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C o yssard , d e l a Com­\n       pagnie de Jésu s :D     .\n                               ctrem\n                                   in\n                                    a\n                                    S\n                                    u\n   Jean d’A lb in de V alze rg , S o n et du S a in t S a cre m e n t.\n       dit de Seres :\n   (C harles de Claveson) : O ra iso n p o u r dire à l’E lé v a tio n .\n   (F . Z. D. V. R.) :                S o n n e ts e u ch a ristiq u es.\nScience religieuse :\n   M . F . N o n n ig er :          M ém orial.\nArt religieux :\n   M . J. S w isse r :          L e C h rist est v e n u d ans so n o rd re\n                                    de gran deur.\n   M . M ich el B o d e u x :  A l’a u tel.\n   M . E m ile B ern ard :     T rip ty q u e .\n   M . G eo rges L e Cardonnel: E rn e st H e llo .\n   M e. R a ch ild e : ,       E n m ém oire de P a u l V e r la in e\n   M . E m . H aëe :           L e M en dian t In grat.\n   M . V icto r K in on :       M a x E ls k a m p et la P o é s ie d e\n                                    F la n d re.\n   M . W illia m R itter :      V e la z q u e z p ein tre re lig ie u x .\n   M . E rn st D eltenre ;\n     M . V . K in on ; M . F . M ém o ria l.\n     N o n n ig e r :\nJugement religieux :\n   M . F ra n cis Jam m es :         I D e la ch a rité p o étiq u e en v ers\n                                        le s p a u vre s.\n                                     I I D e la ch arité e n v ers le s b êtes.\n\n                             — ESTAM PE —\n\n   V elasquez- :                       L e C h rist en cro ix (M u sée du P r a d o\n                                            (photogr.)\n                                      (U n tira g e d ’h é lio g ra v u re e n taille -\n                                      d o u ce se v e rr a d ans le s e x . d e\n                                      l ’éditio n de luxe)\n\n\n               B ureaux      du   S p e c t a t e u r C a t h o l iq u e\n\n      BRUXELLES                                           PARIS\n 92, rue du Prince Royal.                 |         44, avenue du Maine.\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-003", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": null, "page_fin": null, "titre_corps": "Comité de direction", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "S p e c t a t e u r C a t h o l i q u e M ensuel de Science", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 253, "page_imprimee": null, "debut_caractere": 51, "fin_caractere_exclue": 3094, "texte": "S p e c t a t e u r                     C a t h o l i q u e\n\n                                      M ensuel\n     de Science, d’A r t e t de J u g e m e n t religieux\n\n\n                                    D IR E C T E U R\n                     M.     EDMOND             DE      BRUIJN\n\n\n                      S E C R E T A IR E S D E R E D A C T IO N\n M. R AO UL NARSY             M. TH OM AS B RAU N            M . W IL L IA M R ITTE R\nJe Vendredi de 5 d 6 hres] au S ièg e de la R ev u e             (pays germaniques,\n                                                               balkaniques et Suisse)\n 44, avenue du Maine         92, nie du Prince Royal          D ü rn ste in a/d D o n a u\n        P A R IS                  BRU XELLES                              (A u t r ic h e )\n\n\n               M . M ARIU S A N D R É          M . RA FA Ë L M ITJAN A\n\n                   11, rue Olozaga                     4, via Gaeta\n                       M A D R ID                          RO M E\n\n\n                   S E C R E T A IR E D A D M IN IS T R A T IO N\n                      M. JOSEPH van L ID T H de JEU D E\n\n\n                            C O M IT E P R O T E C T E U R\n\n M. M a r i u s A n d r é , à M a d r i d ,     A b b é P . H a l f l a n t s , à L o u v a in .\n M. E m i l e B e r n a r d , au Caire.         M . G a s t . H o o r ic k x , à B ru x e lle s .\n M. T h o m a s B r a u n , à Bruxelles.        M . V ic t o r K in o n , à T irle m o n t.\n M. L . C o e n e n , à Weerde-Malines.          M . I s id o r e M a u s , à B ru x e lle r.\n M. E d m . D e B r u i j n , à Anvers.          D r F o r t u n é M a z e l , à N im e s.\n Mgr C . d e H a r l e z , à Louvain.            M . H e n r i M a z e l , à P a r is .\n M. E r n s t D e l ï e n r e , à Malines.       M . A d r . M it h o u a r d , à P a r is .\n M. Louis D e n i s e , à Paris.                 M . R a o u l N a r s y , à P a ris .\n M. V i c t o r D e n i j n , à Anvers.          M . A d h .S c h e ij s , à Vertrijck-Louvain.\n M. A r i s t . D u p o n t , à Bruxelles.       A b b é A r m . T h i é r y , à L o u v a in .\n M. L a u r . F i e r e n s , à Anvers.          M . F ir m . V a n d e n B o s c h , à Courtrai.\n M. A l p h . G e r m a i n , à Paris.           M . J . v a n L id t ii d e J e u d e , à Anvers.\n M. A r n . G o f f i n , à Bruxelles.           A b b é C l a u d io V o l io , à P a ris .\n Abbé L . H a l f l a n t s , à Tirlemont\n\n\n   L e S p e c ta te u r C a th o liq u e laisse à ses rédacteurs liberté de tout\n       style, et, avec l’honneur de leur responsabilité, liberté de toute\n       pensée, en les limites de l’orthodoxie définie ou traditionnelle.\n               — L e s m a n u s c r its n e s o n t p a s r e n d u s . -\n\n\n\n\n                (Édition de luxe sur papier de hollande Van Gelder : 20 frs.)\n                          T o m es I et I I : 5 frs. le tom e.\n\n\nL e S p e c t a t e u r C a th o liq u e parait ,en fascicules illustrés mensuels et\n                     formera II Tom es de 30 0 pages par an.\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-004", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 231, "page_fin": 231, "titre_corps": "Oratio ante communionem / ex missa S. 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I a c o b i I u st i A p o s t o l i.\n             o m in e     D eus        n o s t e r / p a n is c a e l e s t is / v i t a       v n iu e r s i/ p e c -\n\n\n\n D\nD eus/\n               CAUI IN CAELUM E T CORAM TE/ E T NON SUM DIGNUS PARTICEPS\n               FIERI IMMACULATORUM MYSTERIORUM ; SED/ V T MISERICORS\n             d ig n u m     me    fac        g r a t ia    tua/      vt    c it r a        c o n d e m n a t io n e m\n\nPARTICEPS FIAM SANCTI CORPORIS/ E T PRETIOSI S A N G U IN IS T U l/ IN\nr e m is s io n e m p e c c a to r u m / e t v i t a m a e t e r n a m . A m e n .                   B\n\n\nA l i a v a l d e in s ig n is l a u s e t g r a t ia r u m a c t i o p o s t C o m m u n io n e m .\n\n               ANIM AE M EAE HOSPES DULCISSIME/ I e S U MI PRAECORDIALIS-\n\n\n\n\nO          ET\n               SIME/ TU A SU AUIS INCORPORATIO SIT MIHI HODIE OMNIUM\n               PECCATORUM MEORUM REMISSIO/ N EGLIGENTIARU M SUPPLETIO/\n\n\nSALU ATIO/ ANIM E\n                    TOTIUS       D EPERD ITAE\n                                 ET\n                                                          V IT A E\n                                          CORPORIS SA N ITAS\nINFLAMMATIO/ VIRTU TIS INSTAURATIO/ E T V IT A E M EAE IN T E SEMPI­\n                                                                       RECUPERATIO.\n                                                                               ET\n                                                                                                  S lT MIHI AETE RN A\n                                                                                     R E PAR ATIO/ AMORIS\n\n\nTE R N A CONCLUSIO/ QUOA DUSQUE EXUTUS HUIUS V IT A E MOLESTIJS/ IN\nAETERNUM LAETABUND U S EPU LER / E T EX U LTEM IN T U E CH ARITATIS\nDELICIJS/ SICUT SPONSA GAUD ET SU I R E G IS IN DELICIJS. BE N E D IC A N T\nTE/ Ô D E U S SA LU TIS MEE/ OMNIA INTERIORA MEA/ E T TO TA SUBSTAN­\nT IA /    ET    VIR TU S       M EA ; IU BILE N T              TIBI       DESIDERIA            PRECORDIORUM\nMEORUM E T V O T A : QUIA TU ES D E U S MEUS/ QUI FECISTI MECUM\nMISERICORDIAM/ E T                 ES       SOLUS       BENEDICTUS              IN SA E C U LA . V E R E           SI\nHABEREM OMNES A N G ELO R U M E T HOMINUM VIRES/ H AS IN TU A LA U D E\nLIBENTISSIM E EXPENDEREM . N U N C OMNE QUOD SUM E T POSSUM/ EGO\nPU LU IS E T CINIS/ PECCATOR E T HOMUNCIO/ ID AD LAUDEM E T GLORIAM\ntuam /      ô D eus         v it a e     m ee/ refundo/ e t               in    te       c o n s u m i d e sid e r o /\n\nM EDULLAMQUE VIRIUM / E T SENSUUM MEORUM TIBI O FFER O ,IN NOUAE\nLAUDATIONIS HOLOCAUSTUM/ QUIA TU ES CHARISSIMUM CHARUM MEUM/\nTOTUM          VERUM         E T SECURUM GAUDIUM MEUM/ OPTIMA PARS MEA/\nELECTU S MEUS E X MILLIBUS/ QUEM SOLUM AM AT/ E T D ILIG IT AN IM A\nMEA.\n     B e n e d ic o /   e t g r a t ia s a g o         o m n ip o t e n t i/        et    s a p ie n t i b e n ig n i­\n\nt a t i t u e / d u l c iss im e        D e u s / f id e l is s im e a m a t o r h u m a n e s a l u t is /\nPRO DIGNANTISSIMA I L L A MISERICORDIA/ QUA PL ACU IT SU PE REFFLU ­\nENTI PIET ATI TU E ITERUM SE SUAUISSIMA DECLINATIONE DEMITTERE\nE T INCLIN ARE AD ME PECCATOREM/ OMNIUM PERIPSEM A/ MEQUE VITA/\nE T MORIBUS DESPICABILEM/ A FINIBUS EXTREM AE V IL IT A T IS AD ASSO-\nCIATIONEM REGIAE E T DIUINAE MENSAE/ DIGNITATISQUE TU E PARTICI­\nPATIONEM EUOCARE NON ES DEDIGNATUS. V E R È AMOR COËGIT TE / ET\nN A TU R ALIS TU A BONITAS IN FLE X IT                          TE/ V T         HODIE          PLACA TU S/ E T\nM ELLIFLUU S TOTUS/ AD ME DESCENDERES ; E T E X HOC V E R È COGNOS­\nCO/ QUIA MISERATIONES TU E SUNT SUPER OMNIA OPERA TU A/ E T QUOD\nNON SIT/ QUI ABYSSUM PIETATIS TU E EX H AU RIRE POSSIT/ QUANDI\nMIHI TAM EXTREM E V ILITA TIS HOMONCIONl/ E T PECCATORI TAM INDI­\nGNO ADITUS AD SUPEREFFLUENTEM ABYSSU M BONITATIS TU E NEGATU S\nnon      f u it .   L audent             te/     D o m in e /    pro m e        S p ir it u s A n g e l ic i e t\nI u sto r u m       A n im a e / q u a n d o q u id e m         l a b ijs e t co r d e p o l l u t u s e go\n\ns u m / NIH ILQU E OMNINO EST                    LA U S MEA IN CONSPECTU TU A E M a JES-\nT A T IS .................. IESU b o n e / ADIM PLE DESIDERIUM MEUM/ E T M ISERERE\nM EI. A m e n .         B\n                                                    (Transcrit par H . V . sur le V i r i d a r i o l u m s p i r i ­\n                                                      t u a l i u m d e l i c i a r u m operaf r . Stephani L a d is-\n\n                                                      la i de P r u ss is Losowski ord. M in . Ms. daté\n                                                      1629.)\n\n\n\n\nl6                                                                                                               231\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-005", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 232, "page_fin": 232, "titre_corps": "Oraison", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "O R A IS O N . 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D e li-\nuram, senpor meu J h esu C hrist, per aquest molt\nfagrat cors teu, gue ara en lo teu saut altar esten-\ngut e tractat, de tota immundicia e immundicies de\nla mia pensa e bel cors ; e sez me ser, senpor, la\ntua fancta boïentat ; e com a tu, senpor, placia a\nportar me a la tua gloria, la qual mas promesa\nJ h e sus fill de deu viu, sill de la berge M aria, v er\nbeu e v er h om, haies merce de mi peccadora. amen,\n                         (Transcrit d’après Motte, L a t b i n . H y m n .   d\n\n                           M i t t e l . I, p. 286 et 293.)\n\n\n\n\n                                                                         233\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-007", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 234, "page_fin": 234, "titre_corps": "Hymnus, ex heroico versu in quo per primas literas singulorum versuum et ultimas pentememeres et finis cuiuslibet colliguntur hæ dictiones, Eucharistia o Iesu semper sit nobiscum", "titre_sommaire": "Hymnus in Eucharistia", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "H Y M N U S , E X H E R O ICO V E R SU I N QUO P E R P R IM A S L IT E R A S", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 257, "page_imprimee": 234, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1261, "texte": "H Y M N U S , E X H E R O ICO V E R SU I N QUO\n  P E R P R IM A S L IT E R A S SIN G U L O R U M\n     V E R SU U M E T V L T IM A S P E N T E M E ­\n       M E R E S E T F I N I S C U IU S L IB E T\n          C O L L IG U N T U R H A E D IC T IO ­\n            N E S, E U C H A R IS T IA O\n               IE S U SE M P E R S IT\n                  N O B ISC U M .    10.\n                      B O N IF IC II\n                         G A B IA ­\n                           N I.\n\nE st Deus et hom      O, mortalibus hostia nobi     S\nV ita ; cruor Christ I    detergens crimina mund I\nC hristus enim ver E de casta virgine sumpsi T\nH umanos sensu        S, et servans omnia nome      N\nA ffixus pin          V vitam cum sanguine mult O\nR eddidit, et nostra S res lapsas fraudibus orci aB\nI gnibus invidia      E ducti, clementia Christ I\nS ola fuit tande      M nostros miserata labore S\nT u, tu Christe volu P ’, tu vera es victima tu fa C\nI mmunes poena        E , placido pater aspice vult V\nA spice Christe preco R redivivam in funere prole M.\n                       (Au f. E iiij de : D e E ucharistia , sermunculi,\n                         hymni , ode , êpigrammata . (Mediolani. Apud\n                         Antonium Borgium. Idibus Quintilis. M D LV.)\n\n\n\n\n234\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-008", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 235, "page_fin": 235, "titre_corps": "Hymnus dic. tr., ex ogd. et hepth. Hieronymi Leuesselli Cremonensis", "titre_sommaire": "Hymnus", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "H Y M N U S D IC. TR ., E X OGD. E T H E P T H . 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H I ­\nE R O N Y M I L E U E S E L L I CR E M O N E N SIS.\n\n        Salve vera D ei proies,\n        Qua torquetur mundi moles\n            N utu universa unico,\n        Que caeli colas amatos\n        Praestas esse perbeatos\n             Te solo munifico.\n        Salve nostrum praesidium ,\n        Salve, C H R IS T E , fid elium\n             Salus, atque gloria,\n        Cuius fo r ti potentia,\n        E t summa sapientia\n             Stat omnis victoria.\n        Tua liberalitate\n        Congrua sattiritate\n            Solus pascis omnia,\n        Salve lu x mundi fulgida,\n        Quae pellis cuncta turbida,\n            Ducisque ad celestia.\n        Illustra caecos lumine,\n        A ulae aberrantes limine\n             Dignare dirigere,\n        D a panem esurientibus,\n        D a potum sitientibus,\n              Tue et mense accumbere.\n        S in t procul horrida bella,\n        Nostros hostes ht debella,\n               Nobis detur venia,\n        Quam tu nobis comparasti,\n        Dum Deo conciliasti\n               Tua cruce media.\n         Inter cives locum dona,\n         Q u i cuncta possident bona,\n               Tuo solo numine,\n         Deo p a tri potentia,\n         F ilio sapientia,\n               Q u i regnant cum flam ine.\n                        ( A u f . G ii d e : D e E u c h a r i s t i a .)\n\n\n\n\n                                                                            235\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-009", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 236, "page_fin": 236, "titre_corps": "Du sainct sacrement de l’autel, à la fréquentation duquel l’âme s’excite", "titre_sommaire": "Du sainct sacrement de l’autel", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "D U S A IN C T S A C R E M E N T D E L 'A U T E L , A L A F R É Q U E N T A ­ T IO N D U Q U E L L A' M E S 'E X C I T E .", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 259, "page_imprimee": 236, "debut_caractere": 4, "fin_caractere_exclue": 1434, "texte": "D U S A IN C T S A C R E M E N T D E\n   L 'A U T E L , A L A F R É Q U E N T A ­\n  T IO N D U Q U E L L A' M E S 'E X C I T E .\n      IE S U S -C H R IS T , débonnaire,\n      A u sainct A u te l t 'attend,\n      O A m e, pour te fa ire\n      Un banquet excellent...............\n            Or sus, prépare toy,\n      Mon Am e, à ceste table,\n      E t d'une vive foy,\n      P ren s ce P a in admirable,\n      Q ui rompt de la M ort les effortz,\n      E t fa ic t ressusciter les M orts.\n            Là, ton D ieu se dispence,\n      Voilé du Sacrement,\n      A u q u el p a r sa puissance\n      L 'un et l ’autre élément,\n      Faisant eschange de nature,\n      D evient Céleste nourriture ................\n            O mon doux IE S U S -C H R IS T ,\n      O mon cœur, ô ma vie,\n      Espure mon esprit,\n      E t mon A m e transie.\n      Eschauff e de ta charité\n      P a r ton Sacrement fréquenté.\n\n      F a is que ferm e Espérance,\n      E t que la vive Foy\n      N e vienne en décadance,\n      E t que ta saincte Loy\n      E n nous p a r amour se conserve,\n      E t de tous erreurs nous préserve.\n\n                       ( A u x p p . i o 5 -9 d e : L e s H y m n e s s a c r e z , b t o d e s\n                                         p a r M. Coyssard, de la\n                          s p ir itu e lle s\n                          Compagnie de Jésus. (A Lyon. P ar Iean\n                         Pillehotte. 1594.)\n\n\n\n\n236\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-010", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 237, "page_fin": 237, "titre_corps": "Sonet du Sainct Sacrement", "titre_sommaire": "Sonet du Saint Sacrement", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "Sonet du Sainct Sacrement. N ostre bon D ie u t'a voulu", "ancre_fin": "M .D .L X V II.)", "fin_page_complete": false, "fin_avant": "Oraison à Dieu le Père, pour dire à l’élévation de la Saincte Hostie, en la Messe.", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 260, "page_imprimee": 237, "debut_caractere": 14, "fin_caractere_exclue": 1137, "texte": "Sonet du Sainct Sacrement.\n\n      N ostre bon D ie u t'a voulu préparer\n            (A m y lecteur fidèle et Catholique)\n            Ce grand banquet, et festin magnifique\n           P o u r tes vertuz, et forces réparer.\n      D onq pour ton âme enrichir et parer\n           Laissant gronder en erreur fantastique,\n           Mangeant son gland, le pourceau hérétique,\n           E t de ce fo r t vueilles toy emparer,\n      C ’est ton rampart, ton appuy, ta deffense,\n            Contre l'assaut d'une mortelle offense,\n            Qu'en toutes parts tu dois désadvouer,\n      Sères t ’apprend par divin artifice\n            Que C h rist s ’est fa ic t Sacrement, sacrifice,\n           P o u r te sauver et te sien advouer.\n\n                              (Au f . à i i j b d e : S i x   l iv r e s d u   S acrem ent       de\n\n                                l ’a u t e l                   Iean d 'A lb in de\n                                                    com p osez p a r\n                                 Valzerg, d it de Seres, archidiacre de Tholose.\n                                 (A Paris. M .D .L X V II.)\n\n\n\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-011", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 237, "page_fin": 237, "titre_corps": "Oraison à Dieu le Père, pour dire à l’élévation de la Saincte Hostie, en la Messe", "titre_sommaire": "Oraison pour dire à l’élévation", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "Oraison à Dieu le Père, pour dire à l’élévation de la Saincte Hostie, en la Messe. D ieu Père tout puissant", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 260, "page_imprimee": 237, "debut_caractere": 1137, "fin_caractere_exclue": 2552, "texte": "Oraison à Dieu le Père, pour dire à l’élévation de\n         la Saincte Hostie, en la Messe.\n\n   D ieu Père tout puissant en qui mon âme espère\n   J ’ay demeuré long temps plongé dans la misère :\n    Vous estes mon S a lu t : j e me jette à genoux\n   Appaisez s ’i l vous p la ist le très juste courroulx\n   Que pour mon grand Péché, et grande forfaitture\n   Avés à droict conceu. M a is sur tout à c'est heure\n   A yés pitié de moy, par la grand Charité\n   D e Jésus mon Sauveur vostre fils très-aymè\n   Q u i s ’est donné pour tous victime salutaire\n   A la grand majesté de vous, son D ieu, son père.\n    Voyés son sacré corps voillé soubs ceste H ostie :\n    Voyès son grand pouvoir : luy mesmes l ’a bastie,\n   P o u r estre un vray présent, le seul digne de vous\n   L equel i l fassonna pour le grand bien de nous.............\n   J e vous prye, mon D ieu , que le sang espandu\n   D e ce grand Rédempteur en la Croix estandu\n   E xp ia n t mes péchez soit en vostre mémoire\n   A mon p lu s grand profit, et p lu s à vostre gloire. Am en.\n\n                              ( P . 80 d e s O r a i s o n s d e s d i m a n c h e s e t f é r i é s\n                                 d e l ’a n n é e       m is e s e n v e r s p a r   Charles de\n                                 Claveson. (A T o u r n o n . 1 6 1 5 .)\n\n\n\n\n                                                                                              237\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-012", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 238, "page_fin": 238, "titre_corps": "Aux accidens du pain, au très Sainct Sacrament de l’Eucharistie", "titre_sommaire": "Sonnets eucharistiques", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "Espèces, où l ’amour met Jésus en prison, Confins, qui séparés la", "ancre_fin": "au très Sainct Sacrement de l’Eucharistie.", "fin_page_complete": false, "fin_avant": "L'Am our, dieu fabuleux, entreprit autrefois Un cœur plus dur qu", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 261, "page_imprimee": 238, "debut_caractere": 95, "fin_caractere_exclue": 978, "texte": "Espèces, où l ’amour met Jésus en prison,\n   Confins, qui séparés la foy de la science,\n   Divine illusion, où la toute puissance\n   Montrant l ’un donne l ’autre, et trompe la raison.\n\n           Mets où nous rencontrons la vie ou le poison,\n   Selon les deux estais, ou de grâce, ou d'offense ;\n   Admirable milieu de présence et d'absence,\n   Dont le Ciel et la Terre ont f a it leur liaison.\n\n            Suports saincts et sacrez d'un corps qui par merveille,\n       Parce qu’il est d ’un Dieu, vous rendant la pareille,\n       Vous soutient, quand le pain ne vous sert plus d’apuy,\n\n            N e faites vous pas voir un effect bien estrange ?\n       Sans luy l'on vous mesprise, alors que l'on vous mange,\n       E t l'on vous rend respect, vous mangeant avec luy.\n\n\n\n       L ’amour de nostre Seigneur, au très Sainct\n              Sacrement de l’Eucharistie.\n\n            "}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-013", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 238, "page_fin": 238, "titre_corps": "L’amour de nostre Seigneur, au très Sainct Sacrament de l’Eucharistie", "titre_sommaire": "Sonnets eucharistiques", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "L'Am our, dieu fabuleux, entreprit autrefois Un cœur plus dur qu", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 261, "page_imprimee": 238, "debut_caractere": 978, "fin_caractere_exclue": 2143, "texte": "L'Am our, dieu fabuleux, entreprit autrefois\n       Un cœur plus dur qu'un roc, et plus fro id que la glace ;\n       I l se sert de son arc, et n ’est rien qu’i l ne fasse,\n       Pour luy faire sentir le doux joug de ses loix.\n\n             Chaque dard f a it son coup, et s ’émousse à la fois ;\n       I l les décoche tous, sans emporter la place :\n       M ais pour dernier effort, i l part de bonne grâce,\n       E t se darde en ce cœur comme un trait de carquois.\n\n             L e vray Dieu de l'Amour se donnant à la table\n       A voulu rendre en soy la feinte véritable :\n       Ses bien-faits sur nos cœurs n’estons pas assés forts,\n\n             I l se f a it dard luy mesme, et pour blesser nos âmes,\n        E n s'eslançant vers nous, il brise les efforts\n        P a r qui nous résistions à ses divines f lames.\n\n                                   (Aux    pp.   21-2 de : E s s a y s d e m é d i t a t i o n s\n                                     POÉTIQUES SUR LA PASSION, M O R T ET RÉSUREC ­\n                                     t i o n d e N o s t r e S e i g n e u r par F. Z. D. V. R.\n                                     (Paris. 1659.)\n\n\n\n\n 238\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-014", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 239, "page_fin": 240, "titre_corps": "Mémorial de la pensée religieuse", "titre_sommaire": "Mémorial", "rubrique": "", "signature_source": "F. Nonniger.", "ancre_debut": "Mémorial de la pensée religieuse Cours élémentaire d’apo", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 262, "page_imprimee": 239, "debut_caractere": 1, "fin_caractere_exclue": 2869, "texte": "Mémorial de la\n           pensée religieuse\n  Cours élémentaire d’apologétique chrétienne, p ar\nM gr. M . H . Rutten. (B ru x elles : S o cié té B e lg e de L ibrairie).\n  L e s m essieurs à q u i n ous avo n s la issé ces dern iers tem p s la\nm ission de p en ser et la fonction d’ écrire nous ont h a b itu é à\nlim iter n otre con fian ce en v ers les m anu els de cette sorte. E t\nsi, dès lo rs, j e tem p érais, à l’o cca sio n du p résen t, les h ab itu els\nre p ro ch e s, on s’e m p resserait sans doute de le cro ire exce llen t.\nS o it ! — sous ré se rv e de ce tte déclaratio n qu e le m a n u el date\nd e 1879 e t q u e la 10me édition q u ’on n ou s offre a — n e fût-ce qu e\ncelui-là — son â g e com m e défaut, je v e u x d ire, que fata lem en t\nnous d evo n s, a u jo u rd ’hui, le reco n n aître u n p eu tro p exp éd itif\ndans le s prélim in aires sur la certitude, insuffisam m ent arm é\np our l ’exp lo ra tio n de l’autorité b ib liq u e, et p lu tô t m uni de\nrép o n ses à des o b jectio n s qui n e se p o sen t p lu s. — E t oui,\ne x ce llen t, to u t de m êm e, p a r ses d évelop p em en ts sur l ’action\nde l ’É g lis e , am p les, co n clu an ts, et qu elqu efo is a ctu els. (A insi\nce rtain e critiqu e d e la sup ériorité des n ations                                 protestan tes\nc o n v e rg e en b ien des points a v e c l’opinion q u ’ém it ici-m êm e\nM . M azel).\n  C e liv re p o u rra a vo isin e r ce u x de M . A u g u ste N ic o la s et de\nM gr G au m e. E t j e ré cla m e p our d e tels com p en dium u n p eu\nplus de con sidération , m e p erm ettan t seu lem en t de ra p p e ler\nqu e le Catéchisme de Persévérance co n vertit P a u l V e r la in e .\n\n\n\n\n  Handbook to Christian and Ecclesiastical Rome b y\nH . M . and M . A . R . T . (L ondon : A . and C h . B lack).\n    P a rt I.    T h e Ch r i s t i a n m o n u m e n t s o f R o m e (paru).\n   P a rt I I . T h e L i t u r g y i n R o m e (paru).\n   P a rt I I I. M o n a s t ic i s m i n R o m e (en préparation).\n    P a rt I V . E c c l e s i a s t i c a l R o m e (en préparation).\n\n  Ils ont la n o sta lg ie de R o m e , le s A n g la is ! E t ce s je u n e s\nlo rd s distraits et ces candid ats en th éo lo g ie qui sem b len t n e\npro m en er q u ’u n e            curiosité          extérieu re           p arm i   des   b ib elo ts\nh isto riqu es, on les tro u v e le so ir tro u b lés p a r « l ’âm e » m êm e\nde ce tte v ille , grisés d e ce tte b u é e de so u ven irs, à m oitié\nréduits p a r le s cérém on ies ; fiév re u x et exp ansifs ils ann oten t\ndes désirs, re cu e illen t des doutes, se con fient à un ca m arad e\nla issé à O xford ou à un m aître p ap iste qui a ccu e illit leu r co n ­\ntro v erse un soir de th é dans un salo n am i.\n\n\n\n\n                                                                                                 239\n"}, {"page_pdf": 263, "page_imprimee": 240, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3483, "texte": "   A v e c l ’in tention d ’y   rester hu it jo u rs, ils y p assen t les\n v a ca n c e s, ou l ’an, ou le u r v ie . E t ce sont alors les h abitu els\n fait-divers des co n versio n s.\n    L e cen tre attire. B o ssu et d éjà , ferm an t le liv re V I I me de\n son Histoire des variations protestantes, était d’avis qu e la nation\n a n g laise était trop a vid e de        s cien ce p our     dem eu rer dans\n l ’erreur, « que ses      cu rieu ses et co n tin u elles re ch e rch es sur\n l ’antiquité la ram èn eraien t à la doctrin e des p rem iers siècles.»\n   N u lle m en t ap o lo gétiqu e, se born ant à un in ven ta ire érudit\n d ’après des auteurs récen ts et in co n testa b les, ce gu id e — dans\nto u te la fo rce du       term e —     satisfera la H a u te E g lis e , les\ntouristes rom ain s,       et le s hom m es de      re ch e rch es. I l tien t à\ns ’ab sten ir de to u t ly rism e o u de toute co n tro ve rse,                  m ais\nn ’o ublie ni un m onum ent, ni une festivité qui y p o urra p rêter.\nE n te lle sorte que n ous avo n s l ’esp rit lib re. A des protestan ts\non p ourrait difficilem ent offrir p . ex. l'Esquisse de Rome chré­\ntienne de G erb et. D ’ailleurs en fran çais nous n ’avo n s rien de\nco m p arab le à ce ci, et si b ien ce que c e la d e v a it être : édition\nso b re et ém inem m ent m an iab le, écriture sèch e, ren seign em en ts\ndogm atiques ou de co n ve n a n ce (p. ex. ces ca len d riers de\nl ’année co m p lète m entionn ant au jo u r le jo u r les offices les\np lu s ca ra ctéristiq u es de ch a q u e é g lise, le s p èlerin ag es et les\nb én éd iction s les plus divers). O n p eu t p asser une v ie o ccu p é e\n et ch a n gean te à v iv re des im p ression s offertes p a r le s 3 oo\néglises de R o m e et sa vin gta in e d e cataco m b es.\n   M ais on ne d evrait croire qu e ce s ren seign em en ts m enus\nen lè ve n t à ce gu id e à la m ain son ca ra ctère de liv re d’étude.\nE t ses n otes sont p récises qui exp liquent, entre autres, l ’ic o ­\nn o g ra p h ie o u le sym bolism e chrétien. L e s va ria n te s de la\ncroix, p. ex. tout le m onde le s con n aît, ah ! oui. L e ré ce n t\nca ta lo g u e de la ve n te de la g a le rie K u m s à A n v e rs , sign é p ar\ndes érudits, rem a rq u a it p a r ex. un m onogram m e de T en iers\nsur le m an teau d ’un S t A n to in e d’une ten tation, quan d s ’y\ntro u v ait le tau , la cro ix é gyp tien n e, dite de S t A n to in e. E t le\nsym b o lism e de Jésus o u d e l ’é g lise, p oisson , dauphin , n a v ire ,\na n cre, p ao n , p élica n , ch e v a l ou lion reste ign oré des critiques\nd ’art q uoique v u lg a ire pour les érudits.\n   L e vo lu m e co n sa cré à la litu rg ie n ’o u b lie aucun d éta il : le s\ndivers rites des m esses, les v a le u rs des vêtem en ts et de la\nv a is s e lle litu rg iq u e, l’ordre et la sign ification des offices, les\nfêtes, la sem ain e sa in te. L e ch ap itre dern ier touchan t le systèm e\nd iscip lin a ire de l ’é g lise m ’offre seu l des ren seign em en ts plus\nco n testa b les. L a question de la con fession est p. ex. fort d éli­\nca te , et en co re ré serv é e ; l ’on sait le s réce n te s discussions sur\nl ’in troduction des form es a ctu elle s de la p én iten ce. M ais il n ’y\na p as lie u d ’en trer en co n tro verse à ce sujet à p rop os de d eu x\no u trois p ag es. Je re n o u v e lle don c m a satisfaction .\n                                                        F .   N o n n ig e r .\n\n\n\n\n24O\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-015", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 241, "page_fin": 246, "titre_corps": "Le Christ est venu dans son ordre de grandeur", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "J. Swisser.", "ancre_debut": "Le C hrist est venu dans son ordre de grandeur. 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C ’est que l’esprit\nhumain, par un triste et fatal égarement, se méprend\nsur la véritable grandeur.\n    Deux sortes de grandeurs régnent dans le monde :\nla grandeur qui brille aux yeux du corps et la gran­\ndeur qui brille aux yeux de l’esprit. César victorieux,\nle front ceint d’une couronne de lauriers, les épaules\ncouvertes de la pourpre impériale, assis sur un\nchar d’ébène resplendissant d’or et de pierreries\nentre dans la fière cité de Romulus, aux applau­\ndissements d’une foule en délire : voilà la grandeur\nmatérielle qui éclate aux yeux du corps. Platon\nlance des éclairs de génie qui illuminent le monde\net sont recueillis par les plus grands esprits de tous\nles siècles : voilà la grandeur qui brille aux yeux de\nl’esprit. Ce sont deux grandeurs d’un ordre bien\ndistinct.\n   Or pour savoir où réside la véritable grandeur du\nChrist, il faut savoir préalablement ce qui l’emporte\nen dignité, la matière ou l’esprit.\n   L ’immortel Pascal a résolu ce problème en deux\nmots. L ’univers èntier, dit-il, ne vaut pas la moindre\npensée, car la pensée se connaît elle-même et con­\nnaît l’univers, mais l’univers ne connaît rien. Si telle\nest la supériorité de l’esprit sur la matière, telle est\naussi la supériorité de la grandeur spirituelle sur la\ngrandeur matérielle.\n                            *\n                          *   *\n\n  Or, écoutons les discours que le Christ adressa\naux douze dans l’intimité et ceux qu’il prononça au\n\n\n\n\n                                                    241\n"}, {"page_pdf": 265, "page_imprimee": 242, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2229, "texte": "grand jour de la publicité devant les tribunaux de\nsa nation et devant les césars païens, et nous\nassisterons au spectacle du Christ foudroyant la\ngrandeur de chair pour ne revendiquer que la\nroyauté spirituelle.\n   Les douze, imbus des préjugés de leur race,\ndemandent au Christ dans quel temps il rétablira le\nsceptre dans Israël et fondera un empire temporel.\nE t il foudroie soudain cette grandeur matérielle par\nces paroles qui annoncent une grandeur toute spiri­\ntuelle : « Il ne vous est pas donné de connaître les\ntemps et les moments que le Père a déterminés\ndans sa puissance. Mais vous recevrez la vertu du\nSaint-Esprit et vous me rendrez témoignage dans\nJérusalem et dans toute la Judée et dans la Samarie,\net jusques aux confins de la terre. »\n   L a mère des fils de Zébedée, dans une demande\nqui trahit en elle les préjugés juifs, prie le Christ de\nplacer l’un de ses fils à sa droite et l’autre à sa\ngauche dans le royaume temporel qu’elle croyait\ndevoir être fondé. E t le Christ lui répond : « Vous\nne savez pas ce que vous demandez. »\n   L e prince des apôtres, tout rempli de la divinité\nde son Maître, mais oubliant que les abaissements\nannoncés par le Christ ne peuvent ternir la gloire\nspirituelle de la divinité, s’indigne quand le Christ\nannonce les humiliations et la mort infâme que lui\nréserve l’avenir : il aime son maître et ne rêve pour\nlui que la grandeur humaine. Mais Jésus lui répond :\n« T u n’as que des vues humaines et ne comprends\npas les vues de Dieu. »\n   Ne tremble pas pour ton trône, Hérode, lorsque\ndes rois de l’Orient t’annoncent la naissance du Roi\ndes Juifs ; dissipe tes vaines alarmes : ni l’étable où\nil est né, ni la crèche où il est couché, ni les pauvres\nlanges qui l’enveloppent n’annoncent un roi ter­\nrestre ; mais l’étoile, signe miraculeux qui le mani­\nfeste aux Mages, mais les adorations de ces rois\nétrangers, mais les cantiques des anges révèlent en\nlui un roi tout céleste descendu sur la terre.\n   Caïphe, toi qui, voyant les masses s’attacher aux\npas du Christ, crains que la foule ne place la cou­\nronne de César sur la tête du Christ et ne se sou­\nmette à son sceptre, et qu’en punition de ce crime,\nles Romains ne viennent à détruire Jérusalem et son\n\n\n\n\n243\n"}, {"page_pdf": 266, "page_imprimee": 243, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2332, "texte": "temple et à renouveler la captivité de Babylone,\n dissipe tes vaines frayeurs: le Christ fuit la grandeur\n des rois de la terre. Ne crains pas son ambition, ô\nCésar terrestre : il n’ambitionne ni la pourpre, ni la\ncouronne, ni le sceptre matériels ; il te laissera\npaisible possesseur de ta royauté terrestre. S ’il\naffirme à la face de tous les tribunaux qu’il est Roi\ndes Juifs, il l’est comme descendant de la race\nroyale de David ; mais la royauté qu’il s’attribue est\n d’un ordre supérieur à la royauté charnelle. Ne\n crains pas pour ta couronne, ô César ; le Christ est\nroi, mais il proclame que son royaume n’est pas de\n ce monde ; il dit bien haut aux pharisiens captieux\n qu’il faut rendre à César ce qui est à César et à Dieu\n ce qui revient à Dieu. Ne crains pas, ô roi de la\nterre, quand tu vois le Christ entrer triomphalement\n à Jérusalem : son appareil modeste et la douceur\n de son regard ne révèlent pas un ambitieux usur­\npateur du trône.\n    Oh que le Christ est bien venu dans son ordre\n de grandeur ! Que lui eût servi de couvrir ses\n épaules de la pourpre des rois de la terre — bien\n qu’en réalité il fut un descendant de la race royale de\n David — alors qu’il venait fonder le royaume de\n Dieu, illuminer le monde des splendeurs de la vérité,\nfonder une société toute spirituelle composée d’âmes\nadorant Dieu en esprit et en vérité, et se faire le\ntout puissant levier qui soulève les âmes de la terre\njusqu’au ciel ? L e moyen eût été à l’encontre de\nl’effet voulu. L e but du Verbe était spirituel, divin :\nJésus se dit Fils de Dieu, engendré de toute éternité\ndans le sein de son Père, égal au Père en essence\net en gloire ; il se dit envoyé par son Père pour\nfonder la société spirituelle des âmes avec Dieu ;\ntous ses actes tendent à ce but, tant qu’enfin, expi­\nrant sur la croix, il déclare, par un profond « con­\nsummatum est » que sa mission est achevée.\n   Puisque tel est le caractère du Christ, il faut\nconclure que tous les actes de sa vie sont propor­\ntionnés à la fin qu’il poursuit et que, la fin étant\nd’une grandeur spirituelle, les moyens qui y tendent\nsont du même ordre.\n   Que l’esprit humain ne se scandalise donc pas de\nvoir dans la vie du Christ des bassesses qui n’y sont\npas. Sa naissance dans une étable, les contradic­\n\n\n\n\n                                                    243\n"}, {"page_pdf": 267, "page_imprimee": 244, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2219, "texte": "  tions qu’il souffre, les opprobres dont il est abreuvé,\n  la trahison et l’abandon dont il est victime, son\n  impuissance dans la passion, son agonie, sa mort\n  sur une croix, tous ces actes où un œil de chair ne\n  voit que d’humiliantes bassesses, indignes de celui\n  que le ciel a proclamé Fils de Dieu, sont empreints\n  du caractère de la grandeur spirituelle dans son état\n absolu, au point que l’esprit humain ne pourra\n jamais en saisir toute la sublimité. Dans le Christ,\n le matériel et l’humain est mêlé au spirituel, au\n divin, mais celui-ci absorbe, pour ainsi dire, celui-là,\n au point que les yeux de l’esprit ne voient plus en\n lui qu'un roi spirituel venu du ciel pour fonder une\n société d’âmes adorant Dieu en esprit et en vérité.\n                               *\n                           *       *\n\n     Arrêtons un peu plus longuement l’esprit sur ce\n  mélange d’humain et de divin et nous verrons\n  l’humanité du Christ comme immatérialisée et\n  transfigurée, en quelque sorte, comme au Thabor,\n  par les splendeurs de la divinité.\n     Il est conçu dans la chair, mais par l’opération\n  du Saint Esprit.\n     Il naît, mais d’une vierge.\n     L a terre le rebute, mais le ciel le déclare par une\n étoile, mais un envoyé du ciel publie sa naissance.\n     Il est couché dans une crèche, enveloppé de\n pauvres langes, mais les rois se prosternent devant\n lui dans l’anéantissement de l’adoration, le front\n dans la poussière ; mais des millions d’anges de la\n milice céleste, les Séraphins, les Chérubins, les\n Trônes, les Principautés, font retentir les parvis\n éternels de l’hosannah du triomphe.\n    Il est seul dans sa crèche avec ses pauvres parents,\nmais les Anges lui forment une cour éclatante.\n    Il vit pendant trente ans dans le silence et l’obs­\ncurité, mais son apparition publique dans le monde\nest annoncée par un envoyé du ciel, que dis-je ? par\ncent prophètes de l’Ancien Testament.\n    A sa présentation au Temple, Marie et Joseph,\ntrop pauvres pour faire de riches offrandes, ne\npeuvent offrir que deux tourterelles et deux colom­\nbes, mais, sur le seuil du temple, le saint vieillard\nSiméon proclame Jésus la gloire d’Israël, la lumière\ndes nations, le salut du monde.\n\n\n\n\n244\n"}, {"page_pdf": 268, "page_imprimee": 245, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2117, "texte": "   Un mortel puissant trame sa perte, mais un\nenvoyé céleste avertit Joseph d’emporter l’Enfant\nvers une terre étrangère.\n   Il fuit comme un proscrit, mais les idoles égyp­\ntiennes s’écroulent à son passage.\n   Il descend dans les eaux du Jourdain pour se faire\nbaptiser comme un pécheur, mais le Saint-Esprit se\nrepose sur lui et la voix du Père le déclare son Fils\nbien-aimé en qui il a mis toutes ses complaisances.\n   Il dort, mais pendant son sommeil il empêche la\nbarque de couler à fond.\n   Il marche, mais il affermit les flots sous ses pieds.\n   Il gravit le Thabor pour y prier comme un simple\nmortel, mais les splendeurs de la divinité l’environ­\nnent.\n   Il mange, mais quand il lui plaît, il se passe des\nnourritures mortelles et n’a pour tout aliment que la\nvolonté de son Père ; il commande aux anges de\nservir sa table.\n   Il vit dans la pauvreté, mais la nature lui obéit\ncomme un sujet obéit à son souverain.\n   Il ne recherche pas les secrets des sciences, mais\nil connaît toutes les Ecritures, il voit devant lui\ntoutes les profondeurs de la divinité.\n   Il vit dans un point du temps et de l’espace, mais\nil affirme qu’il est de tous les temps et qu’il possède\nl’immensité et l’éternité de Dieu,\n   On le dit fils de l’artisan, mais à Jérusalem il\nreçoit les honneurs d’une entrée triomphale et l’on\nchante à son passage : Hosannah au fils de David.\n   Il vit dans un point du temps, mais il voit dans\nune claire vue l’immense champ des siècles et de\nl’Histoire se dérouler à ses yeux.\n   Il souffre les mortelles angoisses de l’agonie à\nGethsémani, mais un envoyé du Père éternel vient\nlui verser les douceurs de la consolation céleste.\n   Il tombe au pouvoir de ses ennemis, mais après\nles avoir renversés par ce seul mot : « Ego sum. »\nIl leur déclare qu’il dispose de millions d’anges pour\nle protéger.\n   Debout sur le marche-pied du tribunal des césars,\nil est regardé comme un homme insensé, mais il\ns’attribue toutes les grandeurs de la divinité.\n   Il est couvert de blessures, mais il est le médecin\ninfaillible de nos âmes.\n\n\n\n\n                                                    245\n"}, {"page_pdf": 269, "page_imprimee": 246, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1861, "texte": "     On le crucifie, mais soudain la terre tremble sous\n le poids de sa croix.\n    Il est suspendu comme un vil esclave au gibet de\n l’infamie, il est nu comme un ver de terre, mais sa\n croix est un trône d’où il distribue des couronnes\n et donne le royaume étemel.\n    Il a soif sur la croix, mais il n'a soif que de\nl’amour des hommes.\n    Il meurt, mais le soleil s’obscurcit, mais le voile\n du temple se déchire, mais la terre tremble, mais les\ntombes brisées lâchent leur proie.\n    Rangé parmi les morts, il donne la vie aux morts.\n    Il est mis au tombeau, mais il n’en connaît pas la\ncorruption.\n    Il cède à la mort, mais la mort ne peut le retenir,\nil brise ses liens qui le retiennent captif au tombeau\net, rayonnant de gloire et plein de la noble fierté du\nvainqueur, il dit à la mort : « O mort, où est ton\naiguillon ? »\n    Il naît pour mourir, mais il meurt pour ressus­\nciter par sa propre vertu.\n    Il reparaît dans un point du temps et de l’espace,\nmais c’est pour monter au ciel par sa propre puis­\nsance, et descend aux enfers pour délivrer les\ncaptifs et les attacher à son char victorieux qui les\nconduit dans le sein immense de l’immuable éternité.\n    Disparu, il attire à lui tous les cœurs.\n                             ★\n                         *       *\n\n  Impie du siècle qui blasphèmes ce que tu ignores,\nouvre enfin les yeux de ton intelligence. Si le Christ\nest pour toi, comme pour les Gentils, un objet de\nscandale, c’est que tu le contemples à un faux point\nde vue ; c’est que tu cherches sa grandeur où il n’a\npas voulu la placer et que tu ne la cherches pas là\noù elle réside en réalité. Considère le but du Christ,\net ton intelligence verra sa grandeur spirituelle\nadaptée à sa fin et la sagesse avec laquelle il a foulé\naux pieds la grandeur de chair.\n  Louvain, 18 Février 1898.            J. S w i s s e r .\n\n\n\n\n246\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-016", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 247, "page_fin": 248, "titre_corps": "À l’autel", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "Michel Bodeux.", "ancre_debut": "A l’A utel L a petite chapelle des S", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 270, "page_imprimee": 247, "debut_caractere": 17, "fin_caractere_exclue": 1866, "texte": "A l’A utel\n   L a petite chapelle des Sœurs desservant le Col­\nlège S t-Quirin à H uy est ensevelie dans le silence ;\nla nuit y est combattue par les rouges rayons vacil­\nlants de la lampe sainte qui veille.\n   Tout dort au couvent, au collège et dans la ville.\nLes brouillards au-dehors couvrent tout d’un grisâtre\nvoile jusqu’au moment où la première lueur du jour,\nle premier chant d’oiseau, le premier bruit de car­\nriole, viennent les déchirer et les mettre en fuite.\n   On entend alors la clochette, puis après,les portes\nqui s’ouvrent et les religieuses qui circulent.\n   Portant une lumière sourde, doucement une sœur\nouvre la chapelle et vient allumer les cierges.\n   Au dortoir des élèves, on éveille avant les autres\nun collégien qui est encore au milieu d’un rêve de\nclasse, guerre de César ou discours de Démosthène.\nL e gamin s’habille en hâte mais silencieusement,\ns’ablutionne au lavoir et dans sa fraîcheur nouvelle,\ndans le froid des corridors retentissants, il laisse\nderrière lui le sommeil de ses compagnons et se\ndirige vers la chapelle où les religieuses et les\npostulantes sont agenouillées dans une suave pros­\ntration, adorant Dieu, le Maître du jour et de la\nnuit, celui vers qui dès l’aube doivent monter nos\nhommages.\n   L ’adolescent revêt une lévite rouge, d’un rouge\nclair, comme le sang qui coule en ses veines. Il\nrevêt l’aube courte ou le surplis, d’une blancheur\nimmaculée comme son âme de quinze ans.\n   Et voilà que dans la petite chapelle, les prières\npréparatoires s’élèvent en versets et répons, dans\ncette alternation admirable des psaumes où l’on\ns’accuse tour à tour, où l’on s’encourage, avant que\nle prêtre ose gravir les degrés de l’autel.\n   Pieusement, mystiquement, l’enfant qui subit la\ndouceur matinale, le recueillement des religieuses,\n\n\n\n\n17                                                 247\n"}, {"page_pdf": 271, "page_imprimee": 248, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1574, "texte": "  la foi vive et pénétrante de l’officiant, l’enfant s’asso­\n  cie au déroulement du mystère divin, au renouvelle­\n  ment pacifique du sacrifice de la croix.\n     L a clochette a tinté dans la main vive du servant.\n  C ’est l’élévation.\n     Et plus ému, plus saisi, le jeune acolyte se rap­\n proche du prêtre, s’agenouille et d’une main soulève\n la chasuble tout en inclinant la tête.\n     L e miracle va s’accomplir, les paroles sublimes et\n impérieuses, il les entend, lui, le pauvre petit et il\n les écoute en tremblant. E t il y croit, et il sait que\n le Christ vient de paraître.\n     Il sait que dans l’hostie est le Christ, le Jésus\n enfant de Noël, le Jésus enseignant du Temple de\n Jérusalem, le Jésus prêchant les masses et ressusci­\n tant les morts, le Jésus cloué en croix, le Jésus mis\n au Tombeau, le Jésus triomphant par la Résurrec­\n tion, le Jésus du Jugement dernier.\n     Il sait que dans le calice coule le sang divin\n répandu par la flagellation, par le couronnement\n d’épines, par le crucifiement, par le percement de\nla lance.\n    Il sait et il croit cela, avec toute son âme, toutes\nces forces, et il verserait jusqu’à la dernière goutte le\nsang de son corps pour l’attester.\n    L e Drame divin se déroule devant ses yeux. Il\ny assiste, comme s’il avait monté le Golgotha...\n    E t quand il se dévêt et s’en va retrouver les\nbruyants compagnons de son âge, levés à présent,\nil marche comme sur un nuage, le regard perdu au\nloin et songeant toujours au ciel qu’il vient de quitter.\n\n                                   M ic h e l   B odeux.\n\n\n\n\n248\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-017", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 249, "page_fin": 250, "titre_corps": "Triptyque : Prière", "titre_sommaire": "Triptyque", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "T R IP T Y Q U E P R IÈ R E Seigneur, je ne va", "ancre_fin": "qui peut seul essuyer le pécheur.", "fin_page_complete": false, "fin_avant": "PARDON Oh qu’il vienne Jésus, qu’i", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 272, "page_imprimee": 249, "debut_caractere": 20, "fin_caractere_exclue": 1642, "texte": "T R IP T Y Q U E\n                        P R IÈ R E\n\nSeigneur, je ne vaux rien et je ne vous suis pas\nComme un agneau fidèle un pasteur secourable,\nLe monde me séduit, je cède à ses appâts ;\n\nJ ’aime à trouver en tout cette chair misérable\nPar laquelle le mal nous forge un lien de fer\nQue nous portons contents en un maintien coupable ;\n\nJ ’aime à me réjouir des fêtes de l’enfer,\nMêlant au monstre impur qui loge dans mon âme\nLe blasphème et l’orgueil qu’enseigne le Pervers ;\n\nJe fuis le temple saint, je recherche la femme\nPour en faire un autel à mes lubricités,\nPour m’oublier parmi les voluptés infâmes;\n\nJe hais la solitude et j ’aime les cités\nOù le sang bout et germe en un ferment putride\nE t vient s’épanouir en fleurs d’atrocités ;\n\nJ ’invoque le néant et je bénis le vide\nOù je tombe ivre-mort d’avoir mangé le mal\nDont mes sens sont grisés, dont mon cœur est avide ;\n\nDescendant lentement au rang de l’animal,\nJe maudis la pensée et l’âme et la prière,\nNe gardant pour espoir que l’amour infernal ;\n\nEncor si, tel l’enfant, mon âme était fière\nE t très innocemment goûtait à ces poisons,\nMais je suis conscient, ma faute est coutumière.\n\nJe me plais, voyant Dieu trôner aux horizons,\nA nier sa puissance et dérober sa gloire,\nA tailler une idole aux murs de ma prison,\n\nUne idole lubrique en qui j ’ai peine à croire\nE t dont l’absurdité me serait un dégoût\nSi la perversité n’habitait ma mémoire :\n\nTel je me vois, Seigneur, tel je me dis à vous,\nE t puisque vous sondez les profondeurs intimes,\nVous savez qu’aujourd’hui je suis à deux genoux,\n\n\n\n\n                                                     249\n"}, {"page_pdf": 273, "page_imprimee": 250, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 790, "texte": "Vous savez que je veux sortir de mes abîmes\nE t que, très doux agneau qui se frotte au pasteur,\nJe veux dans les candeurs me laver de mes crimes,\n\nVous savez que je hais Satan l'entremetteur\nE t que je ne veux voir en l’épouse et la vierge\nQu'un lys très beau, très pur, au parfum bienfaiteur.\n\nSeigneur, je veux, pour vous, consumer comme un cierge,\nJe veux comme l’encens être baume, vapeur\nDont l’église s’éclaire et dont l’éther s’envierge.\n\nJe veux vous consacrer ce qu’il reste du cœur,\nAprès avoir jeté dans un grand holocauste\nToute la haine affreuse et toute la rancœur,\n\nAfin d’être plus digne que Jésus m’accoste\nE t mette sur mes yeux sa main comme une fleur,\nSceau divin qui du ciel au mal est la riposte,\n\nLinge blanc qui peut seul essuyer le pécheur.\n\n                       "}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-018", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 250, "page_fin": 251, "titre_corps": "Triptyque : Pardon", "titre_sommaire": "Triptyque", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "PARDON Oh qu’il vienne Jésus, qu’i", "ancre_fin": "les dirigera sur le bord idéal.", "fin_page_complete": false, "fin_avant": "R É D E M P T IO N — Oui, nous voulons quitte", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 273, "page_imprimee": 250, "debut_caractere": 790, "fin_caractere_exclue": 1700, "texte": "PARDON\n\nOh qu’il vienne Jésus, qu’il entre dans mon ombre,\nQu’il prononce sur moi ses virginaux pardons,\nQu'il éloigne la nuit de ce qui m’a fait sombre ;\n\nQu’il me rouvre le ciel, qu’il me rende ses dons ;\nQu’il entre comme on voit la lune qui se lève,\nQu’il accepte l’amour qu’enfin nous lui rendons ;\n\nQu’il ramasse la barque éparse sur la grève,\nQu’il daigne en rassembler les ultimes morceaux,\nQu’il l’arrache à ces flots qui la rongent sans trêve,\n\nQu’il la rassemble encor, qu’il la courbe en cerceau,\nQu’il la bénisse enfin, et, sur la mer tranquille\nQu’il la lâche, sa voile arrondie en arceau ;\n\nQue le vent qu’il dispense et peut rendre docile\nLa conduise, et, toujours, que vers lui le pécheur\nSe tourne en restant sourd au chant menteur des îles.\n\nO Jésus, vous serez pour moi cette blancheur\nQui lave des péchés les noirceurs détestables ;\nVous serez cette étoile au ténébreux marcheur ;\n\n\n\n\n250\n"}, {"page_pdf": 274, "page_imprimee": 251, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 758, "texte": "Vous serez ce lait pur des célestes étables\nQui sauve des poisons et des breuvages noirs\nQu’un convive assassin dépose sur nos tables ;\n\nVous serez ce briseur des perfides miroirs\nOù toute la beauté qui nous souille et nous blesse\nN ’était qu’un vain mirage allumé par les soirs ;\n\nVous entrerez, Seigneur, chez l’impure Déesse,\nE t nous découvrirez les êtres infernaux\nQui, cachés sous sa chair, nous torturent sans cesse ;\n\nVous nous allumerez dans la nuit vos fanaux\nE t vous étoufferez ces lustres, ces bougies\nQui de ses yeux menteurs attisent les fourneaux ;\n\nD ’un geste vous ferez se finir les orgies,\nE t les amants suivront en détestant le mal\nVotre marche puissante aux douceurs d’élégies\n\nQui les dirigera sur le bord idéal.\n\n                    "}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-019", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 251, "page_fin": 252, "titre_corps": "Triptyque : Rédemption", "titre_sommaire": "Triptyque", "rubrique": "", "signature_source": "Émile Bernard.", "ancre_debut": "R É D E M P T IO N — Oui, nous voulons quitte", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 274, "page_imprimee": 251, "debut_caractere": 758, "fin_caractere_exclue": 1620, "texte": "R É D E M P T IO N\n\n\n— Oui, nous voulons quitter ces vêtements sordides,\nQue l’orgueil a tissés, que la haine a souillés,\nPour revêtir la blanche robe aux plis rigides,\n\nPour, nous étant enfin des laideurs dépouillés,\nEntrer dans ces jardins dont les roses splendides\nSont des nids odorants par l’aurore mouillés ;\n\nOui, nous voulons rêver, à l’abri de ces arbres\nQui ne perdent jamais leur riche frondaison,\nDans toutes ces blancheurs de fûts, d’étangs, de\n                                              [marbres ;\nOui, nous voulons aller, derrière l’horizon,\nVers la nature sainte, belle, hiératique,\nDont la splendeur sacrée éveille l’oraison.\n\nLà nous ne goûterons que des plaisirs mystiques,\nMiel de l’âme, parfums de lis, qui vous font voir\nLes Saintes et les Saints assis sous des portiques ;\n\n\n\n\n                                                       251\n"}, {"page_pdf": 275, "page_imprimee": 252, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1614, "texte": "Là nous pourrons jouir sans la crainte des soirs,\nCar des anges très beaux en retiennent les toiles\nTandis que d’autres font fumer des encensoirs ;\n\nLà nous verrons briller les célestes étoiles,\nCar nous serons assis sur le sacré plafond\nQui dérobe aux humains l’Éden et qui le voile,\n\nMais elles seront fleurs des parterres profonds\nOù, pensifs, nous écouterons la voix des anges\nE t le concert divin que tous les élus font;\n\nOte bien nous nous joindrons aux brillantes phalanges\nEt, montant dans l’azur plus clair et plus léger,\nNous irons retrouver nos fils morts dans les langes ;\n\nNous baiserons leurs yeux en des astres changés,\nE t leur bouche, autrefois à la nôtre muette\nNous dira les pensers qu’ils n’ont pas échangés;\n\nNous les retrouverons, ainsi que l’alouette\nMontant vers Dieu sans cesse en chantant leur amour,\nLeur âme ayant été toujours pure et quiète ;\n\nNous les verrons grandir, heureux, joyeux toujours,\nNous mirerons leurs yeux, phares de notre vie,\nEt nous aurons leurs mains et leurs cœurs jamais\n                                               [sourds;\nNous nous délecterons de leur âme ravie,\nE t nous apprendrons d’eux à goûter les ardeurs\nDont ces lieux enchantés nous donneront l’envie.\n\nOh ! les rayons du jour ne sont que les lueurs,\nJésus — qui nous montras à gravir le Calvaire — ,\nDe ta gloire qui flambe claire en ces hauteurs :\n\nLe sacrifice saint que tu fis à ton Père\nNous ne le connaîtrons tout entier qu’en ce lieu\nQu’habite le bonheur et revêt la lumière\n\nQue tu descends vers nous pour te proclamer Dieu.\n\n                                  É m il e B e r n a r d .\n\n\n\n\n252\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-020", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 253, "page_fin": 257, "titre_corps": "Ernest Hello", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "Georges Le Cardonnel.", "ancre_debut": "Ernest H ello (*) On parle encore relativement peu d’Hello", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 276, "page_imprimee": 253, "debut_caractere": 17, "fin_caractere_exclue": 1931, "texte": "Ernest H ello (*)\n   On parle encore relativement peu d’Hello ; il\nsemble que le grand écrivain effraye notre temps ;\nc’est que l’amour de l’à peu près dans les choses\nde l’art comme dans les choses de la vie caractérise\nsurtout notre époque et Hello apparaît comme un\ndocteur de l’Absolu ; ses livres donnent le vertige à\nceux qui gravissent leurs cîmes blanches ; ils\nfouettent l’âme, ils en font sentir les points morts ;\nce sont là autant de qualités qui intéressent peu la\npetite critique qui est la grande critique des gens\ndu monde ; elle préfère élever à d’autres de rapides\nréputations, elle préfère les œuvres où il y a pour\nrire et pour pleurer ou au moins pour sourire :\nl’héroï-comique la met en joie ; cette critique a évité\n de parler d’Hello, sans se douter que le vigoureux\nécrivain de « l’homme médiocre » avait répondu en\nécrivant « la Critique » à ce silence dont il avait\nsouffert. Les admirateurs chaque jour plus nombreux\nd’Ernest Hello y ont du moins gagné que l’étude des\nœuvres du grand écrivain a été faite seulement par\nquelques âmes exceptionnelles, et ils peuvent\naujourd’hui en saluer une de plus dans la personne\nde M. Aguettant.\n   L ’étude de M. Aguettant écrite en une langue\nsolide et belle est pieuse en même temps que sincère:\nM. Aguettant s’est souvenu de cette parole d’Ernest\nHello : « L a Critique est la conscience de l’Art »,\net s’il prononce souvent à l’endroit d’Hello le mot\nde génie, il sait cependant mettre en garde contre\nles erreurs de son œuvre.\n   M. Aguettant nous présente le grand écrivain\nbreton, dont la langue âpre et puissante fait penser\nau pays des menhirs et des chênes, comme un des\nderniers prophètes de sa race ; il nous le montre\navant tout idéaliste, mystique et intuitif : idéaliste\n\n  (*) E r n e s t H e l l o , p a r L . Aguettant. ( L y o n : V it te ) .\n\n\n\n\n                                                                             253\n"}, {"page_pdf": 277, "page_imprimee": 254, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2041, "texte": " au point que sans sa foi profonde, il eût été certai­\n nement entraîné à des excès de spéculation alors\n qu’au contraire le christianisme apporte l’unité dans\n son œuvre, car Hello est complètement chrétien :\n « Hello aime le dogme ; la parole de Dieu que les\n médiocres méprisent ou reçoivent sans amour, il\nl’accueille de tout son être, il s’en nourrit avidement,\nil la médite avec une humble ferveur. Il est pareil à\n ces diciples d’Emmaüs qui sentaient leur cœur\nbrûlant dans leur poitrine, tandis que Jésus-Christ\nleur expliquait les Ecritures. A la vue de ces splen­\n deurs révélées, une joie surnaturelle s’empare de lui,\n exaltant son âme jusqu’à l’enthousiasme et son\nlangage jusqu’au plus sublime lyrisme ».\n   C ’est le mystique qui chez Hello crée le poète et\n M. Aguettant le compare ingénieusement à Pascal\ndont il se rapproche par sa poésie d’ordre métaphy­\nsique, sa profonde intuition et son idéalisme :\n cependant bien que dans Hello, le style ait plus de\nplénitude, qu’on ne trouve pas « l’ardeur sèche et\njanséniste » qui attriste les Pensées, mais au contraire\nune grande joie, « des pages d’inspiration lyrique\nd’un essor si prodigieux qu’on en chercherait\nvainement, je ne dis pas d’égales mais de semblables\nchez Pascal», M. Aguettant n’hésite pas à le déclarer\nnettement inférieur à l’auteur des Pensées « dont il\nn’eut pas la fermeté, la richesse et l’étendue d’esprit,\nni surtout les facultés d’analyse qui lui permet­\ntaient de contrôler les données de son intuition ». Il\nnous fait remarquer que c’est encore cette prédomi­\nnance de l’esprit intuitif non tempéré par des facul­\ntés d’analyse qui fait qu’Hello dans ses études de\npsychologie commence toujours par poser une thèse\nen axiome, et développe ensuite sans se donner la\npeine d’établir sa base, ce qui d’ailleurs n’empêche\npas ses pages sur l’Avarice, l’Envie, la Passion du\nMalheur, l’Homme Médiocre « ce chef d’œuvre\nde colère sereine et meurtrière » d’être merveilleuses\nde pénétration.\n   L ’opinion de M. Aguettant diffère un peu de celle\n\n\n\n\n254\n"}, {"page_pdf": 278, "page_imprimee": 255, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2102, "texte": " de M. Mithouard (1) qui voit entre Pascal et Hello\nune parenté des plus étroites. Il me paraît que\n M. Aguettant a raison. Pascal en effet est surtout\nun esprit critique alors qu’Hello est avant tout un\nlyrique ; cet esprit critique cause l’incertitude même\n de Pascal. Hello qui est une sorte de prophète ne\nsonge même pas à vérifier par sa raison ses visions\nd’intuitif ; il est uniquement lyrique et il chante\nmême quand il châtie. Si l’œuvre des deux est frag­\nmentaire ainsi que le remarque M. Mithouard, elle\nne l’est même pas de la même façon : les Pensées\nde Pascal sont faites des profondes méditations,\ndes observations d’un homme qui touche à la vérité\net la veut consolider avec sa raison ; chacune d’elles\nest merveilleuse par la coordination des idées ;\nquelques-unes en sont même sèches comme des\nthéorèmes ; mais ces pensées ne sauraient être\ncoordonnées entr’elles puisque Pascal cherchait\nencore tandis qu’il les écrivait. Chez Hello, ce\nmanque de coordination existe dans la façon même\ndont il exprime sa pensée. Hello a vu la vérité ; il\nl’a vue de façon si éclatante que sa raison s’en est\ntue, mais le champ de cette vérité, il le parcourt\npar bonds ; le penseur et le lyrique ne s’harmonisent\npas toujours ; quelquefois l’un semble gêner l’autre;\nsi ses pensées manquent ainsi de liaison comme son\nstyle, c’est qu’un peu de la logique de Pascal lui\nfait défaut et en même temps le sens de la logique\ndes belles formes qu’a tout artiste.\n   Hello est un être de joie supérieure, « sa morale\nest expansive », aussi ne laisse-t-il jamais son lecteur\nsous une impression décourageante pour l’espèce\nhumaine : ainsi à l’homme médiocre, il oppose\nl’homme de génie, comme il oppose la crainte à la\npeur, la contrition et les larmes saintes au goût\npervers du malheur.\n   « L ’homme de génie, dit Hello, a pour adversaire\nl’homme de talent, pour ennemi l’homme d’esprit,\n\n\n (1) V o ir l’étu de de M . M ithouard : Un Pascalien : Ernest\nHello, p aru e dans le n° d e F é v r ie r 1897 du Spectateur Catholique.\n\n\n\n\n                                                                    255\n"}, {"page_pdf": 279, "page_imprimee": 256, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2087, "texte": "pour ennemi mortel l’homme médiocre. » M. Aguet­\ntant ajoute : « Ainsi l’antithèse est complète, l’un est\nune sorte d’automate satisfait qui a la formule pour\nidéal et pour salaire la réputation, l’autre est un\nhomme de désir voué d’avance à toutes les douleurs\net qui partout substituera la vie à la règle, c’est le\nprédestiné de la gloire — son organe est l’intuition —\ndont l’homme de talent est entièrement dénué. L e\ngénie n’a rien de commun avec une aptitude spéciale,\nmais il se reconnaît à sa conception supérieure de\nl’unité, il n’est à vrai dire que la plus haute forme de\nla simplicité humaine ».\n   Mais comme il le dit plus loin : « Plus haut\nencore que le génie rayonne la sainteté », et\nHello a vu dans l’homme médiocre l’ennemi des\nhommes de génie et des saints ; à propos de ces\nsaints que le monde se figure étrangers à l’humanité,\nil a écrit un beau livre les Physionomies des Saints,\noù il les montre « divers par la variété des dons\nhumains, pareils par l’action commune de la grâce\ndivine ».\n    Quant à ses conceptions sur l’Art, M. Aguettant\nleur reproche de ne laisser place que pour l’art\nsymbolique et par là Hello semble entendre : « la\ntraduction d’idées et d’idées philosophiques dans le\nlangage des formes », ce qui supprime de purs chefs-\n d’œuvre d’art littéraire et devient inadmissible pour\nles arts plastiques. Il dénie d’ailleurs avec raison à\n Hello le sens de la forme : son style même avec ses\n envolées côtoyant des inégalités en témoigne. Hello\nn’est pas non plus un critique car il lui manque l’es­\nprit d’analyse, il se fie trop à son intuition ; Hello,\n nous dit encore M. Aguettant, est incomplètement\n renseigné sur l’antiquité grecque et sur la littérature\nlatine, mais certains de ses jugements sur la littérature\n française sont intéressants, notamment sur Pascal,\n la Fontaine à qui il refuse le titre de penseur, sur\n Molière dont il a montré un des premiers « les\n lacunes et l’anti-christianisme radical », enfin sur le\n romantisme. Pour ce qui est de la science, Hello la\n vit surtout en poète et les savants ne sauraient y\n\n\n\n\n256\n"}, {"page_pdf": 280, "page_imprimee": 257, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1842, "texte": " trouver leur compte, mais deux ou trois de ses idées\n sont intéressantes notamment « le caractère pro-\n méthéen et maudit qu’avait la science aux yeux des\n anciens ».\n    Quant à son style, il est avant tout style de poète\n par l’expression merveilleusse des images, mais il\nmanque de liaison car Hello procède par intuitions\njuxtaposées, par contre : « Hello avait reçu le don\n indéfinissable de faire passer dans les mots la vibra­\ntion de l’âme ».\n    E t en terminant, M. Aguettant écrit : « T el que\nnous l’avons vu, puissant et gauche, étroit et profond,\n ignorant des sciences humaines et révélateur de\n l’âme, Hello laisse l’impression d’un esprit très\n original et vigoureux qui ne fut ni étendu, ni souple :\ngénie incomplet à qui manque le talent. Génie tou­\ntefois, si un don d’intuition voisin du prophétisme\nsuffit pour mériter ce grand nom. Faute de facultés\ndéductives qui l’eussent équilibré, faute aussi d’une\n culture moins inégale, il déconcerte l’imagination\npar d’étranges défaillances. Sa pensée eut toujours\nquelque chose de fragmentaire et qui évoque invin­\nciblement l’image d’un miroir brisé. Mais la matière\nen fut noble, et le cristal plus qu’aucun autre lucide\net pur ; et les débris en restent assez larges pour que\nles hommes penchés sur eux, y puissent encore\nmirer leur stature entière, et voir passer par instants,\nplus lointaine que le reflet de l’âme et que la figure\ndes cieux, l’ombre sans forme d’une grande Pré­\nsence mystérieuse ».\n    Telles sont les grandes lignes de cette belle étude\nque tous les admirateurs d’Ernest Hello devront\nposséder ; en même temps qu’ils apprendront par\nelle à mieux connaître le grand Hello, ils aimeront\nlire l’écrivain de belle race qu’est M. Aguettant.\n\n                       G eorges    L e   Cardonnel.\n\n\n\n\n                                                    257\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-021", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 258, "page_fin": 259, "titre_corps": "En mémoire de Paul Verlaine…", "titre_sommaire": "En mémoire de Paul Verlaine", "rubrique": "", "signature_source": "Rachilde.", "ancre_debut": "En m émoire de Paul V erlaine... (1) ... Ce fut Cazals qui me pré", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 281, "page_imprimee": 258, "debut_caractere": 3, "fin_caractere_exclue": 1643, "texte": "En m émoire de\n          Paul V erlaine... (1)\n   ... Ce fut Cazals qui me présenta Paul Verlaine\npour la première fois. Un Verlaine douloureux,\nboitant en archange foudroyé, et fait comme un\nvoleur.\n   Cazals et moi nous gardons dans l’ombre de nos\nâmes la vision de ce Verlaine. Ni lui ni moi ne\npouvons l’oublier.\n   Nous le préférons au Verlaine officiel, créé,\ndepuis, par les braves gens scrupuleux.\n   Nous le préférons avec sérénité, sans nous occu­\nper des médisances.\n   E t c’est à la tombe de celui-ci que nous portons\ndes fleurs....\n   Je vois encore le petit Cazals de jadis arrivant\nchez moi, rue des Ecoles :\n   — « Monsieur Verlaine est en bas, dans un fiacre,\nsa propriétaire l’a mis à la porte et... il souffre de\nsa jambe !... »\n   Qu’on s’imagine un lecteur de Sagesse et des Fêtes\ngalantes glissant de l’apothéose des rimes à un fait-\ndivers du Petit Journal !\n   On a rêvé, en le silence vertigineux de la lecture,\nde quelque empereur d’Orient... et l’on voit s’avan­\ncer un homme ayant la tournure d’un ouvrier triste !\n   ... E t cependant, de tout bousculer pour le mieux\nrecevoir, de ranger les meubles, de tirer les tapis,\nde sortir de l’armoire les draps brodés, de répandre\ndes parfums, d’enfermer vivement l’effronterie du\nchien et du chat qui veulent sauter autour de l’illustre\nvisiteur ; enfin, tout l’émoi, tout l’effroi ...\n   ... et toute la pitié !\n  Verlaine lève les yeux :\n— « Vous permettez ma pipe, Rachilde ? »\n\n   (1) C e s m ots serviro n t de p réfa ce à un liv re futur de M .\nF . A . C a za ls : L e Jardin des Ronces (en souscription à la B ib lio ­\nthèque de la P lu m e, P aris).\n\n\n\n\n258\n"}, {"page_pdf": 282, "page_imprimee": 259, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2067, "texte": " Mais ce regard aigu, terrible, noir, est celui d’un\n roi : Celui-là est chez lui partout.\n    Cazals rit, bon gamin, serviable, étourdi, moqueur,\nun peu fou, ne voyant pas plus loin que le bout de\nson nez en l’air !\n    Ah ! comme il eut raison de me choisir, moi\ninconnue femme de lettres, parmi tant d’autres vrais\nartistes qui se fussent, je pense, disputé l’honneur\n de recevoir le grand homme !\n « Seigneur ! je ne suis pas digne de vous voir entrer\n    dans ma maison, mais dites seulement une parole et\n    mon âme sera guérie ! »\n    L a noble étourderie de Cazals courant au plus\nproche de ses camarades (lequel se trouvait, par\n hasard, être une demoiselle) pour lui confier Ver­\nlaine, a déterminé un peu de lumière en moi.\n    Verlaine m’a raconté son histoire, durant ces\njournées de repos et ce n’est pas tout à fait celle\n que l’on raconte.\n    Il m’a enlevé de ridicules préjugés bourgeois.\n    Mon âme fut guérie de désirer de vaines gloires\nterrestres, toute vraie gloire ne pouvant se signifier\n qu’à être soi-même, sans hypocrisie.\n    Voilà pourquoi, petit F . A. C. de jadis, aux yeux\nmalicieux, au nez en l’air, grave Cazals d’aujour­\n d’hui au crayon soucieux et au monocle important,\nj ’ai consenti, moi qui n’aime guère les dessinateurs\net qui déteste les chansonniers, à... bêcher un peu\nd’avance votre Jardin des Ronces.\n    Il est planté sur une tombe, votre jardin, mais les\nherbes folles et la mauvaise mine des timides roses\npâles de sa mélancolie n’empêchent pas son rameau\nde laurier.\n    Conserver pieusement, courageusement, le sou­\nvenir des grands poètes ; savoir qui sont les justes,\nmalgré les injustices de leur sort, qui sont les bons,\nmalgré les apparentes méchancetés de leur gestes,\nvaut mieux que beaucoup de gloire personnelle.\n    Et je souhaite que, vous et moi, nous ne passions\nà la postérité que pour avoir fidèlement gravé le\nsouvenir d’un homme de génie, vous sur le papier,\nmoi dans mon cœur.\n    Paris, 5 mars 1 8 9 8 .               R a c h ild e .\n\n\n\n                                                     259\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-022", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 260, "page_fin": 262, "titre_corps": "Le Mendiant ingrat", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "Em. Haëe.", "ancre_debut": "Le M endiant ingrat (*) Ici sont les paroles d’un", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 283, "page_imprimee": 260, "debut_caractere": 8, "fin_caractere_exclue": 1769, "texte": "Le M endiant ingrat (*)\n    Ici sont les paroles d’un Prince de la souffrance,\n potentat admirable de la divine misère, et — pour\n votre vengeance, les pauvres — annonciateur\n authentique des proches et inéluctables renouvelle­\n ments.\n    Or par delà toute littérature, voici de la chair et\n du sang, de la vie quotidiennement suppliciée, et —\n comme s’il ne suffisait pas, en la montée du plus\n abandonné des calvaires, douleur sans larmes, deux\n petits enfants morts... puis la Nuit obscure et\n comme issu d’un office de ténèbres, ce livre ineffa­\n blement m i s é r i c o r d i e u x .\n   Car à côté du Lion rugissant qu’est Léon Bloy,\n et que nul n’a pu méconnaître, il y a Celui qu’on\n n’a pas dit, l’homme infiniment pitoyable, tout de\n douceur et de pardon, à ceux des peines, à ceux\n des croix, déshérités ou calomniés de l’injuste vie,\n et pour mon étonnement, la voici bien alors cette\nlégende — (en laquelle d’aucun continuent à se\n complaire) — de Marchenoir uniquement prophète\n ou pamphlétaire, allant ses chemins l’injure à la\nbouche et prédicateur d’un évangile de sarcasmes.\n   Ah ! que ceux-là d’incompréhension ou d’ironie,\nqui doutent du tout amour épandu dans l’œuvre de\nLéon Bloy, ouvrent le livre, ou mieux comme il\nconviendrait, tous les livres de ce Père des lettres\nfrançaises ; et dites, vous tous qui croyez avoir\npeiné, que fut donc votre souffrance à côté du quo­\ntidien martyre de cet homme et de l’admirable com­\npagne de sa vie, jardinant l’existence en le plus\nraffiné des parterres de supplice.\n   Écoutez ! voici des jours, voici des heures, et\nc’est le « mendiant ingrat » qui parle, et c’est\ncomme si Quohéleth lui-même s’essorait :\n\n  (*) Léon Bloy : L e M e n d i a n t I n g r a t (B ru x elles : E . D em an).\n\n\n\n\n260\n"}, {"page_pdf": 284, "page_imprimee": 261, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1949, "texte": "    « Aujourd’hui, Journée noire. Je n’ai plus de\n » force. Je croule physiquement et intellectuelle­\n    ment. S ’il me faut continuer cette existence de\n    damné, je meurs. »\n           « Rappelez-vous, Seigneur, que j ’ai eu pitié\n » de vous.... Pourquoi ces abominables peines\n » sans issue ? Pourquoi, surtout, ces déceptions\n » infernales et le dérisoire privilège de la Parole à\n » un homme de bonne volonté et qui n’a pas le\n » moyen de se faire entendre ? C ’est la même lamen­\n    tation depuis dix ans et la même surdité divine.\n » Mais mon courage s’épuise.... »\n    E t les jours se suivent, les amis s’en vont, en son\n enfantement l’œuvre, elle-même, est atteinte, lisez\n voici encore :\n    « Je crève tellement que le Salut par les Juifs est\n   interrompu depuis dix jours ».\n    Puis et toujours s’accroissant les peines :\n   « Il nous reste 20 francs pour attendre le juge ­\n    ment dernier. »\n   Or passez le temps, coulez les mois, voici des\nannées, longues comme une éternité, désolées ainsi\n qu’une mer sans rivages et dans les trois dimensions\nla désespérance sublimée selon le noir, l’abîme et la\n mort.\n   Ecoutez encore :\n   « Pâques. J’ai froid jusqu’au centre de l’âme et\n» je suis aussi près que possible du désespoir. Tel\n» est sur moi l’effet de cette grande fête       Impos­\n   sible de cacher ma détresse, qui s’exprime à\n» peu près ainsi : — Je ne parviens pas à sentir la\n» joie de la Résurrection, parce que la Résurrec ­\n   tion, pour moi n’arrive jamais. Je vois toujours\n» Jésus en agonie, Jésus en Croix, et je ne peux le\n» voir autrement. »\n   Et alors la douleur infinie, la nuit absolue, le toit\nlui-même visité du Malin refusant son abri, et la\nmort victorieuse et ceci d’épouvantable agonie :\n   « ...L a roue de plusieurs semaines, aussi pesantes\n» que les charriots des Prophètes, m’a broyé le\n» cœur. Ma femme bien-aimée ne mourra pas, il\n\n\n\n\n                                                    261\n"}, {"page_pdf": 285, "page_imprimee": 262, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1184, "texte": " » est vrai. L a coupe des tourments est trop pleine\n » encore, et qui m’aiderait à la boire ? Mais il y a\n » quelque part, une petite tombe de plus, et il nous\n » faut entendre, parfois, au milieu des cris inhu­\n   mains de la populace qui nous environne, cette\n » plaintive et déchirante mélopée de notre innocente\n » Véronique, le dernier enfant qui nous reste :\n     Mon petit frère André est mort.\n     Mon petit frère Pierre est mort.\n     Ma petite Maman est morte.\n     Mon petit Papa est mort.\n     Il n’y a plus de jardin.\n     Il n’y a plus de maison.\n     La petite fille est toute seule dans la rue. »\n   Dites, est-ce assez ? et n’est-ce pas ici que l’on\nsouhaiterait voir s’éplorer les pierres, puisqu’aux\nyeux des hommes les larmes semblent désormais\ntrop lentes à venir !\n   Quant à moi, très humble, mais d’admiration\ntotale pour le calvaire de cette vie, jamais substitu­\ntion ne m’a paru plus clairement affirmée ; car il est\névident que l’on ne connaît pas jusqu’où Léon Bloy\nexpie, assume et rachète les crimes et le déshonneur\nd’un monde auquel il a pu dire « vous ne savez pas\ntout ce que je suis ».\n                                       E m . H aëe.\n\n\n\n\n262\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-023", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 263, "page_fin": 270, "titre_corps": "Max Elskamp et la poésie de Flandre", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "Victor Kinon.", "ancre_debut": "Max Elskam p et la poésie de Flandre (1) Une ville, au bord de la m", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 286, "page_imprimee": 263, "debut_caractere": 2, "fin_caractere_exclue": 1774, "texte": "Max Elskam p et la poésie\n                  de Flandre (1)\n   Une ville, au bord de la mer, où l’on vit entre\nfrères et sœurs naïvement et bonnement, une ville\npieuse et joyeuse, avec beaucoup d’enfants, où les\nmadones sourient aux coins des rues, où le cœur\nest ému d’une cloche qui tinte, l’œil amusé d’une\nmouette sur l’eau ou d’un petit navire ou d’un mou­\nlin qui tourne à l’horizon, — voilà les choses fort\nsimples dont le charme, subitement révélé, fleure\nfrais dans l’œuvre délicate de M. Max Elskamp.\n   L e poète a dit sa chanson avec une candeur par­\nfaite :\n              J'ai descendu jusqu’à la Bonté\n              Le fleuve de ma naïveté.\n\n   Et, de prime-abord, rien n’est plus déconcertant.\nL e poète, véritablement sincère, qui s’applique à\nnoter ses émotions avec une scrupuleuse exacti­\ntude, en arrive presque toujours à effaroucher nos\noreilles par la personnalité de son accent. L a paresse\nd’esprit et la routine, si familières à l’homme, pren­\nnent ombrage de ce qui échappe à leur despotisme,\ncherchent d’instinct et réclament impérieusement\nun poncif. Après le grand poncif classique, nous\navons eu successivement les petits poncifs roman­\ntique, parnassien et même symboliste. Pourtant, on\nne conçoit pas que l’artiste puisse être sincère, sans\nêtre du même coup original. Comme il n’y a pas\ndeux visages parfaitement identiques, on n’imagine\npas deux âmes moulées en émotions exactement\n\n  (1) L a Louange de la Vie (com prenant les p oèm es antérieu rs :\nDominical, 1892 ; Salutations dont d’Angéliques, 1893 ; E n symbole\nvers l’apostolat, 1895 ; S ix chansons de pauvre homme, 1895) (P aris :\nM ercu re de F ra n ce.)\n  Enluminures (B ru xelles : L a co m b le z.)\n\n\n\n\n18                                                                 263\n"}, {"page_pdf": 287, "page_imprimee": 264, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1892, "texte": "parallèles sur le monde idéal et ses concepts, sur\nle monde extérieur et ses symboles.\n   E t ainsi, celui-là est un simple faiseur qui cherche\nà s’assimiler les impressions du voisin, pour les\ntraduire, tant bien que mal, dans une forme mendiée.\n  Chez Max Elskamp tout est neuf. Nul que je\nsache, parmi les poètes de ce temps, ne s’est taillé\nune langue aussi strictement et indéniablement per­\nsonnelle, nul n’a manié un système de rythmes\naussi complet, varié et homogène. Les strophes\nsont frêles, puériles, soufflées comme des bulles de\nsavon ; elles tremblotent légèrement dans l’air,\nprenez garde ! mais voici qu’on y voit le ciel bleu\ndu mois de mai, couleur du manteau de la Vierge\nMarie, puis les « paysages en rond », puis aussi\n« Flandre et la mer entre les branches », la mer où\nc’est « kermesse de bateaux » ; et enfin les frisson­\nnantes bulles ont capté dans leurs parois diaphanes\nce qui danse dans l’air d’un dimanche matin,\nécoutez :\n\n            E t par la ville, les enfants\n            Chanteurs de paysages blancs\n\n            Font les oiseaux et s’inquiètent\n            Que si matin il fasse fête...\n\n   A vrai dire, il est plus aisé d’affirmer le charme\nparticulier de la langue d’Elskamp que d’en mettre\nà nu les procédés syntaxiques. Il saute aux yeux\nque le poète use fréquemment et abuse même, au\ndébut de ses strophes, de certaines conjonctions\nnaïves (et, or, car, mais, etc.), bien faites pour\ntraduire les impressions fraîches d’une âme enfantine\nqui, à tout propos, admire et s’étonne- Mais ce\nprocédé est loin de lui être exclusivement propre.\nOn discerne encore l’affection du poète pour cer­\ntaines liaisons de mots ou vocables synthétiques,\np. ex. les « robes de laissez-toute-espérance », les\n« vieilles gens de toux-et-misère ». On sent aussi que\nle cachet spécial de l’œuvre est dû, en partie, à la\nmultiplication des tournures elliptiques.\n\n\n\n\n264\n"}, {"page_pdf": 288, "page_imprimee": 265, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1711, "texte": "   Mais, en somme, les procédés expressifs de Max\nElskamp relèvent moins de la littérature que de la\nminiature et de la musique. Il nous communique\nson émotion, non point directement à travers les\ntrompettes phraséologiques, mais indirectement par\nde successives évocations de petites images, coupées\nde frêles musiques et de ritournelles délicieusement\nchantonnées.\n   Du miniaturiste Max Elskamp a le regard précis\net sûr. Un trait, deux mots, lui suffisent pour rendre\nle profil saillant d’un objet, l’apparence caracté­\nristique d’un paysage :\n         Or c'en est fini des semaines\n         où, dans l’eau, mains rouges, l’on peine ;\n\n         E t c’est matin villes en bleu,\n         villes en blanc, villes en Dieu,\n         avec les clochers au milieu.\n\n         C’est fête, à bras nus,\n         cuisez boulangers,\n         et, papegai chu,\n         riez, les archers.\n   Imagerie d’Epinal, dira-t-on. Soit, et c’est en\neffet grande merveille de nous émouvoir avec si\npeu de chose.\n   Il y a aussi dans Max Elskamp un ménétrier du\nbon vieux temps :\n       Un pauvre homme est entré chez moi\n       Pour des chansons qu’il venait vendre,\n       Comme Pâques chantait en Flandre\n       E t mille oiseaux doux à entendre,\n       Un pauvre homme est entré chez moi.\n   Elskamp ressemble beaucoup à ce violoneux de\nvillage dont l’archet tantôt souligne le commentaire\nillustré, tantôt racle l’archaïque refrain de la com­\nplainte. Citons à titre d’exemple la finale de l’admi­\nrable chanson de kermesse « En rond les maisons » :\n                 puis joie tout en rond\n                 des toits, des bâtisses,\n                 avec le printemps\n\n\n\n\n                                                      265\n"}, {"page_pdf": 289, "page_imprimee": 266, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1970, "texte": "                 ouvrez vos comices :\n\n                 le joueur d’orgue est arrivé.\n    Si les petits vers de la strophe évoquent nettement\n l’aspect de la place, endimanchée et printanière\n il faut convenir que l’octosyllabique sans rime\n isolé à la fin de la pièce suggère merveilleusement\n les soudaines flûtes allègres de l’orgue de Barbarie.\n    Ce souci des euphonies musicales n’est peut-être\n pas étranger aux obscurités où Max Elskamp\n enchevêtre parfois ses poèmes et qui ne laissent\n pas que d’être fort déplaisantes. Dans les Enlumi­\n nures la langue s’est clarifiée sensiblement ; mais\n les premières œuvres, notamment le Dominical et\n les Salutations, renferment trop de flaques nébu­\n leuses, d’autant plus regrettables que les miniatures\nvert émeraude et bleu saphir réclamaient un fond\n d’or plus éclatant. On ne saurait en disconvenir,\nmalgré sa parfaite naïveté, Max Elskamp, comme\n cet autre grand candide que fut Paul Verlaine, cède\ntrop volontiers au péché des imaginations déca­\n dentes, qui est de n’énoncer l’idée que par un mode\nretors et compliqué, de ne communiquer la sensa­\ntion, en sa plénitude, qu’après lui avoir fait décrire\n dans les nerfs de curieuses courbes préliminaires,\n au risque même de la dénaturer ou de la supprimer.\n    D ’ailleurs, à l’heure actuelle, je ne sais aucun\nvéritable poète absolument guéri de cet étrange\nbesoin des nerfs, attribuable sans doute à quatre\nsiècles de paganisme charnel et aux procédés\nsurexcitants de la vie moderne. Les idéologues\nmême souffrent de cette maladie. Déjà Joseph\nde Maistre et, plus près de nous, Ernest Hello\n— les plus hauts penseurs du siècle — succom­\nbaient à la cérébrale sensualité de présenter la\nVérité en toilette paradoxale.\n   Au surplus, chez Max Elskamp, les pires incohé­\nrences sont d’un mauvais goût naïf et presque\namusant. Il baragouine à la façon des chansons de\nterroir :\n                  En rond les maisons,\n                  comme pour danser...\n\n\n\n\n266\n"}, {"page_pdf": 290, "page_imprimee": 267, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1837, "texte": "   Il me revient une vieille ronde à danser du folklore\nflamand où dès le second vers aussi, le tour entre\nen danse (1 ) ce qui révèle absolument la même\ntournure d’imagination enfantinement joyeuse.\n   J’ajoute que, pour avoir la compréhension adé­\nquate de l’œuvre d’Elskamp, il faut avoir vécu en\nFlandre, je dirais même, plus précisément, à Anvers.\nLes allusions aux coutumes locales y foisonnent en\neffet. Je cite au hasard :\n\n         Mais alors dansent aux ruelles\n         les enfants autour des bougies.\n\n         E t connais-tu la ritournelle\n         qui fait rues pleines et gens saoûls,\n         en Flandre toute aux hirondelles,\n         quand les géants sortent, en août ?\n  Cette dernière strophe vise les sorties périodiques\ndes gigantesques poupées de nos ommegangs.\n  Parfois le poète emprunte ses plus curieuses\nimaginations directement à la bouche populaire :\n                     E t violon\n                     baissé d’un ton,\n               c’est le soleil avec la pluie,\n               emménageant la diablerie\n                     d’une kermesse\n                     sans cloche ou messe.\n\n   Cette strophe qui paraît, de prime-abord, de la\nplus gratuite bizarrerie, n’est cependant que la para­\nphrase d’un dicton flamand fort connu. Lorsqu’un\nrayon de soleil coïncide avec la pluie — principale­\nment lors des giboulées de Mars — on dit, en\nFlandre : « c’est kermesse en enfer », ou encore :\n« le diable est pendu par la queue ».\n   Ici nous touchons à ce qui constitue le plus haut\net le plus pur mérite de Max Elskamp. Cet habile\nmanieur de rythmes, cet imagier charmant, cet\nagréable diseur de chansons est aussi, dans le sens\nle plus élevé du mot, un poète.\n\n (1)       S in t-N ik laa s k a p e lle k e n ,\n           D e toren danste m e ê...\n\n\n\n\n                                                   267\n"}, {"page_pdf": 291, "page_imprimee": 268, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2057, "texte": "    L e poète est, simplement, un homme plus cons­\ncient que les autres. Les sentiments, les aspirations,\nles impressions qui flottent un peu confusément\ndans l’âme embryonnaire de la foule surgissent avec\nplus d’intensité et arrivent à l’état conscient dans\nl’organisme vibrant et délicat du poète. L e poète\nainsi représente un peu d’humanité consciente, et\nl’on voit de suite l’incomparable influence sociale\nqui lui sera dévolue, s’il comprend sa mission, puis­\nqu’il lui est loisible, par la magie de son verbe, de\nmettre la clarté dans l’âme des foules, de fortifier\nconséquemment le génie et les énergies de sa race.\n    Or, Max Elskamp, — le seul, à mon avis, — se\ntrouve véritablement en communion avec l’âme\nflamande.\n    Certes, la terre de Flandre, en ces derniers\ntemps, a enfanté des générations glorieuses, des\nfils qui l’ont dignement et noblement célébrée.\nM. Rodenbach a chanté le charme brumeux de ses\nvilles mortes, M. Demolder a précisé les molles\nlignes de ses paysages maritimes, M. Eekhoud a\n dit l’indomptable énergie de ses rustres et M. Ver ­\n haeren les saines carnations de ses filles.\n    Mais aucun d’eux ne s’est fait l’écho des véritables\n et intimes aspirations de la race.\n    L e peuple flamand se trouve de nos jours étran­\n gement calomnié ; on se le représente volontiers\n comme un peuple grossier, rivé aux appétits maté­\nriels, avide de joies bruyantes et violentes, de\n kermesses sauvages dont les réjouissances consistent\n en rixes à coups de couteau, bals en rut, viols\n bestiaux, puissantes mangeailles à ventre débou­\n tonné et beuveries à pleins brocs. Il ne faut point\n que cette légende s’accrédite, pour le seul motif\n que notre X V IIe siècle a produit une école de pein­\n tres assez bassement réalistes. Car en argumentant\n pareillement de l’idéale pureté de nos primitifs,\n quelqu’un pourrait bien un jour nous dépeindre\n comme un peuple de contemplatifs, aux lents\n gestes harmonieux.\n    Certes, en général, le Flamand a les dehors rudes,\n l’allure peu souple, la bouche rebelle aux mièvreries\n\n\n\n\n268\n"}, {"page_pdf": 292, "page_imprimee": 269, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2012, "texte": "des politesses cérémonieuses ; certes aussi les\nappétits sensuels ne lui font pas défaut, il ne les\ncache point d’ailleurs, n’y voyant aucunement\nmatière à rougir, et les satisfait, dans les limites de\nl’honnêteté, franchement et joyeusement. Mais, en\nsomme, il y a de la gravité et de la réflexion dans\nses yeux ; rarement il s’éparpille en paroles oiseuses ;\nil est religieux d’instinct, et son premier souci\ndemeure, quoiqu’on prétende, celui de la vie inté­\nrieure. Croyez que le Flamand mangera de fort\nmauvais appétit s’il n’a pas la conscience tranquille.\n    On a tort d’ailleurs de n’envisager ce peuple qu’au\ncabaret. Pour apprendre vraiment à le connaître, il\nfaut le suivre dans ses foyers, autour des lampes\nfamiliales, et dans ses chapelles d’encens et dans\nses pèlerinages de verdure. Si l’on veut bien faire\nabstraction des vilains gestes et des paroles déplo­\nrables que lui apprirent les agents électoraux, si l’on\nveut passer aussi sur les ignobles grimaces aux­\n quelles le problème économique contraint, ici comme\n ailleurs, on trouvera un peuple foncièrement bon,\n simple, pieux, doué d’un admirable bon sens,\n heureux de peu de chose, candide dans la joie,\n patient dans l’adversité, et dont l’âme recèle des\n trésors de la plus aimable et douce mysticité.\n    C’est bien là le peuple qui évolue dans les poèmes\n de Max Elskamp. Nous reconnaissons ces braves\n gens, ingénument heureux « dans la ville qu’endi­\n manchent les drapeaux des consulats », puis groupés\n en cercle de famille « les enfants auprès des grandes\n personnes ». Ne les - aurions-nous parfois rencon­\n trées, ces femmes trop modestes, dont le poète dit,\n délicieusement :\n\n          E t dans les rues et les ruelles\n          Où sonnent fraîches les chapelles,\n\n          Les femmes, en robes nouvelles,\n          S’éplorent de se trouver belles.\n\n  E t où donc, sinon en Flandre, commencera-t-on\nune déclaration d'amour par ces mots, troublants\nde naïveté :\n\n\n\n\n                                                     269\n"}, {"page_pdf": 293, "page_imprimee": 270, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1763, "texte": "      Or, puisqu’ils l’ont dit les grands parents,\n      Que mon bonheur est avec vous...\n  Max Elskamp se fait, avec prédilection, le chantre\ndes simples joies :\n          Et, Marie, regardez vos villes\n          Heureuses comme des enfants.\n   Il prêche de préférence les « articles de foi les\nplus doux», il recommande les « paix naïves d’évan­\ngile » et de vivre en grâce avec Dieu, en amitié\navec les hommes, en familiarité avec les bêtes et\nles choses.\n   Mais il sait la souffrance aussi, celle des humbles\nsurtout, et il sait la dire :\n           Or, ma bonté, prenez vos ailes\n           Les plus douces et de merci ;\n           Car la souffrance la voici\n           Naïvement et solennelle :\n           La bouche afaim, la bouche crie,\n           Et ce n’est plus mon ciel promis\n           Mais bien du pain de paradis ;\n           Car ma bonté voici la vie.\n           Or, dans ma coupe c’est la lie,\n           La bouche a bu aux établis,\n           Malgré mes pauvres mots d’oubli,\n           La bouche a bu, mais c’est la vie.\n\n           Avec les heureux, les honnis,\n           Montrant main blanche ou main de peine,\n           En le dimanche ou la semaine,\n           Selon le temps qui s’accomplit.\n           Et, ma bonté, c’est bien ici\n           A lors votre heure et sans pareille,\n           De rouvrir grandes vos corbeilles ;\n           Car la souffrance la voici.\n  Ainsi, personnel par la forme, et grand artiste,\nMax Elskamp n’en demeure pas moins intimement\nhumain par le fond, et poète. E t quelle plus belle\ngloire que d’être — en même temps que le parfait\nouvrier des imageries verbales — un microcosme\nd’humanité et la synthèse des aspirations d’une race ?\n                                      V ic t o r   K in o n .\n\n\n\n\n270\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-024", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 271, "page_fin": 285, "titre_corps": "Velazquez peintre religieux", "titre_sommaire": "Velazquez peintre religieux", "rubrique": "", "signature_source": "William Ritter.", "ancre_debut": "Velazquez peintre religieux d ’après M. A u r e l i a n o d e B e", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 294, "page_imprimee": 271, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2431, "texte": "Velazquez peintre religieux\n   d ’après M. A u r e l i a n o d e B e r u e t e (*)\n\n   Il faut avoir lu le livre, magistral au point de vue\ncritique d’art, d’une telle modestie sereine, d’une\nforce si tranquille, très hardi sans blesser jamais\npersonne, abattant beaucoup plus de besogne qu’il\nn’en a l’air faute de jamais se targuer de ses décou­\nvertes, de telle sorte qu’un profane pourrait fort bien\nne pas même se douter qu’il s’y agit de découvertes,\nmais aussi livre si nu, si aride, si sec de contours,\nsi simple de lignes — une géologie sans faune et sans\nflore — que vient de publier M . Aureliano de Beruete ;\nil faut l’avoir lu entier en une fois pour comprendre\nle genre de petite secousse qui vous ébranle lorsqu’on\narrive à ceci et qu’on y arrive après deux cents\npages de discussions d’attributions et de dates,\nd’érudition purement « louvresque », — car cette\noeuvre née en espagnol à l’ombre du Prado semble­\nrait presque écrite en français par quelqu’un des\nsavants qui se partagent l’administration des Musées\nnationaux tant elle prend un caractère impersonnel\net en quelque sorte officiel.\n\n  « L a m ort de V e la z q u e z survin t qu a ra n te jo u rs a p rès le\n» reto u r du M aître (d’Irun et de l ’île des F aisa n s) à M adrid.\n» P a lo m in o ra co n te qu e le 3 1 Juillet, ap rès a vo ir tra v a illé a v e c\n» le roi, V e la z q u e z se sen tit fatigu é et fiév re u x et se v it o b ligé\n» de ren trer ch e z lu i p a r la g a le rie qui m en ait à ses a p p a rte­\n  m ents. I l se p la ig n a it de v io len tes dou leu rs à l ’esto m ac et au\n» cœ u r. L e m a lad e fu t d’ab ord soign é p a r le d o cteu r V ic e n c io\n» M o les, m éd ecin des em p lo y és du p ala is, puis p a r deu x\n» m éd ecin s de la ch am bre, don M igu el de A l v a et don P e d ro\n» de C h a v a rri, qui lu i furen t en v o y é s p ar le roi, et qui con scien ts\n» de la g ra v ité du m al, diagn o stiq u èren t un com m en cem en t\n» de « fiè v re tie rce s y n co p a le subtile ». L ’a rch e v ê q u e de T y r,\n» don A lfo n so P e r e z de G u zm an el B u e n o , a lla le v o ir p a r\n» ordre du ro i et lu i fit une lo n g u e h o m élie destin ée à sa\n» co n so lation sp irituelle. E n fin , le v e n d re d i 6 A o û t 1660, à\n\n  (*)   V elazquez     p a r Aureliano de Beruete (P aris : L a u re n s ,\néditeur).\n\n\n\n\n                                                                              271\n"}, {"page_pdf": 295, "page_imprimee": 272, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2190, "texte": "» deux h eu res du soir, ap rès a vo ir re çu les S a crem en ts de\n» l’É g lis e et désign é com m e exécu teu r testam en taire son ami\n» intim e, don G asp ard de F u e n sa lid a , il rendit son âme à Dieu, .\n» qui l’avait créé pour l’admiration de l'univers. I l était â g é de\n» soixan te et un an et deu x m ois ».\n\n   E t voilà où je retrouve le Prado... et toute\nl’Espagne, le coup de manteau rejeté sur l’épaule du\nhildalgo ! L e Louvre est trop proche de l’Hôtel-de-\nville et du café Voltaire pour la superbe castillane\nde cette profession de foi d’une sobriété et d’une\nnetteté presque lapidaires.\n                                      *\n                                  *       *\n\n\n   Que vaut Velazquez comme peintre chrétien ? Il\nserait peut-être sage d’avouer que n’en sait absolu­\nment rien qui n’a pas vu les originaux religieux,\ntous à Madrid sauf deux à Londres et un à Seville ;\net je suis ce qui ; Mais en revanche connais les plus\nbeaux Velasquez hors de Madrid, puis je sais que\nbeaucoup de critiques d’art très sérieux (et M. de\nBeruete lui-même quand il parle par exemple des\nVelazquez de la galerie de l’Ermitage) se contentent\nparfois de reproductions pour exprimer d’après elles\nun préavis. M. Yriarte par exemple me raconta\navoir opiné dans certains débats relatifs à des\nœuvres d’art exposées à Chicago ou à Philadephie,\nje ne me rapelle plus au juste, uniquement d’après\nphotographie ; je m’essayerai donc d’autant moins à\njouer le plus royaliste que le roi et mettrai d’autant\nmoins de scrupule à chercher une réponse à la\nquestion ci-dessus que d’abord j ’ai reçu une émotion\naussi profonde, — mais d’un autre ordre, — qu’à la\nlecture des lignes citées plus haut à la vue du Christ\nen croix tel qu’il est reproduit d’après Braun dans\nle livre de M. de Beruete, et que je me retrancherai\n à chaque fois derrière M. de Beruete ou M. Lefort,\nme contentant de conclure comme le ferait proba­\n blement tout autre lecteur catholique à ma place.\n    L a question en somme revient à celle du réalisme\n dans l’œuvre d’art religieuse. L a réponse me paraît\n aller de soi : s’il est évident, sur l’exemple du\n Trecento et du Quattrocento d’une part, d’autre\n\n\n\n\n272\n"}, {"page_pdf": 296, "page_imprimee": 273, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2256, "texte": " part des préraphaélites et malgré la Renaissance, que\nla peinture religieuse a tout à gagner en s’occupant\n fort peu et même pas du tout des vraisemblances\n chronologiques, géographiques, botaniques et même\n anatomiques et même perspectives, il me semble\nnon moins évident qu’un peintre très réaliste, disons\n le plus réaliste des peintres, peut devenir malgré son\nréalisme un peintre religieux si par exception il\nsurajoute à la réalité matérielle cette réalité idéale\nque ne voit ordinairement pas le réaliste puisqu’il\nne suffit pas des yeux du corps pour la voir... Je\ndirai même plus : le jour où il a atteint si haut que\nde la voir, ou seulement l’entrevoir, ou la rendre, le\nréaliste en question a fait un effort idéaliste plus\ngrand que celui qui consiste pour un idéaliste...\nj ’allais dire de profession, à l’être une fois de plus\nou à se surpasser lui-même. Je crois donc que le\npeintre des Buveurs et des nains de Philippe IV\ns’étant élevé au Christ en Croix, au Couronnement de\nla Vierge et aux Saints Ermites a eu un élan vers l’idéal\nplus intense que celui qui va par exemple de tel\n Burne-Jones à tel autre n’en différant que par une\nnuance en quelque sorte de degrés barométriques.\n    Pour ce qui est du Couronnement de la Vierge,\ntoile destinée à l’oratoire de la reine Marianne,\nnotons d’emblée ceci : il appert de toute évidence\nque Velazquez a bien entendu tenter un effort reli­\ngieux puisque, abandonnant sa fine gamme chroma­\ntique de nuances gris-perle il a fait pour la seule fois\nde sa vie oeuvre de coloriste proprement dit, revêtant\nses personnages divins de tout ce qu’il a pu trouver\nde couleur éclatante, la Sainte Vierge d’un manteau\nbleu et d’une tunique rouge, le Père et le Fils de\nmanteaux du même rouge et de robes violettes, ce\nqui n’est à tout peser pas trop contradictoire à la\nsymbolique des couleurs telle que prétend l’établir\nM. Huijsmans dans la Cathédrale, symbolique du\nreste très difficile, me semble-t-il, à contredire par un\npeintre car je la trouve par trop flottante puisqu’elle\nn’a en effet aucun point d’absolu et se compose, je\ncrois, d’autant d’exceptions que de régles si l’on veut\ns’en référer à des créateurs autres que le Fra Ange-\n\n\n\n\n                                                     273\n"}, {"page_pdf": 297, "page_imprimee": 274, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2204, "texte": "lico, Roger van der der Weijden et Quentin Metsijs.\nEnsuite comparons la Vierge de Velazquez à tous\nles portraitsfde femme que nous lui devons. Laissant\nde côté les petites infants, pauvres fleurettes scrofu ­\nleuses, petits bouquets cueillis et fanés le même\nmatin, nous ne trouvons guère que la soi-disante\ndona Juana Pacheco du Musée de Madrid plus ou\nmoins reconnaissable dans l’ange et même l’enfant\ndu Christ à la colonne (National Gallery), la reine\nMarianne d’Autriche, la reine Marguerite d’Autriche\net la reine Isabelle de Bourbon ; en outre la Vénus\nau miroir, académie de femme couchée, de dos, de\nla collection Morrit. L a Vierge du Couronnement est\n certainement aussi femme qu’il soit possible de l’être\nmais elle est plus grande dame qu’aucune des reines\n et déesses retracées de la main de Velazquez, c a r le\n Maître a bien entendu donner en cette reine céleste\ntout l’effort vers la gravité et la majesté dont son âme\n grave, pénétrée de majesté, vivant en la continuelle\n société de graves majestés* était capable. En outre,\n dit M. de Beruete : « rarement Velasquez a été\n mieux inspiré que dans les quatre têtes blondes à\n ailes sombres qui volent dans la partie inférieure de\n la toile. » Reportons-nous à la photogravure de\n Braun : il est de toute évidence qu’un souvenir de\n Rubens a passé là et que en même temps ce puisse\n être aussi beau que les angelots de la Madone de\n Saint Sixte dont le commerce fait un si déplorable\n abus. Quant au Père et au Fils qui ne s’élèvent\n  guère plus haut qu’à une ordinaire respectueuse\n  conception de Saint Jean (ou tout autre jeune Saint\n  à longs cheveux) et de Saint Jérôme, constatons-les\n royalement drapés. Mais voyez la main gauche du\n  Père retenant solidement le globe cristallin de\n l’univers contre son genou, on ne peut assez rendre\n  attentif à ce morceau ; à lui seul même, abstraction\n  faite de la Vierge et des angelots, il suffirait à\n  mettre un accent de sublimité dans l’un des tableaux\n  les plus somptueusement beaux dans l’humain que nous\n  sachions. A ce mot « humain » rapportez avant tout\n  l’extraordinaire enfant au ventre cambré qui soulève\n  d’un mouvement si vrai et si original la draperie et le\n\n\n\n\n 274\n"}, {"page_pdf": 298, "page_imprimee": 275, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2109, "texte": "nuage sous les pieds du Père Eternel : ici c’est non\nplus à Rubens, mais à Titien que s’apparente\nVelazquez. Ce morceau d’une part et de l’autre la\nmain au globe devraient bien être photographiés\nindividuellement, grandeur nature, par Braun : j ’y\nvois les deux antipodes de l’œuvre : l’accent le plus\nhumain et le plus divin qu’ait su ou pu donner cette\nfois-ci Velazquez. Quant à la main droite si fameuse\nde la Vierge, analogique à certaines mains du Greco\net aussi de Van Dyck, elle va avec la tête ; elle\ncontribue largement à donner si vive l’impression\nde la parfaite majesté, de l’absolue grande dame,\nce qui à tout prendre est encore bien peu pour une\nSainte Vierge, mais beaucoup mieux certainement\nque ne firent par la suite des peintres extérieure­\nment à hautes visées et prétentions religieuses, mais\nd’âme moins profondément convaincue que celle de\nVelazquez.\n   Cependant, pour mesurer l’intensité d’effort pieux\ndu Maître dans ce tableau, reportons-nous aux\nœuvres à prétexte chrétien de ses débuts. Le Christ\nchez Marthe de la National Gallery en tant que\npeinture religieuse est nul ; c’est une fantaisie très\npittoresque et une composition dans laquelle Rem­\nbrandt, lui, eût touché au surnaturel, car chez lui le\nChrist et Marie au fond de la pièce voisine, aperçus\nde la cuisine, au-delà de la table où le repas s’ap­\nprête, fussent apparus comme dans une gloire loin­\ntaine, comme du fond d’une cave le trou de soleil\nd’un soupirail ; et la fulgurance de la visite divine\nse fût répercutée dans la ténèbre en quelque bris\nd’éclair jusque sur les œufs, les poissons et l’ail.\nL ’Adoration des Mages du Prado est un heureux\ngroupement de portraits très espagnols. Dans le\n Christ et les Pèlerins d’Emmaüs (propriété particu­\nlière à Séville) il y a bien quelque chose de grandiose\net de fantastique ; le caractère d’apparition subite et\nle geste d’effroi du plus jeune disciple sont admira­\nblement sentis, mais s’il y a foi, il n’y a ni effusion,\nni amour, ni présence divine : cela pourrait s’appeler\naussi bien le revenant.\n\n\n\n\n                                                     275\n"}, {"page_pdf": 299, "page_imprimee": 276, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2108, "texte": "   C ’est tout de suite après le voyage d’Italie que\nl’idéal religieux de Velazquez trouva sa plus com­\nplète réalisation. Mais avant de parler du Christ en\ncroix du Prado, je voudrais défendre un peu le\nChrist à la colonne de Londres, contre les apprécia­\ntions de M. Lefort.\n   M. Lefort, comme on sait, passe en France pour\nun spécialiste de l’école espagnole qu’il connaît\nassez bien pour un étranger, et il a rendu quelques\nservices de vulgarisateur. Il n’en est pas moins vrai\nqu’il a publié un Velazquez démoli en beaucoup de\npoints et surtout d’attributions par M. de Beruete.\nM. Lefort riposte dans la Gazette des Beaux-Arts de\nJuillet non pour se défendre, mais pour mettre en\nsuspicion certaines des attributions de M . de Beruete.\nL a joute, malgré la parfaite courtoisie, la correction\net l’estime réciproque des deux opinants, a quelque\nchose de comique ; il y a des Musées qui écopent\nde la plus singulière façon, celui de Munich entre\nautres, à qui M. de Beruete biffe tous ses Velazquez\n sauf un, précisément le portrait du Maître reproduit\npar M. Lefort en tête de son livre, mais en niant\nqu’il soit réellement le portrait de Velazquez. A son\ntour M. Lefort, pris d’émulation, dispute à M. de\nBeruete un tableau sur les deux que celui-ci laisse\nà la Galerie de Dresde : le portrait de Juan Mateos.\nSauf le respect dû à ces Messieurs on croit assister\nà ces légendaires disputes à coups de fouet de\ncochers qui chacun frappent dans la voiture le client\nl’un de l’autre.\n   Donc M. Lefort conteste aussi à la National\nGallery le Christ à la Colonne que M. d e Beruete,\naprès minutieux examen personnel admet. Il le\ntrouve d’une inspiration «fade » où la fadaise con­\nsiste à faire montrer par un ange à un enfant le\nChrist tombé à terre d’épuisement. Mais je cite,\ntant l’absurdité des allégations s’impose à mon avis\net tant celles-ci se réfutent d’elles-mêmes :\n  « Q u e dire du thèm e        qui s’y tro u v e traité ? I l est d’un\n« ca ra ctère te l et d’une in sp iration si fade q u ’il p ourrait p laire\n« à un m ystiqu e, à un Z u rb a ra n , à un A lo n s o C a n o , à un\n\n\n\n\n276\n"}, {"page_pdf": 300, "page_imprimee": 277, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2658, "texte": "« Juan R iz i ; m ais q u ’il soit ve n u à la p en sée, toujours si virile,\n« de V e la z q u e z , de faire servir la v u e des souffrances du C h rist\n« à in sp irer la p itié, la com p assion d ’un enfant, v o ilà qui\n« red o u b le en co re et ju stifie d a va n ta g e nos hésitations. San s\n« doute V e la z q u e z était sincèrem ent re lig ie u x : m ais de là à\n« im agin er et à traduire sur la to ile une aussi mièvre donnée,\n« il y a un abîm e. A u cu n e d e ses œ u vres antérieures n ’autorise\n« la sup position q u ’un e création co n çu e dans un ordre d’idées\n« uniquement puéril et dévot soit ja m a is é clo se en son ce rv ea u .\n  « E t puis ce C h rist h e rcu lée n que M . de B e ru e te r a n g e , pour\n« la date de l ’exécution , n on loin du C h rist en croix au x form es\n« si ch o isies du M u sée du P ra d o , n ’est-il pas absolum en t une\n« excep tio n , une d isp arate dans son œ u vre, tan t il est singu­\n  lièrem en t p eu en a cco rd a v e c le s goû ts d’é lé ga n ce et de\n« con stante distinction, quant au ch o ix des form es, qui ca ra c­\n  térisen t V e la z q u e z . »\n\n    Sans parler des nains, d’Esope et de Ménippe qui\npurent être des portraits demandés par le roi, je\nrappellerai une circonstance où ce Velazquez « d’une\nsi constante distinction quant au choix des formes »\nfut tout à fait libre, et où de son plein gré sous\nprétexte de dieux et de héros il peignit la réunion\n de soudards ivrognes qui s’appelle los Borrachos ;\nj ’insisterai sur « le goût d’élégance » qui fit élire\npour Bacchus «d’effronté drôle» au torse exactement\n aussi herculéen que celui du Christ, si bien que tous\n deux durent être posés par le même modèle encore\n que la main du Christ soit énorme, ce qui s’explique\n du reste par la question de vraisemblance : la liga­\n ture du poignet produisant enflure et tumeur. On\n voit donc que l’objection de M. Lefort deviendrait\n au contraire une justification de plus ! En outre\n n’oublions pas, nous autres catholiques, ceci : Zur ­\n baran, Alonso Cano, Juan Rizi : fades, mièvres. —\n Fade, mièvre, le Saint François d’Assise ! pas virils\n les moines, les St Jérôme, St Pierre Nolasque et\n St-Thomas d’Aquin de ce Francisco de Zurbaran en\n qui M. Lefort, ailleurs (les Musées de Madrid),\n reconnaît un « naturaliste convaincu » « d’un profond\n sentiment religieux, d’une austère et constante digni­\n té, d’une foi si naïve et qu’on sent si ferme!» Ne\n nous étonnons pas trop puisque fade, mièvre, signi­\n fient en même temps puéril et dévot ; ne nous\n demandons même pas comment une composition\n\n\n\n\n                                                                          2 7 7\n"}, {"page_pdf": 301, "page_imprimee": 278, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2205, "texte": " fade, mièvre, etc., pas virile, peut avoir pour motif\n  principal un Christ herculéen et admirons sans autre,\n  M. Lefort pour le courageux aplomb d’exprimer si\n  catégoriquement une opinion aussi aggressive à\n  l’égard de la religion de Velazquez.\n     Pour moi je ne trouve l’œuvre ni fade, ni mièvre,\n ni puérile, pas plus que très dévote du reste, malgré\n la touchante idée du rayon distrait de l’auréole\n souffreteux, phoshoresçant autour de la chevelure\n et qui naît peut-être de l’œil, qui est peut-être le\n tendre regard du Christ à l’enfant, rayon unique qui\n s’en vient frapper comme une flèche le cœur du\n petit éploré s’agenouillant avec un élan de tout son\n être. A cause de cette intention pathétique et mora­\n lisatrice si précise, si sermon de Vendredi-Saint,\nj ’aurais une tendance, toute gratuite ai-je besoin de\n le dire, à expliquer l’œuvre ainsi : ne serait-elle pas\nun tableau que Velazquez aurait peint pour ses\n propres enfants — bien un cadeau de père de famille\n espagnol — dans l’intention bien déterminée de les\n attendrir pieusement, d’illustrer leur catéchisme\n — comme Velazquez pouvait illustrer — et d’augmen­\n ter leur amour pour Notre Seigneur; et lui-même\nen le traçant se sera attendri à la double pensée de\n ses enfants et du Christ ; il n’y a rien là d’indigne\n d’un cœur viril et dont il faille faire àVelazquez l’injure\n de la croire incapable. E t alors se justifierait aussi\nla ressemblance de l’enfant avec l’ange lequel aurait\nété posé par sa mère, puisque d’aucuns ont cru\nreconnaître dans l’ange dona Juana Pacheco. Enfin\nsi l’on veut constater jusqu’à quel point M. de\nBeruete est en désaccord avec M. Lefort, voici la\npéremptoire appréciation de celui-là : « L ’idée d’é­\nveiller la pitié chez un enfant est rendue avec\nbeaucoup de simplicité et d’originalité. » Personnelle­\nment, je le répète, je ne trouve pas l’œuvre extrême­\nment plus religieuse qu’humaine, mais elle l’est déjà\nau plus haut degré que l’on puisse attendre d’un\nréaliste espagnol ; or Velazquez nous réserve encore\nmieux ! Qu’elle soit de sa main je n’en doute pas\nune minute : M. de Beruete qui l’a vue l’affirme et\nje le crois infaillible quand il affirme ; il n’y a, à mon\n\n\n\n\n278\n"}, {"page_pdf": 302, "page_imprimee": 279, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2862, "texte": "sens, de pourvois en cassation possibles après ses\narrêts que dans certains cas où il nie.\n                          **\n\n  Je regrette que M. de Beruete n’ait pas précisé\ncourageusement et catégoriquement les racontars\nqui ont trait, paraît-il, à la commande du Christ\nen croix :\n     « E n 1 638 o u 1 639 fu t pein t le Christ en croix. A ce tte to ile\n« est a tta ch é e un e lég en d e sca n d a leu se d’après la q u elle le\n« p roton otaire d ’A ra g o n et le com te-duc d ’O liv a ré s lui-m êm e\n« a y a n t jo u é , vis-à-vis du ro i, le rô le p eu h o n o rab le d’entre­\n     m etteurs, le ro i, en rép aratio n de ce scan d ale, aurait co m ­\n     m andé le ta b le a u à V e la z q u e z p our en faire don au co u ven t\n« de S a n P la c id o à M adrid. Q u o iq u ’il en soit, cette œ u vre y\n« figu ra ju s q u ’au com m encem ent de ce siècle . »\n\n   Dans le livre de M. Lefort rien à ce sujet.\n  Acte de foi ou acte de contrition du roi, l’œuvre\nest si inouïe que Velazquez chargé de l’accomplir\nm’apparaît en cette circonstance quelque chose com­\nme le prêtre chargé de célébrer une Messe expia­\ntoire et je le vois y mettant tout son admirable\nsérieux, sa forte dévotion et la rectitude de son\nâme de peintre, peu accoutumé à discuter, sentant\net concevant un tableau en une fois, de primesaut.\nLà-dessus voici M. de Beruete :\n     « P e u d e ta b le a u x du M aître sont aussi surprenants. L e s\n« critiqu es se sont rép an d u s en effusions élo qu en tes, vo ire\n« h y p erb o liq u es à son sujet. I l est difficile en effet de se sous­\n     tra ire à l’im p ression profonde que produit cette toile puis­\n     san te et dram atique. N o n que l ’on soit ém u p ar le réalism e\n« de cette im a ge de la m o r t: le modèle dont se servit Velazquez\n« fut sans doute un modèle vivant, b ien qu e s a structure ne soit\n« p as robu ste com m e c e lle du C h rist à la colon n e. M ais ce qui\n« n ou s im p ression n e ic i c ’est l’austère et classiq u e silhouette\n« du C ru cifié ressortan t sur un fond très som bre et toutefois\n« aéré     malgré ses ténèbres ; c ’est l ’harm onie des m em bres,\n« m erv eilleu sem en t m odelés en teintes cla ires sans aucun\n« co n traste vio le n t : c ’est la co u leu r de la chair, aussi élo ign ée\n« du v io la c é de la m ort que du rosé de la v ie , c ’est l ’in com ­\n     p a ra b le finesse, l’é lé g a n ce des bra s, des ja m b e s et des\n« m ains, qui ne sont ni flasques, ni rigides ; c ’est la sobriété\n« a v e c la q u e lle le san g savam m en t m esuré a u x p laies ta ch e\n« ç a et là le corp s ; c ’est enfin l’heureuse disposition du v isa g e\n« m i-découvert, m i-voilé p a r la ch e ve lu re. C e tte to ile est de\n« ce lle s qu e l ’on n ’o u b lie p as. C e n ’est peut-être p as une effigie\n\n\n\n\n19                                                                        279\n"}, {"page_pdf": 303, "page_imprimee": 280, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3038, "texte": "« b ien ty p iq u e du C h rist en cro ix ; T ristan , Montants et taut\n« d’autres dans les n om breuses p ein tures et sculp tures que ce\n« su jet leu r in sp ira, traduisiren t mieux qu e n e fit V e la z q u e z le\n« sentiment religieux qui anim ait l’E sp a g n e au XVIIe s iècle , m ais\n« le caractère plus austère, plus cla ssiq u e, p lu s u n ive rse l en un\n« m ot, du Christ en croix m et ce tte œ u vre au-dessu s de to u t ce\n« qui a v a it été pein t ou sculp té ju sq u e-là dans ce ge n re en\n« E u ro p e , et d e tout ce qui a été créé depuis. »\n\n  A côté de cela voici M. Lefort. Vous sentirez tout\nde suite les nuances.\n  « L e C h rist en croix p résen te u n e n ote à p art, (1) c ’est une\n« p ein ture d ’a sp e ct p o ign an t et singulièrement poussé au tragique(2).\n« C lo u é au bois infâm ant, ren du dans ses détails pittoresques\n« a v e c une exactitu de effrayan te, les p ieds sép arés et p ercés\n« chacun d’un clo u , con form ém en t à la r è g le              p o sé e   p ar\n« S t Irén ée et si com p en dieusem en t (3 ) p réco n isée p a r P a ch e co\n« dans son A rte de lapintura, le C h rist finem ent m o d elé d ans des\n« tons ivoirin s, se d é ta ch e en c la ir sur un fond d ’épaisses\n« tén èbres. D e son fron t in clin é à droite p en d, en une m asse,\n« sa lo n g u e ch e v e lu re trem p ée d e la sueur de l’a go n ie et\n« m a cu lé e p a r les go u ttes san glan tes qui co u len t sous les\n« déchiru res de la couronn e d'ép in es. D u san g ru isse lle de ses\n« m ains, de ses p ieds et de son cô té droit où, b éan te, s’ouvre\n« la b lessu re du co u p de la n ce . P o u r pein dre ce tte im age\n« lu gu b re et d’un caractère théâtral, (4) V e la z q u e z s’est ce rta in e ­\n  m ent in spiré non d’un modèle vivant, m ais p lutôt de q u e lq u ’une\n« de ce s sculp tures co lo rié es, si go û tées           de    la dévotion\n« esp a gn o le pour leu r n atu ralism e v io le n t et te lle s qu ’en\n« p roduisaien t A lo n so C a n o et Martinez Montanès ses contem ­\n  porains et ses a m is... »\n                          *\n                        * *\n  Bien qu’il ne s’agisse plus d’une oeuvre religieuse,\nmais puisque j ’en suis à chicaner M. Lefort, je ne\npuis m’empêcher de citer le paragraphe qui, dans\nson livre, suit immédiatement, sans transition\naucune :\n  (1) R em arq u ez que dans le Christ à la colonne la « note à part »\nserait o b jectio n à l ’authen ticité.\n   (2) N ’est-ce p as le ca s o ù jam ais !\n  (3 ) A u sen s e x a ct : b rièvem en t ? ou au sen s... p resqu e u su el\nm a foi ! et fau x : lo n g ? A lo rs dans le ca s p articu lier : si com ­\npen dieusem ent v a u t presqu e un rep ro ch e et sign ifie « p ar trop\nbrièvem ent. » E st-ce bien c e la ? ...\n  (4) D écid ém en t M . L e fo rt est grin ch eu x : M . de B e ru e te dit\ndram atique, lu i théâthral. D e toute évid e n ce il n ’aim e p as que\nle s p ein tres fassen t œ u vre de d évo ts, sinon les v o ila « p uérils,\nm ièvres, fades, th éâtrau x, m anquant d e virilité . »\n\n\n\n\n280\n"}, {"page_pdf": 306, "page_imprimee": 283, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2878, "texte": "   « V e r s la fin de la m êm e a n n ée 1 638 , le d u c F ra n ç o is I de\n« M o d èn e vin t à M adrid pour être le p arrain d e l ’in fan te M a rie\n« T h é rè se . I l dem an da à V e la z q u e z de faire son p ortrait et le\n« re m e rcia p ar le don d’un m agn ifique chaîn e d’o r dont l ’artiste\n« se p arait les jo u rs de g a la . S u r la destin ée de ce p ortrait,\n« lo u é p ar le s bio grap h es de V e la z q u e z com m e une œ u vre\n« des p lus rem arqu ables, les ca ta lo gu es des co llectio n s p rivées\n« ou publiques ne nous fournissent aucun renseignement plausible. »\n\n  M. de Beruete, lui, va directement voir... au\nMusée de Modène et l’y trouve ! Il y était entré en\n1843 comme un Van Dyck. L e livre de M. Lefort\nest de 1888. (*)\n                                    * *\n\n   Les Saints Ermites ou St-Antoine abbé visitatn\nSt-Paul est la dernière œuvre de Velazquez et clôt\npar une prière son labeur d’artiste. Il la peignit à\nla fin de l’année 1659 pour l’ermitage de Buen\nRetiro. Ce serait le moment où jamais de citer tout\nce que dit de ce tableau. M. de Beruete, car c’est\nlà la meilleure page de son livre. Retenons-en\nseulement la fin.\n  « C e v é n é ra b le co u p le de p au vres vie illa rd s à l ’exp ression\n« m y stiqu e, l’un à m oitié nu, l ’autre si austèrem ent vêtu , se\n« d étach an t sur un gran d io se fond de ro ch ers, est l’expression\n« la plus heureuse du renoncement humain. A la d ifféren ce de tous\n« les m o rcea u x de s a dern ière m an ière, d’une exécution si\n« fra n ch e, V e la z q u e z p eign it les têtes des saints a v e c un soin\n« et u n fini p a rtic u liers, preuve de l’intérêt que l’artiste prit à son\n« œuvre. E n s’attach an t à son ta b le a u , en y insufflant plus que\n« dans tout autre la quintessence de son génie, V e la z q u e z o b éissa it\n« sans doute à des raisons sp é cia le s. I l a va it p assé près de\n\n\n  (*) M . L e fo rt n ’a du reste aucun e sorte de ch a n ce : v o ic i le\ndébut de son liv re , les six p rem ières lign es, (date don c 1888)\n  « Visiblement, et peut-être sans retour possible aux abstraction s\n« chères aux écoles d’autres temps, l ’art de nos jo u rs, l ’art libre et\n« militant in clin e de plus en plus v e rs le naturalism e. D é jà sa\n« p o étiq u e p araît ten ir toute entière dans cette form ule : q u ’il\n« n e doit et n e peut plus être que l’exp ression m êm e de la v ie ...\n« e tc. »\n  L ’ann eé suivan te pour ne p arler qu e de la F ra n c e , l ’U n iv e r­\nse lle d e P a ris exh ib ait à     son tour W a tts ,      B u rn e Jones,\nS ega n tin i sans co m p ter forte portion de l’œ u vre de P u v is de\nC h a v a n n e s et de G u sta v e M oreau ...!!! T ro is ans ap rès c ’était\nle p rem ier salon de la R o se-C ro ix ! et le p rem ier C h am p-de\nM ars !\n\n\n\n\n                                                                          283\n"}, {"page_pdf": 307, "page_imprimee": 284, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2717, "texte": "« quaran te ans dans la co m p agn ie des rois et des gran ds de\n  la terre, ses m o d èles c ontum iers ; en sa qualité d e peintre\n« du roi et de gran d m a ré ch a l de la cour, il a va it p résid é à la\n« lu xu eu se d éco ratio n des résiden ces ro y a le s et o rg an isé des\n« fêtes slen dides au B u e n R e tiro et dans le m om ent m êm e\n« qu ’il tra v a illa it à ce tab le au , il s’o ccu p a it de son v o y a g e à\n« Irun o ù il d e va it p rép a rer le lo gem en t du so u ve ra in et à\n« l ’île des F a isa n s où il lu i fa lla it d éco rer le p a v illo n destiné\n« aux n o ces ro y a le s et à l ’en trevu e de P h ilip p e i v et de L o u is\n« x i v , dont la co u r était la plus fastueuse de l’E u ro p e . A u\n« m ilieu de tan t d’a p p a ra t et de gran d eu rs, il vé g é ta it au jo u r\n« le jo u r et dans la g ê n e, o b lig é de m endier à ch aq u e instant\n« le paiem en t d e ses hon oraires et de souten ir des luttes p er­\n  p étu e lles con tre le s fon ction n aires petits et gran ds du p alais.\n« P eu t-o n s’éton ner q u e, sous le co u p de sem b la b les im p res­\n  sions ressenties et jugées avec la maturité d’esprit d’un homme arrivé\n« au déclin de ses jours, V e la z q u e z ait tro u v é, dans l ’épisode de\n« la v ie du p rem ier an a ch o rète, rap p o rté p a r sain t Jérôm e dans\n« une d e ses Epîtres, un su jet en ra p p o rt a v e c so n é ta t d ’âm e\n« et a u q u el p a r con séquen t il s’a tta ch a ? E t sans doute il prit\n« plus de p laisir à rep résen ter la p a u v re tun ique de saint P a u l\n« q u ’il n ’en ép ro u va ja m a is à pein dre la p ourp re éclatan te\n« des rois. »\n\n  Ici M. Lefort parle, lui, « d’un pinceau attentif,\ndélicat, spirituel même. »\n\n   Résumons. Velazquez est probablement en tant\nque peintre purement peintre, manieur de pâte, le\nplus grand peintre qui ait jamais existé, nulle matière\nn’est plus belle que la sienne, nulle science, nulle\ndistinction, nul sérieux plus convaincus. Son oeuvre\nest avant tout de gravité et toute de bonne foi.\nQuand il voulut exprimer ses sentiments religieux,\nil mit à leur service tout son art avec une simplicité\nde cœur, une humilité absolues. Avec le même\nloyalisme qu’il apportait à servir son monarque,\nlorsqu’il s’agit du service de Dieu il fit de son mieux.\nIl faut donc juger de la force de ses sentiments par\nla force de son art en telles circonstances. Remar­\nquez encore qu’il ne dut guère travailler que sur\ncommande, sinon peut-être aurions-nous davantage ;\nles termes de l’équation restent toutefois les mêmes,\n comparez les résultats de l'obéissance de Velazquez\n portraitiste et ceux de l’obéissance de Velazquez\n peintre religieux. Or rien dans tout son œuvre ne\n\n\n\n\n284\n"}, {"page_pdf": 308, "page_imprimee": 285, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1043, "texte": "surpasse son Christ en croix, une moitié du front et\nun œil voilés par une mèche de cheveux comme plus\ntard — et nous regrettons cette ressemblance — la\nportera au côté opposé le discutable Wotan de\nWagner ; rien ne surpasse le Couronnement de la\n Vierge, rien les Saints Ermites — son Parsifal. Donc\nles sentiments chrétiens furent en Velazquez dans la\nmême proportion au-dessus de tous autres que ces\ntrois tableaux au-dessus des portraits de rois, de\nreines, de nains, de bouffons et d’ivrognes.\n   En tant que peintre religieux et que peintre\ndomestique quoique anobli sur le tard il pouvait\npeu ; cependant à donner ce qu’il pouvait, totalement,\nsans restriction, de tout son cœur et de tout son\ngénie, il a pu beaucoup, il s’est élevé au-dessus de\nlui même ; or c’est bien difficile même à Velazquez\nlui même que de s’élever au-dessus de Velazquez !\n\n    Dürnstein sur Danube, (Basse-Autriche.)\n9 Juillet 1898\n\n                                 W il l ia m   R it t e r\n\n\n\n\n                                                            285\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-026", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 286, "page_fin": 290, "titre_corps": "Les Poèmes", "titre_sommaire": "Mémorial", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "Les Poèmes : P o l d e M o n t : Inleiding to", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 309, "page_imprimee": 286, "debut_caractere": 2, "fin_caractere_exclue": 3428, "texte": "Les Poèmes :\n  P o l d e M o n t : Inleiding tot de Poëzie, schets van een moderne\nPoetiek. (G ron in gen : J. B . W o lte rs.)\n  A bbé      C.    L e c ig n e   : Brizeux,      sa vie et ses œuvres. (P aris :\n       P o u ssie lgu e .)\n  F r a n c is Ja m m e s     : D e l’Angelus de l’Aube à l'Angélus du soir.\n    (P aris : M ercu re de F ra n ce.)\n  H e n r i V a n d e P u t t e : Poèmes confiants. (B ru xelles : G . B alat.)\n\n   P r o s p e r R o id o t   : Aubes et Crépuscules. (B ru x e lle s: L a L u tte.)\n  Ja n E e l e n    : Verzen. (A n tw erp en : B usch m an n .)\n  A r t h u r T o is o u l    : Images de Dieu. (B ru x elles : G . B alat.)\n  M a r q u is    de    P im o d a n   duc   de    R arecourt   : L es Sonnets de\n       Pimodan. (P aris : V a n ier.)\n  C harles M a x         : Devant la Vie. (P aris : L a P lu m e.)\n  P a u l M ussche           : Simplement. (B ru xelles : L a L u tte.)\n  V ie n t de p araître :\n  G eorges R a m aek er s          : Les Fêtes de l’Été. ( P a r is : L a   L u tte.)\n   L a p o ésie est soum ise aux seu les lo is de l ’E sth étiq u e g é n é ­\nra le. T o u tes autres rè g le s sont de co n ven tio n e ssen tiellem en t\np a ssa g ère. M . de M ont — un v r a i p o ète — ne p o u va it ign o rer\ncette v é rité , désorm ais à l ’a b ri de to u te co n testatio n , et s’en\nest d ’ailleu rs la rgem en t in spiré dans sa P o é tiq u e . O n ne\nren co n tre dans ce t o u v ra g e ni le flot de p ré cep tes ni l ’ab o n ­\ndante cuistrerie qui ca ra ctérisen t, d’ordin aire, les « T h é o rie s\ndes b e lle s lettres ». L ’auteur a substitué à ce t en n u yeu x fatras\ndes a p erçu s in gén ieu x et d’in téressan tes syn th èses. O n p eu t\nreg retter to u tefo is qu e le souci d e co n se rv er à son liv re un\nca ra ctère de m an u el cla ssiq u e lu i fit a tta ch e r tro p d ’im p o rtan ce\nà certain es n om en clatu res de ge n res et de sous-genres. C ette\np alé o n to lo g ie p o u rrait d isp araître, sans in co n vén ien t, non\nseu lem ent du liv re de M . de M on t, m ais encore et surtout de\nla c e rv e lle des ad o lescen ts.\n   — M . l’ab b é L e c ig n e co n sa cre un b e a u liv re à l’étu d e d e\nB riz e u x et de son œ u vre. C e t o u v ra ge , largem en t alim en té de\ndocum en ts in édits fixe de fa ço n défin itive la bio grap h ie du\np oète breton et p récise suffisam m ent sa p h ysion o m ie littéraire.\nA ura-t-il p our effet de crée r autour du nom d e B rize u x , —\nainsi qu e l’auteur en fo rm ule le vœ u ,               dans s a p ré fa ce , — ce\n« dem i-jour de l’histoire littéraire qui n ’est p as to u t à fait un\ntom beau ? » E sp éro n s le.\n   L ’auteur d e Marie dem eu re u n e figure n o b le et in téressan te.\nIl y a de purs v e rs dans son œ u vre et, dans s a v ie d’artiste,\nde b e lle leço n s de fierté et de dign ité.\n   — H a in e u x de ce p eu d’em ph ase qu ’im p lique tout ryth m e\naccen tu é, M . F ra n cis Jam m es s’est a p p liq u é à dém onter le\nm écan ism e in térieur du v e rs . S e s v e rs n e ch an ten t p as, ils\ncausen t. E t n otez que ces lign es, dont le s s y lla b e s trébuch en t\na v e c une ga u ch erie ch arm an te, ne se rattach en t en aucun e\nfaço n au v e rs dit p o lym o rp h e — qui asp ire, au con traire, à\nun ren forcem en t de la m étrique. P o è te d ’un b e l in stinct,\nsach an t et d evin an t le s h arm on ies. M . Jam m es a ch o isi sans\n\n\n\n\n 286\n"}, {"page_pdf": 310, "page_imprimee": 287, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3676, "texte": "h ésiter ce tte form e d’un e a u d a ce stupéfiante, q u ’il ju g e a it\nseu le à m êm e d’h a b iller adéquatem en t sa p en sée. O b se rv ate u r\nm éticu leu x, p s y ch o lo g u e profond sous ses airs de bonhom ie,\nil a va it à fixer ou, m ieux, à tran scrire des instants, a v e c la\nscru p u leu se notation de m enus détails qu ’im plique un tel\np ro jet, — un p ao n crie, il est m idi, il y a des sau terelles sur\nle s fleurs des ca ro ttes, — a v e c , p arallèlem en t, l ’e xa cte é vo catio n\ndu m om ent p sych iq u e : pen sées fu gitiv es, friv o les ou, subite\nm ent, g ra v e s et re lig ie u ses, attendrissem ents, bru squ es ru ad es\nd ’im a g in a tio n .... E t com m e l’intuition du p o ète v o it ju s te , en\ndépit des protestation s du bon goût, — qui est un p eu l’intuition\nd e tous      ce u x   q u i n e sont p as      p o ètes,   — la p o ésie de\nM . Jam m es fu t profonde, v ra ie , v é cu e , adm irable. I l fau t\nsp écia lem e n t adm irer dans ce re cu e il la trilo gie co n sa crée à\nl ’existen ce du p o ète. L a troisièm e p artie surtout — L a mort\ndu Poète —        est ém ou van te ju s q u ’a u x larm es, — ch o se p eut-\nêtre un ique dans la littérature de ces derniers tem ps.\n   S a n s q u ’on p u isse in duire de son œ u vre l ’a v e u d’un créd o\nd éterm in é, il est perm is d e dire qu e M . Jam m es est un p o ète\np ieu x. I l a l ’h o rreu r n atu relle du b la sp h èm e. I l sait que\nl ’im p iété im p liq u e, in tellectu ellem en t et m oralem en t, u ne sorte\nde capitis diminutio et q u e, si m êm e l ’id ée de D ie u             p o u vait\nn ’être qu ’un sym b o le, le b la sp h èm e n ’en d em eu rerait pas\nm oins le crim e ca p ita l, p u isqu ’il ou tra gera it en co re, dans la\ns y lla b e la plus    p ro d igieu sem en t syn th étiqu e, tout ce q u ’il y a\nd’asp iration de B o n té , de B e a u té et de        Justice au cœ ur de\nl ’hu m an ité.\n   — In gén u ité, sp on tan éité, e xu b éra n ce de v ie , telle s sont\nle s q u alités    q u ’on se p laît    g é n éra le m en t à reco n n aître     à\nM . V a n de P u tte . Je n ’y entends p oint red ire, d’autant qu e\ncertain es p ièce s des Poèmes confiants sont vérita b lem en t exquises\n(L e Tonnerre, Petite sœur, etc.) C e la n ’em p êch e p as le livre,\ndans son en sem ble, de tourn er au soporifiqu e.                   M . V a n de\nP u tte compose très m al. S a la n g u e est gén éralem en t d éfectu eu se,\nsa versifica tio n so u ven t détestab le, son im agin ation est m olle,\np aresseu se , n’a grip p e rien , rou le des flots de v o ca b le s redon ­\ndants et d e sonorités v u lg a ire s .... Je tro u ve les m êm es défauts,\n— et n on , m alh eu seu sem en t, les m êm es q u alités, — dans le s\nAubes et Crépuscules de M . R oidot, ainsi que dans le s Verzen de\nM . Jan E e le n . D écid ém en t, j ’in clin e à croire qu e le ve rs lib re\np o rte m a lh eu r à la je u n e littérature, n e fut-ce que p a r les\nh abitu d es un p eu lâ ch es qu e sa p ratiqu e ten d à com m uniquer\naux im agin ations. I l est regrettab le d e v o ir la littérature de\nla n g u e th io ise s’e n g a g er dans la m êm e v o ie , visib le m en t à la\nrem orqu e de nos écrivain s d’ expression fran çaise. M . E e le n se\nc a ch e si p eu de subir l ’in fluen ce de ce s dern iers q u ’il n ’a pas\ncrain t d ’in sérer dans son re cu e il qu elqu es p ièces fran çaises\nd ’u n e to n alité intim e et v o ilé e , et q u ’on lirait, sans tro p de\nsurprise, sous la sign ature           de M . V a n L e rb e rg h e o u de M .\nG e o rg e s M a rlo w .\n\n\n\n\n                                                                              287\n"}, {"page_pdf": 311, "page_imprimee": 288, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3370, "texte": "   — L e s ch èvreries de M . T o iso u l sont fran chem en t rép u g­\nnan tes. Q uan d le ch e v a lie r de F lo ria n faisait, dans le s prés\nfleuris, g e stic u le r décem m en t de sen tim en tales b e rgè re s, il\nenten dait co m p o ser un « o u v ra ge d’im agin atio n » sans plus.\nL e s b ergères     de M . T o iso u l       sont m oins décen tes, m ais,\nen re va n ch e , e lle s affichent des p réten tion s cosm ogon iques,\net leu rs gro u p es érotiqu es ne sont rien m oins qu e des « im ages\nd e D ie u . » N 'in sisto n s p a s. M a lg ré la d ithyram bique p réfa ce\nde M . L em o n n ie r, j e n ’a i p erçu    dans ce t o p u scu le qu e des\np rairies m onotones, — m oins fra îch e s qu e n os p rairies p asca ­\nles, — et un e o deur de bo u c.\n  — O n dit : « les sonnets de Pimodan » com m e on dit « les sonnets\nde P é tra rq u e . » M ais le s prem iers — ce u x de P im o d an — ont\nde loin l ’a v a n ta g e de la    v a rié té. Ils   célèb ren t le systèm e\np lan étaire, les   E u zo n e s g re cs, la gu erre sino-japon aise, le\nB a z a r de la C h a rité , la S a in te V ie r g e et l ’allia n ce franco-\nru sse.\n   — L ’an arch ie a le tort de je te r ses ferven ts en des a ccè s de\nlyrism e é p ilep tiq u e, C ’est ce qui ren d à peu-près illisib le\nl ’o p u scu le de M . C h a rle s M ax.\n   — A u sortir de cette v io le n te rh éto riq u e, la lec tu re du jo li\nvo lu m e de p roses qu e M . M u ssch e p u b lie sous le titre ingénu\n« Simplement » nous fit l ’im p ressio n d ’un coin de bois hum ide\net d’une bouffée d’air pur. — C e s petits co n tes — sont ce m êm e\ndes con tes, ce s si frê les p ag es ? — d én o ten t un e âm e fra îch e ,\naim an te, prom ptem ent ém ue et d ’u n e ém otion to u jo u rs saine.\nA jo u to n s qu e le p etit liv re de M . M u ssch e est é crit en fran ­\nçais, c e qui n ’est p as d é jà si com m un.\n                                                      V ic t o r K in o n .\n\n\n\n   D a n te ’s P ilg r im ’s P ro gress ; w ith n otes o n th e w a y b y\nEmelia Russell Gurney. (London : E llio t Stock).\n   C ertes un œ u vre con stitue un m onde co m p let et iso lé. I l n ’y\na p as lieu de m odifier l ’écon om ie d’un e cath éd rale, o u d’adap ­\nte r u n o p éra de W a g n e r . M ais, en hypothèse-, il sera lo isib le à\ndes esprits avertis et p lein s de ta c t de co n sid érer un m onu­\nm ent dans son arête lin éa ire, d’iso le r un thèm e de ses épisodes.\n   C e ci adm is, l ’h y p o th èse de M . R u ss e ll G u rn e y est h eu reu se\nqui, con sidéran t dans la Divine Comédie le v o y a g e du p èlerin ,\ntâ ch e de n e p oint lâ ch e r le fil co n ducteu r. L e m o tif p rin cip al\nest retro u v é sous l ’a cco m p agn em en t d es épisodes dram atiques,\nb io grap h iq u es, historiques, politiques. L e tex te iso lé n e don­\nn era don c ni U g o lin , ni F ra n ço ise de R im in i e tc..\n    A qu elqu es œ u vres u n iv e rse lle s : la B ib le , Jean de la C ro ix,\n G o eth e, W a g n e r , e tc., on p eu t selon l ’intention é v e illé e de\n l ’esp rit   attribuer   avec    facilité    des    sign ifications     éta gées.\n S t E u c h e r p. ex. n ou s en seign e le s facettes de la B ib le . U n e\n h abitu d e sco lastiq u e ré g e n ta ce m ode de lectu re et on distin­\n gu a couram m en t le sen s littéra l, l ’a llégo riq u e, le m o ra l et\n\n\n\n\n 288\n"}, {"page_pdf": 312, "page_imprimee": 289, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3656, "texte": "l ’a n a go giq u e    (ou   m ystique).     On    atteint    avec     ce    dern ier\nl’H y m a la y a de la co n n aissan ce. M ais som m es nous autorisés à\na p p liq u er ce s p ro cé d és à l’in ven taire de la Divine Comédie. C e\nq u e n ou s savo n s des h abitudes de l’époque et d e l’éducation\np h ilo sop h iq u e de D a n te n ou s perm ettrait p resqu e d e le p ré ­\nsum er, si u n e m eilleu re raison n e ve n ait l’établir. E n effet\nD a n te cite         lui-m êm e le P s . 114. Ditexi,        quoniam exaudiet..\ncom m e un texte con struit selon ce m écan ism e de la p en sée,\net quan d il en extrait cette v a le u r m ystiqu e : l ’âm e p asse de\nl ’e sc la v a g e de la corrup tion p résen te à la liberté de l ’étern elle\ng lo ire , l ’a u teu r p réten d y tro u v er, dans une reco n n aissan ce\nim p licite, l ’ épitom é de la Divine Comédie.\n   C e tte con sidération porte M . R . G . à adm ettre ic i com m e\nsu jet : l ’hom m e dans l’e x e rcice d e son lib re arbitre a v e c les\nco n sé q u e n ce s de ses action s.         L e cœ ur hu m ain          serait    le\nth é âtre m êm e de la D iv in e C o m éd ie. L ’enfer, le p u rgato ire et\nle p arad is con stitueraien t des descrip tion s allégo riq u es de trois\nétats d ’âm e p ro n on cés, ou, p lu s exp licitem en t, de trois attitudes\nqu e la vo lo n té de l ’hom m e affecte vis-à-vis de son p rin cipe.\nE lle s rép on den t a u x m ots : o rg u eil, hum ilité, am our ; ro n ce,\nro seau , ro se ! Ic i m êm e u n e illustration d e M . F r . S h ield s\nsch ém atise ce s trois con form ation s du cœ ur : cœ ur lab yrin th e\ngris ferm é à la v ie e t à l a lu m iè re ; cœ u r v e rt p rin tan ier d e l ’esp oir\nd e v ie é ca rte lé d ’u n e cro ix b la n ch e o ù circu len t des ondes de\nlu m ière ; cœ u r a ilé , ro u ge du san g v ita l a v e c en abîm e le\ntria n g le so u rce de lum ière.\n  T o u t co m m en taire id é a l est s u b je c tif : il con stitue p a r lui-\nm êm e u n e œ u vre o rigin ale et v a u d ra autan t p a r ses app orts\nd e jo u is s a n ce qu e p ar sa fo rce de p ersuation.\n  Q u ’il suffise dès lo rs que n ou s estim ions le s com m entaires\nd e M . R . G . o rig in a u x et profonds. L ’auteur a suivi le co n seil\nsalésien : M ettez vo tre esp rit dedan s v o tre cœ ur. S u r un autre\nra y o n que le s a n a ly se s d e ia « lettre » p h ilo lo giq u e ou su p er­\nd o gm atiq u es, com m e sont la Collection d’opuscules dantesques diri­\ng é e p a r le com te        P a sserin i,   c e liv re   sera ra n g é a v e c le\nSpiritual Sense o f Dante de M . W . T . H a rris (N ew -Y o rk ) et les\ncom m entaires de M . W ic k s te e d p arm i le s e x é g è se s vivifian tes\nd e « l ’esprit. »\n  C e s dern iers tem ps le p u b lic a m anifesté u n e curiosité\nlég itim e de la gra n d e B re ta g n e . L e s n otion s p h ilo sop h iq u es\nécon om iques, so cio logiqu es et éd u catives au x q u elles on s ’est\nborn é ont fau ssé l ’opinion, en la laissan t in co m plète. E lle\nse ra co m p lète du jo u r où l ’on s’im a gin era aisém en t le y a c h t­\nm an d’O xfo rd , tro u b lé p a r les Hïbbert Lectures o u la jo u e u se de\nla w n -te n n is , n o sta lgiq u e de F lo re n c e , de lum ière et de D ieu .\n                                                              F . N o n n ig e r .\n\n   « C a n ta te D om ino. » 110 M otets harm onisés à trois v o ix\né g a le s p ar J .-D . Bloemen. (N am ur : W e sm ae l-C h arlie r.)\n   R e c u e il m e p araissan t       d ’u n e   utilité in co n testab le     pour\n\n\n\n\n                                                                                   289\n"}, {"page_pdf": 313, "page_imprimee": 290, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3371, "texte": "les m aîtrises ne disposant que d ’un n om bre restrein t de v o ix\net désireuses d ’exécu ter les jo u rs de F ê te de b e lle et fo rte et\nsain e m usique religieu se.\n  O n tro u ve p arm i ces m otets des com position s de nos m eil­\nleu rs m odernes : P ie l, W iltb e rg e r, à coté de jo y a u x dûs aux\nm aîtres O rlan do L a s s o , L o tti, J o sq u in d e s P r è s , P a lestrin a le\ndivin, et le       très sérap h iq u e     A rc a d e lt a v e c     son ad o ra b le\n« A v e M aria ! »\n   Il y a encore des com p osition s de M artini et de ses descen ­\ndants restés convenables et aussi de bons m otets de M . B lo em e n\nm êm e.\n   M aintenant, te lle s com position s qu e ce s m aîtres écriv iren t\np our v o ix m ixtes souffrent-elles la réduction à trois v o ix é gales\nque M . B lo em en leu r fait subir et n e p erden t-elles p oint à être\nainsi acco m p agn ées à l ’o rgu e ? C ertain s, se p laça n t au point\nde v u e purem ent artistique, blâ m eraien t peut-être la fa ço n de\nfaire de M . B lo em en .\n   P o u r n ous, n e nous m ontrons p as si sév ères. R egretto n s\nseulem ent les sacrilèg es petits dessins in sérés, j e n e sais\np ourquoi, dans ce re cu e il et rem ercio n s M e V e u v e B lo em e n de\nnous a vo ir donné ce qui perm ettra, à tous ceux qui sont de bonne\nvolonté, de ren dre nos églises m oins tristes le s b e au x jo u rs de\nF ê te ! J’ai dû dire : « à tous ceu x qui sont de bo n n e vo lo n té »,\nc a r j e n e com p te m alh eu reusem en t pas a v e c ces in co n scien ts\net ces hom m es de parti-pris qui font e xé cu ter en le u rs églises\ndes m édiocrités à gran d orch estre sous p rétex te que la m usique\npalestrin ien n e et c e lle de nos jeu n e s m aîtres contem porains\nso n t... (sic) t r o p p a u v r e s !... et dire que c ’est en s’a p p u y a n t sur\nde sem b la b les m isères que l’on transform e n os ca th éd rales en\nsalle s de danse.\n                                                          E rn st D e l t e n r e .\n\n\n   T w e e d e ja a r b o e k der S cald en . I p artie littéra ire,                      II\np artie grap h iq u e. (A n vers : D e V o s et V a n der G roen).\n   D e u x liv res et u n e    exp osition p u blien t pêle-m êle le bon et\nle p ire. O n n ’y p eu t ren co n trer g ran d esp oir p our l’art religieu x.\nI l n écessite en effet d e p u iser en soi. A u ssi, que M . P o s e n a e r\nren d e co n scien cieu sem en t le grand Mandat, le la v e m en t des\np ieds ch e z les T ra p p istes, c ’est le seu l pittoresque et non la\n sign ification d’hum ilité qui le gu id e ; M . V a n                   H a v e rm a e t\n d évelo p p e la légende de Parsifal sans fo i ni ly rism e ; l’Annoncia­\n tion de M . R o m m elaere, que           nous     rep roduisîm es ic i           m ais\nb én éficie surtout de l ’in tim e ca n d eu r du p a y s a g e ; n ous nous\n confions plus       vo lo n tiers en M . V a n O ffel, dont le Golgotha\n m anifeste un ré e l é la n re ligie u x . C e je u n e artiste a de la fan ­\n taisie, du brio et des réu ssites, m ais jo u e p arfois a v e c les\n accesso ires pas-partout en bois do ré de certain sym bolism e,\n et se la isse trah ir p a r des v e rm icu la g es désastreux et une\n facilité qui le ren d m oins excu sa b le.\n                                                                   F . N o n n ig e r .\n\n\n\n\n 290\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-027", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 291, "page_fin": 292, "titre_corps": "De la charité poétique envers les pauvres", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "De la charité poétique envers les pauvres A Adrien Mithouard.", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 314, "page_imprimee": 291, "debut_caractere": 28, "fin_caractere_exclue": 1779, "texte": "De la charité poétique envers\n         les pauvres\n                             A Adrien Mithouard.\n    U n e fois j ’ai rencontré une pauvresse dans la\nrue. T ro is enfants la regardaient. E lle était\nune fem m e sèche, grande, et tenait dans une\nm ain un grand bâton surm onté d ’une gourde.\n    D ans l ’autre m ain e lle avait une corde qui\nattach ait un chien roux et m aigre. T o u s d eux\na lla ien t vite. L e s avoir vus attriste mon cœur.\nD ’où venaient-ils et où allaien t-ils ? E lle était\nsom bre com m e de la cendre froide. Il était\nfauve com m e un sable stérile. L e ciel, gris ce\njo u r-là, n im bait to u t entier la tête de cette\npauvresse et il y avait une te lle grandeur dans\nla m isère de ces deux êtres que je fa illis m ’age ­\nn ouiller devant eux.\n    U n e autre fois, j ’ai rencontré un v ie il hom m e.\nJ ’étais en com pagnie de M am ore dans un che­\n m in noir de lauriers. C ’était un vieu x coiffé\n d ’un chapeau m elon et h a b illé d ’une culotte\n trop belle pour lui. E t une jam b e du pantalon de\n ce v ie illa rd se relevait trop, au-dessus d ’une\n m auvaise bottine dont on v o y a it la tirette. A h !\n T ris te endim anchem ent! Il s’approcha de nous,\n Il me d it sim plem ent ceci : « D onnez-m oi\n q u elq u e chose, je suis m alheureux com m e les\n pierres. »\n\n    A cette m endiante, dont le bâton de pèlerin\neût in d iqu é à tout bon esprit une tendance à\nl ’exaltation m ystiqu e, il aurait fallu que l ’on\nd épêchât des poètes capables d ’enchanter son\nâm e par de m iraculeux récits.\n    Prend-on les pauvres pour des pourceaux,\nque la seule aum ône que l ’on leur fasse soit du\nm anger ?\n    A cette m endiante on eût d it, par exem ple,\n\n\n\n\n                                                      291\n"}, {"page_pdf": 315, "page_imprimee": 292, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1718, "texte": "la m ort de S a in t-L o u is à T u n is ; le lit de\ncendre sur lequel s’étendit ce roi m oribond ; la\nglo ire des C roisades et les trom pettes sonnantes\nsur les flots; les bannières où v e illa it l ’A gn eau ,\ncalm e en ces jours de tem pêtes com m e il le fut\nlo rsqu ’il m archait sur la m er, vers les apôtres ;\nla V ille Sain te prise, et les palm iers poudreux,\net l ’em poisonnem ent des citernes, et les pauvres\nqui partaient de F ran ce en chars à bœ ufs et\ns’écriaient devant chaque cité : « Jérusalem !\nV o ici Jérusalem ! »\n    Peut-être m êm e, cette pauvresse à la robe\nsom bre couleur de cendre froide, au long bâton\nsurm onté d ’une gourde, au chien roux com m e\nun sable stérile, l ’eût-on sanctifiée ja d is, pu is­\nque tant de vertu rayon n ait de son silence ?\n    A ce m endiant, on eut en vo yé d ’autres\npoètes, car les poètes sont les inspirés qui\nparlent à chacun avec la langue de son cœ ur.\nIls l ’auraient am ené dans une petite auberge,\ncar les vieu x hom m es ne sont point insensibles\nà un peu de vin qui les ranim e. E t, pour le\ndistraire, on lu i aurait raconté Jean-B art m ena­\nçant de m ettre le feu aux poudres et s’em pa­\nrant, seul, ainsi, d ’un vaisseau anglais ; l ’enfance\nterrib le et la vie de guerre de D u gu esclin . E t\nil se fût intéressé à ces choses parce que dans\nl ’âm e m agnifique des sim ples les faits survivent\naux dates à cause de la foi qui l ’éclaire.\n    C elu i-là sera le vrai poète ch aritable que tous\nles pauvres com prendront. D ieu fait que, dans\nses vergers tran q u illes, tous com prennent les\nm êm es fruits, les m êm es eaux, les m êm es étoiles.\n Il faut que les poèm es soient les fontaines d ’eau\n pure égales aux lèvres de tous.\n\n\n\n\n292\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-028", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 293, "page_fin": 294, "titre_corps": "II. De la charité envers les bêtes", "titre_sommaire": "De la charité envers les bêtes", "rubrique": "", "signature_source": "Francis Jammes.", "ancre_debut": "II De la charité envers les bêtes Il y a, dans le regard des b", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 316, "page_imprimee": 293, "debut_caractere": 24, "fin_caractere_exclue": 1803, "texte": "II\nDe la charité envers les bêtes\n    Il y a, dans le regard des bêtes, une lum ière\nprofonde et doucem ent triste qui m ’inspire une\nte lle sym p ath ie que mon âm e s’ouvre com m e\nun hospice à toutes les douleurs anim ales.\n    T e lle rosse p late qui som m eillait, la bouche\nà terre, sous la p lu ie nocturne, devant un café ;\nl ’agonie d ’un chat écrasé par une voiture ; un\nm oineau blessé réfugié en un trou de m ur sont\nautant de souffrances qui, à jam ais, sont en\nmon cœ ur. N ’eût été le respect hum ain, je me\nfusse agen o u illé devant de telles patiences, de\nte lles tortures, car j ’avais la vision d ’un nim be\nentourant les têtes de ces êtres douloureux,\nnim be réel, grand com m e l ’univers, q u ’y posait\nD ieu .\n\n   H ier, je regardais, dans une foire, tourner\ndes anim aux de bois. Il y avait, parm i eux, un\nâne. A cette vue, j ’ai fa illi pleurer, parce q u ’il\nme rappelait ses frères vivants que l ’on m ar­\ntyrise .\n   J ’avais besoin de prier, de dire : P e tit âne,\ntu es m on frère. O n d it que tu es bête parce\nque tu es in cap able de faire le m al. T u vas\nd ’un p etit pas. T u as l ’air de penser, lorsque\ntu m arches, ceci : V o y e z ! Je ne peux pas aller\nplus v ite ... L e s pauvres se servent de m oi parce\nque l ’on ne m e donne pas beaucoup à m anger.\nP e tit âne, l ’a igu illo n te pique. A lo rs tu te\npresses un peu plus, m ais pas beaucoup. T u ne\npeux pas p lu s... T u tom bes quelquefois. A lors,\non te bat, on tire sur la corde qui s’attache à ta\nbouche, si fort que tes gencives se relèvent et\nlaissent voir tes pauvres dents jau n es brouteuses\nde m isères.\n\n   D ans cette m êm e foire, j ’entendis une m usette\ncriarde. F rizeau m a dem anda : Est-ce que ça te\n\n\n\n\n                                                   293\n"}, {"page_pdf": 317, "page_imprimee": 294, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2337, "texte": "rappelle des m usiques africaines ? —                    O u i , lui\nrépondis-je. A T o u g g o u r t les m usettes avaient\nun nasillem ent sem b la ble. C e doit être un A ra b e\nqui jo u e. — E ntrons, fit-il, dans la b a r a q u e ...\nO n y v o it des drom adaires.\n   Une     douzaine      de     petits     ch am eau x ,    serrés\nco m m e   des      sardines    en baril,        abrutis,       tour­\nnaient dans une sorte de fosse. E u x , q u e j ’avais\nvus     dans   le    S ahara,      o nd ulants      com m e      des\nva gu es et n ’a y a n t autour d ’e u x q u e D i e u et la\nM ort, j e les retrouvais là, ô misère                   de m on\ncœ ur ! Ils tournaient,            tournaient encore dans\ncet étroit espace, et la douleur q u i d ’eux m o n ­\ntait vers m oi était com m e un v o m iss em e n t vers\nles hom m es. Ils allaient, allaient toujours, fiers\nco m m e des c y g n e s pauvres, nim b és de d éso la­\ntion,   couverts de p agn e s grotesques,                  bafoués\npar des fem m es qui dansaient, levan t leur p a u ­\nvre col v e rm in e u x vers D i e u et vers les feuilles\nm iraculeuses de q u e lq u e oasis d e délire.\n  A h ! prostitution des êtres de D i e u !..                   P lu s\nloin d es lapins étaient en cage ; p lu s loin des\npoissons rouges en             loterie     na geaien t     en    des\nb allons d e ch im ie au go u lo t si étroit q u e F r iz e a u\nm e d e m a n d a : C o m m e n t les y a-t-on pu entrer?\n— E n pressant un peu, lui dis-je. P l u s loin des\nv o laille s viv an tes, en loterie aussi, étaien t e n ­\ntraînées p a r le m o u v e m e n t d ’un tourniquet. A u\nm ilie u d ’elles, saisi d ’une peur folle, un petit\ncochon de lait se ten ait à p la t ventre.\n  P o u le s et poulets, pris de vertige, criaillaient\net se m ord aien t les uns les autres, affolés. E t\nm on com p agn o n m e fit remarquer des poules\nmortes et p lu m ées qui étaien tsu spe n d u es auprès\nd e leurs sœurs vivantes.\n  M o n cœ ur se soulève à ces souvenirs.                       Une\nim m e n se pitié m ’envahit.\n  O     poète,      prends    en    ton     âm e,   pour les y\nréchauffer et les y faire viv re en bonheurs éter­\nnels, ces bêtes souffrantes.\n   P rêch e la parole sim p le qui donne la bonté\nau x ignorants.                           F r a n c is Jam m es.\n\n\n\n\n294\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-06-n18-029", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-000-0003", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-000-0003.pdf", "ocr_sha256": "f755da2dce3405abf6c683172ebab5449992545e58fcb5cda8498d668b171847", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": null, "page_fin": null, "titre_corps": "Table des matières", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "Tableau Alphabétique des Rédacteurs du Tom e I I I", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 318, "page_imprimee": null, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3441, "texte": "Tableau Alphabétique\ndes Rédacteurs du Tom e I I I\nM . É M IL E B E R N A R D :\n          L a C a t h é d r a le ................................................................ 1 1 3\n          V e r s .......................................................................... 208\n          Ave M a r i a ............................................................... 208\n          Triptyque : I P r iè r e , I I P a r d o n , I I I R é d e m p ­\n                 t io n ..................................................................................249\nM . M IC H E L B O D E U X :\n          A l'autel................................................................................. 247\nM. C H A R L E S CA D A R T :\n          I D e l'or, II D e l ’encens, III De la myrrhe                                                        . 1        3\nM . E D M O N D D E B R U IJ N :\n          P o u r q u o i n o u s n e s u iv r o n s p as                            M . H u ijs ­\n          m ans        (ré flé x io n s s u iv ie s d ’u n e n o te s u r la\n          C a th é d r a le ) ............................................................... 14 9\nM. E R N S T D E L T E N R E :\n          C a n ta te D o m in o , p a r J .- D . B lo e m e n                                          .       .       2 9o\nM. PO L DE M ONT :\n          L'Annonciation (d ’a p r è s le fla m a n d ) . . .                                                            58\n          L e Paradis revenu (d ’a p r è s le fla m a n d ) . .                                                         206\nM. C H A R LE S D U M ER CY :\n          L ’A n . , p a r T h . B r a u n et F r .- M . M e lc h e r s                                             .    37\nM . A L P H O N S E G E R M A IN :\n          L e s e n t i m e n t r e l i g i e u x e n a r t ........................................85\nM . M A U R IC E G R IV E A U :\n          La       c a t h é d r a l e , l iv r e                d e     p ie r r e , f u t a ie ,\n\n          N E F E T C R O IX ................................................................................. 1 17\nM . É M .H A Ë E :\n          Les        cath éd r ales                  d ’A n g l e t e r r e .                   .       .       .       13 1\n          L e m e n d i a n t i n g r a t (L . B lo y)                                .     .       .       .           260\nABBÉ PA U L H A LFL A N T S :\n          De        R e lig io n e             R e v e la t a ,         par         le      P.              G.\n          W ilm e r s S . J ....................................................................... 1 5\nM . G A S T O N H O O R IC K X :\n          E t u d e s d e s c ie n c e s o c ia le , p a r J u le s B r o u e z .                                       170\nM . J .- K H U I J S M A N S :\n          L a Crypte de Chartres et la communion de D urtal                                                              17\nM. F R A N C IS JA M M E S :\n          I.     De         la      c h a r it é         p o é t iq u e          en ver s                   les\n\n          p a u v r e s , I I .D e l a c h a r it é e n v e r s l e s bê t e s .                                        291\nM. AUG- EDM . JO LY :\n          Les Oliviers de Gethsémani..........................................15\n\n\n\n\n                                                                                                                        29 5\n"}, {"page_pdf": 319, "page_imprimee": null, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3748, "texte": "M. V I C T O R K I N O N :\n              L e s p o èm es......................................................                35, 286\n              Chansons du p etit p élerin à Notre-Dam e de\n                     M ontaigu            .    .     ................................................... 2 1 3\n              M . M ax Elskamp e t l a poésie de F la n d r e .                                         263\nA B B É F. K L E IN :\n             'S ur l e con cile du V a t i c a n ............................78\nM. G E O R G E S L E C A R D O N N E L :\n              L e SENS ÉNERGIQUE CHEZ LA JEUNESSE                                          .       .1    59\n              E r n e s t H e l l o (d’après M . Aguettant) .                                      .    253\nM. IS ID O R E M A U S :\n              L e s CRIMINELS DANS l ’aRT ET LA LITTÉRATURE                                     39\n              L e CRIMINEL DANS L’ART ET LA RESPONSABILITÉ\n                    DE l ’a r t i s t e ...................................................... 168\nM. H E N R I M A Z E L :\n              Les     F ra n ça is d ’a u jo u rd ’h u i, p a r E d m o n d\n                     D e m o l i n s ............................................................171\nM. F R A N Z - M. M E L C H E R S :\n             E l u c id a t io n : L es Sim ples. L es Bourgeois. L es\n                     A risto cra tes.................................................................. 32\nM. A D R I E N M I T H O U A R D :\n              L e s p o è t e s m ystiq u r s : V I . su r F ra n c is\n                     J a m m e s ...................................................... 24\n              D ictio n n a ire des sy m b o le s, em blèm es et\n                  attribu ts, p a r M a u rice V e rn e u il. . .                                       145\nM. R A F A Ë L M IT JA N A :\n         L ’ œ u vre fu tu re d e V e r d i............................................ 34\nM. F . N O N N I G E R :\n             A la rech erch e d es m anu scrits de D e n y s le\n                     C h a r tr e u x ...................................................... 1 5\n             V an Jezus, par P o l de M o n t ............................ 38\n              M a rty ro lo g e R o m a in (édition P o u ssielg u e)                 83\n              V ille rs et A u ln e , p a r H . N im a l............................. 84\n             S E G A N T IN I..........................................................141\n             A b é c é d a ire d ’A rc h ite c tu re A n c ie n n e , p a r le\n             Vicom te de Colleville..........................................146\n             Renaissance, par H enri Duhem .                                      .    .       .        146\n             A u b rey B eardsley............................................... 146\n             E n Norm andie (phot. par Joseph Casier)                                              .    147\n             L a C o llé g ia le de S o i g n i e s ....................................148\n             U n statue de M ad on e, a u S a rt (L iè ge ) . . 228\n             L e s H e u re s de N o tre-D a m e , dites de\n                    H e n n e s s y ........................................................... 229\n             C o u rs élém en taire d ’a p o lo g étiq u e ch ré­\n                   tien n e, p a r M g r. M . H . R u tte n .                       . . 239\n             H a n d b o o k to C h ristian a n d E cclesia stica l\n                   R o m e , b y H . M . an d M . A . R . T . . 239\n             D a n te ’s P ilg r im ’s P ro g re ss, b y E . R u ss e l\n                   G u r n e y ................................................................ 289\n\n\n\n\n2 9 6\n"}, {"page_pdf": 320, "page_imprimee": null, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3905, "texte": "Me R A C H I L D E :\n          En      l ’h o n n e u r d e        P a u l V e r l a in e .              .       .        .      278\nM . W IL L IA M          R IT T E R :\n          V e l a z q u e z p e i n t r e r e l i g i e u x ................................ 2 71\nM . J. S W IS S E R :\n           Le      C h r is t e s t v e n u            dans        son         ord re d e\n                   g r a n d e u r ................................................................ 24 1\nVERD I :\n           M is e     en      valeur          m u s ic a l e d u       TE DEUM .                             34\nLa D :     N o t e s u r l ’a c tiv it é         d e M . É m ile B e r n a r d .                                    10 3\n           N o t e s u r la p o r té e d e s th è se s d e M . Is id o r e\n                   M a u s ....................................................................... 168\n           N o te      s u r l ’o p p o r tu n ité            d ’u n e tr a d u c tio n\n                   d e M u l t a t u l i .......................................................... 178\n\n      Anthologie ou Documents\nL IT U R G IE A R M É N IE N N E :\n           o f f ic e e t h y m n es du t r e n p a t z                     (tra d .)           .    .       66\n           Fragm ent de l'hymne de la nativité de la Vierge\n                   ( t r a d ) ....................................................................... 175\nA N O N Y M E D U XVe S IÈ C L E :\n           P rières.................................................................................... 233\nSO U R C E P O P U L A IR E F L A M A N D E :\n           Chansons pour le jo u r des R ois (tra d .)                              .           9, 10 , 11\n           Chanson pour la Chandeleur                                 (id .)        . . .                    53\n                  »          »     le M ercredi des cendres (id .)                              .    .        54\n                             »       les épisodes de la passion {i d .) .                                7 2, 7 3\n           Chapelet du Vendredi S a in t (id .)                               .     .           .    .        73\n           Chanson de l'amour pascal de M arie-M adeleine (id .) 74\n           Légende du petit verre de la Sainte-Vierge (id.) .                                               1 77\nSO U R C E P O P U L A IR E W A L L O N N E :\n           Chanson de la vocation de M arie-M adeleine                                              . .       70\nHRABANUS M AU RU S:\n           H ym us in Epiphania.............................................                                   7\nP A U L U S A Q U I L I E N S I S (?) :\n           D e fam osis pueris               (fra g m e n tu m ) .                      .                      8\nD IR C K V A N          D E L F T (?) :\n           Glose sur le message angélique (tra d . d u v ie u x\n                    f l a m a n d ) ........................................................ 56\nP IE R R E      G R I N G O I R E , d ic t V A U D E M O N T :\n           O r a i s o n .................................................................... 2 32\nI. B O N IF IC IU S G A B IA N U S :\n           H ym nus in eucha r i s t i a .......................................... 2 34\nH IE R . L E U E S E L L U S C R E M O N E N S IS :\n           H ym nus in e u c h a r is tia .......................................                           2 35\nJ E A N D ’A L B I N D E V A L Z E R G , d it D E S E R E S\n           Sonet du Sainct S a cre m e n t................................... 2 37\nM . C O Y S S A R D , d e la C o m p a g n ie d e J é s u s :\n           D u Sainct Sacrement de l'autel                              .         . . .                     2 36\n\n\n\n\n                                                                                                             297\n"}, {"page_pdf": 321, "page_imprimee": null, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3819, "texte": "(C H A R L E S D E C L A V E S O N ) :\n           Oraison pour dire à l ’élévation.                                                       .           237\nS. F R A N Ç O IS D E S A L E S :\n           Souhaits de bonne année (ex : Correspondance)                                                         5\n F R . S T E P H . L A D IS L . D E P R U S S IS\n                L O S O W S K I , ord. M in :\n           Oratio ante co m m u n io n em ....................................... 231\n           Gratiarum actio post communionem                                        .       .       .       .   231\n(F . Z . D . V . R.) :\n          Sonnets eucharistiques                                    ...................................... 238\nM ULTATULI :\n          L a Sainte vierge (trad. du néerlandais)                                                 .       .   173\n\n\n        A nnotateurs, Éditeurs et\n              Traducteurs.\nM . E D M O N D D E B R U I J N (éd.) :\n          Souhaits de bonne année,de\n                                j    S. F r a n c\n                                                » , d e S a le s                                                     5\n          H ym nus in Epiphania, H r a b a n i M a u r i . .                                               .     7\n          D e Fam osis Pu eris, fragm entum adscriptum\n                     P a u l o A q u i l i e n s i ......................................                        8\n          Chanson             wallonne           de      la     vocation de M arie\n                 M a d e l e i n e .................................................................. 7 0\n          (trad. du flamand ou paraphrase et annote) :\n          Chansons pour le jo u r des R ois.                             .     .           .           9, 10 , 11\n          Chanson pour la Chandeleur                               .     .     .          53\n                                                                                           .       .       .\n              id .           id . le M ercredi des cendres .                           .  54   .       .\n            id .   id . l 'A n n o n c ia t io n ........................................ 57\n          Chansons pour les épisodes de la Passion . . 7 2, 7 3\n          Chanson de l'A m our P a sca l de M arie-M adeleine.                                                  74\n          Chapelet du Vendredi S a in t....................................... 7 3\n          Légende du P e tit Verre de la Sainte Vierge.                                                    .   177\n          Glose         sur       le    Message Angélique,                         attribuée\n                 à D i r c k V a n D e l f t ..................................................... 56\nMM. P O L D E M ON T E T A L F O N S D E CO CK\n           (éd. en flamand) :\n          Légende du P e tit Verre de la Sainte Vierge                                             .       .   177\nA B B É A . S I R O U N I A N (trad. de l ’arm énien) :\n          O f f ic e       e t hym nes du               T ren pa tz            .       .       .       .        66\n          Hym ne de la N ativité de la Vierge                                  .           .       .       .   175\nM. H U G U E S V A G A N A Y (éd.) :\n          Oratio ante communionem et laus post communionem,\n          fr .   S t e p h . L a d is l . d e P r u s s is L o s o w s k i,\n                     ord. M i n .................................................... 23 1\n          Oraison,        de   P ie r r e        G r in g o ir e ,          dict.\n                 V a u d e m o n t .................................................................. 232\n          Prières du X V e S i è c l e ................................................... 233\n\n\n\n\n2 9 8\n"}, {"page_pdf": 322, "page_imprimee": null, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 4490, "texte": "                H ym nus in eucharistia I . B o n i f i c i i G a b i a n i                                                .    234\n                       id .                   id.            H ie r . L e u e s e l l i\n                          C r e m o n e N s i s ............................................... 2 3 5\n                D u Saint Sacrement, p a r M . C o y s s a r d , d e l a\n                          C om pagnie de J é s u s ............................. 2 3 6\n                Sonet du Saint Sacrement, p a r J e a n d ’A l b i n d e\n                         V a L Z E R S , d i t d e S e r e s ...................................... 237\n                Oraison pour dire à l'Élévation, p a r ( C h a r l e s\n                         de     C l a v e s o n ) ..................................................................2 3 7\n                Sonnets eucharistiques, par (F . Z . D .V . R .)\n                                                        .                                                                       238\n M . É M . H . V A N H E U R C K (trad. du Néerlandais) :\n                L a Sainte Vierge, p a r M u l t a t u l i .                                  .       .        .                178\n\n\n      Dessinateurs et Graveurs,\n       Peintres et Architectes.\n A R T A N C IE N :\n               LA MORT E T L E GENTILHOMM E                                            (z in c o g r a v .\n                         d ’après le calque d ’une fresque de 1460\n                         au m ur de la « H ungerford Chapel »\n                         (dém olie) dans la Cathédrale de\n                         S a l i s b u r y ........................................................... 55\n               T R A N S E P T NORD DE LA C A TH ÉD R A LE D ’ O X FO R D\n                        ( p h o t o g r a v .) ....................................................1 32\n               v o û te d e l a n e f                        »          » (zincogr.) l 33\n               LE CLOITRE                                              »        DE SALISBURY\n                        ( p h o t o g r a v .) ........................................                                .       1 35\n               v u e du su d                                           »           »      ( p h o to g r.)                     1 36\n               VUE DU SUD -O U EST                                   » C HE ST E R                    ))                       l 37\n               le choeur                                             » C a n to rb é ry »                                      1 38\n               l a to m b e d u P r i n c e N o i r d a n s                       »      »                                     13 9\n               É c u , c o t t e , e tc ., d é ta ils d e la d ite to m b e\n                        (zincogr.) .                                                                                           140\n              TYMPAN DU PORCHE DE LA CATHÉDRALE DE\n                          (photogr.) . . . . . .\n                       C h a rtre s                                                 156\n                                   (photogr. cliché L yon-\n              v i e r g e a l ’e n f a n t\n             Claesen)...............................................................17 5\nM .É M IL E B E R N A R D :\n              p r o je t d e c a t h é d r a l e                 (e s q u is s e s a n n o té e s\n                       r e p r o d . z in c o g r .) :\n              I . p l a n g é n é r a l e t i n t é r i e u r .....................................1 0 5\n              I I . f a ç a d e ..........................................................................                     107\n         I I I . c o t é ( c o u p e ) ....................................................109\n         IV . VUE I N T É R I E U R E ...................................................  111\nS. E D W A R D B U R N E -J O N E S :\n              v i t r a i l d e S a i n t e C é c i l e ( p h o t o g r a v . d ’a p r è s\n\n             le vitrail de la cathédrale d ’Oxford)                                                                .           134\nM. P . C. D E M O O R :\n              l ’a d o r a t i o n d e s m a g e s ( p h o t o g r a v . ) .                      .        .                     5\n\n\n\n\n                                                                                                                               299\n"}, {"page_pdf": 323, "page_imprimee": null, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3799, "texte": " M. C H A R L E S D O U D E L E T :\n           l ’a d o r a t i o n d e s m a g e s ( z i n c o g r . ) .                     .        .       .         12\n           l ’a n n o n c i a t i o n      ( z i n c o g r . ) ..........................................5 9\n           l a V i e r g e a u l i s e r o n ( z in c o g r .)                    .       .        .       .        175\n           la   V ie r g e      au     p a r a d is r e v e n u          (z in c o g r .)                      .   207\n M. M A X E L S K A M P :\n           o r n e m e n t a t io n s         : FLEUR,            é t o il e ,        n a v ir e ,\n\n           C I E R G E S , C Œ U R S , e tc . P A R M I L E S Q U E L L E S D E S\n          E M B L È M E S P O U R L E JO U R D E S R O IS , L A C H A N ­\n           DELEUR,           L E S C E N D R E S , L ’A N N O N C IA T IO N ,                              ET\n          LES       ÉVÉNEM ENTS                 DE       LA      S E M A IN E                 SA IN T E\n          ( g r a v . o r ig in . s u r b o is ),              9, 3 3 , 5 3 , 54 , 5 7 , 66, 69\n                                                                           70, 7 1 , 7 2 , 7 3 , 74\n          l ’a d o r a t i o n d e s e n f a n t s - r o i s            ( g r a v . o r ig in .\n                   s u r b o is d e p o ir ie r ) ................................................10\n          couronne              de    m ai    ( g r a v . o r ig in . s u r b o is d e\n                   p o i r i e r ) ....................................................................... 173\nÉ P IG R A P H IE :\n          m é d a il l e      d it e d e      S a i n t B e n o i t , (z in c o g r .) .                           158\nM. A L P H O N S E G E R M A I N :\n          V ie r g e       au     S a in t      C oeur          (é tu d e p o u r u n e\n                   d é c o r a tio n d e c h a p e lle ( p h o to g r a v .)                                   .   209\nIM A G E R IE D E T U R N H O U T :\n          BAN NIÈRE             TR IAN G U LAIRE              DE      PÈ LER IN A G E                          A\n          N o tr e -D a m e           de      M o n t a i g u . (o r ig in a l                     e n lu ­\n          m in é tir é s u r le s p re s s e s d e la firm e B r e p o ls\n          e n D ie r c k x z o o n , d e T u r n h o u t)                     .       .        .       .           2 11\nM. EM . RO M M ELAER E :\n          l ’a n n o n c i a t i o n      ( p h o to g r . d ’a p r è s p e in tu re )                              62\nM . G U S T -M A X S T E V E N S :\n         l ’a n n o n c i a t i o n       (p h o to g r . d ’a p r è s p e in tu r e ,\n         c lic h é e p a r         l ’I s t 0. It° . d ’A r t i G r a fic h e d i\n         B e r g a m o ) ......................................................................... 6 5\n         l ’a r c h a n g e      G a b r i e l d é ta il d u p r é c é d e n t (id .)                               65\nV ELASQ U EZ:\n         le      C h r is t       en       c r o ix      (M u s é e        du P rad o )\n                  (p h o to g ra v .         d ’a p r è s p e in t u r e , c lic h é e\n                  p a r B r a u n , C lé m e n t e t C ie)                                                         281\n         (h é lio g r a v . s u r c u iv r e tiré e e n ta ille -d o u c e ,\n         c lic h é e e t tiré e p a r B r a u n , C lé m e n t e t C ie)\n         (h o rs te x te p o u r le s s e u ls e x                        d e l ’é d itio n\n         d e lu x e ) .\nM . H E IN R IC H V O G E L E R :\n         l ’a n n o n c i a t i o n      ( p h o to g r . d ’a p r è s u n e eau-\n         fo rte ) ...................................................................................... 61\n\n\n\n\n300\n"}]}], "pages_ocr_originales": [{"page_pdf": 252, "texte": "                                                      N° 18 (Tome III)\n                                                             Juin 1898\n\n\n\nle Spectateur\n          catholique\nPropre du Mois :\n   F r . Step h. L a d is l. de O ratio ante com m u nion em et la u s\n       P r u s s is L o sow ski, ord.     post com m unionem .\n       M in. (ed. H u gu es V a -\n      ganay) :\n   P ierre G rin go ire, d iet O ra iso n .\n      V audem on t :\n   A non ym es d u X V e s iè cle : P riè re s .\n   I. B o n ificiu s G abianus : H ym n us in E u c h a r is tia .\n   H ier. L eu e s e llu s Crem o­\n      n en sis :\n   M . C o yssard , d e l a Com­\n       pagnie de Jésu s :D     .\n                               ctrem\n                                   in\n                                    a\n                                    S\n                                    u\n   Jean d’A lb in de V alze rg , S o n et du S a in t S a cre m e n t.\n       dit de Seres :\n   (C harles de Claveson) : O ra iso n p o u r dire à l’E lé v a tio n .\n   (F . Z. D. V. R.) :                S o n n e ts e u ch a ristiq u es.\nScience religieuse :\n   M . F . N o n n ig er :          M ém orial.\nArt religieux :\n   M . J. S w isse r :          L e C h rist est v e n u d ans so n o rd re\n                                    de gran deur.\n   M . M ich el B o d e u x :  A l’a u tel.\n   M . E m ile B ern ard :     T rip ty q u e .\n   M . G eo rges L e Cardonnel: E rn e st H e llo .\n   M e. R a ch ild e : ,       E n m ém oire de P a u l V e r la in e\n   M . E m . H aëe :           L e M en dian t In grat.\n   M . V icto r K in on :       M a x E ls k a m p et la P o é s ie d e\n                                    F la n d re.\n   M . W illia m R itter :      V e la z q u e z p ein tre re lig ie u x .\n   M . E rn st D eltenre ;\n     M . V . K in on ; M . F . M ém o ria l.\n     N o n n ig e r :\nJugement religieux :\n   M . F ra n cis Jam m es :         I D e la ch a rité p o étiq u e en v ers\n                                        le s p a u vre s.\n                                     I I D e la ch arité e n v ers le s b êtes.\n\n                             — ESTAM PE —\n\n   V elasquez- :                       L e C h rist en cro ix (M u sée du P r a d o\n                                            (photogr.)\n                                      (U n tira g e d ’h é lio g ra v u re e n taille -\n                                      d o u ce se v e rr a d ans le s e x . d e\n                                      l ’éditio n de luxe)\n\n\n               B ureaux      du   S p e c t a t e u r C a t h o l iq u e\n\n      BRUXELLES                                           PARIS\n 92, rue du Prince Royal.                 |         44, avenue du Maine.\n"}, {"page_pdf": 253, "texte": "                                          Le\n      S p e c t a t e u r                     C a t h o l i q u e\n\n                                      M ensuel\n     de Science, d’A r t e t de J u g e m e n t religieux\n\n\n                                    D IR E C T E U R\n                     M.     EDMOND             DE      BRUIJN\n\n\n                      S E C R E T A IR E S D E R E D A C T IO N\n M. R AO UL NARSY             M. TH OM AS B RAU N            M . W IL L IA M R ITTE R\nJe Vendredi de 5 d 6 hres] au S ièg e de la R ev u e             (pays germaniques,\n                                                               balkaniques et Suisse)\n 44, avenue du Maine         92, nie du Prince Royal          D ü rn ste in a/d D o n a u\n        P A R IS                  BRU XELLES                              (A u t r ic h e )\n\n\n               M . M ARIU S A N D R É          M . RA FA Ë L M ITJAN A\n\n                   11, rue Olozaga                     4, via Gaeta\n                       M A D R ID                          RO M E\n\n\n                   S E C R E T A IR E D A D M IN IS T R A T IO N\n                      M. JOSEPH van L ID T H de JEU D E\n\n\n                            C O M IT E P R O T E C T E U R\n\n M. M a r i u s A n d r é , à M a d r i d ,     A b b é P . H a l f l a n t s , à L o u v a in .\n M. E m i l e B e r n a r d , au Caire.         M . G a s t . H o o r ic k x , à B ru x e lle s .\n M. T h o m a s B r a u n , à Bruxelles.        M . V ic t o r K in o n , à T irle m o n t.\n M. L . C o e n e n , à Weerde-Malines.          M . I s id o r e M a u s , à B ru x e lle r.\n M. E d m . D e B r u i j n , à Anvers.          D r F o r t u n é M a z e l , à N im e s.\n Mgr C . d e H a r l e z , à Louvain.            M . H e n r i M a z e l , à P a r is .\n M. E r n s t D e l ï e n r e , à Malines.       M . A d r . M it h o u a r d , à P a r is .\n M. Louis D e n i s e , à Paris.                 M . R a o u l N a r s y , à P a ris .\n M. V i c t o r D e n i j n , à Anvers.          M . A d h .S c h e ij s , à Vertrijck-Louvain.\n M. A r i s t . D u p o n t , à Bruxelles.       A b b é A r m . T h i é r y , à L o u v a in .\n M. L a u r . F i e r e n s , à Anvers.          M . F ir m . V a n d e n B o s c h , à Courtrai.\n M. A l p h . G e r m a i n , à Paris.           M . J . v a n L id t ii d e J e u d e , à Anvers.\n M. A r n . G o f f i n , à Bruxelles.           A b b é C l a u d io V o l io , à P a ris .\n Abbé L . H a l f l a n t s , à Tirlemont\n\n\n   L e S p e c ta te u r C a th o liq u e laisse à ses rédacteurs liberté de tout\n       style, et, avec l’honneur de leur responsabilité, liberté de toute\n       pensée, en les limites de l’orthodoxie définie ou traditionnelle.\n               — L e s m a n u s c r its n e s o n t p a s r e n d u s . -\n\n\n\n\n                (Édition de luxe sur papier de hollande Van Gelder : 20 frs.)\n                          T o m es I et I I : 5 frs. le tom e.\n\n\nL e S p e c t a t e u r C a th o liq u e parait ,en fascicules illustrés mensuels et\n                     formera II Tom es de 30 0 pages par an.\n"}, {"page_pdf": 254, "texte": "O r a t io     ante       c o m m u n io n e m / e x        m is s a   S . I a c o b i I u st i A p o s t o l i.\n             o m in e     D eus        n o s t e r / p a n is c a e l e s t is / v i t a       v n iu e r s i/ p e c -\n\n\n\n D\nD eus/\n               CAUI IN CAELUM E T CORAM TE/ E T NON SUM DIGNUS PARTICEPS\n               FIERI IMMACULATORUM MYSTERIORUM ; SED/ V T MISERICORS\n             d ig n u m     me    fac        g r a t ia    tua/      vt    c it r a        c o n d e m n a t io n e m\n\nPARTICEPS FIAM SANCTI CORPORIS/ E T PRETIOSI S A N G U IN IS T U l/ IN\nr e m is s io n e m p e c c a to r u m / e t v i t a m a e t e r n a m . A m e n .                   B\n\n\nA l i a v a l d e in s ig n is l a u s e t g r a t ia r u m a c t i o p o s t C o m m u n io n e m .\n\n               ANIM AE M EAE HOSPES DULCISSIME/ I e S U MI PRAECORDIALIS-\n\n\n\n\nO          ET\n               SIME/ TU A SU AUIS INCORPORATIO SIT MIHI HODIE OMNIUM\n               PECCATORUM MEORUM REMISSIO/ N EGLIGENTIARU M SUPPLETIO/\n\n\nSALU ATIO/ ANIM E\n                    TOTIUS       D EPERD ITAE\n                                 ET\n                                                          V IT A E\n                                          CORPORIS SA N ITAS\nINFLAMMATIO/ VIRTU TIS INSTAURATIO/ E T V IT A E M EAE IN T E SEMPI­\n                                                                       RECUPERATIO.\n                                                                               ET\n                                                                                                  S lT MIHI AETE RN A\n                                                                                     R E PAR ATIO/ AMORIS\n\n\nTE R N A CONCLUSIO/ QUOA DUSQUE EXUTUS HUIUS V IT A E MOLESTIJS/ IN\nAETERNUM LAETABUND U S EPU LER / E T EX U LTEM IN T U E CH ARITATIS\nDELICIJS/ SICUT SPONSA GAUD ET SU I R E G IS IN DELICIJS. BE N E D IC A N T\nTE/ Ô D E U S SA LU TIS MEE/ OMNIA INTERIORA MEA/ E T TO TA SUBSTAN­\nT IA /    ET    VIR TU S       M EA ; IU BILE N T              TIBI       DESIDERIA            PRECORDIORUM\nMEORUM E T V O T A : QUIA TU ES D E U S MEUS/ QUI FECISTI MECUM\nMISERICORDIAM/ E T                 ES       SOLUS       BENEDICTUS              IN SA E C U LA . V E R E           SI\nHABEREM OMNES A N G ELO R U M E T HOMINUM VIRES/ H AS IN TU A LA U D E\nLIBENTISSIM E EXPENDEREM . N U N C OMNE QUOD SUM E T POSSUM/ EGO\nPU LU IS E T CINIS/ PECCATOR E T HOMUNCIO/ ID AD LAUDEM E T GLORIAM\ntuam /      ô D eus         v it a e     m ee/ refundo/ e t               in    te       c o n s u m i d e sid e r o /\n\nM EDULLAMQUE VIRIUM / E T SENSUUM MEORUM TIBI O FFER O ,IN NOUAE\nLAUDATIONIS HOLOCAUSTUM/ QUIA TU ES CHARISSIMUM CHARUM MEUM/\nTOTUM          VERUM         E T SECURUM GAUDIUM MEUM/ OPTIMA PARS MEA/\nELECTU S MEUS E X MILLIBUS/ QUEM SOLUM AM AT/ E T D ILIG IT AN IM A\nMEA.\n     B e n e d ic o /   e t g r a t ia s a g o         o m n ip o t e n t i/        et    s a p ie n t i b e n ig n i­\n\nt a t i t u e / d u l c iss im e        D e u s / f id e l is s im e a m a t o r h u m a n e s a l u t is /\nPRO DIGNANTISSIMA I L L A MISERICORDIA/ QUA PL ACU IT SU PE REFFLU ­\nENTI PIET ATI TU E ITERUM SE SUAUISSIMA DECLINATIONE DEMITTERE\nE T INCLIN ARE AD ME PECCATOREM/ OMNIUM PERIPSEM A/ MEQUE VITA/\nE T MORIBUS DESPICABILEM/ A FINIBUS EXTREM AE V IL IT A T IS AD ASSO-\nCIATIONEM REGIAE E T DIUINAE MENSAE/ DIGNITATISQUE TU E PARTICI­\nPATIONEM EUOCARE NON ES DEDIGNATUS. V E R È AMOR COËGIT TE / ET\nN A TU R ALIS TU A BONITAS IN FLE X IT                          TE/ V T         HODIE          PLACA TU S/ E T\nM ELLIFLUU S TOTUS/ AD ME DESCENDERES ; E T E X HOC V E R È COGNOS­\nCO/ QUIA MISERATIONES TU E SUNT SUPER OMNIA OPERA TU A/ E T QUOD\nNON SIT/ QUI ABYSSUM PIETATIS TU E EX H AU RIRE POSSIT/ QUANDI\nMIHI TAM EXTREM E V ILITA TIS HOMONCIONl/ E T PECCATORI TAM INDI­\nGNO ADITUS AD SUPEREFFLUENTEM ABYSSU M BONITATIS TU E NEGATU S\nnon      f u it .   L audent             te/     D o m in e /    pro m e        S p ir it u s A n g e l ic i e t\nI u sto r u m       A n im a e / q u a n d o q u id e m         l a b ijs e t co r d e p o l l u t u s e go\n\ns u m / NIH ILQU E OMNINO EST                    LA U S MEA IN CONSPECTU TU A E M a JES-\nT A T IS .................. IESU b o n e / ADIM PLE DESIDERIUM MEUM/ E T M ISERERE\nM EI. A m e n .         B\n                                                    (Transcrit par H . V . sur le V i r i d a r i o l u m s p i r i ­\n                                                      t u a l i u m d e l i c i a r u m operaf r . Stephani L a d is-\n\n                                                      la i de P r u ss is Losowski ord. M in . Ms. daté\n                                                      1629.)\n\n\n\n\nl6                                                                                                               231\n"}, {"page_pdf": 255, "texte": "                 O R A IS O N .\n\nSire J esus de tous biens la richesse\nDistributeur très large, ne me laisse\nLas, travaillé, en ce chemin mondain\nSans que repeu soye de ton vin et pain\nCar tu congnois les cueurs et les couraiges\nTant des prudens hommes que des volaiges\nE t les repaix de viande d'équité\nA ton p la isir p ar saincte charité.\nO source vifve, et fontaine de vie\nM etz en mon cueur ta grâce, et me convie\nA ton manoir de délictation\nP our y avoir saincte réfection\nD e l'eau qui est vie spirituelle\nCest assavoir, estre soubz ta tutelle\nAcom plissant ta saincte voulenté\nS i que péché de moy soit exempté.\nE t la so if que euz au p u is ou la fontaine\nD u bon Jacob, ou la samaritaine\nPuysoit de l 'eau, cest la so if de saulver\nL e genre humain, te plaise l 'approuver\nSur ton servant, et devant que je meure\nQue avec toy p a r deux jo u rs je demeure\nE n bien gardant tes deux commandemens\nCest charité, et les deux testamens\nV ie il et nouveau, p uis au tiers jo u r je soye\nP a r ton vouloir, en ta gloire à grant joye.\n                     Am en.\n                     (Au f . e* d e : C h a n t z R o y a u l x f i g u r e z M o r a l ­\n                      L E MENT          SU R   LES    M IST E R E S       M IR A C U LE U X       DE\n                       N o str e         S aulveu r          et     R édem pteu r             J ésu\n                       C h r ist , e t      su r sa       P a ssio n , a v e c      p l u sie u r s\n\n                       dévotes           O r a is o n s    et     R ondeaux             contem ­\n\n                       p l a t if s ,    co m p osez p a r         P ie r r e      G r ing o ire,\n                       dict Vaudemont                     [ P a r is , J e h a n P e t i t , 15 2 7 .)\n\n\n\n\n232\n"}, {"page_pdf": 256, "texte": "                Prières du XVe Siècle.\n\n     B     aug sires , dier om nipotens,\n     “ O si o le crop vraiem ent,\n     que le prestre tient en présent\n     v ostre doux corps au saint sacrement.\n     dessendés mon toudis de paine & de tourment\n     & m’ame d’encombrier.\n     donés mop confession\n     & deuant ta mort, be mes pechiés\n     brap parbon. amen. »\n\n\ng r a c ia , quant leuen lo cors precios de g h esu C hrist\n\n\nS enpor meu, J h esuC\n                    rist\n                       h    qui bel dentre virgi\n   nal de la molt gloriosa V erge M aria aquesta\n                                                                                 ­­\n\n\nmolt sagrada carn h umanaï prenquist, e aquesta\nmatera molt sagrada sanch bel teu molt sagrat costat\nen la ara de la vera creu per la nostra salut escampift,\nen carn h umanal de mort resuscitist , e al cel ber beu e\nver h om pugist, en la qual carn humanal deus venir\naltra v egada, aiutgar los v ius e l os morts . D e li-\nuram, senpor meu J h esu C hrist, per aquest molt\nfagrat cors teu, gue ara en lo teu saut altar esten-\ngut e tractat, de tota immundicia e immundicies de\nla mia pensa e bel cors ; e sez me ser, senpor, la\ntua fancta boïentat ; e com a tu, senpor, placia a\nportar me a la tua gloria, la qual mas promesa\nJ h e sus fill de deu viu, sill de la berge M aria, v er\nbeu e v er h om, haies merce de mi peccadora. amen,\n                         (Transcrit d’après Motte, L a t b i n . H y m n .   d\n\n                           M i t t e l . I, p. 286 et 293.)\n\n\n\n\n                                                                         233\n"}, {"page_pdf": 257, "texte": "H Y M N U S , E X H E R O ICO V E R SU I N QUO\n  P E R P R IM A S L IT E R A S SIN G U L O R U M\n     V E R SU U M E T V L T IM A S P E N T E M E ­\n       M E R E S E T F I N I S C U IU S L IB E T\n          C O L L IG U N T U R H A E D IC T IO ­\n            N E S, E U C H A R IS T IA O\n               IE S U SE M P E R S IT\n                  N O B ISC U M .    10.\n                      B O N IF IC II\n                         G A B IA ­\n                           N I.\n\nE st Deus et hom      O, mortalibus hostia nobi     S\nV ita ; cruor Christ I    detergens crimina mund I\nC hristus enim ver E de casta virgine sumpsi T\nH umanos sensu        S, et servans omnia nome      N\nA ffixus pin          V vitam cum sanguine mult O\nR eddidit, et nostra S res lapsas fraudibus orci aB\nI gnibus invidia      E ducti, clementia Christ I\nS ola fuit tande      M nostros miserata labore S\nT u, tu Christe volu P ’, tu vera es victima tu fa C\nI mmunes poena        E , placido pater aspice vult V\nA spice Christe preco R redivivam in funere prole M.\n                       (Au f. E iiij de : D e E ucharistia , sermunculi,\n                         hymni , ode , êpigrammata . (Mediolani. Apud\n                         Antonium Borgium. Idibus Quintilis. M D LV.)\n\n\n\n\n234\n"}, {"page_pdf": 258, "texte": "H Y M N U S D IC. TR ., E X OGD. E T H E P T H . H I ­\nE R O N Y M I L E U E S E L L I CR E M O N E N SIS.\n\n        Salve vera D ei proies,\n        Qua torquetur mundi moles\n            N utu universa unico,\n        Que caeli colas amatos\n        Praestas esse perbeatos\n             Te solo munifico.\n        Salve nostrum praesidium ,\n        Salve, C H R IS T E , fid elium\n             Salus, atque gloria,\n        Cuius fo r ti potentia,\n        E t summa sapientia\n             Stat omnis victoria.\n        Tua liberalitate\n        Congrua sattiritate\n            Solus pascis omnia,\n        Salve lu x mundi fulgida,\n        Quae pellis cuncta turbida,\n            Ducisque ad celestia.\n        Illustra caecos lumine,\n        A ulae aberrantes limine\n             Dignare dirigere,\n        D a panem esurientibus,\n        D a potum sitientibus,\n              Tue et mense accumbere.\n        S in t procul horrida bella,\n        Nostros hostes ht debella,\n               Nobis detur venia,\n        Quam tu nobis comparasti,\n        Dum Deo conciliasti\n               Tua cruce media.\n         Inter cives locum dona,\n         Q u i cuncta possident bona,\n               Tuo solo numine,\n         Deo p a tri potentia,\n         F ilio sapientia,\n               Q u i regnant cum flam ine.\n                        ( A u f . G ii d e : D e E u c h a r i s t i a .)\n\n\n\n\n                                                                            235\n"}, {"page_pdf": 259, "texte": "    D U S A IN C T S A C R E M E N T D E\n   L 'A U T E L , A L A F R É Q U E N T A ­\n  T IO N D U Q U E L L A' M E S 'E X C I T E .\n      IE S U S -C H R IS T , débonnaire,\n      A u sainct A u te l t 'attend,\n      O A m e, pour te fa ire\n      Un banquet excellent...............\n            Or sus, prépare toy,\n      Mon Am e, à ceste table,\n      E t d'une vive foy,\n      P ren s ce P a in admirable,\n      Q ui rompt de la M ort les effortz,\n      E t fa ic t ressusciter les M orts.\n            Là, ton D ieu se dispence,\n      Voilé du Sacrement,\n      A u q u el p a r sa puissance\n      L 'un et l ’autre élément,\n      Faisant eschange de nature,\n      D evient Céleste nourriture ................\n            O mon doux IE S U S -C H R IS T ,\n      O mon cœur, ô ma vie,\n      Espure mon esprit,\n      E t mon A m e transie.\n      Eschauff e de ta charité\n      P a r ton Sacrement fréquenté.\n\n      F a is que ferm e Espérance,\n      E t que la vive Foy\n      N e vienne en décadance,\n      E t que ta saincte Loy\n      E n nous p a r amour se conserve,\n      E t de tous erreurs nous préserve.\n\n                       ( A u x p p . i o 5 -9 d e : L e s H y m n e s s a c r e z , b t o d e s\n                                         p a r M. Coyssard, de la\n                          s p ir itu e lle s\n                          Compagnie de Jésus. (A Lyon. P ar Iean\n                         Pillehotte. 1594.)\n\n\n\n\n236\n"}, {"page_pdf": 260, "texte": "              Sonet du Sainct Sacrement.\n\n      N ostre bon D ie u t'a voulu préparer\n            (A m y lecteur fidèle et Catholique)\n            Ce grand banquet, et festin magnifique\n           P o u r tes vertuz, et forces réparer.\n      D onq pour ton âme enrichir et parer\n           Laissant gronder en erreur fantastique,\n           Mangeant son gland, le pourceau hérétique,\n           E t de ce fo r t vueilles toy emparer,\n      C ’est ton rampart, ton appuy, ta deffense,\n            Contre l'assaut d'une mortelle offense,\n            Qu'en toutes parts tu dois désadvouer,\n      Sères t ’apprend par divin artifice\n            Que C h rist s ’est fa ic t Sacrement, sacrifice,\n           P o u r te sauver et te sien advouer.\n\n                              (Au f . à i i j b d e : S i x   l iv r e s d u   S acrem ent       de\n\n                                l ’a u t e l                   Iean d 'A lb in de\n                                                    com p osez p a r\n                                 Valzerg, d it de Seres, archidiacre de Tholose.\n                                 (A Paris. M .D .L X V II.)\n\n\n\nOraison à Dieu le Père, pour dire à l’élévation de\n         la Saincte Hostie, en la Messe.\n\n   D ieu Père tout puissant en qui mon âme espère\n   J ’ay demeuré long temps plongé dans la misère :\n    Vous estes mon S a lu t : j e me jette à genoux\n   Appaisez s ’i l vous p la ist le très juste courroulx\n   Que pour mon grand Péché, et grande forfaitture\n   Avés à droict conceu. M a is sur tout à c'est heure\n   A yés pitié de moy, par la grand Charité\n   D e Jésus mon Sauveur vostre fils très-aymè\n   Q u i s ’est donné pour tous victime salutaire\n   A la grand majesté de vous, son D ieu, son père.\n    Voyés son sacré corps voillé soubs ceste H ostie :\n    Voyès son grand pouvoir : luy mesmes l ’a bastie,\n   P o u r estre un vray présent, le seul digne de vous\n   L equel i l fassonna pour le grand bien de nous.............\n   J e vous prye, mon D ieu , que le sang espandu\n   D e ce grand Rédempteur en la Croix estandu\n   E xp ia n t mes péchez soit en vostre mémoire\n   A mon p lu s grand profit, et p lu s à vostre gloire. Am en.\n\n                              ( P . 80 d e s O r a i s o n s d e s d i m a n c h e s e t f é r i é s\n                                 d e l ’a n n é e       m is e s e n v e r s p a r   Charles de\n                                 Claveson. (A T o u r n o n . 1 6 1 5 .)\n\n\n\n\n                                                                                              237\n"}, {"page_pdf": 261, "texte": "Aux accidens du pain, au très Sainct Sacrement de\n                 l’Eucharistie.\n\n            Espèces, où l ’amour met Jésus en prison,\n   Confins, qui séparés la foy de la science,\n   Divine illusion, où la toute puissance\n   Montrant l ’un donne l ’autre, et trompe la raison.\n\n           Mets où nous rencontrons la vie ou le poison,\n   Selon les deux estais, ou de grâce, ou d'offense ;\n   Admirable milieu de présence et d'absence,\n   Dont le Ciel et la Terre ont f a it leur liaison.\n\n            Suports saincts et sacrez d'un corps qui par merveille,\n       Parce qu’il est d ’un Dieu, vous rendant la pareille,\n       Vous soutient, quand le pain ne vous sert plus d’apuy,\n\n            N e faites vous pas voir un effect bien estrange ?\n       Sans luy l'on vous mesprise, alors que l'on vous mange,\n       E t l'on vous rend respect, vous mangeant avec luy.\n\n\n\n       L ’amour de nostre Seigneur, au très Sainct\n              Sacrement de l’Eucharistie.\n\n            L'Am our, dieu fabuleux, entreprit autrefois\n       Un cœur plus dur qu'un roc, et plus fro id que la glace ;\n       I l se sert de son arc, et n ’est rien qu’i l ne fasse,\n       Pour luy faire sentir le doux joug de ses loix.\n\n             Chaque dard f a it son coup, et s ’émousse à la fois ;\n       I l les décoche tous, sans emporter la place :\n       M ais pour dernier effort, i l part de bonne grâce,\n       E t se darde en ce cœur comme un trait de carquois.\n\n             L e vray Dieu de l'Amour se donnant à la table\n       A voulu rendre en soy la feinte véritable :\n       Ses bien-faits sur nos cœurs n’estons pas assés forts,\n\n             I l se f a it dard luy mesme, et pour blesser nos âmes,\n        E n s'eslançant vers nous, il brise les efforts\n        P a r qui nous résistions à ses divines f lames.\n\n                                   (Aux    pp.   21-2 de : E s s a y s d e m é d i t a t i o n s\n                                     POÉTIQUES SUR LA PASSION, M O R T ET RÉSUREC ­\n                                     t i o n d e N o s t r e S e i g n e u r par F. Z. D. V. R.\n                                     (Paris. 1659.)\n\n\n\n\n 238\n"}, {"page_pdf": 262, "texte": " Mémorial de la\n           pensée religieuse\n  Cours élémentaire d’apologétique chrétienne, p ar\nM gr. M . H . Rutten. (B ru x elles : S o cié té B e lg e de L ibrairie).\n  L e s m essieurs à q u i n ous avo n s la issé ces dern iers tem p s la\nm ission de p en ser et la fonction d’ écrire nous ont h a b itu é à\nlim iter n otre con fian ce en v ers les m anu els de cette sorte. E t\nsi, dès lo rs, j e tem p érais, à l’o cca sio n du p résen t, les h ab itu els\nre p ro ch e s, on s’e m p resserait sans doute de le cro ire exce llen t.\nS o it ! — sous ré se rv e de ce tte déclaratio n qu e le m a n u el date\nd e 1879 e t q u e la 10me édition q u ’on n ou s offre a — n e fût-ce qu e\ncelui-là — son â g e com m e défaut, je v e u x d ire, que fata lem en t\nnous d evo n s, a u jo u rd ’hui, le reco n n aître u n p eu tro p exp éd itif\ndans le s prélim in aires sur la certitude, insuffisam m ent arm é\np our l ’exp lo ra tio n de l’autorité b ib liq u e, et p lu tô t m uni de\nrép o n ses à des o b jectio n s qui n e se p o sen t p lu s. — E t oui,\ne x ce llen t, to u t de m êm e, p a r ses d évelop p em en ts sur l ’action\nde l ’É g lis e , am p les, co n clu an ts, et qu elqu efo is a ctu els. (A insi\nce rtain e critiqu e d e la sup ériorité des n ations                                 protestan tes\nc o n v e rg e en b ien des points a v e c l’opinion q u ’ém it ici-m êm e\nM . M azel).\n  C e liv re p o u rra a vo isin e r ce u x de M . A u g u ste N ic o la s et de\nM gr G au m e. E t j e ré cla m e p our d e tels com p en dium u n p eu\nplus de con sidération , m e p erm ettan t seu lem en t de ra p p e ler\nqu e le Catéchisme de Persévérance co n vertit P a u l V e r la in e .\n\n\n\n\n  Handbook to Christian and Ecclesiastical Rome b y\nH . M . and M . A . R . T . (L ondon : A . and C h . B lack).\n    P a rt I.    T h e Ch r i s t i a n m o n u m e n t s o f R o m e (paru).\n   P a rt I I . T h e L i t u r g y i n R o m e (paru).\n   P a rt I I I. M o n a s t ic i s m i n R o m e (en préparation).\n    P a rt I V . E c c l e s i a s t i c a l R o m e (en préparation).\n\n  Ils ont la n o sta lg ie de R o m e , le s A n g la is ! E t ce s je u n e s\nlo rd s distraits et ces candid ats en th éo lo g ie qui sem b len t n e\npro m en er q u ’u n e            curiosité          extérieu re           p arm i   des   b ib elo ts\nh isto riqu es, on les tro u v e le so ir tro u b lés p a r « l ’âm e » m êm e\nde ce tte v ille , grisés d e ce tte b u é e de so u ven irs, à m oitié\nréduits p a r le s cérém on ies ; fiév re u x et exp ansifs ils ann oten t\ndes désirs, re cu e illen t des doutes, se con fient à un ca m arad e\nla issé à O xford ou à un m aître p ap iste qui a ccu e illit leu r co n ­\ntro v erse un soir de th é dans un salo n am i.\n\n\n\n\n                                                                                                 239\n"}, {"page_pdf": 263, "texte": "   A v e c l ’in tention d ’y   rester hu it jo u rs, ils y p assen t les\n v a ca n c e s, ou l ’an, ou le u r v ie . E t ce sont alors les h abitu els\n fait-divers des co n versio n s.\n    L e cen tre attire. B o ssu et d éjà , ferm an t le liv re V I I me de\n son Histoire des variations protestantes, était d’avis qu e la nation\n a n g laise était trop a vid e de        s cien ce p our     dem eu rer dans\n l ’erreur, « que ses      cu rieu ses et co n tin u elles re ch e rch es sur\n l ’antiquité la ram èn eraien t à la doctrin e des p rem iers siècles.»\n   N u lle m en t ap o lo gétiqu e, se born ant à un in ven ta ire érudit\n d ’après des auteurs récen ts et in co n testa b les, ce gu id e — dans\nto u te la fo rce du       term e —     satisfera la H a u te E g lis e , les\ntouristes rom ain s,       et le s hom m es de      re ch e rch es. I l tien t à\ns ’ab sten ir de to u t ly rism e o u de toute co n tro ve rse,                  m ais\nn ’o ublie ni un m onum ent, ni une festivité qui y p o urra p rêter.\nE n te lle sorte que n ous avo n s l ’esp rit lib re. A des protestan ts\non p ourrait difficilem ent offrir p . ex. l'Esquisse de Rome chré­\ntienne de G erb et. D ’ailleurs en fran çais nous n ’avo n s rien de\nco m p arab le à ce ci, et si b ien ce que c e la d e v a it être : édition\nso b re et ém inem m ent m an iab le, écriture sèch e, ren seign em en ts\ndogm atiques ou de co n ve n a n ce (p. ex. ces ca len d riers de\nl ’année co m p lète m entionn ant au jo u r le jo u r les offices les\np lu s ca ra ctéristiq u es de ch a q u e é g lise, le s p èlerin ag es et les\nb én éd iction s les plus divers). O n p eu t p asser une v ie o ccu p é e\n et ch a n gean te à v iv re des im p ression s offertes p a r le s 3 oo\néglises de R o m e et sa vin gta in e d e cataco m b es.\n   M ais on ne d evrait croire qu e ce s ren seign em en ts m enus\nen lè ve n t à ce gu id e à la m ain son ca ra ctère de liv re d’étude.\nE t ses n otes sont p récises qui exp liquent, entre autres, l ’ic o ­\nn o g ra p h ie o u le sym bolism e chrétien. L e s va ria n te s de la\ncroix, p. ex. tout le m onde le s con n aît, ah ! oui. L e ré ce n t\nca ta lo g u e de la ve n te de la g a le rie K u m s à A n v e rs , sign é p ar\ndes érudits, rem a rq u a it p a r ex. un m onogram m e de T en iers\nsur le m an teau d ’un S t A n to in e d’une ten tation, quan d s ’y\ntro u v ait le tau , la cro ix é gyp tien n e, dite de S t A n to in e. E t le\nsym b o lism e de Jésus o u d e l ’é g lise, p oisson , dauphin , n a v ire ,\na n cre, p ao n , p élica n , ch e v a l ou lion reste ign oré des critiques\nd ’art q uoique v u lg a ire pour les érudits.\n   L e vo lu m e co n sa cré à la litu rg ie n ’o u b lie aucun d éta il : le s\ndivers rites des m esses, les v a le u rs des vêtem en ts et de la\nv a is s e lle litu rg iq u e, l’ordre et la sign ification des offices, les\nfêtes, la sem ain e sa in te. L e ch ap itre dern ier touchan t le systèm e\nd iscip lin a ire de l ’é g lise m ’offre seu l des ren seign em en ts plus\nco n testa b les. L a question de la con fession est p. ex. fort d éli­\nca te , et en co re ré serv é e ; l ’on sait le s réce n te s discussions sur\nl ’in troduction des form es a ctu elle s de la p én iten ce. M ais il n ’y\na p as lie u d ’en trer en co n tro verse à ce sujet à p rop os de d eu x\no u trois p ag es. Je re n o u v e lle don c m a satisfaction .\n                                                        F .   N o n n ig e r .\n\n\n\n\n24O\n"}, {"page_pdf": 264, "texte": " Le C hrist est venu dans\n      son ordre de grandeur.\n    Voilà dix-huit siècles que le Verbe incarné a\n divisé, comme au principe des choses, la lumière\n des ténèbres, et voici qu’aujourd’hui, comme au\n temps de saint Paul, le monde est plein de Gentils à\n qui la croix est folie, de Juifs à qui elle est un scan­\n dale, de Chrétiens à qui elle est un abîme de sagesse.\n D ’où vient ce mystère de contradiction qui divise\n si profondément les hommes ? C ’est que l’esprit\nhumain, par un triste et fatal égarement, se méprend\nsur la véritable grandeur.\n    Deux sortes de grandeurs régnent dans le monde :\nla grandeur qui brille aux yeux du corps et la gran­\ndeur qui brille aux yeux de l’esprit. César victorieux,\nle front ceint d’une couronne de lauriers, les épaules\ncouvertes de la pourpre impériale, assis sur un\nchar d’ébène resplendissant d’or et de pierreries\nentre dans la fière cité de Romulus, aux applau­\ndissements d’une foule en délire : voilà la grandeur\nmatérielle qui éclate aux yeux du corps. Platon\nlance des éclairs de génie qui illuminent le monde\net sont recueillis par les plus grands esprits de tous\nles siècles : voilà la grandeur qui brille aux yeux de\nl’esprit. Ce sont deux grandeurs d’un ordre bien\ndistinct.\n   Or pour savoir où réside la véritable grandeur du\nChrist, il faut savoir préalablement ce qui l’emporte\nen dignité, la matière ou l’esprit.\n   L ’immortel Pascal a résolu ce problème en deux\nmots. L ’univers èntier, dit-il, ne vaut pas la moindre\npensée, car la pensée se connaît elle-même et con­\nnaît l’univers, mais l’univers ne connaît rien. Si telle\nest la supériorité de l’esprit sur la matière, telle est\naussi la supériorité de la grandeur spirituelle sur la\ngrandeur matérielle.\n                            *\n                          *   *\n\n  Or, écoutons les discours que le Christ adressa\naux douze dans l’intimité et ceux qu’il prononça au\n\n\n\n\n                                                    241\n"}, {"page_pdf": 265, "texte": "grand jour de la publicité devant les tribunaux de\nsa nation et devant les césars païens, et nous\nassisterons au spectacle du Christ foudroyant la\ngrandeur de chair pour ne revendiquer que la\nroyauté spirituelle.\n   Les douze, imbus des préjugés de leur race,\ndemandent au Christ dans quel temps il rétablira le\nsceptre dans Israël et fondera un empire temporel.\nE t il foudroie soudain cette grandeur matérielle par\nces paroles qui annoncent une grandeur toute spiri­\ntuelle : « Il ne vous est pas donné de connaître les\ntemps et les moments que le Père a déterminés\ndans sa puissance. Mais vous recevrez la vertu du\nSaint-Esprit et vous me rendrez témoignage dans\nJérusalem et dans toute la Judée et dans la Samarie,\net jusques aux confins de la terre. »\n   L a mère des fils de Zébedée, dans une demande\nqui trahit en elle les préjugés juifs, prie le Christ de\nplacer l’un de ses fils à sa droite et l’autre à sa\ngauche dans le royaume temporel qu’elle croyait\ndevoir être fondé. E t le Christ lui répond : « Vous\nne savez pas ce que vous demandez. »\n   L e prince des apôtres, tout rempli de la divinité\nde son Maître, mais oubliant que les abaissements\nannoncés par le Christ ne peuvent ternir la gloire\nspirituelle de la divinité, s’indigne quand le Christ\nannonce les humiliations et la mort infâme que lui\nréserve l’avenir : il aime son maître et ne rêve pour\nlui que la grandeur humaine. Mais Jésus lui répond :\n« T u n’as que des vues humaines et ne comprends\npas les vues de Dieu. »\n   Ne tremble pas pour ton trône, Hérode, lorsque\ndes rois de l’Orient t’annoncent la naissance du Roi\ndes Juifs ; dissipe tes vaines alarmes : ni l’étable où\nil est né, ni la crèche où il est couché, ni les pauvres\nlanges qui l’enveloppent n’annoncent un roi ter­\nrestre ; mais l’étoile, signe miraculeux qui le mani­\nfeste aux Mages, mais les adorations de ces rois\nétrangers, mais les cantiques des anges révèlent en\nlui un roi tout céleste descendu sur la terre.\n   Caïphe, toi qui, voyant les masses s’attacher aux\npas du Christ, crains que la foule ne place la cou­\nronne de César sur la tête du Christ et ne se sou­\nmette à son sceptre, et qu’en punition de ce crime,\nles Romains ne viennent à détruire Jérusalem et son\n\n\n\n\n243\n"}, {"page_pdf": 266, "texte": "temple et à renouveler la captivité de Babylone,\n dissipe tes vaines frayeurs: le Christ fuit la grandeur\n des rois de la terre. Ne crains pas son ambition, ô\nCésar terrestre : il n’ambitionne ni la pourpre, ni la\ncouronne, ni le sceptre matériels ; il te laissera\npaisible possesseur de ta royauté terrestre. S ’il\naffirme à la face de tous les tribunaux qu’il est Roi\ndes Juifs, il l’est comme descendant de la race\nroyale de David ; mais la royauté qu’il s’attribue est\n d’un ordre supérieur à la royauté charnelle. Ne\n crains pas pour ta couronne, ô César ; le Christ est\nroi, mais il proclame que son royaume n’est pas de\n ce monde ; il dit bien haut aux pharisiens captieux\n qu’il faut rendre à César ce qui est à César et à Dieu\n ce qui revient à Dieu. Ne crains pas, ô roi de la\nterre, quand tu vois le Christ entrer triomphalement\n à Jérusalem : son appareil modeste et la douceur\n de son regard ne révèlent pas un ambitieux usur­\npateur du trône.\n    Oh que le Christ est bien venu dans son ordre\n de grandeur ! Que lui eût servi de couvrir ses\n épaules de la pourpre des rois de la terre — bien\n qu’en réalité il fut un descendant de la race royale de\n David — alors qu’il venait fonder le royaume de\n Dieu, illuminer le monde des splendeurs de la vérité,\nfonder une société toute spirituelle composée d’âmes\nadorant Dieu en esprit et en vérité, et se faire le\ntout puissant levier qui soulève les âmes de la terre\njusqu’au ciel ? L e moyen eût été à l’encontre de\nl’effet voulu. L e but du Verbe était spirituel, divin :\nJésus se dit Fils de Dieu, engendré de toute éternité\ndans le sein de son Père, égal au Père en essence\net en gloire ; il se dit envoyé par son Père pour\nfonder la société spirituelle des âmes avec Dieu ;\ntous ses actes tendent à ce but, tant qu’enfin, expi­\nrant sur la croix, il déclare, par un profond « con­\nsummatum est » que sa mission est achevée.\n   Puisque tel est le caractère du Christ, il faut\nconclure que tous les actes de sa vie sont propor­\ntionnés à la fin qu’il poursuit et que, la fin étant\nd’une grandeur spirituelle, les moyens qui y tendent\nsont du même ordre.\n   Que l’esprit humain ne se scandalise donc pas de\nvoir dans la vie du Christ des bassesses qui n’y sont\npas. Sa naissance dans une étable, les contradic­\n\n\n\n\n                                                    243\n"}, {"page_pdf": 267, "texte": "  tions qu’il souffre, les opprobres dont il est abreuvé,\n  la trahison et l’abandon dont il est victime, son\n  impuissance dans la passion, son agonie, sa mort\n  sur une croix, tous ces actes où un œil de chair ne\n  voit que d’humiliantes bassesses, indignes de celui\n  que le ciel a proclamé Fils de Dieu, sont empreints\n  du caractère de la grandeur spirituelle dans son état\n absolu, au point que l’esprit humain ne pourra\n jamais en saisir toute la sublimité. Dans le Christ,\n le matériel et l’humain est mêlé au spirituel, au\n divin, mais celui-ci absorbe, pour ainsi dire, celui-là,\n au point que les yeux de l’esprit ne voient plus en\n lui qu'un roi spirituel venu du ciel pour fonder une\n société d’âmes adorant Dieu en esprit et en vérité.\n                               *\n                           *       *\n\n     Arrêtons un peu plus longuement l’esprit sur ce\n  mélange d’humain et de divin et nous verrons\n  l’humanité du Christ comme immatérialisée et\n  transfigurée, en quelque sorte, comme au Thabor,\n  par les splendeurs de la divinité.\n     Il est conçu dans la chair, mais par l’opération\n  du Saint Esprit.\n     Il naît, mais d’une vierge.\n     L a terre le rebute, mais le ciel le déclare par une\n étoile, mais un envoyé du ciel publie sa naissance.\n     Il est couché dans une crèche, enveloppé de\n pauvres langes, mais les rois se prosternent devant\n lui dans l’anéantissement de l’adoration, le front\n dans la poussière ; mais des millions d’anges de la\n milice céleste, les Séraphins, les Chérubins, les\n Trônes, les Principautés, font retentir les parvis\n éternels de l’hosannah du triomphe.\n    Il est seul dans sa crèche avec ses pauvres parents,\nmais les Anges lui forment une cour éclatante.\n    Il vit pendant trente ans dans le silence et l’obs­\ncurité, mais son apparition publique dans le monde\nest annoncée par un envoyé du ciel, que dis-je ? par\ncent prophètes de l’Ancien Testament.\n    A sa présentation au Temple, Marie et Joseph,\ntrop pauvres pour faire de riches offrandes, ne\npeuvent offrir que deux tourterelles et deux colom­\nbes, mais, sur le seuil du temple, le saint vieillard\nSiméon proclame Jésus la gloire d’Israël, la lumière\ndes nations, le salut du monde.\n\n\n\n\n244\n"}, {"page_pdf": 268, "texte": "   Un mortel puissant trame sa perte, mais un\nenvoyé céleste avertit Joseph d’emporter l’Enfant\nvers une terre étrangère.\n   Il fuit comme un proscrit, mais les idoles égyp­\ntiennes s’écroulent à son passage.\n   Il descend dans les eaux du Jourdain pour se faire\nbaptiser comme un pécheur, mais le Saint-Esprit se\nrepose sur lui et la voix du Père le déclare son Fils\nbien-aimé en qui il a mis toutes ses complaisances.\n   Il dort, mais pendant son sommeil il empêche la\nbarque de couler à fond.\n   Il marche, mais il affermit les flots sous ses pieds.\n   Il gravit le Thabor pour y prier comme un simple\nmortel, mais les splendeurs de la divinité l’environ­\nnent.\n   Il mange, mais quand il lui plaît, il se passe des\nnourritures mortelles et n’a pour tout aliment que la\nvolonté de son Père ; il commande aux anges de\nservir sa table.\n   Il vit dans la pauvreté, mais la nature lui obéit\ncomme un sujet obéit à son souverain.\n   Il ne recherche pas les secrets des sciences, mais\nil connaît toutes les Ecritures, il voit devant lui\ntoutes les profondeurs de la divinité.\n   Il vit dans un point du temps et de l’espace, mais\nil affirme qu’il est de tous les temps et qu’il possède\nl’immensité et l’éternité de Dieu,\n   On le dit fils de l’artisan, mais à Jérusalem il\nreçoit les honneurs d’une entrée triomphale et l’on\nchante à son passage : Hosannah au fils de David.\n   Il vit dans un point du temps, mais il voit dans\nune claire vue l’immense champ des siècles et de\nl’Histoire se dérouler à ses yeux.\n   Il souffre les mortelles angoisses de l’agonie à\nGethsémani, mais un envoyé du Père éternel vient\nlui verser les douceurs de la consolation céleste.\n   Il tombe au pouvoir de ses ennemis, mais après\nles avoir renversés par ce seul mot : « Ego sum. »\nIl leur déclare qu’il dispose de millions d’anges pour\nle protéger.\n   Debout sur le marche-pied du tribunal des césars,\nil est regardé comme un homme insensé, mais il\ns’attribue toutes les grandeurs de la divinité.\n   Il est couvert de blessures, mais il est le médecin\ninfaillible de nos âmes.\n\n\n\n\n                                                    245\n"}, {"page_pdf": 269, "texte": "     On le crucifie, mais soudain la terre tremble sous\n le poids de sa croix.\n    Il est suspendu comme un vil esclave au gibet de\n l’infamie, il est nu comme un ver de terre, mais sa\n croix est un trône d’où il distribue des couronnes\n et donne le royaume étemel.\n    Il a soif sur la croix, mais il n'a soif que de\nl’amour des hommes.\n    Il meurt, mais le soleil s’obscurcit, mais le voile\n du temple se déchire, mais la terre tremble, mais les\ntombes brisées lâchent leur proie.\n    Rangé parmi les morts, il donne la vie aux morts.\n    Il est mis au tombeau, mais il n’en connaît pas la\ncorruption.\n    Il cède à la mort, mais la mort ne peut le retenir,\nil brise ses liens qui le retiennent captif au tombeau\net, rayonnant de gloire et plein de la noble fierté du\nvainqueur, il dit à la mort : « O mort, où est ton\naiguillon ? »\n    Il naît pour mourir, mais il meurt pour ressus­\nciter par sa propre vertu.\n    Il reparaît dans un point du temps et de l’espace,\nmais c’est pour monter au ciel par sa propre puis­\nsance, et descend aux enfers pour délivrer les\ncaptifs et les attacher à son char victorieux qui les\nconduit dans le sein immense de l’immuable éternité.\n    Disparu, il attire à lui tous les cœurs.\n                             ★\n                         *       *\n\n  Impie du siècle qui blasphèmes ce que tu ignores,\nouvre enfin les yeux de ton intelligence. Si le Christ\nest pour toi, comme pour les Gentils, un objet de\nscandale, c’est que tu le contemples à un faux point\nde vue ; c’est que tu cherches sa grandeur où il n’a\npas voulu la placer et que tu ne la cherches pas là\noù elle réside en réalité. Considère le but du Christ,\net ton intelligence verra sa grandeur spirituelle\nadaptée à sa fin et la sagesse avec laquelle il a foulé\naux pieds la grandeur de chair.\n  Louvain, 18 Février 1898.            J. S w i s s e r .\n\n\n\n\n246\n"}, {"page_pdf": 270, "texte": "                 A l’A utel\n   L a petite chapelle des Sœurs desservant le Col­\nlège S t-Quirin à H uy est ensevelie dans le silence ;\nla nuit y est combattue par les rouges rayons vacil­\nlants de la lampe sainte qui veille.\n   Tout dort au couvent, au collège et dans la ville.\nLes brouillards au-dehors couvrent tout d’un grisâtre\nvoile jusqu’au moment où la première lueur du jour,\nle premier chant d’oiseau, le premier bruit de car­\nriole, viennent les déchirer et les mettre en fuite.\n   On entend alors la clochette, puis après,les portes\nqui s’ouvrent et les religieuses qui circulent.\n   Portant une lumière sourde, doucement une sœur\nouvre la chapelle et vient allumer les cierges.\n   Au dortoir des élèves, on éveille avant les autres\nun collégien qui est encore au milieu d’un rêve de\nclasse, guerre de César ou discours de Démosthène.\nL e gamin s’habille en hâte mais silencieusement,\ns’ablutionne au lavoir et dans sa fraîcheur nouvelle,\ndans le froid des corridors retentissants, il laisse\nderrière lui le sommeil de ses compagnons et se\ndirige vers la chapelle où les religieuses et les\npostulantes sont agenouillées dans une suave pros­\ntration, adorant Dieu, le Maître du jour et de la\nnuit, celui vers qui dès l’aube doivent monter nos\nhommages.\n   L ’adolescent revêt une lévite rouge, d’un rouge\nclair, comme le sang qui coule en ses veines. Il\nrevêt l’aube courte ou le surplis, d’une blancheur\nimmaculée comme son âme de quinze ans.\n   Et voilà que dans la petite chapelle, les prières\npréparatoires s’élèvent en versets et répons, dans\ncette alternation admirable des psaumes où l’on\ns’accuse tour à tour, où l’on s’encourage, avant que\nle prêtre ose gravir les degrés de l’autel.\n   Pieusement, mystiquement, l’enfant qui subit la\ndouceur matinale, le recueillement des religieuses,\n\n\n\n\n17                                                 247\n"}, {"page_pdf": 271, "texte": "  la foi vive et pénétrante de l’officiant, l’enfant s’asso­\n  cie au déroulement du mystère divin, au renouvelle­\n  ment pacifique du sacrifice de la croix.\n     L a clochette a tinté dans la main vive du servant.\n  C ’est l’élévation.\n     Et plus ému, plus saisi, le jeune acolyte se rap­\n proche du prêtre, s’agenouille et d’une main soulève\n la chasuble tout en inclinant la tête.\n     L e miracle va s’accomplir, les paroles sublimes et\n impérieuses, il les entend, lui, le pauvre petit et il\n les écoute en tremblant. E t il y croit, et il sait que\n le Christ vient de paraître.\n     Il sait que dans l’hostie est le Christ, le Jésus\n enfant de Noël, le Jésus enseignant du Temple de\n Jérusalem, le Jésus prêchant les masses et ressusci­\n tant les morts, le Jésus cloué en croix, le Jésus mis\n au Tombeau, le Jésus triomphant par la Résurrec­\n tion, le Jésus du Jugement dernier.\n     Il sait que dans le calice coule le sang divin\n répandu par la flagellation, par le couronnement\n d’épines, par le crucifiement, par le percement de\nla lance.\n    Il sait et il croit cela, avec toute son âme, toutes\nces forces, et il verserait jusqu’à la dernière goutte le\nsang de son corps pour l’attester.\n    L e Drame divin se déroule devant ses yeux. Il\ny assiste, comme s’il avait monté le Golgotha...\n    E t quand il se dévêt et s’en va retrouver les\nbruyants compagnons de son âge, levés à présent,\nil marche comme sur un nuage, le regard perdu au\nloin et songeant toujours au ciel qu’il vient de quitter.\n\n                                   M ic h e l   B odeux.\n\n\n\n\n248\n"}, {"page_pdf": 272, "texte": "                    T R IP T Y Q U E\n                        P R IÈ R E\n\nSeigneur, je ne vaux rien et je ne vous suis pas\nComme un agneau fidèle un pasteur secourable,\nLe monde me séduit, je cède à ses appâts ;\n\nJ ’aime à trouver en tout cette chair misérable\nPar laquelle le mal nous forge un lien de fer\nQue nous portons contents en un maintien coupable ;\n\nJ ’aime à me réjouir des fêtes de l’enfer,\nMêlant au monstre impur qui loge dans mon âme\nLe blasphème et l’orgueil qu’enseigne le Pervers ;\n\nJe fuis le temple saint, je recherche la femme\nPour en faire un autel à mes lubricités,\nPour m’oublier parmi les voluptés infâmes;\n\nJe hais la solitude et j ’aime les cités\nOù le sang bout et germe en un ferment putride\nE t vient s’épanouir en fleurs d’atrocités ;\n\nJ ’invoque le néant et je bénis le vide\nOù je tombe ivre-mort d’avoir mangé le mal\nDont mes sens sont grisés, dont mon cœur est avide ;\n\nDescendant lentement au rang de l’animal,\nJe maudis la pensée et l’âme et la prière,\nNe gardant pour espoir que l’amour infernal ;\n\nEncor si, tel l’enfant, mon âme était fière\nE t très innocemment goûtait à ces poisons,\nMais je suis conscient, ma faute est coutumière.\n\nJe me plais, voyant Dieu trôner aux horizons,\nA nier sa puissance et dérober sa gloire,\nA tailler une idole aux murs de ma prison,\n\nUne idole lubrique en qui j ’ai peine à croire\nE t dont l’absurdité me serait un dégoût\nSi la perversité n’habitait ma mémoire :\n\nTel je me vois, Seigneur, tel je me dis à vous,\nE t puisque vous sondez les profondeurs intimes,\nVous savez qu’aujourd’hui je suis à deux genoux,\n\n\n\n\n                                                     249\n"}, {"page_pdf": 273, "texte": "Vous savez que je veux sortir de mes abîmes\nE t que, très doux agneau qui se frotte au pasteur,\nJe veux dans les candeurs me laver de mes crimes,\n\nVous savez que je hais Satan l'entremetteur\nE t que je ne veux voir en l’épouse et la vierge\nQu'un lys très beau, très pur, au parfum bienfaiteur.\n\nSeigneur, je veux, pour vous, consumer comme un cierge,\nJe veux comme l’encens être baume, vapeur\nDont l’église s’éclaire et dont l’éther s’envierge.\n\nJe veux vous consacrer ce qu’il reste du cœur,\nAprès avoir jeté dans un grand holocauste\nToute la haine affreuse et toute la rancœur,\n\nAfin d’être plus digne que Jésus m’accoste\nE t mette sur mes yeux sa main comme une fleur,\nSceau divin qui du ciel au mal est la riposte,\n\nLinge blanc qui peut seul essuyer le pécheur.\n\n                       PARDON\n\nOh qu’il vienne Jésus, qu’il entre dans mon ombre,\nQu’il prononce sur moi ses virginaux pardons,\nQu'il éloigne la nuit de ce qui m’a fait sombre ;\n\nQu’il me rouvre le ciel, qu’il me rende ses dons ;\nQu’il entre comme on voit la lune qui se lève,\nQu’il accepte l’amour qu’enfin nous lui rendons ;\n\nQu’il ramasse la barque éparse sur la grève,\nQu’il daigne en rassembler les ultimes morceaux,\nQu’il l’arrache à ces flots qui la rongent sans trêve,\n\nQu’il la rassemble encor, qu’il la courbe en cerceau,\nQu’il la bénisse enfin, et, sur la mer tranquille\nQu’il la lâche, sa voile arrondie en arceau ;\n\nQue le vent qu’il dispense et peut rendre docile\nLa conduise, et, toujours, que vers lui le pécheur\nSe tourne en restant sourd au chant menteur des îles.\n\nO Jésus, vous serez pour moi cette blancheur\nQui lave des péchés les noirceurs détestables ;\nVous serez cette étoile au ténébreux marcheur ;\n\n\n\n\n250\n"}, {"page_pdf": 274, "texte": "Vous serez ce lait pur des célestes étables\nQui sauve des poisons et des breuvages noirs\nQu’un convive assassin dépose sur nos tables ;\n\nVous serez ce briseur des perfides miroirs\nOù toute la beauté qui nous souille et nous blesse\nN ’était qu’un vain mirage allumé par les soirs ;\n\nVous entrerez, Seigneur, chez l’impure Déesse,\nE t nous découvrirez les êtres infernaux\nQui, cachés sous sa chair, nous torturent sans cesse ;\n\nVous nous allumerez dans la nuit vos fanaux\nE t vous étoufferez ces lustres, ces bougies\nQui de ses yeux menteurs attisent les fourneaux ;\n\nD ’un geste vous ferez se finir les orgies,\nE t les amants suivront en détestant le mal\nVotre marche puissante aux douceurs d’élégies\n\nQui les dirigera sur le bord idéal.\n\n                    R É D E M P T IO N\n\n\n— Oui, nous voulons quitter ces vêtements sordides,\nQue l’orgueil a tissés, que la haine a souillés,\nPour revêtir la blanche robe aux plis rigides,\n\nPour, nous étant enfin des laideurs dépouillés,\nEntrer dans ces jardins dont les roses splendides\nSont des nids odorants par l’aurore mouillés ;\n\nOui, nous voulons rêver, à l’abri de ces arbres\nQui ne perdent jamais leur riche frondaison,\nDans toutes ces blancheurs de fûts, d’étangs, de\n                                              [marbres ;\nOui, nous voulons aller, derrière l’horizon,\nVers la nature sainte, belle, hiératique,\nDont la splendeur sacrée éveille l’oraison.\n\nLà nous ne goûterons que des plaisirs mystiques,\nMiel de l’âme, parfums de lis, qui vous font voir\nLes Saintes et les Saints assis sous des portiques ;\n\n\n\n\n                                                       251\n"}, {"page_pdf": 275, "texte": "Là nous pourrons jouir sans la crainte des soirs,\nCar des anges très beaux en retiennent les toiles\nTandis que d’autres font fumer des encensoirs ;\n\nLà nous verrons briller les célestes étoiles,\nCar nous serons assis sur le sacré plafond\nQui dérobe aux humains l’Éden et qui le voile,\n\nMais elles seront fleurs des parterres profonds\nOù, pensifs, nous écouterons la voix des anges\nE t le concert divin que tous les élus font;\n\nOte bien nous nous joindrons aux brillantes phalanges\nEt, montant dans l’azur plus clair et plus léger,\nNous irons retrouver nos fils morts dans les langes ;\n\nNous baiserons leurs yeux en des astres changés,\nE t leur bouche, autrefois à la nôtre muette\nNous dira les pensers qu’ils n’ont pas échangés;\n\nNous les retrouverons, ainsi que l’alouette\nMontant vers Dieu sans cesse en chantant leur amour,\nLeur âme ayant été toujours pure et quiète ;\n\nNous les verrons grandir, heureux, joyeux toujours,\nNous mirerons leurs yeux, phares de notre vie,\nEt nous aurons leurs mains et leurs cœurs jamais\n                                               [sourds;\nNous nous délecterons de leur âme ravie,\nE t nous apprendrons d’eux à goûter les ardeurs\nDont ces lieux enchantés nous donneront l’envie.\n\nOh ! les rayons du jour ne sont que les lueurs,\nJésus — qui nous montras à gravir le Calvaire — ,\nDe ta gloire qui flambe claire en ces hauteurs :\n\nLe sacrifice saint que tu fis à ton Père\nNous ne le connaîtrons tout entier qu’en ce lieu\nQu’habite le bonheur et revêt la lumière\n\nQue tu descends vers nous pour te proclamer Dieu.\n\n                                  É m il e B e r n a r d .\n\n\n\n\n252\n"}, {"page_pdf": 276, "texte": "                 Ernest H ello (*)\n   On parle encore relativement peu d’Hello ; il\nsemble que le grand écrivain effraye notre temps ;\nc’est que l’amour de l’à peu près dans les choses\nde l’art comme dans les choses de la vie caractérise\nsurtout notre époque et Hello apparaît comme un\ndocteur de l’Absolu ; ses livres donnent le vertige à\nceux qui gravissent leurs cîmes blanches ; ils\nfouettent l’âme, ils en font sentir les points morts ;\nce sont là autant de qualités qui intéressent peu la\npetite critique qui est la grande critique des gens\ndu monde ; elle préfère élever à d’autres de rapides\nréputations, elle préfère les œuvres où il y a pour\nrire et pour pleurer ou au moins pour sourire :\nl’héroï-comique la met en joie ; cette critique a évité\n de parler d’Hello, sans se douter que le vigoureux\nécrivain de « l’homme médiocre » avait répondu en\nécrivant « la Critique » à ce silence dont il avait\nsouffert. Les admirateurs chaque jour plus nombreux\nd’Ernest Hello y ont du moins gagné que l’étude des\nœuvres du grand écrivain a été faite seulement par\nquelques âmes exceptionnelles, et ils peuvent\naujourd’hui en saluer une de plus dans la personne\nde M. Aguettant.\n   L ’étude de M. Aguettant écrite en une langue\nsolide et belle est pieuse en même temps que sincère:\nM. Aguettant s’est souvenu de cette parole d’Ernest\nHello : « L a Critique est la conscience de l’Art »,\net s’il prononce souvent à l’endroit d’Hello le mot\nde génie, il sait cependant mettre en garde contre\nles erreurs de son œuvre.\n   M. Aguettant nous présente le grand écrivain\nbreton, dont la langue âpre et puissante fait penser\nau pays des menhirs et des chênes, comme un des\nderniers prophètes de sa race ; il nous le montre\navant tout idéaliste, mystique et intuitif : idéaliste\n\n  (*) E r n e s t H e l l o , p a r L . Aguettant. ( L y o n : V it te ) .\n\n\n\n\n                                                                             253\n"}, {"page_pdf": 277, "texte": " au point que sans sa foi profonde, il eût été certai­\n nement entraîné à des excès de spéculation alors\n qu’au contraire le christianisme apporte l’unité dans\n son œuvre, car Hello est complètement chrétien :\n « Hello aime le dogme ; la parole de Dieu que les\n médiocres méprisent ou reçoivent sans amour, il\nl’accueille de tout son être, il s’en nourrit avidement,\nil la médite avec une humble ferveur. Il est pareil à\n ces diciples d’Emmaüs qui sentaient leur cœur\nbrûlant dans leur poitrine, tandis que Jésus-Christ\nleur expliquait les Ecritures. A la vue de ces splen­\n deurs révélées, une joie surnaturelle s’empare de lui,\n exaltant son âme jusqu’à l’enthousiasme et son\nlangage jusqu’au plus sublime lyrisme ».\n   C ’est le mystique qui chez Hello crée le poète et\n M. Aguettant le compare ingénieusement à Pascal\ndont il se rapproche par sa poésie d’ordre métaphy­\nsique, sa profonde intuition et son idéalisme :\n cependant bien que dans Hello, le style ait plus de\nplénitude, qu’on ne trouve pas « l’ardeur sèche et\njanséniste » qui attriste les Pensées, mais au contraire\nune grande joie, « des pages d’inspiration lyrique\nd’un essor si prodigieux qu’on en chercherait\nvainement, je ne dis pas d’égales mais de semblables\nchez Pascal», M. Aguettant n’hésite pas à le déclarer\nnettement inférieur à l’auteur des Pensées « dont il\nn’eut pas la fermeté, la richesse et l’étendue d’esprit,\nni surtout les facultés d’analyse qui lui permet­\ntaient de contrôler les données de son intuition ». Il\nnous fait remarquer que c’est encore cette prédomi­\nnance de l’esprit intuitif non tempéré par des facul­\ntés d’analyse qui fait qu’Hello dans ses études de\npsychologie commence toujours par poser une thèse\nen axiome, et développe ensuite sans se donner la\npeine d’établir sa base, ce qui d’ailleurs n’empêche\npas ses pages sur l’Avarice, l’Envie, la Passion du\nMalheur, l’Homme Médiocre « ce chef d’œuvre\nde colère sereine et meurtrière » d’être merveilleuses\nde pénétration.\n   L ’opinion de M. Aguettant diffère un peu de celle\n\n\n\n\n254\n"}, {"page_pdf": 278, "texte": " de M. Mithouard (1) qui voit entre Pascal et Hello\nune parenté des plus étroites. Il me paraît que\n M. Aguettant a raison. Pascal en effet est surtout\nun esprit critique alors qu’Hello est avant tout un\nlyrique ; cet esprit critique cause l’incertitude même\n de Pascal. Hello qui est une sorte de prophète ne\nsonge même pas à vérifier par sa raison ses visions\nd’intuitif ; il est uniquement lyrique et il chante\nmême quand il châtie. Si l’œuvre des deux est frag­\nmentaire ainsi que le remarque M. Mithouard, elle\nne l’est même pas de la même façon : les Pensées\nde Pascal sont faites des profondes méditations,\ndes observations d’un homme qui touche à la vérité\net la veut consolider avec sa raison ; chacune d’elles\nest merveilleuse par la coordination des idées ;\nquelques-unes en sont même sèches comme des\nthéorèmes ; mais ces pensées ne sauraient être\ncoordonnées entr’elles puisque Pascal cherchait\nencore tandis qu’il les écrivait. Chez Hello, ce\nmanque de coordination existe dans la façon même\ndont il exprime sa pensée. Hello a vu la vérité ; il\nl’a vue de façon si éclatante que sa raison s’en est\ntue, mais le champ de cette vérité, il le parcourt\npar bonds ; le penseur et le lyrique ne s’harmonisent\npas toujours ; quelquefois l’un semble gêner l’autre;\nsi ses pensées manquent ainsi de liaison comme son\nstyle, c’est qu’un peu de la logique de Pascal lui\nfait défaut et en même temps le sens de la logique\ndes belles formes qu’a tout artiste.\n   Hello est un être de joie supérieure, « sa morale\nest expansive », aussi ne laisse-t-il jamais son lecteur\nsous une impression décourageante pour l’espèce\nhumaine : ainsi à l’homme médiocre, il oppose\nl’homme de génie, comme il oppose la crainte à la\npeur, la contrition et les larmes saintes au goût\npervers du malheur.\n   « L ’homme de génie, dit Hello, a pour adversaire\nl’homme de talent, pour ennemi l’homme d’esprit,\n\n\n (1) V o ir l’étu de de M . M ithouard : Un Pascalien : Ernest\nHello, p aru e dans le n° d e F é v r ie r 1897 du Spectateur Catholique.\n\n\n\n\n                                                                    255\n"}, {"page_pdf": 279, "texte": "pour ennemi mortel l’homme médiocre. » M. Aguet­\ntant ajoute : « Ainsi l’antithèse est complète, l’un est\nune sorte d’automate satisfait qui a la formule pour\nidéal et pour salaire la réputation, l’autre est un\nhomme de désir voué d’avance à toutes les douleurs\net qui partout substituera la vie à la règle, c’est le\nprédestiné de la gloire — son organe est l’intuition —\ndont l’homme de talent est entièrement dénué. L e\ngénie n’a rien de commun avec une aptitude spéciale,\nmais il se reconnaît à sa conception supérieure de\nl’unité, il n’est à vrai dire que la plus haute forme de\nla simplicité humaine ».\n   Mais comme il le dit plus loin : « Plus haut\nencore que le génie rayonne la sainteté », et\nHello a vu dans l’homme médiocre l’ennemi des\nhommes de génie et des saints ; à propos de ces\nsaints que le monde se figure étrangers à l’humanité,\nil a écrit un beau livre les Physionomies des Saints,\noù il les montre « divers par la variété des dons\nhumains, pareils par l’action commune de la grâce\ndivine ».\n    Quant à ses conceptions sur l’Art, M. Aguettant\nleur reproche de ne laisser place que pour l’art\nsymbolique et par là Hello semble entendre : « la\ntraduction d’idées et d’idées philosophiques dans le\nlangage des formes », ce qui supprime de purs chefs-\n d’œuvre d’art littéraire et devient inadmissible pour\nles arts plastiques. Il dénie d’ailleurs avec raison à\n Hello le sens de la forme : son style même avec ses\n envolées côtoyant des inégalités en témoigne. Hello\nn’est pas non plus un critique car il lui manque l’es­\nprit d’analyse, il se fie trop à son intuition ; Hello,\n nous dit encore M. Aguettant, est incomplètement\n renseigné sur l’antiquité grecque et sur la littérature\nlatine, mais certains de ses jugements sur la littérature\n française sont intéressants, notamment sur Pascal,\n la Fontaine à qui il refuse le titre de penseur, sur\n Molière dont il a montré un des premiers « les\n lacunes et l’anti-christianisme radical », enfin sur le\n romantisme. Pour ce qui est de la science, Hello la\n vit surtout en poète et les savants ne sauraient y\n\n\n\n\n256\n"}, {"page_pdf": 280, "texte": " trouver leur compte, mais deux ou trois de ses idées\n sont intéressantes notamment « le caractère pro-\n méthéen et maudit qu’avait la science aux yeux des\n anciens ».\n    Quant à son style, il est avant tout style de poète\n par l’expression merveilleusse des images, mais il\nmanque de liaison car Hello procède par intuitions\njuxtaposées, par contre : « Hello avait reçu le don\n indéfinissable de faire passer dans les mots la vibra­\ntion de l’âme ».\n    E t en terminant, M. Aguettant écrit : « T el que\nnous l’avons vu, puissant et gauche, étroit et profond,\n ignorant des sciences humaines et révélateur de\n l’âme, Hello laisse l’impression d’un esprit très\n original et vigoureux qui ne fut ni étendu, ni souple :\ngénie incomplet à qui manque le talent. Génie tou­\ntefois, si un don d’intuition voisin du prophétisme\nsuffit pour mériter ce grand nom. Faute de facultés\ndéductives qui l’eussent équilibré, faute aussi d’une\n culture moins inégale, il déconcerte l’imagination\npar d’étranges défaillances. Sa pensée eut toujours\nquelque chose de fragmentaire et qui évoque invin­\nciblement l’image d’un miroir brisé. Mais la matière\nen fut noble, et le cristal plus qu’aucun autre lucide\net pur ; et les débris en restent assez larges pour que\nles hommes penchés sur eux, y puissent encore\nmirer leur stature entière, et voir passer par instants,\nplus lointaine que le reflet de l’âme et que la figure\ndes cieux, l’ombre sans forme d’une grande Pré­\nsence mystérieuse ».\n    Telles sont les grandes lignes de cette belle étude\nque tous les admirateurs d’Ernest Hello devront\nposséder ; en même temps qu’ils apprendront par\nelle à mieux connaître le grand Hello, ils aimeront\nlire l’écrivain de belle race qu’est M. Aguettant.\n\n                       G eorges    L e   Cardonnel.\n\n\n\n\n                                                    257\n"}, {"page_pdf": 281, "texte": "   En m émoire de\n          Paul V erlaine... (1)\n   ... Ce fut Cazals qui me présenta Paul Verlaine\npour la première fois. Un Verlaine douloureux,\nboitant en archange foudroyé, et fait comme un\nvoleur.\n   Cazals et moi nous gardons dans l’ombre de nos\nâmes la vision de ce Verlaine. Ni lui ni moi ne\npouvons l’oublier.\n   Nous le préférons au Verlaine officiel, créé,\ndepuis, par les braves gens scrupuleux.\n   Nous le préférons avec sérénité, sans nous occu­\nper des médisances.\n   E t c’est à la tombe de celui-ci que nous portons\ndes fleurs....\n   Je vois encore le petit Cazals de jadis arrivant\nchez moi, rue des Ecoles :\n   — « Monsieur Verlaine est en bas, dans un fiacre,\nsa propriétaire l’a mis à la porte et... il souffre de\nsa jambe !... »\n   Qu’on s’imagine un lecteur de Sagesse et des Fêtes\ngalantes glissant de l’apothéose des rimes à un fait-\ndivers du Petit Journal !\n   On a rêvé, en le silence vertigineux de la lecture,\nde quelque empereur d’Orient... et l’on voit s’avan­\ncer un homme ayant la tournure d’un ouvrier triste !\n   ... E t cependant, de tout bousculer pour le mieux\nrecevoir, de ranger les meubles, de tirer les tapis,\nde sortir de l’armoire les draps brodés, de répandre\ndes parfums, d’enfermer vivement l’effronterie du\nchien et du chat qui veulent sauter autour de l’illustre\nvisiteur ; enfin, tout l’émoi, tout l’effroi ...\n   ... et toute la pitié !\n  Verlaine lève les yeux :\n— « Vous permettez ma pipe, Rachilde ? »\n\n   (1) C e s m ots serviro n t de p réfa ce à un liv re futur de M .\nF . A . C a za ls : L e Jardin des Ronces (en souscription à la B ib lio ­\nthèque de la P lu m e, P aris).\n\n\n\n\n258\n"}, {"page_pdf": 282, "texte": " Mais ce regard aigu, terrible, noir, est celui d’un\n roi : Celui-là est chez lui partout.\n    Cazals rit, bon gamin, serviable, étourdi, moqueur,\nun peu fou, ne voyant pas plus loin que le bout de\nson nez en l’air !\n    Ah ! comme il eut raison de me choisir, moi\ninconnue femme de lettres, parmi tant d’autres vrais\nartistes qui se fussent, je pense, disputé l’honneur\n de recevoir le grand homme !\n « Seigneur ! je ne suis pas digne de vous voir entrer\n    dans ma maison, mais dites seulement une parole et\n    mon âme sera guérie ! »\n    L a noble étourderie de Cazals courant au plus\nproche de ses camarades (lequel se trouvait, par\n hasard, être une demoiselle) pour lui confier Ver­\nlaine, a déterminé un peu de lumière en moi.\n    Verlaine m’a raconté son histoire, durant ces\njournées de repos et ce n’est pas tout à fait celle\n que l’on raconte.\n    Il m’a enlevé de ridicules préjugés bourgeois.\n    Mon âme fut guérie de désirer de vaines gloires\nterrestres, toute vraie gloire ne pouvant se signifier\n qu’à être soi-même, sans hypocrisie.\n    Voilà pourquoi, petit F . A. C. de jadis, aux yeux\nmalicieux, au nez en l’air, grave Cazals d’aujour­\n d’hui au crayon soucieux et au monocle important,\nj ’ai consenti, moi qui n’aime guère les dessinateurs\net qui déteste les chansonniers, à... bêcher un peu\nd’avance votre Jardin des Ronces.\n    Il est planté sur une tombe, votre jardin, mais les\nherbes folles et la mauvaise mine des timides roses\npâles de sa mélancolie n’empêchent pas son rameau\nde laurier.\n    Conserver pieusement, courageusement, le sou­\nvenir des grands poètes ; savoir qui sont les justes,\nmalgré les injustices de leur sort, qui sont les bons,\nmalgré les apparentes méchancetés de leur gestes,\nvaut mieux que beaucoup de gloire personnelle.\n    Et je souhaite que, vous et moi, nous ne passions\nà la postérité que pour avoir fidèlement gravé le\nsouvenir d’un homme de génie, vous sur le papier,\nmoi dans mon cœur.\n    Paris, 5 mars 1 8 9 8 .               R a c h ild e .\n\n\n\n                                                     259\n"}, {"page_pdf": 283, "texte": "        Le M endiant ingrat (*)\n    Ici sont les paroles d’un Prince de la souffrance,\n potentat admirable de la divine misère, et — pour\n votre vengeance, les pauvres — annonciateur\n authentique des proches et inéluctables renouvelle­\n ments.\n    Or par delà toute littérature, voici de la chair et\n du sang, de la vie quotidiennement suppliciée, et —\n comme s’il ne suffisait pas, en la montée du plus\n abandonné des calvaires, douleur sans larmes, deux\n petits enfants morts... puis la Nuit obscure et\n comme issu d’un office de ténèbres, ce livre ineffa­\n blement m i s é r i c o r d i e u x .\n   Car à côté du Lion rugissant qu’est Léon Bloy,\n et que nul n’a pu méconnaître, il y a Celui qu’on\n n’a pas dit, l’homme infiniment pitoyable, tout de\n douceur et de pardon, à ceux des peines, à ceux\n des croix, déshérités ou calomniés de l’injuste vie,\n et pour mon étonnement, la voici bien alors cette\nlégende — (en laquelle d’aucun continuent à se\n complaire) — de Marchenoir uniquement prophète\n ou pamphlétaire, allant ses chemins l’injure à la\nbouche et prédicateur d’un évangile de sarcasmes.\n   Ah ! que ceux-là d’incompréhension ou d’ironie,\nqui doutent du tout amour épandu dans l’œuvre de\nLéon Bloy, ouvrent le livre, ou mieux comme il\nconviendrait, tous les livres de ce Père des lettres\nfrançaises ; et dites, vous tous qui croyez avoir\npeiné, que fut donc votre souffrance à côté du quo­\ntidien martyre de cet homme et de l’admirable com­\npagne de sa vie, jardinant l’existence en le plus\nraffiné des parterres de supplice.\n   Écoutez ! voici des jours, voici des heures, et\nc’est le « mendiant ingrat » qui parle, et c’est\ncomme si Quohéleth lui-même s’essorait :\n\n  (*) Léon Bloy : L e M e n d i a n t I n g r a t (B ru x elles : E . D em an).\n\n\n\n\n260\n"}, {"page_pdf": 284, "texte": "    « Aujourd’hui, Journée noire. Je n’ai plus de\n » force. Je croule physiquement et intellectuelle­\n    ment. S ’il me faut continuer cette existence de\n    damné, je meurs. »\n           « Rappelez-vous, Seigneur, que j ’ai eu pitié\n » de vous.... Pourquoi ces abominables peines\n » sans issue ? Pourquoi, surtout, ces déceptions\n » infernales et le dérisoire privilège de la Parole à\n » un homme de bonne volonté et qui n’a pas le\n » moyen de se faire entendre ? C ’est la même lamen­\n    tation depuis dix ans et la même surdité divine.\n » Mais mon courage s’épuise.... »\n    E t les jours se suivent, les amis s’en vont, en son\n enfantement l’œuvre, elle-même, est atteinte, lisez\n voici encore :\n    « Je crève tellement que le Salut par les Juifs est\n   interrompu depuis dix jours ».\n    Puis et toujours s’accroissant les peines :\n   « Il nous reste 20 francs pour attendre le juge ­\n    ment dernier. »\n   Or passez le temps, coulez les mois, voici des\nannées, longues comme une éternité, désolées ainsi\n qu’une mer sans rivages et dans les trois dimensions\nla désespérance sublimée selon le noir, l’abîme et la\n mort.\n   Ecoutez encore :\n   « Pâques. J’ai froid jusqu’au centre de l’âme et\n» je suis aussi près que possible du désespoir. Tel\n» est sur moi l’effet de cette grande fête       Impos­\n   sible de cacher ma détresse, qui s’exprime à\n» peu près ainsi : — Je ne parviens pas à sentir la\n» joie de la Résurrection, parce que la Résurrec ­\n   tion, pour moi n’arrive jamais. Je vois toujours\n» Jésus en agonie, Jésus en Croix, et je ne peux le\n» voir autrement. »\n   Et alors la douleur infinie, la nuit absolue, le toit\nlui-même visité du Malin refusant son abri, et la\nmort victorieuse et ceci d’épouvantable agonie :\n   « ...L a roue de plusieurs semaines, aussi pesantes\n» que les charriots des Prophètes, m’a broyé le\n» cœur. Ma femme bien-aimée ne mourra pas, il\n\n\n\n\n                                                    261\n"}, {"page_pdf": 285, "texte": " » est vrai. L a coupe des tourments est trop pleine\n » encore, et qui m’aiderait à la boire ? Mais il y a\n » quelque part, une petite tombe de plus, et il nous\n » faut entendre, parfois, au milieu des cris inhu­\n   mains de la populace qui nous environne, cette\n » plaintive et déchirante mélopée de notre innocente\n » Véronique, le dernier enfant qui nous reste :\n     Mon petit frère André est mort.\n     Mon petit frère Pierre est mort.\n     Ma petite Maman est morte.\n     Mon petit Papa est mort.\n     Il n’y a plus de jardin.\n     Il n’y a plus de maison.\n     La petite fille est toute seule dans la rue. »\n   Dites, est-ce assez ? et n’est-ce pas ici que l’on\nsouhaiterait voir s’éplorer les pierres, puisqu’aux\nyeux des hommes les larmes semblent désormais\ntrop lentes à venir !\n   Quant à moi, très humble, mais d’admiration\ntotale pour le calvaire de cette vie, jamais substitu­\ntion ne m’a paru plus clairement affirmée ; car il est\névident que l’on ne connaît pas jusqu’où Léon Bloy\nexpie, assume et rachète les crimes et le déshonneur\nd’un monde auquel il a pu dire « vous ne savez pas\ntout ce que je suis ».\n                                       E m . H aëe.\n\n\n\n\n262\n"}, {"page_pdf": 286, "texte": "  Max Elskam p et la poésie\n                  de Flandre (1)\n   Une ville, au bord de la mer, où l’on vit entre\nfrères et sœurs naïvement et bonnement, une ville\npieuse et joyeuse, avec beaucoup d’enfants, où les\nmadones sourient aux coins des rues, où le cœur\nest ému d’une cloche qui tinte, l’œil amusé d’une\nmouette sur l’eau ou d’un petit navire ou d’un mou­\nlin qui tourne à l’horizon, — voilà les choses fort\nsimples dont le charme, subitement révélé, fleure\nfrais dans l’œuvre délicate de M. Max Elskamp.\n   L e poète a dit sa chanson avec une candeur par­\nfaite :\n              J'ai descendu jusqu’à la Bonté\n              Le fleuve de ma naïveté.\n\n   Et, de prime-abord, rien n’est plus déconcertant.\nL e poète, véritablement sincère, qui s’applique à\nnoter ses émotions avec une scrupuleuse exacti­\ntude, en arrive presque toujours à effaroucher nos\noreilles par la personnalité de son accent. L a paresse\nd’esprit et la routine, si familières à l’homme, pren­\nnent ombrage de ce qui échappe à leur despotisme,\ncherchent d’instinct et réclament impérieusement\nun poncif. Après le grand poncif classique, nous\navons eu successivement les petits poncifs roman­\ntique, parnassien et même symboliste. Pourtant, on\nne conçoit pas que l’artiste puisse être sincère, sans\nêtre du même coup original. Comme il n’y a pas\ndeux visages parfaitement identiques, on n’imagine\npas deux âmes moulées en émotions exactement\n\n  (1) L a Louange de la Vie (com prenant les p oèm es antérieu rs :\nDominical, 1892 ; Salutations dont d’Angéliques, 1893 ; E n symbole\nvers l’apostolat, 1895 ; S ix chansons de pauvre homme, 1895) (P aris :\nM ercu re de F ra n ce.)\n  Enluminures (B ru xelles : L a co m b le z.)\n\n\n\n\n18                                                                 263\n"}, {"page_pdf": 287, "texte": "parallèles sur le monde idéal et ses concepts, sur\nle monde extérieur et ses symboles.\n   E t ainsi, celui-là est un simple faiseur qui cherche\nà s’assimiler les impressions du voisin, pour les\ntraduire, tant bien que mal, dans une forme mendiée.\n  Chez Max Elskamp tout est neuf. Nul que je\nsache, parmi les poètes de ce temps, ne s’est taillé\nune langue aussi strictement et indéniablement per­\nsonnelle, nul n’a manié un système de rythmes\naussi complet, varié et homogène. Les strophes\nsont frêles, puériles, soufflées comme des bulles de\nsavon ; elles tremblotent légèrement dans l’air,\nprenez garde ! mais voici qu’on y voit le ciel bleu\ndu mois de mai, couleur du manteau de la Vierge\nMarie, puis les « paysages en rond », puis aussi\n« Flandre et la mer entre les branches », la mer où\nc’est « kermesse de bateaux » ; et enfin les frisson­\nnantes bulles ont capté dans leurs parois diaphanes\nce qui danse dans l’air d’un dimanche matin,\nécoutez :\n\n            E t par la ville, les enfants\n            Chanteurs de paysages blancs\n\n            Font les oiseaux et s’inquiètent\n            Que si matin il fasse fête...\n\n   A vrai dire, il est plus aisé d’affirmer le charme\nparticulier de la langue d’Elskamp que d’en mettre\nà nu les procédés syntaxiques. Il saute aux yeux\nque le poète use fréquemment et abuse même, au\ndébut de ses strophes, de certaines conjonctions\nnaïves (et, or, car, mais, etc.), bien faites pour\ntraduire les impressions fraîches d’une âme enfantine\nqui, à tout propos, admire et s’étonne- Mais ce\nprocédé est loin de lui être exclusivement propre.\nOn discerne encore l’affection du poète pour cer­\ntaines liaisons de mots ou vocables synthétiques,\np. ex. les « robes de laissez-toute-espérance », les\n« vieilles gens de toux-et-misère ». On sent aussi que\nle cachet spécial de l’œuvre est dû, en partie, à la\nmultiplication des tournures elliptiques.\n\n\n\n\n264\n"}, {"page_pdf": 288, "texte": "   Mais, en somme, les procédés expressifs de Max\nElskamp relèvent moins de la littérature que de la\nminiature et de la musique. Il nous communique\nson émotion, non point directement à travers les\ntrompettes phraséologiques, mais indirectement par\nde successives évocations de petites images, coupées\nde frêles musiques et de ritournelles délicieusement\nchantonnées.\n   Du miniaturiste Max Elskamp a le regard précis\net sûr. Un trait, deux mots, lui suffisent pour rendre\nle profil saillant d’un objet, l’apparence caracté­\nristique d’un paysage :\n         Or c'en est fini des semaines\n         où, dans l’eau, mains rouges, l’on peine ;\n\n         E t c’est matin villes en bleu,\n         villes en blanc, villes en Dieu,\n         avec les clochers au milieu.\n\n         C’est fête, à bras nus,\n         cuisez boulangers,\n         et, papegai chu,\n         riez, les archers.\n   Imagerie d’Epinal, dira-t-on. Soit, et c’est en\neffet grande merveille de nous émouvoir avec si\npeu de chose.\n   Il y a aussi dans Max Elskamp un ménétrier du\nbon vieux temps :\n       Un pauvre homme est entré chez moi\n       Pour des chansons qu’il venait vendre,\n       Comme Pâques chantait en Flandre\n       E t mille oiseaux doux à entendre,\n       Un pauvre homme est entré chez moi.\n   Elskamp ressemble beaucoup à ce violoneux de\nvillage dont l’archet tantôt souligne le commentaire\nillustré, tantôt racle l’archaïque refrain de la com­\nplainte. Citons à titre d’exemple la finale de l’admi­\nrable chanson de kermesse « En rond les maisons » :\n                 puis joie tout en rond\n                 des toits, des bâtisses,\n                 avec le printemps\n\n\n\n\n                                                      265\n"}, {"page_pdf": 289, "texte": "                 ouvrez vos comices :\n\n                 le joueur d’orgue est arrivé.\n    Si les petits vers de la strophe évoquent nettement\n l’aspect de la place, endimanchée et printanière\n il faut convenir que l’octosyllabique sans rime\n isolé à la fin de la pièce suggère merveilleusement\n les soudaines flûtes allègres de l’orgue de Barbarie.\n    Ce souci des euphonies musicales n’est peut-être\n pas étranger aux obscurités où Max Elskamp\n enchevêtre parfois ses poèmes et qui ne laissent\n pas que d’être fort déplaisantes. Dans les Enlumi­\n nures la langue s’est clarifiée sensiblement ; mais\n les premières œuvres, notamment le Dominical et\n les Salutations, renferment trop de flaques nébu­\n leuses, d’autant plus regrettables que les miniatures\nvert émeraude et bleu saphir réclamaient un fond\n d’or plus éclatant. On ne saurait en disconvenir,\nmalgré sa parfaite naïveté, Max Elskamp, comme\n cet autre grand candide que fut Paul Verlaine, cède\ntrop volontiers au péché des imaginations déca­\n dentes, qui est de n’énoncer l’idée que par un mode\nretors et compliqué, de ne communiquer la sensa­\ntion, en sa plénitude, qu’après lui avoir fait décrire\n dans les nerfs de curieuses courbes préliminaires,\n au risque même de la dénaturer ou de la supprimer.\n    D ’ailleurs, à l’heure actuelle, je ne sais aucun\nvéritable poète absolument guéri de cet étrange\nbesoin des nerfs, attribuable sans doute à quatre\nsiècles de paganisme charnel et aux procédés\nsurexcitants de la vie moderne. Les idéologues\nmême souffrent de cette maladie. Déjà Joseph\nde Maistre et, plus près de nous, Ernest Hello\n— les plus hauts penseurs du siècle — succom­\nbaient à la cérébrale sensualité de présenter la\nVérité en toilette paradoxale.\n   Au surplus, chez Max Elskamp, les pires incohé­\nrences sont d’un mauvais goût naïf et presque\namusant. Il baragouine à la façon des chansons de\nterroir :\n                  En rond les maisons,\n                  comme pour danser...\n\n\n\n\n266\n"}, {"page_pdf": 290, "texte": "   Il me revient une vieille ronde à danser du folklore\nflamand où dès le second vers aussi, le tour entre\nen danse (1 ) ce qui révèle absolument la même\ntournure d’imagination enfantinement joyeuse.\n   J’ajoute que, pour avoir la compréhension adé­\nquate de l’œuvre d’Elskamp, il faut avoir vécu en\nFlandre, je dirais même, plus précisément, à Anvers.\nLes allusions aux coutumes locales y foisonnent en\neffet. Je cite au hasard :\n\n         Mais alors dansent aux ruelles\n         les enfants autour des bougies.\n\n         E t connais-tu la ritournelle\n         qui fait rues pleines et gens saoûls,\n         en Flandre toute aux hirondelles,\n         quand les géants sortent, en août ?\n  Cette dernière strophe vise les sorties périodiques\ndes gigantesques poupées de nos ommegangs.\n  Parfois le poète emprunte ses plus curieuses\nimaginations directement à la bouche populaire :\n                     E t violon\n                     baissé d’un ton,\n               c’est le soleil avec la pluie,\n               emménageant la diablerie\n                     d’une kermesse\n                     sans cloche ou messe.\n\n   Cette strophe qui paraît, de prime-abord, de la\nplus gratuite bizarrerie, n’est cependant que la para­\nphrase d’un dicton flamand fort connu. Lorsqu’un\nrayon de soleil coïncide avec la pluie — principale­\nment lors des giboulées de Mars — on dit, en\nFlandre : « c’est kermesse en enfer », ou encore :\n« le diable est pendu par la queue ».\n   Ici nous touchons à ce qui constitue le plus haut\net le plus pur mérite de Max Elskamp. Cet habile\nmanieur de rythmes, cet imagier charmant, cet\nagréable diseur de chansons est aussi, dans le sens\nle plus élevé du mot, un poète.\n\n (1)       S in t-N ik laa s k a p e lle k e n ,\n           D e toren danste m e ê...\n\n\n\n\n                                                   267\n"}, {"page_pdf": 291, "texte": "    L e poète est, simplement, un homme plus cons­\ncient que les autres. Les sentiments, les aspirations,\nles impressions qui flottent un peu confusément\ndans l’âme embryonnaire de la foule surgissent avec\nplus d’intensité et arrivent à l’état conscient dans\nl’organisme vibrant et délicat du poète. L e poète\nainsi représente un peu d’humanité consciente, et\nl’on voit de suite l’incomparable influence sociale\nqui lui sera dévolue, s’il comprend sa mission, puis­\nqu’il lui est loisible, par la magie de son verbe, de\nmettre la clarté dans l’âme des foules, de fortifier\nconséquemment le génie et les énergies de sa race.\n    Or, Max Elskamp, — le seul, à mon avis, — se\ntrouve véritablement en communion avec l’âme\nflamande.\n    Certes, la terre de Flandre, en ces derniers\ntemps, a enfanté des générations glorieuses, des\nfils qui l’ont dignement et noblement célébrée.\nM. Rodenbach a chanté le charme brumeux de ses\nvilles mortes, M. Demolder a précisé les molles\nlignes de ses paysages maritimes, M. Eekhoud a\n dit l’indomptable énergie de ses rustres et M. Ver ­\n haeren les saines carnations de ses filles.\n    Mais aucun d’eux ne s’est fait l’écho des véritables\n et intimes aspirations de la race.\n    L e peuple flamand se trouve de nos jours étran­\n gement calomnié ; on se le représente volontiers\n comme un peuple grossier, rivé aux appétits maté­\nriels, avide de joies bruyantes et violentes, de\n kermesses sauvages dont les réjouissances consistent\n en rixes à coups de couteau, bals en rut, viols\n bestiaux, puissantes mangeailles à ventre débou­\n tonné et beuveries à pleins brocs. Il ne faut point\n que cette légende s’accrédite, pour le seul motif\n que notre X V IIe siècle a produit une école de pein­\n tres assez bassement réalistes. Car en argumentant\n pareillement de l’idéale pureté de nos primitifs,\n quelqu’un pourrait bien un jour nous dépeindre\n comme un peuple de contemplatifs, aux lents\n gestes harmonieux.\n    Certes, en général, le Flamand a les dehors rudes,\n l’allure peu souple, la bouche rebelle aux mièvreries\n\n\n\n\n268\n"}, {"page_pdf": 292, "texte": "des politesses cérémonieuses ; certes aussi les\nappétits sensuels ne lui font pas défaut, il ne les\ncache point d’ailleurs, n’y voyant aucunement\nmatière à rougir, et les satisfait, dans les limites de\nl’honnêteté, franchement et joyeusement. Mais, en\nsomme, il y a de la gravité et de la réflexion dans\nses yeux ; rarement il s’éparpille en paroles oiseuses ;\nil est religieux d’instinct, et son premier souci\ndemeure, quoiqu’on prétende, celui de la vie inté­\nrieure. Croyez que le Flamand mangera de fort\nmauvais appétit s’il n’a pas la conscience tranquille.\n    On a tort d’ailleurs de n’envisager ce peuple qu’au\ncabaret. Pour apprendre vraiment à le connaître, il\nfaut le suivre dans ses foyers, autour des lampes\nfamiliales, et dans ses chapelles d’encens et dans\nses pèlerinages de verdure. Si l’on veut bien faire\nabstraction des vilains gestes et des paroles déplo­\nrables que lui apprirent les agents électoraux, si l’on\nveut passer aussi sur les ignobles grimaces aux­\n quelles le problème économique contraint, ici comme\n ailleurs, on trouvera un peuple foncièrement bon,\n simple, pieux, doué d’un admirable bon sens,\n heureux de peu de chose, candide dans la joie,\n patient dans l’adversité, et dont l’âme recèle des\n trésors de la plus aimable et douce mysticité.\n    C’est bien là le peuple qui évolue dans les poèmes\n de Max Elskamp. Nous reconnaissons ces braves\n gens, ingénument heureux « dans la ville qu’endi­\n manchent les drapeaux des consulats », puis groupés\n en cercle de famille « les enfants auprès des grandes\n personnes ». Ne les - aurions-nous parfois rencon­\n trées, ces femmes trop modestes, dont le poète dit,\n délicieusement :\n\n          E t dans les rues et les ruelles\n          Où sonnent fraîches les chapelles,\n\n          Les femmes, en robes nouvelles,\n          S’éplorent de se trouver belles.\n\n  E t où donc, sinon en Flandre, commencera-t-on\nune déclaration d'amour par ces mots, troublants\nde naïveté :\n\n\n\n\n                                                     269\n"}, {"page_pdf": 293, "texte": "      Or, puisqu’ils l’ont dit les grands parents,\n      Que mon bonheur est avec vous...\n  Max Elskamp se fait, avec prédilection, le chantre\ndes simples joies :\n          Et, Marie, regardez vos villes\n          Heureuses comme des enfants.\n   Il prêche de préférence les « articles de foi les\nplus doux», il recommande les « paix naïves d’évan­\ngile » et de vivre en grâce avec Dieu, en amitié\navec les hommes, en familiarité avec les bêtes et\nles choses.\n   Mais il sait la souffrance aussi, celle des humbles\nsurtout, et il sait la dire :\n           Or, ma bonté, prenez vos ailes\n           Les plus douces et de merci ;\n           Car la souffrance la voici\n           Naïvement et solennelle :\n           La bouche afaim, la bouche crie,\n           Et ce n’est plus mon ciel promis\n           Mais bien du pain de paradis ;\n           Car ma bonté voici la vie.\n           Or, dans ma coupe c’est la lie,\n           La bouche a bu aux établis,\n           Malgré mes pauvres mots d’oubli,\n           La bouche a bu, mais c’est la vie.\n\n           Avec les heureux, les honnis,\n           Montrant main blanche ou main de peine,\n           En le dimanche ou la semaine,\n           Selon le temps qui s’accomplit.\n           Et, ma bonté, c’est bien ici\n           A lors votre heure et sans pareille,\n           De rouvrir grandes vos corbeilles ;\n           Car la souffrance la voici.\n  Ainsi, personnel par la forme, et grand artiste,\nMax Elskamp n’en demeure pas moins intimement\nhumain par le fond, et poète. E t quelle plus belle\ngloire que d’être — en même temps que le parfait\nouvrier des imageries verbales — un microcosme\nd’humanité et la synthèse des aspirations d’une race ?\n                                      V ic t o r   K in o n .\n\n\n\n\n270\n"}, {"page_pdf": 294, "texte": "Velazquez peintre religieux\n   d ’après M. A u r e l i a n o d e B e r u e t e (*)\n\n   Il faut avoir lu le livre, magistral au point de vue\ncritique d’art, d’une telle modestie sereine, d’une\nforce si tranquille, très hardi sans blesser jamais\npersonne, abattant beaucoup plus de besogne qu’il\nn’en a l’air faute de jamais se targuer de ses décou­\nvertes, de telle sorte qu’un profane pourrait fort bien\nne pas même se douter qu’il s’y agit de découvertes,\nmais aussi livre si nu, si aride, si sec de contours,\nsi simple de lignes — une géologie sans faune et sans\nflore — que vient de publier M . Aureliano de Beruete ;\nil faut l’avoir lu entier en une fois pour comprendre\nle genre de petite secousse qui vous ébranle lorsqu’on\narrive à ceci et qu’on y arrive après deux cents\npages de discussions d’attributions et de dates,\nd’érudition purement « louvresque », — car cette\noeuvre née en espagnol à l’ombre du Prado semble­\nrait presque écrite en français par quelqu’un des\nsavants qui se partagent l’administration des Musées\nnationaux tant elle prend un caractère impersonnel\net en quelque sorte officiel.\n\n  « L a m ort de V e la z q u e z survin t qu a ra n te jo u rs a p rès le\n» reto u r du M aître (d’Irun et de l ’île des F aisa n s) à M adrid.\n» P a lo m in o ra co n te qu e le 3 1 Juillet, ap rès a vo ir tra v a illé a v e c\n» le roi, V e la z q u e z se sen tit fatigu é et fiév re u x et se v it o b ligé\n» de ren trer ch e z lu i p a r la g a le rie qui m en ait à ses a p p a rte­\n  m ents. I l se p la ig n a it de v io len tes dou leu rs à l ’esto m ac et au\n» cœ u r. L e m a lad e fu t d’ab ord soign é p a r le d o cteu r V ic e n c io\n» M o les, m éd ecin des em p lo y és du p ala is, puis p a r deu x\n» m éd ecin s de la ch am bre, don M igu el de A l v a et don P e d ro\n» de C h a v a rri, qui lu i furen t en v o y é s p ar le roi, et qui con scien ts\n» de la g ra v ité du m al, diagn o stiq u èren t un com m en cem en t\n» de « fiè v re tie rce s y n co p a le subtile ». L ’a rch e v ê q u e de T y r,\n» don A lfo n so P e r e z de G u zm an el B u e n o , a lla le v o ir p a r\n» ordre du ro i et lu i fit une lo n g u e h o m élie destin ée à sa\n» co n so lation sp irituelle. E n fin , le v e n d re d i 6 A o û t 1660, à\n\n  (*)   V elazquez     p a r Aureliano de Beruete (P aris : L a u re n s ,\néditeur).\n\n\n\n\n                                                                              271\n"}, {"page_pdf": 295, "texte": "» deux h eu res du soir, ap rès a vo ir re çu les S a crem en ts de\n» l’É g lis e et désign é com m e exécu teu r testam en taire son ami\n» intim e, don G asp ard de F u e n sa lid a , il rendit son âme à Dieu, .\n» qui l’avait créé pour l’admiration de l'univers. I l était â g é de\n» soixan te et un an et deu x m ois ».\n\n   E t voilà où je retrouve le Prado... et toute\nl’Espagne, le coup de manteau rejeté sur l’épaule du\nhildalgo ! L e Louvre est trop proche de l’Hôtel-de-\nville et du café Voltaire pour la superbe castillane\nde cette profession de foi d’une sobriété et d’une\nnetteté presque lapidaires.\n                                      *\n                                  *       *\n\n\n   Que vaut Velazquez comme peintre chrétien ? Il\nserait peut-être sage d’avouer que n’en sait absolu­\nment rien qui n’a pas vu les originaux religieux,\ntous à Madrid sauf deux à Londres et un à Seville ;\net je suis ce qui ; Mais en revanche connais les plus\nbeaux Velasquez hors de Madrid, puis je sais que\nbeaucoup de critiques d’art très sérieux (et M. de\nBeruete lui-même quand il parle par exemple des\nVelazquez de la galerie de l’Ermitage) se contentent\nparfois de reproductions pour exprimer d’après elles\nun préavis. M. Yriarte par exemple me raconta\navoir opiné dans certains débats relatifs à des\nœuvres d’art exposées à Chicago ou à Philadephie,\nje ne me rapelle plus au juste, uniquement d’après\nphotographie ; je m’essayerai donc d’autant moins à\njouer le plus royaliste que le roi et mettrai d’autant\nmoins de scrupule à chercher une réponse à la\nquestion ci-dessus que d’abord j ’ai reçu une émotion\naussi profonde, — mais d’un autre ordre, — qu’à la\nlecture des lignes citées plus haut à la vue du Christ\nen croix tel qu’il est reproduit d’après Braun dans\nle livre de M. de Beruete, et que je me retrancherai\n à chaque fois derrière M. de Beruete ou M. Lefort,\nme contentant de conclure comme le ferait proba­\n blement tout autre lecteur catholique à ma place.\n    L a question en somme revient à celle du réalisme\n dans l’œuvre d’art religieuse. L a réponse me paraît\n aller de soi : s’il est évident, sur l’exemple du\n Trecento et du Quattrocento d’une part, d’autre\n\n\n\n\n272\n"}, {"page_pdf": 296, "texte": " part des préraphaélites et malgré la Renaissance, que\nla peinture religieuse a tout à gagner en s’occupant\n fort peu et même pas du tout des vraisemblances\n chronologiques, géographiques, botaniques et même\n anatomiques et même perspectives, il me semble\nnon moins évident qu’un peintre très réaliste, disons\n le plus réaliste des peintres, peut devenir malgré son\nréalisme un peintre religieux si par exception il\nsurajoute à la réalité matérielle cette réalité idéale\nque ne voit ordinairement pas le réaliste puisqu’il\nne suffit pas des yeux du corps pour la voir... Je\ndirai même plus : le jour où il a atteint si haut que\nde la voir, ou seulement l’entrevoir, ou la rendre, le\nréaliste en question a fait un effort idéaliste plus\ngrand que celui qui consiste pour un idéaliste...\nj ’allais dire de profession, à l’être une fois de plus\nou à se surpasser lui-même. Je crois donc que le\npeintre des Buveurs et des nains de Philippe IV\ns’étant élevé au Christ en Croix, au Couronnement de\nla Vierge et aux Saints Ermites a eu un élan vers l’idéal\nplus intense que celui qui va par exemple de tel\n Burne-Jones à tel autre n’en différant que par une\nnuance en quelque sorte de degrés barométriques.\n    Pour ce qui est du Couronnement de la Vierge,\ntoile destinée à l’oratoire de la reine Marianne,\nnotons d’emblée ceci : il appert de toute évidence\nque Velazquez a bien entendu tenter un effort reli­\ngieux puisque, abandonnant sa fine gamme chroma­\ntique de nuances gris-perle il a fait pour la seule fois\nde sa vie oeuvre de coloriste proprement dit, revêtant\nses personnages divins de tout ce qu’il a pu trouver\nde couleur éclatante, la Sainte Vierge d’un manteau\nbleu et d’une tunique rouge, le Père et le Fils de\nmanteaux du même rouge et de robes violettes, ce\nqui n’est à tout peser pas trop contradictoire à la\nsymbolique des couleurs telle que prétend l’établir\nM. Huijsmans dans la Cathédrale, symbolique du\nreste très difficile, me semble-t-il, à contredire par un\npeintre car je la trouve par trop flottante puisqu’elle\nn’a en effet aucun point d’absolu et se compose, je\ncrois, d’autant d’exceptions que de régles si l’on veut\ns’en référer à des créateurs autres que le Fra Ange-\n\n\n\n\n                                                     273\n"}, {"page_pdf": 297, "texte": "lico, Roger van der der Weijden et Quentin Metsijs.\nEnsuite comparons la Vierge de Velazquez à tous\nles portraitsfde femme que nous lui devons. Laissant\nde côté les petites infants, pauvres fleurettes scrofu ­\nleuses, petits bouquets cueillis et fanés le même\nmatin, nous ne trouvons guère que la soi-disante\ndona Juana Pacheco du Musée de Madrid plus ou\nmoins reconnaissable dans l’ange et même l’enfant\ndu Christ à la colonne (National Gallery), la reine\nMarianne d’Autriche, la reine Marguerite d’Autriche\net la reine Isabelle de Bourbon ; en outre la Vénus\nau miroir, académie de femme couchée, de dos, de\nla collection Morrit. L a Vierge du Couronnement est\n certainement aussi femme qu’il soit possible de l’être\nmais elle est plus grande dame qu’aucune des reines\n et déesses retracées de la main de Velazquez, c a r le\n Maître a bien entendu donner en cette reine céleste\ntout l’effort vers la gravité et la majesté dont son âme\n grave, pénétrée de majesté, vivant en la continuelle\n société de graves majestés* était capable. En outre,\n dit M. de Beruete : « rarement Velasquez a été\n mieux inspiré que dans les quatre têtes blondes à\n ailes sombres qui volent dans la partie inférieure de\n la toile. » Reportons-nous à la photogravure de\n Braun : il est de toute évidence qu’un souvenir de\n Rubens a passé là et que en même temps ce puisse\n être aussi beau que les angelots de la Madone de\n Saint Sixte dont le commerce fait un si déplorable\n abus. Quant au Père et au Fils qui ne s’élèvent\n  guère plus haut qu’à une ordinaire respectueuse\n  conception de Saint Jean (ou tout autre jeune Saint\n  à longs cheveux) et de Saint Jérôme, constatons-les\n royalement drapés. Mais voyez la main gauche du\n  Père retenant solidement le globe cristallin de\n l’univers contre son genou, on ne peut assez rendre\n  attentif à ce morceau ; à lui seul même, abstraction\n  faite de la Vierge et des angelots, il suffirait à\n  mettre un accent de sublimité dans l’un des tableaux\n  les plus somptueusement beaux dans l’humain que nous\n  sachions. A ce mot « humain » rapportez avant tout\n  l’extraordinaire enfant au ventre cambré qui soulève\n  d’un mouvement si vrai et si original la draperie et le\n\n\n\n\n 274\n"}, {"page_pdf": 298, "texte": "nuage sous les pieds du Père Eternel : ici c’est non\nplus à Rubens, mais à Titien que s’apparente\nVelazquez. Ce morceau d’une part et de l’autre la\nmain au globe devraient bien être photographiés\nindividuellement, grandeur nature, par Braun : j ’y\nvois les deux antipodes de l’œuvre : l’accent le plus\nhumain et le plus divin qu’ait su ou pu donner cette\nfois-ci Velazquez. Quant à la main droite si fameuse\nde la Vierge, analogique à certaines mains du Greco\net aussi de Van Dyck, elle va avec la tête ; elle\ncontribue largement à donner si vive l’impression\nde la parfaite majesté, de l’absolue grande dame,\nce qui à tout prendre est encore bien peu pour une\nSainte Vierge, mais beaucoup mieux certainement\nque ne firent par la suite des peintres extérieure­\nment à hautes visées et prétentions religieuses, mais\nd’âme moins profondément convaincue que celle de\nVelazquez.\n   Cependant, pour mesurer l’intensité d’effort pieux\ndu Maître dans ce tableau, reportons-nous aux\nœuvres à prétexte chrétien de ses débuts. Le Christ\nchez Marthe de la National Gallery en tant que\npeinture religieuse est nul ; c’est une fantaisie très\npittoresque et une composition dans laquelle Rem­\nbrandt, lui, eût touché au surnaturel, car chez lui le\nChrist et Marie au fond de la pièce voisine, aperçus\nde la cuisine, au-delà de la table où le repas s’ap­\nprête, fussent apparus comme dans une gloire loin­\ntaine, comme du fond d’une cave le trou de soleil\nd’un soupirail ; et la fulgurance de la visite divine\nse fût répercutée dans la ténèbre en quelque bris\nd’éclair jusque sur les œufs, les poissons et l’ail.\nL ’Adoration des Mages du Prado est un heureux\ngroupement de portraits très espagnols. Dans le\n Christ et les Pèlerins d’Emmaüs (propriété particu­\nlière à Séville) il y a bien quelque chose de grandiose\net de fantastique ; le caractère d’apparition subite et\nle geste d’effroi du plus jeune disciple sont admira­\nblement sentis, mais s’il y a foi, il n’y a ni effusion,\nni amour, ni présence divine : cela pourrait s’appeler\naussi bien le revenant.\n\n\n\n\n                                                     275\n"}, {"page_pdf": 299, "texte": "   C ’est tout de suite après le voyage d’Italie que\nl’idéal religieux de Velazquez trouva sa plus com­\nplète réalisation. Mais avant de parler du Christ en\ncroix du Prado, je voudrais défendre un peu le\nChrist à la colonne de Londres, contre les apprécia­\ntions de M. Lefort.\n   M. Lefort, comme on sait, passe en France pour\nun spécialiste de l’école espagnole qu’il connaît\nassez bien pour un étranger, et il a rendu quelques\nservices de vulgarisateur. Il n’en est pas moins vrai\nqu’il a publié un Velazquez démoli en beaucoup de\npoints et surtout d’attributions par M. de Beruete.\nM. Lefort riposte dans la Gazette des Beaux-Arts de\nJuillet non pour se défendre, mais pour mettre en\nsuspicion certaines des attributions de M . de Beruete.\nL a joute, malgré la parfaite courtoisie, la correction\net l’estime réciproque des deux opinants, a quelque\nchose de comique ; il y a des Musées qui écopent\nde la plus singulière façon, celui de Munich entre\nautres, à qui M. de Beruete biffe tous ses Velazquez\n sauf un, précisément le portrait du Maître reproduit\npar M. Lefort en tête de son livre, mais en niant\nqu’il soit réellement le portrait de Velazquez. A son\ntour M. Lefort, pris d’émulation, dispute à M. de\nBeruete un tableau sur les deux que celui-ci laisse\nà la Galerie de Dresde : le portrait de Juan Mateos.\nSauf le respect dû à ces Messieurs on croit assister\nà ces légendaires disputes à coups de fouet de\ncochers qui chacun frappent dans la voiture le client\nl’un de l’autre.\n   Donc M. Lefort conteste aussi à la National\nGallery le Christ à la Colonne que M. d e Beruete,\naprès minutieux examen personnel admet. Il le\ntrouve d’une inspiration «fade » où la fadaise con­\nsiste à faire montrer par un ange à un enfant le\nChrist tombé à terre d’épuisement. Mais je cite,\ntant l’absurdité des allégations s’impose à mon avis\net tant celles-ci se réfutent d’elles-mêmes :\n  « Q u e dire du thèm e        qui s’y tro u v e traité ? I l est d’un\n« ca ra ctère te l et d’une in sp iration si fade q u ’il p ourrait p laire\n« à un m ystiqu e, à un Z u rb a ra n , à un A lo n s o C a n o , à un\n\n\n\n\n276\n"}, {"page_pdf": 300, "texte": "« Juan R iz i ; m ais q u ’il soit ve n u à la p en sée, toujours si virile,\n« de V e la z q u e z , de faire servir la v u e des souffrances du C h rist\n« à in sp irer la p itié, la com p assion d ’un enfant, v o ilà qui\n« red o u b le en co re et ju stifie d a va n ta g e nos hésitations. San s\n« doute V e la z q u e z était sincèrem ent re lig ie u x : m ais de là à\n« im agin er et à traduire sur la to ile une aussi mièvre donnée,\n« il y a un abîm e. A u cu n e d e ses œ u vres antérieures n ’autorise\n« la sup position q u ’un e création co n çu e dans un ordre d’idées\n« uniquement puéril et dévot soit ja m a is é clo se en son ce rv ea u .\n  « E t puis ce C h rist h e rcu lée n que M . de B e ru e te r a n g e , pour\n« la date de l ’exécution , n on loin du C h rist en croix au x form es\n« si ch o isies du M u sée du P ra d o , n ’est-il pas absolum en t une\n« excep tio n , une d isp arate dans son œ u vre, tan t il est singu­\n  lièrem en t p eu en a cco rd a v e c le s goû ts d’é lé ga n ce et de\n« con stante distinction, quant au ch o ix des form es, qui ca ra c­\n  térisen t V e la z q u e z . »\n\n    Sans parler des nains, d’Esope et de Ménippe qui\npurent être des portraits demandés par le roi, je\nrappellerai une circonstance où ce Velazquez « d’une\nsi constante distinction quant au choix des formes »\nfut tout à fait libre, et où de son plein gré sous\nprétexte de dieux et de héros il peignit la réunion\n de soudards ivrognes qui s’appelle los Borrachos ;\nj ’insisterai sur « le goût d’élégance » qui fit élire\npour Bacchus «d’effronté drôle» au torse exactement\n aussi herculéen que celui du Christ, si bien que tous\n deux durent être posés par le même modèle encore\n que la main du Christ soit énorme, ce qui s’explique\n du reste par la question de vraisemblance : la liga­\n ture du poignet produisant enflure et tumeur. On\n voit donc que l’objection de M. Lefort deviendrait\n au contraire une justification de plus ! En outre\n n’oublions pas, nous autres catholiques, ceci : Zur ­\n baran, Alonso Cano, Juan Rizi : fades, mièvres. —\n Fade, mièvre, le Saint François d’Assise ! pas virils\n les moines, les St Jérôme, St Pierre Nolasque et\n St-Thomas d’Aquin de ce Francisco de Zurbaran en\n qui M. Lefort, ailleurs (les Musées de Madrid),\n reconnaît un « naturaliste convaincu » « d’un profond\n sentiment religieux, d’une austère et constante digni­\n té, d’une foi si naïve et qu’on sent si ferme!» Ne\n nous étonnons pas trop puisque fade, mièvre, signi­\n fient en même temps puéril et dévot ; ne nous\n demandons même pas comment une composition\n\n\n\n\n                                                                          2 7 7\n"}, {"page_pdf": 301, "texte": " fade, mièvre, etc., pas virile, peut avoir pour motif\n  principal un Christ herculéen et admirons sans autre,\n  M. Lefort pour le courageux aplomb d’exprimer si\n  catégoriquement une opinion aussi aggressive à\n  l’égard de la religion de Velazquez.\n     Pour moi je ne trouve l’œuvre ni fade, ni mièvre,\n ni puérile, pas plus que très dévote du reste, malgré\n la touchante idée du rayon distrait de l’auréole\n souffreteux, phoshoresçant autour de la chevelure\n et qui naît peut-être de l’œil, qui est peut-être le\n tendre regard du Christ à l’enfant, rayon unique qui\n s’en vient frapper comme une flèche le cœur du\n petit éploré s’agenouillant avec un élan de tout son\n être. A cause de cette intention pathétique et mora­\n lisatrice si précise, si sermon de Vendredi-Saint,\nj ’aurais une tendance, toute gratuite ai-je besoin de\n le dire, à expliquer l’œuvre ainsi : ne serait-elle pas\nun tableau que Velazquez aurait peint pour ses\n propres enfants — bien un cadeau de père de famille\n espagnol — dans l’intention bien déterminée de les\n attendrir pieusement, d’illustrer leur catéchisme\n — comme Velazquez pouvait illustrer — et d’augmen­\n ter leur amour pour Notre Seigneur; et lui-même\nen le traçant se sera attendri à la double pensée de\n ses enfants et du Christ ; il n’y a rien là d’indigne\n d’un cœur viril et dont il faille faire àVelazquez l’injure\n de la croire incapable. E t alors se justifierait aussi\nla ressemblance de l’enfant avec l’ange lequel aurait\nété posé par sa mère, puisque d’aucuns ont cru\nreconnaître dans l’ange dona Juana Pacheco. Enfin\nsi l’on veut constater jusqu’à quel point M. de\nBeruete est en désaccord avec M. Lefort, voici la\npéremptoire appréciation de celui-là : « L ’idée d’é­\nveiller la pitié chez un enfant est rendue avec\nbeaucoup de simplicité et d’originalité. » Personnelle­\nment, je le répète, je ne trouve pas l’œuvre extrême­\nment plus religieuse qu’humaine, mais elle l’est déjà\nau plus haut degré que l’on puisse attendre d’un\nréaliste espagnol ; or Velazquez nous réserve encore\nmieux ! Qu’elle soit de sa main je n’en doute pas\nune minute : M. de Beruete qui l’a vue l’affirme et\nje le crois infaillible quand il affirme ; il n’y a, à mon\n\n\n\n\n278\n"}, {"page_pdf": 302, "texte": "sens, de pourvois en cassation possibles après ses\narrêts que dans certains cas où il nie.\n                          **\n\n  Je regrette que M. de Beruete n’ait pas précisé\ncourageusement et catégoriquement les racontars\nqui ont trait, paraît-il, à la commande du Christ\nen croix :\n     « E n 1 638 o u 1 639 fu t pein t le Christ en croix. A ce tte to ile\n« est a tta ch é e un e lég en d e sca n d a leu se d’après la q u elle le\n« p roton otaire d ’A ra g o n et le com te-duc d ’O liv a ré s lui-m êm e\n« a y a n t jo u é , vis-à-vis du ro i, le rô le p eu h o n o rab le d’entre­\n     m etteurs, le ro i, en rép aratio n de ce scan d ale, aurait co m ­\n     m andé le ta b le a u à V e la z q u e z p our en faire don au co u ven t\n« de S a n P la c id o à M adrid. Q u o iq u ’il en soit, cette œ u vre y\n« figu ra ju s q u ’au com m encem ent de ce siècle . »\n\n   Dans le livre de M. Lefort rien à ce sujet.\n  Acte de foi ou acte de contrition du roi, l’œuvre\nest si inouïe que Velazquez chargé de l’accomplir\nm’apparaît en cette circonstance quelque chose com­\nme le prêtre chargé de célébrer une Messe expia­\ntoire et je le vois y mettant tout son admirable\nsérieux, sa forte dévotion et la rectitude de son\nâme de peintre, peu accoutumé à discuter, sentant\net concevant un tableau en une fois, de primesaut.\nLà-dessus voici M. de Beruete :\n     « P e u d e ta b le a u x du M aître sont aussi surprenants. L e s\n« critiqu es se sont rép an d u s en effusions élo qu en tes, vo ire\n« h y p erb o liq u es à son sujet. I l est difficile en effet de se sous­\n     tra ire à l’im p ression profonde que produit cette toile puis­\n     san te et dram atique. N o n que l ’on soit ém u p ar le réalism e\n« de cette im a ge de la m o r t: le modèle dont se servit Velazquez\n« fut sans doute un modèle vivant, b ien qu e s a structure ne soit\n« p as robu ste com m e c e lle du C h rist à la colon n e. M ais ce qui\n« n ou s im p ression n e ic i c ’est l’austère et classiq u e silhouette\n« du C ru cifié ressortan t sur un fond très som bre et toutefois\n« aéré     malgré ses ténèbres ; c ’est l ’harm onie des m em bres,\n« m erv eilleu sem en t m odelés en teintes cla ires sans aucun\n« co n traste vio le n t : c ’est la co u leu r de la chair, aussi élo ign ée\n« du v io la c é de la m ort que du rosé de la v ie , c ’est l ’in com ­\n     p a ra b le finesse, l’é lé g a n ce des bra s, des ja m b e s et des\n« m ains, qui ne sont ni flasques, ni rigides ; c ’est la sobriété\n« a v e c la q u e lle le san g savam m en t m esuré a u x p laies ta ch e\n« ç a et là le corp s ; c ’est enfin l’heureuse disposition du v isa g e\n« m i-découvert, m i-voilé p a r la ch e ve lu re. C e tte to ile est de\n« ce lle s qu e l ’on n ’o u b lie p as. C e n ’est peut-être p as une effigie\n\n\n\n\n19                                                                        279\n"}, {"page_pdf": 303, "texte": "« b ien ty p iq u e du C h rist en cro ix ; T ristan , Montants et taut\n« d’autres dans les n om breuses p ein tures et sculp tures que ce\n« su jet leu r in sp ira, traduisiren t mieux qu e n e fit V e la z q u e z le\n« sentiment religieux qui anim ait l’E sp a g n e au XVIIe s iècle , m ais\n« le caractère plus austère, plus cla ssiq u e, p lu s u n ive rse l en un\n« m ot, du Christ en croix m et ce tte œ u vre au-dessu s de to u t ce\n« qui a v a it été pein t ou sculp té ju sq u e-là dans ce ge n re en\n« E u ro p e , et d e tout ce qui a été créé depuis. »\n\n  A côté de cela voici M. Lefort. Vous sentirez tout\nde suite les nuances.\n  « L e C h rist en croix p résen te u n e n ote à p art, (1) c ’est une\n« p ein ture d ’a sp e ct p o ign an t et singulièrement poussé au tragique(2).\n« C lo u é au bois infâm ant, ren du dans ses détails pittoresques\n« a v e c une exactitu de effrayan te, les p ieds sép arés et p ercés\n« chacun d’un clo u , con form ém en t à la r è g le              p o sé e   p ar\n« S t Irén ée et si com p en dieusem en t (3 ) p réco n isée p a r P a ch e co\n« dans son A rte de lapintura, le C h rist finem ent m o d elé d ans des\n« tons ivoirin s, se d é ta ch e en c la ir sur un fond d ’épaisses\n« tén èbres. D e son fron t in clin é à droite p en d, en une m asse,\n« sa lo n g u e ch e v e lu re trem p ée d e la sueur de l’a go n ie et\n« m a cu lé e p a r les go u ttes san glan tes qui co u len t sous les\n« déchiru res de la couronn e d'ép in es. D u san g ru isse lle de ses\n« m ains, de ses p ieds et de son cô té droit où, b éan te, s’ouvre\n« la b lessu re du co u p de la n ce . P o u r pein dre ce tte im age\n« lu gu b re et d’un caractère théâtral, (4) V e la z q u e z s’est ce rta in e ­\n  m ent in spiré non d’un modèle vivant, m ais p lutôt de q u e lq u ’une\n« de ce s sculp tures co lo rié es, si go û tées           de    la dévotion\n« esp a gn o le pour leu r n atu ralism e v io le n t et te lle s qu ’en\n« p roduisaien t A lo n so C a n o et Martinez Montanès ses contem ­\n  porains et ses a m is... »\n                          *\n                        * *\n  Bien qu’il ne s’agisse plus d’une oeuvre religieuse,\nmais puisque j ’en suis à chicaner M. Lefort, je ne\npuis m’empêcher de citer le paragraphe qui, dans\nson livre, suit immédiatement, sans transition\naucune :\n  (1) R em arq u ez que dans le Christ à la colonne la « note à part »\nserait o b jectio n à l ’authen ticité.\n   (2) N ’est-ce p as le ca s o ù jam ais !\n  (3 ) A u sen s e x a ct : b rièvem en t ? ou au sen s... p resqu e u su el\nm a foi ! et fau x : lo n g ? A lo rs dans le ca s p articu lier : si com ­\npen dieusem ent v a u t presqu e un rep ro ch e et sign ifie « p ar trop\nbrièvem ent. » E st-ce bien c e la ? ...\n  (4) D écid ém en t M . L e fo rt est grin ch eu x : M . de B e ru e te dit\ndram atique, lu i théâthral. D e toute évid e n ce il n ’aim e p as que\nle s p ein tres fassen t œ u vre de d évo ts, sinon les v o ila « p uérils,\nm ièvres, fades, th éâtrau x, m anquant d e virilité . »\n\n\n\n\n280\n"}, {"page_pdf": 304, "texte": ""}, {"page_pdf": 305, "texte": "L e   C h r i s t      e n   c r o i x\n\n      ( M U SÉE   DU    PRAD O)\n"}, {"page_pdf": 306, "texte": "   « V e r s la fin de la m êm e a n n ée 1 638 , le d u c F ra n ç o is I de\n« M o d èn e vin t à M adrid pour être le p arrain d e l ’in fan te M a rie\n« T h é rè se . I l dem an da à V e la z q u e z de faire son p ortrait et le\n« re m e rcia p ar le don d’un m agn ifique chaîn e d’o r dont l ’artiste\n« se p arait les jo u rs de g a la . S u r la destin ée de ce p ortrait,\n« lo u é p ar le s bio grap h es de V e la z q u e z com m e une œ u vre\n« des p lus rem arqu ables, les ca ta lo gu es des co llectio n s p rivées\n« ou publiques ne nous fournissent aucun renseignement plausible. »\n\n  M. de Beruete, lui, va directement voir... au\nMusée de Modène et l’y trouve ! Il y était entré en\n1843 comme un Van Dyck. L e livre de M. Lefort\nest de 1888. (*)\n                                    * *\n\n   Les Saints Ermites ou St-Antoine abbé visitatn\nSt-Paul est la dernière œuvre de Velazquez et clôt\npar une prière son labeur d’artiste. Il la peignit à\nla fin de l’année 1659 pour l’ermitage de Buen\nRetiro. Ce serait le moment où jamais de citer tout\nce que dit de ce tableau. M. de Beruete, car c’est\nlà la meilleure page de son livre. Retenons-en\nseulement la fin.\n  « C e v é n é ra b le co u p le de p au vres vie illa rd s à l ’exp ression\n« m y stiqu e, l’un à m oitié nu, l ’autre si austèrem ent vêtu , se\n« d étach an t sur un gran d io se fond de ro ch ers, est l’expression\n« la plus heureuse du renoncement humain. A la d ifféren ce de tous\n« les m o rcea u x de s a dern ière m an ière, d’une exécution si\n« fra n ch e, V e la z q u e z p eign it les têtes des saints a v e c un soin\n« et u n fini p a rtic u liers, preuve de l’intérêt que l’artiste prit à son\n« œuvre. E n s’attach an t à son ta b le a u , en y insufflant plus que\n« dans tout autre la quintessence de son génie, V e la z q u e z o b éissa it\n« sans doute à des raisons sp é cia le s. I l a va it p assé près de\n\n\n  (*) M . L e fo rt n ’a du reste aucun e sorte de ch a n ce : v o ic i le\ndébut de son liv re , les six p rem ières lign es, (date don c 1888)\n  « Visiblement, et peut-être sans retour possible aux abstraction s\n« chères aux écoles d’autres temps, l ’art de nos jo u rs, l ’art libre et\n« militant in clin e de plus en plus v e rs le naturalism e. D é jà sa\n« p o étiq u e p araît ten ir toute entière dans cette form ule : q u ’il\n« n e doit et n e peut plus être que l’exp ression m êm e de la v ie ...\n« e tc. »\n  L ’ann eé suivan te pour ne p arler qu e de la F ra n c e , l ’U n iv e r­\nse lle d e P a ris exh ib ait à     son tour W a tts ,      B u rn e Jones,\nS ega n tin i sans co m p ter forte portion de l’œ u vre de P u v is de\nC h a v a n n e s et de G u sta v e M oreau ...!!! T ro is ans ap rès c ’était\nle p rem ier salon de la R o se-C ro ix ! et le p rem ier C h am p-de\nM ars !\n\n\n\n\n                                                                          283\n"}, {"page_pdf": 307, "texte": "« quaran te ans dans la co m p agn ie des rois et des gran ds de\n  la terre, ses m o d èles c ontum iers ; en sa qualité d e peintre\n« du roi et de gran d m a ré ch a l de la cour, il a va it p résid é à la\n« lu xu eu se d éco ratio n des résiden ces ro y a le s et o rg an isé des\n« fêtes slen dides au B u e n R e tiro et dans le m om ent m êm e\n« qu ’il tra v a illa it à ce tab le au , il s’o ccu p a it de son v o y a g e à\n« Irun o ù il d e va it p rép a rer le lo gem en t du so u ve ra in et à\n« l ’île des F a isa n s où il lu i fa lla it d éco rer le p a v illo n destiné\n« aux n o ces ro y a le s et à l ’en trevu e de P h ilip p e i v et de L o u is\n« x i v , dont la co u r était la plus fastueuse de l’E u ro p e . A u\n« m ilieu de tan t d’a p p a ra t et de gran d eu rs, il vé g é ta it au jo u r\n« le jo u r et dans la g ê n e, o b lig é de m endier à ch aq u e instant\n« le paiem en t d e ses hon oraires et de souten ir des luttes p er­\n  p étu e lles con tre le s fon ction n aires petits et gran ds du p alais.\n« P eu t-o n s’éton ner q u e, sous le co u p de sem b la b les im p res­\n  sions ressenties et jugées avec la maturité d’esprit d’un homme arrivé\n« au déclin de ses jours, V e la z q u e z ait tro u v é, dans l ’épisode de\n« la v ie du p rem ier an a ch o rète, rap p o rté p a r sain t Jérôm e dans\n« une d e ses Epîtres, un su jet en ra p p o rt a v e c so n é ta t d ’âm e\n« et a u q u el p a r con séquen t il s’a tta ch a ? E t sans doute il prit\n« plus de p laisir à rep résen ter la p a u v re tun ique de saint P a u l\n« q u ’il n ’en ép ro u va ja m a is à pein dre la p ourp re éclatan te\n« des rois. »\n\n  Ici M. Lefort parle, lui, « d’un pinceau attentif,\ndélicat, spirituel même. »\n\n   Résumons. Velazquez est probablement en tant\nque peintre purement peintre, manieur de pâte, le\nplus grand peintre qui ait jamais existé, nulle matière\nn’est plus belle que la sienne, nulle science, nulle\ndistinction, nul sérieux plus convaincus. Son oeuvre\nest avant tout de gravité et toute de bonne foi.\nQuand il voulut exprimer ses sentiments religieux,\nil mit à leur service tout son art avec une simplicité\nde cœur, une humilité absolues. Avec le même\nloyalisme qu’il apportait à servir son monarque,\nlorsqu’il s’agit du service de Dieu il fit de son mieux.\nIl faut donc juger de la force de ses sentiments par\nla force de son art en telles circonstances. Remar­\nquez encore qu’il ne dut guère travailler que sur\ncommande, sinon peut-être aurions-nous davantage ;\nles termes de l’équation restent toutefois les mêmes,\n comparez les résultats de l'obéissance de Velazquez\n portraitiste et ceux de l’obéissance de Velazquez\n peintre religieux. Or rien dans tout son œuvre ne\n\n\n\n\n284\n"}, {"page_pdf": 308, "texte": "surpasse son Christ en croix, une moitié du front et\nun œil voilés par une mèche de cheveux comme plus\ntard — et nous regrettons cette ressemblance — la\nportera au côté opposé le discutable Wotan de\nWagner ; rien ne surpasse le Couronnement de la\n Vierge, rien les Saints Ermites — son Parsifal. Donc\nles sentiments chrétiens furent en Velazquez dans la\nmême proportion au-dessus de tous autres que ces\ntrois tableaux au-dessus des portraits de rois, de\nreines, de nains, de bouffons et d’ivrognes.\n   En tant que peintre religieux et que peintre\ndomestique quoique anobli sur le tard il pouvait\npeu ; cependant à donner ce qu’il pouvait, totalement,\nsans restriction, de tout son cœur et de tout son\ngénie, il a pu beaucoup, il s’est élevé au-dessus de\nlui même ; or c’est bien difficile même à Velazquez\nlui même que de s’élever au-dessus de Velazquez !\n\n    Dürnstein sur Danube, (Basse-Autriche.)\n9 Juillet 1898\n\n                                 W il l ia m   R it t e r\n\n\n\n\n                                                            285\n"}, {"page_pdf": 309, "texte": "  Les Poèmes :\n  P o l d e M o n t : Inleiding tot de Poëzie, schets van een moderne\nPoetiek. (G ron in gen : J. B . W o lte rs.)\n  A bbé      C.    L e c ig n e   : Brizeux,      sa vie et ses œuvres. (P aris :\n       P o u ssie lgu e .)\n  F r a n c is Ja m m e s     : D e l’Angelus de l’Aube à l'Angélus du soir.\n    (P aris : M ercu re de F ra n ce.)\n  H e n r i V a n d e P u t t e : Poèmes confiants. (B ru xelles : G . B alat.)\n\n   P r o s p e r R o id o t   : Aubes et Crépuscules. (B ru x e lle s: L a L u tte.)\n  Ja n E e l e n    : Verzen. (A n tw erp en : B usch m an n .)\n  A r t h u r T o is o u l    : Images de Dieu. (B ru x elles : G . B alat.)\n  M a r q u is    de    P im o d a n   duc   de    R arecourt   : L es Sonnets de\n       Pimodan. (P aris : V a n ier.)\n  C harles M a x         : Devant la Vie. (P aris : L a P lu m e.)\n  P a u l M ussche           : Simplement. (B ru xelles : L a L u tte.)\n  V ie n t de p araître :\n  G eorges R a m aek er s          : Les Fêtes de l’Été. ( P a r is : L a   L u tte.)\n   L a p o ésie est soum ise aux seu les lo is de l ’E sth étiq u e g é n é ­\nra le. T o u tes autres rè g le s sont de co n ven tio n e ssen tiellem en t\np a ssa g ère. M . de M ont — un v r a i p o ète — ne p o u va it ign o rer\ncette v é rité , désorm ais à l ’a b ri de to u te co n testatio n , et s’en\nest d ’ailleu rs la rgem en t in spiré dans sa P o é tiq u e . O n ne\nren co n tre dans ce t o u v ra g e ni le flot de p ré cep tes ni l ’ab o n ­\ndante cuistrerie qui ca ra ctérisen t, d’ordin aire, les « T h é o rie s\ndes b e lle s lettres ». L ’auteur a substitué à ce t en n u yeu x fatras\ndes a p erçu s in gén ieu x et d’in téressan tes syn th èses. O n p eu t\nreg retter to u tefo is qu e le souci d e co n se rv er à son liv re un\nca ra ctère de m an u el cla ssiq u e lu i fit a tta ch e r tro p d ’im p o rtan ce\nà certain es n om en clatu res de ge n res et de sous-genres. C ette\np alé o n to lo g ie p o u rrait d isp araître, sans in co n vén ien t, non\nseu lem ent du liv re de M . de M on t, m ais encore et surtout de\nla c e rv e lle des ad o lescen ts.\n   — M . l’ab b é L e c ig n e co n sa cre un b e a u liv re à l’étu d e d e\nB riz e u x et de son œ u vre. C e t o u v ra ge , largem en t alim en té de\ndocum en ts in édits fixe de fa ço n défin itive la bio grap h ie du\np oète breton et p récise suffisam m ent sa p h ysion o m ie littéraire.\nA ura-t-il p our effet de crée r autour du nom d e B rize u x , —\nainsi qu e l’auteur en fo rm ule le vœ u ,               dans s a p ré fa ce , — ce\n« dem i-jour de l’histoire littéraire qui n ’est p as to u t à fait un\ntom beau ? » E sp éro n s le.\n   L ’auteur d e Marie dem eu re u n e figure n o b le et in téressan te.\nIl y a de purs v e rs dans son œ u vre et, dans s a v ie d’artiste,\nde b e lle leço n s de fierté et de dign ité.\n   — H a in e u x de ce p eu d’em ph ase qu ’im p lique tout ryth m e\naccen tu é, M . F ra n cis Jam m es s’est a p p liq u é à dém onter le\nm écan ism e in térieur du v e rs . S e s v e rs n e ch an ten t p as, ils\ncausen t. E t n otez que ces lign es, dont le s s y lla b e s trébuch en t\na v e c une ga u ch erie ch arm an te, ne se rattach en t en aucun e\nfaço n au v e rs dit p o lym o rp h e — qui asp ire, au con traire, à\nun ren forcem en t de la m étrique. P o è te d ’un b e l in stinct,\nsach an t et d evin an t le s h arm on ies. M . Jam m es a ch o isi sans\n\n\n\n\n 286\n"}, {"page_pdf": 310, "texte": "h ésiter ce tte form e d’un e a u d a ce stupéfiante, q u ’il ju g e a it\nseu le à m êm e d’h a b iller adéquatem en t sa p en sée. O b se rv ate u r\nm éticu leu x, p s y ch o lo g u e profond sous ses airs de bonhom ie,\nil a va it à fixer ou, m ieux, à tran scrire des instants, a v e c la\nscru p u leu se notation de m enus détails qu ’im plique un tel\np ro jet, — un p ao n crie, il est m idi, il y a des sau terelles sur\nle s fleurs des ca ro ttes, — a v e c , p arallèlem en t, l ’e xa cte é vo catio n\ndu m om ent p sych iq u e : pen sées fu gitiv es, friv o les ou, subite\nm ent, g ra v e s et re lig ie u ses, attendrissem ents, bru squ es ru ad es\nd ’im a g in a tio n .... E t com m e l’intuition du p o ète v o it ju s te , en\ndépit des protestation s du bon goût, — qui est un p eu l’intuition\nd e tous      ce u x   q u i n e sont p as      p o ètes,   — la p o ésie de\nM . Jam m es fu t profonde, v ra ie , v é cu e , adm irable. I l fau t\nsp écia lem e n t adm irer dans ce re cu e il la trilo gie co n sa crée à\nl ’existen ce du p o ète. L a troisièm e p artie surtout — L a mort\ndu Poète —        est ém ou van te ju s q u ’a u x larm es, — ch o se p eut-\nêtre un ique dans la littérature de ces derniers tem ps.\n   S a n s q u ’on p u isse in duire de son œ u vre l ’a v e u d’un créd o\nd éterm in é, il est perm is d e dire qu e M . Jam m es est un p o ète\np ieu x. I l a l ’h o rreu r n atu relle du b la sp h èm e. I l sait que\nl ’im p iété im p liq u e, in tellectu ellem en t et m oralem en t, u ne sorte\nde capitis diminutio et q u e, si m êm e l ’id ée de D ie u             p o u vait\nn ’être qu ’un sym b o le, le b la sp h èm e n ’en d em eu rerait pas\nm oins le crim e ca p ita l, p u isqu ’il ou tra gera it en co re, dans la\ns y lla b e la plus    p ro d igieu sem en t syn th étiqu e, tout ce q u ’il y a\nd’asp iration de B o n té , de B e a u té et de        Justice au cœ ur de\nl ’hu m an ité.\n   — In gén u ité, sp on tan éité, e xu b éra n ce de v ie , telle s sont\nle s q u alités    q u ’on se p laît    g é n éra le m en t à reco n n aître     à\nM . V a n de P u tte . Je n ’y entends p oint red ire, d’autant qu e\ncertain es p ièce s des Poèmes confiants sont vérita b lem en t exquises\n(L e Tonnerre, Petite sœur, etc.) C e la n ’em p êch e p as le livre,\ndans son en sem ble, de tourn er au soporifiqu e.                   M . V a n de\nP u tte compose très m al. S a la n g u e est gén éralem en t d éfectu eu se,\nsa versifica tio n so u ven t détestab le, son im agin ation est m olle,\np aresseu se , n’a grip p e rien , rou le des flots de v o ca b le s redon ­\ndants et d e sonorités v u lg a ire s .... Je tro u ve les m êm es défauts,\n— et n on , m alh eu seu sem en t, les m êm es q u alités, — dans le s\nAubes et Crépuscules de M . R oidot, ainsi que dans le s Verzen de\nM . Jan E e le n . D écid ém en t, j ’in clin e à croire qu e le ve rs lib re\np o rte m a lh eu r à la je u n e littérature, n e fut-ce que p a r les\nh abitu d es un p eu lâ ch es qu e sa p ratiqu e ten d à com m uniquer\naux im agin ations. I l est regrettab le d e v o ir la littérature de\nla n g u e th io ise s’e n g a g er dans la m êm e v o ie , visib le m en t à la\nrem orqu e de nos écrivain s d’ expression fran çaise. M . E e le n se\nc a ch e si p eu de subir l ’in fluen ce de ce s dern iers q u ’il n ’a pas\ncrain t d ’in sérer dans son re cu e il qu elqu es p ièces fran çaises\nd ’u n e to n alité intim e et v o ilé e , et q u ’on lirait, sans tro p de\nsurprise, sous la sign ature           de M . V a n L e rb e rg h e o u de M .\nG e o rg e s M a rlo w .\n\n\n\n\n                                                                              287\n"}, {"page_pdf": 311, "texte": "   — L e s ch èvreries de M . T o iso u l sont fran chem en t rép u g­\nnan tes. Q uan d le ch e v a lie r de F lo ria n faisait, dans le s prés\nfleuris, g e stic u le r décem m en t de sen tim en tales b e rgè re s, il\nenten dait co m p o ser un « o u v ra ge d’im agin atio n » sans plus.\nL e s b ergères     de M . T o iso u l       sont m oins décen tes, m ais,\nen re va n ch e , e lle s affichent des p réten tion s cosm ogon iques,\net leu rs gro u p es érotiqu es ne sont rien m oins qu e des « im ages\nd e D ie u . » N 'in sisto n s p a s. M a lg ré la d ithyram bique p réfa ce\nde M . L em o n n ie r, j e n ’a i p erçu    dans ce t o p u scu le qu e des\np rairies m onotones, — m oins fra îch e s qu e n os p rairies p asca ­\nles, — et un e o deur de bo u c.\n  — O n dit : « les sonnets de Pimodan » com m e on dit « les sonnets\nde P é tra rq u e . » M ais le s prem iers — ce u x de P im o d an — ont\nde loin l ’a v a n ta g e de la    v a rié té. Ils   célèb ren t le systèm e\np lan étaire, les   E u zo n e s g re cs, la gu erre sino-japon aise, le\nB a z a r de la C h a rité , la S a in te V ie r g e et l ’allia n ce franco-\nru sse.\n   — L ’an arch ie a le tort de je te r ses ferven ts en des a ccè s de\nlyrism e é p ilep tiq u e, C ’est ce qui ren d à peu-près illisib le\nl ’o p u scu le de M . C h a rle s M ax.\n   — A u sortir de cette v io le n te rh éto riq u e, la lec tu re du jo li\nvo lu m e de p roses qu e M . M u ssch e p u b lie sous le titre ingénu\n« Simplement » nous fit l ’im p ressio n d ’un coin de bois hum ide\net d’une bouffée d’air pur. — C e s petits co n tes — sont ce m êm e\ndes con tes, ce s si frê les p ag es ? — d én o ten t un e âm e fra îch e ,\naim an te, prom ptem ent ém ue et d ’u n e ém otion to u jo u rs saine.\nA jo u to n s qu e le p etit liv re de M . M u ssch e est é crit en fran ­\nçais, c e qui n ’est p as d é jà si com m un.\n                                                      V ic t o r K in o n .\n\n\n\n   D a n te ’s P ilg r im ’s P ro gress ; w ith n otes o n th e w a y b y\nEmelia Russell Gurney. (London : E llio t Stock).\n   C ertes un œ u vre con stitue un m onde co m p let et iso lé. I l n ’y\na p as lieu de m odifier l ’écon om ie d’un e cath éd rale, o u d’adap ­\nte r u n o p éra de W a g n e r . M ais, en hypothèse-, il sera lo isib le à\ndes esprits avertis et p lein s de ta c t de co n sid érer un m onu­\nm ent dans son arête lin éa ire, d’iso le r un thèm e de ses épisodes.\n   C e ci adm is, l ’h y p o th èse de M . R u ss e ll G u rn e y est h eu reu se\nqui, con sidéran t dans la Divine Comédie le v o y a g e du p èlerin ,\ntâ ch e de n e p oint lâ ch e r le fil co n ducteu r. L e m o tif p rin cip al\nest retro u v é sous l ’a cco m p agn em en t d es épisodes dram atiques,\nb io grap h iq u es, historiques, politiques. L e tex te iso lé n e don­\nn era don c ni U g o lin , ni F ra n ço ise de R im in i e tc..\n    A qu elqu es œ u vres u n iv e rse lle s : la B ib le , Jean de la C ro ix,\n G o eth e, W a g n e r , e tc., on p eu t selon l ’intention é v e illé e de\n l ’esp rit   attribuer   avec    facilité    des    sign ifications     éta gées.\n S t E u c h e r p. ex. n ou s en seign e le s facettes de la B ib le . U n e\n h abitu d e sco lastiq u e ré g e n ta ce m ode de lectu re et on distin­\n gu a couram m en t le sen s littéra l, l ’a llégo riq u e, le m o ra l et\n\n\n\n\n 288\n"}, {"page_pdf": 312, "texte": "l ’a n a go giq u e    (ou   m ystique).     On    atteint    avec     ce    dern ier\nl’H y m a la y a de la co n n aissan ce. M ais som m es nous autorisés à\na p p liq u er ce s p ro cé d és à l’in ven taire de la Divine Comédie. C e\nq u e n ou s savo n s des h abitudes de l’époque et d e l’éducation\np h ilo sop h iq u e de D a n te n ou s perm ettrait p resqu e d e le p ré ­\nsum er, si u n e m eilleu re raison n e ve n ait l’établir. E n effet\nD a n te cite         lui-m êm e le P s . 114. Ditexi,        quoniam exaudiet..\ncom m e un texte con struit selon ce m écan ism e de la p en sée,\net quan d il en extrait cette v a le u r m ystiqu e : l ’âm e p asse de\nl ’e sc la v a g e de la corrup tion p résen te à la liberté de l ’étern elle\ng lo ire , l ’a u teu r p réten d y tro u v er, dans une reco n n aissan ce\nim p licite, l ’ épitom é de la Divine Comédie.\n   C e tte con sidération porte M . R . G . à adm ettre ic i com m e\nsu jet : l ’hom m e dans l’e x e rcice d e son lib re arbitre a v e c les\nco n sé q u e n ce s de ses action s.         L e cœ ur hu m ain          serait    le\nth é âtre m êm e de la D iv in e C o m éd ie. L ’enfer, le p u rgato ire et\nle p arad is con stitueraien t des descrip tion s allégo riq u es de trois\nétats d ’âm e p ro n on cés, ou, p lu s exp licitem en t, de trois attitudes\nqu e la vo lo n té de l ’hom m e affecte vis-à-vis de son p rin cipe.\nE lle s rép on den t a u x m ots : o rg u eil, hum ilité, am our ; ro n ce,\nro seau , ro se ! Ic i m êm e u n e illustration d e M . F r . S h ield s\nsch ém atise ce s trois con form ation s du cœ ur : cœ ur lab yrin th e\ngris ferm é à la v ie e t à l a lu m iè re ; cœ u r v e rt p rin tan ier d e l ’esp oir\nd e v ie é ca rte lé d ’u n e cro ix b la n ch e o ù circu len t des ondes de\nlu m ière ; cœ u r a ilé , ro u ge du san g v ita l a v e c en abîm e le\ntria n g le so u rce de lum ière.\n  T o u t co m m en taire id é a l est s u b je c tif : il con stitue p a r lui-\nm êm e u n e œ u vre o rigin ale et v a u d ra autan t p a r ses app orts\nd e jo u is s a n ce qu e p ar sa fo rce de p ersuation.\n  Q u ’il suffise dès lo rs que n ou s estim ions le s com m entaires\nd e M . R . G . o rig in a u x et profonds. L ’auteur a suivi le co n seil\nsalésien : M ettez vo tre esp rit dedan s v o tre cœ ur. S u r un autre\nra y o n que le s a n a ly se s d e ia « lettre » p h ilo lo giq u e ou su p er­\nd o gm atiq u es, com m e sont la Collection d’opuscules dantesques diri­\ng é e p a r le com te        P a sserin i,   c e liv re   sera ra n g é a v e c le\nSpiritual Sense o f Dante de M . W . T . H a rris (N ew -Y o rk ) et les\ncom m entaires de M . W ic k s te e d p arm i le s e x é g è se s vivifian tes\nd e « l ’esprit. »\n  C e s dern iers tem ps le p u b lic a m anifesté u n e curiosité\nlég itim e de la gra n d e B re ta g n e . L e s n otion s p h ilo sop h iq u es\nécon om iques, so cio logiqu es et éd u catives au x q u elles on s ’est\nborn é ont fau ssé l ’opinion, en la laissan t in co m plète. E lle\nse ra co m p lète du jo u r où l ’on s’im a gin era aisém en t le y a c h t­\nm an d’O xfo rd , tro u b lé p a r les Hïbbert Lectures o u la jo u e u se de\nla w n -te n n is , n o sta lgiq u e de F lo re n c e , de lum ière et de D ieu .\n                                                              F . N o n n ig e r .\n\n   « C a n ta te D om ino. » 110 M otets harm onisés à trois v o ix\né g a le s p ar J .-D . Bloemen. (N am ur : W e sm ae l-C h arlie r.)\n   R e c u e il m e p araissan t       d ’u n e   utilité in co n testab le     pour\n\n\n\n\n                                                                                   289\n"}, {"page_pdf": 313, "texte": "les m aîtrises ne disposant que d ’un n om bre restrein t de v o ix\net désireuses d ’exécu ter les jo u rs de F ê te de b e lle et fo rte et\nsain e m usique religieu se.\n  O n tro u ve p arm i ces m otets des com position s de nos m eil­\nleu rs m odernes : P ie l, W iltb e rg e r, à coté de jo y a u x dûs aux\nm aîtres O rlan do L a s s o , L o tti, J o sq u in d e s P r è s , P a lestrin a le\ndivin, et le       très sérap h iq u e     A rc a d e lt a v e c     son ad o ra b le\n« A v e M aria ! »\n   Il y a encore des com p osition s de M artini et de ses descen ­\ndants restés convenables et aussi de bons m otets de M . B lo em e n\nm êm e.\n   M aintenant, te lle s com position s qu e ce s m aîtres écriv iren t\np our v o ix m ixtes souffrent-elles la réduction à trois v o ix é gales\nque M . B lo em en leu r fait subir et n e p erden t-elles p oint à être\nainsi acco m p agn ées à l ’o rgu e ? C ertain s, se p laça n t au point\nde v u e purem ent artistique, blâ m eraien t peut-être la fa ço n de\nfaire de M . B lo em en .\n   P o u r n ous, n e nous m ontrons p as si sév ères. R egretto n s\nseulem ent les sacrilèg es petits dessins in sérés, j e n e sais\np ourquoi, dans ce re cu e il et rem ercio n s M e V e u v e B lo em e n de\nnous a vo ir donné ce qui perm ettra, à tous ceux qui sont de bonne\nvolonté, de ren dre nos églises m oins tristes le s b e au x jo u rs de\nF ê te ! J’ai dû dire : « à tous ceu x qui sont de bo n n e vo lo n té »,\nc a r j e n e com p te m alh eu reusem en t pas a v e c ces in co n scien ts\net ces hom m es de parti-pris qui font e xé cu ter en le u rs églises\ndes m édiocrités à gran d orch estre sous p rétex te que la m usique\npalestrin ien n e et c e lle de nos jeu n e s m aîtres contem porains\nso n t... (sic) t r o p p a u v r e s !... et dire que c ’est en s’a p p u y a n t sur\nde sem b la b les m isères que l’on transform e n os ca th éd rales en\nsalle s de danse.\n                                                          E rn st D e l t e n r e .\n\n\n   T w e e d e ja a r b o e k der S cald en . I p artie littéra ire,                      II\np artie grap h iq u e. (A n vers : D e V o s et V a n der G roen).\n   D e u x liv res et u n e    exp osition p u blien t pêle-m êle le bon et\nle p ire. O n n ’y p eu t ren co n trer g ran d esp oir p our l’art religieu x.\nI l n écessite en effet d e p u iser en soi. A u ssi, que M . P o s e n a e r\nren d e co n scien cieu sem en t le grand Mandat, le la v e m en t des\np ieds ch e z les T ra p p istes, c ’est le seu l pittoresque et non la\n sign ification d’hum ilité qui le gu id e ; M . V a n                   H a v e rm a e t\n d évelo p p e la légende de Parsifal sans fo i ni ly rism e ; l’Annoncia­\n tion de M . R o m m elaere, que           nous     rep roduisîm es ic i           m ais\nb én éficie surtout de l ’in tim e ca n d eu r du p a y s a g e ; n ous nous\n confions plus       vo lo n tiers en M . V a n O ffel, dont le Golgotha\n m anifeste un ré e l é la n re ligie u x . C e je u n e artiste a de la fan ­\n taisie, du brio et des réu ssites, m ais jo u e p arfois a v e c les\n accesso ires pas-partout en bois do ré de certain sym bolism e,\n et se la isse trah ir p a r des v e rm icu la g es désastreux et une\n facilité qui le ren d m oins excu sa b le.\n                                                                   F . N o n n ig e r .\n\n\n\n\n 290\n"}, {"page_pdf": 314, "texte": "                          I\nDe la charité poétique envers\n         les pauvres\n                             A Adrien Mithouard.\n    U n e fois j ’ai rencontré une pauvresse dans la\nrue. T ro is enfants la regardaient. E lle était\nune fem m e sèche, grande, et tenait dans une\nm ain un grand bâton surm onté d ’une gourde.\n    D ans l ’autre m ain e lle avait une corde qui\nattach ait un chien roux et m aigre. T o u s d eux\na lla ien t vite. L e s avoir vus attriste mon cœur.\nD ’où venaient-ils et où allaien t-ils ? E lle était\nsom bre com m e de la cendre froide. Il était\nfauve com m e un sable stérile. L e ciel, gris ce\njo u r-là, n im bait to u t entier la tête de cette\npauvresse et il y avait une te lle grandeur dans\nla m isère de ces deux êtres que je fa illis m ’age ­\nn ouiller devant eux.\n    U n e autre fois, j ’ai rencontré un v ie il hom m e.\nJ ’étais en com pagnie de M am ore dans un che­\n m in noir de lauriers. C ’était un vieu x coiffé\n d ’un chapeau m elon et h a b illé d ’une culotte\n trop belle pour lui. E t une jam b e du pantalon de\n ce v ie illa rd se relevait trop, au-dessus d ’une\n m auvaise bottine dont on v o y a it la tirette. A h !\n T ris te endim anchem ent! Il s’approcha de nous,\n Il me d it sim plem ent ceci : « D onnez-m oi\n q u elq u e chose, je suis m alheureux com m e les\n pierres. »\n\n    A cette m endiante, dont le bâton de pèlerin\neût in d iqu é à tout bon esprit une tendance à\nl ’exaltation m ystiqu e, il aurait fallu que l ’on\nd épêchât des poètes capables d ’enchanter son\nâm e par de m iraculeux récits.\n    Prend-on les pauvres pour des pourceaux,\nque la seule aum ône que l ’on leur fasse soit du\nm anger ?\n    A cette m endiante on eût d it, par exem ple,\n\n\n\n\n                                                      291\n"}, {"page_pdf": 315, "texte": "la m ort de S a in t-L o u is à T u n is ; le lit de\ncendre sur lequel s’étendit ce roi m oribond ; la\nglo ire des C roisades et les trom pettes sonnantes\nsur les flots; les bannières où v e illa it l ’A gn eau ,\ncalm e en ces jours de tem pêtes com m e il le fut\nlo rsqu ’il m archait sur la m er, vers les apôtres ;\nla V ille Sain te prise, et les palm iers poudreux,\net l ’em poisonnem ent des citernes, et les pauvres\nqui partaient de F ran ce en chars à bœ ufs et\ns’écriaient devant chaque cité : « Jérusalem !\nV o ici Jérusalem ! »\n    Peut-être m êm e, cette pauvresse à la robe\nsom bre couleur de cendre froide, au long bâton\nsurm onté d ’une gourde, au chien roux com m e\nun sable stérile, l ’eût-on sanctifiée ja d is, pu is­\nque tant de vertu rayon n ait de son silence ?\n    A ce m endiant, on eut en vo yé d ’autres\npoètes, car les poètes sont les inspirés qui\nparlent à chacun avec la langue de son cœ ur.\nIls l ’auraient am ené dans une petite auberge,\ncar les vieu x hom m es ne sont point insensibles\nà un peu de vin qui les ranim e. E t, pour le\ndistraire, on lu i aurait raconté Jean-B art m ena­\nçant de m ettre le feu aux poudres et s’em pa­\nrant, seul, ainsi, d ’un vaisseau anglais ; l ’enfance\nterrib le et la vie de guerre de D u gu esclin . E t\nil se fût intéressé à ces choses parce que dans\nl ’âm e m agnifique des sim ples les faits survivent\naux dates à cause de la foi qui l ’éclaire.\n    C elu i-là sera le vrai poète ch aritable que tous\nles pauvres com prendront. D ieu fait que, dans\nses vergers tran q u illes, tous com prennent les\nm êm es fruits, les m êm es eaux, les m êm es étoiles.\n Il faut que les poèm es soient les fontaines d ’eau\n pure égales aux lèvres de tous.\n\n\n\n\n292\n"}, {"page_pdf": 316, "texte": "                        II\nDe la charité envers les bêtes\n    Il y a, dans le regard des bêtes, une lum ière\nprofonde et doucem ent triste qui m ’inspire une\nte lle sym p ath ie que mon âm e s’ouvre com m e\nun hospice à toutes les douleurs anim ales.\n    T e lle rosse p late qui som m eillait, la bouche\nà terre, sous la p lu ie nocturne, devant un café ;\nl ’agonie d ’un chat écrasé par une voiture ; un\nm oineau blessé réfugié en un trou de m ur sont\nautant de souffrances qui, à jam ais, sont en\nmon cœ ur. N ’eût été le respect hum ain, je me\nfusse agen o u illé devant de telles patiences, de\nte lles tortures, car j ’avais la vision d ’un nim be\nentourant les têtes de ces êtres douloureux,\nnim be réel, grand com m e l ’univers, q u ’y posait\nD ieu .\n\n   H ier, je regardais, dans une foire, tourner\ndes anim aux de bois. Il y avait, parm i eux, un\nâne. A cette vue, j ’ai fa illi pleurer, parce q u ’il\nme rappelait ses frères vivants que l ’on m ar­\ntyrise .\n   J ’avais besoin de prier, de dire : P e tit âne,\ntu es m on frère. O n d it que tu es bête parce\nque tu es in cap able de faire le m al. T u vas\nd ’un p etit pas. T u as l ’air de penser, lorsque\ntu m arches, ceci : V o y e z ! Je ne peux pas aller\nplus v ite ... L e s pauvres se servent de m oi parce\nque l ’on ne m e donne pas beaucoup à m anger.\nP e tit âne, l ’a igu illo n te pique. A lo rs tu te\npresses un peu plus, m ais pas beaucoup. T u ne\npeux pas p lu s... T u tom bes quelquefois. A lors,\non te bat, on tire sur la corde qui s’attache à ta\nbouche, si fort que tes gencives se relèvent et\nlaissent voir tes pauvres dents jau n es brouteuses\nde m isères.\n\n   D ans cette m êm e foire, j ’entendis une m usette\ncriarde. F rizeau m a dem anda : Est-ce que ça te\n\n\n\n\n                                                   293\n"}, {"page_pdf": 317, "texte": "rappelle des m usiques africaines ? —                    O u i , lui\nrépondis-je. A T o u g g o u r t les m usettes avaient\nun nasillem ent sem b la ble. C e doit être un A ra b e\nqui jo u e. — E ntrons, fit-il, dans la b a r a q u e ...\nO n y v o it des drom adaires.\n   Une     douzaine      de     petits     ch am eau x ,    serrés\nco m m e   des      sardines    en baril,        abrutis,       tour­\nnaient dans une sorte de fosse. E u x , q u e j ’avais\nvus     dans   le    S ahara,      o nd ulants      com m e      des\nva gu es et n ’a y a n t autour d ’e u x q u e D i e u et la\nM ort, j e les retrouvais là, ô misère                   de m on\ncœ ur ! Ils tournaient,            tournaient encore dans\ncet étroit espace, et la douleur q u i d ’eux m o n ­\ntait vers m oi était com m e un v o m iss em e n t vers\nles hom m es. Ils allaient, allaient toujours, fiers\nco m m e des c y g n e s pauvres, nim b és de d éso la­\ntion,   couverts de p agn e s grotesques,                  bafoués\npar des fem m es qui dansaient, levan t leur p a u ­\nvre col v e rm in e u x vers D i e u et vers les feuilles\nm iraculeuses de q u e lq u e oasis d e délire.\n  A h ! prostitution des êtres de D i e u !..                   P lu s\nloin d es lapins étaient en cage ; p lu s loin des\npoissons rouges en             loterie     na geaien t     en    des\nb allons d e ch im ie au go u lo t si étroit q u e F r iz e a u\nm e d e m a n d a : C o m m e n t les y a-t-on pu entrer?\n— E n pressant un peu, lui dis-je. P l u s loin des\nv o laille s viv an tes, en loterie aussi, étaien t e n ­\ntraînées p a r le m o u v e m e n t d ’un tourniquet. A u\nm ilie u d ’elles, saisi d ’une peur folle, un petit\ncochon de lait se ten ait à p la t ventre.\n  P o u le s et poulets, pris de vertige, criaillaient\net se m ord aien t les uns les autres, affolés. E t\nm on com p agn o n m e fit remarquer des poules\nmortes et p lu m ées qui étaien tsu spe n d u es auprès\nd e leurs sœurs vivantes.\n  M o n cœ ur se soulève à ces souvenirs.                       Une\nim m e n se pitié m ’envahit.\n  O     poète,      prends    en    ton     âm e,   pour les y\nréchauffer et les y faire viv re en bonheurs éter­\nnels, ces bêtes souffrantes.\n   P rêch e la parole sim p le qui donne la bonté\nau x ignorants.                           F r a n c is Jam m es.\n\n\n\n\n294\n"}, {"page_pdf": 318, "texte": "Tableau Alphabétique\ndes Rédacteurs du Tom e I I I\nM . É M IL E B E R N A R D :\n          L a C a t h é d r a le ................................................................ 1 1 3\n          V e r s .......................................................................... 208\n          Ave M a r i a ............................................................... 208\n          Triptyque : I P r iè r e , I I P a r d o n , I I I R é d e m p ­\n                 t io n ..................................................................................249\nM . M IC H E L B O D E U X :\n          A l'autel................................................................................. 247\nM. C H A R L E S CA D A R T :\n          I D e l'or, II D e l ’encens, III De la myrrhe                                                        . 1        3\nM . E D M O N D D E B R U IJ N :\n          P o u r q u o i n o u s n e s u iv r o n s p as                            M . H u ijs ­\n          m ans        (ré flé x io n s s u iv ie s d ’u n e n o te s u r la\n          C a th é d r a le ) ............................................................... 14 9\nM. E R N S T D E L T E N R E :\n          C a n ta te D o m in o , p a r J .- D . B lo e m e n                                          .       .       2 9o\nM. PO L DE M ONT :\n          L'Annonciation (d ’a p r è s le fla m a n d ) . . .                                                            58\n          L e Paradis revenu (d ’a p r è s le fla m a n d ) . .                                                         206\nM. C H A R LE S D U M ER CY :\n          L ’A n . , p a r T h . B r a u n et F r .- M . M e lc h e r s                                             .    37\nM . A L P H O N S E G E R M A IN :\n          L e s e n t i m e n t r e l i g i e u x e n a r t ........................................85\nM . M A U R IC E G R IV E A U :\n          La       c a t h é d r a l e , l iv r e                d e     p ie r r e , f u t a ie ,\n\n          N E F E T C R O IX ................................................................................. 1 17\nM . É M .H A Ë E :\n          Les        cath éd r ales                  d ’A n g l e t e r r e .                   .       .       .       13 1\n          L e m e n d i a n t i n g r a t (L . B lo y)                                .     .       .       .           260\nABBÉ PA U L H A LFL A N T S :\n          De        R e lig io n e             R e v e la t a ,         par         le      P.              G.\n          W ilm e r s S . J ....................................................................... 1 5\nM . G A S T O N H O O R IC K X :\n          E t u d e s d e s c ie n c e s o c ia le , p a r J u le s B r o u e z .                                       170\nM . J .- K H U I J S M A N S :\n          L a Crypte de Chartres et la communion de D urtal                                                              17\nM. F R A N C IS JA M M E S :\n          I.     De         la      c h a r it é         p o é t iq u e          en ver s                   les\n\n          p a u v r e s , I I .D e l a c h a r it é e n v e r s l e s bê t e s .                                        291\nM. AUG- EDM . JO LY :\n          Les Oliviers de Gethsémani..........................................15\n\n\n\n\n                                                                                                                        29 5\n"}, {"page_pdf": 319, "texte": "M. V I C T O R K I N O N :\n              L e s p o èm es......................................................                35, 286\n              Chansons du p etit p élerin à Notre-Dam e de\n                     M ontaigu            .    .     ................................................... 2 1 3\n              M . M ax Elskamp e t l a poésie de F la n d r e .                                         263\nA B B É F. K L E IN :\n             'S ur l e con cile du V a t i c a n ............................78\nM. G E O R G E S L E C A R D O N N E L :\n              L e SENS ÉNERGIQUE CHEZ LA JEUNESSE                                          .       .1    59\n              E r n e s t H e l l o (d’après M . Aguettant) .                                      .    253\nM. IS ID O R E M A U S :\n              L e s CRIMINELS DANS l ’aRT ET LA LITTÉRATURE                                     39\n              L e CRIMINEL DANS L’ART ET LA RESPONSABILITÉ\n                    DE l ’a r t i s t e ...................................................... 168\nM. H E N R I M A Z E L :\n              Les     F ra n ça is d ’a u jo u rd ’h u i, p a r E d m o n d\n                     D e m o l i n s ............................................................171\nM. F R A N Z - M. M E L C H E R S :\n             E l u c id a t io n : L es Sim ples. L es Bourgeois. L es\n                     A risto cra tes.................................................................. 32\nM. A D R I E N M I T H O U A R D :\n              L e s p o è t e s m ystiq u r s : V I . su r F ra n c is\n                     J a m m e s ...................................................... 24\n              D ictio n n a ire des sy m b o le s, em blèm es et\n                  attribu ts, p a r M a u rice V e rn e u il. . .                                       145\nM. R A F A Ë L M IT JA N A :\n         L ’ œ u vre fu tu re d e V e r d i............................................ 34\nM. F . N O N N I G E R :\n             A la rech erch e d es m anu scrits de D e n y s le\n                     C h a r tr e u x ...................................................... 1 5\n             V an Jezus, par P o l de M o n t ............................ 38\n              M a rty ro lo g e R o m a in (édition P o u ssielg u e)                 83\n              V ille rs et A u ln e , p a r H . N im a l............................. 84\n             S E G A N T IN I..........................................................141\n             A b é c é d a ire d ’A rc h ite c tu re A n c ie n n e , p a r le\n             Vicom te de Colleville..........................................146\n             Renaissance, par H enri Duhem .                                      .    .       .        146\n             A u b rey B eardsley............................................... 146\n             E n Norm andie (phot. par Joseph Casier)                                              .    147\n             L a C o llé g ia le de S o i g n i e s ....................................148\n             U n statue de M ad on e, a u S a rt (L iè ge ) . . 228\n             L e s H e u re s de N o tre-D a m e , dites de\n                    H e n n e s s y ........................................................... 229\n             C o u rs élém en taire d ’a p o lo g étiq u e ch ré­\n                   tien n e, p a r M g r. M . H . R u tte n .                       . . 239\n             H a n d b o o k to C h ristian a n d E cclesia stica l\n                   R o m e , b y H . M . an d M . A . R . T . . 239\n             D a n te ’s P ilg r im ’s P ro g re ss, b y E . R u ss e l\n                   G u r n e y ................................................................ 289\n\n\n\n\n2 9 6\n"}, {"page_pdf": 320, "texte": "Me R A C H I L D E :\n          En      l ’h o n n e u r d e        P a u l V e r l a in e .              .       .        .      278\nM . W IL L IA M          R IT T E R :\n          V e l a z q u e z p e i n t r e r e l i g i e u x ................................ 2 71\nM . J. S W IS S E R :\n           Le      C h r is t e s t v e n u            dans        son         ord re d e\n                   g r a n d e u r ................................................................ 24 1\nVERD I :\n           M is e     en      valeur          m u s ic a l e d u       TE DEUM .                             34\nLa D :     N o t e s u r l ’a c tiv it é         d e M . É m ile B e r n a r d .                                    10 3\n           N o t e s u r la p o r té e d e s th è se s d e M . Is id o r e\n                   M a u s ....................................................................... 168\n           N o te      s u r l ’o p p o r tu n ité            d ’u n e tr a d u c tio n\n                   d e M u l t a t u l i .......................................................... 178\n\n      Anthologie ou Documents\nL IT U R G IE A R M É N IE N N E :\n           o f f ic e e t h y m n es du t r e n p a t z                     (tra d .)           .    .       66\n           Fragm ent de l'hymne de la nativité de la Vierge\n                   ( t r a d ) ....................................................................... 175\nA N O N Y M E D U XVe S IÈ C L E :\n           P rières.................................................................................... 233\nSO U R C E P O P U L A IR E F L A M A N D E :\n           Chansons pour le jo u r des R ois (tra d .)                              .           9, 10 , 11\n           Chanson pour la Chandeleur                                 (id .)        . . .                    53\n                  »          »     le M ercredi des cendres (id .)                              .    .        54\n                             »       les épisodes de la passion {i d .) .                                7 2, 7 3\n           Chapelet du Vendredi S a in t (id .)                               .     .           .    .        73\n           Chanson de l'amour pascal de M arie-M adeleine (id .) 74\n           Légende du petit verre de la Sainte-Vierge (id.) .                                               1 77\nSO U R C E P O P U L A IR E W A L L O N N E :\n           Chanson de la vocation de M arie-M adeleine                                              . .       70\nHRABANUS M AU RU S:\n           H ym us in Epiphania.............................................                                   7\nP A U L U S A Q U I L I E N S I S (?) :\n           D e fam osis pueris               (fra g m e n tu m ) .                      .                      8\nD IR C K V A N          D E L F T (?) :\n           Glose sur le message angélique (tra d . d u v ie u x\n                    f l a m a n d ) ........................................................ 56\nP IE R R E      G R I N G O I R E , d ic t V A U D E M O N T :\n           O r a i s o n .................................................................... 2 32\nI. B O N IF IC IU S G A B IA N U S :\n           H ym nus in eucha r i s t i a .......................................... 2 34\nH IE R . L E U E S E L L U S C R E M O N E N S IS :\n           H ym nus in e u c h a r is tia .......................................                           2 35\nJ E A N D ’A L B I N D E V A L Z E R G , d it D E S E R E S\n           Sonet du Sainct S a cre m e n t................................... 2 37\nM . C O Y S S A R D , d e la C o m p a g n ie d e J é s u s :\n           D u Sainct Sacrement de l'autel                              .         . . .                     2 36\n\n\n\n\n                                                                                                             297\n"}, {"page_pdf": 321, "texte": "(C H A R L E S D E C L A V E S O N ) :\n           Oraison pour dire à l ’élévation.                                                       .           237\nS. F R A N Ç O IS D E S A L E S :\n           Souhaits de bonne année (ex : Correspondance)                                                         5\n F R . S T E P H . L A D IS L . D E P R U S S IS\n                L O S O W S K I , ord. M in :\n           Oratio ante co m m u n io n em ....................................... 231\n           Gratiarum actio post communionem                                        .       .       .       .   231\n(F . Z . D . V . R.) :\n          Sonnets eucharistiques                                    ...................................... 238\nM ULTATULI :\n          L a Sainte vierge (trad. du néerlandais)                                                 .       .   173\n\n\n        A nnotateurs, Éditeurs et\n              Traducteurs.\nM . E D M O N D D E B R U I J N (éd.) :\n          Souhaits de bonne année,de\n                                j    S. F r a n c\n                                                » , d e S a le s                                                     5\n          H ym nus in Epiphania, H r a b a n i M a u r i . .                                               .     7\n          D e Fam osis Pu eris, fragm entum adscriptum\n                     P a u l o A q u i l i e n s i ......................................                        8\n          Chanson             wallonne           de      la     vocation de M arie\n                 M a d e l e i n e .................................................................. 7 0\n          (trad. du flamand ou paraphrase et annote) :\n          Chansons pour le jo u r des R ois.                             .     .           .           9, 10 , 11\n          Chanson pour la Chandeleur                               .     .     .          53\n                                                                                           .       .       .\n              id .           id . le M ercredi des cendres .                           .  54   .       .\n            id .   id . l 'A n n o n c ia t io n ........................................ 57\n          Chansons pour les épisodes de la Passion . . 7 2, 7 3\n          Chanson de l'A m our P a sca l de M arie-M adeleine.                                                  74\n          Chapelet du Vendredi S a in t....................................... 7 3\n          Légende du P e tit Verre de la Sainte Vierge.                                                    .   177\n          Glose         sur       le    Message Angélique,                         attribuée\n                 à D i r c k V a n D e l f t ..................................................... 56\nMM. P O L D E M ON T E T A L F O N S D E CO CK\n           (éd. en flamand) :\n          Légende du P e tit Verre de la Sainte Vierge                                             .       .   177\nA B B É A . S I R O U N I A N (trad. de l ’arm énien) :\n          O f f ic e       e t hym nes du               T ren pa tz            .       .       .       .        66\n          Hym ne de la N ativité de la Vierge                                  .           .       .       .   175\nM. H U G U E S V A G A N A Y (éd.) :\n          Oratio ante communionem et laus post communionem,\n          fr .   S t e p h . L a d is l . d e P r u s s is L o s o w s k i,\n                     ord. M i n .................................................... 23 1\n          Oraison,        de   P ie r r e        G r in g o ir e ,          dict.\n                 V a u d e m o n t .................................................................. 232\n          Prières du X V e S i è c l e ................................................... 233\n\n\n\n\n2 9 8\n"}, {"page_pdf": 322, "texte": "                H ym nus in eucharistia I . B o n i f i c i i G a b i a n i                                                .    234\n                       id .                   id.            H ie r . L e u e s e l l i\n                          C r e m o n e N s i s ............................................... 2 3 5\n                D u Saint Sacrement, p a r M . C o y s s a r d , d e l a\n                          C om pagnie de J é s u s ............................. 2 3 6\n                Sonet du Saint Sacrement, p a r J e a n d ’A l b i n d e\n                         V a L Z E R S , d i t d e S e r e s ...................................... 237\n                Oraison pour dire à l'Élévation, p a r ( C h a r l e s\n                         de     C l a v e s o n ) ..................................................................2 3 7\n                Sonnets eucharistiques, par (F . Z . D .V . R .)\n                                                        .                                                                       238\n M . É M . H . V A N H E U R C K (trad. du Néerlandais) :\n                L a Sainte Vierge, p a r M u l t a t u l i .                                  .       .        .                178\n\n\n      Dessinateurs et Graveurs,\n       Peintres et Architectes.\n A R T A N C IE N :\n               LA MORT E T L E GENTILHOMM E                                            (z in c o g r a v .\n                         d ’après le calque d ’une fresque de 1460\n                         au m ur de la « H ungerford Chapel »\n                         (dém olie) dans la Cathédrale de\n                         S a l i s b u r y ........................................................... 55\n               T R A N S E P T NORD DE LA C A TH ÉD R A LE D ’ O X FO R D\n                        ( p h o t o g r a v .) ....................................................1 32\n               v o û te d e l a n e f                        »          » (zincogr.) l 33\n               LE CLOITRE                                              »        DE SALISBURY\n                        ( p h o t o g r a v .) ........................................                                .       1 35\n               v u e du su d                                           »           »      ( p h o to g r.)                     1 36\n               VUE DU SUD -O U EST                                   » C HE ST E R                    ))                       l 37\n               le choeur                                             » C a n to rb é ry »                                      1 38\n               l a to m b e d u P r i n c e N o i r d a n s                       »      »                                     13 9\n               É c u , c o t t e , e tc ., d é ta ils d e la d ite to m b e\n                        (zincogr.) .                                                                                           140\n              TYMPAN DU PORCHE DE LA CATHÉDRALE DE\n                          (photogr.) . . . . . .\n                       C h a rtre s                                                 156\n                                   (photogr. cliché L yon-\n              v i e r g e a l ’e n f a n t\n             Claesen)...............................................................17 5\nM .É M IL E B E R N A R D :\n              p r o je t d e c a t h é d r a l e                 (e s q u is s e s a n n o té e s\n                       r e p r o d . z in c o g r .) :\n              I . p l a n g é n é r a l e t i n t é r i e u r .....................................1 0 5\n              I I . f a ç a d e ..........................................................................                     107\n         I I I . c o t é ( c o u p e ) ....................................................109\n         IV . VUE I N T É R I E U R E ...................................................  111\nS. E D W A R D B U R N E -J O N E S :\n              v i t r a i l d e S a i n t e C é c i l e ( p h o t o g r a v . d ’a p r è s\n\n             le vitrail de la cathédrale d ’Oxford)                                                                .           134\nM. P . C. D E M O O R :\n              l ’a d o r a t i o n d e s m a g e s ( p h o t o g r a v . ) .                      .        .                     5\n\n\n\n\n                                                                                                                               299\n"}, {"page_pdf": 323, "texte": " M. C H A R L E S D O U D E L E T :\n           l ’a d o r a t i o n d e s m a g e s ( z i n c o g r . ) .                     .        .       .         12\n           l ’a n n o n c i a t i o n      ( z i n c o g r . ) ..........................................5 9\n           l a V i e r g e a u l i s e r o n ( z in c o g r .)                    .       .        .       .        175\n           la   V ie r g e      au     p a r a d is r e v e n u          (z in c o g r .)                      .   207\n M. M A X E L S K A M P :\n           o r n e m e n t a t io n s         : FLEUR,            é t o il e ,        n a v ir e ,\n\n           C I E R G E S , C Œ U R S , e tc . P A R M I L E S Q U E L L E S D E S\n          E M B L È M E S P O U R L E JO U R D E S R O IS , L A C H A N ­\n           DELEUR,           L E S C E N D R E S , L ’A N N O N C IA T IO N ,                              ET\n          LES       ÉVÉNEM ENTS                 DE       LA      S E M A IN E                 SA IN T E\n          ( g r a v . o r ig in . s u r b o is ),              9, 3 3 , 5 3 , 54 , 5 7 , 66, 69\n                                                                           70, 7 1 , 7 2 , 7 3 , 74\n          l ’a d o r a t i o n d e s e n f a n t s - r o i s            ( g r a v . o r ig in .\n                   s u r b o is d e p o ir ie r ) ................................................10\n          couronne              de    m ai    ( g r a v . o r ig in . s u r b o is d e\n                   p o i r i e r ) ....................................................................... 173\nÉ P IG R A P H IE :\n          m é d a il l e      d it e d e      S a i n t B e n o i t , (z in c o g r .) .                           158\nM. A L P H O N S E G E R M A I N :\n          V ie r g e       au     S a in t      C oeur          (é tu d e p o u r u n e\n                   d é c o r a tio n d e c h a p e lle ( p h o to g r a v .)                                   .   209\nIM A G E R IE D E T U R N H O U T :\n          BAN NIÈRE             TR IAN G U LAIRE              DE      PÈ LER IN A G E                          A\n          N o tr e -D a m e           de      M o n t a i g u . (o r ig in a l                     e n lu ­\n          m in é tir é s u r le s p re s s e s d e la firm e B r e p o ls\n          e n D ie r c k x z o o n , d e T u r n h o u t)                     .       .        .       .           2 11\nM. EM . RO M M ELAER E :\n          l ’a n n o n c i a t i o n      ( p h o to g r . d ’a p r è s p e in tu re )                              62\nM . G U S T -M A X S T E V E N S :\n         l ’a n n o n c i a t i o n       (p h o to g r . d ’a p r è s p e in tu r e ,\n         c lic h é e p a r         l ’I s t 0. It° . d ’A r t i G r a fic h e d i\n         B e r g a m o ) ......................................................................... 6 5\n         l ’a r c h a n g e      G a b r i e l d é ta il d u p r é c é d e n t (id .)                               65\nV ELASQ U EZ:\n         le      C h r is t       en       c r o ix      (M u s é e        du P rad o )\n                  (p h o to g ra v .         d ’a p r è s p e in t u r e , c lic h é e\n                  p a r B r a u n , C lé m e n t e t C ie)                                                         281\n         (h é lio g r a v . s u r c u iv r e tiré e e n ta ille -d o u c e ,\n         c lic h é e e t tiré e p a r B r a u n , C lé m e n t e t C ie)\n         (h o rs te x te p o u r le s s e u ls e x                        d e l ’é d itio n\n         d e lu x e ) .\nM . H E IN R IC H V O G E L E R :\n         l ’a n n o n c i a t i o n      ( p h o to g r . d ’a p r è s u n e eau-\n         fo rte ) ...................................................................................... 61\n\n\n\n\n300\n"}, {"page_pdf": 324, "texte": ""}, {"page_pdf": 325, "texte": ""}, {"page_pdf": 326, "texte": ""}, {"page_pdf": 327, "texte": ""}, {"page_pdf": 328, "texte": "                            E xtrait du règlement.\n                                     L e d ép a ssem en t du d é la i ré g le m e n ­\nta ire d e re s titu tio n e n tra în e la p e rc e p tio n d e 5 fra n c s p ar\nv o lu m e , q u e lle q u e s o it la d u ré e du d ép a ssem en t.\n                               S i, ce p e n d a n t, u n e c a rte de ra p p e l\na dû ê tre a d re ss é e au r e ta r d a ta ir e , l'a m e n d e à p e r c e v o ir\nsera d e 20 fra n c s p a r v o lu m e .\n\n                      U ittr e k s e l v a n   h e t re g le m e n t.\n                                     In dien d e term ijn v a s t g e s t e ld v o o r\nd e t e r u g g a v e v a n een b o e k n ie t w o r d t in a c h t gen o m e n z a l\neen b o e te v a n 5 fra n k p er d e e l w o r d e n g e ë is t, w e lk e o o k de\ndu u r v a n d e o v e r tr e d in g is.\n                                     W erd    de   v a s t g e s t e ld e term ijn in\nz u lk e m ate o v e rs c h re d e n d a t m en d e n a la t ig e le z e r een v e r ­\nm an in g h e e ft m oeten z en d en d a n w o r d t d e b o e te op 20 fran k\np er d e e l g e b ra c h t.\n"}, {"page_pdf": 329, "texte": ""}], "calendrier": {"precision": "mois", "ordre_dans_volume": 4, "mois_verifie": true, "numero_verifie": true, "mois_reconstitue": false, "numero_reconstitue": false, "date_tri": "1898-06", "signet_source": "Tome III - N°18 - Juin 1898", "preuve": "Date et numéro lus sur la couverture, PDF 252", "methode_reconstitution": "Date et numéro du signet de l’ULB, contrôlés sur la couverture de la livraison quand elle est conservée."}}