bientôt ne soient intellectuels tous les hommes\n  dont la seule supériorité est de gagner leur vie en\n  noircissant du papier pour le compte de l’Etat ou\n  des particuliers, et à ceux-là, il faudra encore ajouter\n  les professeurs, les instituteurs, les avocats, les\n  notaires, les médecins, les pharmaciens, les vétéri­\n  naires, les officiers en retraite et les vieux magis­\n  trats qui font des vers ou empaillent des oiseaux,\n  tous les étudiants, les ouvriers qui lisent Karl Marx\n  et veulent réformer la société, sans compter les très\n  nombreux qui ont les loisirs des gens riches et\n  achètent des livres pour ne pas les lire. M. Brune­\n  tière s’est posé la question dans un des derniers\n numéros de la Revue des deux mondes, et il met en\n garde, à bon droit, contre les prétentions de ces\n trop nombreux intellectuels. Un métricien, nous dit\n M. Brunetière, n’est pas forcément un intellectuel,\n et M. Brunetière : a bien raison ; je me permettrai\n seulement d’ajouter qu’un métricien qui ne serait\n qu’un métricien ne serait aussi qu’un petit poète :\n si la recherche de la forme pour la forme suffit à\n faire un artiste, je ne crois pas qu’elle suffise pour\nun grand écrivain ; par contre, il existe des intellec­\ntuels qui ne sont pas des artistes ; Hello m’apparaît\n\n\n\n\n160\n"}, {"page_pdf": 174, "page_imprimee": 161, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2168, "texte": "comme un type de l’intellectuel et Hello n’était pas\nun artiste, comme l’a très bien montré M. Aguettant\ndans une belle étude sur laquelle je reviendrai. Un\nsavant — je parle même d’un savant qui fait des\ndécouvertes ordinaires, découvertes qui n’exigent\nen général qu’un esprit déductif — peut fort bien ne\npas être un intellectuel ; un intellectuel doit posséder\nl’esprit de synthèse et un savant qui possédera cet\nesprit s’élèvera immédiatement de l’observation de\nphénomènes particuliers jusqu’aux grandes lois\ngénérales.\n    Un intellectuel est un homme très intelligent si\nl’on admet que l’intelligence commence avec la\nfaculté de lire les rapports qui relient des phéno­\nmènes en apparence différents ; artiste, il perçoit\nl’idée sous la forme ; savant, il lit la loi générale qui\nse dégage des lois particulières. Un intellectuel voit\nchaque chose en soi, détachée des contingences\nquand il a déterminé ce que ces contingences ont\napporté ; dans l’examen des faits de la vie, il est\n capable de se dérober à l’influence de toute passion,\n de toute préférence sentimentale, d’affirmer un\n principe qu’il reconnaît vrai même si cette affir­\n mation le condamne à ses propres yeux : il méprise\n tout ce qui n’est que préjugés, conventions sociales;\n on peut dire qu’un intellectuel bien que vivant dans\n le présent est déjà un homme de l’avenir ; il voit les\n choses du présent comme les hommes ordinairement\n intelligents voient celles du passé ; il sait mettre\n dans le présent chaque chose à sa place ; il sait\n voir un ensemble ou d’autres ne voient qu’un\n éparpillement ; créateur artistique ou littéraire,\n l’intellectuel s’attache à présenter ses types sous un\n aspect d’éternité ; le caractère dominant de ses\n créations est celui de l’universalité ; sa fièvre est\n  celle de l’unité ; l’intellectuel est l’homme qui voit.\n  Quand il a saisi les objets extérieurs par la per­\n  ception, il ne s’arrête pas à la sensation, car elle\n  n’est qu’un moyen, le moyen de percevoir — et les\n  choses ne l’intéressent que par leurs qualités perma­\n  nentes ; il a soif d’immuable, d’absolu ; dans une\n\n\n\n\n                                                      16 1\n"}, {"page_pdf": 175, "page_imprimee": 162, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1977, "texte": "œuvre d’art, les figures sont le moyen de traduction\nde sa pensée, ce qui ne veut pas dire qu’il méprise\nla forme, il doit au contraire s’il est artiste et s’il\nveut se développer harmonieusement s’efforcer de\npercevoir et de faire percevoir en beauté. Un tel\nhomme pourrait devenir facilement odieux, mais\nchrétien il développera parallèlement les facultés de\nson cœur et il ne trouvera la paix qu’en Dieu qui\nest pour lui l’incompréhensible limite.\n\n                             *\n                            * *\n\n    L ’intellectuel ainsi envisagé, il résulte de l’enquête,\n de « l’Effort», que seulement peu de jeunes hommes\n ont manifesté en cette occasion quelque tendance\n à le devenir ; d’ailleurs à notre âge, tout au plus\npouvons nous commencer de travailler à acquérir\n cette intellectualité qui sera notre jeunesse éternelle ;\n à prétendre la posséder, nous risquerions de ne\n pas agir en conformité avec notre prétention et de\n nous vieillir à la façon de ces petites filles qui ont\nhonte de leur grâce ingénue et désirent paraître\njeunes femmes avant que d’en avoir la beauté. Mais\nce qui est à remarquer, comme je le disais plus haut,\n c’est que les grands problèmes de la vie semblent\npeu préoccuper notre génération, et il faut voir\n dans cette absence de direction et même du désir\nd’en posséder une la cause du vague de la plupart\n des réponses. Aussi deux catégories de déclarations\nont seules été nettes : celles des catholiques et celles\ndes libertaires.\n   Les catholiques ont une notion certaine du monde\nqui leur enseigne comment ils doivent prendre\nconscience d’eux-mêmes devant la vie ; les liber­\ntaires, très simplistes malgré des apparences de\ncomplication songent à un démolissement général\nsans indiquer d’ailleurs quelle notion de parfait leur\nfait juger mauvais le monde actuel.\n   A la vérité, nous portons tous au profond de nous-\nmême le souvenir d’une harmonie première perdue ;\nc’est pourquoi Socrate dit dans le récit de Phédon,\n\n\n\n\n162\n"}, {"page_pdf": 176, "page_imprimee": 163, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2106, "texte": "selon Platon, qu’il pense que son âme a connu une\nvie antérieure plus parfaite où elle a appris les\nnotions de Beauté, de Bonté et telle autre mysté­\nrieuse d’égalité, mais que dans cette vie, ses sens\nobscurcissent son âme. Nous souffrons tous des\nbrisures qu’a subies l’harmonie universelle ; nous\nsouffrons des laideurs qui se dressent à côté des\nbeautés de la vie et les libertaires croient que les\nlaideurs se peuvent raser comme de vieilles mu­\nrailles. Cependant il suffit d’observer pour compren­\ndre que détruire n’est que compromettre davantage\nl’équilibre relatif de notre monde : c ’est précisément\ndans la notion de destruction et dans celle de mort\nqu’apparaît l’infirmité de notre nature. Tout ce qui\nest laid participe en effet plus ou moins de la mort,\ncar tout ce qui est laid appelle l’idée de relation qui\nse brise ; détruire, renverser, n’est donc qu’aug­\nmenter le domaine de la laideur, c ’est accroître\nnotre infirmité, c’est faire du mal à nous-mêmes.\n    «Ah ! marchez droit devant vous, écrit M. de\n Bruijn dans sa belle réponse, troublez donc le\n providentiel équilibre, individualistes, en dépit des\n hommes et de Dieu ; mais l’herbe que vous foulez,\n vous ensanglantera le pied, mais les branches que\n vous écartez vous cingleront la joue. »\n    M. de Bruijn dit encore : « L ’homme qui suit ses\n instincts, qu’est-ce à regarder de près ? de la matière\n qui se désagrège ».\n    L ’homme qui suit son instinct accomplit sur\n soi-même un acte de destruction et il est amené\n bientôt à détruire autour de lui ; c’est ainsi que les\n libertaires sont victimes d’eux-mêmes en croyant\n s’affranchir. Il est certain qu’il y a hostilité entre\n l’instinct de l’homme et la nature ; la meilleure\n preuve est que notre instinct le plus violent est\n celui de la conservation de notre vie physique et\n cependant la mort existe ; l’harmonie entre l’instinct\n de l’homme et la nature a donc été faussée et depuis\n « le divin triangle — Vérité, Bonté, Beauté — a été\n obscurci ».\n    C’est pourquoi M. Kinon écrit dans sa réponse :\n\n\n\n\n                                                     163\n"}, {"page_pdf": 177, "page_imprimee": 164, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1994, "texte": "  « Procurer la gloire de Dieu, c’est ici-bas œuvrer\n au développement du divin triangle — Vérité, Bonté,\n Beauté — obscurci par les fumées du Péché\n  originel ».\n    Que fera donc le chrétien ? loin de détruire ou de\n suivre aveuglement son instinct, comme certains le\n préconisent, il s’efforcera de le diriger, de rétablir\n cette harmonie perdue et en se guidant sur la loi\n révélée, s’efforcera de satisfaire cet autre instinct\n tout intérieur qu’est la conscience.\n    Ne croyez pas cependant qu’il doive s’abîmer\n dans un vide pieux. Loin de mépriser son dévelop­\n pement, il voudra l’assurer aussi complet que pos­\n sible et le développement qui lui est offert est\nindéfini, puisque sa fin est en Dieu : « Soyons com­\nplets et fiers de l’être», écrit M. de Bruijn. Il me\nparait même que c’est un devoir de travailler à le\ndevenir, comme c’est un devoir de rendre la nature\nde plus en plus belle et féconde. L ’homme qui croit\nau Péché originel accomplit ainsi un acte de répara­\ntion envers Dieu. L e poète et l’artiste qui rendent\nsensibles l’inétreignable Beauté accomplissent entre\ntous des actes de réparation ; créer de la Beauté,\nc’est travailler à la gloire divine, c’est sculpter de la\nprière ; c’est s’élever d’une observation vraie de la\nnature imparfaite jusqu’à une conception idéale de\nla Beauté parfaite.\n                              *\n                          *       *\n\n\n   M. Mithouard écrit dans sa réponse : « Mettons\nnos richesses émotives à la disposition de nos idées...\nL ’essentiel me semble présentement d’en arriver à\nsentir ce qu’on éprouve. Il est pour nous d’ordre\nvital de vivre en ordre ».\n   Cette préoccupation de la recherche de l’ordre\nqui est aussi celle de l’unité, nous la retrouvons\ndans le fond de toutes les déclarations catholiques ;\nsans ordre, pas de vie harmonieuse, pas de déve­\nloppement harmonieux : c’est l’amour même de\nl’ordre qui peut nous conduire à lutter contre notre\négoïsme ; car que fait l’égoïsme, si ce n’est fausser\n\n\n\n\n164\n"}, {"page_pdf": 178, "page_imprimee": 165, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2095, "texte": " encore davantage un rapport déjà inharmonieux\n entre deux créatures imparfaites ? L ’égoïsme en\n accordant au fort aux dépens du faible accroît un\n désordre, aussi la charité n’est-elle pas une jouis­\n sance, mais comme le sacrifice une loi du dévelop­\n pement humain.\n    L a charité est une jouissance pour les inconscients,\n une loi pour ceux qui pensent, écrit M. de Bruijn.\n   Tous les réponses chrétiennes se prononcent ainsi\n en faveur d’une action de charité dans le monde, (1)\n   L e devoir est d’agir à l’égard de la société pour\n atteindre à la justice, écrit M. Fierens.\n   Il existe chez l’homme une tendance à la solidarité,\n tendance que souvent on n’avoue pas et qui a pour\n base notre commune destinée, écrit M. Hoorickx.\n    Et M. Kinon déplore la loi économique de la\n division du travail « qui tend à transformer l’homme\n en machine, à substituer l’hypertrophie au déve­\n loppement. »\n    L a division du travail qui cause un désordre en\n substituant l’hypertrophie au développement active\n encore l’égoïsme humain en substituant des efforts\n distincts et individuels à des efforts combinés vers\n une même fin visible.\n   M. Mithouard envisage l’influence de l’écrivain\nsur la société :\n   « Que s’il s’agit de l’individu intellectuel ce devoir\nest d’autant plus impérieux pour lui de ne vouloir\nqu’une pensée aimante et souffrante que sa personne\nrayonne autour de lui, fut-ce à son insu et par la\nforce sourde de l’exemple et à plus forte raison s’il\nparle et s’il écrit, il devient inévitablement le type\nd’un grand nombre d’autres individus qu’il forme à\nson image et qui émanent de lui. »\n   M . Ramaekers voit pour l’intellectuel une mission\nsublime :\n   « Lui seul parle encore à la foule, et c ’est donc\nlui qui doit être l’apôtre, le missionnaire parlant aux\n\n  (1) L a m a u va ise fo i de la re v u e « L e Libre» (P aris, n° d ’A vril)\nqui syn th étise n os rép o n ses : « tout est p our le m ieux dans le\nm eilleur des m on des » n ’a d ’é g a le qu e c e lle de M . R e tté .\n\n\n\n\n11                                                                        1 65\n"}, {"page_pdf": 179, "page_imprimee": 166, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2057, "texte": "hommes du créateur, soit que par la science et\nl’étude sociale, il leur fasse entrevoir la science\néternelle de l’absolue vérité et la justice de Dieu,\nsoit qu’il glorifie par la beauté des oeuvres d’art la\nBeauté infinie. »\n                           *\n                         **\n\n   Si les réponses qui ne sont pas catholiques n’ont\npas cette précision, on y trouve cependant des affir­\nmations de paix, de générosité ; l’une dit : Diderot,\nRousseau, Voltaire, Beaumarchais ont fait une\nrévolution, tâchons d’en rendre une impossible ;\nd’autres, il est vrai, croient encore à l’œuvre des\nécrivains du X V IIIe siècle qui en vérité n’ont rien\némancipé du tout, mais bien plutôt reflété une ten­\ndance générale des esprits et fait dévier un mouve­\nment qui ne demandait qu’à être bon et généreux ;\nil en est même un qui trouverait bon que l’on recom­\nmençât : s’il devient un jour un André Chénier, il y\nrisque sa tête ; ce n’est pas aux vrais écrivains que\nservirent jamais les révolutions ; elles n’ont jamais\nservi qu’à la gloire de quelques médiocres et de\nquelques brutes ; après, s’empresse-t-il d’ailleurs\nd’ajouter, on proclamerait le triomphe de la Vie\nharmonieuse et libre. En dépit d’une grande incohé­\nrence, nous retrouvons toujours ce désir d’un retour\nà une vie harmonieuse et libre ; la tyrannie de notre\nmonde en habit noir, de tout ce qui n’est que pré­\njugés, conventions, ne satisfait aucun de nous ; nous\navons tous un désir immense de vie belle et entière.\n   Ce désir est si impérieux qu’il cause quelquefois\nles plus curieuses déclarations. M. Lebey nous dit\npar exemple : « Il y a un devoir qui prime tous les\nautres, c’est de se réaliser soi-même pleinement avec\ntous ses vices et ses qualités » et plus loin : « un\nartiste n’apparaît un monstre à la société que parce\nqu’il répudie les fausses lois pour accepter les seules\nvalables, celles de sa conscience » ; auquel cas,\ncomment se pourra-t-il se réaliser avec ses vices ?\ncar j ’estime que sa conscience définit ses vices.\n   Avec M. Leblond nous entendons la marche\n\n\n\n\n166\n"}, {"page_pdf": 180, "page_imprimee": 167, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1779, "texte": " héroïque chère aux naturistes : « L ’heure est grave,\n nous dit-il. Il s’agit de relever l’homme qui a perdu\n la conscience de sa dignité ; il s’agit d’édicter des lois\n morales qui puissent correspondre au sentiment\n actuel des races ; il s’agit pour tout dire d’imposer\n aux destinées des trajectoires harmonieuses » et\nplus loin : « Tentons une action morale ». Laquelle?\n Celle de M. St Georges de Bouhélier, sans doute ;\nmais M. S t Georges de Bouhélier attend ; il attend\n « un bouleversement national qui nous autorise à\nprendre un emploi plus important, qui mette davan­\ntage en valeur notre énergie et notre esprit ». Les\nlongues périodes héroïques de M. St Georges de\nBouhélier toucheront-elles les maîtres éphémères\ndes prochaines ruines ?\n    M. Leblond a raison : « L ’heure est grave ». Elle\nl’est surtout pour ceux qui veulent donner au monde\ndes chants nouveaux ; le prochain siècle sera beau­\ncoup ce que nous le ferons ; en ouvrant les yeux à\nl’âge où l’on commence à voir, nous avons pris\nconscience d’une tâche à laquelle on ne nous avait\npas préparé ; c’est de nous qu’est attendu le cri qui\néveillera ceux qui vivent dans la mort ; nous savons\ndéjà tous, et c’est beaucoup, que dans la vie il y a\nautre chose à faire, qu’une petite gloire à récolter,\nque des préjugés à respecter, que de l’argent à\ngagner ; nous savons que des paroles de vie man­\nquent au monde.\n   J’ai désiré indiquer ici plus particulièrement com­\nment la foi catholique précise le devoir d’action\nmorale qu’on entrevoit vaguement esquissé dans les\nautres réponses, et comment cette action morale-\nest liée étroitement à la conception chrétienne de la\nvie et du monde.\n                         G eorges L e Card on n el.\n\n\n\n\n                                                       16 7\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-039", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 168, "page_fin": 170, "titre_corps": "Le Criminel dans l’art et la responsabilité de l’artiste", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "ISIDORE MAUS.", "ancre_debut": "Le Crim inel dans l’art et la responsabilité de l’artiste. Les thèses établies dan", "ancre_fin": "e M a u s .", "fin_page_complete": false, "fin_avant": "É t u d e s d e s c i e n c e s o c i a l e , p a r Jules Brouez.", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 181, "page_imprimee": 168, "debut_caractere": 2, "fin_caractere_exclue": 2533, "texte": "Le Crim inel dans l’art et la\n   responsabilité de l’artiste.\n      Les thèses établies dans le dernier « Spectateur » par M. Maus pour et contre\nl’opinion de M. Enrico F erri au sujet des « Criminels dans l’art et la littérature » ont\navantageusement subi l’épreuve de la presse. (Voir surtout : X X e Siècle, suppl.,\nBruxelles, 27 F évrier ; L e N ational, Bruxelles, 7 Mars ; L e Patriote, Bruxelles, 8\nM ars; L e B ie n P u b lic, Gand, 10 Mars, reprod. dans L a Métropole, éd. du soir,\nAnvers, 10 Mars ; L e J o u rn a l de B r u x e lle s, Bruxelles, 2 M ai ; L a Ju stice Sociale,\nBruxelles, 20 M ai ; L e J o u rn a l des T rib u n a u x, N ° 1391 ; D u ren d a l ; L a Revue\nP én itentiaire ; L a P a s ic ris ie Belge).\n    Aussi bien M . Maus, ch ef du bureau de Législation pénale au Ministère de la\nJustice de Belgique, retire de la fréquentation journalière des affaires criminelles\ndes ressources expérimentales et de l’aisance en ce genre d’études. M . Enrico F erri a\nd’ailleurs tenu à reconnaître l’honnêteté de cette réfutation.\n    A cette récente étude, M . Maus veut adjoindre par la présente notice une\nconclusion particulière et additionnelle.\n\n\n   L ’étude du criminel dans l’art suggère une autre\nréflexion : celle de l’influence morale exercée par les\nartistes et de la responsabilité qui en découle.\n   M. Ferri s’élève avec vivacité contre la thèse\nsoutenue par M. Bourget dans Le Disciple et défendue\nen ces termes par M. Brunetière : « Il est temps\nque l’indifférence cesse, les savants sont responsables\nde ce qu’ils écrivent. Certaines limites ne doivent\npas être franchies, et il est nécessaire de leur mon­\ntrer à tous qu’un penseur commet une mauvaise\naction quand il néglige les conséquences qu’on pourra\ntirer de ses écrits ».\n   Comment ? répond M. Richet cité par Ferri,\n« du moment qu’on ne laisse pas la science errer,\net, s’il le faut, divaguer en pleine liberté, c ’en est\nfait du progrès ». D ’ailleurs, « est-ce que jamais\nune théorie abstraite a pu conduire à un mouvement\nde la passion?... Les hommes sont menés par des\npassions, non par des idées abstraites ».\n   On est vraiment surpris de rencontrer une telle\nerreur psychologique sous la plume d’hommes comme\n Richet et Ferri. Sans aller jusqu’à admettre la\nthéorie des idées-forces de M. Fouillée, il est certain\nque si les passions ont une puissance communicative\nplus prompte et plus violente, les idées ont égale­\nment une influence considérable. Celle-ci est plus\nlente et moins visible, mais plus profonde et plus\n\n\n\n\n 168\n"}, {"page_pdf": 182, "page_imprimee": 169, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2066, "texte": "durable. E t cela est plus vrai encore des idées\nabstraites, parce que, étant dégagées des contin­\ngences de temps, de lieu, de personnes..., elles\nsurvivent aux circonstances qui les ont fait naître.\n   Ainsi, les idées philosophiques qui régnaient en\nFrance au dix-huitième siècle dans les sphères intel­\nlectuelles, à cinquante ans de distance ont amené la\nrévolution française et constitué le régime juridique,\néconomique et social qui nous étreint encore. Comme\nTaine l’a démontré, la révolution française est l’abou­\ntissement d’une conception abstraite et utopique de\nl’humanité.\n   La réaction contre ce régime funeste suit, sous\nnos yeux, une marche analogue ; elle s’accomplit\npeu à peu dans les idées avant de passer dans les\nfaits.\n   De même, l’idée de l’Unité allemande a donné\naux peuples germains une jeunesse et une vigueur\nnouvelles ; elle a provoqué un mouvement intellectuel,\npolitique et social des plus remarquables ; elle a\npréparé et rendu possible la transformation politique\n de l’Allemagne.\n    Mais ce n’est pas sous la forme d’une idée abstraite\n que le crime se présente à nous dans les arts, ni\nsous une forme impersonnelle comme dans les livres\n de science. Dans un roman, dans un drame, c’est\nune personnalité vivante, une âme humaine, qui sent,\n agit et souffre devant nous, dans sa réalité de chair\n et de sang. C ’est même presque toujours, comme le\n remarque M. Ferri, un criminel par passion, dont\n trop souvent des pinceaux de maîtres ont dépeint\n les faiblesses sous des couleurs admirables.\n    Ainsi humanisé, le crime exerce sur nous une\n impression troublante. L a sympathie et la commu­\n nication d’âme s’établissent naturellement entre le\n lecteur et le héros du drame. Nous partageons ses\n craintes, ses angoisses, ses désirs, ses voluptés ; nous\n nous sentons, avec lui, criminels pour un instant.\n Et cette abdication théorique de nous-mêmes porte\n certainement atteinte à la vigueur de notre moralité ;\n elle prépare la voie à des abdications pratiques.\n\n\n\n\n                                                      169\n"}, {"page_pdf": 183, "page_imprimee": 170, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 872, "texte": "   De même, au degré infime de l’échelle littéraire,\nles récits détaillés et surtout illustrés de faits crimi­\nnels exercent sur les masses une influence désas­\ntreuse. Ils déposent dans l’esprit des faibles, des\nalcooliques, des enfants surtout et des malheureux\ntourmentés par la tentation du mal, des impressions\nqui s’accumulent pour se réveiller un jour terrible­\nment fortes. Ils provoquent de véritables épidémies\nd’attentats criminels, se reproduisant avec une telle\nressemblance que l’influence de l'imitation apparaît\névidente. Elle a été scientifiquement démontrée par\nM. Tarde et par le D r Aubry dans son livre célèbre\nLa Contagion du Meurtre.\n  Ce côté de la question du crime dans l’art, le plus\nimportant peut-être au point de vue social, semble\navoir échappé à M. Ferri.\n                                                       I s id o r e M a u s .\n\n\n\n   "}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-040", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 170, "page_fin": 171, "titre_corps": "Études de science sociale, par Jules Brouez", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "GASTON HOORICKX.", "ancre_debut": "É t u d e s d e s c i e n c e s o c i a l e , p a r Jules Brouez. (B ru xelles : V e M onnom ).", "ancre_fin": "o r ic k x .", "fin_page_complete": false, "fin_avant": "Les F ra n ça is d’a u jo u rd ’hui (les ty p e s so ciau x du M idi et du Centre)", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 183, "page_imprimee": 170, "debut_caractere": 872, "fin_caractere_exclue": 2646, "texte": "É t u d e s d e s c i e n c e s o c i a l e , p a r Jules Brouez. (B ru xelles :\nV e M onnom ).\n   E c la ire r le p ro blèm e s o cia l et a va n t to u t le p o se r a v e c n et­\nteté, v o ilà la ca ra ctéristiq u e de ce liv re et la v ie entière de\nson auteur.\n   Indépen dam m en t de la v a le u r in trin sèque de son œ uvre,\nM . B ro u e z m ériterait d é jà le tribut d ’in d u lge n ce et d ’adm ira­\ntion que l ’on doit au bon v o u lo ir e t au co u rag e de tous ceu x\nqu e p assionn e la re ch e rch e de solutions lib éra trices d ans une\nqu estio n aussi co m p lex e        et aussi red o u table.       La    lo y au té,\nl ’hon nêteté et la sain e lo giq u e qu e l ’on tro u v e en cette étude,\nla cla rté a v e c la q u e lle l’a u teu r v a au b u t sans n im ber jam ais\nsa p en sée d’aucun e p h ra séo lo g ie im portune, lu i donnent droit\nà b e au co u p d’estim e.\n   L a p la ie so ciale , d’ap rès M . B ro u e z, c ’est l ’ig n o ra n ce où se\ntro u v e la so ciété re lativ em e n t à l’in co n testab ilité d ’un e san c­\ntion so cia le extra-terrestre.\n   P ren a n t pour p oint de d ép art cette solution , il s’efforce de\nm on trer que d e cette ign o ran ce seu le vie n t tout le m al.\n   D ro it divin et droit p o p u laire, th é o cra tie et d ém o cratie, vo ilà\nju s q u ’ic i tout le c y c le des so u verain etés. N i l ’une ni l ’autre\nn ’a eu de stabilité p a rce q u e, si la p rem ière a eu l ’a va n ta ge\nde s’a p p u y e r sur l ’id ée re lig ie u se, e lle était im p uissan te à\nl ’im p o ser de fa ço n in d iscu tab le à l ’esp rit hu m ain , et le jo u r\noù, sous la poussée irrésistib le des d é co u ve rte s, la scien ce a\np u attaq u er cette cro y a n c e en l ’au-delà, la th éo cra tie avait\nv é cu .\n\n\n\n\n170\n"}, {"page_pdf": 184, "page_imprimee": 171, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2968, "texte": "   L a d ém ocratie au jo u rd ’hui se m eurt de son m atérialism e.\n   A v e c sa form ule « p o st m ortem n ih il » e lle a u rait dû p o u vo ir\n assurer ici-bas le b o n h eu r et e lle ne le peut.\n   Il a m anqué au droit divin du m o yen -âge l ’in d iscu tab ilité de\nson affirm ation ; le droit p o p u la ire a le v ic e ra d ica l de n ’être\nqu’une n égatio n .\n   A rriv e r don c à ren d re in co n testa b le l ’e xisten ce d ’u n e san c­\ntion so ciale extra-terrestre, ce q u ’au cu n e religio n o u é co le\np hilosophique       n ’est   en co re   p a rv e n u e à fa ire,      c ’est    pour\nM. B ro u ez toute la question.\n   O n p eu t lu i re p ro ch e r de traiter trop abstraitem en t u n p ro­\nblèm e p ourtant essen tiellem en t co n cre t et p ratiqu e. E n théorie\npure la solution p arfaite est là o ù i l le dit, m ais pourrait-on\nl ’atteindre ja m a is.\n   P o u r nous aussi, la so ciété a b eso in d’une san ction plus\nh aute, n ou s cro y o n s m êm e être plus a v a n cé s que M . B ro u ez\npuisque nous con sidéron s l ’e xisten ce de cette san ctio n com m e\np rouvée de fa ço n p arfaite p ar la p h ilo so p h ie ca th o liqu e.\n   M ais, la issa n t de cô té cette p re u v e e x ce llen te p o u r nous,\nsupposons q u ’on en tro u v e u n e            autre in co n testa b le p our\ntoutes les in te llige n ce s. L a qu estio n so cia le serait-elle réso lu e\ncomme le p en se l ’auteur ?\n   N on , ca r ce qui est in co n testa b le p our un esp rit lib re ne\nl’est évidem m en t p a s p o u r ce lu i co n tre le q u e l s’in su rge la\nm atière non satisfaite dans ses a pp étits légitim es.\n   E t en d ern ière a n a ly se , p o u r réso u d re le p ro blèm e dans le\nsens indiqué p a r M . B ro u e z, il fau d rait a va n t to u t a rriv e r à\nsatisfaire ici-bas le s app étits m atériels dans ce q u ’ils ont de\ntout à fait légitim es.\n   E t notons que n ou s n e ten ons p as com p te des asp irations\nm auvaises de la m atière, q u i m a lgré tout a m èn eraien t en core\ncertains esprits à co n te ste r ce tte san ctio n extra-terrestre que\nnous supposons abso lu m en t in co n testa b le p our l ’esp rit seul.\n   L a solution de M . B ro u e z serait p arfaite p o u r de purs\nesprits, elle est bon n e m ais n on p a s ra d ica le p our des êtres\nhumains.\n   C h erch er à rép an d re l ’id é e re lig ie u se dans le s m a sses, ce n e\nserait pas g u é rir la p la ie so cia le m ais ce sera it au m oins la\ncautériser.\n  Je ne v e u x p a s v o ir le s d iv erg en ce s q u ’il y a entre n ous au\npoint de v u e d e l ’id é e re ligie u se à p ro p a g e r ; j e m e b o rn erai à\nféliciter M . B ro u e z d ’a v o ir lo y a le m en t ch e rch é la v é rité et\nj ’enregistre a v e c bo n h eu r et fierté l ’a vis, ém is p a r u n hom m e\ncomme lui, en fa v e u r de l ’in flu en ce re lig ie u se au p oin t de v u e\nsocial.                                                G aston      H o o r ic k x .\n\n\n  "}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-041", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 171, "page_fin": 172, "titre_corps": "Les Français d’aujourd’hui (les types sociaux du Midi et du Centre)", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "HENRI MAZEL.", "ancre_debut": "Les F ra n ça is d’a u jo u rd ’hui (les ty p e s so ciau x du M idi et du Centre), p a r Edmond Demolins", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 184, "page_imprimee": 171, "debut_caractere": 2968, "fin_caractere_exclue": 3263, "texte": "Les F ra n ça is d’a u jo u rd ’hui (les ty p e s so ciau x du M idi\net du Centre), p a r Edmond Demolins : (P a ris : D idot).\n  On n ’a p as o u b lié le su ccè s du liv re p ré céd e n t de M . D em o-\n\n\n\n\n                                                                                  171\n"}, {"page_pdf": 185, "page_imprimee": 172, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3791, "texte": " lin s : A   quoi tient la supériorité des Anglo-saxons. C e n ou veau\n v o lu m e b én é ficie ra sans doute de l ’im p ulsion don née, et ce\n se ra ju s tic e , ca r pas de liv re s furen t p lu s su ggestifs, plus\n ré vu lsifs et en som m e p lu s bien faisan ts que ce t hym n e au\n trident de N e p tu n e. J’eus l ’o cca sio n d’en p a rler alo rs, et après\n a v o ir lo u é véh ém en tem en t M . D em o lin s d ’a vo ir p o sé le pro­\n b lèm e et esqu issé la solution , je lu i rep ro ch a i d e n e p as avoir\n p o u ssé à bout cette solution. C a r, dire qu e la sup ériorité des\n A n g lo-saxo n s tien t à la p rédom in an ce de le u r én ergie vo lo n ­\n taire sur le u r acu ité in te llectu e lle n ’est p as tout ; il fau t encore\n sa v o ir si cette vig u e u r d e s q u alités m o ra les tien t, com m e sem ­\n b lera it p arfois le cro ire M . D em o lin s, à la proportion des\n g lo b u le s germ an iq u es dans le san g a n g lais, ce qui rendrait\n b ien superflu tout effort de la p art des L a tin s d’a cq u érir des\n q u a lités dont la raiso n d ’être est si profondém ent héréditaire,\n o u si e lle tien t à un en sem ble d e conditions so cio lo g iq u es et\n p a r co n séq u en t p sych o lo g iq u es, telle s qu e con stitution m orale\n d e l ’in dividu et du gro u p e, éd u catio n , religio n , d évelop p em en t\n h istorique etc. le sq u e lle s sont plus co n ta gieu ses et p lu s com ­\n m u n icab les. Je crois pour m a p art que cette dern ière exp lica ­\ntion est plus e xa cte et qu e l ’én e rgie a n g laise est le fru it à la\nfois des circon stan ces réce n te s et des p rédisposition s ancien­\nn es, celles-ci étan t étroitem en t liée s à la form e religieu se,\nchristian ism e m é d iév a l ou puritanism e p ostérieur. A y a n t traité\nd é jà dans le Spectateur cette qu estio n de la co m p araiso n sociale\ndu protestan tism e et du cath o licism e, j e m ’abstiens d’y reven ir.\n    L e n o u ve a u liv re de M . D em o lin s m e sem b le un b o n exem ­\np le du d a n g er q u ’il y a à exp liq u er le s p eu p le s n on p a r leur\np sy c h o lo g ie m ais p a r leu r p h y sio lo g ie ou le u r socio-géogra­\np h ie, n on qu e sol, clim at, alim en tation, n ature du tra va il, etc.,\nsoien t sans im p o rtan ce sur ce tte p sy ch o lo g ie , m ais ils ne la\ndéterm in ent p a s tout entière. N o tam m en t, exp liq u er le m anque\nd 'é n erg ie et d ’in itia tive des F ra n ç a is p a r le u r cu ltu re de la\nv ig n e , du ch â taig n e r ou des p rairies est in satisfaisan t ; les\nA n g la is p ratiqu en t le p â tu ra g e et l'é le v a g e sans p erdre leurs\nq u a lités, et la cu ltu re d e la v ig n e n ’a p as em p êch é le s p eup les\nm éd iterran éen s d e faire q u elq u e figu re dans le m on de ; o n peut\nm êm e a jo u te r qu ’a u jo u rd ’h u i le v iticu lte u r est ten u d ’être un\nsa v a n t et n on un sim p le tâch ero n com m e autrefois. L e progrès\nso cia l est co n cilia b le a v e c l ’a rt p asto ra l com m e a v e c l ’art\nv itic o le , com m e a v e c n ’im p orte q u e l tra v a il ; il con siste en\nq u alités m o ra les, qui ne sont p as liée s à te lle ré co lte, m ais à\nla san té du cœ u r et de l ’âm e, à la re ligio n notam m ent. A y e z\nde bo n s ch rétien s et d e b ons cito y en s, des Christian gentlemen,\ncom m e disen t le s A n g la is , et v o u s p o u rrez le u r perm ettre\ntoutes les cu ltu res q u ’ils vo u d ro n t, m êm e l’art p asto ra l, m êm e\nla v ig n e , d ’autan t que j e n e v o is p as b ien ce qu ’on ferait sur\nle s hau ts p latea u x , si on n e faisa it p as de l ’a rt p asto ra l, ou\ndans les ca illo u x de L a n g u e d o c , si on ne faisa it p as de la\nv ig n e .                                                 H en ri   M a z e l.\n\n\n\n\n172\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-02-n14-16-042", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 173, "page_fin": 173, "titre_corps": "Opinions (suite)", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "WILLIAM RITTER.", "ancre_debut": "OPINIONS: (suite) La Liberté (Fribourg, 1 5 A", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 186, "page_imprimee": 173, "debut_caractere": 22, "fin_caractere_exclue": 5113, "texte": "OPINIONS: (suite)\n     La Liberté (Fribourg, 1 5 Avril 1898) :\n\nJe vo u d ra is reco m m an d er a u x lecteu rs de la Liberté, a v e c to u te l ’autorité\n: j e suis d é p o u rvu et q u e, p o u r la circo n stan ce , j ’aim erais a v o ir, deu x\nve lle s re v u e s ca th o liqu es trè s im p ortan tes, très b e lle s et très bon m a rch é,\ncune d ’un ca ra ctè re très différent et qui ch a cu n e , p a r co n séqu en t, a droit\n   autre p ublic.\nL e Spectateur Catholique, fondé et dirigé à A n v e r s p a r M . E d m o n d de B ru ijn ,\nde ten d a n ce th éolo g iq u e (plus sp écialem en t a po lo gétiqu e), p hilosop hiqu e,\nntifiqu e m êm e ; la littérature et l ’art n ’y sont adm is qu e dans leu rs rap p o rts\n: le cath o licism e. T o u t c e la traité p arfois de m ain de m aître y est d’un évid en t\nê t. T o u tefo is, p our b ien p ro u v er que j e n e fais p as de la ré cla m e à tort et\nivers, il y a une ré se rv e p o ssib le à in diquer, ré s e r v e qui, p our-beau coup ,\n-, j e le sais, au co n traire un e a ttractio n : il y p erce, parfois, u n e n u an ce\n  stocratie, u n e p réten tion aux très gran d es m anières, une re ch e rch e d e l'ex-\n  e é lé g a n c e et du b o n to n , qui v a — : un exe m p le — ju s q u ’à s’interdire d’y\n  p arler des action s des hom m es, quan d il s’agit d ’un em pereur o u d'un roi.\n D e très hauts dign itaires e cclésia stiq u e s p ro tèg en t ce h au tain et m agnifique\n ’atevr. L a réd a ctio n y est très h o m o gèn e : on y affection n e le s atta ch és\n  b a ssa d e et le s b e a u x nom s ; on n ’y to lère p as san s m a laise le s a llu re s à la\n ire v illy o u à la V e u illo t; un gran d sérieu x, c e qui est trè s lo u a b le, m ais\n     un p eu de solen n ité y p résid en t au x débats. B e rry e r, M on talem b ert,\n    D u p a n lo u p , y tro u veraien t peut-être une p etite é co le au x efforts d e la q u e lle\n pplaudiraient. L e com te de M un y est l'u n des ch efs d e file les plus adm irés;\n    j ’a i lieu d e cro ire qu ’un L a c o rd a ire , p ar e xem p le, se p lairait m ieux à\n vidal. T o u t c e c i sans l ’o m bre de ra illerie à l’a d resse du Spectateur, au q u e l je\n  très atta ch é et où j ’ai de v é rita b les am itiés : M . H e n ri M a zel, vraim en t trop\n  con nu du p u b lic ca th o liqu e de S u is s e ; M . M ariu s A n d r é , un sp écia liste de\ntoire des m ystiqu es esp a gn o ls et de la p o ésie p ro ve n ça le ; M . R a fa ë l\nana, u n p assionn é de la m usique des v ie u x m aîtres cath o liqu es.\n Q u an t à Durendal, c ’est une v a illa n te re v u e d ’a va n t g a rd e, b ien que p o pu ­\n  ... P o u r m ieux faire com p rend re la différence et l ’in térêt s p é c ia l d e ce s d eu x\n  es q u i se co m p lèten t l ’une l ’autre adm irablem en t, e t qu e tous le s ca th o li­\n     lettrés ou qui ve u le n t le devenir, se d o iven t de soutenir, v o ic i un re le v é\n  su ccin ct de q u elq u es a rticles recom m an d és, p aru s dans le s d o u ze num éros\n  éden ts de l’une et l ’autre.\n D a n s le Spectateur Catholique, j e n ote : la p rem ière traduction fra n çaise p ar\nM arius A n d ré du Livre de l’A m i et de l’Aimé, extraord in aire chef-d’œ u vre de\n;ie m ystiqu e du B ie n h e u reu x R a y m o n d L u lle , une rép o n se de M gr. C . de\nlez à M . C h arb o n n el, u n e saisissan te étude de M . A lp h o n se G erm ain , un\nque d ’art hors lig n e, sur l ’H om m e et l ’in v is ib le , un num éro en tier co n sa cré\n   va in es discussio n s sur le s m a ssa cres d ’A rm é n ie m ais où la qu estio n a été\n o ign ée à côté p ar trop de p rud en ce et de d éféren ce h ié ra rch iq u es, le s étu des\nraires d e M . A d rie n M ith o uard sur H e llo , V e r la in e , etc. ; de n om breuses\nes in édites de S a in ts, de b ien h eu reu x et d e gran d s écriv ain s cath o liqu es,\n    u n fid èle m iroir, com m e l’im plique le titre, de toutes le s question s d’actu alité\nont passionn é l ’opinion p u b liq u e durant l ’ann ée.\n L a ferm e e t sa v a n te direction de M . E d m o n d de B r u ijn p erce p a r t o u t:\n S , n otu les et lo n g s a rticles, ce je u n e é criv a in est co n tin u ellem en t su r la\n h e ; ses co llab o rate u rs sont p eu t être un p eu tenus de v o ir p a r ses y e u x et\na son cœ u r ; m ais la re v u e y g a g n e en unité san s y rie n p erd re en intérêt,\n  illustration s, gén éralem en t, arch aïsen t.\nT o u t autre est Durendal : l ’illustration en est m odern e, l ’écritu re l ’est par-\nm oins, p arfois plus q u 'au Spectateur, c a r ici to u te lib erté rè g n e ... B re f, le\nl'eau Durendal est aussi a ctu el m ais infinim ent m oins au stère qu e le Spectateur.\nH a u t c le rg é , p rofesseu rs et m agistrats, j e vo u s so llicite resp ectu eu sem en t\nh é re r à ce dern ier et à v o u s a utres, m es frères du gran d p u b lic, j e vo u s\n  OSe Durendal.\n                                                                       W   il l ia m   R it t e r .\n\n\n                                            (D’autres opinions suivront).\n"}]}], "pages_ocr_originales": [{"page_pdf": 64, "texte": "                                                 N ° 14 -16 (T o m e III)\n                                                  F é v r i e r - A v r i l 18 9 8\n\n\n\nle Spectateur\n          Catholique\nPropre du Mois :\n  Tradition populaire :    C h an so n s et g lo se s flam an des et\n                               w a llo n n e s sur la C h an d eleu r, le s\n                               C en d res, le M e ssa g e A n g é liq u e ,\n                               M arie-M adelein e et la P a ssio n .\n  M . Pol de Mont (trad.): L ’A n n o n ciatio n .\n  Liturgie arménienne :    C é rém o n ie du T re n p a tz.\n  M. A .-E . J o ly :      L e s O liv iers de G eth sém an i.\nScience religieuse :\n  A bbé K lein :                   L e C o n cile du V a tica n .\n  M. F. Nonniger :                 Mémorial.\nArt religieux :\n  M. A lp h on se Germain :        L e Sentim ent re lig ie u x en art.\n  M . Émile Bernard :              L a C a th éd ra le.\n  M. Maurice Griveau :             L a C a th éd ra le, liv re d e p ierre,\n                                       fu taie, n e f et croix.\n  M . E m . Haëe :                 L e s G ath éd rales d ’A n g leterre .\n  M. F. Nonniger :                 S egan tin i.\n  M. A . M ithouard;M .F .              Mémorial\n    Nonniger :             )\nJugement religieux :\n  M. Edmond De Bruijn : P o u rq u o i n ous ne suivro n s pas\n                            M . H u ijsm an s (réflexions su ivies\n                            d ’u n e n o te sur la Cathédrale).\n  M. G. Le Cardonnel :  L e sens én ergiq u e ch e z la jeu n e sse .\n  M . Isidore Maus :    L e crim in el dans l ’art et la resp o n ­\n                            sab ilité d e l ’artiste.\n                                    N o te s S o c io lo giq u es.\n\n\n  —   ESTAM PES, ORNEMENTATIONS, PL A N S E T REPRODUCTIONS —\n\n  Peintre inconnu :                L a M o rt et le G en tilh o m m e (fresque\n                                      de Salisbury).\n  M. Charles Doudelet :\n  M. Heinrich Vogeler :            L 'Annonciation.\n  M . Em. Rommelaere :\n  M. Gust.-Max Stevens :\n  M. Max Elskamp :          O rn em entation s p ieu ses g ra v é e s sur\n                                 bois.\n  M. Émile Bernard :        P r o je t d e C a th éd ra le, (plan, façade,\n                                 côté, vue intérieure).\n  S ir Edward Burne-Jones : V itra il de S a in te C é c ile (Oxford).\n  A rt ancien :             O x f o r d T ra n se p t N o rd ;\n                                          ( V o û te d e là nef.\n                                                    L e C lo ître :\n                             Salisbury. L a C a th éd ra le v u e du S u d\n                             Chester : L a T o u r v u e du Sud -O u est.\n                                                  L e Chœ ur ;\n                                                  L a T o m b e du P r in c e\n                             Cantorbéry :          , N o ir ;\n                                                  É c u , co tte, e tc. du\n                                                         P r in c e N o ir.\n                             Chartres : T y m p a n du p o rch e de la\n                                 C a th éd ra le.\n  É p igrap h ie :           M é d a ille dite d e S a in t B en o ît.\n\n\n\n\n         F ID E S                                                   F ID E M\n\n      QUAERENS                                                   QUAERENS\n\n   IN T E L L E C T U M                                       IN T E L L E C T U S\n\n\n\n\n                B u reaux    du   S p e c t a t e u r C a t h o l iq u e\n      BRU XELLES                                            P A R IS\n   40, ru e H y d ra u liq u e.                      44, a ve n u e du M ain e.\n"}, {"page_pdf": 65, "texte": "                                                    Le\n        S p e c t a t e u r                          C a t h o l i q u e\n\n                                               M ensuel\n      de Science, d’A r t e t de J u g em e n t religieux\n\n\n                                          DIRECTEUR\n                         M.     EDMOND               DE         BRUIJN\n\n\n                         SECRETAIRES DE REDACTION\nM. RAOUL NARSY                     M . VICTOR KINON                   M. W IL L IA M R IT T E R\n(le Vendredi de 5 à 6 hres) au S iè g e d e l a R e v u e                 (pays germaniques,\n                                                                        balkaniques et Suisse)\n 4.4, a ven u e du M aine          40, ru e H y d rau liq u e            I J oh an n esgasse, 1 1 ,\n          P A R IS                     BRU XELLES                                V IE N N E\n\n\n                  M. MARIUS AN DRE                       M. RAFAËL M ITJANA\n\n                       11, ru e O lo za g a                     4, v ia G a e ta\n                           M A D R ID                               ROM E\n\n\n                       SECRÉTAIRE D ADMINISTRATION\n                        M. JOSEPH van LID TH de JEU DE\n\n\n                                 COMITE PROTECTEUR\n  M . M a r iu s A n d r é , à M a d r i d .             A b b é P . H a l f l a n t s , à L o u v a in .\n  M . E m il e B e r n a r d , au C a ire .              M . G a s t . H o o r i c k x , à B ru x e lle s.\n  M . T h o m a s B r a u n , à B ru x elles.            M . V i c t o r K i n o n , à B ru x elles.\n  M . L . C o e n e n , à Weerde-Malines.                M . I s i d o r e M a u s , à B ru x elles.\n  M . E d m . D e B r u i j n , à A n v e rs.             D r F o r t u n é M a z e l , à N îm es.\n  M gr C . d e H a r l e z , à L o u v a in .             M . H e n r i M a z e l , à P a ris.\n  M . E r n s t D e l t e n r e , à M alines.             M . A d r . M i t h o u a r d , à P a ris.\n  M . L o u is D e n i s e , à P a ris.                   M . R a o u l N a r s y , à P a ris.\n  M . V ic t o r D e n i j n , à A n v e r s .            M . A D H .S c H E ijs ,à Vertrijck-Louvain.\n  M . A r is t . D u p o n t , à B ru x elles.           A b b é A r m . T h i é r y , à L o u v a in .\n  M . L a u r . F ie r e n s , à A n v e rs .             M . F i r m . V a n d e n B o s c h , à Courtrai.\n  M . A l p h . G e r m a in , à P a r i s .              M . J . v a n L i d t h d e J e u d e , à Anvers.\n  M . A r n . G o f f i n , à B ru x elles.              A b b é C l a u d i o V o l i o , à P a r is .\n  A b b é L . H a l f l a n t s , à T irlem o n t\n\n\n   L e S p e c t a t e u r C a t h o l i q u e la isse à ses réd a cteu rs lib erté d e tout\n       s ty le , et, a v e c l ’hon neur de le u r resp o n sab ilité, lib erté d e toute\n       p en sée, en les lim ites d e l ’o rthodoxie définie o u tradition n elle.\n                      L e s m a n u s c r it s n e s o n t p a s r e n d u s . -\n\n\n\n\n                   (É dition de lu xe sur p ap ier de h o lla n d e V a n G e ld e r : 20 frs.)\n                              Tome I et II : 5 frs. le tome.\n\nL e S p e c t a t e u r C a th o liq u e parait en fascicules illustrés mensuels et\n                        formera II Tom es de 3 00 pages par an.\n"}, {"page_pdf": 66, "texte": "                              A LA CH ANDELEUR\n\n        E VOIS A U LOIN —                SO YEZ JOYEUX ! —            V EN IR UN N A V IR E SOUS\n\n\n\n\nJ       l ’é t o i l e\n\n\n\n\n        NOUVELLE : LE\n                         du     m a t in\n\n\n\n\n                                    NAVIRE\n                                           dont      la      clar té    annonce\n\n\n\n\n                                               EST APPROVISIONNÉ DE CE PAIN QUI\nREND LA VIE ÉTERNELLE. IL A DÉMARRÉ DE LA PÉPINIÈRE DU CIEL\n                                                                                     une   bonne\n\n\n\n\nVoi\nET NOUS AMÈNE LE FILS DE DIEU, EN CHAIR ET SANG.\n\n\n\n                 LA DÉJÀ QUATRE MILLE ANS QUE NOUS SOUFFRIONS LA\n              FAMINE ;          NOUS       DEVIONS        TOUS    ÉCHOUER       EN   ENFER    ET\n              MOURIR LA MORT ÉTERNELLE *. SI ELLE NOTAIT VENUE,\nCETTE VIERGE PURE, PAR SA GÉNITURE IMMACULÉE, NOUS SAUVER\nTOUS PETITS              ET   GRANDS.       c ’EST    POURQUOI          ENTONNEZ      UN   DOUX\nCONCERT.\n\n\n\n                GLORIEUSE VIERGE-MÈRE, VOUS ÊTES ÉLEVÉE PAR DESSUS\n\n\n\n\nO\nTRER A\n                TOUT, VOUS DONT LE SEIN\n\n\n\n\n              TOUS DANS             LE     TEMPLE,\n                                                              RAFRAÎCHIT ET NOURRIT LE\n                CRÉATEUR, NOTRE FRÈRE EN CETTE VALLÉE TERRESTRE :\nVOUS-MÊME LE PORTEZ ALLÈGREMENT SUR LE BRAS POUR LE MON­\n                                                          OU VOUS        OFFREZ, COMME LES\n\nPAUVRES GENS, DES PIGEONS, AU NOM DU RICHE FILS DE DIEU.\n\n\n\n           out     ce     que    notre      p r e m iè r e    m ère    ève   nous    enleva   en\n\n\n\n\nT         ÉCOUTANT LE SERPENT, MARIE NOUS LE REND EN CE REJE­\n          TON VRAIMENT DIVIN.                   ET C’EST POUR QUE NOUS,\nCHEURS, PUISSIONS ENTRER DANS LES CHAMBRES CLAIRES DU CIEL,\n\nQUE VOUS AVEZ                 ÉTÉ    FAITE,     CHOISIE ET            OUVERTE,\n                                                                                       LES\n\n\n                                                                                    FENÊTRE DU\n                                                                                              PÉ­\n\n\n\n\nCIEL.\n\n\n\n             OUS ÊTES L ’ENTRÉE PRÉCIEUSE DE LA COUR DU PLUS GRAND\n\n\n\nV             ROI,       VOUS     ÊTES      LA PORTE\n              PAR LAQUELLE ON VOIT LE CÉRÉMONIAL CÉLESTE.\nRÉJOUISSEZ VOUS, FOULES SAUVÉES, ET FAITES ALLÉGRESSE, PARCE\nQUE VOUS POUVEZ ABORDER AUX\n                                                              A LAQUELLE ON ENTEND ET\n\n\n\n\n                                                       CIEUX PAR LA GRACE DE CETTE\n                                                                                           AUSSI,\n\n\n\n\nCHASTE VIERGE.\n                                                     (Traduit par E . D . B . sur un texte\n                                                  vieux-flamand recueilli à A nvers en 1621).\n\n\n\n\n                                                                                              53\n4\n"}, {"page_pdf": 67, "texte": "                      oP ur le Mercredi\n                                 des Cendres\n  S ouviens-toi, homme, quelque riante que soit ton époque, quelque haut\n      que monte ton désir, quelque riche tu sois ou puissant, quelque frais\nque soit ton teint ou loin réputé ton nom, qu’en somme tu n’es autre\nchose que poussière.\n\n      A insi parla la bouche qui ne sait pas mentir, après le premier péché\n         du tout premier homme. Ta substance est poussière, tu retombes\nen poussière. F ais en sorte que ta substance, tu ne la gaspilles pas\nétourdiment.\n\n T e l est l’arrêt de Dieu ; telle la lettre de passe-port du fils de la mort.\n        O Créateur, digne et aimable est votre jugement ; et qu’il fut équita­\nble, votre serviteur en témoigne par cette cendre grise.\n\n V       oici couvert de cendres mon front coupable. A h ! si jamais je\n         n’avais ravi à mon âme votre merci. A h ! Seigneur, si vos sentiers,\nen paroles ou en actes, je n’avais jamais désertés !\n\n     T ’ ai péché contre vous à la face du soleil. Pourtant veuillez me recueil­\n      lir comme Tyr et Sidon, et parmi la foule de Ninive coupable qui f it\npénitence par les cendres et les cheveux.\n\n M       alheur à moi ! pour m’ être exalté. Quelle meilleure destination\n         pourtant pour la cendre que la crèche. Voilà sa place ! E t d’ail­\nleurs, cette cendre, pour peu qu'elle s’estime vouée à une plus haute\nsituation, pour tout profit, s'en va en poussière !\n\n R etenez la violence de votre souffle en courroux : ma force, hélas, en\n       est trop incapable. E t puis quelle gloire vous reviendrait d’avoir\ndispersé, de moi, sous le vent une feuille tremblante ou un peu de pous­\nsière.\n\n M       ais bien plutôt veuillez m’accorder — qu’ainsi qu’à travers les\n         cendres au printemps on voit germer l’herbe — j e reçoive, figuier\nstérile, grâce à cette cendre, nourriture fraîche et la faveur de la crois­\nsance.\n\n P rince et roi du ciel et de la terre, retenez toujours cette poitrine\n       appariée à la vôtre, et mes voies rendues lisses comme glace ou\nverre, faites en une route plane tout en jonchure de cendres.\n\n                                          (Traduit par E . D . B . sur un texte\n                                       vieux-flamand recueilli à A nvers en 1621).\n\n\n\n\n54\n"}, {"page_pdf": 68, "texte": "             L A M O R T E T L E G E N T IL H O M M E\nfresque de 1460 au m ur de la « H u n g erfo rd C h a p e l » (dém olie)\ndans la ca th éd rale de S a lisb u ry . (V . Salisbury. L o n d o n : B ell).\n\n\n\n\n                                                                            55\n"}, {"page_pdf": 69, "texte": "Glose sur le\n          message angélique\n       l’archange Gabriel se tient debout devant Dieu.\n On dirait un messager, mais un prince ! qui n’attend\n que l’ordre pour se mettre en marche. Car telle est\n sa charge auprès de Dieu.\n    L e consistoire des trois Personnes a délibéré et\n Dieu vient de vouloir quelque chose. Déjà Gabriel\nl’a compris mais voici qu’il reçoit le mandement de\nla bouche même du Maître. Tout aussitôt il prend à\nla main comme bâton un sceptre du roi, et sort du\n ciel sans même attendre le lever du soleil.\n   Avec de très beaux nuages qu’il sème de pierreries\nil se fait un manteau, avec de très pures fleurs qu’il\n cueille au paradis terrestre des mondes il se fait une\nguirlande, et une casaque avec les racines de très\n nobles plantes.\n    Or Gabriel, les yeux brillants, la prunelle claire,\n des rayons sur ses vêtements, et le visage obligeant\nà la fois et modeste, est venu dans de la lumière.\n    L e voici devant la vierge, à genoux comme un\njeune damoiseau. Il a déployé devant elle Isaïas, le\nrouleau des prophètes, et ainsi qu’il se trouve écrit\nil lit : « Voici qu’une vierge va concevoir et enfanter\nun fils, dont le nom se prononcera Emmanuel, c ’est-\nà-dire, Dieu est avec nous. »\n\n                               (Paraphrasé par E. D . B . d ’après un M S. flamand\n                               du X V e siècle, titré « Tableau de lafoi chrétienne »\n                               et qu’on croit rédigé en 1404 par Dirck van Delft,\n                               maître en théologie. *)\n\n\n* C f : a) Beschrijving van middelnederlandsche en andere handschriften die in\n            Engeland bewaard worden. — V erslag ingediend bij het Belgisch Staats­\n            bestuur en de Koninklijke Vlaam sche A cadem ie door K arei de Flou en\n            Edw. Gailliard, werkende leden der Academ ie. (Gent. A . Siffer. 1895).\n       b) Middelnederlandsche handschriften in Engeland door L. Scharpé. (Het\n            B elfort. — Gent. Augusti 1895).\n\n\n\n\n56\n"}, {"page_pdf": 70, "texte": "                         E\n                         n l'Annonciation\n\n      J e vous salue, Marie, je me prosterne devant vous, qui êtes pleine\n       de grâces. Dieu est pour toujours avec vous, car vous seule, et\npas une autre, serez mère du Tout qui vous élèvera. »\n\n\n S ur quoi tout aussitôt cette chaste jeune fille lui demanda comment\n     cela pourrait arriver « puisque je ne connais, dit-elle, aucun homme.\nI l n’est jamais arrivé chose telle que vous me proposez, et que d’un\nbonheur pareil je suis indigne, j e le déclare devant Dieu. »\n\n\n N        e vous troublez pas ainsi: Tout-puissant est le seigneur qui\n         vous a choisie parmi toutes les choses vivantes ; l’Esprit de Dieu,\nva descendre en vous, tout miraculeux que cela vous paraisse. Car Dieu\nse plaît en vous. »\n\n\n     S i Dieu se plaît en moi, alors j e veux être joyeuse et ne plus désor­\n       mais contrarier sa volonté. I l sait pourquoi j ’en viens là. Allons !\nconsidérez moi donc comme la servante de Dieu, et qu’il m’advienne\nselon votre parole. »\n\n\n H     ommes, préparez-vous à profonde humilité : et quoique éloignés de\n       Marie, mirez-vous en cet exemple. Voilà maintenant ce que c’est\nque vertu, voilà ce qui réjouit Dieu et grâce à quoi selon nos vœux il\nest devenu homme.\n\n                                        (Traduit par E . D . B . sur un texte\n                                     vieux-flamand recueilli à Anvers en 1621).\n\n\n\n\n                                                                              57\n"}, {"page_pdf": 71, "texte": "                    L ’Annonciation\n                                   (Fragment)\n\n\n Là-bas, près de la branlante barrière, où le buisson\n de boules de neigefloconne abondamment au-dessus des lys,\n la blanche Vierge vers son banc s’achemine.\n\n Est-ce une rafale qui écarte les branches ?\n Est-ce le soleil, qui, soudain, flambe en pleine vigueur\n à travers la verdure ?\n\n                           L a Vierge reste immobile,\npâle elle-même comme les lys — et comme un lys\ndans le givre tardif de mai, elle tressaille bienheureuse\npar tous ses membres, déniant une apparition.\n\nSur la fraîche verdure des boules de neige se détache un visage rayonnant\ncomme le disque du soleil :\nun noble adolescent ; des boucles blondes\nombragent son haut front d’albâtre....\nla bonté céleste sourit, vivifiante,\ndans ses yeux foncés. — Elle ne voit pas de corps,\nni pieds, ni mains, ni taille ; mais de la lumière, rien que lumière,\ncomme si, devant ses yeux, le soleil même tournoyait.\n\nE t dans les arbustes ce n’était que musique :\nfifre de flûtes pastorales, cordes de harpe,\net en une longue vibration lui résonna dans l’oreille\nmajestueusement, comme si le tonnerre parlait, et pourtant tendrement\ncomme d’un père à son enfant le plus chéri :\n« Schalem clecha, Mirjam ! Je vous salue ! »\n\nLors, le soleil attiffa la terre de prestigieux rayons !\nE t claires sonnèrent les cloches par dessus champs et vallées !\n\n\n\n\nDepuis lors, chaque fois que la jeune fille enceinte\njoua ou s’assit dans son jardinet,\n— que ce fû t automne ou hiver, —\nil y f i t printemps et soleil.\n\nLes plantes y restaient tout en fleurs,\nen pourpre ou en blanc, comme à souhait,\nen plein un arc-en-ciel de fines couleurs\nen plein un nuage de senteurs de lavande et de rose.\n\nL a face de la Vierge était blanche comme des lys :\nde son cœur il rayonnait on eût dit du soleil.\n\n                                                    P ol d e M ont\n                                          (trad. par P. B . d’après le flamand\n                                          de « V an Jezus » e t revu par l’auteur).\n\n\n\n\n58\n"}, {"page_pdf": 72, "texte": "59\n"}, {"page_pdf": 73, "texte": ""}, {"page_pdf": 74, "texte": "61\n"}, {"page_pdf": 75, "texte": "62\n"}, {"page_pdf": 76, "texte": "63\n"}, {"page_pdf": 77, "texte": ""}, {"page_pdf": 78, "texte": "65\n"}, {"page_pdf": 79, "texte": "                         Cérémonie du\n                                    Trenpatz\n     ( L a c é r é m o n ie d u T r e n p a t z (ouverture de la porte) c o r ­\n r e s p o n d à la P r o c e s s io n d e s R a m e a u x d a n s l ’ É g lis e L a t in e .\n E l l e a lie u , c h e z le s A r m é n ie n s , le s o ir d u D im a n c h e d es\n R a m e a u x .)\n\n\n     A     l ’is s u e d e s V ê p r e s , le c le r g é e t le p e u p le v o n t à a\np o r te d e l ’é g lis e . L ’o ffic ia n t e t s e s m in is tr e s , p r é c é d é s d u\nth u r ifé r a ir e e t d e s a c o ly t e s , le s s u iv e n t e n r é c ita n t à h a u te\nv o ix le P s . 1 1 7 . P u is o n c h a n te le C h aragan (h ym n e) s u i­\nvant :\n\n\n    \" Tenez nous en éveil, Seigneur, comme les Vierges\n sages et au flambeau de nos âmes donnez la lumière.\n    « A u souvenir de vos paroles — en vérité, je ne vous\n connais point — nous sommes saisis de terreur, Seigneur,\n nous sommes pris d‘épouvante.\n    « Quand vous viendrez avec la gloire du Père pour\njuger l’univers, rangez nous, Seigneur, à votre droite.\n    « Ouvre-toi, porte de la miséricorde de l’Epoux\n céleste, et nous entrerons dans la chambre nuptiale avec\n les Vierges sages.\n    « Hâtons-nous au devant de l’Epoux, pénétrons dans\nsa chambre nuptiale, pour n’en être pas exclus comme\n les Vierges folles.\n    « Flambeau de nos âmes, brillez avec ardeur, faites\n nous siéger au milieu des invités du royaume céleste. »\n\n     Le     s ile n c e d e s c e n d , l ’a s s is ta n c e s e re c u e ille e t I ’O f f i ­\nc ia n t    d ’u n e v o ix g r a v e e t tr e m b la n te p r o n o n c e le v e rs e t\ns u iv a n t e n fr a p p a n t à la p o r te p a r tro is c o u p s :\n\n\n  « Ouvrez nous, Seigneur ; ouvrez nous, Seigneur ;\nouvrez nous, Seigneur, la porte de miséricorde, nous\nvous en supplions avec des larmes. »\n\n     U n D ia c r e r é p o n d d e l ’in té r ie u r :\n\n\n  « Qui êtes-vous à qui ouvrirai-je ? celle-ci est la porte\ndu Seigneur ; les justes seuls peuvent y entrer. »\n\n\n\n\n66\n"}, {"page_pdf": 80, "texte": "  L ’ O f f ic ia n t :\n\n\n   « Non seulement les justes entrent par là, mais aussi\nles pécheurs justifiés par la confession et la pénitence. »\n\n  L e D ia c r e :\n\n\n   « Car celle-ci est la porte des deux, le lieu de repos\npour les justes, le lieu de pénitence pour les pécheurs, le\nséjour des anges, le royaume du Christ, la résidence des\nsaints, un lieu de refuge, la montagne du Seigneur et\nla maison de Dieu. »\n\n  L ’O f f i c i a n t :\n\n\n    « Vos paroles sont vraies et justes ; elle est de fait\n l’espoir de notre salut, par elle nos âmes sont sauvées,\n elle est notre mère sans tâche et par elle nous naissons\nfils de lumière et de vérité, et nous montons auprès du\n Christ notre père céleste. »\n\n  A p r è s c e s d e rn iè r e s p a r o le s o n c h a n te l ’h y m n e s u iv a n t :\n\n\n   « Les Vierges sages garnirent d’huile leurs lampes,\nallèrent au devant de l’Époux céleste — les lampes\nallumées. — Mais les Vierges folles ne trouvèrent point\nd'huile et se trouvèrent prises au dépourvu à l’approche\nde l’Epoux, — ayant leurs lampes éteintes. — C’est\npourquoi nous préparons l’huile spirituelle, pour e?itrer\ndans la chambre nuptiale — les lampes allumées.\n   « Seigneur, vous êtes mon espoir dans la rémission de\nmes péchés, regardez les larmes qui jaillissent de mes\nyeux ; prenez pitié de moi, ô Dieu. — Je me suis réfugié\nauprès de vous comme l'enfant prodigue, Père, j ’ai péché\nenvers le ciel et contre vous, prenez pitié de moi, ô Dieu.\n— Délivrez moi, Seigneur, de mes péchés innombrables,\nrendez moi digne de votre royaume, prenez pitié de moi,\nô Dieu.\n   « Mes fautes sont innombrables ; elles sont plus lour­\ndes que les sables de la mer, car j ’ai péché contre vous\nseul ; prenez pitié de moi, ô Dieu.\n   « Ouvrez moi, Seigneur, la porte de miséricorde, je\n vous en supplie en pleurant, car j ’ai péché contre vous\n seul ; prenez pitié de moi, ô Dieu.\n\n\n\n\n                                                                                      67\n"}, {"page_pdf": 81, "texte": "  « Répandes sur moi votre pitié bienveillante et sans\nbornes, car j ’ai péché contre vous seul ; prenez pitié de\nmoi, ô Dieu.\n\n     L ’O f f i c i a n t à h a u te v o ix :\n\n\n  « Ouvrez nous, Seigneur ; ouvrez nous, Seigneur ;\nouvres nous, Seigneur, la porte de miséricorde, nous\nvous en supplions avec des larmes. »\n\n     L e D ia c r e :\n\n\n  « Voilà N .S. le X. qui trône sur la Ste Table, et invite\nceux qui exécutent sa volonté en disant : là où je suis,\nmon ministre y sera aussi. »\n\n     L ’O f f i c i a n t :\n\n\n   « Nous sommes le prix du sang incorruptible du fils\nde Dieu ; bénissons donc avec des accents d’allégresse\nN . S. X . disant à l’unisson : Gloire à votre avènement\nplein de majesté, Seigneur !\n\n     O n c h a n te a p r è s l ’h y m n e s u iv a n t :\n\n   « Nous vous attendons, ô Roi de gloire, dans les veil­\nles, pour aller au devant de vous qui venez juger la\nterre. Nous allumons les lampes lumineuses de la foi à\nla manière des Vierges sages, pour entrer dans la cham­\nbre nuptiale avec l’Époux céleste. — Hâtons-nous de\nbonne heure, avant que la voix divine retentisse pour\nne pas rester dehors comme les Vierges folles. »\n\n     L ’O f f i c i a n t p o u r la tr o is iè m e fo is :\n\n  « Ouvres nous, Seigneur ; ouvres nous, Seigneur ;\nouvres nous, Seigneur, la porte de miséricorde, nous\nvous en supplions avec des larmes. »\n\n     L e D ia c r e :\n\n   « La trompette du Dieu céleste résonne d’une voix\nforte ; voici l’Epoux, allez au devant de lui. »\n\n     L ’O f f i c i a n t :\n\n  « Me voici avec les enfants que Dieu m’a confiés, nous\nvoici tous, dans l’attente de voir le X . et d’entendre son\naccent plein de bonheur. »\n\n\n\n\n68\n"}, {"page_pdf": 82, "texte": "   L e D ia c r e    :\n\n\n\n  « La voix du Créateur retentit : Venez les bénis de\nmon Père, entrez en possession du royaume des cieux\nqui vous a été préparé dès l’éternité. »\n\n   L ’O f f i c i a n t :\n\n\n   « Ouvrez moi les portes de la Justice, pour y entrer\net glorifier le Seigneur. »\n\n   A u s s itô t I ’O f f i c i a n t o u v r e d e s a m a in la p o r te ; t o u t le\nm o n d e y e n tre , e t p e n d a n t q u ’o n se d ir ig e v e r s le c h œ u r\no n c h a n te l ’h y m n e s u iv a n t :\n\n\n  « Ouvrez nous, Seigneur, votre porte de miséricorde,\nrendez nous dignes de vos portiques lumineux en com­\npagnie de vos Saints. — Adoptez nous, Seigneur, et\ndonnez nous la Science de vie avec vos hôtes célestes. —\nQuand vous siégerez au tribunal, ô juge terrible, épar­\ngnez vos créatures par l’intercession et les prières de\nvos saints confesseurs. »\n                            tra d . p a r    l’Abbé P. S i r o u n i a n .\n\n\n\n\n     5                                                                              69\n"}, {"page_pdf": 83, "texte": "                           La Vocation de\n                            Marie-Madeleine\n\n      M a rie-Mad’leine avait quinze ans.\n            Vrai Dieu vrai homme ! c’est un bel enfant.\n     U n jour, son père s’en va lui demander :\n     « Marie-Mad’leine, voulez-v’vous marier?\n\n\n\n      V     oilà un prince, voilà un roi :\n           Prenez celui que vous aim’rez l’mieux\n     — Je ne veux prince, j e ne veux roi :\n     Je ne veux pas me marier.\n\n\n\n      F    aites-moi fa ire des courtes jupes\n          Des plats souliers pour moi voyager.\n     — Je n’ te jera i pas fa ire des courtes jupes\n     E t des plats souliers pour toi voyager... »\n\n\n\n      M    arie-Mad’ leine prend son paquet,\n           Dedans les champs elle s’est engagée\n     Elle rencontra la blanche épine,\n     L a blanche épine, qui fleurissait.\n\n\n\n          E pine blanche, ô blanche épine,\n             N ’av’-vous pas vu Jésus passer ?\n     — Je ne suis pas la blanche épine,\n     Je suis la mère de Jésus-Christ.\n\n\n\n       P u is q u e vous êtes la mère de Jésus-Christ,\n            Quelle pénitence me donnez-vous ?\n     — Allez-vous en dedans la Galilée,\n     Vous trouverez Jésus à souper.\n\n\n\n          \" V ous vous mettrez dessous la table\n             Comme unefille abandonnée.\n     Les morceaux d’pain qui tomberont\n     V ’ les ramass’ rez, vous les mangerez.\n\n\n\n\n70\n"}, {"page_pdf": 84, "texte": "     Avec les larmes de vos beaux yeux,\n       Les pieds Jésus, vous les laverez.\nAvec vos beaux cheveux si longs,\nLes pieds Jésus, vous les essuyez. »\n\n\n\n         M a rie-Mad’ leine, relevez-vous.\n              Tous vos péchés vous sont par donnés\nDepuis l’plus grand jusqu'au plus petit.\nVous êtes une Sainte en Paradis. »\n\n\n\nC   elui qui dira ce cantique\n    Gagnera quarante jours de pardons.\nCelui qui l’écoutera volontiers\nE n profit’ra de la moitié.\n\n\n\n                                  Complainte recueillie à Tournai de la\n                              bouche d une vieille presque centenaire,\n                              éditée par Wallonia (Liège. T . VI p. 46).\n                              Variante (id. T . 1 p. 124).\n\n\n\n\n                                                                      71\n"}, {"page_pdf": 85, "texte": "                   R\n                   O par un Jeudi-Saint, vers l’heure de minait, le Sei­\n                          gneur Jésus fu t arrêté ; il allait devoir s’aigrir\n                          dans la mort amère.\n                    Ils conduisirent Jésus hors des portes, mais lui re­\n                          gardait si souvent en arrière, pour voir si sa\n                          mère ne le suivait pas; oui, au loin il la vit venir.\n « Mère, dit il, mère, toutes mes douleurs ne peuvent servir de rien, c’est\n      la mort amère que j e dois subir pour rendre le bonheur à tous les\n      hommes. »\n Quand il eut gravi le montCalvaire, il laissa choir sa croix ; ses peti­\n      tes veines se rompirent en deux ; son sang précieux on le vit le\n      verser.\n Où sont-ils tous ceux qui ont soif ; où restent-ils maintenant ceux qui\n      ont soif ? Dites qu’ils viennent boire le vin, la cinquième petite\n     plaie se trouve débouchée.\n Où est la jeunesse, où est la joie ? où est la danse, où sont les rondes ?\n      Voici que tout s’évanouit, comme la neige aux rayons du soleil.\n\n                                     (Traduit par E. D . B . du flamand chanté sur\n                                     l’air du Miserere à Cassel et en Flandre\n                                     française et recueilli avant i 856 par M. de\n                                     Coussemaker).\n\n\n\n\nC’était par un Jeudi-Saint. Jésus était assis à table avec ses douze apôtres\n     dans la dernière Cène.\nL e Seigneur y rompait le petit pain et Marie y versait le vin. — « Le­\n     quel est assis à ma table, qui ira me trahir ? »\nA lors parla l’hypocrite Judas : « Seigneur Jésus, ce n’est pas moi »\n     Alors parla le doux homme Jésus : « Mon ami, ce n’est pas cela\n     que je vous dis. »\nJésus dit alors d sa mère : « Réveillez moi demain matin trois petites\n     heures avant le jour, quand le petit coq chantera trois fois. »\nL e Seigneur se leva de tôt matin pour se rendre au petit jardin. Que\n     rencontra-t-il sur son chemin ? Un tas de ju ifs s’y trouvait.\n« Vous juifs, vous fa u x ju ifs, pour quoi si tôt en route ? — « Nous\n     cherchons le doux homme Jésus ! » - « C ’est l’homme même que\n     vous rencontrez ! »\nIls ont ligotté le Seigneur Jésus, ses mains, ses pieds, ils l’ont flagellé\n     de plus en plus fort ; et Marie devait voir tout cela, Marie dit en\n     larmes : « Quel mal a fa it mon fils ! L iez moi à une colonne et\n     relâchez lefils de Dieu. » —\n« Nous ne vous lions pas à une colonne, et nous ne relâchons pas lefils !\n     E t demain matin il doit mourir : car le Vendredi-Saint approche.\n\n                                    (Traduit par E . D . B . du flamand recueilli en\n                                    ce siècle à Bruges par M .M . Lootens et Feys\n                                    et à Malines par le R . M . Bols.)\n\n\n\n\n72\n"}, {"page_pdf": 86, "texte": "                  R vers l’heure de minuit, 1e petit coq chanta trois fois.\n                  O\n                       E t notre petit Seigneur s’est chrétiennement levé,\n                       pour marcher vers sa passion, pour marcher vers\n                       sa passion.\n                   E t que rencontra-t-il dans ses voies? E t que rencon­\n                        tra-t-il en route? Vraiment une clique de septante\n    juifs, qui se trouvent vraiment sur le chemin de Dieu.\n« E t que faites-vous si tard en route ? E t que faites-vous si tard en\n     route? — Je cherche Jésus de Nazareth. »\nE t alors ils l’ontflagellé — il en souffrait tant — à tel point que les\n     molettes du fouet s’accrochaient dans la chair de Jésus, s’accro­\n     chaient dans la chair de Jésus.\n\n                                      (Traduit par E . D . B . du flamand recueilli\n                                      à L o th (Brabant belge) par le R . M . Bols.)\n\n\n\n\n   La sœurette à Saint P a u l était un petit enfant qui promenait une\nchandelle. Cette chandelle éclairait tous côtés — qu’un des aînés se pros­\nterne !....\n  Ils virent l’orient, ils virent l’occident, ils virent le Christ céleste,\nils virent venir ces fameux ju ifs qui lièrent notre doux Seigneur. Ce\nfu t à la croix qu’ils le clouèrent : les clous massifs n’étaient pas ce qu’il\ny a de plus doux ; dans le pied de notre doux Seigneur ils les frappè­\nrent, et sur sa tête une couronne d’épines, d’où le saint sang ja illit.\n   Ah, fils ! dit le F ils ; oh, femme ! dit la Femme.\n   I l n’y a ni homme ni femme qui le vendredi-saint parvienne à réciter\nà jeun trois fois cette petite oraison.\n   Dieu enverra un ange trois petites heures avant votre mort, trois\npetits jours avant votre fin .\n   Tous vos péchés sont pardonnés, quelque grands qu’ils aient été.\n\n                                  (On le fait suivre de paters et avés ; traduit par\n                                  E. D . B . du flamand recueilli dernièrement au\n                                  pays d’Eecloo en Flandre et publié dans « Onze\n                                   Vlagge » (Anvers. T . I, p. i 3 i ). Cfr. variantes\n                                  dans « Rond den Hecrd » (Année 1878).\n\n\n\n\n                                                                                 73\n"}, {"page_pdf": 87, "texte": "          L ’am our pascal\n      de Marie-Madeleine et du\n          Seigneur Jésus\n                             A D E LE IN E , CH ÈRE DAME : QUI PLE U R E Z , QUI CHER­\n                                      CHEZ-VOUS             donc        a in s i ?        M ettez           f in   a    votre\n\n                                      d e u il ,     car        le    S e ig n e u r          n ’a    plu s     que      f a ir e\n\n                                      de   votre           b o ît e     a     parfum s.\n\n\n\n\n           e   cherche           Jésu s          mon      S e ig n e u r ;          et    je    n ’a u r a i       de     cesse\n\n\n\n\nJ              que\n\n               ren ts\n\n           L A LU N E.\n\n                 ITES\n                       je    ne\n\n                            JE VEU X\n\n\n\n                            MOI,\n                                      l ’a i e\n\n\n\n\n                                         BEAU\n                                                   retrouvé\n\n                                                 m ’e n q u é r i r\n\n\n\n\n                                                      JARDINIER,\n                                                                        ;    auprès           de     m es\n\n                                                                        DE LU I EN PL E IN JOUR E T SOUS\n\n\n\n                                                                                N ’A VEZ-V O U S\n                                                                                                             a m is\n\n\n\n\n                                                                                                            PA S\n                                                                                                                        et\n\n\n\n\n                                                                                                                      V U MON\n                                                                                                                             pa­\n\n\n\n\nD\nEMPÊCHER.\n                      M a î t r e ? D ’i c i\n\n\n                      CHERCHER :\n                                                       ou l ’a - t - o n          t r a n s p o r t é ? Je v e u x l e\n\n\n                                                 NI MONTS NI V A L L É E S N E POURRONT M’EN\n\n\n\n       L Y A TROIS JOURS, AUJOURD’ HUI (MON CŒ UR ! TU T E BRISES\n\n\n\nI\nPROCHES.\n               DE DOULEUR                   ) QUE JE L E VIS PORTER SA CROIX DEVANT\n\n\n               MOI, E T SANS UNE P L A IN T E , SOUS L A DOULEUR ET LE S RE­\n\n\n\n                  u e je         le     v i s t o u t n u — co m m e u n m a u d it —                                 p en d re\n\n\n\n\nQ\nCRACH ATS.\n                       A U BOIS            DANS          L ’É CA R L A TE DE SES P L A IE S , TOUT LA ­\n                       CÉRÉ DE L A T Ê TE A U X PIEDS, COUVERT DE PUS ET DE\n\n\n\n\n                   a is     ce    que        je      ne      p u is     o u b l ie r ,        c ’e s t ,    quand       cette\n\n\n\n\nM\nSU R L A LA N G U E.\n                        GRANDE\n                        DE LU I\n                                           SOIF\n                                           VER SER\n                                                         L ’A C C A B L A ,\n                                                            ENCORE V IV A N T UNE\n                                                                                  QU’ ON N E ME PERM IT PAS\n                                                                                                           GOUTTE D’EAU\n\n\n\n                E SERVICE               QUE        ME       DÉFENDIRENT ALORS L E JUGE E T LA\n\n\n\nC\na in s i   de    sa\n                   R A C A IL L E JU IV E,\n\n                   QU’ IL EST\n                        P a s s io n\n                                           MORT\n                                           et       de\n                                                          JE\n\n                                                         LE\n                                                           sa\n                                                                 VOUDRAIS\n\n                                                                 LU I\n                                                                 c r o ix .\n                                                                            RENDRE\n                                                                                         A U MOINS MAINTENANT\n\n                                                                                               ET     LE      RÉNUMÉRER\n\n\n\n                 u l ’a v e z - v o u s             tra n sp o rté              —        JE     VOUS        EN p r i e p a r\n\n\n\n\nO                     SA CROIX EN SAN GLAN TÉE\n                      ME L E DISE :\nDEVANT PERSONN E, FÛ T-CE DANS L A MAISON DE P lL A T E .\n\n               LU S LONGTEMPS L E SE IG N E U R\n                                                                              —\n\n\n\n\n                                                                               NE\n                                                                                     QUE C E L A A U MOINS ON\n                                                    Je V E U X L E S O U L E V E R .... J e N E CÉDERAI\n\n\n                                                                                         PU T      SE CACHER             A    SA\n\n\n\nP\nD EU IL.\n                  FID ÈLE SE R VAN TE :\n\n\n                  M a r ia . E l l e : R a b b o n i,\n                                                            Il        LA ISSA TOMBER SON NOM.\n\n\n                                                                            d it -e l l e      et    a in s i   f in it\n                                                                                                                        Lui :\n\n\n                                                                                                                             son\n\n\n                                                                   (Traduit par E . D . B . sur un texte\n                                                                vieux-flamand recueilli à A nvers en 1621).\n\n\n\n\n74\n"}, {"page_pdf": 88, "texte": "         La Symbolique des Arbres\n\n Les Oliviers de la Passion\n   P âques-fleuries offre la plus magnifique symboli­\nsation de la vie verte, le rite de l’éternel printemps,\nla fête des arbres.\n   Alors que remonte vers sa cité royale et sacerdo­\ntale le divin Soleil, Vie et Résurrection, les rameaux\nqui figurent tout ce qui est vivant, les hommes, les\nraces aussi bien que les générations du ciel et la\nfloraison de nos œuvres, les rameaux sont formulés,\nprécisés en leur symbole par l’offrande au Roi\nradieux. En cette offrande, ils communient à la\nrédemption ; elle brise de rite le fatal recommence­\nment de vie ; elle les fait mourir et renaître en perpé­\ntuation d’immortalité.\n   — Des arbres de P âques-fleuries, le principal, le\nplus véridique est l’olivier, l’olivier de l’Orient-divin\net l’olivier de Jésus.\n   Les oliviers enferment le charme du midi, comme\nles palmes en disent la gloire. Ils sont la douceur\ndu soleil fécondant ; son mystère livré dans l’or de\nl’huile précieuse et l'ombre du pavillon glauque.\n   Mais seuls, les oliviers de Terre-Sainte dégagent\ntout leur attrait harmonieusement souverain. Les\noliviers de Terre-Sainte ! Il n’y a pas de plus grande\nmerveille psychique par toute la vie végétale. Ces\ndeux noms s’évoquent réciproquement. Ils ont de\ntacites et innombrables rapports qui les rappellent,\nles complètent l’un par l’autre. Des oliviers, en un\nautre pays, semblent aussi anormal que le sol sacré\nsans l’ombre et la solemnisation de ses arbres\npréférés. S ’ils nous sont doux en Provence, on se\nrappelle que les amis de Jésus ont colonisé spirituel­\nlement celle-ci, lui ont apporté un parfum évangé­\nlique. Les oliviers expriment, parmi les arbres, le\nmême mystère que la Terre-Sainte exprime parmi les\npays, que l’évangile proclame parmi les livres.\nComment définir l’inexprimable caractère ? C ’est\ncelui même de l’indéfinissable Personnalité qui, en\nnotre universel relatif, se différencie d’absolu.\n   Dans le vallonnement des plaines et des collines\nalternées, évocateur d’un balancement d’ondes ou de\nvol ; aussi, du bercement sur les genoux maternels\n\n\n\n\n                                                      75\n"}, {"page_pdf": 89, "texte": "où fleurissent les caresses, les oliviers, trop rares\nmaintenant, s’étagent encore, se juxtaposent. Ils\n n’impliquent pas l’essor complexe de nos forêts\n ogivales ; chacun est esthétiquement individuel.\n    Expressif du charme paisible et souverain du\nVerbe, chacun édifie comme une chapelle avec son\n autel et son mystère. Chacun semble le mémorial\n d’un pas ou d’une parole. On dirait, qu’en la vie de\nl’arbre, est perpétuée, ainsi, chaque heure de la vie\n divine, ces heures que l’éternité envia au temps.\n    Et, pour cela, les oliviers se dressent en petites\n coupoles arrondies, arrondies comme l’horizon où\nla terre aux rythmes doux ne brise presque jamais\nle cercle de plénitude, le cercle d’où émane une\n sérénité de vision complète, de domination heureuse.\n L e monde y semble aplani, livré en une paix de\nmer calme, qui chante par l’écumeuse frange aux\n clochettes argentines, son épanouissement sous\nla bénédiction du ciel. Elles sont arrondies, les\ncoupoles des oliviers, comme la coupole même de\n ce ciel, dont l’air pénètre toutes les architectures de\nfeuillages, qui reflète son bleu dans la flaque\n d’ombre, comme dans l’œil des sources. Mêlé aux\nverdures de la sève, à l’or du soleil et aux pulvéru­\n lences du sol, le bleu céleste achève la frondaison\n glauque, douceur profonde et complexe, comme\ncelle des flots, mélangée, elle aussi, de ciel.\n    Dans la coupole de feuillage soutenue par la\ncolonne centrale, unique du tronc, habite l’évoca­\ntion du dais royal, de la tente qui abrite, du\ntabernacle, gloire et abri d’un Dieu. Aussi, son\nfeuillage est l’étendard où le souffle d’en haut met les\nplis de gloire et d’humilité.\n    Les oliviers unissent le symbole des arbres\nmonuments, lentes vies séculaires, avec le charme\ndes arbres saisonniers.\n   Monuments, à la fois, et floraisons, ils épandent,\navec l’immortel souvenir, l’ombre plus fraîche de\nfeuilles renouvelées et l’onction des fruits. Oh ! les\ndouces perles allongées en petits œufs verts avec\ncet orient des perles, clair regard !\n    Oh ! le symbole de l’huile dont la promesse se\ngoûte dans le fruit et auréole tout l’arbre ! Il est la\nmerveille d’un or fluide et caressant, étoffe, chevelu­\nre et eau, d’un or qui enveloppe, doux, soyeux, subti­\n\n\n\n\n76\n"}, {"page_pdf": 90, "texte": "lement lourd et frais. Il garde le mystère de l’attrait\nexhalé, du parfum répandu, dissipant toute puissance\nhostile, faisant à l’âme épanchée une atmosphère de\ndélices.\n    A travers des exils séculaires fut gardé ce simple\nsouvenir : l’huile parfumée répandue sur une tête\nchoisie, et dont l’abondance coula jusqu’en la barbe.\nC’est une huile parfumée que l’amour pur, l’amour\nqui réunit les frères dans une atmosphère de paix,\nsanction divine au bonheur humain.\n    Les oliviers proclament par toutes les routes, la\nroute d’une typique vie divine. De leurs rameaux\nlivrés à l’enthousiasme oublieux, ils en solemnisèrent\nun jour le triomphe. Eux, en qui demeure un per­\npétuel souvenir, jettent sur le sol, à cause du pas\n divin, la draperie de leur ombre religieuse. Ils\n s’approchent des villes, ces reliquaires d’ivoire aux\n multiples petits cubes, et que les paroles immortelles\n habitent, parfois, presque seules. Ils viennent mêler\n leurs coupoles vivantes, aériennes, charme de\n draperie et de fleur, aux cubes et aux coupoles\n bâties. Edifices vivants, ils rappellent la « soucca »\n la religieuse tente qu’à la fête des tabernacles on\n construisait, innombrable, de feuillages et de fleurs.\n Ces tabernacles rappelaient, pour une solemnisation\n annuelle, le pélérinage des serviteurs de Dieu. Les\n tabernacles des oliviers rappellent perpétuellement\n le pélérinage de Dieu même, alors qu’il n’y eut pas\n d’abri pour sa tête divinement royale.\n    Il est encore quelques oliviers de Terre-Sainte\n qui forment en l’art de pensée une espèce aussi\n nettement tranchée que les espèces naturelles : les\n oliviers de Gethsémanie !\n    Un tel souvenir est en eux qu’il semble leur avoir\n imposé une durée unique. E t l'affaissement de leur\n caducité semble plutôt symboliser encore une tris­\n tesse divine, une divine agonie.\n    Pour celà, l’union de l’arbre monument, à longue\n vie de pierre, et de l’arbre saisonnier, fructifiant, est\n portée en eux à son comble. Ils sont des colonnes\n entaillées de rides mémoriales, des colonnes qui\n portent le tabernacle d’un virtuel feuillage, et\n donnent le fruit symbolique contenant toujours\n l’onction ineffablement vivifiante de l’épouvantable\n pressoir : Gethsémanie!              E d m o n d J o ly .\n\n\n\n\n                                                        77\n"}, {"page_pdf": 91, "texte": "     Sur le Concile du Vatican\n    Il y aura bientôt trente années que dans\nS a in t-P ierre de Rom e, S in aï de la loi nouvelle,\nau-dessus des polém iques les plus violentes,\net parm i les éclairs d ’un orage vraim en t sy m ­\nb o liq u e, le S a in t-E sp rit proclam ait le dogm e\nde l ’In fa illib ilité . T re n te années, c ’est deux\nfois le grande mortalis ævi spatium de T a c ite :\nune te lle période suffit à calm er les haines, et\nles générations q u ’elle a le tem ps de vo ir naître\npeuvent im partialem ent s’entretenir de com ­\nbats où elles n ’eurent point de part.\n   Je voudrais noter ici quelques-unes des im ­\npressions qui m ’ont rem ué d avantage en étu­\ndiant, pour un cas p articulier, (1) l ’histoire du\ndernier C on cile.\n                               *\n                             * *\n   E n tre ceux qui ju g e a ie n t nécessaire la défi­\nnition du dogm e, et ceux qui la croyaien t\nin opportu n e, la lu tte atteign it un degré d ’ardeur,\nde passion, d ’injustice, auprès duquel toutes\nnos contestations d ’aujourd ’hui ne form ent\nq u ’un échange d ’am énités. P o u r savoir à quels\nexcès de langage, dans les revues, les journaux,\nles lettres, les discours, se portèrent les par­\ntisans de la m ajorité et les « opposants », il\nsuffit de lire les biograph ies récentes des prin­\ncip au x chefs. L e s historiens des hom m es de\nd roite ne nous laissent rien ignorer de ce q u ’il\ny eut de vraim en t a b u sif dans l ’attitude et les\nparoles de ce q u ’on pourrait appeler la gauche\ndu C o n cile ; et, par une ad m irable réciprocité,\nles historiens de la gauche ont relevé avec le\nm êm e soin les torts que la droite se donna.\n  (1)     L ’A b b é K le in fait allu sion à l’E v ê q u e p atrio te d e M etz,\nM gr D u p o n t des L o g e s , dont il a ch è v e d ’écrire l ’histoire.\nA u C o n cile du V a tica n , ce p ré lat faisait p artie de l ’opposition.\n\n\n\n\n78\n"}, {"page_pdf": 92, "texte": "C ’est ainsi que le parti-pris des historiens pré­\npare l ’im p artialité de l’histoire.\n   D es P ères de la m ajorité je ne voudrais rien\ndire. Ils étaient, quant au fond, du parti de la\nvérité ; et D ie u , pour la faire triom pher, se\nservit de leurs défauts, s’ils en eurent, autant\nque de leurs talents et de leurs vertus.\n   M ais le cas des « opposants » paraît, à distance\ndu m oins, beaucoup plus étrange. O n les cro ya it\nles plus éclairés de l ’A ssem blée, m algré la pré­\nsence, à droite, d ’hom m es qui s ’appelaien t\nM anning, P ie , D escham ps.\n   Ils passaient pour m ieux inform és des besoins\nm odernes, et pour plu s soucieux d ’y adapter\nl’action du catholicism e. E t cepen dant ils\nvoulaient repousser, tout au m oins retarder\nune définition qui se trouvait répondre aux\nplus pressantes nécessités de notre âge, aux plus\nfortes exigences de l ’hum anité n ou velle. C ’est\nque des inconvénients de surface d érobèrent à\nleurs y e u x l ’opportunité profonde, et que, trop\néclairés pour ne pas prévoir les périls im m édiats,\nils ne le furent pas assez pour découvrir, par delà\nces incertitudes, les perspectives assurées d ’un\nplus grand avenir. L e s cris des p u b licistes et les\nm enaces des gouvernants couvrirent pour eux\nla voix grave des peuples en progrès.\n   Il y avait trois cents ans que le protestantism e\nniait l ’E g lise , deux cents ans que le gallican ism e\nchicanait les P ap es ; et l ’on ne v o y a it pas q u ’il\nétait tem ps de m ettre hors de toute atteinte ce\nprincipe : que l ’ É g lise p arlant par son C h e f\nreprésente le C h rist m êm e. L a plus redoutable\ndes questions se tro u vait posée devant la cons­\ncience religieu se de tout l’univers ; et l ’on\nproposait de n ’y point répondre ! M ais n’y\neût-il eu que le fait récent de si violentes et de\nsi confuses discussions, q u ’on en aurait dû\nconclure, sans plu s de raisonnem ents su b tils,\nla nécessité de faire la lum ière, l ’im p o ssibilité\nabsolue de laisser les esprits en proie à un tel\n\n\n\n\n                                                       79\n"}, {"page_pdf": 93, "texte": "désordre. L e s adversaires de la définition\nauraient, à eux seuls, par leurs polém iques, créé\nune raison de définir ; et c ’est justem en t que\nl ’on d isait d ’eux : Quod inopportunum dixerunt,\nnecessarium fecerunt.\n    M ais la proclam ation du dogm e n ’était pas\ndestinée q u ’à m ettre fin à des q uerelles théolo­\ngiqu es, si grande soit la place q u ’elles tiennent\ndans l ’histoire passée ou présente. E lle était\nnécessaire à l ’avenir com m ençant de l ’hum anité\nque nous devenons.\n\n                            *\n                        *       *\n\n     N ous entrons dans notre âge v iril, et, suivant\n l ’expression de S . P a u l, nous laissons les\n tu telles qui sont le propre de l ’enfance. E n d e­\n hors des dépositaires responsables de nos pro­\n pres volontés, nous n ’accordons d ’obéissance\n q u ’aux autorités venues de D ieu tout droit par\n nature ou R évélation . P ou r s’im poser à nos\n âm es libres, il faut que ces autorités nous pré­\n sentent des titres fort clairs. L e s âm es les plus\n religieuses, pour peu q u ’elles aient de vigueu r,\n ne se soum ettent q u ’à bon escient. P o u r cela,\ntout d ’abord, il était devenu nécessaire de sa­\nvoir, de savoir à n ’en pas douter, que désobéir\nsciem m ent au P a p e sur une définition de foi ou\nde m orale, c’est se m ettre du coup en dehors\ndu royaum e de D ieu .\n     V o ici, d ’autre part, que les pouvoirs tem po­\nrels perden t leur prestige et q u ’ils se m ontrent\naussi peu capables que peu désireux de soutenir\nles E g lises nationales. N ’est-ce pas l ’heure,\npour ces E g lises, d ’apprendre à trouver sans\nhésitation dans le ch e f de tous les chrétiens\nleur véritable appui et leur centre d ’unité ?\nA tten d ez quelques siècles, — le catholicism e a\nle tem ps et D ieu pour lu i — attendez qu elqu es\nsiècles et, par un développem ent lo giq u e des\nfaits qui germ ent déjà, vous verrez les E p isco ­\npats des diverses nations, de plus en plus\n\n\n\n\n80\n"}, {"page_pdf": 94, "texte": "étroitem ent attachés au P a p e et par lu i entre\neux pour tout ce qui regarde la doctrine,\nadapter, sous son paternel contrôle, les principes\ngénéraux de la d iscip lin e aux besoins variés du\ncatholicism e répandu enfin sur toute la surface\ndu globe ; vous verrez les chrétiens d ’élite,\ninébranlables partisans d ’une autorité q u ’on ne\ncontestera plus sans se taxer soi-m êm e d ’hérésie,\nconcentrer désorm ais leurs féconds efforts dans\nune étude toujours plus approfondie des m y s­\ntères de la foi, dans une culture toujours plus\nconfiante des vertus personnelles, dans une vie\nintérieure toujours plus intense et plus lib re ­\nment soum ise à l ’action de l’E sp rit-S a in t. E t,\ncomme à ce progrès relig ieu x des âm es les plus\nhautes correspondra, du m oins chez les peuples\nsupérieurs, le progrès naturel des sciences, du\ntravail, de toutes les légitim es ém ancipations,\nles forces du m al se heurteront à un adm irable\n accroissem ent des forces du bien, et de notre\n âge si calom nié datera, sans presque aucun\n doute, l ’une des plus belles périodes de l ’histoire\n du m onde.\n                           *\n                         *   *\n\n   D ieu le savait, qui, dans les passes difficiles,\nsem ble prendre en m ains directem en t le go u ­\nvernail de son E g lise . D ieu le savait ; m ais les\nhom m es ne s’en d outaient guère. E t ce sera\nl’excuse de ceux qui vo u lu ren t s’opposer à la\nprovid en tielle m arche des faits. Ils n ’étaient\npas ob ligés de prévoir les desseins qui\naujourd’hui encore se m ontrent à peine, et que\nleurs contradicteurs de droite ne sem blaien t\npas, d ’ailleurs, soupçonner plus q u ’eux. D ieu\nseul peut bien vo ir ce qui convient aux tem ps,\nparce que seul il les connaît tous, l ’aven ir y\ncom pris. T a n d is que les sages se dem an daient\navec épouvante ce q u ’alla ien t faire l ’A llem a g n e\net la F ran ce au lendem ain de la définition , sa\nprescience regardait d éjà les d eux peuples en\nguerre.\n\n\n\n\n                                                       81\n"}, {"page_pdf": 95, "texte": "     D ’autres aspects de la question pourraient\n ju stifier les « opposants » du grand C o n cile. Il\n en est un sur lequel il ne sied pas d ’insister : les\n exagérations de divers genres au xqu elles se\n livra it une partie de la droite et qui faisaient,\n hum ainem ent, prévoir beaucoup plus que la\n définition au jo u rd ’hui a cq u ise... U n e seconde\n considération est à la fois, plus d écisive et plus\n glorieuse pour notre M ère l’É g lise : c ’est la\n soum ission p arfaite qui fut celle de tous. Pas\n un E vêq u e de la m inorité ne fa illit à son d e v o ir ;\n sans aucune sorte de subterfuge ni de réticence\ntous adhérèrent à la décision que le S a in t-E s­\n prit, par la voix des P ères et du P ap e, avait\n revêtue de sa garantie.\n    E n face de cette conduite de l ’épiscopat\n universel, pour com bien peut com pter la révolte\n éphém ère de quelques prêtres et de quelques\nlaïcs, la p lu part déjà séparés du centre de la\nfoi avant l ’événem ent dont ils prirent prétexte ?\n E t n’est-on pas en droit de dire que cette\nunanim ité dans l ’acceptation du dogm e défini\natteste m ieux encore l ’unité de l ’ É g lise , que ne\nl ’aurait su faire l ’unanim ité dans l ’exam en\nprélim in aire ? O n aurait peut-être confondu cet\naccord p réalable avec l ’absence de vie, de\nréflexion et de liberté ; l ’accord après la décision\nne p ouvait être l ’effet que de l ’union intim e et\nprofonde à la q u e lle se reconnaissent, m algré\ntoutes leurs divergences d ’esprit et de caractère,\nceux qui font partie de l ’unique troupeau sous\nla cond uite de l ’unique pasteur.\n\n                              Abbé F é l i x   K l e in .\n\n\n\n\n82\n"}, {"page_pdf": 96, "texte": "Mémorial de la\n          Pensée religieuse\n   M artyrologe R o m a in , tra d u ctio n n o u v e lle re v u e et m ise\n à jo u r ju s q u ’en 1898, p a r des Prêtres du Clergé de Paris.\n (Paris : C h . P o u ssie lg u e ).\n   L e M a rty ro lo g e est en som m e un de ces a n cien s « liv res de\n fam ille » q u ’on re n co n tre en core sur q u elq u es tab le s dans les\n m aisons tra d itio n n elles : il énum ère le s an cêtres h on nêtes,\n voire h éro ïqu es et re la te le s faits a va n ta g e u x à la ra ce .\n   A u ssi lo n g tem p s que la fam ille fu t p eu n o m breu se, on\nrédigea de co p ieu x « A c te s » , des « P a ssio n s ». M ais quan d elle\n se fut ram ifiée, v iv a c e et fru ctifian te, la seu le herborisation\n som m aire en d e vin t bien tô t plus que suffisam m ent abon dante.\n U n nom, un e d a te ... C e s seu les étiquettes d e va ien t form er une\n collection difficile à cla sse r, à con su lter. L e s n é g lig e n ce s ou\nles p référen ces des co n serv ateu rs fin iraien t p a r la disp ro p or­\ntionner ou la d é p a re iller. C ’est ce qui é ta it ad ven u au m oyen-\nâge et ne p eu t p lus se re n o u v e ler depu is la m éth ode adoptée\n en 1584 p a r G ré g o ire XIII. A y a n t réform é le ca len d rie r, ce\npape restau ra le M a rty ro lo g e , in augura, p a r la com bin aison\n de l ’ép a cte et du n om bre d’o r une m éth ode em pirique pour\n désigner les d é d icaces et les an n iversaires, d écid a enfin d ’un\ntexte, ca ta lo gu e n e v a rie tu r d u q u el seu l se servir « sans y rien\n ajouter, ni rien ch a n ge r, ni en rien re tra n ch er » « sous p ein e\n d’encourir l ’in dign ation du D ie u tout-puissant et des b ien h e u ­\nreux apôtres S a in t P ie rre et S ain t P a u l ». N éan m o in s B en o ît\nXIV en 1748 vo u lu t ten ir co m p te des d é co u ve rte s de la critique\net dans d ’érudites lettres a p o sto liq u es à Jean V , ro i de P o rtu g a l,\nprêt à entrep rendre une rééd ition , il exp liq u e et ju stifie les\nadditions à faire.\n   C es lettres et le tra ité de B a ro n iu s sur le M a rty ro lo g e\nRom ain sont les m onum ents les p lu s im portan ts à ce sujet,\net il est re g retta b le qu e l ’éditeur de cette trad u ctio n n e le s ait\njoints en ap p en d ice.\n   L a traduction p résen te est in tégrale et so ign ée : prin ci­\npalem ent destin ée sans doute aux lectu re s du ré fecto ire dans\nles com m unautés re lig ie u se s ign o ran tes du latin , e lle p eu t satis­\nfaire les âm es p ieu ses ou le s esprits cu rieu x, dont la jo u issa n ce\nne réclam e p as les in-quarto de V e n is e , d ’A n v e r s ou de R o m e,\nà la typ o g ra p h ie ch au d e co u le u r d ’eau-forte, a u x ru briqu es\nverm illon , a v e c au ssi le s cliq u etan ts ferm oirs de cu ivre.\n   D e toute m an ière d ’a illeu rs, au fid èle com m e à l ’artiste, le\nm artyrologe offre autan t de charm es que de ve rtu s, couronn e\nde 365 b o u q u ets, un ch a cu n de fleurs tre ssé es selon leu r\np réséance, ro ses ro u g es des m artyrs, cro cu s vio le ts des\nconfesseurs, ly s b la n cs des vie rg e s.\n\n\n\n\n                                                                            83\n"}, {"page_pdf": 97, "texte": "      V i l l e r s e t A u l n e , célèb res a b b a y e s de l ’ancien d io cèse de\n  L iè g e . L e s g lo ires de leu r p assé — , p a r H . Nimal, rédem pto­\n riste. (L iè g e : H . D essain ).\n     S o u s un titre p eu spécifique, M . N im a l ten te de n ous pro­\n p o ser la v ie et le s ve rtu s des saints ab b és, m oines et con vers\n des deu x susdites a b b ay e s.\n      L e s B o llan d istes, qui ont b io grap h ié seu lem ent trois ou\n quatre saints p erso n n ag es d e V ille r s , racon ten t a v o ir renoncé\n p a r discrétion à in sérer la trentaine d’h a g io g ra p h ie s p réparées,\n sur l ’a ssu ran ce q u ’ils obtinrent du d ép la isir qu ’en ressentirait\n l ’hum ilité de l ’ordre. E t M olan us rap p o rte que le chapitre\n g é n é ra l cistercien e n g a g ea le p ap e à n e p a s don ner suite au\n p ro jet de canon isation du b ien h eu reu x A rn u lp h e de B ru x elles,\n co n vers de V ille r s , afin de n e p as d isqu alifier les saints par\n le u r abon d an ce. L a b e so g n e de M . N im a l n ’a p as subi ces\n co n trariétés.\n     P o u r en p arler, e lle ne re lè v e ni de la s cien ce , ni de l’art.\n     C e n ’est p as de l ’histoire, ce sont des histoires : M . N im al\nn e m ontre n u lle circon sp ectio n dans l ’em ploi d e ses so u rces ;\n e lle s sont d’ailleu rs un iquem en t livresq u e s, don c ém inem m ent\n sujettes à caution. E t p ourtant d e q u el in térêt n ’eu ssen t pas\n été des n otions p ré cises sur un C h a rle s de S e y n e , celui-là\n m êm e qui b âtit cette p ro d igieu se a b b a y e de V ille r s (selon le\n ty p e d e ve n u can on ique de St-G all), et qu ’on d e vin e u n de ces\ng éan ts du XIIIe siècle, hom m e d ’affaires et my stique ! de quel\n agrém en t un e ré co lte m in utieuse des a ctes du bien heureux\nS im o n d’A u ln e , v e rg e r qui p roduisait des m iracles !\n     I l d e v a it re ster tout au m oins qu e le tra v a il de M . N im al\n fû t une œ u vre d’art : m a lgré le charm e in alié n a b le d’un tel\n sujet, l ’a u teu r a réu ssi à ne p as être p itto resqu e. A v e c ç a que\nla « C h ro n iq u e de V ille r s » était un arb re q u ’o n n ’a v a it q u ’à\nla isse r fleurir ; le s évén em en ts q u ’elle — et aussi T h o m as de\n C an tim p ré — ra p p o rte sans co n trô le et a v e c p arfois seulem ent\nu n e dem ie bo n n e foi, sont n éanm oins en effet d ’une im agin a­\ntion p ré cieu se et co lo rée.\n     L a seu le excu se du liv re en fin de com p te serait d’être une\nœ u vre d ’édification : m ais si ces récits su iven t b ien , h é las !\nl ’allu re p iteu se et am orphe des h a b itu elles histoires dites\nédifiantes, je co n teste q u ’ils en aien t la vertu .\n    S i, en effet, cette jo n ch u re de m e rv eilleu x p eu t fourn ir à\nune œ u vre d ’art un e v iv e re sso u rce d ’agrém en t, j e n e vo is pas\nqu e le s fid èles am élio ren t leu r vœ u de v iv re à b é e r à des\nsoi-disants petits m iracle s au ssi in utiles qu e stupéfiants. Il\nn ’im p orte p as q u ’on ap p lau d isse à l ’h a b ileté de D ie u ou des\nth au m atu rges, il im p orte q u ’on su iv e des m o d èles, q u ’on\nexp érim en te des m éth odes, q u ’on étaie des résolution s m o­\nra les.\n    A in s i d o n c n i con tribution h istorique, ni œ u vre d’art, ni\nm ission é d ifica trice, ce liv re ne con stitue que ses 290 p ages.\n                                                               F.   N o n n ig e r .\n\n\n\n\nS4\n"}, {"page_pdf": 98, "texte": "Le sentiment religieux en art\n   C ’est en France, au X IIIme siècle que furent\nsculptées les premières figures présentant à la fois\ndes formes harmonieuses, établies selon les lois\nnaturelles, et des faces spiritualisées, des faces\nexprimant bien quelque état d’âme. Vers la même\népoque, les vitraux devinrent fastueux et l’enlumi­\nnure prit de la vie.\n   A Chartres, au Mans, à Paris, à Beauvais, dans\nla Picardie, la Champagne et la Normandie, par­\ntout on rivalisa d’ardeur et de goût pour décorer\nles édifices sacrés. Les vastes nefs se peuplèrent de\ncortèges de saints, de choeurs d’ascètes et de con­\ntemplatives ; les Saintes Chapelles reçurent une\néblouissante parure. Partout des statues évocatrices\nsurgirent de la matière sous le ciseau de maîtres\naux noms à jamais ignorés, et chaque sanctuaire put\nse prévaloir de quelque heureux motif sculptural.\nLa cathédrale de Bourges avec son jubé, la cathé­\ndrale de Reims avec son portail central et ses\npinacles, N . D. de Paris avec son tympan de la\nporte rouge, la cathédrale d’Amiens avec le souba­\nsement de sa façade principale et le linteau de sa\nporte sud, la cathédrale de Nevers avec la base des\ncolonnes de son triforium, l’église d’Aubazine avec\nle tombeau de Saint Etienne.\n   Mais N. D. d’Amiens, privilégiée entre toutes, se\nvit dotée du plus majestueux des Christs bénissant\net d’une exquise Sainte Vierge. Alors, vraiment, la\nchrétienté eut un art.\n   Cet art n’allait pas tarder à rayonner dans la\nGrande Bretagne, puis, au siècle suivant, en Italie,\ngrâce à Giotto, et dans les Flandres grâce à Jehan\nde Bruges et à André Beauneveu. Des œuvres\nconsidérables de ces derniers, il ne reste que des\nvestiges trop insuffisants pour se faire une idée\nexacte de leur art ; au contraire, celui du maître de\nVespignano peut s’étudier très bien en dépit des\n\n\n\n\n6                                                 85\n"}, {"page_pdf": 99, "texte": "  pages détruites par le feu ou abîmées par la chaux.\n     Lorsque débuta Giotto, la peinture italienne\n  s’épuisait à reproduire le poncif byzantin, dont\n  chacun se montrait las. Sans rompre avec une\n  entente décorative qui avait au moins l’avantage de\n  s’allier à l’architectonique d’alors, Cimabué venait\n  de s’appliquer à donner quelque vie aux figures ;\n  et, si timide que nous paraisse la tentative, elle n’en\n était pas moins énorme par ses conséquences, puis­\n qu’elle indiquait aux artistes que la nature est la\n seule inspiratrice et la meilleure éducatrice. Grâce\n à l’autorité considérable de son maître Cimabué, la\n tâche de Giotto se trouva singulièrement facilitée à\n Florence ; sa puissante personnalité lui permit de\n l’accomplir assez vite dans la péninsule entière.\n     Génie prodigieux, Giotto, à vingt ans, possédait\n assez son métier pour qu’on l’appelât à collaborer à\n la décoration de l’Église supérieure d’Assise. Ce\n fut une révélation. L'Italie avait enfin un peintre\n italien et, de plus, un décorateur réellement com­\n préhensif du mur. L a vie de Saint François lui avait\n fourni vingt-huit motifs et l’on y peut voir déjà\n l’amour du naturel et le désir de représenter des\n caractères sans cesser d’obéir aux principes de la\n décoration monumentale.\n    Mais c’est dans la chapelle dell’ Arena, à Padoue,\net dans l’église Santa-Croce à Florence, que ses dons\ns’affirmèrent avec éclat : Le Sauveur en gloire,l’Annon­\nciation, le Jugement dernier, les scènes représentant\nles vies de Jésus et de la Sainte Vierge, celles du\nPrécurseur, de St-Jean l’Évangéliste et de l’exquis\nmystique qui fonda les Minores, dénotent une rare\nintelligence du décor et valent par le naturel des\nattitudes autant que par la sincérité des physiono­\nmies. Dans la Fuite en Egypte, la draperie de la\nS te Vierge, cherchée par une harmonieuse combi­\nnaison de plis ; dans le Christ mort et les Stes Femmes,\nl’arabesque brisée descendant vers la gauche, mon­\ntrent qu’il se préoccupait fort d’exprimer, d’affecter\nau moyen des lignes, souci de vrai décorateur. La\nmanière byzantine était désormais hors d’usage ;\nnon pas que rien ne rappelât plus le hiératisme dans\n\n\n\n\n86\n"}, {"page_pdf": 100, "texte": " les interprétations de Giotto, mais lorsqu’il en\n subsistait quelque chose, au moins ce quelque chose\n était-il « naturalisé ».\n    Ce serait un non-sens que d’analyser ces thèmes\njusque dans la structure des formes, reportons-nous\n au temps de leur création et nous ne nous étonne­\nrons plus du manque de perspective des figures\nvolantes ni des raccourcis maladroits ou des extré­\n mités défectueuses ; il convient de les examiner\n d'ensemble et, d’ailleurs, leur destination y oblige.\nAlors on s’aperçoit vite que Giotto, sans vision du\nproportionné quant aux formes, eut un sens très sûr\n de l’équilibre relativement aux lignes. Ses person­\nnages, groupés sur un premier plan, souvent sur un\nplan unique, ainsi que dans les bas-reliefs, ne font\npoint trou dans la muraille, et les décors jouent leur\nrôle subsidiaire sans envahir la scène, sans jamais\ntourner au panorama ; autant d’indices de l’entente\ndécorative murale. Aussi les fresques de Giotto\nresteront-elles, en dépit d’imperfections de détails,\nl’école du décorateur.\n   Au point de vue religieux, son art vaut par la\nprofonde humanité de ses personnages. On lit sur la\nplupart des visages beaucoup plus de vie morale que\nde vie spirituelle, mais quelle piété vraie en émane,\nnéanmoins, et comme ils confessent loyalement,\ngravement, leur foi ! Les qualités d’observateur se\nrelèvent jusque dans des allégories telles que la\nGlorification de St François et les triomphes de la\nChasteté, de la Pauvreté, de l’Obéissance ; et chose\nprécieuse à constater, cette recherche de l’indivi­\ndualité, qui entraîne tant d’artistes au portrait sans\nâme, était alliée chez Giotto à certaine vision\nsynthétique qui le garda du réalisme étroit, le\npoussant à simplifier sans cesse, à construire large­\nment. On en trouve un exemple admirable dans\ncette page d’émotion pénétrante, et pieuse entre\ntoutes, la Mort de S t François. Mieux qu’aucun\nautre, peut-être, ce motif révèle les caractères\ndominants de son interprétation religieuse, n’est-ce\npas la dire austère et douce ?\n   Moins de cent ans après la mort du Peintre-Poète\n\n\n\n\n                                                   87\n"}, {"page_pdf": 101, "texte": " qui, dans des fresques à jamais fameuses, célébra\n le Séraphique François, l’art chrétien resplendissait\n sur l’occident, plus soucieux de beauté formelle au\nsud et de caractère moral au nord, mais un en ses\ntrois manifestations typiques d’Italie, de France, de\n Flandre et outre-Rhin.\n    C ’est l’âge béni où se couvrent de fresques le\n Couvent de Saint-Marc, les églises et les chapelles\n de Toscane, d’Ombrie, de Padoue, de Milan, de\n Bologne et de Venise ; où s’embellissent de bas-reliefs\nles Portes du Baptistère de Florence ; où s’enrichis­\nsent de tableaux précieux l’Hôpital de Saint Jean\net les cités flamandes ; où s’achève la décoration du\n Campo-Santo, de l’Abbaye du Mont St Michel,\ncelle des cathédrales de Cologne, d’Amiens, d’Albi,\nd’Anvers et de Fribourg-en-Brisgau ; où se parent\nde miniatures les Heures du Roi René, du Duc de\n Bourgogne et de Me Etienne Chevalier, le Brévi­\naire du Cardinal Grimani, la Bible des ducs d’Urbin,\nle De'vocionario d’Isabelle la catholique !\n   L ’Adoration de l’Agneau, ce poème où se confon­\n dirent dans un même élan mystique les concepts des\nVan Eijck ; la Crucifixion où saigne encore le cœur\n de Fra Giovanni ; les décors travaillés en joyaux\ndont Memling adorna la châsse de Ste Ursule ; la\nTrinité adorée et les scènes de la Passion où Dürer\nse lit tout entier ; autant d’actes de foi ! Et, des\nthèmes archaïques de Jehan de Bruges, d’André\nBeauneveu, de Maître Wilhelm et du glorieux\ninconnu auquel on doit le Triomphe de la Mort, à la\nDéposition de Croix du Pérugin, aux Légendes Ghir­\nlandaïesques de Santa Maria Novella, au Cenacolo\ndu Vinci ; et du Puits de Moïse de Sutler, du David\nde Donatello à l'Annonciation de Luca dell a Robbia,\nà l'Ensevelissement du Christ de Michel Colombe,\nque d’œuvres dignes d’une dévotion esthétique !\n   Rarement les maîtres se rencontrèrent en aussi\ngrand nombre, et pourtant parmi leurs interpréta­\ntions des textes Saints, on pourrait compter les\npages d’où se dégage quelque piété. C ’est que, de\ntous les sentiments, les plus délicats à exprimer en\nart sont, à n’en pas douter, les sentiments religieux.\n\n\n\n\n88\n"}, {"page_pdf": 102, "texte": "Comment rendre sensibles, au moyen des lignes,\nces aspirations d’un cœur fervent et ces phases qui\nconstituent la vie intérieure d’un être en état de\ngrâce ? L e plus savant dessin ne peut donner qu’un\nschéma de ces états intimes en interprétant les\nexpressions faciales, et surtout les regards, des\nfidèles qui les ressentent. Or, les interprètes de\ntelles expressions, les artistes en puissance d’écrire\nla psychologie d’une créature, furent toujours très\nrares.\n   C ’est pourquoi, entre toutes les scènes prises dans\nles Saintes Ecritures, les plus humaines sont tou­\njours les mieux représentées. Pour traduire le sur­\nnaturel, il faut savoir l’humaniser, et, depuis Rem­\nbrandt, nul n’a possédé ce don.\n   En choisissant pour motif la Sainte Famille,\nl’Adoration des Mages, la Cène, la Passion, le\nCalvaire, la Descente de Croix, les principaux\n Gestes des Saints, maints artistes accomplirent des\nchefs d’œuvres ; en connaît-on qui aient été aussi\nheureux en s’inspirant du Christ au Jardin des\nolives, de l’Ascension, de l’Assomption, des appari­\ntions d’Anges ou de faits miraculeux ? Les « Ecce\nhomo » émouvants, les douces Madones à l’enfant,\nles attendrissantes Mères de Douleur ne manquent\npas ; mais où contempler, sans déception, un Jésus\nau Sacré-Cœur, une Immaculée dans sa gloire ? On\nsait s’il y a des figures de Saints valant par l’intensité\nde la vie extérieure ; qui pourrait citer un Précur­\nseur méditant, un St-François d’Assise recevant les\nstigmates, un St-Jean de la Croix s’élevant de terre,\nune Ste-Gertrude, une Ste-Thérèse ou une B. Mar-\nguerite-Marie en extase, dont l’image satisfasse par\nl’expression ?\n   Les maîtres les plus aptes à construire une phy­\nsionomie n’ont pas toujours su trouver celle qui\nconvenait au Saint dont il tentaient la représenta­\ntion ; Memling et Donatello en fournissent un exem­\nple typique, le premier avec son St-Jean l’Évangé ­\nliste, le second avec son Précurseur, (1) Ce qui\n   (1)   C e lu i de M em lin g (à B ruges) assis sur le ro ch er de\nPathm os, fait p artie d’u n e in téressan te com p osition où l ’artiste\n\n\n\n\n                                                                   89\n"}, {"page_pdf": 103, "texte": "distingue l’Angelico de tous les prodigieux quattro­\ncentisti, c’est justement le tact avec le quel il donna\nla vie spirituelle à ses figures. Aussi sa vision\nparut-elle supraterrestre.\n   Botticelli, Lionardo, Pérugin élèvent au dessus du\nterrestre par leurs radieuses idéalisations, et l’on doit\nreconnaître en Jean Van Eijck, Van der Weijden,\nMatsijs, Dürer, Schongauër et Foucquet, les plus\npénétrants interprètes du caractère moral. Donatello,\nF . Lippi, Ghirlandajo, Mantegna excellèrent en la\nstructure de la forme expressive ; Ghiberti atteignit\nau majestueux par son entente décorative ; Luca\nSignorelli anima ses foules avec une puissance que\nnul n’a dépassé. Lochner, Pisanello, Gentile, Goz ­\nzoli, Francia, G. Bellini, les d ella Robbia, Mino\nda Fiesole, enveloppèrent de suavité les têtes de\nleurs personnages. Comme réalisateurs plastiques,\nla plupart l’emportèrent sur Fra Giovanni, mais le\nmoine fresquiste les dépassa tous par l’interprétation\ndes sentiments pieux ; et il a sur son seul rival,\nMemling, cet autre vrai mystique, l’incontestable\navantage d’avoir choisi des visages aux belles\nlignes.\n   Etudier l’œuvre du doux Dominicain qui parvint\nà la maîtrise en gagnant la béatification, c’est étudier\nl’art religieux lui-même.\n   Quoique sa préoccupation dominante ait été\nd’émouvoir et que son tempérament l’entrainât au\ntragique, Fra Giovanni fut très réellement un déco­\nrateur, un compréhensif du mur. La Descente de\nCroix (académie des Beaux-Arts à Florence) et\nl’Annonciation (couvent de St-Marc) révèlent une\nrare entente de l’arrangement, et la première de ces\npages offre, de plus, un exemple instructif d’ara­\nbesque expressive. C ’est une série de lignes brisées\net abaissées vers la gauche qui constitue cette\narabesque, et ces linéatures contribuent puissam­\nment à l’impression de tristesse, d’angoisse, qui\némane des figures Dans l'Annonciation, ce sont les\n\na figuré l’A p o c a ly p s e ; ce lu i de D o n a te llo (au L o u vre) n ’est\nq u ’un portrait. E t le s exem p les de ce ge n re abon den t dans la\nplu p art des m usées et des m onum ents.\n\n\n\n\n90\n"}, {"page_pdf": 104, "texte": " attitudes silhouettées en courbes gracieuses qui\n ajoutent à l’humilité empreinte sur les visages.\n   Les Saintes Femmes au Tombeau (St-Marc), l’Ado­\n ration des rois (Uffizi), la Prédication de St-Etienne\n (Vatican) présentent des qualités analogues, et l’on\n ne saurait nier l’ingéniosité de l’ordonnance dans le\n Couronnement de la Sainte Vierge (Louvre) et le\nJugement dernier (Académie de Florence) ; mais\ntoutes ces scènes dépassent la simple harmonie de\nlignes, toutes proclament l’ardente piété, l’émotion\nsincère de celui qui les traça. Veut-on comprendre\nce qui sépare une composition affective d’un thème\npurement décoratif ? Que l’on examine les Loges et\nles Chambres du Vatican après un pélerinage au\ncouvent de Saint-Marc.\n   C’est que la maîtrise de Fra Giovanni se manifeste\nsurtout dans l’écriture des physionomies et des\ngestes. Le Christ et St-Dominique, St-Pierre martyre,\nla Madona della Stella (St-Marc), la Sainte Vierge\nentourée d’Anges (Uffizi), les Saints et les Prophètes\nd’Orvieto, — autant de portraits transfigurés, de\nfigures éloquentes.\n   Le maître de Fiesole ne fut pas seulement un\nintuitif qui bénéficiait d’inspirations merveilleuses,\nce fut un très réel observateur de la vie et de la\nnature, on s’en aperçoit dès les Retables de Cortona\net de Pérouse, qui comptent parmi ses primes œu­\nvres. L a recherche de la beauté se conciliait, en ce\nvisionnaire, avec le respect du naturel, et il appor­\ntait un très grand soin dans le choix de ses modèles ;\nd’où l’individualité des têtes qu’il stylisa et cette\nconcordance parfaite entre les expressions faciales\nde la plupart de ses personnages et les sentiments\nà exprimer.\n   Qui, mieux que lui, donna de la suavité aux Anges,\nde la grâce aux chairs virginales ? Ses pinceaux ont\neu toutes les délicatesses et comme des pudeurs,\nsemble-t-il. Qui, mieux que lui, trouva des attitudes\norantes, des regards dépouillés du terrestre ? On\npourrait citer des groupes où tous les personnages\nparaissent en prière. Mais nulle part, cette intelli­\ngence de la figuration psychique ne se manifeste\n\n\n\n\n                                                    91\n"}, {"page_pdf": 105, "texte": "avec plus d’intensité que dans l’admirable Crucifixion\ndu Couvent de St Marc, où, peut-être, tout ce que\nla foi suscite de saintes émotions se trouve repré­\nsenté.\n   Par ce génie qu’il eut de traduire les sentiments\npieux en un art humain, Fra Giovanni fit vraiment\nœuvre de mystique. Car le mysticisme, en peinture\ncomme en sculpture, ne consiste point à exagérer\nla maigreur d’un corps, à déformer les membres, à\nélire des types émaciés, des faces maladives. On lui\ndemande de révéler, par un dessin normal, la ferveur\ndont rayonne un visage, le saint amour dont s’atten­\ndrit ou s’illumine le regard d’une créature en com­\nmunion avec son Créateur.\n   L ’âme de plusieurs peuples, frères par la race et\nla foi, palpite et prie en l’œuvre de l’Angelico ; ce\nqu’il synthétise, c’est bien l’idéal chrétien de la\nlatinité au X V e siècle. Par cet œuvre, l’art religieux\natteignit un de ses points culminants ; d’autres\nallaient porter plus haut son expression plastique,\nl’interpréter en décorateurs plus grandioses, en\nexécutants plus habiles ; nul n’eut grâce, comme le\npieux moine, pour réaliser son expression sentimen­\ntale et anagogique.\n   En s’inspirant plus directement de l’antique, les\ncinquecentisti ne surent pas concilier la belle santé\ndu corps avec celle de l’âme. Séduits par les réalités\nsensibles, ils négligèrent la beauté morale pour celle\ndes formes et ne se soucièrent que d’exprimer de la\nvie naturelle ; l’Évangile ne leur fut plus qu’un\nprétexte à thèmes décoratifs ou à tableaux drama­\ntiques et, dans la Ste Vierge, ils ne virent qu’une\nfemme.\n   Les motifs de la Chapelle Sixtine et la Dispute du\nSt Sacrement, compositions magnifiques entre toutes,\nproclament le génie profane des prestigieux metteurs\nen scène, des puissants portraitistes qui les réalisè­\nrent. De même, la Mise au Tombeau du Titien, le\nParadis du Tintoretto, les Noces de Canade Véronèse,\nla Déposition du Corrège valent par l’arrangement\ndes personnages et les qualités d’exécution. Le\nM.oïse de Michel-Ange, en dépit de sa majesté et\n\n\n\n\n92\n"}, {"page_pdf": 106, "texte": "de son énergie, ne donne guère l’impression du\nlégislateur des Hébreux ; la Madona du Grand Duc\net celle de St Sixte sont des têtes idéalisées, non pas\ntransfigurées, et il en faut dire autant de la très\nmaternelle Vierge au coussin vert d’Andrea Solario\net de la Madone au sac d’Andrea del Sarte. Quant\nà Caravage et à ses succédanés, ils confondirent,\nsemble-t-il, la dévotion avec la sentimentalité\nthéâtrale.\n   Seuls, Luini et Giorgione réussirent à spiritualiser\nleurs figures ; or, par la date de leur naissance,\ncomme par leur formation esthétique, l’émouvant\ndramaturge de la Passion de Lugano et le suave\npoète de la Madone de Castelfranco appartiennent\nencore à l’âge précédent. C ’est aussi le cas de\nBellegambe de Douai, auquel on doit une très\nrayonnante Adoration de la Ste Trinité, de Mostert\nde Haarlem, des décorateurs de l’église de Brou,\n(entre autres les flamands Conrad et Thomas Meijt),\nde Guillaume de Marseille (1) et du miniaturiste\n(peut-être Bourdichon) qui décora les Heures d’Anne\nde Bretagne.\n   Parmi les vrais fils de ce X V Ie siècle trop exalté,\nil n’y eut guère que les Espagnols qui conservèrent\nle sentiment religieux. (2) D ’assez nombreuses\nœuvres en font foi, entre autres : le Baptême de\nJésus et la Conversion de St Paul du dévot Vicente\nJoanès, le Christ à la Colonne de Luis de Moralès,\nles décorations dont Herrera el Viejo orna l’église\nde St Bonaventure à Séville, et les retables exécutés\npar Gaspar de Herrera et Esteban Jordan, le\npremier dans la cathédrale d’Astorga, le second dans\nl’église de Médina de Rio Seco.\n   L ’époque suivante offre un plus bel ensemble de\npages hautement inspirées. C ’est en Hollande, le\nChrist guérissant les malades, l’Annonciation aux\n  (1) G u illau m e de M a rseille e xé cu ta de m agn ifiqu es vitrau x,\nentre autres-ceux de la ca th éd rale d ’A re z z a .\n  (2) E n F ra n c e deu x artistes, au m oins, p araissen t a v o ir eu\nce sentim ent, à en ju g e r d’après le s q u e lq u es m otifs qui n ous\nrestent d ’e u x ; ce sont L ig ie r R ich ie r (sépu lcre de S t M ih iel\ndans la M euse) et l ’ad m irable P in a ig rie r (vitraux d e S t G e r ­\nvais, S t P ro ta is à P aris).\n\n\n\n\n                                                                       93\n"}, {"page_pdf": 107, "texte": "Bergers, la Résurrection de Lazare, les P élerins\nd’Emmaüs de Rembrandt, ce thaumaturge de l’art.\nC ’est en France, le Baptême du peuple, l’Adoration\ndes Bergers, les Aveugles de Jéricho, la Cène de\nNicolas Poussin, la Présentation au Temple, le Christ\nen Croix de Philippe de Champaigne, la Vie de\nS‘ Bruno de Lesueur, le Christ pleuré par les Anges\nde Lebrun ; en Flandre, la Ste Famille aux Anges de\nVan Dijck, la Communion de St François de Rubens ;\nà Naples, le Martyr de St Barthélémy de Ribera.\nC ’est en Espagne, la Mort de St Isidore du chanoine\nRoëlas, la Messe de St Benoît de Fray Juan Rizi, la\nSte Elisabeth guérissant les lépreux de Murillo, le\nChrist, S‘ Antoine abbé visitant St Paul H ermite de\nVélasquez, et presque toutes les œuvres de Zur ­\nbaran et d’Alonso Cano.\n   Mais après ces pieux interprètes, la matérialité\nl’emporte décidément sur le spirituel, et des virtuoses\nsans inspiration paganisent les sujets religieux. A\nl’âge de la pseudo-mythologie succède l’âge du faux\nclassique et s’il ramène les artistes à plus de dignité,\nil leur impose, par malheur, un formulaire qui les\nempêche de se montrer émus. On voudrait pouvoir\nadmirer le réveil du sentiment religieux qui se\nmanifeste, dans la première moitié du X IX me siècle,\npar les travaux de Cornélius, de Shadow, d’Over ­\nbech, de Hess, en Allemagne, et ceux de Flandrin,\nd’Orsel, de Dumas, en France. Mais une telle froi­\ndeur émane de ces grandes pages, correctes jusqu’à\nla sécheresse!... En toute conscience, on ne doit\nque s’incliner devant la somme considérable des\nefforts dépensés et la hauteur de l’objectif entrevu.\n   En Angleterre, les moralisateurs de la peinture\nHolman Hunt, D. G. Rossetti, Collinson, Madox\nBrown, W ats, ne devaient pas réussir davantage,\nmalgré leur noble talent, à rayonner de la piété, (1)\nMais qui peut dire ce que Burne-Jones doit à\nl’atmosphère créée par ces convaincus, à leurs efforts\n     ( 1 ) L e s form ules de ce t art m o ralisateu r ont été p résen tées\net défen dues p ar John R u sk in dans ses « R a p p o rts de l ’art\na v e c la R e lig io n » ; et il n ’est p as peu cu rieu x de retro uver\ndans leu r fier rigorism e un é ch o du terrib le Arte de la Pintura\nqu e l ’andalou P a c h e c o p u b lia en 1649.\n\n\n\n\n94\n"}, {"page_pdf": 108, "texte": "dignes d’éloges ? Or, entre tous les artistes contem­\nporains, le maître gallois est celui qui a interprété\nles sujets religieux de la manière la plus esthétique.\n\n\n   Les apogées et les décadences de l’art chrétien ne\npeuvent s’imputer, on le comprend d’après ce qui\nprécède, ni à l’exaltation du sentiment religieux, ni\nà la perte de ce sentiment. Certes, l’épanouissement\nd’un art a des causes mystérieuses ; mais il en a\nd’autres aussi qui n’échappent point à l’analyse.\n   Les peuples des régions où naquirent, au X V me\nsiècle, tant d’œuvres d’une dévotion touchante,\nétaient-ils plus pieux que leurs ancêtres des deux\nsiècles précédents ? Point du tout. Ils étaient plus\naffinés esthétiquement, et leur moralité y avait plutôt\nperdu, voilà ce que nous indique l’histoire. Mais\nleurs artistes, mieux formés, bénéficiaient en outre\ndes efforts, des travaux de leurs devanciers, et\nl’exécution ne trahissait plus leurs désirs. Quelles\nœuvres pouvaient réaliser, dans un âge encore bar­\nbare, S t-Eloi et le moine Lazare, Tutilon et St-Bern-­\nward, l’évêque Betton et l’ermite St-Dunstan, l’Abbé\nEtienne et l’Abbé Guillaume ? (1) De quelle exécution\nétaient-elles capables les Abbesses de Landsperg et\nde Niedermünster (2) qui vivaient en une époque où\n\n     (1) O n sait qu e le fon dateu r de l ’A b b a y e de S o lig n a c\n(V IIme siècle) é ta it scu lp teu r et o rfè vre ; L a z a r e , p ein tre\nbyzan tin très cé lèb re, v iv a it au IX me siè cle et fut cru ellem en t\npersécuté p a r les ico n o cla stes. T u tilo n (IX me siècle), B én éd ictin\ndu co u ven t de S t-G all, p arvin t à la ren om m ée p ar u n e statue\nde la S t-Vierge qu ’il fit p our les M essin s. St-B ern w a rd (Xme siè­\ncle), évê q u e d’H ild esh eim , en S a x e , d é co ra de p ein tures les\nmurs de son é g lise et e x é cu ta m aintes p ièce s d’argen terie ;\nBetton (m êm e époque), é v ê q u e d ’A u x e rre , se liv ra it à l'a rch i­\ntecture, à la scu lp tu re et à l ’o rfè v rerie , il tra v a illa lu i aussi\nà la d éco ratio n de sa ca th éd rale . St-D unstan v iv a it au X me siè­\ncle, dans la G de B re ta g n e , et se p laisait à d é co re r le s liv res\nliturgiques. E tien n e , sep tièm e du n om , (Xme siècle) A b b é de\nSt-M artial de L im o g e s , é ta it o rfè vre et é m ailleu r ; G u illau m e\n(même époque) A b b é de S t-B én ig n e de D ijo n , a rch itecte et\nsculpteur, form a de n om breux é lè v e s.\n    (2) C e s d eu x A b b e s s e s v iv a ie n t au X I I me siècle . O n cou-\nserve à M u n ich un E v a n g é lia ire de la seco n d e ; 1’Hortus\ndeliciarium de la p rem ière a été détruit en 1870, m ais il en existe\nune rep roduction h élio gra p h iq u e.\n\n\n\n\n                                                                            95\n"}, {"page_pdf": 109, "texte": "les miniaturistes ne puisaient guère leurs connaisan­\nces techniques que dans le traités de Théophile ou\nle Recueil de Denys ? (1)\n    Il faut des phases de tâtonnements et de travaux\nde tout ordre pour fournir des éléments aux artistes\nen puissance de réaliser des œuvres. Les écoles\nfondées par les Chartreux et les Bénédictins, les\nfoyers artistiques de Solignac, de St-Gall, de Riche ­\nnaw, de S t Sauveur, furent les préludes des maîtrises\nd’où sortirent les décorateurs des cathédrales du\nX IIIme siècle. L ’architecture et la sculpture de\nFrance eurent pour berceau commun la vénérable\nAbbaye de Cluny, si tristement transformée au­\njourd’hui.\n    D ’autre part, les génies sont aussi nécessaires\npour préparer les voies que pour embellir les som­\nmets. En Italie, Cimabué avait commencé une\n réaction salutaire contre le byzantinisme ; mais, sans\n Giotto, le mouvement de retour à la nature s’accen­\n tuait-il, s’imposait-il, et, sans Masaccio, se concili­\n ait-il avec le style ? Les Orcagna et les Lorenzetti\n ont rendu possible un Ghirlandajo et un Mantegna ;\n et l’on peut dire de Verrochio qu’il a engendré\n Perugino et Lionardo.\n     Quels que soient sa ferveur et son idéal, un artiste\n ne peut accomplir une œuvre s’il ne possède la con­\n naissance approfondie de son art et cette puissance\n d’imprégner la matière d’indicible, sans laquelle le\n talent se résume en de la virtuosité. Est-ce parce\n qu’il était plus saint que Fray Nicolas Boras (2) que\n le maître de Fiesole a chef-d’œuvré, tandis que le\n hyéronimite espagnol ne produisit que des pein­\n tures sans âme ? Évidemment non ; Catherine de\n  Bologne fut canonisée, or la tradition ne dit point\n  que ses miniatures aient été estimées au-dessus de\n  celles de Fra Benedetto, le frère de l’Angelico.\n  Enfin, nul n’a contesté les vertus religieuses des\n  derniers moines-artistes qui aient conquis une répu­\n tation (3), et cependant aucun d’eux ne s’éleva au-\n   (x) M oin es m éd iévistes auteurs de traités de peinture.\n   (2) M ondain d even u p rêtre, puis re lig ie u x h yéro n im ite au\n co u ven t de G an d ia (1530-16 10).\n   (3) C e furen t, en Ita lie, a v e c F r a B en ed etto , le s F rè re s\n\n\n\n\n 96\n"}, {"page_pdf": 110, "texte": "dessus de l’estimable. Ce qui leur fit défaut, ainsi\nqu’à Cespédès, autre bon catholique (1), c’est ce\nque possédait si bien Fra Giovanni, le complet\ndéveloppement des dons de créateur en plastique\net l’étincelle qui les anime.\n   De même qu’après les longues périodes d’élabo-\nrations laborieuses apparaissent les réalisateurs\npuissants, de même, après le règne de ces privilé­\ngiés, viennent les périodes d’épuisement, de mar­\ncescence, pourrait-on dire. C ’est une de ces périodes\nque traverse l’art chrétien aujourd’hui. L a plupart\ndes nations de l’Europe ont enfanté tant de généra­\ntions d’artistes qu’il leur faudra des siècles avant de\nredevenir fécondes. Si la représentation des sujets\nsacrés laisse tant à désirer maintenant, dans cette\nFrance où furent dressées les premières belles\ncathédrales, cela tient à l’insuffisance de ses inter­\nprètes, non à quelque affaiblissement de la foi. C ’est\nun cas analogue à celui que présentèrent les X IV me\net X V Ime siècles.\n   Jamais peut-être, la foi ne fut aussi vivace en\nFrance, pas même sous le règne de St Louis, car\nles attaques des uns et l’indifférence des autres n’ont\nservi qu’à fortifier les fidèles dans leurs croyances.\n Depuis que l’Eglise de Jésus a été instituée, d’ail­\nleurs, rien n’a pu l’ébranler, ni les hérésies et les\nschismes, ni les persécutions et les agnosticismes.\n « Les hommes remuent, s’agitent et s’épuisent\n autour de cette forteresse, a dit le Vénérable Liber ­\nmann ; elle reste debout, tandis qu’ils passent et\n s’évanouissent avec toute leur force et toute leur\n\nB artholom eo d e lla P o rta , Jérom e F io rm i, m in iateurs, B a rth o ­\nlom eo d e lla G a tta et le C a m a ld u le L o re n z o M o n aco , p ein tres ;\nen E sp agn e, le C a rm e A d ria n o , les F rè re s F é lip e , A n d rès de\nL éo n , M artin de P a le n c io et Julien de la F u e n te d e l S a z .\nF ra y F é lip e tra v a illa à la d éco ratio n du M issel en six vo lu m es\nqu’offrit à la ca th éd rale de T o lè d e le C a rd in a l C isn ero s en\n1 518 ; les autres illuminadores co llab o rèren t à la d éco ratio n des\nlivres d e choeur d e l ’E s c u r ia l e xé cu tée sous P h ilip p e II.\nA driano, é lè v e de C e sp é d ès, e x é cu ta des tab le au x.\n  (1) P a b lo de C e sp é d è s (1538 ? — 1608) fu t à la fo is a rch é o ­\nlogue, p o è te , p ein tre, scu lp teu r, a rch itecte. I l m ourut co a d ju ­\nteur de son o n cle, ch an oin e p réb en d é d e la ca th éd rale de\nCordoue.\n\n\n\n\n                                                                               97\n"}, {"page_pdf": 111, "texte": "  puissance. » Corps mystique du Sauveur, elle reste\n  debout, rayonnante et vivifiante ; et, loin de dimi­\n  nuer, le nombre de ses enfants augmente d’âge en\n  âge. Sans doute, aux yeux de l’adversaire, l’Église\n paraît vaincue sur plus d’un point, parce qu’elle ne\n  peut sauver les âmes malgré elles-mêmes et qu’il lui\n faut se retirer de certains lieux maudits, semble-t-il,\n ou y attendre une heure plus favorable. Mais, en\n réalité, ces accidents ne font qu’immobiliser quel­\n ques uns de ses apôtres, ils n’empêchent point son\n admirable marche enveloppante sur les deux hémis­\n phères.\n    On ne saurait en aucune façon imputer à l’Église\n le fâcheux état actuel de l’art religieux. L ’Église,\n dont le 2me Concile de Nicée a fixé, en quelque\n sorte, le devoir esthétique, l’Église a toujours favo­\n risé l’art, et les musées du vieux monde le prouvent\n non moins que les cathédrales. Ne prescrivit-elle pas\n l’étude des beaux-arts dans les monastères, dès les\n premiers siècles, et, plus tard, n’accueillit-elle pas,\n avec le même intérêt, les diverses formes d’architec­\n ture et de décoration ? Ceux de ses enfants qui\n s’élevèrent, soit comme St-Jérôme et St-Bernard,\n contre le luxe envahissant, par l’art, les choses\n sacrées ; soit comme Savonarole, contre le profane\n des sujets et le culte de la forme, ceux-là ne con­\n damnaient point l’art en soi et ne parlaient, d’ailleurs,\n qu’en leur nom personnel. Ces livres historiés, tra­\nvaillés comme des joyaux qui déplaisaient si fort à\n St-Jérôme firent la joie de St-Ephrem et de S t-Mein-\nwerk ; et, dans le mêmes temps que l’Abbé de\n Clairvaux exhortait à bannir des temples « les\nrichesses des matériaux polis, les peintures qui\nattirent les regards », l’Abbé Suger soutenait, non\nmoins ardemment, que « plus les choses ont de\nprix, plus il y a obligation de les consacrer au ser­\nvice du Seigneur ».\n    Très souvent, on reproche avec raison au clergé\net aux fidèles la pitoyable décoration des sanctuaires,\npense-t-on assez que le clergé et les fidèles prennent\nles oeuvres qu’ils trouvent ? Quant aux artistes chré­\ntiens, ils subissent les conséquences de la mauvaise\n\n\n\n\n98\n"}, {"page_pdf": 112, "texte": "formation d’un temps où leurs éducateurs, à part\ndeux ou trois exceptions tout au plus, ne sont que\ndes hommes de métier. On ne saurait donc leur\nen tenir rigueur. L ’Eglise aura de nouveau des chefs-\nd’œuvre ( t ) lorsque ses artistes se livreront, comme\nfirent les décorateurs du X IIIme siècle français et les\nquattro-centisti, à l’étude approfondie des principes\net que, continuateurs intelligents de l’Angelico, ils\ns’appliqueront à choisir leurs modèles parmi les\npersonnes vivant de la vie pieuse, à concilier le natu­\nrel avec les sentiments de piété, l’eucrasie avec l’état\nde grâce.\n   L ’artiste ne réalise pas une œuvre de sentiment\nreligieux parce qu’il choisit quelques motifs dans\nles Saintes Ecritures, mais parce qu’il dégage la\nspiritualité du terrestre, et sait illuminer ses figures\nd’expressions de ferveur, envelopper ses ensembles\nd’une atmosphère de piété. Ce qu’il importe d’expri­\nmer, c’est avant tout la psychologie des personnages,\nce qu’il faut absolument obtenir, c’est la vraisem­\nblance morale ; car, en quoi s’élève-t-elle au dessus\ndu thème profane, l’interprétation de l’Évangile qui\nne se recommande que par la vraisemblance histo­\nrique ?\n   Que les artistes chrétiens s’inspirent donc de tous\nces interprètes du Sacré dont les travaux sont autant\nd’hymnes au Créateur ; et qu’ils méditent, enfin,\n\n    (1)     Q u e lle que soit la pén urie d’œ u vres d’art, il est toujours\np ossible, cep en d an t, d e d éco rer une é g lise a v e c go û t, de lui\ntrouver un e p aru re de sty le . L e s co p ies p ein tes et, p lu s en co re,\nles m o u la ges des b e lle s œ u vres offrent une exce llen te re s­\nsource. L e s chefs-d’œ u vre du p assé sont rep roduits p h o to g ra ­\nphiquem ent, a u jo u rd ’hui, d ’une fa ço n si satisfaisante qu ’on\naurait g ran d to rt de n ’en p as tirer parti. O n obtien drait,\ncroyons-nous, d’h eu reu x résu ltats en rem p laçan t, dans m aintes\nch a p elles, les ta b le a u x do u teu x p ar de bonn es rep roduction s\np hotograp hiques tein tées en bistre, en san gu in e, en b leu ; ou\nencore p a r des é p reu v es ordin aires re co u v erte s de vitres\nco lo rées.\n    E t com m e l ’harm on ie d ’u n e d éco ratio n dépend b e au co u p\nplus de l ’arran gem en t qu e de la v a le u r artistiqu e des œ u vres\net des o bjets, il serait e x ce llen t q u ’u n cours d’esthétique fut\nétabli dans tous les sém in aires des d io cèses. O n ne saurait\napporter trop de soins à l’em b ellissem en t de la M aiso n du\nSeign eur.\n\n\n\n\n                                                                        99\n"}, {"page_pdf": 113, "texte": " ces éloquentes et sages paroles du Père Faber : (1)\n « L ’art chrétien considéré à son véritable point de\n vue, est tout à la fois une théologie et un culte. Il\n est une théologie qui possède sa méthode propre\n d’enseignement, sa manière d’exposer les objets, ses\n pieuses découvertes, et ses opinions diverses, toutes\n également belles aussi longtemps qu’elles restent\n subordonnées à l’esprit de l’Église. Qu’est-ce que la\n vie de Jésus-Christ du bienheureux Jean de Fiésole,\n sinon le plus magnifique traité de l’Incarnation qui\n ait jamais été conçu et composé après celui de\n Saint-Thomas ?\n\n    « L ’art est véritablement une révélation du Ciel,\n et une puissante ressource pour nous faire connaître\n Dieu. C ’est une manifestation miséricordieuse faite\n aux hommes des beautés divines les plus cachées.\n Il fait apparaître en Dieu des choses trop profondes\n pour que la parole puisse les exprimer, des choses\n dont la parole ne ferait nécessairement que des\nhérésies, si elle essayait de les redire. En vertu de\n son origine céleste, il possède une grâce spéciale\npour purifier les âmes des hommes, et pour les unir\n à Dieu en commençant par les élever au dessus de\nla terre ».\n    Tout artiste chrétien se doit d’œuvrer pour la\ndécoration des sanctuaires. Traduction symbolique\ndes dogmes, précepte concrétisé en un décor,\nl’image, sur les parois du temple, dresse des memento\naffectifs, invitant à la méditation. C ’est, sans cesse\nouvert aux plus belles pages, le livre d’une histoire\nqu’on ne doit pas oublier ; plus seront magnifiques\nl’écriture et la décoration de ces pages, plus leur\nenseignement émouvra. N ’oublions pas qu’une\npeinture de Méthodius amena la conversion de\nBogaris, le roi Bulgare. (2)\n   Et quelle plus belle interprétation de l’être humain\nque cet art, auxiliaire du culte ! Empreindre une\nconscience sur la face d’une créature, en manifester\n\n    (1 ) B eth léem , L iv r e I, p a g e s 308 et les suivan tes.\n    (2)     M éth odius, m oine-peintre du I X e s iècle , m ourut arche­\nv ê q u e des M o ra ves et de P an n o n ie.\n\n\n\n\n100\n"}, {"page_pdf": 114, "texte": "le moi pensant, l’âme orante, art pur et sublime\nentre tous ! Celui-là seul courbe les hommes en actes\nd’adoration devant la Toute Beauté, devant le\nRédempteur ; celui-là, seul, glorifie Dieu !\n   Comparez les époques entre elles ; nul art n’a\ndépassé l’art chrétien, aucun ne fut plus fécond ni\nplus divers, aucun n’émeut davantage. Interprétant\nl’homme dans ses sublimités et ses misères, ses\nappétences d’infini et ses lèpres passionnelles, il a\ntout traduit avec une intensité, une suavité, une\nvariété dont on ne trouve l’équivalent nulle part. A\nl’eurythmie des Anciens, il ajouta la spiritualité, et,\nà leur suavité, la grâce chaste ; le premier, dans sa\nreprésentation des sentiments, il réserva une place\nà la pitié !\n   Les Hellènes modelèrent d’admirables figures,\naux proportions gracieuses, aux contours stylisés,\nmais ils n’exprimèrent que la vie extérieure ; aux\nchrétiens seuls il appartenait de révéler l’âme, de\nmanifester le divin. Oh ! les statues aux yeux sans\npupilles, et qui regardent, et qui voient ! E t ces\nfigures aux sourires extatiques qu’un pinceau a\ncomme angélisées ! L ’art païen, en ses plus belles\nréalisations, ne s’adresse qu’aux sens, ne prétend que\n charmer les yeux et l’imagination, comme en Grèce ;\nou s’il abstrait de la matière comme dans l’Inde et\nl’Egypte, c’est par un symbolisme hiératique qui\nrenseigne et n’affecte point. L ’art latin-celte des\nX IIIme et X V me siècles, au contraire, en parlant à\nl’esprit, touche le cœur et l’élève vers Dieu.\n   Attendons patiemment une nouvelle floraison de\nl’art chrétien (1) ; comme les saints et les héros, les\n artistes viennent toujours à l’heure marquée. Que\n ceci nous rende indulgents, enfin, pour les artisans\n d’art, ouvriers de la première heure, et pour les\ninévitables, les nécessaires médiocres ; les uns et les\n\n    (1) I l est p lau sib le aussi de co n je ctu rer qu e ce t art florira\ndans les p rin cip a les n ations du n o u veau m onde. D é jà les\nE tats-U n is com p ten t q u elq u es in terp rètes des sujets re ligie u x ,\net l'o n doit à l ’u n deux, M . H offm ann, une Prédication sur le\nlac de Tibériade qui v a u t p a r la re ch e rch e des exp ression s\nfacia les.\n\n\n\n\n7                                                                         101\n"}, {"page_pdf": 115, "texte": " autres ont leur utilité, tous amassant des matériaux\npour les réalisateurs de génie.\n   Que de générations de producteurs n’a-t-il pas\nfallu pour rendre possibles un Phidias, un Vinci, un\nDürer, un Angelico, un Rembrandt ! Les génies\nsont de terribles assimilateurs ; esthétiquement, ils\nse nourrissent d’hécatombes et leur parturition est\nle fruit de mille collaborateurs dont ils aspirent\ntoute la vitalité, toute la force créatice. Ainsi, dans\nl’humanité comme dans la nature, fonctionne la\ngrande loi de hiérarchie, magnifique réfutation infli­\ngée aux conceptions égalitaires, rêves d’esprit\nmalades ou envieux.\n                             A l p h o n s e G e r m a in .\n\n\n\n\n102\n"}, {"page_pdf": 116, "texte": "Projet de Cathédrale\n                                     PAR\n\n\n                                        M. É M IL E B E R N A R D .\n\n       (Esquisses inédites. — Reproduction et exécution réservées).\n\n\n  N . d e l a D . : M . E m ile B e rn ard , artiste chrétien , a le don\nd’user des m o y en s d’e xp ressio n lib éra u x et le co u rag e de\nm anier les u sten siles d’artisan. P lu m e , p in ceau , burin, cisea u ,\naiguille glorifien t D ie u , nous édifient et nous exa lten t. E t m al­\ngré cette p udeur qui n ou s retien t de p arler à cette p la c e de\nceux qui la fréquen ten t, n ous d evron s nous réso u d re q u elq u e\njour à ra co n te r le tra v a il de ce re clu s à m ille lieu es des cé n a cle s\net de la p re sse , p o u r sa ju stifica tio n , la satisfactio n de n otre\ncon scien ce et le se rv ice du p ublic.\n  E criv a in im a g in atif ou critiqu e, on p eu t le lire n otam m ent\nici et au Mercure ; p ein tre, en co m p ag n ie de V in c e n t v a n G o g h\net de G au gu in , il don na u n e date à l ’im p ression ism e ; il d éco ra\nde fresqu es au ssi b ien des a u b erg e s de B re ta g n e qu e le s ch a ­\npelles de S am o s, de T a n ta li ou la ca th éd rale du C a ire ; v e rrier,\nil éclaira cette dern ière de vitrau x ; m enu isier e t b ro d eu r il\nlivra des arm oires et des tap isseries à l ’h ô tel de la R o ch e fo u ­\ncauld ; g ra v e u r et enlum ineur, il soutient la tradition de l ’im a­\ngerie p o p u laire et re ligie u se p ar des chefs-d’œ u vre in co n testa­\nbles et ign orés ; a rch itecte, v o ici q u ’il annote en in dication s\nrapides un r ê v e de ca th éd rale , aussi o rigin al, p u isqu ’il d ép a sse\nle ca ta lo gu e des sty le s, que lo g iq u e , p u isqu ’il re sp e cte les\nvaleurs a llé go riq u es et tien t com p te des n écessités de la litur­\ngie.\n\n\n\n\n                                                                             103\n"}, {"page_pdf": 117, "texte": ""}, {"page_pdf": 118, "texte": "10 5\n"}, {"page_pdf": 119, "texte": ""}, {"page_pdf": 120, "texte": "107\n"}, {"page_pdf": 121, "texte": ""}, {"page_pdf": 122, "texte": "10 9\n"}, {"page_pdf": 123, "texte": ""}, {"page_pdf": 124, "texte": "111\n"}, {"page_pdf": 125, "texte": ""}, {"page_pdf": 126, "texte": "                LA CATH ÉD RALE\nPar cent piliers portée au ciel, la cathédrale\nEscalade la ville, amas de toits fumeux\nD’où sort un bruit constant, obsédant comme un râle ;\nElle se dresse ainsi qu’en les flots écumeux\nUn splendide vaisseau qui blanchit sa voilure\nA l’aube dissipant les horizons brumeux.\nElle est comme un glacier sillé par les coulures\nDes blanches frondaisons dont son front est couvert,\nOù le soleil ardent vient poser ses brûlures.\n\nLa cathédrale semble au seuil des deux ouverts\nUn de ces monuments comme en construit le Rêve\nEt qu’on n’espérait pas voir en notre univers.\nC’est au cœur du réel l’Idéal qui se lève\nEt c’est le consolant espoir de voir aussi\nParmi nos pleurs et nos noirceurs le beau qu’on rêve,\nArchange blanc debout sur le monde obscurci.\nCe n’est pas un fantôme, une illusion claire,\nŒuvre d’un magicien par ses dieux infernaux ;\nC’est un temple réel, bâti par la prière ;\n\nC’est un palais tiré des blocs et des fourneaux,\nCoulé dans le métal et serti par la pierre,\nOù l’encens avec l’orgue enroule ses anneaux.\n\nC’est un divin poème écrit dans la matière\nAvec du sang pour encre et pour plume des os.\n\n\nEntrons, et pour entrer descendons dans la ville,\nTraversons la ruelle obscure sous les tours,\nCognant des lupanars la gardienne vile;\n\nEntrons, et pour entrer passons en ces détours\nOù bout, tel un limon des premiers temps du monde,\nL ’humanité servile aux putrides amours.\nAvant d’entrer passons cette litière immonde\nOù la brute, faite homme, à ses lubricités\nCorrompt l’ange sorti de cette église blonde,\nQui pâlit de douleur sur le front des cités.\n\n\n\n\n                                                       113\n"}, {"page_pdf": 127, "texte": "  Entrons, un chant très doux nous appelle au portique ;\n  Sa céleste beautéfait délirer les cœurs,\n  Entrons, passons le seuil de ce palais mystique,\n\n  Avançons lentement sous les pâles lueurs\n  Des vitraux, racontant à l’âme leur histoire,\n  Des cierges élevant au ciel leur âme en fleur,\n\n Des veilleuses veillant pour célébrer la gloire\n D ’un invisible Dieu présent sous les autels,\n Des trépieds sur la pierre ancrant leurs griffes noires ;\n\n Avançons en tremblant sur le lit des mortels\n Que baiseront nos pas en marchant sur la dalle\n Les montrant à nos yeux ressuscités et tels\n\n Qu’ils furent quand la terre imprimait leur sandale.\n Car ces corps sont sacrés que trouble notre pas\n En fouillant du tombeau le ténébreux dédale.\n Ne posons, qu’en signant nos fronts vers leur trépas,\n Notre profane pied sur ces saintes images,\n E t quand nous sortirons ne les oublions pas.\n Ils furent chevaliers, moines, ils furent mages\n Du Christ ; ils apposèrent au monde le sceau\n De l’amour dont leur âme au ciel faisait l’hommage ;\n Ils consacraient leur force à veiller le berceau ;\n Ils priaient, ils baisaient les pierres vénérables,\n Ils défendaient leur rêve morceau par morceau;\nIls suspendaient parfois leur armure aux érables\nEt, pensifs, voyant Dieu, vivaient dans la forêt ;\nIls écrivaient l’amour de leurs cœurs admirables.\nCes héros avaient pris le ciel pour l’adorer :\nLe ciel qui les couvrait était leur espérance,\nI l les faisait d’azur sur les couchants dorés.\nIls sont morts, et depuis nous allons en silence\nDans le soir que la nuit referme lentement\nSur le dernier rayon qui leur servait de lance.\n\nN ’avançons qu’en tremblant sur le tombeau clément\nA ces héros, vainqueurs du mal et de sa guivre,\nCar la pierre nous parle et nous dit le tourment\nQu’ils ont de ne pouvoir nous sauver et nous suivre.\n\n\n\n\n114\n"}, {"page_pdf": 128, "texte": "La cathédrale est haute, indécise, profonde,\nElle est silencieuse et l’on y croit ouïr\nUn bruit secret pareil à celui que fait l’onde.\n\nElle est mystérieuse ainsi que l’avenir,\nEt du passé pourtant elle dit la victoire\nSur le présent menteur qui la croyait bannir.\n\nElle est noble, royale, en sa gravité noire\nFaite de repentir et de recueillement.\nOn sent que dans son sein elle abrite la gloire.\n\nElle a tout le repos qui convient au tourment ;\nEt le sublime élan qui soulève sa voûte\nApporte au cœur lassé le réconfort clément ;\n\nElle est le reposoir de pierre, elle est la route\nPar laquelle vers Dieu chaque âme peut sortir\nDe son lit d’impudeur, de mensonge et de doute ;\n\nElle est la main céleste qui vient nous vêtir\nDe bénédiction, de pardon, de courage;\nElle est la grande voix que l’art fait retentir.\n\nLa cathédrale est sainte et pure ; elle est l’ouvrage\nDe l’âme, ce frisson immortel, don de Dieu,\nQui de l’amour divin nous imprime la rage :\n\nElle est notre conquête unique sur les cieux.\n\n\n\nLes diacres revêtus de chasubles antiques\nSe sont agenouillés sur les marches du chœur\nTandis que des prélats couverts de dalmatiques,\n\nUn cierge dans la main les vêtant de lueurs,\nAvancent à l’autel, qui dérobe des vierges\nDe leurs voix imitant les anges dans un chœur.\n\nLe cortège a suivi les feux follets des cierges\nDans l’ombre des piliers sous les rudes douleurs\nDes vitraux, comme un fleuve se couchant dans ses berges.\n\nEt voici maintenant dans l’or et les couleurs\nQue l’homme s’abolit et que, thuriféraire,\nIl dérobe son corps sous l’âme et sous les fleurs.\n\n\n\n\n                                                        115\n"}, {"page_pdf": 129, "texte": "I l transforme sa voix au chant de la prière.\nElle tremble, elle hésite et n’ose s’assouvir,\nPortant encore en elle un soupir funéraire ;\n\nMais soudain elle éclate et s’apprête à ravir\nA l’orgue, qui toujours au paradis la mène,\nSon rhythme de Marie obstinée à gravir.\n\nCette prière dit notre faiblesse humaine,\nElle implore à genoux le souverain secours\nE t va de voûte en voûte, ainsi qu’un flot se traîne ;\n\nElle fait retentir les cryptes de chants sourds\nE t l’on croit ouïr soudain la voix de l’édifice\nSortant de ses hauts murs et de ses piliers lourds.\n\nCependant qu’un prélat prélude au sacrifice\nE t que l'encens déroule en l’air les bleus chemins\nQue l’âme va monter durant le saint office,\n\nLes cloches tout à coup en des sons surhumains\nOnt fondu cette voix implorant dans l’église,\nLa prenant à leur tour dans leurs bouches d’airain ;\n\nL ’air tremble et l’horizon s’ouvre et s’idéalise,\nE t ces soupirs divins sur la ville passant\nY font tomber l’espoir que leur chant symbolise.\n\nA u x profondeurs du ciel se perd le chœur puissant\nQue les tours ont redit, flûtes de pierre creuse\nOù la foule à genoux concentre ses accents.\n\nLe prêtre a dans ses mains, lune mystérieuse,\nL ’Hostie, et l’élevant vers le feu de la croix\nLa fait blanchir soudain sur la foule pieuse :\n\nE t dans le grand silence où l’âme seule voit,\nOn entend le clocher qui bourdonne et qui clame,\n— Faisant trembler la terre avec sa forte voix —\n\nVers l’invisible Dieu dont s’enivrent les âmes.\n\nIbrahimich, 3 Août 1897.\n                                    É m il e B e r n a r d .\n\n\n\n\n116\n"}, {"page_pdf": 130, "texte": "          La Cathédrale,\n     livre de pierre, futaie,\n           nef et croix.\n                 (Étude Synthétique.)\n\n   Dans cette étude esthétique sur l’art monumental\nau moyen âge, j ’ai voulu faire mentir la prédiction\nde Victor Hugo. L ’auteur de Notre-Dame de Paris,\nmettant en parallèle l’église de Jean de Chelles avec\nla presse de Gutenberg, avait annoncé d’un ton de\nprophète : Ceci tuera cela : le livre de papier supplan­\ntera le livre de pierre. Il entendait par là que la\ncathédrale, en notre moyen-âge chrétien, exposait\npar son plan, ses dispositions architecturales, et ses\nsculptures, l’ensemble des vérités catholiques ; que\nc’était ainsi l’exemplaire plastique de l’Ancien et du\n Nouveau Testament, une Bible en images, édifiante\net facile, à l’usage des illettrés. — Dès lors que l’autre\nBible, celle de Mayence, paraissait aux mains de\nGutenberg, blanc cahier in-40 de papier, empreint\nde signes noirs, portatif, et textuel au moins de\nparoles, le Saint Album aux pages de pierre et\nde verre cessait d’avoir, à ce point de vue, raison\nd’être. On perdit peu à peu l’habitude d’y lire, et les\nyeux, pendant l’office, au lieu de monter aux frises ou\nde s’arrêter, scrutateurs, sur les bas-reliefs des cha­\npiteaux, se tinrent baissés sur le champ restreint\nd’un missel.\n   Ce fut la scission solennelle, et fatale, entre les\n« Lettres » et la « Plastique... » Ce que nous appe­\nlons le livre, c’est-à-dire le livre de papier, commen­\nçait sa longue existence, accidentée, bien que\ncontinue, — bienfaisante, surtout nuisible, émanci­\npatrice d’esprits, dévoratrice d’âmes... Elle allait se\nsemer, d’une volée prodigieuse, en le monde, la\nfeuille imprimée, typographique, portant l’empreinte\nà l’encre grasse, des pensées et des passions, des\n\n\n\n\n8                                                     117\n"}, {"page_pdf": 131, "texte": "violences et des nonchalances, des rires et des\ncolères, elle-même devant exhiber, moins à nu, plus\nà découvert, les hardiesses, les cyniques témérités\n des anciennes tailles d’imaygiers.\n     Je ne veux discuter ici la question de chasteté\ncomparative, ou, si l’on veut, de tolérance, entre la\npierre et le papier, la question de savoir si les moines\nfustigés des boiseries de l’abbaye de Comminges\nsont plus, ou moins irrévérencieux au regard que\nceux de Pentagruel, si Zola dépasse en salacité cer­\ntaines gargouilles du moyen-âge, ou reste en de­\nçà... (1) Mon but, plus général, est de signaler l’excès\nd’abstraction où le livre nous a conduits, et de\nsusciter, peut-être, une réaction vers le signe concret\net vivant.\n     L e maniement immodéré des bouquins nous a\ndesséché l’âme trop longtemps ; et voici que nous\napercevons enfin notre mal : nous nous accusons\nnous-mêmes livresques. Voici qu’une lassitude nous\nsaisit du texte imprimé, ne signifiant point par\nlui-même, abstrait, trop directement dirigé vers le\ncerveau, brûlant les étapes fleuries des sens. La\nleçon de choses réapparaît, sous d’autres formes ;\net parce qu’elle s’applique à la Science plutôt qu’à\nl’Art, à la technique botanique, géologique, usinière,\nau lieu de servir le dogme, et la beauté, — chacun\nla reçoit comme innovation.\n     Moi le premier, je tente en France, en la France\ndes Cathédrales, une restauration de la leçon de\nchoses primitive. (2) Avec un élément de plus : car\ns i je prends la cathédrale, aujourd’hui, pour livre de\npierre, je voudrais y apprendre à lire, en même\ntemps que ses symboles de Foi, ses symboles d’Art,\net de Beauté.\n\n                                     *\n                                 *       *\n\n   (1) P o u r dire m on op in ion en tière, je rép udie l ’esp rit licen ­\ncie u x sous toutes ses form es et dans tous le s arts ; j e le trouve\nd ’a illeu rs in utile, et crois que la B e a u té , com m e le B on heu r,\ns’en p assero n t toujours.\n   (2) C e t a rticle a fait le su jet d ’une co n féren ce p érip atéti­\ncien n e sous les vo û tes et le lo n g des n efs de Notre-Dame.\n\n\n\n\n118\n"}, {"page_pdf": 132, "texte": "   Un édifice religieux du moyen âge est, en effet,\npareil à la nature, c’est-à-dire aux ciels, aux terres,\naux verdures, aux plumages ou pelages d’animaux :\nil cumule, aussi, deux destinations : une ration­\nnelle, enseignement par les yeux de notions précises,\nhumaines ou divines ; une autre esthétique : — c’est\nl’enchantement vague, en apparence spontané, de\nnos yeux et de notre esprit.\n\n    C ’est ainsi que je tâchai, l’autre Jeudi, d’exposer\n Notre-Dame à mes auditeurs. Les précédents rendez-\n vous s’étaient donnés dans la nature, hors Paris ; là,\n foulant ..de nos pas les masses calcaires gazonnées,\n d’où les matériaux du chef-d’œuvre ogival furent\n extraits, jadis, nous étions saisis par la calme\n splendeur, la magnificence à la fois fruste et somp­\n tueuse de choses faites pour vivre, et non, expres­\n sément, pour nous plaire... E t je démontrai que,\n dans ce livre primordial, toujours finissant et tou­\njours recommençant de la Nature, en cette Bible aux\n caractères figurés, aux marges illustrées de rinceaux,\n d’entrelacs mobiles, la Beauté qui nous enchante\n est le pur épanouissement de la vérité.\n   A présent nous voici sous d’autres futaies, rigides,\n encore que gracieuses, sous l’entrecroisement de\n rameaux symétriques, issus logiquement du tronc\n des piliers — nervures convergentes, flexibles, où\n se continue la sève des colonnettes, ascendantes et\n sveltes.\n   Ce n’est pas qu’une métaphore de dire : ce style\n évoque une idée de vie, il est vivant. E t pourquoi ?\n— J’en ai donné, dans le vaisseau même de l’église,\nune preuve positive.\n   Un des traits essentiels du gothique, c’est, on l’a\nsouvent répété, la prédominance des lignes verti­\ncales sur les lignes horizontales. Ainsi, dans la nef\ncélèbre d’Amiens, la hauteur des soutiens s’élève à\nsoixante-six fois leur largeur. Ajoutons ceci, que\nl’entablement classique étant supprimé, l’œil n’est\nnulle part arrêté dans son ascension ; porté pour\nainsi dire sur la voie de pierre des colonnettes, il\nfranchit les étages successifs comme un rapide\n\n\n\n\n                                                    119\n"}, {"page_pdf": 133, "texte": "  passe, dédaigneux, devant les stations, monte d’un\n  seul élan jusqu’aux frises.\n     Cette adoption presqu’exclusive d’une direction\n  dans l’espace a passé, bien à tort, pour une splen­\n  dide exagération. Taine, qui ne fait qu’admirer les\n  cathédrales, et ne les aime pas, y voit la manifesta­\n tions d’une âme maladive... Il faut relever énergi­\n quement cette erreur, impardonnable chez l’homme\n qui, justement, a pressenti le premier la continuation\n  des exigences et des lois naturelles dans l’Art.\n    En effet, détournez vos regards sur la nature :\n qu’y voyez-vous ? — Des arbres, des arbustes, ou\n des herbes dont la tige pousse très loin en hauteur,\n et qui restent, en notre flore surtout, sveltes, élancés,\n hardis. E t notre flore, on sait, atteint, grâce à la\n sélection, au climat, à toutes les influences tempé­\n rées, un summum d’élégance et de perfection.\n    A qui donc viendrait l’idée, je vous le demande,\n de critiquer les peupliers, les bouleaux, les frênes,\n les acacias, — ou d’admirer leur sveltesse de taille\n et leur grâce comme un trait de langueur, une morbi­\n dezza? Une telle assertion passerait, certes, pour\n ridicule, vu que cette grâce et sveltesse de port, au\n contraire, proviennent d’une énergie de croissance,\n d’une montée chaude et rapide de jeune sève.\n    Il ne faut point confondre la grâce avec la gra­\ncilité : les races fines peuvent être aussi saines\net robustes : les Basques, les Grecs, les Hindous\nen sont des exemples.\n    Mais reportons-nous à l’Architecture. Ici, me\ndirez-vous, faut-il donc copier la nature, le monde\nvégétal ? Copier, non pas ; mais évoquer. Que\nsont les tiges ? des appuis ; mais des appuis qui sont\ndans le même instant des soutiens ; leur beauté n’est\nque la livrée, pour ainsi dire, de fonctions complexes,\néconomiquement exercées, ce que dans nos métiers\non appelle élégant procédé, jo li tour de main. De la\nsélection, et du choix des partis, procède ici comme\npartout l’élégance. Ces tiges, ces troncs longtemps\ndroits, tels des fûts de colonne, la Botanique nous\nles montre se dégageant par degrés du bourgeon ;\ntoute plante jeune en effet, n’offre qu’une spirale de\n\n\n\n\n120\n"}, {"page_pdf": 134, "texte": "feuilles, et même adulte parfois (voyez le plantain)\nune spirale contractée qu’on nomme une « rosette».\nC ’est plus tard, et quand les premiers appendices\nfoliaires sont issus, que des tronçons de bois\nintermédiaire, les entre-nœuds, se développent.\nC’est là ce que les savants appellent la « croissance\nintercalaire » : elle a pour effet terminal d’écarter\nles verticilles de feuilles les uns des autres, et de\ndonner à la tige l’élancement qui lui permet de\ndégager sa tête de la foule, de prendre sa part de\nsoleil, et d’air pur, de boire l’averse à son aise...\n   Et ce résultat, utile au végétal, positif, nous spec­\ntateurs en bénéficions ; nous le prenons comme\nrésultat décoratif, idéal. Notre plaisir ici, bien évi­\ndemment, est en intime corrélation avec la santé, le\nressort, l’élan de vie normal de l'être qui respire là ;\nbien que nous soyons tentés bien souvent de le\nprendre pour un objet... Un arbre laid, c’est un\narbre chétif, ou bien encore un arbre trapu, c’est-à-\ndire empêché dans son ascension légitime, forcé de\nvivre contracté sur lui-même, exposé même, en dépit\nde sa robustesse apparente, aux ruptures... Rappelez-\nvous le Chêne et le Roseau de L a Fontaine...\n\n                         *\n                        * *\n\n   Un style maladif, l’ogival ? Ah ! qu’ils m’affligent\n— ou me font sourire plutôt, ces critiques pédants,\nsans amour, et qui trouvent encore moyen, dans\nleur méthodisme impeccable, de se tromper !\nChaque fois que j ’expose à mes auditeurs cette idée\nde disproportion nécessaire, d'heureuse proportion,\nc’est comme une flèche de lumière qui, du dehors\nensoleillé, vient illuminer l’intérieur de la Cathé­\ndrale... Ils regardent ces colonnettes fuser dans l’es­\npace, en gerbe serrée, se déliant aux frises pour\ndiverger, former les nerfs croisés de la voûte augive,\n— puis se représentent, aux forêts lointaines, le\ntrajet des lianes, des tiges en cépée fraternelle, des\nrameaux, — puis enfin reviennent à la forêt vierge\nde pierre... et saisissent l’erreur de Taine.\n   Erreur auparavant de l’architecte théoricien\n\n\n\n\n                                                    1 2 1\n"}, {"page_pdf": 135, "texte": " Vignole. Oh! le cerveau imbu d’artificiel qui corrompit\nle 18e siècle tout entier, fit prendre la proportion\nmoyenne, inexpressive, pour l’harmonie ! Comme\nsi, dans la nature, le point de perfection suprême\nn’était point dans le contraste le plus marqué de\ndeux axes, le longitudinal et le transversal. Ce n’est\npas seulement le tronc d’arbre qui s’élance, mais\nla flamme, mais la fumée, mais le jet d’eau ; mais\naussi le corps annelé du serpent, celui du poisson,\nde l’oiseau, des plus élégants mammifères... L e pic\nmontagneux se dresse, souvent téméraire ; le défilé,\nresserré entre deux murs à pic, rappelle une nef\nd’église, comme l’allée de forêt ; la plupart de nos\nengins, de nos instruments usuels sont plutôt allongés\ndans un sens ; on sait que les wagons les plus longs\nsont les plus doux, les moins exposés au « lacet » ;\nles ailes de moulin se prolongent, pour la beauté\ncomme pour l’utilité ; les mâts du navire se dressent\nen tiges hautes et minces, et sa coque, — cette nef\n qui prête son nom à l’église, offre, de bout en bout,\n un effilement que commande sa fonction de fendre\n la vague, et qui devient élément de beauté. L ’Arche\n de Noë, selon les mesures bibliques, avait 150 mètres\n de long sur 25 de large seulement. Notre transatlan­\n tique « la Tour aine» en a 150 de long sur 18 de\nlargeur : elle est encore plus « disproportionnée »,\n s’il est permis de continuer l’usage d’un tel mot\n pour désigner un mérite esthétique et technique\n fondamental. Je lis, à ce propos, dans un ouvrage\n du vicomte G. d’Avenel, « le Mécanisme de la vie\n moderne », ce passage bien convaincant: « Du souci\n » croissant de la vitesse est venu le modèle actuel,\n » aux flancs plats, aux hanches effacées, plus long\n » qu’une église gothique qui, renversée, se balancerait\n » sur les flots. »\n    E t l’auteur cite un autre de nos paquebots, la\n Gascogne : « elle dépasse, dit-il, d’un huitième la\n Cathédrale de Rouen, qui paraît immense. »\n    Ainsi, Soit en hauteur, dans le sens vertical, soit\n dans le sens de l’horizon, en longueur, l’idéal est dans\n un écart énorme de proportion avec la largeur ou\n l'épaisseur... Dans les choses qui flottent, comme les\n\n\n\n\n122\n"}, {"page_pdf": 136, "texte": " drapeaux, ou qui planent, comme les ailes d’insectes\n et d’oiseaux, l’épaisseur se réduit considérablement\n par rapport aux autres dimensions ; chez les êtres\n ou les engins qui fendent l’air ou l’onde, soit pour\n «croître», soit pour y progresser, le corps se réduit,\n transversalement, au minimum, et, longitudinale­\n ment, se développe.\n   En la Cathédrale qui ne grandit pas, ne s’avance\n pas dans l’espace, un besoin physique, l’aération —\n aussi l’éclairement, obligent à lever le plus haut\npossible le dais de pierre ; aussi le besoin psychique\n et mystique de s’élever, d'exalter son âme et\nd’honorer Dieu, — aussi la fierté, l’émulation du\nsublime, comme l’a montré Viollet-le-Duc, tout\ncela se joint au besoin physique, et justifie la forme\npar la fonction.\n   De sorte que — c’est la conclusion que je tire, —\nsous les voûtes de Notre-Dame, le poète a licence\nde comparer, comme il lui plaira, la cathédrale soit\nà la forêt, soit au navire. Il dira : la futaie calcaire,\nou la nef, le vaisseau d’église, et nous le compren­\ndrons toujours. Toutes ces métaphores sont bonnes,\nparce qu’au dessus des mille différences de détail,\nil est un plan commun à tous les êtres, à tous les\nobjets. L e Baptistère de Pise, la tour d’Hadrien\nà Rome, offrent le plan d’un animal rayonné ; la\nfenêtre ogivale en rose, inscrivant un trèfle, un quin­\ntefeuille, évoque le diagramme de la fleur dite\nrégulière. L a cathédrale où je vous conduis est\nsupérieure au Baptistère, à la tour d’Hadrien :\nn’a-t-elle point ce trait des organismes perfectionnés :\nla symétrie bilatérale ?\n\n                             *\n                         *       *\n\n  A cette occasion, je fais toucher du doigt le lien\nsecret qui rattache le symbolisme religieux à celui\npurement esthétique. Ce plan en « croix latine »\nde l’église, il fut imposé par la pieuse analogie du\nSauveur étendu sur l’instrument de supplice...\nAvez-vous songé, par hasard, à la fortune de ce bois,\nengin de torture spécial, et dont le contour har-\n\n\n\n\n                                                     123\n"}, {"page_pdf": 137, "texte": " monique, étant schéma du corps humain, s’adapte\n étroitement au rôle de « cadre» qui lui incombe?...\n    Car une croix est, bien davantage qu’une roue,\n qu’un glaive, ou qu’une claie, commémoratif\n populaire, signe de ralliement décisif, et figure\n de plan centralisatrice, homogène. Adapté, par le\n génie tortionnaire de l’homme, au corps du suppli­\n cié, dont elle accompagne les lignes, la voici qui\n devient, sous la charge divine de Jésus, le soutien\n d’une beauté surhumaine, pourtant touchante. Séparé\n du fardeau, le bois croisé devient le signal de la\n Grâce. E t dans le même temps il se trouve en\n rapport immédiat avec notre nature mortelle : il est\n divin symbole et schéma d’organisme humain. Imposé\n d’abord sur le sol, comme périmètre au temple, il\nimprime, d’emblée, son cachet surnaturel— et natu­\nraliste à la lois. L ’axe de la nef s’allonge en corps\npatient, aux pieds joints ; le transept s’étend symé­\ntrique, en deux bras résignés ; le chevet même, par­\n fois, s’incline un peu, mémoire d’une tête appesantie\npar la mort, et par la douleur du péché !.. .\n    Et quand l’artiste vient, après le fidèle, admirer\n ce que ce dernier adorait, il retrouve, en ce plan\n d’église, en cette structure dictée par un divin sym­\n bolisme, les lois, les proportions, les connexions\n sympathiques d’un organisme identique au nôtre :\naxe longitudinal ou d’accroissement successif dont\nles segments, d’abord pareils, se différencient en\navant, — nef principale aux travées à rythme uni­\nforme, aux clefs de voûtes échelonnées en vertè­\nbres, aux arceaux figurant une ossature de côtes,\n— puis le chœur, où les anneaux du vaste organisme\nde pierre se soudent en une tête : série bilatérale et\nparallèle devenant, au niveau de l’abside, rayon­\nnante ; telles les fibres vivantes de notre cerveau.\nCar c’est bien ici le « cerveau » de l’église : si la nef\nconduit, le chœur concentre, centralise. E t les\nchapelles absidiales, en leur labyrinthe festonné, me\nfont songer aux circonvolutions cérébrales.\n\n\n\n\n124\n"}, {"page_pdf": 138, "texte": "    De ce plan cruciforme, à la fois symbole mystique\n et schéma de structure organique, j ’ai montré que\ntout le détail architectonique découlait. Une erreur\n encore, dont la soi-disant Renaissance est coupable,\n c’est de concevoir la partie comme indépendante du\ntout, de croire à la personnalité de l'Ornement. A\nchaque pas, dans ce Paris gâté par le style borromi­\nniste, l’œil subit ce scandale d’une décoration para­\nsite n’ayant même pas la grâce nonchalante du gui,\n de la cuscute, opprimant, n’enlaçant pas... ; consoles\nrenversées qui se surajoutent aux angles, en pléo­\nnasmes ; vases, torchères qu’on peut ôter sans\nentamer les œuvres vives, statues non cohérentes au\nmur, et s’abritant, hôtes de passage, en des niches,\nelles-mêmes creusées exprès pour les statues, sans\nnécessité, qu’on pourrait boucher sans laisser une\nlacune dans l’édifice.\n    Même ce contre-sens du pilastre décoré sur sa face\nde haut en bas, sculpté de ce cul-de-lampe inutile à\nfleurs ou fruits pendants, dont on vante, si sottement,\nle travail. L e pilastre!... cette colonne peureuse\ndéjà, qui s’efface, et sournoisement renie sa fonction\nd’appui, de soutien, sa fonction de tronc d’arbre; qui\nrecule devant l’œil, s’engage, se fait prisonnière\nbénévole du mur, a l’air de vouloir s’y cacher...\nEt fuyant ainsi son rôle, se dérobant, elle ose garder\nsur elle un vêtement prétentieux, de faux luxe, qui\nl’affuble sans la couvrir, et raccroche notre regard :\nainsi d’une robe de courtisane trop riche.\n   Ici, dans l’architecture chrétienne et française,\nquelle différence ! Si l’ornement est un quelque\nchose d’extérieur, et d’étranger, qui se plaque sur\nles parois, couvre les membres essentiels du corps\nmonumental, cache les lignes, et dissimule les\nangles... il n’y a pas ici d’ornement. Mais si l’on\nentend sous ce vocable la terminaison logique des\nsurfaces, des directions dans l’espace, l'accent mis\nsur les points critiques, ou de transition, la «ponc­\ntuation plastique » en un mot, — alors oui, la cathé­\ndrale est ornée, ornée comme elle doit l’être, elle a\nson ornement naturel : au sens du plant végétal,\ndont les tiges se décorent de feuilles et de fleurs, de\n\n\n\n\n                                                   125\n"}, {"page_pdf": 139, "texte": " l’oiseau dont le corps est orné de plumes, et la tête,\n parfois, d’une aigrette, qui déploie même en quelques\n espèces, le luxe coquet d’un panache, ou d’un\n éventail...\n    Mais l’édifice de la pure époque gothique ne va\n point même à ces audaces ; et la sobriété de son\n ornementation l’embellit d’une sorte de pudeur ; en\n effet, remarquez que ce luxe un peu redondant de\n plumage, chez telles familles d’êtres vivants et\n volants, est, en dehors des délectations de notre\n œil, et dans les fins de la nature, un stimulant\n sexuel... L a notion de sexualité, que nous ne prenons\n pas directement, sans doute, s’exhale, en quelque\n Sorte, avec la séduction des formes, des couleurs...\n Nous sommes conquis par un reflet de ce charme\n qui conquiert la femelle.\n    Au lieu que le simple plumage, et ces ailes, si\n délicieuses de contour elles soient, lorsqu’elles\n ouvrent et développent leur envergure, ne nous\n charment que par l’expansion d’une nécessité per­\n sonnelle, vierge pour ainsi dire, et sans arrière-pensée\n tentatrice.\n    Ainsi le style que nous aimons, et dont nous défen­\n drons ici l’innocence. Il ne trouble pas notre vue\n de l’âme par ces attitudes quêteuses, cet excès pro­\n voquant de toilette, cette sensualité dont l’Art\n renaissant a pu, par un tour de force funeste, pénétrer\n la pierre simpliste. Une église comme Sainte Elisa­\n beth de Marburg ne se pare point, elle s’habille. —\n E t je ne fais pas ici de phrases oratoires : ces\nformules sont l’expression vivante d’un fait. Du\npavement les appuis s’élancent droits, d’un seul\njet, avec franchise et candeur ; l’œil les suit, rapide,\nléger comme eux, dans cette ascension que ne vient\ncouper nul arrêt futile, et la pensée se trouve, litté­\nralement, ravie jusqu’au faîte, sans avoir fléchi ni\nmolli en route. C ’est l’image du devoir accompli,\nqui lui aussi est droit, rectiligne, prompt dans sa\nfuite héroïque vers les hauteurs, ne s’attardant pas,\n — et si beau !\n    L e « chapiteau », couronnant l’appui vertical au\nsommet de sa course, et lorsqu’il achève son rôle, est\n\n\n\n\n126\n"}, {"page_pdf": 140, "texte": " une fin logique, il est un épanouissement naturel ;\n comparez le bourgeon axillaire de toute plante qui\n s’étale en verticille de feuilles, avant d’émettre, à\n l’aisselle de celles-ci, deux ou trois rameaux diver­\n gents. — Ne retrouve-t-on pas, dans chaque travée\n d’une nef, la structure essentielle de l’arbuste ? E t\n n’est-ce point un système ramifié typique que cette\n émission divergente, par chaque pilier, de cinq\n nerfs qui s’infléchissant vers la clef de voûte,\nforment les arcs doubleaux, formerets, et augifs ?\n Là, ces derniers rencontrent les arcs du pilier vis-à-\nvis, et s’entrelacent fraternellement avec eux, ce\n qui fait la « croisée d’ogive. » «Ornements», ces\nnervures en tore qui soutiennent les arêtes vives, les\n soulignent ? — Oui, certes, mais ornements logiques\n et spontanés ; signifiants autant qu’expressifs; tels\nces mots heureux qu’on citera toujours, parce qu’ils\nn’ont pas d’autre beauté que l’idée pure, la pensée\nnécessaire, imprescriptible, qu’ils enferment. Beau,\n déjà, par la fonction d’appui vertical qu’il remplit,\n non pour la seule vanité d’être beau, le fût cylin­\n drique tout uni divise, épanouit sa sève en rameaux\n courbés en arc, les arceaux, — beaux encore et rem­\n plis de grâce, parce que simplement, d’une abnéga­\ntion spontanée, nous les voyons, issus du tronc\n maternel, concourir harmoniquement au même but :\nla suspension d’un berceau de pierre en l’espace.\n    Piliers ou colonnettes, avant de fleurir, et de se\nramifier dans les impostes, aux clefs de voûte,\ndivisent et rythment le mur, mélodiquement, en ses\npleins, comme en ses vides. E t dans ces fenêtres\nencore, où la pointe des ogives se couronne de trèfles,\nde quintefeuilles ou de roses, vous retrouvez le\nsystème de ramification, condensé sur un seul plan,\ncette fois ; l’œil qui scrute la structure intime des\ntissus, leur genèse microscopique, est confondu de\nretrouver là, dans le contour de ces meneaux, la\ndivision successive et méthodique par 2, parti qu’a­\ndopte la nature en tissant les feuilles, les fleurs.\nComme, en langage botanique, une cellule-mère donne\nnaissance, en son intérieur, à deux cellules-filles, puis\nchacune de ces dernières à deux cellules-petites-f illes,\n\n\n\n\n                                                     127\n"}, {"page_pdf": 141, "texte": "— ainsi la grande ogive qui limite le fenestrage\n« enferme» deux ogives secondaires, et celle-ci, deux\nogives tertiaires... E t chacune de ses ogives inscrit\ndans son contour un trèfle, un quintefeuille, une rose,\nde grandeur exactement adéquate : figure rayon­\nnante et fermée qui représente la portion terminale\nfleurie de la baie, et qui est à cette partie verticale\net diaphane du monument, ce que le chœur est\nà l’ensemble.\n   En effet, l’ornementation qui s’épanouit là, dans le\ntympan des fenêtres, n’est, pas plus que partout\nailleurs en l’église, addition, mais multiplication.\nOui, je demeure sur cette formule, qui résume toute\nma pensée : le décor, en l’art ovigal, n’est pas une\naddition, c’est une multiplication. Non pas un élément\nneuf, accessoire, se surajoutant à l’essentiel, mais\nune partie de cet essentiel, qu’il contenait en puis­\nsance — ainsi la tige enferme le rameau — et qui,\nvenant au jour, reproduit la forme ancestrale.\n\n                            *\n                        *       *\n\n    Ainsi se justifie le style gothique, en ses grandes\nlignes, qui sont ses seules lignes, en définitif. Ce\nstyle, que les barbares du « grand siècle » ont qua­\nlifié du terme qui leur convient, plutôt, à eux-mêmes,\n— il renaît, Dieu soit loué ! dans notre esprit,\nregagne notre amour. Après une crise d’insensibilité\nmaladive, une cécité passagère devant notre propre\ngénie national, voici que nous nous sentons émus de\nnouveau, que nous comprenons, que nous pres­\nsentons au moins ses splendeurs.\n    Mais à qui devons-nous ces retours, et cette resti­\ntution de notre propre bien ? — A ceux qui, les pre­\nmiers reconquis, scandalisés d’un long oubli, se\nsont donné la tâche d’expliquer le vieux texte de\npierre, de remettre au grand jour sa signification\ntechnique et son intrinsèque beauté. Peut-on, quand\non parle de Cathédrales, omettre les noms de\nLassus et de Viollet-le-Duc, de Caumont, de D i ­\ndron, de Montalembert ? Viollet-le-Duc surtout\nmériterait un peu du bronze qu’on coule, à tort et\n\n\n\n\n128\n"}, {"page_pdf": 142, "texte": "à travers sur nos places modernes, car c’est lui qui\nseul a prouvé que l’Art nommé gothique, hélas ! —\n est français, né dans Vile de France, qu’il est logique,\nen le détail comme en l’ensemble, et qu’il est beau\nparce qu’il est logique. Il restait pourtant, après lui,\nce soin de montrer la connexion profonde, délicate,\nqui rattache la beauté, la grâce irrésistible, en ce\nstyle, aux lois générales de croissance et de genèse\ndes formes, en la Nature. E t c’est ce que nous avons\ntenté nous-mêmes, en faisant immédiatement suc­\ncéder à la contemplation des forêts, des feuillages,\ndes inflorescences, — une visite à la Cathédrale.\n   Ce que Victor Hugo, — je le rappelais au début,—\nappelait le livre depierre, ne vous offre pas seulement,\ndans ses feuillets et sur ses marges, les saints récits,\nles leçons, les parallèles bibliques, aujourd’hui\ntranscrits en lettres savantes dans le Missel ; il\nexprime, outre ce symbolisme pieux et spécial, un\ngénéral, encore peu connu. Ce dernier ne tend pas\nd’ailleurs à supplanter l’autre, ni même à le dominer,\nmais il se confond avec lui. Toute perfection, par­\ntant toute beauté, ne dérive-t-elle pas de Là Haut ?\n   Livre de pierre, expressif en soi, Missel de Beauté,\nla Cathédrale a-t-elle pour destin, comme l’a prédit\nV. Hugo, de succomber sous l’expansion du livre de\npapier ? Ceci tuera-t-il cela ?... L a prodigieuse volée\nd’oiseaux blancs, subtils et diserts, qu’a lâchée la\npresse de Gutenberg, ira-t-elle planer, nuage sombre,\nsur Notre-Dame, l’obscurcir, même l’anéantir ?\n   Tout au contraire: à de certains signes, je prévois\nle triomphe final du Livre qui, n’étant point pétri de\ntraits conventionnels, exposés à périr un jour, faute\nde clef, — sera perpétuellement adéquat, saisissable\naux cerveaux humains. L ’excès d’abstraction où le\nlivre imprimé nous amène, va sûrement promouvoir\nune réaction du côté du symbole concret, direct et\nvivant. Un bon symptôme est que nous sentons notre\nmal ; nous le souffrons. L ’esprit livresque dégoûte\nles plus érudits. On lit de moins en moins. Jamais,\nen revanche, on n’a tant visité les sites, les monu­\nments. Déjà, sans commentaire, ils sont des livres\néloquents. Mais qu’on n’aille point confondre le\n\n\n\n\n                                                     129\n"}, {"page_pdf": 143, "texte": " déduit d’un enfant curieux qui tourne en hâte les\n feuillets, et se récrie d’émerveillement aux images\n pour l’attentive préoccupation de l’adulte, ému de\n suivre les chemins profonds et pleins de belles\n surprises, du texte.\n                         M a u r ic e G r iv e a u ,\n                     professeur libre en Sorbonne.\n\n\n\n\n130\n"}, {"page_pdf": 144, "texte": "Les Cathédrales d’Angleterre\n   Un peu lointaines pour nos yeux de Flandre,\nmais nos proches pourtant, comme des Parentes\nqui parleraient un autre langage en Dieu; et alors\n— comme éternellement — selon la pierre, selon le\nbois, selon l’airain et l’indestructible foi, voici en cinq\nlivres (1), se dire cinq cathédrales et cinq évêchés\nà l’entour.\n   Les éditeurs : M. M. G l e e s o n W h i t e & E d w a r d\nF. S t r a n g e ; les protagonistes de l’œuvre, pour­\nrait-on dire : M. M. G e o r g e B e l l a n d S o n s — et\nqu’alors notre joie d'art exulte ici ! moins, peut-\nêtre, à l’occasion de ces volumes qui se veulent\npopulaires, britanniquement et dans le meilleur sens\ndu mot « guide », que pour la certitude de tout\nle mieux possible réalisé, car il nous souvient de\n ces lectures, presque d’hier, en ces parfaites, accom­\nplies et merveilleuses éditions du « Walter Crane’s\nDécorative Illustration », du « Durer’s Little Passion »,\npour ne citer qu’au hasard de la main s’égarant aux\nrayons.\n    Ici où démonstrativement d’Églises il s’agit, le\nmême net et clair esprit a présidé d’art — pour\nla compréhension parfaite du tout et de tous — sui­\nvant un ordre logique se poursuivant rigoureuse­\nment en ces cinq volumes, orientés vers un même\nbut d’exposition rapide mais complète, et qui ne\nnéglige d’emprunter la voie sûre et persuasive de\nl’illustration, là, où les mots jugés insuffisants appel­\nlent le nécessaire complément de l’image.\n    C ’est donc en « monographies illustrées », Cantor ­\n bery ouvrant la série, que se diront ces « Christ-\n church » d’Oxford, Salisbury, Chester, Rochester\n et les autres d’attente qui suivront et sont déjà\n annoncées comme à paraître.\n    Or las ! ici, notre tâche se limitant à son rôle de\n\n  (1) B ell’s Cathedral Séries with Plan and Illustrations. L o n d o n ,\nG eo rg e B e ll & S o n s (continue).\n\n\n\n\n                                                                      131\n"}, {"page_pdf": 145, "texte": "stricte indication — car autrement il nous faudrait\nces livres tout entiers traduire — ce sera donc\nsommairement, en touriste puisque de guides il\ns’agit, que selon ma sentimentalité lors, de l’heure ou\nl’instant, je dirai, ainsi que je l’ai perçu par le décor,\noù j ’eusse aimé prier pour les larmes, m’agenouiller\ndans la joie, se laisser dire les tristesses qui sont à\ntous et de ce monde, comme aussi où il m’eût\ncomplu de saigner le plus volontiers mes plus chères\ndouleurs.\n   Je choisis pour la prière froide, celle du péché\ndont l’on s’accuse et de simple manquement, Oxford,\ncathédrale puritaine presque, frigide semble-t-il, de\npar le nom même de sa patronne et fondatrice,\nSte Frideswide (« The Lady», as she was afterwards\ncalled) qui sut toutes les observances et s’y complut.\n   Jet massif des piliers,\n\n\n\n\n132\n"}, {"page_pdf": 146, "texte": "arches et nefs, même en leur ornementation touffue,\n\n\n\n\n9\n                                                 133\n"}, {"page_pdf": 147, "texte": "tout semble ici fait pour la pénitence, pour la con­\nfession, fors cependant cette exquise chapelle de\nSte Cécile et le merveilleux vitrail qui l’adorne\nd’anges musiciens, comme si c’était déjà pour des\nfêtes d’âmes blanchies, le chemin des lumières et des\nsons, s’ouvrant ineffable à gravir.\n\n\n\n\n134\n"}, {"page_pdf": 148, "texte": "   Plus tangiblement avec « Salisbury cathedral »\nvoici la joie ! joie humaine, enveloppante qui même\nsous ce ciel de là bas semble convaincue de soleil,\nEt sonnez cloches ! riez mes anges ! qu’on m’y\nbaptise ! je m’y marie !\n   Tout est ici selon mon cœur, depuis ce cloître\nfait pour des moines heureux,\n\n\n\n\njusqu’à cette flèche joyeuse de s’aller si droit au\nciel (comme d’en descendre aussi pour un baiser,\ndans l’eau, aux bras attendus des arbres qui s’y\nmirent) dans le plus doux des paysages, où chacun\nla voudrait sa maison du bonheur.\n   C’est ici, au reste, l’église des vivants où les morts\nsemblent avoir peu à dire, et la pierre elle-même\nparaît avoir pardonné aux hommes comme au temps\nles mutilations subies, par la grâce de je ne sais\n quel pansement de joie émané d’alentour.\n\n\n\n\n                                                      135\n"}, {"page_pdf": 149, "texte": "136\n"}, {"page_pdf": 150, "texte": " Chester,\n\n\n\n\nRochester, deux sœurs, l’une riche, l’autre pauvre,\npar comparaison bien entendu; M. G. H. Palmer\nme fut le plus sûr et le plus éclairé des guides en\nl’une; M. Charles Hiatt, qui se voulut bien mon\ncicerone en l’autre, s’y montra parfait archéologue.\nMais voilà, je fus triste en toutes les deux, et je\npréfère clore ce trop rapide aperçu par la reine de\nces reines : cette triomphale cathédrale de Cantor ­\nbery où l’on se voudrait pour des couronnements,\ndes pompes prodigieuses.\n\n\n\n\n                                                 137\n"}, {"page_pdf": 151, "texte": "138\n"}, {"page_pdf": 152, "texte": "139\n"}, {"page_pdf": 153, "texte": "comme pour ces repos aussi, héroïques jusqu’en la\nmort, témoin sous ces nefs cette grandiloquente\ntombe du Prince Noir, abritant du dais de sa cotte\nde maille son sommeil dernier.\n\n\n\n\n  Du sang au reste a magnifié cette église ; S t Tho­\nmas Becket y cueillit les palmes du martyre, et par­\ntout c’est pour nous ici sa présence et me chantent\nces vers inoubliables d’Agrippa d’Aubigné :\n       Les cendres des « Martyrs » sont glorieuses graines,\n       qui, après les hivers noirs d’orage et de pleurs,\n       ouvrent aux doux printemps, d’un million defleurs\n       le beaume salutaire, et sont nouvelles plantes,\n       au milieu des parvis de Sion florissantes.\n       Tant de sang, que les rois épanchent à ruisseaux,\n       s’exhale en douce pluie et en fontaines d’eaux,\n       qui, coulantes aux pieds de ces plantes divines\n       donnent de prendre vie et de croître aux racines.\n\n   E t c’est comme prédiction accomplie, car les\nmerveilleux portails, arches, nefs, transepts et tours,\nn’est ce pas aujourd’hui la maison, l’authentique\nchâsse du martyr ? Mr Hartley Withers nous l’a\namoureusement pierre à pierre, or à or, nef à nef,\ndémontrée; et c’est mon souhait ici que d’autres\naillent à ce livre, comme à ces livres.... Ils y vivront\nau moins une heure qui n’est qu’instant peut-être,\nmais éternel selon la Beauté.\n                                               E m. H aëe.\n\n\n\n\n140\n"}, {"page_pdf": 154, "texte": "                         Segantini (1)\n                                                              i\n\n\n    Segantini, qui est peintre, essaie de se rendre\n compte des propriétés de cet état. L ’art, selon lui,\n est le rapport entre un « moi » et la nature, et non\n entre un « moi » et un tiers ou une nature conven­\ntionnelle.\n    L e « moi » de Segantini ? Il naquit en un bourg\n autrichien d’une mère qui devait en mourir, et les\n événements de sa tendre jeunesse ne furent pas\n pour rectifier la tendance langoureuse que cette\nfaiblesse originelle lui avait sans doute départie.\n   L e foyer une fois éteint, confié à Milan aux soins\n d’une sœur, gosse triste et sans jouets, il colle son\nfront aux vitres, se remplit l’œil de la vue des petits\njardins d’alentour et l’esprit des désirs d’un prison­\n nier. Aussi, une belle nuit on le ramasse, encouru,\n sur la route « qui va en France ! » De braves\npaysans le reconduiront... Non ! il supplie pour res­\nter ; il a 7 ans : il gardera les porcs. Cette escapade,\n cette rustique fonction, ce séjour dans les guérets,\nvoilà qui déterminera des sympathiques motifs d’art\nà ce gamin qu’on va faire passer par l’académie.\n   L a nature, ce seront les brebis, les pastourelles,\nles sources, les travaux du sillon ou de la grange.\n Mais comme il « vit là-dedans », il verra cela avec\nun œil sain et normal, il le rendra sans apprêt, avec\nune robustesse tranquille ; comme il a couru tête\nnue et en plein-air, il renouvellera la technique\nlumineuse en même temps que les Français, que\nselon M. Ritter, il ignorait; bien plus son caractère\nméditatif et sa communion avec ces braves paysans\nde l’Engadine imprimeront à ces reproductions\nterriennes un sens patriarcal et une allure épique :\n Millet avec l’atmosphère de Manet. E t si, pour me\n\n    (1) G i o v a n n i S e g a n t i n i v o n William Ritter, m it 6 ta fe ln und\n16 abbild un gen im text. (W ien : G e s e lls ch a ft für v e rv ie l­\nfä ltigende (K un st).\n\n\n\n\n                                                                              141\n"}, {"page_pdf": 155, "texte": "faire comprendre, je cherche dans la littérature, je\nne sais que quelques lignes de M. Marc Lafargue,\nqui sans doute les écrivit au pays basque, pour\nm’impressionner dans le sens du peintre des Alpes\nItaliennes : «... ne voudriez-vous pas vous installer\ndans une vieille ferme d'où l’on voit la montagne et\nles glaciers, dans un premier étage clair, badigeonné\nà la chaux, où l'on monte par un escalier en sapin,\norné de balustres, sonore sous les sabots. Les\nplanchers semblent vouloir céder sous les pas....\nVous travaillerez dans les ruelles des villages, cail­\nlouteuses entre leurs murs de granit, où montent\ndes ânes doux et maigres, balançant de lourdes\ncharges de paille blonde        Vous auriez aimé ces\nseuils où des enfants trient le grain, en tas d’or,\nsur des toiles de neige ; ces granges pleines d’ombre\nverte, où l’on voit encadrés, par des triangles de\ntoit, des échappées de lumière et des pans de\nmontagne, et ces cours claires dallées d’un bleu\nbrûlant avec des hangars sombres sous des galeries\nde bois où sèchent des nippes.... On y entre, dans\ncette ferme, par un vieux portail, couvert d’un toit\nd’ardoises à quatre pentes. L a cour irrégulière est\nfermée, d’un côté, par le mur d’une église. A midi,\nun homme en sueur laisse le blé qu’il bat et va\nsonner l’angelus... On voit de la cour de cette\nferme les prés qui descendent, les lignes de frênes,\nprès la montagne qui remonte, la sapinière sombre\net la ligne des glaciers.\n    ... C ’est proche de midi. L a musique des fléaux\n cesse. Voici un enfant qui descend des sources de\nla montagne des cruches d’eau froide ». ( N o t e s\nSUR LA MONTAGNE ET LES VILLAGES. L ’Effort,\n Juill.-Oct. 1897).\n    Mais à peindre des moutons si sincères avec leur\n cou maladroit et la gêne de leur laine trop lourde,\n des pastourelles solides comme des hommes et au\n pied sûr, des patauds couchés dans l’aire les yeux\n vers la fraîcheur lointaine d’un glacier, Segantini\ns’est pris à réfléchir à ces vies et sur la vie. Plus\n lyrique que critique son esprit pourtant ne pouvait\n\n\n\n\n142\n"}, {"page_pdf": 156, "texte": " que le gêner, et allait l’induire en aventures. Certes\n aussi longtemps qu’il se retiendra de n’écrire que\n l’épopée terrienne, la véracité lui fournira ses limites\n comme soutien : Oui, Segantini pourra entreprendre\n l’ascension des trois règnes et donner une âme à un\n pâtre, après avoir établi l’instinct d’un troupeau\n sous l’averse et prêté de la vie à un pacage ; mais\n qu’il abandonne les substances définies et se laisse\n aller à son improvisation, ce ne sera que trop le\n Segantini qui arracha la vie à sa mère, qui rêva aux\n lucarnes et s’encourut de la maison, c’est-à-dire\n maintenant un homme triste, désireux et irraisonné,\nle Segantini qui promène sa grande allure de lyrique\ntribun d’armée du salut, qui rédige des proclamations\n d’art dans la Cronica d’Arte, et s’élève de plus en\n plus dans les Alpes et la retraite.,\n    E t en effet ses compositions allégoriques ou reli­\n gieuses manifestent son désir et son ambition d’idées\n générales : il devine dans le royaume des réalités ou\n des rêves de belles idylles ou de grands drames, il\ntâche de concevoir synthétiquement et d’insinuer de\n ses compositions des perceptions successives ou\nétagées : humaine, religieuse et cosmogonique. Fort\nbien : c’est anagogiquement que nous lisons la Bible,\nou par exemple Dante ou W agner, mais si ce\nlyrisme bourdonne en périodes creuses... ? Car, si\nj ’admire ce peintre qui s’est convaincu qu’il y a plus\nque peindre, si je ne pourrais qu’applaudir à cet\neffort vers l’art idéaliste ou religieux, je dois recon­\nnaître que les présentes préoccupations me paraissent\nmieux intentionnées qu’averties, visiblement incon­\nsistantes, et leur expression ample et prétentieuse,\néclatante et banale. Je ne puis parler autrement,\nmalgré l’opinion de M. Ritter qui a du goût et de\nla compétence, de ces faits divers ampoulés jusqu’à\nl’allégorie : La Mauvaise Mère ; La Douleur consolée\npar la foi.\n    E t la peinture religieuse de M. Segantini n’est\nqu’une espèce de sa peinture allégorique : sa\npeinture religieuse n’est ni historique ni liturgique.\nElle est mythique, on pourrait ici parler de religio­\n\n\n\n\n                                                     143\n"}, {"page_pdf": 157, "texte": "sité mais non de religion. M. Segantini ouvre une\nintelligence chrétienne à des éléments bouddhiques,\nmais si elle refuse de se les assimilier ? Il y a crise.\nC ’est dès lors la fatale mission de Segantini de réduire\ndes passions contradictoires, de synthétiser diverses\nconceptions religieuses, de rechercher une sécurité\npanthéiste parmi le combat du soleil et des sources,\nde la maturité contre la jeunesse, des larmes contre\nla joie, de l’évolution contre la quiétude.\n   Un tel état, c ’est auspices à des créations incon­\nsistantes. Si M. Segantini voulait ne pas s’y com­\nplaire, un peu de précision lui revaudrait sa vigueur.\nManquera-t-il à M. Segantini, malgré l’avertissement\nde la fable, d’avoir mal attaché ses ailes ?\n\n    C ’est à M. William Ritter qu’une plus grande\npartie du public intéressé sera redevable d’ignorer\nun peu moins une œuvre importante. Ayant clôturé\nson étude dans les Graphischen Kunste de Vienne,\nbel in-folio des presses de l’imprimerie impériale,\nvoici qu’il l’a entrepris à nouveau pour les lecteurs\nfrançais dans la Gazette des Beaux-Arts et va l’en­\ntreprendre dans A rt et Décoration.\n    Il poursuit ainsi cette mission absorbante qu’il\ns’est donnée d’être le critique compréhensif de l’art\ncosmopolite. Critique musical, qui a su parler\ncomme lui de Rubinstein (dans Egyptiaquè) ou de\nBrückner ? E t combien il se soucie des peintres et\ndessinateurs ! il importe et exporte avec une sollici­\ntude opportune : Il présentera ainsi W alter Crâne\nen Autriche, et Hans Thoma ou Dettmann chez nous.\n    Souple et actif, lisant toutes les langues en lesquelles\non le traduit, collaborateur de quelques grandes revues\net de plusieurs petites, passant de Varsovie à Prague\net de Neufchâtel à Paris, M. Ritter a le courage de\nsacrifier le temps destiné à écrire l’intéressant cycle\nde romans qu’il entreprit afin de pouvoir être un de\nces charitables critiques européens, confrère de\nl’italien Vittorio Pica, du flamand Pol de Mont, de\nl’américain Ruben Dario, pour le bonheur des artistes\net notre facilité.                        F . N o n n ig e r .\n\n\n\n\n144\n"}, {"page_pdf": 158, "texte": "M émorial de\n     l’Expression religieuse\n  D ic tio n n a ire des sym bo les, em blèm es et attribu ts, p ar\nMaurice Verneui l (P aris : Lauren s).\n  C e vo lu m e don ne l’o cca sio n de réfléch ir à la fixité des sym ­\nboles cath o liqu es.\n  E m e rso n rem arq u e qu e le m y stiqu e se distingue du p o ète\np arce q u ’une fois p our toutes il clo u e à un sy m b o le u n e signifi­\ncatio n défin itive. « T o u t sy m b o le, dit-il, est é la stiqu e ; tout la n ­\ng a g e est transitoire et vé h icu la ire et sert com m e les b a te a u x et\nles c h e v a u x p o u r nous tra n sp o rter d’un p o in t à un au tre, m ais\nn on com m e les m aison s et le s ferm es,                       p o u r s’y        arrêter.\nL e m y sticism e g ît dans l ’erreu r qui fait p ren d re un sym b o le\na ccid e n te l ou in d ivid u e l p o u r un          sy m b o le      u n iv e rs e l        »\nO u ais, m ais s’il s ’a git d ’exp rim er n on p lu s l ’hom m e dont\nl ’âm e est em portée p a r le to u rb illo n d e s ch o se s v é c u e s , m ais\nD ie u fixem en t é te rn el, m ais l ’im m utabilité du do gm e, ne\nsera-t-il lég itim e de lu i consacrer des im a ges, des lig n es ou des\nco u leu rs ? J’entends b ien qu e D ie u est aussi en nou s. M ais un\nart d é co ra tif m o d ern e, pour être in d ivid u el, est-il ten u de\ncon dam n er         cette   p ratiq u e ? O u ,    ce      qui      v a u d ra it    m ieux,\nsaura-t-il la re n o u v e le r et l ’in d ivid u a liser ? Q u o i q u ’il en soit,\nun p eu p le d ’êtres sym b o liqu es s ’est in co rp o ré au dogm e ca th o ­\nliq u e . C o m b ien la m esse serait d éfig u rée, p riv é e de toutes\nce s figu res ! I l n e m e p arait d o n c p a s qu e m êm e la décoration\nlib re du cu lte soit tenue de ren o n cer à un élém en taire sy m b o ­\nlism e. L a d éco ra tio n p rofan e elle-m êm e in clin e a u jo u rd ’hui à\np u iser dans ce v ie u x trésor.             C ’est       q u ’en effet n os             ra ce s\n ary en n es ont to u jo u rs aim é à cla ss e r leu rs id é es et à d éco m ­\n p o ser leu rs cro y a n c e s entre les différentes form es offertes à\n l ’hom m e p a r la n atu re.         L e g é n ie p o p u la ire en p articu lier,\n a vid e d'affirm ations, de figu res et de p ré sa g e s, s’est com p lu\n dans cette tradition.\n    M .   V e r n e u il v ie n t de ren d re un s e rv ice a u x artistes en\n c la ss a n t des n otion s re cu e illies de toutes p arts à ce sujet,\n tan t d ans l ’antiquité p aïen n e,           où il y        a p o u r n ou s p eu à\n p ren d re, qu e d ans le s coutum es chrétien n es et n atio n a les où\n il y a à a p p ren d re. L ’autorité qu e lu i co n fèren t le s ré cen tes\n a p p licatio n s    d é co ra tiv es q u ’il p u b lie    sur la Plante et sur\n l'Animal d ésig n e c e liv re d o cu m en taire a u x artistes et a u x\n curieu x.                                                 A d r ie n M it h o u a r d .\n\n\n\n\n                                                                                             145\n"}, {"page_pdf": 159, "texte": "    A b écé d a ire d ’A rch ite ctu re an cien ne, p a r le Vicomte de\nColleville. (P aris : B ib lio th èq u e de l ’A sso ciation ).\n   N i p ré cieu x n i in utile ce liv re est sim p lem ent un autre parm i\nses p areils. Ils n e sont ja m a is tro p , ils ne so n t m êm e jam ais\nasse z, p u isqu e ce u x m êm es qui fonctionnfent p o u r a lle r consta­\nter, g râ c e à des b illets circu laires, la p ré se n ce des chefs-d’œ u vre\np u b lien t tous le s jo u rs leu r m anifeste ig n o ra n c e des sign ifica­\ntions et destin ation s des m onum ents le s p lu s lu cid es et que\nle s co n serv ateu rs de m usée ne ce sse n t d ’authen tiquer les\ntru q u ag es le s plus m alad ro its. I l est d o n c reco m m an d ab le que\nM . de C o lle v ille v u lg a ris e le s n otions re cu e illies. C e lle s qu ’il\nn ous offre sont sûres e t prud en tes ; elle s sont aussi n om breuses.\nM a is il m anqu e à leu r ra ssem b la g e d’être m éth odique et à\nle u r p u b lica tio n d’être p rop ortionn ée : C e sont des a rticles de\ndictionn aire, a llo n g é s selo n ce que l ’auteur sait de l ’o b jet ou\nra cco u rcis selo n ce q u ’il en ign o re, p lacé s de p lu s b o u t à bout\nd ’une m anière tro p a rleq u in e. N o u s n e récla m o n s p as pour\nl’art ch rétien , il a la p art b e lle : re le v é des style s, h erb ier de\nl ’orn em en t, com p utation des exem p les.\n   D è s lo rs il n ’y a p as lieu ic i de se m on trer ch ican ier.\n\n\n   R en aissan ce, p a r Henri Duhem. (P aris : F . C lerget).\n   N o m e n cla tu re ra p id e des pein tres, g ra v e u rs, scu lp teu rs,\na rch itectes et o u vriers d’am eu blem ent qui m anifestèrent ces\ndern ières ann ées q u elq u e o rigin alité. C e rte s leu rs nom s sont\nju d icieu sem en t choisis et les q u elq u es ép ith ètes qui le s q u a li­\nfient a p p ro p riées. M ais forcém en t u n te l dénom brem ent est\nin utile, si des ren seign em en ts docum en taires n ’en font p as un\nun rép erto ire, et fad e , p u isq u 'il n ’est p a s viv ifié         p a r les\nthéories.\n\n\n   A u b r e y B ea rd sley , illu stra teu r qui, en un d essin savan t\ndistrait p a r des b ro d eries de filigra n e, exp rim a des intentions\nch an to u rn ées, co q u ettes et sp iritu elles, artiste en som m e p lus\nlev a n tin qu e lond on ien , vien t de tré p a sser à M enton, à l’â ge\nd e vin gt-cin q ans.\n   « I l y a un an, ra p p o rte M . John G r a y (Revue blanche n° 118)\nil s’était fa it b a p tiser. S o n n atu rel se d é cla ra im m édiatem en t\ndans l ’étude a ch a rn ée q u ’il fit de B o ssu et, de S a in t A lp h o n se\nde L ig u o ri. I l aim a le s p rières co m p o sées p a r S a in t T h o m a s\nd ’A q u in .\n   D è s son a rriv ée à M en to n , duran t l ’autom ne de 1897, le renom\nde sa d o u ceu r, de sa résign atio n se rép an dit. E t p en d an t le\nm a rty re de ses dern iers hu it jo u rs , ce s jo u rs de san g étran ­\ng le u r v o m i à flots, de rem èd es cru els, la co lo n ie p oitrin aire,\np a r le c a n a l du p rêtre qui le co n fessait, se p ro cu rait des\nc h a p e le ts sem b la b les au sien et p riait à la m ode. »\n\n\n\n\n146\n"}, {"page_pdf": 160, "texte": "  E n N orm and ie, (p o rtefeu ille de p h o to typ ies d ’a p rès les\np h o tograp h ies de Joseph Casier, re cu e illies p our la XXIXe ses­\nsion de la G ild e de S a in t T h o m a s et S a in t L u c , de G and).\n  D e v a n t to u t s p ecta cle   tro u b la n t de p ierres, d’a rb re s ou\nd’eaux, n ou s ressen ton s q u ’il m anqu e à la p lén itu de d e notre\njo u issan ce de la faire p a rta g e r ; n ous vo u d rio n s en faire la\ncharité à n os am is.\n  M ais le tru ch em en t des m ots restrein t et p erso n n alise la\ndescrip tion : vo ici q u e le s in n o m b rab les en trep rises p h o tog ra ­\np h iqu es, alb u m s, port-folios, e tc ., sont ve n u s satisfaire cette\nsollicitu de.\n  O n p o u rrait b ien tô t n e p lu s v o y a g e r qu e p a r h y g iè n e ou\nparesse, à m oins qu e p our affaires : to u t docum en t é d u ca tif\nou artistiqu e p rend p la ce en effet dans des d iagram m es, des\nlivres et des atlas.\n   L e p résen t re c u e il vie n t à n o u ve a u fa v o rise r le s a cco u tu ­\nm ances séd en taires de q u e lq u es o b lats de ca b in e t ou              de\nbiblioth èque.\n   F e u ille té sur la la rg e tab le , il tran sp o se la p o ssessio n directe\ndes m onum ents, et d iscret ju s q u ’à se taire de toute n otu le, il\nnous autorise à réfléch ir e t à a p p ré cie r : c ’est le dioram a à\ndom icile, a v e c des arrêts et des re cu ls selo n les p référen ces.\n   E t vraim en t les      transp osition s sont irrép ro ch ab le s : des\nm ises en v a le u r p a r jo u r et om bre, des p o ses to u jo u rs op p o r­\ntunes d é cèle n t le soin m in utieux du p résid en t de l’A s s . B . de\nP h o to g rap h ie.\n   E t quels ! ce s m onum ents d e va n t lesq u e ls on s’arrête ou\nqu’on p arco u re silen cieu sem en t :\n   T o u rs de la ca th éd rale de R ouen , je u n e frère et gran d e\nsœur, lu i m éditatif, elle h u p p ée et rian te d ans ses d en telles ;\nSaint O u en de R o u en , coiffée d ’un diad èm e : o n dirait l ’a llé ­\ngorique couron n e m u rale des villes-fo rtes, m ais affinée, su réle­\n vé e p o u r o b éir à la m ode des henn in s ; p o rtail d’E v r e u x a v e c\nune ro se lé g è r e com m e d e la m o u sse et gran d e com m e un\n soleil ; L is ie u x , B a y e u x et D o l où le go th iq u e n orm and fait\n ses p reu ves a va n t de p asser la M a n ch e p our édifier ses chefs-\n d’œ uvre ; alors en co re c ’est S a in t E tien n e d e C a en , qui ram ène\n à elle en ron d ses ch a p e lle s et ses tours : si e lle tien t de la\n cath édrale de T o u rn a i, e lle est à cen t lieu es de ce tte dignité\n élégan te, a v e c son a llu re de p o u le qui s o u lèv e ses a ile s pour\n con voquer ses poussin s ; m ais v o ic i l ’a b b a y e de Jum ièges,\n ruines terrifian tes d’u n au th en tiqu e a rsen a l de la p riè re , qu e\n ne p arvien n en t à su b ju g u er la g râ c e des a rb res ni la fo lie des\n bro u ssailles ; ju s q u ’enfin à g r a v ir cette W a rtb u r g du celticism e\n ch rétien : le M on t S a in t M ich e l — o rgan ism e co m p lex e de\n roch ers qui se seraien t to u t à co u p m is à fleurir — ju s q u ’à\n pénétrer dans le cœ u r m êm e du m on t : ce clo ître, p réau du\n ciel, défendu p a r u n e h a ie d 'é p ée s et de lis.\n\n\n\n\n                                                                               147\n"}, {"page_pdf": 161, "texte": "   L a C o llé gia le de S o ign ies : (so ig n ie s, s o n o r ig i n e , so n nom\né g lis e ,    v ie u x   c im e t i è r e   p a r Ame Demeuldre (Soignies : V e\nN o e fn et) ; l a c o l l é g i a l e d e s a i n t V i n c e n t a s o ig n ie s e t s a r e s ­\nta u r a tio n    p ar G . Zech-Du B iez (B rain e-L e-C o m te : Z e c h et fils).\n   D e u x érudits de p ro vin ce se com p lètent p our n ous in téresser\nà un m onum ent q ui a p lu s de ca ra ctère que de ch arm e. M . Z e ch\nnous d é v e lo p p e l ’anatom ie du co rp s, M . D em eu ld re n ous ren ­\nseig n e sur l ’âm e.\n   U n seign eu r M a gd e laire, re lig ie u x du co u v en t d’H autm ont,\ns ’enquit en l’an 670 d’une solitu de m oins a cce s s ib le , crut la\ntro u v er dans une cla irière de la forêt ch arb o n n ière, p rès d’une\nagglo m ération a p p elé e S o ign ies, et y fo n d a u n m on astère.\n   L a lég en d e h isto riq u e attribue à ce seign eu r des ancêtres ;\nla lég en d e p o p u la ire           lui acco rd e u n e ép ith ète            « V in cen t »\nc. à d. vain q u eu r des pom pes du m onde, la créatio n d ’une\nfleu r : la c y m b a la ire , « fleur de S ain t V in c e n t » et de la reco n ­\nn aissan ce : V in c e n t M a gd elaire m ort, le p eu p le en effet voulut\nse so u ven ir de m iracles et l ’in vo q u a saint, et a u jo u rd ’hui\ncom m e alors, et peut-être à bon droit n on obstan t le silen ce du\nM a rty ro lo g e .\n   D u m on astère bâti p ar V in ce n t, il ne reste rien puisque les\nN orm an ds tra versèren t la région . M ais le s ro u tes u n e fois\nsûres, les m oines revin ren t et les p èlerin s. V e r s 890 o n b âtit un\np etit orato ire p ro viso ire. Il subsiste sous le n om de « ch a p elle\ndu cim etière » et sert au jo u rd ’hui de m usée à la v iv a c e société\nd’a rch éo lo gie de l ’endroit.\n   M ais le cu lte et les m oin es re çu ren t en 957 de S a in t B runon ,\na rch e vê q u e de C o lo g n e, un p lu s co n ve n a b le app ui. Il ordonna\nla recon struction du m on astère et de l ’église. L e s n otions de\nl’ép o q u e     d éterm in èrent le            p lan   de b a siliq u e , le s crain tes\nd ’ap rès le s in vasio n s y ad joign iren t la p érip h érie d’une for­\nteresse : un fo ssé se c m uni de 3 ou 4 tours.\n   N éan m o in s telle q u ’e lle subsiste aujo u rd ’hui, l ’église dont\nq u elq u es m urs p eu ven t dater de cette d é d ica c e, sem ble prin­\ncip alem en t du X I e s iècle , et de ce st3’le rom an, resté p au vre\nch e z nous à ce tte ép o q u e sans l ’agrém en t des a ccesso ires\nlo m b a rd s ni l ’é lé g a n ce à v e n ir des m onum ents de la transition.\n   C ’est d ans la m o n ograp h ie de M . Z e c h q u ’on p o urra n ette­\nm ent étu d ier ce t o rgan ism e. P la n s, co u p es, etc. re lè v e n t les\ntran sfo rm atio n s su rve n u e s et perm etten t d ’en déduire la form e\np rim itive en la q u e lle il co n vien t de le rétab lir : ca r faut-il dire\nque des a jo u tes sans ca ra ctè re ont p o ussé dessu s, et que\nl ’in térieur a été tra ve sti p ar le s p lafonn iers de la R e n a issan ce.\nM . Z e c h est l ’in itiateu r du m o u vem en t en fa v eu r de la restau ­\nra tio n , et c ’est très b ien : au jo u rd ’hui les p lan s de M . V e r h a e ­\ng e n sont a p p ro u vé s p a r la com m ission des m onum ents et ce\nn e sont p lu s q u e des ca lc u ls de subsides qui font attendre\nq u e lq u es jo u rs les m açon s au p ied de l ’é ch elle .\n                                                                         F . N o n n ig e r .\n\n\n\n\n148\n"}, {"page_pdf": 162, "texte": "Pourquoi nous\n     ne suivrons pas\n             M. Huijsmans\n  Q u e lq u e s m ots sans p réten tio n : « L e s écri­\nvains    ca th o liq u es   a tte n d en t    la Cathédrale un\npeu com m e le clergé atte n d u n e e n c y c liq u e »\nrencoignés dans une n otu le au p rem ier num éro\nde cette revue, et qu i ne d ev a ie n t m an ifester\nque l ’im p a tien ce resp ectueuse d ’un évén em en t\nà date,      furent     au ssitôt      so u lig n és.    D es     am is\ncrurent ou v o u lu re n t y lire q u ’une d éclara tio n\nde clien tèle é ta it sinon p rochaine, du m oins pos­\nsible : p arm i lesq u els entre autres, (1) M . Jean\nV io llis,   dans la     Revue Naturiste, et M . le ch a­\nnoine L . , d irecteu r de sém in aire, p ar une lettre\nob ligean te, eurent la so llic itu d e d e m e m unir\nde p récautions, ce lles du prem ier an ti-cléricales,\ncelles du second orth odoxes.\n     S i un si p eu lo isib le p rétexte so u le v a it ces\ninterpellations, ce la sign ifia it une im a g in a tio n\ndu p u b lic, co m m e quoi le nouveau                     livre      de\nM . H u ijsm an s d ép la cera it le p ô le d es écrivains\nap ologétiques, com m e             q u oi la sou m issio n de\nces derniers é ta it irrésolue,               com m e q u oi dès\nlors il fa lla it « influencer ».\n     Il y eu t là erreur d e p révision .\n     N i pour ni contre il n ’y              a lieu d ’entrer en\ncam pagn e ; m ais dès lors q u ’on s ’y intéresse,\nc ’est b ien     le   m oins      q u e j ’essaie       d ’e x p liq u e r\npourquoi.\n\n\n  (1)    L é o n B lo y vo u lu t y v o ir « u n e ré cla m e énorm e aux\npénibles docum en tations de M . F o la n tin ! ! !» !\n\n\n\n\n10                                                                    149\n"}, {"page_pdf": 163, "texte": "   Q u e les écoles littéraires sont m ortes, que\nto u t artiste constitue une unité indépendante,\nq u ’il n ’est plus besoin au jo u rd ’hui de m aîtres\nni de discip les : ce sont là bavardages courants\net topiques d ’écrivains dépités d ’un abandon.\nIls peuvent avoir une valeu r parénétique, mais\nn’em pêcheront pas m êm e M M . P éla d an , ou\nG h il, ou de B o u h élier d ’exercer un ascendant.\nN ous ne profiterons donc pas de cette fin de\nnon-recevoir théorique : e lle écarte la question,\nnous voudrion s l ’élu cid er.\n   Q u ’on fasse bon com pte aussi, et au plu s vite,\ndes circonstances personnelles à l ’auteur : le\np rosélytism e littéraire se passe des poignées de\nm ain électorales. M . H uijsm an s est com m e\nT a in e un travailleu r solitaire et un esprit de\nm auvaise hum eur ; m ais le second exerça un\nem pire. E t d ’autre part ce n ’est pour avoir\nd istribué des préfaces en province, ou assis ses\ncauseries devant des dîners en v ille , que\nM . B o u rget est tenu pour un jeu n e m aître. Il\nserait indiscret d ’insister : c ’est l ’œ uvre elle-\nm êm e qui conseille le cerveau et le cœ ur de\nceux dont la com pagnie serait appréciable.\n\n                          *\n\n      Il y a donc, voulais-je d ire, à la destinée\nd ’isolem ent de M . H uijsm ans des raisons plus\nintim es. E lle s paraissent néanm oins à fleur de\nson œ uvre et percep tibles com m e elles sont, il\nest étonnant q u ’elles ne prém unirent pas le\np u b lic prêt à espérer ou à craindre.\n   E lle s résultent pour une prem ière part du\nstatut personnel de M . H uijsm an s. N otre\nauteur, en effet, v it une aventure quasi-m ira­\nculeuse : absurde et héroïque. O ù il est grand,\n\n\n\n\n150\n"}, {"page_pdf": 164, "texte": "c ’est lo rsq u ’il nous confie des raisons d e certi­\ntude qu i ne p eu ve n t va lo ir en dehors d e son\nesprit, des états q u e nous ressentirons pas avec\ncette acu ité d e gra n d p én iten t ou cet étonne­\nm ent de catéch u m èn e.\n  T e n ta tio n s, scru p u les, tiéd eu rs, après-confes­\nsion, avan t-co m m u n ion s, v o ilà qu i est du m êm e\ngenre q u e les transes et les              affolem ents d ’un\nam ant et d on c in d iv id u e l et            non    a d a p ta b le .\nM ais   en    p lu s      les   cas   présents        de    m a la d ie\nspirituelle son t in fin im en t p lu s rares et par là\ndénués    de     to u t     p ou voir    d ’édifier.       Il     d e v a it\narriver en outre qu e cette situ atio n ultra-per­\nsonnelle créât d ans notre n a tu raliste con verti\nune m anière d e sen tir sp éciale, sard on iq u e à la\nfois et sacristine. L ’in te llig e n ce de M . H u ijs ­\nmans est h y b r id e d ans to u te la v é rité et dès\nlors avec to u tes les con séquen ces du m ot.\n  M ais      ce tte    d isp o sitio n    re ligie u se         n ’a     fait\nqu’accentuer l ’id io sy n cra sie d ’un tem p éram en t\nqui, à ne p arler q u e littératu re, d e v a it rester\noriginal. L e procéd é et le con seil de son œ u vre\nsont de rapetisser au risque m êm e d u m esqu in ,\nde détourner sans crain te m êm e d u                           bizarre,\nl ’apport des sens, ju s q u ’au p o in t où il ap p araîtra\nque l ’im pression est hors con teste p ersonnelle,\nsans rapport av ec ce lle d es écrivains d evan ciers\nou du com m u n . C ’est-à-dire, pour vu lg a riser :\ndans l ’an gle du large co u p -d ’œ il de C h â te a u -\nbriand    nous         p ou von s     situ er   le    nôtre.           M a is\nM . H u ijsm an s, to isa n t la façad e d ’une ca th é­\ndrale, lui prêtera un e allu re in gén ieu se,                          qu e\ndes spectateurs voisin s pourront d ifficillem en t\nidentifier, où, à d éfau t d e l ’avoir trouvée, p lu tô t\nque de con descen dre ch a rita b lem en t à p artager\nleur im pression, s ’en taira et se satisfera d ’avoir\nremarqué q u e te lle sta tu ette du ty m p a n offre\nune bouche vicieu se ou un bras rom pu.\n\n\n\n\n                                                                          151\n"}, {"page_pdf": 165, "texte": "    C e tte conception de l’art est anarchique :\nl ’écrivain est à lui-m êm e sa fin et son œuvre\nsera isolée com m e une île. C e t in d ivid u alism e\nrépudie toute so lid arité de cerveaux am is ou\nvoisins : v o ilà qui est e x clu sif de la form ation\nd ’une trad ition artistique, vo ilà qui ne s’accorde\npas d ’un souci de m ission ou d ’édification\nreligieu se, v o ilà com m ent M . H uijsm an s fait\nsigne de ne pas le suivre.\n\n                             *\n                         *   *\n\n\n\n  M ais M . H uijsm ans n ’eût-il pas ces propriétés\nrédh ibitoires, nous n'accepterions pas son ascen­\ndant.\n  Je veu x le dem ander nettem ent : E n quoi\nl ’idéalism e est-il intéressé à son œ uvre ? J ’aime\nà le dire afin que l ’on ne se m éprenne pas :\nj ’affectionne M . H uijsm an s ; j ’estim e son entête­\nm ent au travail, son acuité de vision m ’étonne,\nson vocabu laire m ’éblouit, son héroïsm e de\nchrétien m e fait rougir. C ’est donc im partialité,\nsi je fais observer q u ’à m on avis la critiqu e a\npris une habitud e erronnée, que, pour celu i qui\nne se paie pas de m ots, Paris de M . Z o la est\nid éaliste, la Cathédrale de M . H uijsm ans ne\nl ’est pas.\n    L a parution de ce livre su it la conversion de\nl ’auteur : e lle lui a fourni l ’occasion de considé­\nrer avec intérêt les ressources artistiques du\nchristianism e. C u rieu x m ais non ém u, il s’est\nenferm é avec son idée et des m anuels et nous a\ncom pilé un livre vaste et petit.\n   Il se fait que le sujet en est assez neuf, tant\nnos contem porains sont aveugles et ignorants.\nM ais en quoi ce livre qui par son o bjet ressortit\nau catholicism e est-il apologétique ? C e serait\n un livre d ’égale espèce, celui par exem ple que\n\n\n\n\n 152\n"}, {"page_pdf": 166, "texte": "je voudrais engager M . H uijsm an s à écrire\ndem ain, soit la légen de alch im iqu e et chim ique,\nbourrée de form ules pittoresques et d ’invoca­\ntions bizarres, ju stifiée par des pièces de procès,\npopularisée par qu elqu es panneaux flam ands,\ndes fantaisies de B osch à R ops, l ’apocryph e\nlittérature de recettes d ’A lb e rt le G rand et les\nprosopopées de F a u st ; les pages à citer seraient\nla description de la gam m e des cornues, le\nlyriq u e arrêt devant l ’incom parable bleu des\ncristaux de sulfate de cuivre, tout enfin cond ui­\nrait au rêve de l’alim en tation chim ique de\nB erthelot, destinée à nous sauver des ragoûts,\ndes gargotes et de la m auvaise hum eur. So it\nencore le com m entaire de la vie enrouée des\nmachines, où siffleraient les courroies de\ntransm ission L e c h a t, où danseraient les plon ­\ngeurs.\n   Q ue ce soit une cathéd rale, plu tôt q u ’une\nm anufacture que M . H uijsm ans ait relevé avec\ndes sens de sauvage et une d iligen ce de greffier,\nou que M . M onet ait p o in tillé les divers aspects\nde l’horloge solaire sur la cathéd rale de R ouen,\nqu’est que cela im porte à l ’art relig ieu x ? N ous\nne retrouverons ja m a is sans doute un tel art à\ndélinéer des taches d ’hum id ité, à rendre sapides\ndes sauces, à attrister un p etit ja rd in d ’arche­\nvêché ; m ais aussi v o ilà tout notre auteur et\nq u ’on n’y cherche pas ce que certains nous ont\nconseillé d ’y trouver : de l ’id éalism e, c’est-à-dire,\ntout au m oins ou à peu près, des vertus de foi,\nun régim e m oral, une conception et des conseils\nde v ie ... L a foi de D u rta l ? O n sait com m ent\nest conditionnée sa certitud e. N i l’enchaînem ent\nphilosophique du dogm e, ni le régim e m oral\ndu chrétien, ni les expériences sociales et p o li­\ntiques de l ’ É g lise ne le requirent. C redo quia\nabsurdum ,     la   b izarrerie   de   la   litu rg ie,   la\n\n\n\n\n                                                          1 53\n"}, {"page_pdf": 167, "texte": "richesse des am usem ents m iracu leu x ou diabo­\nliq u es suffirent à l ’enchanter. R ecevons D urtal,\navec des cris de reconnaissance, com m e un don\nde ce D ieu dont l ’esprit souffle où il veu t, m ais ne\ncroyons pas à la force exem plative de sa ju stifi­\ncation. Q u e la m ystérieuse aventure de ce con­\nverti ne contrarie pas les form ules rationnelles\nde l ’apologétique ordinaire, que la réception du\nsen sitif barbare, avide de pierreries et de super­\nstitions, ne com prom ette pas le progrès religieu x,\nque celui qui vien t d ’obtenir droit de cité ne\ndétourne pas les destinées d ’une race.\n   A u point de vue relig ieu x, P a ris et le grand\np u b lic — pour s’y restreindre — parlent par les\nlivres de M . S abatier, de M . F o n seg rive, de\nM . B runetière, cependant que M . H uijsm ans\nse bornera à dire, com m e un p etit vicaire, que\ncela est com m e cela parce que cela est ain si, à\nconstater que rapporté à C h artres ou à Sainte\nT h érèse, tout n ’est que poussière et fum ier, et\nà se d ivertir dans la 3 e partie de G örres, où il\nrencontra jadis G ille s de R etz, et où il reste\nbien quelques histoires d ’enfants qui crachent\nde la ferraille, des crapauds et des d iab lo tin s.\n— L a vie ? C om m e D u rta l rit tristem ent. C ’est\nle vieu x garçon sans am our. L a coriacité des\nbiftecks doit l ’ind uire à croire au règne du\npéché o rigin el. D u rta l, on d irait q u ’il n ’a\njam ais vu des ruisseaux, des prairies, des con­\nvalescents, des jeu n es époux. A h ! quel rêve,\nle grand rom an cath olique. C e serait le livre\nblanc. L a haute cathédrale y b én irait les foyers\nen rond, et les chaires et les ateliers et plus\nloin les chaum ières et les belles cam pagnes. L e\nciel, les form es et les choses in clin eraien t à un\ntièd e lyrism e, à une aim able concorde, à une\npieuse reconnaissance. E t v o ilà qui n ’est pas\ndu tout, car voici ce que nous analysons :\n\n\n\n\n154\n"}, {"page_pdf": 168, "texte": "   L a v a llée du B ro h l (dans l ’E iffel Rhénan)\noffre ce savoureux spectacle : parm i l ’exubé­\nrance hirsute de sa flore bien nourrie et les\nrides rebutantes de ses assises volcan iques, la\nroute régu lière charrie m éthodiquem ent et per­\npétuellem ent des carrioles, farcies de paille,\ndesquelles sur deux l ’une cahote des cruchons\nd’eau gazeuse, H eilb rù n n en ou T ö n n istein ,\nl’autre, en blocs de tu ff déjà ta illés, ouvrés\net num érotés, quelques m illièm es parties de\ncathédrale.\n   V o ilà D u rta l : R é b a rb a tif et sensuel, il nous\nfait part d ’une vie pén ible où s’alternent les\naigreurs d ’estom ac et ses m éthodiques travaux\nde piété.\n   M ais nous, nous souhaitons un a r t (1) où il y\nait plus d ’espoir, plu s de bonté, plu s de reli­\ngion.\n   Il serait édifiant q u ’un écrivain pût faire\ncroire d ’un héros : q u ’il est spontané, confiant\nen lui-m êm e et doux à ses voisins, que sa\nreligion garan tit son bonheur et rend rait la\nsérénité au m onde, q u ’il sait prier à côté de ses\nlivres, m ais avec une fleur à la bouche.\n   L e christianism e, ce c ’est pas seulem ent la\nrancœur du péché origin el, l ’h u m ilité des\nsaintes pustuleuses, l ’ascèse de la nuit de\nl’Am e. V o yo n s : les fleuves descendent du G o l­\ngotha, les oiseaux se nichent clans les plaies de\nJésus, la croix se m et à fleurir. Il est après tout\ncertain que nous avons été sauvés.\n                                     E dmond         D e    B r u ij n .\n\n\n\n\n  (1) V . au n° 3 , p. 1 58 . Spect. Cathol. cette notion d é v e lo p p ée .\n\n\n\n\n                                                                           155\n"}, {"page_pdf": 169, "texte": "               (Tympan du porche de la Cathédrale de Chartres)\n\n\n\n               « LA C A T H É D R A L E »>\n\n   N éan m o in s le sort m érité de ce liv re est d ’a v o ir du reten ­\ntissem ent sinon de l’in fluen ce.\n  N o tre auteur dont la p ieu se m a gie n ’a pu faire de sa cath é­\nd rale une é g lise, a va it, com m e on le sa v a it d e longtem ps,\ntoutes le s facu lté s p our en faire un m usée.\n   L e s cin q sens de M . H u ijsm an s sont des p lu s d é ve lo p p és\nqu ’on ren co n tra : il n e p o u va it m an qu er, q u e ses com pte-\nrendus des statues, des vitrau x, etc. de C h artres fussen t presti­\ng ie u x d’acuité et de m inutie. E t pour ce t in térêt on leu r passe\nle p en ch an t à la b izarre rie.\n  M ais ce cô té p iquan t con stitue le p rin cip a l de ses vues\nhistoriques sur l’art re ligie u x , et dès lo rs c ’est trop p eu et\nm êm e il est en trop .\n  S o it dit en p assa n t : M . H u ijsm an s m e fait m al, quand il\nm éprise l’art doux et intim e de M aître W ilh e lm et de Step h an\nL o ch n e r. L a Madone au pois de senteur, et, la Madone dans la\ngloriette de roses, du M u sée de C o lo g n e, sont le s ch o ses les plus\nan g éliq u es qu e je pus vo ir. P e u t-être aussi l ’é co le m oderne\nd e B e u ro n (1 ) m éritait-elle q u elq u e reco n n aissan ce.\n  L ’arch itectu re est, j e crois, m ieux et b ien tra itée , d ’une façon\np lus d idactique, et a v e c une in ta rissa b le érudition.\n  M ais où M . H u ijsm an s p erd notre assentim ent, c ’est dans\nles ép iso d es plus sp écia lem e n t th é o lo g iq u es. D a n s Là-Bas,\nM . H u ijsm an s nous a v a it ap p aru com m e une sorte de Jules\nV e r n e , si j e puis m ’exp rim er ainsi. A v e c in gén io sité et vra i­\nsem b la n ce, il h au ssait en un su jet si peu fréq u en té, le ren-\n\n\n  (1) On peut voir quelques reproductions de fresques bénédictines dans la revue\n« Durendal » de Bruxelles.\n\n\n\n\n1 56\n"}, {"page_pdf": 170, "texte": "  seignem ent ju s q u ’à l ’im agin ation.          E n v e rs le d ia b le, p asse,\n  m ais ici où il s’a g it de sain teté et de divinité notre auteur a dû\n  s’abstenir de p areils p ro céd és. E n ga g n a n t le re sp e ct il a\n  perdu la sav eu r. I l se tien t sur ses ga rd es et cu ltiv e le carré\n  restreint d’une p iteu se co m p ilatio n ; son im agin ation re ste à\n  l ’étroit dans qu elqu es m on ograp hies m a l assim ilées et sp écia les\n  qu’il se b o rn e à traduire en sa la n gu e.\n     M ais son n atu rel n éanm oin s p erce dans le ch o ix q u ’il en fait,\n  dans la p référen ce q u ’il a cco rd e à te l ge n re de d étails. I l est\n  guidé — o u le con traire — p ar des sen s b a rb a re s et un esprit\n  peu ordonné. Il s’arrête d e va n t le s p hénom ènes anorm au x, il\n  abonde dans les th èses e xa g é ré es. L e fa u x m e rv e ille u x , la\n  thaum aturgie b a ro q u e et les d ia b leries le d électen t com m e\n  des confitures ; les docum ents v ic ie u x ou am bigus déterm in ent\n  sa scien ce, des a n a lo g ies n igau d es (com m e la p ro p h étie ce lti­\n  que de C h artres !) ne m anqu en t pas d ’o bten ir s a créa n ce .\n    M ais les gran d es passions, le s h a u tes sain tetés,                 B e rn a rd ,\n Ig n a ce, F ra n ço is, ne p eu v en t le reten ir : il sait in sp e cte r une\n m iniature, m ais n on co n tem p ler u n e forêt.\n    S a scien ce , un p eu fra îch e, sen t d ’ailleu rs le sém in aire et\n les m anu els de sixièm e m ain. E lle lu i a jo u é d e m auvais\n tours : le s erreurs to u ch a n t le trip artite S t-D e n ys sont tra d i­\n tionnelles et fra n çaises com m e c e lle s des S a in te s M aries de\n P ro v e n c e. M éliton , du I I e siè cle , est cité p arm i le s auteurs du\n X I I I e (ce q u e re le v a M . de G ourm ont) et H u g u e s d e S t-V icto r\n com m e un nom p ro p re, a lors q u ’il est p u b lic. A p ro p o s du\n sym bolism e d e l’A n g e lic o , il est aussi re p ro ch a b le de n e pas\n citer le P . B e iss e l (1).\n       M ais d ans 500 p a g e s et un si b e a u liv re , ce sont là des\n vé tilles.\n    Il d evien t p u b lic q u ’un certain ch an oin e R ic h e t re ch e rch e\n\n\n\n    (1) En un sujet plus spécial, qui par hasard ne m’est pas tout à fait étranger, la\n vie de la sœur M arguerite-M arie des A nges, dont le cadavre distilla de l’huile,\n notre auteur commet des inexactitudes beaucoup plus excusables, mais qui mani­\n festent une habitude de défigurer les textes en les outrant.\n    Qu’elle s’appellait van Valckenisse et non van Valckenissen , le donateur du\n Carmel d’Oirschot Lintermans et non L indermans, ce sont distractions.\n   Mais quant aux détails m iraculeux :\n    1) que j e sache, il n’y a pas mention de stigmates aux mains.\n   2) L ’acte notarié de l’autopsie dit qu’il s’échappa du ventre gonflé un pot et\ndemi d ’eau (sesqui poculum) et non « à peine la valeur d'une dem i-pinte ».\n   3) Qu’on découvrit dans la vésicule du fiel, trois têtes de clous, et non trois clous.\n   4) « L e 7e jour après le décès, le corps qui avait toujours été flexible et maniable\nse gela du côté droit et la même chose arriva le lendemain au côté gauche, de sorte\nqu’il demeura environ 3 semaines gelé » dit M gr de Ram (*) et il en donne la raison\nen note « L ’hiver de 1 658 fut rude e t long. Pendant plusieurs semaines on traversa\nà. pied l’Escaut à A nvers ».\n   Que dit M. Huijsmans (**) : «... et m algré le froid d’un hiver si rude que l’on put\nfranchir l’Escaut en voiture, le corps se conserva souple et flexible » !\n\n\n (*) Notice su r la vénérable M . M . des A nges, broch. Louvain, 1 865 . p. 18.\n (**) L a Cathédrale, p. 146.\n\n\n\n\n                                                                                   157\n"}, {"page_pdf": 171, "texte": "le rid icu le et la cé léb rité en dénon çan t la Cathédrale à la S . C o n ­\ngrég atio n de l’In dex. N o tre co n verti est sin cère et héroïque,\nc e la suffit à faire com p rend re qu e ce ch an oin e com m et une\nm a u va ise action . Il est p eu p ro b a b le q u ’il p arvien n e à ses\nfins ; n éanm oins cette co m p agn ie, dont j ’ign o re la p ro céd u re,\nune fois m ise en b ra n le, sa bo n n e vo lo n té p eu t-elle n e pas\np ren d re en con sidération des erreurs d ’un m ot ou d ’une lign e,\nsi elle s sont sign alé es et m an ifestes.\n  F ra n ch em en t d’ailleu rs, les erreurs de M . H u ijsm a n s sont\ndes erreurs écclésia stiq u es. Jusqu’ic i c ’était la critiqu e in dép en ­\ndante et non l ’In d ex qui ten tait de nous le s d ésap p ren d re.\nQ uoiqu’il en soit, il m e sem b le absu rde de su p p o ser q u ’elles\npuissen t im p orter au régim e de la foi.\n  L e ge n re m êm e des re ch e rch es de M . H u ijsm an s lu i interdit\nla p o ssibilité d ’in qu iéter le s âm es. L ’étroitesse, qu e n ous lui\nrep ro ch o n s, doit en ce ca s suffire à le sau ver.\n  C e n ’est p as lu i qui p arle du go u vern em en t de l ’É g lis e , des\np réro ga tives des états, des h y p o th èse s p olitiques ; il n ’a lu ni\nF ù n c k ni H a rn a c k , il ig n o re scru p u leu sem en t la B ib le et les\nprem iers tem ps de l’E g lis e ; il n ’a p as d’opinion dans la co n ­\ntro v erse sur la g râ c e ou sur le s fondem ents de la certitude\nre lig ie u se — où l ’on discute son p rop re ca s — , il ne tien t ni pour\nS t-P ie rre ni p our S t-P a u l ; en u n m ot ce qui essen tiellem en t\np hilo sop h iqu e ou re lig ie u x lu i dem eu re étran ger.\n  D e s in exactitu d es tradition n elles sur des p oints sans rap ports\nà la foi aux m œ urs, une dévo tio n p eu re lig e u se, u n e co n cep tio n\nm édiocre, scru p u leu se et in to léran te du cath o licism e, v o ilà ce\nqu 'on n ’est p as h abitué à tro u ver co n d am n able et ce q u i ne\nsera sans doute p as con dam n é.\n                                                                E . D . B.\n\n\n\n\n158\n"}, {"page_pdf": 172, "texte": "Le sens énergique\n             chez la jeunesse\n     Une vaillante revue française L'Effort a entrepris\n il y a quelques mois une intéressante enquête sur\n «Le sens énergique chez la jeunesse» ; les questions\n qui s’adressaient aux jeunes hommes ayant de 20 à\n 26 ans étaient les suivantes :\n     I. Dans quel sens général un intellectuel doit-il au­\njourd’hui diriger son activité?\n     II. Quelle situation lui est-elle faite à votre avis par\n les conditions économiques actuelles ?\n     III. Quelle position immédiate et pratique allez-vous\npersonnellement choisir ou avez-vous déjà choisie pour\n assurer notre économie matérielle et par suite le libre\n développement de votre énergie idéologique ?\n     Les réponses ont paru indiquer que la jeunesse\n actuelle loin de considérer l’art comme une fin\n semble bien plus préoccupée d’exercer un apostolat;\n  elles manifestent un besoin ardent de sacrifice,\n  d’expansion vers les créatures, de dévouement pour\n une cause. Mais pour quelle cause ? dans quel sens ?\n pourquoi ? Sur ces points les réponses sont générale­\n ment très vagues si l’on excepte celles des catholi­\n  ques et des libertaires ; en vérité elles révèlent une\n  profonde désorientation, chez quelques-uns le désir\n  de s’orienter, presque toujours de l’enthousiasme\n  vers du vague, peu de souci d’une religion ou d’une\n  philosophie sur laquelle baser sa vie ; en même\n  temps, très rares sont ceux que semble contenter le\n  désir d’accomplir une belle œuvre d’art ; on pourrait\n  résumer ces réponses en disant qu’elles indiquent\n  peu d’artistes, très peu d’intellectuels et une jeunesse\n  pleine de bonnes intentions.\n                               *\n                             **\n Et d’abord qu’est-ce qu’un intellectuel ? On a telle­\nment abusé de ce mot, ces derniers mois surtout ;\n\n\n\n\n                                                         159\n"}, {"page_pdf": 173, "texte": "  il n’est pas un monsieur ayant eu l’intention de quel­\n  ques sonnets à la sortie de sa rhétorique et achetant\n  quotidiennement le Journal et l’Echo de Paris, le\n  dimanche le Temps à cause de la « vie littéraire »\n  de M. Gaston Deschamps, quelquefois, une de\n  nos revues pour savoir ce que valent les jeunes,\n  qui ne vous entretienne de son intellectualité.\n  L ’intellectuel est-il l’homme qui s’intéresse plus ou\n  moins assiduement aux travaux de l’intelligence ?\n  J’avoue n’être guère plus avancé. M. Louis de St-\n  Jacques nous dira qu’il appelle intellectuel « celui\n  dont l’intelligence est apte non seulement à com­\n  prendre les idées générales, mais encore à s’y inté­\n  resser de quelque ordre qu’elles soient » ; je crois\n  que l’intellectuel de M. Louis de St-Jacques est\n  simplement un dilettante intelligent.\n     Je crains qu’ainsi l’on n’abuse trop de ce mot, et\n  que bientôt ne soient intellectuels tous les hommes\n  dont la seule supériorité est de gagner leur vie en\n  noircissant du papier pour le compte de l’Etat ou\n  des particuliers, et à ceux-là, il faudra encore ajouter\n  les professeurs, les instituteurs, les avocats, les\n  notaires, les médecins, les pharmaciens, les vétéri­\n  naires, les officiers en retraite et les vieux magis­\n  trats qui font des vers ou empaillent des oiseaux,\n  tous les étudiants, les ouvriers qui lisent Karl Marx\n  et veulent réformer la société, sans compter les très\n  nombreux qui ont les loisirs des gens riches et\n  achètent des livres pour ne pas les lire. M. Brune­\n  tière s’est posé la question dans un des derniers\n numéros de la Revue des deux mondes, et il met en\n garde, à bon droit, contre les prétentions de ces\n trop nombreux intellectuels. Un métricien, nous dit\n M. Brunetière, n’est pas forcément un intellectuel,\n et M. Brunetière : a bien raison ; je me permettrai\n seulement d’ajouter qu’un métricien qui ne serait\n qu’un métricien ne serait aussi qu’un petit poète :\n si la recherche de la forme pour la forme suffit à\n faire un artiste, je ne crois pas qu’elle suffise pour\nun grand écrivain ; par contre, il existe des intellec­\ntuels qui ne sont pas des artistes ; Hello m’apparaît\n\n\n\n\n160\n"}, {"page_pdf": 174, "texte": "comme un type de l’intellectuel et Hello n’était pas\nun artiste, comme l’a très bien montré M. Aguettant\ndans une belle étude sur laquelle je reviendrai. Un\nsavant — je parle même d’un savant qui fait des\ndécouvertes ordinaires, découvertes qui n’exigent\nen général qu’un esprit déductif — peut fort bien ne\npas être un intellectuel ; un intellectuel doit posséder\nl’esprit de synthèse et un savant qui possédera cet\nesprit s’élèvera immédiatement de l’observation de\nphénomènes particuliers jusqu’aux grandes lois\ngénérales.\n    Un intellectuel est un homme très intelligent si\nl’on admet que l’intelligence commence avec la\nfaculté de lire les rapports qui relient des phéno­\nmènes en apparence différents ; artiste, il perçoit\nl’idée sous la forme ; savant, il lit la loi générale qui\nse dégage des lois particulières. Un intellectuel voit\nchaque chose en soi, détachée des contingences\nquand il a déterminé ce que ces contingences ont\napporté ; dans l’examen des faits de la vie, il est\n capable de se dérober à l’influence de toute passion,\n de toute préférence sentimentale, d’affirmer un\n principe qu’il reconnaît vrai même si cette affir­\n mation le condamne à ses propres yeux : il méprise\n tout ce qui n’est que préjugés, conventions sociales;\n on peut dire qu’un intellectuel bien que vivant dans\n le présent est déjà un homme de l’avenir ; il voit les\n choses du présent comme les hommes ordinairement\n intelligents voient celles du passé ; il sait mettre\n dans le présent chaque chose à sa place ; il sait\n voir un ensemble ou d’autres ne voient qu’un\n éparpillement ; créateur artistique ou littéraire,\n l’intellectuel s’attache à présenter ses types sous un\n aspect d’éternité ; le caractère dominant de ses\n créations est celui de l’universalité ; sa fièvre est\n  celle de l’unité ; l’intellectuel est l’homme qui voit.\n  Quand il a saisi les objets extérieurs par la per­\n  ception, il ne s’arrête pas à la sensation, car elle\n  n’est qu’un moyen, le moyen de percevoir — et les\n  choses ne l’intéressent que par leurs qualités perma­\n  nentes ; il a soif d’immuable, d’absolu ; dans une\n\n\n\n\n                                                      16 1\n"}, {"page_pdf": 175, "texte": "œuvre d’art, les figures sont le moyen de traduction\nde sa pensée, ce qui ne veut pas dire qu’il méprise\nla forme, il doit au contraire s’il est artiste et s’il\nveut se développer harmonieusement s’efforcer de\npercevoir et de faire percevoir en beauté. Un tel\nhomme pourrait devenir facilement odieux, mais\nchrétien il développera parallèlement les facultés de\nson cœur et il ne trouvera la paix qu’en Dieu qui\nest pour lui l’incompréhensible limite.\n\n                             *\n                            * *\n\n    L ’intellectuel ainsi envisagé, il résulte de l’enquête,\n de « l’Effort», que seulement peu de jeunes hommes\n ont manifesté en cette occasion quelque tendance\n à le devenir ; d’ailleurs à notre âge, tout au plus\npouvons nous commencer de travailler à acquérir\n cette intellectualité qui sera notre jeunesse éternelle ;\n à prétendre la posséder, nous risquerions de ne\n pas agir en conformité avec notre prétention et de\n nous vieillir à la façon de ces petites filles qui ont\nhonte de leur grâce ingénue et désirent paraître\njeunes femmes avant que d’en avoir la beauté. Mais\nce qui est à remarquer, comme je le disais plus haut,\n c’est que les grands problèmes de la vie semblent\npeu préoccuper notre génération, et il faut voir\n dans cette absence de direction et même du désir\nd’en posséder une la cause du vague de la plupart\n des réponses. Aussi deux catégories de déclarations\nont seules été nettes : celles des catholiques et celles\ndes libertaires.\n   Les catholiques ont une notion certaine du monde\nqui leur enseigne comment ils doivent prendre\nconscience d’eux-mêmes devant la vie ; les liber­\ntaires, très simplistes malgré des apparences de\ncomplication songent à un démolissement général\nsans indiquer d’ailleurs quelle notion de parfait leur\nfait juger mauvais le monde actuel.\n   A la vérité, nous portons tous au profond de nous-\nmême le souvenir d’une harmonie première perdue ;\nc’est pourquoi Socrate dit dans le récit de Phédon,\n\n\n\n\n162\n"}, {"page_pdf": 176, "texte": "selon Platon, qu’il pense que son âme a connu une\nvie antérieure plus parfaite où elle a appris les\nnotions de Beauté, de Bonté et telle autre mysté­\nrieuse d’égalité, mais que dans cette vie, ses sens\nobscurcissent son âme. Nous souffrons tous des\nbrisures qu’a subies l’harmonie universelle ; nous\nsouffrons des laideurs qui se dressent à côté des\nbeautés de la vie et les libertaires croient que les\nlaideurs se peuvent raser comme de vieilles mu­\nrailles. Cependant il suffit d’observer pour compren­\ndre que détruire n’est que compromettre davantage\nl’équilibre relatif de notre monde : c ’est précisément\ndans la notion de destruction et dans celle de mort\nqu’apparaît l’infirmité de notre nature. Tout ce qui\nest laid participe en effet plus ou moins de la mort,\ncar tout ce qui est laid appelle l’idée de relation qui\nse brise ; détruire, renverser, n’est donc qu’aug­\nmenter le domaine de la laideur, c ’est accroître\nnotre infirmité, c’est faire du mal à nous-mêmes.\n    «Ah ! marchez droit devant vous, écrit M. de\n Bruijn dans sa belle réponse, troublez donc le\n providentiel équilibre, individualistes, en dépit des\n hommes et de Dieu ; mais l’herbe que vous foulez,\n vous ensanglantera le pied, mais les branches que\n vous écartez vous cingleront la joue. »\n    M. de Bruijn dit encore : « L ’homme qui suit ses\n instincts, qu’est-ce à regarder de près ? de la matière\n qui se désagrège ».\n    L ’homme qui suit son instinct accomplit sur\n soi-même un acte de destruction et il est amené\n bientôt à détruire autour de lui ; c’est ainsi que les\n libertaires sont victimes d’eux-mêmes en croyant\n s’affranchir. Il est certain qu’il y a hostilité entre\n l’instinct de l’homme et la nature ; la meilleure\n preuve est que notre instinct le plus violent est\n celui de la conservation de notre vie physique et\n cependant la mort existe ; l’harmonie entre l’instinct\n de l’homme et la nature a donc été faussée et depuis\n « le divin triangle — Vérité, Bonté, Beauté — a été\n obscurci ».\n    C’est pourquoi M. Kinon écrit dans sa réponse :\n\n\n\n\n                                                     163\n"}, {"page_pdf": 177, "texte": "  « Procurer la gloire de Dieu, c’est ici-bas œuvrer\n au développement du divin triangle — Vérité, Bonté,\n Beauté — obscurci par les fumées du Péché\n  originel ».\n    Que fera donc le chrétien ? loin de détruire ou de\n suivre aveuglement son instinct, comme certains le\n préconisent, il s’efforcera de le diriger, de rétablir\n cette harmonie perdue et en se guidant sur la loi\n révélée, s’efforcera de satisfaire cet autre instinct\n tout intérieur qu’est la conscience.\n    Ne croyez pas cependant qu’il doive s’abîmer\n dans un vide pieux. Loin de mépriser son dévelop­\n pement, il voudra l’assurer aussi complet que pos­\n sible et le développement qui lui est offert est\nindéfini, puisque sa fin est en Dieu : « Soyons com­\nplets et fiers de l’être», écrit M. de Bruijn. Il me\nparait même que c’est un devoir de travailler à le\ndevenir, comme c’est un devoir de rendre la nature\nde plus en plus belle et féconde. L ’homme qui croit\nau Péché originel accomplit ainsi un acte de répara­\ntion envers Dieu. L e poète et l’artiste qui rendent\nsensibles l’inétreignable Beauté accomplissent entre\ntous des actes de réparation ; créer de la Beauté,\nc’est travailler à la gloire divine, c’est sculpter de la\nprière ; c’est s’élever d’une observation vraie de la\nnature imparfaite jusqu’à une conception idéale de\nla Beauté parfaite.\n                              *\n                          *       *\n\n\n   M. Mithouard écrit dans sa réponse : « Mettons\nnos richesses émotives à la disposition de nos idées...\nL ’essentiel me semble présentement d’en arriver à\nsentir ce qu’on éprouve. Il est pour nous d’ordre\nvital de vivre en ordre ».\n   Cette préoccupation de la recherche de l’ordre\nqui est aussi celle de l’unité, nous la retrouvons\ndans le fond de toutes les déclarations catholiques ;\nsans ordre, pas de vie harmonieuse, pas de déve­\nloppement harmonieux : c’est l’amour même de\nl’ordre qui peut nous conduire à lutter contre notre\négoïsme ; car que fait l’égoïsme, si ce n’est fausser\n\n\n\n\n164\n"}, {"page_pdf": 178, "texte": " encore davantage un rapport déjà inharmonieux\n entre deux créatures imparfaites ? L ’égoïsme en\n accordant au fort aux dépens du faible accroît un\n désordre, aussi la charité n’est-elle pas une jouis­\n sance, mais comme le sacrifice une loi du dévelop­\n pement humain.\n    L a charité est une jouissance pour les inconscients,\n une loi pour ceux qui pensent, écrit M. de Bruijn.\n   Tous les réponses chrétiennes se prononcent ainsi\n en faveur d’une action de charité dans le monde, (1)\n   L e devoir est d’agir à l’égard de la société pour\n atteindre à la justice, écrit M. Fierens.\n   Il existe chez l’homme une tendance à la solidarité,\n tendance que souvent on n’avoue pas et qui a pour\n base notre commune destinée, écrit M. Hoorickx.\n    Et M. Kinon déplore la loi économique de la\n division du travail « qui tend à transformer l’homme\n en machine, à substituer l’hypertrophie au déve­\n loppement. »\n    L a division du travail qui cause un désordre en\n substituant l’hypertrophie au développement active\n encore l’égoïsme humain en substituant des efforts\n distincts et individuels à des efforts combinés vers\n une même fin visible.\n   M. Mithouard envisage l’influence de l’écrivain\nsur la société :\n   « Que s’il s’agit de l’individu intellectuel ce devoir\nest d’autant plus impérieux pour lui de ne vouloir\nqu’une pensée aimante et souffrante que sa personne\nrayonne autour de lui, fut-ce à son insu et par la\nforce sourde de l’exemple et à plus forte raison s’il\nparle et s’il écrit, il devient inévitablement le type\nd’un grand nombre d’autres individus qu’il forme à\nson image et qui émanent de lui. »\n   M . Ramaekers voit pour l’intellectuel une mission\nsublime :\n   « Lui seul parle encore à la foule, et c ’est donc\nlui qui doit être l’apôtre, le missionnaire parlant aux\n\n  (1) L a m a u va ise fo i de la re v u e « L e Libre» (P aris, n° d ’A vril)\nqui syn th étise n os rép o n ses : « tout est p our le m ieux dans le\nm eilleur des m on des » n ’a d ’é g a le qu e c e lle de M . R e tté .\n\n\n\n\n11                                                                        1 65\n"}, {"page_pdf": 179, "texte": "hommes du créateur, soit que par la science et\nl’étude sociale, il leur fasse entrevoir la science\néternelle de l’absolue vérité et la justice de Dieu,\nsoit qu’il glorifie par la beauté des oeuvres d’art la\nBeauté infinie. »\n                           *\n                         **\n\n   Si les réponses qui ne sont pas catholiques n’ont\npas cette précision, on y trouve cependant des affir­\nmations de paix, de générosité ; l’une dit : Diderot,\nRousseau, Voltaire, Beaumarchais ont fait une\nrévolution, tâchons d’en rendre une impossible ;\nd’autres, il est vrai, croient encore à l’œuvre des\nécrivains du X V IIIe siècle qui en vérité n’ont rien\némancipé du tout, mais bien plutôt reflété une ten­\ndance générale des esprits et fait dévier un mouve­\nment qui ne demandait qu’à être bon et généreux ;\nil en est même un qui trouverait bon que l’on recom­\nmençât : s’il devient un jour un André Chénier, il y\nrisque sa tête ; ce n’est pas aux vrais écrivains que\nservirent jamais les révolutions ; elles n’ont jamais\nservi qu’à la gloire de quelques médiocres et de\nquelques brutes ; après, s’empresse-t-il d’ailleurs\nd’ajouter, on proclamerait le triomphe de la Vie\nharmonieuse et libre. En dépit d’une grande incohé­\nrence, nous retrouvons toujours ce désir d’un retour\nà une vie harmonieuse et libre ; la tyrannie de notre\nmonde en habit noir, de tout ce qui n’est que pré­\njugés, conventions, ne satisfait aucun de nous ; nous\navons tous un désir immense de vie belle et entière.\n   Ce désir est si impérieux qu’il cause quelquefois\nles plus curieuses déclarations. M. Lebey nous dit\npar exemple : « Il y a un devoir qui prime tous les\nautres, c’est de se réaliser soi-même pleinement avec\ntous ses vices et ses qualités » et plus loin : « un\nartiste n’apparaît un monstre à la société que parce\nqu’il répudie les fausses lois pour accepter les seules\nvalables, celles de sa conscience » ; auquel cas,\ncomment se pourra-t-il se réaliser avec ses vices ?\ncar j ’estime que sa conscience définit ses vices.\n   Avec M. Leblond nous entendons la marche\n\n\n\n\n166\n"}, {"page_pdf": 180, "texte": " héroïque chère aux naturistes : « L ’heure est grave,\n nous dit-il. Il s’agit de relever l’homme qui a perdu\n la conscience de sa dignité ; il s’agit d’édicter des lois\n morales qui puissent correspondre au sentiment\n actuel des races ; il s’agit pour tout dire d’imposer\n aux destinées des trajectoires harmonieuses » et\nplus loin : « Tentons une action morale ». Laquelle?\n Celle de M. St Georges de Bouhélier, sans doute ;\nmais M. S t Georges de Bouhélier attend ; il attend\n « un bouleversement national qui nous autorise à\nprendre un emploi plus important, qui mette davan­\ntage en valeur notre énergie et notre esprit ». Les\nlongues périodes héroïques de M. St Georges de\nBouhélier toucheront-elles les maîtres éphémères\ndes prochaines ruines ?\n    M. Leblond a raison : « L ’heure est grave ». Elle\nl’est surtout pour ceux qui veulent donner au monde\ndes chants nouveaux ; le prochain siècle sera beau­\ncoup ce que nous le ferons ; en ouvrant les yeux à\nl’âge où l’on commence à voir, nous avons pris\nconscience d’une tâche à laquelle on ne nous avait\npas préparé ; c’est de nous qu’est attendu le cri qui\néveillera ceux qui vivent dans la mort ; nous savons\ndéjà tous, et c’est beaucoup, que dans la vie il y a\nautre chose à faire, qu’une petite gloire à récolter,\nque des préjugés à respecter, que de l’argent à\ngagner ; nous savons que des paroles de vie man­\nquent au monde.\n   J’ai désiré indiquer ici plus particulièrement com­\nment la foi catholique précise le devoir d’action\nmorale qu’on entrevoit vaguement esquissé dans les\nautres réponses, et comment cette action morale-\nest liée étroitement à la conception chrétienne de la\nvie et du monde.\n                         G eorges L e Card on n el.\n\n\n\n\n                                                       16 7\n"}, {"page_pdf": 181, "texte": "  Le Crim inel dans l’art et la\n   responsabilité de l’artiste.\n      Les thèses établies dans le dernier « Spectateur » par M. Maus pour et contre\nl’opinion de M. Enrico F erri au sujet des « Criminels dans l’art et la littérature » ont\navantageusement subi l’épreuve de la presse. (Voir surtout : X X e Siècle, suppl.,\nBruxelles, 27 F évrier ; L e N ational, Bruxelles, 7 Mars ; L e Patriote, Bruxelles, 8\nM ars; L e B ie n P u b lic, Gand, 10 Mars, reprod. dans L a Métropole, éd. du soir,\nAnvers, 10 Mars ; L e J o u rn a l de B r u x e lle s, Bruxelles, 2 M ai ; L a Ju stice Sociale,\nBruxelles, 20 M ai ; L e J o u rn a l des T rib u n a u x, N ° 1391 ; D u ren d a l ; L a Revue\nP én itentiaire ; L a P a s ic ris ie Belge).\n    Aussi bien M . Maus, ch ef du bureau de Législation pénale au Ministère de la\nJustice de Belgique, retire de la fréquentation journalière des affaires criminelles\ndes ressources expérimentales et de l’aisance en ce genre d’études. M . Enrico F erri a\nd’ailleurs tenu à reconnaître l’honnêteté de cette réfutation.\n    A cette récente étude, M . Maus veut adjoindre par la présente notice une\nconclusion particulière et additionnelle.\n\n\n   L ’étude du criminel dans l’art suggère une autre\nréflexion : celle de l’influence morale exercée par les\nartistes et de la responsabilité qui en découle.\n   M. Ferri s’élève avec vivacité contre la thèse\nsoutenue par M. Bourget dans Le Disciple et défendue\nen ces termes par M. Brunetière : « Il est temps\nque l’indifférence cesse, les savants sont responsables\nde ce qu’ils écrivent. Certaines limites ne doivent\npas être franchies, et il est nécessaire de leur mon­\ntrer à tous qu’un penseur commet une mauvaise\naction quand il néglige les conséquences qu’on pourra\ntirer de ses écrits ».\n   Comment ? répond M. Richet cité par Ferri,\n« du moment qu’on ne laisse pas la science errer,\net, s’il le faut, divaguer en pleine liberté, c ’en est\nfait du progrès ». D ’ailleurs, « est-ce que jamais\nune théorie abstraite a pu conduire à un mouvement\nde la passion?... Les hommes sont menés par des\npassions, non par des idées abstraites ».\n   On est vraiment surpris de rencontrer une telle\nerreur psychologique sous la plume d’hommes comme\n Richet et Ferri. Sans aller jusqu’à admettre la\nthéorie des idées-forces de M. Fouillée, il est certain\nque si les passions ont une puissance communicative\nplus prompte et plus violente, les idées ont égale­\nment une influence considérable. Celle-ci est plus\nlente et moins visible, mais plus profonde et plus\n\n\n\n\n 168\n"}, {"page_pdf": 182, "texte": "durable. E t cela est plus vrai encore des idées\nabstraites, parce que, étant dégagées des contin­\ngences de temps, de lieu, de personnes..., elles\nsurvivent aux circonstances qui les ont fait naître.\n   Ainsi, les idées philosophiques qui régnaient en\nFrance au dix-huitième siècle dans les sphères intel­\nlectuelles, à cinquante ans de distance ont amené la\nrévolution française et constitué le régime juridique,\néconomique et social qui nous étreint encore. Comme\nTaine l’a démontré, la révolution française est l’abou­\ntissement d’une conception abstraite et utopique de\nl’humanité.\n   La réaction contre ce régime funeste suit, sous\nnos yeux, une marche analogue ; elle s’accomplit\npeu à peu dans les idées avant de passer dans les\nfaits.\n   De même, l’idée de l’Unité allemande a donné\naux peuples germains une jeunesse et une vigueur\nnouvelles ; elle a provoqué un mouvement intellectuel,\npolitique et social des plus remarquables ; elle a\npréparé et rendu possible la transformation politique\n de l’Allemagne.\n    Mais ce n’est pas sous la forme d’une idée abstraite\n que le crime se présente à nous dans les arts, ni\nsous une forme impersonnelle comme dans les livres\n de science. Dans un roman, dans un drame, c’est\nune personnalité vivante, une âme humaine, qui sent,\n agit et souffre devant nous, dans sa réalité de chair\n et de sang. C ’est même presque toujours, comme le\n remarque M. Ferri, un criminel par passion, dont\n trop souvent des pinceaux de maîtres ont dépeint\n les faiblesses sous des couleurs admirables.\n    Ainsi humanisé, le crime exerce sur nous une\n impression troublante. L a sympathie et la commu­\n nication d’âme s’établissent naturellement entre le\n lecteur et le héros du drame. Nous partageons ses\n craintes, ses angoisses, ses désirs, ses voluptés ; nous\n nous sentons, avec lui, criminels pour un instant.\n Et cette abdication théorique de nous-mêmes porte\n certainement atteinte à la vigueur de notre moralité ;\n elle prépare la voie à des abdications pratiques.\n\n\n\n\n                                                      169\n"}, {"page_pdf": 183, "texte": "   De même, au degré infime de l’échelle littéraire,\nles récits détaillés et surtout illustrés de faits crimi­\nnels exercent sur les masses une influence désas­\ntreuse. Ils déposent dans l’esprit des faibles, des\nalcooliques, des enfants surtout et des malheureux\ntourmentés par la tentation du mal, des impressions\nqui s’accumulent pour se réveiller un jour terrible­\nment fortes. Ils provoquent de véritables épidémies\nd’attentats criminels, se reproduisant avec une telle\nressemblance que l’influence de l'imitation apparaît\névidente. Elle a été scientifiquement démontrée par\nM. Tarde et par le D r Aubry dans son livre célèbre\nLa Contagion du Meurtre.\n  Ce côté de la question du crime dans l’art, le plus\nimportant peut-être au point de vue social, semble\navoir échappé à M. Ferri.\n                                                       I s id o r e M a u s .\n\n\n\n   É t u d e s d e s c i e n c e s o c i a l e , p a r Jules Brouez. (B ru xelles :\nV e M onnom ).\n   E c la ire r le p ro blèm e s o cia l et a va n t to u t le p o se r a v e c n et­\nteté, v o ilà la ca ra ctéristiq u e de ce liv re et la v ie entière de\nson auteur.\n   Indépen dam m en t de la v a le u r in trin sèque de son œ uvre,\nM . B ro u e z m ériterait d é jà le tribut d ’in d u lge n ce et d ’adm ira­\ntion que l ’on doit au bon v o u lo ir e t au co u rag e de tous ceu x\nqu e p assionn e la re ch e rch e de solutions lib éra trices d ans une\nqu estio n aussi co m p lex e        et aussi red o u table.       La    lo y au té,\nl ’hon nêteté et la sain e lo giq u e qu e l ’on tro u v e en cette étude,\nla cla rté a v e c la q u e lle l’a u teu r v a au b u t sans n im ber jam ais\nsa p en sée d’aucun e p h ra séo lo g ie im portune, lu i donnent droit\nà b e au co u p d’estim e.\n   L a p la ie so ciale , d’ap rès M . B ro u e z, c ’est l ’ig n o ra n ce où se\ntro u v e la so ciété re lativ em e n t à l’in co n testab ilité d ’un e san c­\ntion so cia le extra-terrestre.\n   P ren a n t pour p oint de d ép art cette solution , il s’efforce de\nm on trer que d e cette ign o ran ce seu le vie n t tout le m al.\n   D ro it divin et droit p o p u laire, th é o cra tie et d ém o cratie, vo ilà\nju s q u ’ic i tout le c y c le des so u verain etés. N i l ’une ni l ’autre\nn ’a eu de stabilité p a rce q u e, si la p rem ière a eu l ’a va n ta ge\nde s’a p p u y e r sur l ’id ée re lig ie u se, e lle était im p uissan te à\nl ’im p o ser de fa ço n in d iscu tab le à l ’esp rit hu m ain , et le jo u r\noù, sous la poussée irrésistib le des d é co u ve rte s, la scien ce a\np u attaq u er cette cro y a n c e en l ’au-delà, la th éo cra tie avait\nv é cu .\n\n\n\n\n170\n"}, {"page_pdf": 184, "texte": "   L a d ém ocratie au jo u rd ’hui se m eurt de son m atérialism e.\n   A v e c sa form ule « p o st m ortem n ih il » e lle a u rait dû p o u vo ir\n assurer ici-bas le b o n h eu r et e lle ne le peut.\n   Il a m anqué au droit divin du m o yen -âge l ’in d iscu tab ilité de\nson affirm ation ; le droit p o p u la ire a le v ic e ra d ica l de n ’être\nqu’une n égatio n .\n   A rriv e r don c à ren d re in co n testa b le l ’e xisten ce d ’u n e san c­\ntion so ciale extra-terrestre, ce q u ’au cu n e religio n o u é co le\np hilosophique       n ’est   en co re   p a rv e n u e à fa ire,      c ’est    pour\nM. B ro u ez toute la question.\n   O n p eu t lu i re p ro ch e r de traiter trop abstraitem en t u n p ro­\nblèm e p ourtant essen tiellem en t co n cre t et p ratiqu e. E n théorie\npure la solution p arfaite est là o ù i l le dit, m ais pourrait-on\nl ’atteindre ja m a is.\n   P o u r nous aussi, la so ciété a b eso in d’une san ction plus\nh aute, n ou s cro y o n s m êm e être plus a v a n cé s que M . B ro u ez\npuisque nous con sidéron s l ’e xisten ce de cette san ctio n com m e\np rouvée de fa ço n p arfaite p ar la p h ilo so p h ie ca th o liqu e.\n   M ais, la issa n t de cô té cette p re u v e e x ce llen te p o u r nous,\nsupposons q u ’on en tro u v e u n e            autre in co n testa b le p our\ntoutes les in te llige n ce s. L a qu estio n so cia le serait-elle réso lu e\ncomme le p en se l ’auteur ?\n   N on , ca r ce qui est in co n testa b le p our un esp rit lib re ne\nl’est évidem m en t p a s p o u r ce lu i co n tre le q u e l s’in su rge la\nm atière non satisfaite dans ses a pp étits légitim es.\n   E t en d ern ière a n a ly se , p o u r réso u d re le p ro blèm e dans le\nsens indiqué p a r M . B ro u e z, il fau d rait a va n t to u t a rriv e r à\nsatisfaire ici-bas le s app étits m atériels dans ce q u ’ils ont de\ntout à fait légitim es.\n   E t notons que n ou s n e ten ons p as com p te des asp irations\nm auvaises de la m atière, q u i m a lgré tout a m èn eraien t en core\ncertains esprits à co n te ste r ce tte san ctio n extra-terrestre que\nnous supposons abso lu m en t in co n testa b le p our l ’esp rit seul.\n   L a solution de M . B ro u e z serait p arfaite p o u r de purs\nesprits, elle est bon n e m ais n on p a s ra d ica le p our des êtres\nhumains.\n   C h erch er à rép an d re l ’id é e re lig ie u se dans le s m a sses, ce n e\nserait pas g u é rir la p la ie so cia le m ais ce sera it au m oins la\ncautériser.\n  Je ne v e u x p a s v o ir le s d iv erg en ce s q u ’il y a entre n ous au\npoint de v u e d e l ’id é e re ligie u se à p ro p a g e r ; j e m e b o rn erai à\nféliciter M . B ro u e z d ’a v o ir lo y a le m en t ch e rch é la v é rité et\nj ’enregistre a v e c bo n h eu r et fierté l ’a vis, ém is p a r u n hom m e\ncomme lui, en fa v e u r de l ’in flu en ce re lig ie u se au p oin t de v u e\nsocial.                                                G aston      H o o r ic k x .\n\n\n  Les F ra n ça is d’a u jo u rd ’hui (les ty p e s so ciau x du M idi\net du Centre), p a r Edmond Demolins : (P a ris : D idot).\n  On n ’a p as o u b lié le su ccè s du liv re p ré céd e n t de M . D em o-\n\n\n\n\n                                                                                  171\n"}, {"page_pdf": 185, "texte": " lin s : A   quoi tient la supériorité des Anglo-saxons. C e n ou veau\n v o lu m e b én é ficie ra sans doute de l ’im p ulsion don née, et ce\n se ra ju s tic e , ca r pas de liv re s furen t p lu s su ggestifs, plus\n ré vu lsifs et en som m e p lu s bien faisan ts que ce t hym n e au\n trident de N e p tu n e. J’eus l ’o cca sio n d’en p a rler alo rs, et après\n a v o ir lo u é véh ém en tem en t M . D em o lin s d ’a vo ir p o sé le pro­\n b lèm e et esqu issé la solution , je lu i rep ro ch a i d e n e p as avoir\n p o u ssé à bout cette solution. C a r, dire qu e la sup ériorité des\n A n g lo-saxo n s tien t à la p rédom in an ce de le u r én ergie vo lo n ­\n taire sur le u r acu ité in te llectu e lle n ’est p as tout ; il fau t encore\n sa v o ir si cette vig u e u r d e s q u alités m o ra les tien t, com m e sem ­\n b lera it p arfois le cro ire M . D em o lin s, à la proportion des\n g lo b u le s germ an iq u es dans le san g a n g lais, ce qui rendrait\n b ien superflu tout effort de la p art des L a tin s d’a cq u érir des\n q u a lités dont la raiso n d ’être est si profondém ent héréditaire,\n o u si e lle tien t à un en sem ble d e conditions so cio lo g iq u es et\n p a r co n séq u en t p sych o lo g iq u es, telle s qu e con stitution m orale\n d e l ’in dividu et du gro u p e, éd u catio n , religio n , d évelop p em en t\n h istorique etc. le sq u e lle s sont plus co n ta gieu ses et p lu s com ­\n m u n icab les. Je crois pour m a p art que cette dern ière exp lica ­\ntion est plus e xa cte et qu e l ’én e rgie a n g laise est le fru it à la\nfois des circon stan ces réce n te s et des p rédisposition s ancien­\nn es, celles-ci étan t étroitem en t liée s à la form e religieu se,\nchristian ism e m é d iév a l ou puritanism e p ostérieur. A y a n t traité\nd é jà dans le Spectateur cette qu estio n de la co m p araiso n sociale\ndu protestan tism e et du cath o licism e, j e m ’abstiens d’y reven ir.\n    L e n o u ve a u liv re de M . D em o lin s m e sem b le un b o n exem ­\np le du d a n g er q u ’il y a à exp liq u er le s p eu p le s n on p a r leur\np sy c h o lo g ie m ais p a r leu r p h y sio lo g ie ou le u r socio-géogra­\np h ie, n on qu e sol, clim at, alim en tation, n ature du tra va il, etc.,\nsoien t sans im p o rtan ce sur ce tte p sy ch o lo g ie , m ais ils ne la\ndéterm in ent p a s tout entière. N o tam m en t, exp liq u er le m anque\nd 'é n erg ie et d ’in itia tive des F ra n ç a is p a r le u r cu ltu re de la\nv ig n e , du ch â taig n e r ou des p rairies est in satisfaisan t ; les\nA n g la is p ratiqu en t le p â tu ra g e et l'é le v a g e sans p erdre leurs\nq u a lités, et la cu ltu re d e la v ig n e n ’a p as em p êch é le s p eup les\nm éd iterran éen s d e faire q u elq u e figu re dans le m on de ; o n peut\nm êm e a jo u te r qu ’a u jo u rd ’h u i le v iticu lte u r est ten u d ’être un\nsa v a n t et n on un sim p le tâch ero n com m e autrefois. L e progrès\nso cia l est co n cilia b le a v e c l ’a rt p asto ra l com m e a v e c l ’art\nv itic o le , com m e a v e c n ’im p orte q u e l tra v a il ; il con siste en\nq u alités m o ra les, qui ne sont p as liée s à te lle ré co lte, m ais à\nla san té du cœ u r et de l ’âm e, à la re ligio n notam m ent. A y e z\nde bo n s ch rétien s et d e b ons cito y en s, des Christian gentlemen,\ncom m e disen t le s A n g la is , et v o u s p o u rrez le u r perm ettre\ntoutes les cu ltu res q u ’ils vo u d ro n t, m êm e l’art p asto ra l, m êm e\nla v ig n e , d ’autan t que j e n e v o is p as b ien ce qu ’on ferait sur\nle s hau ts p latea u x , si on n e faisa it p as de l ’a rt p asto ra l, ou\ndans les ca illo u x de L a n g u e d o c , si on ne faisa it p as de la\nv ig n e .                                                 H en ri   M a z e l.\n\n\n\n\n172\n"}, {"page_pdf": 186, "texte": "                      OPINIONS: (suite)\n     La Liberté (Fribourg, 1 5 Avril 1898) :\n\nJe vo u d ra is reco m m an d er a u x lecteu rs de la Liberté, a v e c to u te l ’autorité\n: j e suis d é p o u rvu et q u e, p o u r la circo n stan ce , j ’aim erais a v o ir, deu x\nve lle s re v u e s ca th o liqu es trè s im p ortan tes, très b e lle s et très bon m a rch é,\ncune d ’un ca ra ctè re très différent et qui ch a cu n e , p a r co n séqu en t, a droit\n   autre p ublic.\nL e Spectateur Catholique, fondé et dirigé à A n v e r s p a r M . E d m o n d de B ru ijn ,\nde ten d a n ce th éolo g iq u e (plus sp écialem en t a po lo gétiqu e), p hilosop hiqu e,\nntifiqu e m êm e ; la littérature et l ’art n ’y sont adm is qu e dans leu rs rap p o rts\n: le cath o licism e. T o u t c e la traité p arfois de m ain de m aître y est d’un évid en t\nê t. T o u tefo is, p our b ien p ro u v er que j e n e fais p as de la ré cla m e à tort et\nivers, il y a une ré se rv e p o ssib le à in diquer, ré s e r v e qui, p our-beau coup ,\n-, j e le sais, au co n traire un e a ttractio n : il y p erce, parfois, u n e n u an ce\n  stocratie, u n e p réten tion aux très gran d es m anières, une re ch e rch e d e l'ex-\n  e é lé g a n c e et du b o n to n , qui v a — : un exe m p le — ju s q u ’à s’interdire d’y\n  p arler des action s des hom m es, quan d il s’agit d ’un em pereur o u d'un roi.\n D e très hauts dign itaires e cclésia stiq u e s p ro tèg en t ce h au tain et m agnifique\n ’atevr. L a réd a ctio n y est très h o m o gèn e : on y affection n e le s atta ch és\n  b a ssa d e et le s b e a u x nom s ; on n ’y to lère p as san s m a laise le s a llu re s à la\n ire v illy o u à la V e u illo t; un gran d sérieu x, c e qui est trè s lo u a b le, m ais\n     un p eu de solen n ité y p résid en t au x débats. B e rry e r, M on talem b ert,\n    D u p a n lo u p , y tro u veraien t peut-être une p etite é co le au x efforts d e la q u e lle\n pplaudiraient. L e com te de M un y est l'u n des ch efs d e file les plus adm irés;\n    j ’a i lieu d e cro ire qu ’un L a c o rd a ire , p ar e xem p le, se p lairait m ieux à\n vidal. T o u t c e c i sans l ’o m bre de ra illerie à l’a d resse du Spectateur, au q u e l je\n  très atta ch é et où j ’ai de v é rita b les am itiés : M . H e n ri M a zel, vraim en t trop\n  con nu du p u b lic ca th o liqu e de S u is s e ; M . M ariu s A n d r é , un sp écia liste de\ntoire des m ystiqu es esp a gn o ls et de la p o ésie p ro ve n ça le ; M . R a fa ë l\nana, u n p assionn é de la m usique des v ie u x m aîtres cath o liqu es.\n Q u an t à Durendal, c ’est une v a illa n te re v u e d ’a va n t g a rd e, b ien que p o pu ­\n  ... P o u r m ieux faire com p rend re la différence et l ’in térêt s p é c ia l d e ce s d eu x\n  es q u i se co m p lèten t l ’une l ’autre adm irablem en t, e t qu e tous le s ca th o li­\n     lettrés ou qui ve u le n t le devenir, se d o iven t de soutenir, v o ic i un re le v é\n  su ccin ct de q u elq u es a rticles recom m an d és, p aru s dans le s d o u ze num éros\n  éden ts de l’une et l ’autre.\n D a n s le Spectateur Catholique, j e n ote : la p rem ière traduction fra n çaise p ar\nM arius A n d ré du Livre de l’A m i et de l’Aimé, extraord in aire chef-d’œ u vre de\n;ie m ystiqu e du B ie n h e u reu x R a y m o n d L u lle , une rép o n se de M gr. C . de\nlez à M . C h arb o n n el, u n e saisissan te étude de M . A lp h o n se G erm ain , un\nque d ’art hors lig n e, sur l ’H om m e et l ’in v is ib le , un num éro en tier co n sa cré\n   va in es discussio n s sur le s m a ssa cres d ’A rm é n ie m ais où la qu estio n a été\n o ign ée à côté p ar trop de p rud en ce et de d éféren ce h ié ra rch iq u es, le s étu des\nraires d e M . A d rie n M ith o uard sur H e llo , V e r la in e , etc. ; de n om breuses\nes in édites de S a in ts, de b ien h eu reu x et d e gran d s écriv ain s cath o liqu es,\n    u n fid èle m iroir, com m e l’im plique le titre, de toutes le s question s d’actu alité\nont passionn é l ’opinion p u b liq u e durant l ’ann ée.\n L a ferm e e t sa v a n te direction de M . E d m o n d de B r u ijn p erce p a r t o u t:\n S , n otu les et lo n g s a rticles, ce je u n e é criv a in est co n tin u ellem en t su r la\n h e ; ses co llab o rate u rs sont p eu t être un p eu tenus de v o ir p a r ses y e u x et\na son cœ u r ; m ais la re v u e y g a g n e en unité san s y rie n p erd re en intérêt,\n  illustration s, gén éralem en t, arch aïsen t.\nT o u t autre est Durendal : l ’illustration en est m odern e, l ’écritu re l ’est par-\nm oins, p arfois plus q u 'au Spectateur, c a r ici to u te lib erté rè g n e ... B re f, le\nl'eau Durendal est aussi a ctu el m ais infinim ent m oins au stère qu e le Spectateur.\nH a u t c le rg é , p rofesseu rs et m agistrats, j e vo u s so llicite resp ectu eu sem en t\nh é re r à ce dern ier et à v o u s a utres, m es frères du gran d p u b lic, j e vo u s\n  OSe Durendal.\n                                                                       W   il l ia m   R it t e r .\n\n\n                                            (D’autres opinions suivront).\n"}, {"page_pdf": 187, "texte": "                       J.-K . H U Y S M A N S\n\n\n\n\n    La Cathédrale\n                                               Domine, dilexi decorem domus tuæ\n                                                  et locum habitationis gloriæ tuæ.\n                                               N e perdas cum impiis, Deus, ani ­\n                                                 mam meam...\n                                                             {Psaume X X V ).\n\n\n\n\n                                  P A R IS\n                   P .-V . STOCK, É D IT E U R\n              8, 9, 1o, 1 1 , G a le rie du T h é â tre -F ra n ç a is\n\n\n                                      1898\n\n\n\n\n    Du même auteur chez le même éditeur :\nE N R O U T E , roman. Un vol. in-18. 20e édition. . . .                          3 fr. 5<\nL A -B A S, roman. Un vol. in-18. 17e édition.                                    3 fr. 5<\n"}], "calendrier": {"precision": "mois", "ordre_dans_volume": 2, "mois_verifie": true, "numero_verifie": true, "mois_reconstitue": false, "numero_reconstitue": false, "date_tri": "1898-02", "signet_source": "Tome III - N°14-16 - Février-Avril 1898", "preuve": "Date et numéro lus sur la couverture, PDF 64", "methode_reconstitution": "Date et numéro du signet de l’ULB, contrôlés sur la couverture de la livraison quand elle est conservée."}}