{"numero_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "articles": [{"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-001", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": null, "page_fin": null, "titre_corps": "Couverture", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "N ° 22-24", "ancre_fin": "le Spectateur catholique", "fin_page_complete": false, "fin_avant": "Propre du Mois", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 126, "page_imprimee": null, "debut_caractere": 52, "fin_caractere_exclue": 113, "texte": "N ° 22-24 (T om e IV )\n\n\n\nle Spectateur\n          catholique\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-002", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": null, "page_fin": null, "titre_corps": "Sommaire", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "Propre du Mois", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 126, "page_imprimee": null, "debut_caractere": 113, "fin_caractere_exclue": 3424, "texte": "Propre du Mois :\n   Sœur Anne de Marquets                        So n ets p our la feste de la V en e -\n      (16o5):                               ration nostre D a m e.\n                                          S o n ets pour la feste de T o u ssain ts.\n   Impression anonyme                    L e s n o u elz faitz à lo n n eu r de ihesu\n                                                                                    ch\n                                                                                     rist.\n      (XVIe siècle) :\nScience religieuse :\n   M. Marius André :        L e cu lte d e D u n s S c o t et Raym ond\n                               L u lle pour l ’im m a cu lé e C o n c e p ­\n                               tion.\n   X. (de Constantinople) : L e ca h ie r de d o léa n ces de l ’église\n                               ca th o liq u e d’A rm én ie.\nA rt religieux :\n    M . Francis Viellé-Griffin : M esse de Minuit.\n    M. F . Montagnon :         U n p a u v re N o ë l.\n    M . Edmond de Bruijn : M . A d rie n M ith o uard    ou l’Id é a lis­\n                               m e réd u it au bon-sens.\n   M . Adrien Mithouard : L e L iv r e du V e rtig e .\n   M . Maurice Denis :     L e s A rts à R o m e, o u la m éth o d e\n                               cla ssiq u e.\n   M . É m ile B ern ard : S u r le s m anifestation s extérieu res,\n                               ou du V e r b e fait ch a ir.\n                           -Sur le s Icô n e s b y za n tin es et l ’ar t\n                               h iératiqu e.\n                            D e l ’art ch e z le s a n cien s et les\n                               m odern es.\n                            S im p les réflexions sur l ’A rt.\n   M . Edmond de Bruijn : L e s ch a n ces du N éo -Im p ressio n ­\n                               n ism e.\n   M . M ax Elskamp :      L a d é co u ve rte d ’un p seudo-M em                    ­\n                                            ling.\n    M . Ernst Deltenre :         L ’« O r a to r io d e N o ë l» d e J .-S . B a c h .\n    M . T h. Braun; M. E .D e l­\n         tenre ; M. F . Nonni        ­\n         ger :                   M ém o rial.\nJugement religieux :\n    M e Hélène de Golesco : L ’éd u catio n fém in in e selo n la tra ­\n                               dition ch rétien n e et les op in ion s\n                               de M e M . du S a c ré C œ u r et de\n                               M e d ’A d h é m a r.\n    Dr Fortun é Mazel :    D e q u e lq u es op in ion s d e M r F o n               ­\n                               seg riv e.\n    M . Edmond de Bruijn : E x p a n sio n co lo n ia le.\n    M . Ch. Dum ercy; M. F .\n        Nonniger :           R o m an s,co m p o sitio n s et diversités.\n    M . Ch. D u m ercy :     N o ir et b la n c.\n             E S T A M P E S E T O R N E M E N T A T IO N S\n    M . F . Vallotton :                  P h y sio n o m ie d e M . A d . M ithouard.\n    M . de Praetere :                    L e C lo ître : la M éditation ; la M ort.\n    M . Max E lskam p:                   O rn em entation s.\n\n\n                B u r e a u x d u S p e c t a t e u r c a t h o l iq u e\n      BRUXELLES                                                PARIS\n 92, ru e du P r in c e R o y a l.                    44, avenue du Maine.\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-003", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": null, "page_fin": null, "titre_corps": "Comité de direction", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "Revue internationale de Science", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 127, "page_imprimee": null, "debut_caractere": 117, "fin_caractere_exclue": 3796, "texte": "R evu e in tern atio n ale\n       de Science, d’A r t e t de J u g e m e n t religieux\n\n                                           D IR E C T E U R\n                          M.      E D M O N D          DE       BRUIJN\n\n\n                           S E C R E T A IR E S D E R E D A C T IO N\n M. R A O U L NARSY                M. T H O M A S B R A U N           M . W IL L IA M R I T T E\n\n(le Vendredi de 5 à 6 hres) au Siège de la R evu e                        (pays germaniques,\n                                                                        balkaniques et Suisse\n  44, a ve n u e du M ain e        92, rue du P r in c e R o y a l\n                                                                       D ürn ste in a/d Donai\n           P A R IS                     BRUXELLES                                 ( A u t r ic h e )\n\n\n\n                   M. M A R IU S A N D R É             M . R A F A Ë L M IT J A N A\n\n                       1 1 , ru e O lo z a g a                  4, v ia G a e ta\n                            M A D R ID                               ROME\n\n\n                       S E C R É T A I R E D 'A D M I N I S T R A T I O N\n                          M. J O S E P H van L I D T H de J E U D E\n\n\n                                 C O M IT É P R O T E C T E U R\n\n  M . M a r i u s A n d r é , à M adrid.                 A b b é P . H a l f l a n t s , à L o u v a in\n  M . E m i l e B e r n a r d , au C a ire.              M . G a s t . H o o r i c k x , à B ru x elle s\n   M . T h o m a s B r a u n , à B ru x e lle s.         M . V i c t o r K i n o n , à T irle m o n t\n  M . L é o n C o e n e k , à V ilv o rd e .             M . I s i d o r e M a u s , à B ru x elles.\n  M. E d m . D e B r u i j n , à A n v e rs .            D r F o r t u n é M a z e l , à N im es.\n  M gr C . d e H a r l e z , à L o u v a in .            M . H e n r i M a z e l , à- P a ris .\n  M. E r n s t D e l t e n r e , à M alines.             M . A d r . M i t h o u a r d , à P a ris.\n  M. L o u is D e n i s e , à P a ris.                   M . R a o u l N a r s y , à P a ris .\n  M. V i c t o r D e n i j n , à A n v e rs .            M . A d h . S c h e i j s , à Vertrijck-Louvain\n  M . A r i s t . D u p o n t , à B ru x elles.          A b b é A r m . T h i é r y , à L o u va in\n  M gr L . E s s e i v a , à F rib o u rg .              M. H u g u e s V a g a n a y , à L yon\n  M . L a u r . F i e r e n s , à A n v e rs .           M . F i r m . V a n d e n B o s c h , à Courtra\n                                                                                                       i\n  M . A l p h . G e r m a i n , à P a ris.               M . J . v a n L i d t h DE JEUDE, à Anvers\n  M e E . R . G o d a r , à A n v e rs .                 A b b é C l a u d i o V o l i o , à P a ris.\n  M . A r n . G o f f i n , à B ru x elles.              M e C h a r l o t t e W y n s , à P aris.\n  A b b é L . H a l f l a n t s , à T irlem o n t\n\n\n\n\n   L e S p e cta te u r c a th o liq u e la isse à ses réd a cteu rs lib erté de tou      t\n       s ty le , et, a v e c l ’ho n n eu r de le u r resp o n sab ilité, lib erté de toute\n       p en sée , en le s lim ites de l ’orth o d o xie défin ie ou trad ition n elle.\n                  — L e s m a n u s c r its n e s o n t p a s r e n d u s . —\n\n\n\n                              ABONNEM ENT AN N UEL :\n\n                  (É dition de lu x e sur p a p ier d e h o lla n d e V a n G e ld e r : 20 :\n                       Tom es I, II, III et I V : 5 frs. le tome.\n\n\nL e S p e cta te u r c a th o liq u e p arait en fa scicu le s illu strés mensuel:\n                    fo rm era II T o m es d e 300 p a g e s p a r an.\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-004", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 113, "page_fin": 118, "titre_corps": "Sonnets pour la feste de la Vénération nostre Dame, autrement dicte du sainct Rosaire ou Chappelet", "titre_sommaire": "Sonnets pour la feste de la Vénération nostre Dame", "rubrique": "", "signature_source": "Sœur Anne de Marquets", "ancre_debut": "Pour la feste         de la Vénération nostre Dame,                autrem ent dicte        du sainct Rosaire ou Chappelet.                        [C C C C X V .]    Q ui pourroit digne", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 128, "page_imprimee": 113, "debut_caractere": 17, "fin_caractere_exclue": 1627, "texte": "Pour la feste\n        de la Vénération nostre Dame,\n               autrem ent dicte\n       du sainct Rosaire ou Chappelet.\n\n                      [C C C C X V .]\n\n  Q ui pourroit dignement elle V ierge honorer,\nQui n’est pas seulement de royale famille,\nAins est de ce grand Dieu espouse, mere & fille,\nQu’on doit craindre sur tous, seruir & adorer ?\n   D e Dieu qui a voulu de tant la bien-heurer\nQu’en elle il a choisi son sacré domicile :\nE t tous les plus beaux dons que sa grâce distile,\nEn elle il les a mis pour mieux la decorer.\n   Si qu’elle n’eut iamais, & n’aura sa pareille :\nC ’est l’estoille de mer, c’est l’aurore vermeille,\nC ’est la fontaine viue, & le iardin parfaict,\n   Dont nous auons les eaux de vie & sapience ;\nL es fleurs et fruicts d’honneur, de grâce & d’excellence\nD ’autant qu’en elle C h rist pour nous homme s’est faict.\n\n\n                     [C C C C X V I.]\n\n   O n doit bien t’honorer, ô V ierge glorieuse,\nQui pour nous enfantas le beau fruict virginal\nE t qui brisas le chef du serpent infernal,\nPar la force & vertu de ta semence heureuse.\n   T u as, comme Iudith, pudique et vertueuse,\nOccis du peuple sainct l’ennemy capital,\nE t nous as deliurez du sorte triste et fatal,\nDont Sathan menaçoit nostre ame langoureuse.\n   Si que nous confessons pour ta saincte victoire,\nQue de H ierusalem tu es l’insigne gloire,\nL a ioye d’Israël, de ton peuple l’honneur :\n   Mais l’effect principal de ta victoire adextre,\nP rocede de ton F ils, qui est ta force & dextre,\nE t aussi de luy vient nostre eternel bon-heur.\n\n\n\n\n8                                                      113\n"}, {"page_pdf": 129, 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leur origine,\nE t que le sainct E sprit fait produire en nos cœurs.\n\n   Il n’est si grief tourment, ne si tristes langueurs,\nA qui ces fleurs ne soient certaine medecine,\nP ar la propriété de leur force diuine,\nD e leurs rares beautez & souëfues odeurs.\n\n   L e s blanches ce sont F o y, chasteté, innocence :\nL es rouges charité, ferueur, et patience,\nQui toutes ceintes sont d’espines à l’entour.\n\n  « Car en difficulté gist de vertu la gloire ;\n» Sans bataille on ne peut obtenir la victoire,\n» N y sans peine acquérir le tranquille seiour.\n\n\n\n\n114\n"}, {"page_pdf": 130, "page_imprimee": 115, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1425, "texte": "                    [CCCCXIX.]\n\n   Q uiconque ha de Iesus l’amour au cœur escrit,\nIl doit incessamment par maint hymne & cantique\nCelebrer les vertus de la V ierge pudique,\nEn qui ce doux Sauueur nostre humanité prit :\n\n  Car il ne faut douter qu’à la gloire de Christ\nNe redonde l’honneur qu’à sa M ere on applique ;\nEt qu’ainsi cela soit, luy-mesme nous l’explique\nEn maint passage & lieu de son diuin escrit.\n\n  Chantons donc & loüons ceste V ierge honorée,\nQui sur tous a esté par son F ils decorée\nDe tout ce qui est beau, excellent & parfaict :\n\n E t si pour loüanger vn si rare merite ,\nNostre style est trop bas, nostre voix trop petite,\nQu’elle reçoiue au moins le desir pour l’effect.\n\n\n\n\n                    [C C C C X X .]\n\n       Sinous désirons rendre à la Vierge honorable\nLoüange, gloire, honneur & v eneration,\nAyans son excellence en admiration,\nA qui rien ne se voit égal ny comparable :\n\n   Sçachons certainement qu’vn los plus desirable\nNe luy peut estre offert, que l’imitation\nD e ses rares vertus, en contemplation\nDesquelles Dieu nous est propice & fauorable.\n\n  Car bien que le salut de tout le genre humain\nDepende entièrement de ce R oy souuerain,\nQui s’est daigne vestir de nostre chair mortelle,\n\n  Si toutefois la V ierge humblesse en soy n’eust eu,\nAuec amour & foy, elle n’eust pas conceu\nCet espoux & Sauueur de toute ame fidelle.\n\n\n\n\n                                                    115\n"}, {"page_pdf": 131, "page_imprimee": 116, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1449, "texte": "                    [CCCCXXI.]\n\n  P uis qu’il est commandé par la voix prophetique,\nD e loüer en ses saincts le souuerain Seigneur,\nCombien luy doit-on rendre & gloire & d’honneur,\nPour la perfection de la V ierge pudique ?\n\n   E n laquelle il a faict vn œuure magnifique,\nL o rs que la preseruant de tout vice & mal-heur,\nIl l’a faict surpasser en grâce & en valeur\nT oute nature humaine & nature Angelique :\n\n   E t quand auec l’honneur de pure integrité,\nIl luy a concédé l’heur de maternité,\nE t que luy-mesme a pris nostre nature en elle :\n\n   Si que d’elle naissant, & vray homme & vray Dieu,\nIl est venu mourir en ce terrestre lieu,\nPour nous donner au ciel vie & gloire eternelle.\n\n\n\n\n                    [C C C C X X IL ]\n\n        terre\n        a\n        L     ne produict tant d’agreables fleurs,\nOn ne voit luire au ciel tant d’estoilles brillantes,\nIl ne se trouue en mer tant de perles luisantes,\nQue Marie ha de fruicts, de dons & de valeurs.\n\n   Aussi Dieu veut par elle alleger nos douleurs,\nGuerir & renforcer nos ames languissantes,\nL e s orner, les nourrir, & les rendre contantes,\nTournant en ioye & ris nos souspirs & nos pleurs.\n\n   le dis cecy d’autant que par la V ierge insigne\nD ieu nous donne son F ils, qui est la medecine,\nL a gloire, la beauté, l’aise & contentement,\n\n   L a vie & le salut de toute fidelle ame :\nE t puis que nous auons tant d’heur par ceste dame,\nQui la pourroit iamais loüer suffisamment ?\n\n\n\n\n 116\n"}, {"page_pdf": 132, "page_imprimee": 117, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1508, "texte": "                   [CCCCXXIII.]\n\n       S\n       ion prise beaucoup le champ, l’arbre, la vigne,\nQui produict bon froment, bon fruit, & bon raisin,\nDont se fait vn beau pain, vn doux mets, vn bon vin,\nQui nourrit, qui repaist, qui la soif desracine :\n\n   Combien doit-on loüer la V ierge saincte & digne,\nQui heureuse a produict Christ le R oy souuerain,\nQui est le pur froment, le fruict entier & sain,\nE t le raisin qui rend vne liqueur diuine ?\n\n   D e ce froment est faict le beau pain de l’autel,\nQui conforte & nourrit, qui rend l’homme immortel ;\nL e doux mets de ce fruict repaist l’ame de grâce :\n\n   E t de ce beau raisin le vin delicieux\nEsteint en nous la soif des desirs vicieux,\nE t donne vn aise au cœ ur qui tous plaisirs surpasse.\n\n\n\n\n                   [C C C C X X IIII.]\n\n       S\n       iles deux espions du peuple d’Israël,\nFurent sauuez des mains de la troupe guerriere\nDu R oy de H ierico, par la bonne hosteliere,\nQui les sceut dextrem ent cacher en son hostel :\n\n  D euons-nous p as, Chrestiens, attendre vn secours tel\nD e la Mere de Dieu & V ierge singuliere,\nQui renuerse & destruict par sa saincte priere,\nLes desseins de Sathan, nostre ennemy mortel ?\n\n   L e Seigneur dit-il pas à ce Serpent infâme :\nle mettray telle haine entre toy & la femme,\nE t entre ta semence & la sienne, qu’en fin\n\n   Elle te brisera la teste audacieuse\nE t sa semence en croix sur toy victorieuse\nSauuera les esleuz de ton mortel venin ?\n\n\n\n\n                                                     117\n"}, {"page_pdf": 133, "page_imprimee": 118, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1394, "texte": "                     [CCCCXXV]\n\n      Sile sage parler d’vne femme eloquente\nSceut appaiser Dauid, irrité grandement\nContre Absalon son fils, par qui cruellement\nAmmon auoit receu vne mort violente :\n\n   Il ne faut point douter que la V ierge excellente,\nParlant si bien pour nous au R oy du firmament,\nN e l’appaise enuers nous, bien qu’il soit griefuement\nIncité à courroux par nostre œuure meschante.\n\n   L o rs que nous commettons quelque peché mortel\nCrucifions-nous pas de ce Prince immortel\nL e cher F ils Iesus-Christ, qui mesme est nostre frere?\n\n   Si nous faut-il pourtant le pardon esperer :\nCar la bonté de Dieu nous en doit asseurer,\nE t l’intercession de ceste V ierge mere.\n\n\n\n\n                    [C C C C X X V I.]\n\n        que la V ierge doit par nous estre honorée,\nQui tant de bien nous a par son F ils apporté,\nE t qui de tant de grâce, excellence & beauté\nP ar dessus tous mortels a esté decorée !\n\n   T ou te nature humaine en elle est restaurée,\nPuis que par son Enfant Adam est racheté :\nL e s dames de vertu qui iadis ont esté,\nPour accroistre son los l’ont fort bien figurée :\n\n  Car ainsi que Sara vn F ils elle a donné,\nQui nous comble de ris & de ioye eternelle :\nComme de R ebecca d’elle vn F ils nous est né,\n\n   Qui supplante Sathan plein de rage cruelle.\nB re f son F ils beaucoup mieux que celuy de Rachel,\nNous éleue & repaist au Royaum e immortel.\n\n\n\n\n118\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-005", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 119, "page_fin": 122, "titre_corps": "Pour la feste de Toussaints", "titre_sommaire": "Sonnets pour la feste de Toussaints", "rubrique": "", "signature_source": "Sœur Anne de Marquets", "ancre_debut": "Pour la feste de Toussaints                    [C C C C X X V II.]         n        ce        E iour sol", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 134, "page_imprimee": 119, "debut_caractere": 10, "fin_caractere_exclue": 1571, "texte": "Pour la feste de Toussaints\n\n                  [C C C C X X V II.]\n\n       n\n       ce\n       E iour solennel l’É glise militante,\nPour exciter en nous les celestes de sirs,\nRepresente les biens, les honneurs & plaisirs\nQue reçoit ore au ciel l’É glise triomphante,\n\n   Dont la gloire et beauté sur toute est excellente :\nL ’or y reluit par tout, les perles, les saphirs :\nL à sont les bons parfums, les fleurs,les doux zephirs,\nEt tout ce qui le cœur resiouït & contente.\n\n   M ais ce qui plus en fin la com ble de bon-heur,\nC ’est qu’elle voit son Dieu, son espoux & Seigneur,\nQui est de tous esleuz le salaire suprême :\n\n   Pour lequel obtenir & regner à iamais,\nIl faut que nous viuions sainctement desormais :\n» Car qui fait bien, sera recom pensé de mesme.\n\n                           *\n\n                   [C C C C X V III.]\n\n  E sleuons ore au ciel & le cœur & les yeux,\nPour voir par viue foy, & par affection,\nToute la Cour celeste & la perfection\nD e ce beau lieu suprême, aimable & gracieux.\n\n   L à se siet ce grand R oy de la terre et des cieux,\nQui par son sang paya nostre redemption :\nE t pres de luy celle est, qui sans corruption\nL e porta par neuf mois en son flanc precieux.\n\n   L es Anges puis-apres sont en plus basses marches,\nA uec les bien-heureux P ro p h etes, Patriarches,\nApostres et M artyrs, V ierges et Confesseurs :\n\n  E t tous ceux qui de D ieu ont eu l’amour & crainte,\nQui par affection sincere, ardente & saincte,\nEnuers D ieu sans cesser sont nos intercesseurs.\n\n\n\n\n                                                    119\n"}, {"page_pdf": 135, "page_imprimee": 120, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1446, "texte": "                    [CCCCXXIX.]\n\n   P uis-que nous desirons en ce iour venerable\nH onorer tous les saincts, il faut premierement\nL oüer celuy duquel p rocede entierement\nT oute leur saincteté & leur gloire admirable.\n\n\n   C ’est ce grand Dieu immense, eternel, immuable,\nTout-puissant, sage, iuste & bon infiniment,\nDont toute chose a pris estre & commencement,\nE t qui se donne aux siens pour loyer perdurable.\n\n\n   Car il est le repos, la vie & la lumiere,\nL a beauté, le bon-heur, la ioye singulière,\nL ’excellence, la gloire, & la perfection :\n\n\n   B re f le souuerain bien, qui seul est desirable :\nSi qu’on doit estim er le cœur bien miserable\nQui ne se ioint a luy d’ardente affection.\n\n                            *\n\n                     [C C C C X X X .]\n\n  A u royaume eternel il n’y a creature,\nQui soit plus excellente & plus digne d’honneur,\nQue celle V ierge en qui le souuerain Seigneur\nN ous voulant racheter print humaine nature.\n\n\n   Ceste Royne assistant, comme dit l’Escriture,\nA la dextre de Christ, ha selon sa grandeur\nL e beau vestem ent d’or d ’eternelle splendeur\nE t de toutes vertus l’immortelle ceinture.\n\n\n   C ’est la Dam e des cieux, des Anges et d e s hommes,\nD ’autant qu’elle a produict le grand R oy supernel :\nC ’est l’estoile de mer, par qui reduits nous sommes\n\n\n  A u desirable port de salut eternel :\nCar comme Christ nous rend fauorable son Pere,\nAussi nous fait-il gra ce en faueur de sa M ere.\n\n\n\n\n120\n"}, {"page_pdf": 136, "page_imprimee": 121, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1520, "texte": "                    [CCCCXXXI.]\n\n        grand R oy qui tient seul toute la monarchie\nD e la terre & des cieux, ha pour ses legions\nD ’angeliques guerriers cent mille millions,\nOrdonnez en neuf rengs par triple hierarchie :\n\n   Lesquels pleins de beauté, pleins de gloire infinie,\nL e ventent seul autheur de leurs perfections,\nE t rengent à son vueil toutes leurs actions,\nL e loüans sans cesser par diuine harmonie.\n\n\n   Bien qu’ils ne laissent point la vision de Dieu,\nIls nous viennent garder & defendre en ce lieu,\nNous incitent à bien, puis au ciel nous conduisent :\n\n\n   Offrent à D ieu nos vœ ux, chassent nos ennemis :\nCar puisque hors du ciel ils les ont pieça mis,\nIls peuuent em pescher qu’en terre ils ne nous nuisent.\n\n                           *\n\n                   [C C C C X X X IL ]\n\n   Q u ’i l fait bon voir au ciel les Anges innombrables,\nOrnez d’infinis dons, & d’extrémes beautez !\nL es ardens Séraphins, au plus haut exaltez,\nLes C herubins luisans, les Thrones redoutables,\n\n\n   L es Dominations, les V ertus admirables,\nLes Puissances apres, & les Principautez,\nL es Archanges auec les Anges deputez\nA nous estre en tous lieux gardiens secourables.\n\n\n  P ar le prophète sont ces neuf ordres d’esprits\nA bon droict com parez à neuf gemmes de prix,\nPour monstrer leurs valeurs & leur noble excellence :\n\n\n  Aumoins i’enten selon nostre capacité :\nCar comprendre & sçauoir gloire & dignité,\nCela passe du tout l’humaine intelligence.\n\n\n\n\n                                                      121\n"}, {"page_pdf": 137, "page_imprimee": 122, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1831, "texte": "                   [C C C C X X X III.]\n\n        qu’on doit honorer les patriarches saincts,\nDont Iesus-Christ a pris, selon la chair naissance !\nS i que nous serons tous beneists en leur semence,\nS i nous suyuons leur foy & loüables desseins.\n\n  N on moins doit-on loüer ceux qui ont aux humains\nProphetisé de Christ la future alliance,\nSa naissance & sa mort ; & qui d’ardeur immense\nLeuoient tousiours au ciel & le cœur & les mains :\n\n   Qui sans craindre des grands l’effroyable menace,\nPreprenoient les pechez d’une zelée audace :\nS i que plusieurs d’entr’eux en ont souffert la mort,\n\n   D ’autant que v erité est tousiours odieuse :\nM ais plus on leur a faict & d’iniure & de tort,\nL eu r recom pense en est plus grande & glorieuse.\n\n                               *\n\n                   [C C C C X X X IIIL ]\n\n   G l u a n t que Iesus-Christ, vray Soleil de iustice,\nE ust produit de salut le beau iour gracieux,\nL e monde estoit tombé par ses faicts vicieux\nE n vne obscure nuict d’erreur & de m alice :\n\n   M ais D ieu par sa bonté, fauorable & propice,\nF aisoit paroistre alors, comme astres radieux,\nL es Prophetes diuins, et les bons P eres vieux,\nQui luisoient en doctrine et en sainct exercice.\n\n L eu r influence encor profite tellement,\nQue nostre foy par eux ha grand accroissem ent,\nQuand nous considerons que ces saincts personnages\n\n Ont tous les faicts de Christ predict & figuré.\nDoit-on pas d’vne chose estre bien asseuré,\nQuand approuuée ell’est par tant de tesmoignages ?\n\n                               *\n                        (Au pp. 3o 8- 1 8 d e : S o n e t s s p i r i t u e l s , de feüe\n                            trcs-vertueuse & tres-docte Dam e S r Anne\n                            de M arquets R eligieuse à Poissi. A Paris,\n                            chez Claude Morel. M .D C V .)\n\n\n\n\n122\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-006", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 123, "page_fin": 123, "titre_corps": "Note sur les Noëls qui suivent", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "H. 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I l appartiendra à ce dernier, le m aître en la bibliogra­\nphie du X V I e siècle, de décider à quelle époque ces chants populaires (!) ont été\ncomposés et dans quelle partie de la France.\n    Pour la transcription, l’original gothique, sans nom d’imprimeur ni date, a\nété reproduit aussi exactement que possible et sans autres corrections que les lettres\nretournées par l’imprimeur prim itif.                                      H. V.\n\n\n\n\n                                                                                   123\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-007", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 124, "page_fin": 148, "titre_corps": "Les nouelz faitz a lonneur de ihesusucrist. Et sont ordonnez comment on les doit chanter", "titre_sommaire": "Les nouelz faitz à lonneur de ihesuchrist", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "I. A la venue de nouel           Chascun se doit bien rei", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 139, "page_imprimee": 124, "debut_caractere": 98, "fin_caractere_exclue": 1232, "texte": "I. A la venue de nouel\n          Chascun se doit bien reiouyr\n          Car cest le testament nouel\n          Que tout le monde doit tenir\n             E t par son orgueil lucifer\n          Dedens abisme tribucha\n          Nous alions tous en enfer\n          Mais le filz dieu nous racheta\n             En vne vierge sen vmbra\n          E t en son corps voulut gésir\n          La nuyt de nouel enfanta\n          Sans peine et sans douleurs suffrir.\n             Apres vng bien petit de temps\n          Troys roy s le vindrent adorer\n         Aportans myrre et encens\n          E t or qui est moult a louer\n             A dieu le vindrent presenter\n          E t quant il fut au retourner\n          Herodes le fit poursuiuir\n         T res iours et troys nuitz sans cesser.\n             La virent le doulx ihesucrist\n          E t la vierge qui le porta\n          Celluy qui tout le monde fit\n          Et les pecheurs ..ssuscita\n             Bien apparut quil nous ayma\n          Quant en la croix pour nous fut mis\n          Dieu le pere qui tout crea\n          Nous doint a la fin paradis\n                  Nouel nouel etc.\n\n\n\n12 4\n"}, {"page_pdf": 140, "page_imprimee": 125, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1538, "texte": "   II.   Nouel nouel iterando nouel\n         Triplicando nouel\n         O nouel psallite\n         Noua vobis gaudia refero\n       Natus est rex virginis vtero\n       Dum prospero fidemque sugero\n       Omnes de cetero talia credite\n              Nouel nouel iterando etc.\n         Natus est saluator seculi\n       Reparator labentis populi\n       Dum seduli necnon et emuli\n       Laudite paruuli iudei crédité\n         Virgo regem celorum peperit\n       Nouam legem pariens reperit\n       Mors dépérit quam hostis ingerit\n       Gloriam aperit virgo flos inclite\n         Factus homo deus in homine\n       Concipitur sacro spiramine\n       Sub tegmine descendit femine\n       Diuino lumine in nostro tramite.\n       Per ianum clausam ingrediens\n       Homo suam formam accipiens\n       Deficiens genus reficiens\n       Et partem capiens mortis indebite.\n         Lux oritur moritur vicium\n       Pax agitur tolitur odium\n       Rex omnium pro carnis palium\n       Confer remedium salutis perdite.\n         Arte sathan eua decipitur\n       Seducendo virum induitur\n       Ars frangitur et labens labitur\n       Dum partus sequitur virginis inclite\n         A lenfante de la vierge reau\n       Deuons chanter et tous appller nau\n       Dame leau tresplus doulce que meau\n       Donnes nous voir on ceau le roy de maieste\n\n         Sus. Or ny seray ie plus bergiere\n\nIII.    Nous qui viuons soubz la baniere\n       De ihesucrist le roy des roys\n       Chantons nouel par grant maniere\n\n\n\n                                                125\n"}, {"page_pdf": 141, "page_imprimee": 126, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1512, "texte": "      Tous dung accord sans nul desroys\n         Chantons donques tout haultement\n      Pour lonnenr de lenfantement\n      De la vierge marie mere\n      Qui le filz de dieu porta neuf moys\n      Pour le mords de la pomme amaire\n      Dont pour nous il mourut en croix.\n         Considérons deuotement\n      Comment pour nostre sauluement\n      Gabriel remply de lumiere\n      Salua tout en rude voix\n      En lieu de la femme premiere\n      La vierge dont par le auoys\n         Tout dit et respond amplement\n      La vierge dit tout humblement\n      La voulente de dieu mon pere\n      Soit faicte sans quelque destroys\n      E t a ce mot sans vitupere\n      Dieu fut mys sans diuis en troys\n         La vierge sans atouchement\n      Domme on qui en touchement\n      Fut ensainte, sayne et entiere\n      De ihesucrist doulx et courtoys\n      Ioseph non scauent la matiere\n      En fust marry en son patoys\n         Mais lange luy dist en dormant\n      Ioseph ne tesbays eomment\n      Marie ton espouse chiere\n      Est grosse, faire ne le doys\n      Cest du filz de dieu faiz luy en chiere\n      Ioseph dist pas ne le cuidoys\n         En bethleem tout doucement\n      La vierge sans efforcement\n      Enfanta cil qui de misere\n      Nous a rachete vne foys\n      Que les pasteurs ie vous adiure\n      Adorerent en leur sourdoys\n         E t les troys roys semblablement\n      Ladorerent ensemblement\n      Moyennent vne estoille clere\n      En luy offrant or bien espoys\n      Encens et myrre qui esclaire\n\n\n\n126\n"}, {"page_pdf": 142, "page_imprimee": 127, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1489, "texte": "    En couppes dor et non de boys.\n      Prions la vierge fermement\n    Ce son filz roy du firmament\n    Par humanite nostre frere\n    Que de vertu ayons harnoys\n    Fors pour confondre le confrere\n    De lucifer en ses tournoys.\n\n             Sus. V t queant Iaxis\n\n   O nouel nouel nouel nouel. no.\n   O nouel nouel nouel nouel. no.\n   O nouel nouel nouel nouel. no.\n   O nouel nouel\nIV. O freres humains chantons n. dumoins\n   Au naistre du filz qui fut en croix assix\n   Clouez piez et mains par iuifz inhumains\n   O doulx crucifix\n     Ce fut ihesucrist duquel le saint esperit\n   Faisant mention cest le digne syon\n   Contre lantecrist qui chair humaine prist\n   Pour redemption\n     Cil que les pastours furent o leurs atours\n   Veoir en bethleem qui ia suffroit hahan\n   Pour briser les tours denfer dont les voultours\n   Tenoyent clos adam\n     En noble arroy luy offrirent iij roys\n   Grens dons et puissans en or mirre et encens\n   Dont aplains charroys furentpar grant derroys\n   Tuez innocens\n     Pour le grief mesfait dadam et eue infet\n   Du tout reparer dieu volut préparer\n   Lieu saint et parfait qui en vierge fut fait\n   Sans rien separer\n     O vierge digne marie benigne\n   Mere de iesus par qui fut mise ius\n   Nostre royne prens en gre ceste himpne\n   Pour cil de lasus.\n     Saincte trinite seul dieu en vnite\n   Donne nous pardon de noz vices pardon\n   A perhennite pour la solennite\n   Que nous te randons\n\n\n\n                                               12 7\n"}, {"page_pdf": 143, "page_imprimee": 128, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1408, "texte": "               Sus veni redemptor.\n\n  V.      Or chantons tous grans et petis\n       Nouel par grant suauite\n       E t reprenons nos apetis\n       Car chescun y est inuite.\n          Adam par sa fragilité\n       Pour vng mors de pomme iadis\n       Fut et les siens déshérité\n       De la cite de paradis\n          Mais dieu si enuoya son filz\n       Dit auant sa natiuite\n       Ihesus lequel fut crucifix\n       Pour briser la captiuite\n          Gabriel dedens la cite\n       De nazareth il fut transmis\n      A marie on recite\n      Disant aue fut son commis\n          La vierge entendit ces ditz\n      Respondit par humilité\n      La chamberiere de dieu suis\n      En soit fait a sa voulente\n         Ioseph le plus de ces amys\n      Qui auoit voue castete\n      En fut tout pensif et remys\n      Pensant comme ce auoit este\n                Nouel nouel\n         Des moys après enuiron six\n      En bethleem a enfante\n      Vierge et mere sens rassis\n      En vng lieu tout plain dorfante\n         Aux pastoureaulx en fut chante\n      Le gloria in excelsis\n      Qui le furent doir asante\n      En cresche ou il estoit assis\n         Selon la loy fut circonsis\n      Ihesus a grant aspérité\n      Puys troys roys vindrent de tharsis\n      Luy offrir de dons a plante\n         Prions a la fin de noz ditz\n      La supernelle deite\n      Quelle nons maintient tousditz\n      E t samour et prospérité\n\n\n128\n"}, {"page_pdf": 144, "page_imprimee": 129, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1535, "texte": "                 Sus brues brues\n                grosses bombardes\n\nVI.      Subout subout quon se reueille\n      Pour lonneur de nouel qui vient\n      Ne dormons plus faisons la veille\n      E t chantons car il le conuient\n      Toutes les foys quil nous souuient\n      Que dieu reuint chantons grant erre\n      A luy seul louenge appartient\n      Pour paix acquerre\n         Chantons doncques de corps et dame\n      Grans et petis au fils de dieu\n      et a sa mere nostre dame\n      Qui lenfenta de ceur pieu\n      En bethleem en poure lieu\n      De nuyt sans feu a pleine terre\n      Aupres vng asne et vng beuf\n      Pour paix acquerre.\n          Pour reparer le mors de pomme\n      Voulut prandre incarnation\n      E t soy faire vray dieu et homme\n      En vierge sans coruption\n      Puis souffrit mort et passion\n      Le doulx syon en tresgrant serre\n      P ar iudaique nation\n      Pour paix acquerre\n          P ar sur tous les vaillans gensdarmes\n      De son corps il a fait escu\n       Ou sont painctes ses rouges armes\n       Monstrant que le dyabïe a vincu\n      En vne croix il feut pendu\n      Le bon iesus pour toy pecherre\n       E t es enfers est descendu\n       Pour paix acquerre\n          Lucifer et sa grant puissance\n       Fut destruit par sa saincte mort\n       Sa couronne, croix, clux et lance\n       Les ceurs des bons cristiens mors\n       Quant conscience les remord\n       Du grant effort et griefue guerre\n       Que pour nous endura a tort\n\n\n\n9                                                 12 9\n"}, {"page_pdf": 145, "page_imprimee": 130, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1695, "texte": "       Pour paix acquerre\n          Enfants dadam qui par batesme\n       Auez estes regenerez\n       E t enoigns du sainct huyle et cresme\n       Le doulx ihesucrist honnorez.\n       E t en sa grace demourez\n       E t vous pourrez les cieulx conquerre\n       Ou auecques luy vous seres\n       Pour paix acquerre.\n\n                Sus la brebis morel\n\nVII.       Or chantons nouel en la bonne estroine\n       De lenfant qui est ne de la vierge mere\n       Qui en ses flans porta la fleur souuerayne\n       Cest pour racheter nature humaine\n       Des peines denfer, or chantons nouel.\n          Lange gabriel par obeissance\n       Descendit du ciel sans faire distance\n       Pour dire a marie dame de plaisance\n       Vng filz concepueras car cest lordonnance\n       Du roy eternel, or chantons nouel\n          La vierge plaisant fut toute poreuse\n       Quant elle eut ouy la voix glorieuse\n       Sy luy respondit depuys ma naissance\n       Domme qui fut ne ie neu congnoissance\n       Ne iamais naure, or chantons nouel.\n          E t quant ioseph vit marie ensainte\n       Se nay ie pas fait dist en sa complainte\n       Lange si congneut sa paure ignorance\n       Nayes peur ioseph ayes confiance\n       Dieu ya ouure, or chantons nouel.\n          Or sen va ioseph et marie ensemble\n       Droit en bethleem pour leur logis prendre\n       La vierge enfanta dedens vne grange\n       Ou le doulx iesus voulut entreprendre\n       Sa natiuite, or chantons nouel.\n          Les troys nobles roys tous dune aliance\n       Vindrent dorient en magnificence\n       Lestoille du ciel leur fit demonstrance\n       Le roy ont trouue en grant diligence\n       E t lont adore, or chantons nouel.\n\n\n\n130\n"}, {"page_pdf": 146, "page_imprimee": 131, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1731, "texte": "      Nous prisons tous a icelluy maistre\n    Qui la nuit de nau ainsi voulut naistre\n    Qung chescun de nous mette en sa destre\n    Or disons amen quansy puisse estre\n    En son benoit ciel, or chantons nouel\n      Chantons nouel trestous grans et petis\n    Regrations ihesus le filz marie\n    Qui tous nous a remys de mort a vie\n    Quant au monde print m ort et passion\n    Nouel nouel chantons.\n\nVIII. Pour le piche premièrement commis\n    En paradis terrestre par enuie\n    Quant pere adam mangea le fruyt de vie\n   -Nous fumes mys tous a perdition\n       Gabriel fust a marie transmis\n    Lassus du ciel sy embas en la terre\n    E t sy luy dit vne plaisante nouuelle\n    Aue maria dominus tecum\n       le te adnonce vierge moule plaisam...t\n    Tu concepueras le filz du roy celeste\n    Lequel se veut faire homme terrestre\n    Emanuel saches sera son non. Nouel.\n       La vierge fort de ce sesmerueilla\n    Quant lange eu la parolle finie\n    Luy respondit homme ne cogneu mye\n    Ne congnoistray par malle entencion. N.\n       E t de cecy ne fault esbahyr\n    Puis quil luy plaist sa seruante vueil estre\n    Deslors conceupt le filz du roy celeste\n    Vertueusement et sans corruption. Nouel.\n       En bethleem droit a minuit naisquit\n    En poure hostel ihesus le filz marie\n    Danges auoit vne grant compagnie\n    Qui chantoyent vng melodieulx son. Nouel.\n       Aux instrumens vindrent les pastoreaulx\n    En bethleem chantant menant grant ioye\n    Lange de dieu leur anseignoit leur voye\n    E t a lenfant chescun offrit son don. Nouel.\n       Troys nobles roys dorient sont venuz\n    Pour visiter le filz a la pucelle\n    En bethleem conduit par vne estoille\n\n\n\n                                               131\n"}, {"page_pdf": 147, "page_imprimee": 132, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1760, "texte": "      Or myrre encens luy offrirent p our don .Nouel.\n        Quant herodes roy cruel entendit\n      Vng roy nouuel estoit ne en sa terre\n      Cuidant tuer par ces gens a grant erre\n      Mourir si fit enfans a grant bandon.\n\n         Tous ensemble prions mere et filz\n      Que ayons paix en ce reaulme de france\n      E t de tous biens nous doint grant souffisance\n      E t paradis a nostre fin nous dont\n      O nouel nouel nouel chantons icy\n      Nouuelles gens rendons a dieu merci\n      Chantons nouel pour vng roy nouuel\n         Quant mesueillay et ieu asses dormy\n      Ouury mes yeulx vis vng arbre flory\n      Dont il yssoit vng bouton vermeillet\n      Quant ie le vis mon cueur fut reiouy\n      Car grant beaulte resplendissoit de luy\n      Com le souleil qui lieue matinet\n         Dung ozillon empres le chant ouy\n      Qui es postours disoit partes dicy\n      En bethleem trouueres laignelet\n      En bethleem marie et ioseph vis\n      Lasne et le beuf lenfant couche parmy\n      La cresche estoit au lieu du bersollet\n         Lestoille vint qui le iour esclarsit\n      Qui dorient dont iestoye party\n      En bethleem les troys roys amenoit\n      Lung portoit or et lautre myrre aussi\n      E t lautre encens qui faict tresbon sentir\n      De paradis sembloit vng iardinet\n         Quarante iours la nourrisse attendit\n      Entre les bras symeon le rendit\n      Deux tourterelles dedens vng paneret\n      Vng prestre vint dont ie fus esbahy\n      Qui par parolles mon cueur espamit\n      Il le mussa dedans vng gastellet\n         E t sy me dist frere croys tu icy\n      se tu y croys tu en seras rauy\n      Se tu ne croys denfer va au gibet\n      Quant symeon le vit fit vng hault cry .\n      Voicy mon dieu mon saulueur ihesucrist\n\n\n\n132\n"}, {"page_pdf": 148, "page_imprimee": 133, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1718, "texte": "     E t cest celuy qui gloire au peuple met.\n        En trente iours fut nouel acomply\n     Par douze vers sera mon chant finy\n     Par checun iour ien ay fait vng couplet\n       Sus si conge prens de mes belles\n\nX.      A ce saint iour de la natiuite\n     Tous crestiens de cueur entierement\n     Chantons nouel par grant solennite\n     Car dieu est ne pour nostre sauluement\n     Nous allions trestous a dampnement\n     Mes en femme se fit homme mortel\n     Il nous ayma moult chierement\n     Quant de pomme morut par vng morcel\n        Vouloir diuin lauoit premedite\n     La hault es cieulx moult profitablement\n     En genre humain fut le peche quicte\n     Quadam commist pour le trespassement\n     Quil auoit fait du fruit tant seulment\n     Luy defendit qui estoit si tresbel\n     Dont mort acquist a tous ensemblement\n     Ce neust este le vray emanuel\n        En grant chartre et grant captiuite\n     Bien cinq mille ans sans nul alegement\n     Les habitans regions de pitie\n     D ombre de mort de peine et de forment\n     En attendant son doulx aduenement\n     O quant vindra le vray dieu immortel\n     Pour vray espoir crient incessamment\n     Viens deliure ton peuple disrael.\n        Monstre leur fut a leur necessite\n     Tresgrant clarte a ce iour proprement\n     Car le saulueur leur grant mandicite\n     Auoit long temps apparu clerement\n     Sy enuoia tantost et promptement\n     Son messaige son ange gabriel\n     A la vierge dire certainement\n     Que concepuroit le roy perpetuel\n        Apres que la saincte trinite\n     En elle eut fait son saint obombrement\n     Dedens ses flans cella est verite\n     Porta neuf moys sans nul allegement\n\n\n\n                                                133\n"}, {"page_pdf": 149, "page_imprimee": 134, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1737, "texte": "      E t quant le temps sapproucha plainement\n      Que les saintz cieulx celerent le doulx miel\n      De vierge ne sans nul corrumpement .\n      Iustice et paix descendirent du ciel\n         Incontinent le ciel fut exite\n      Par doulx accord en chantant doulcement\n      E t aux pastours fut le fait recite\n      Qui au pastis leurs troupeaul gardoient\n      Tous furent pres dy aller vitement\n      E t adorer icelluy roy nouuel\n      E t chanterent trestous ensemblement\n      A haulte voix nouel nouel nouel.\n         Au lieu furent ou estoit herite\n      Le roy des cieulx et gisoit pourement\n      En bethleem tout droit en la cite\n      Arriuerent grant ioye demenent\n      Vng chescun deulx si auoit grant talant\n      De le seruir de leur pouoir tel quel\n      En luy faisant de tous leurs dons present\n      Vng chescun deulx luy donna vng ioyel\n         Prions le doulx roy dimmortalite\n      Quil nous doint se saint aduenement\n      Solenniser a grant ioyeusete\n      De cueur parfait et véritablement\n      Car quant viendra nostre definement\n      Digne soyons du manoir solennel\n      De paradis en viuant iustement\n      Ensemblement chantons trestous nouel\n      Nouel nouel iterumque nouel. en tripliant\n      Nouel o nouel psallite.\n\nXI.      Nouel nouel nouel vous vueil compter\n      Tout en chantant sil vous plaist escouter\n      E t dieu louer o mon corps et auoir\n      Luy deuons presenter a sa natiuite\n         Chantons nouel ie vous pry clerement\n      Car dieu est ne dune vierge plaisant\n      E t moy disant que dorrenauant\n      aurons rele....t de maulx que aurons porte\n         Treshumblement la parolle entendit\n      Dieu de lassus en elle descendit\n      Apres nasquit comme poure petit\n\n\n\n134\n"}, {"page_pdf": 150, "page_imprimee": 135, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1572, "texte": "       Car monstrer nous voulit signe dumilite\n         Cest elle a qui lange denonça\n       Aue maria plena gratia\n       En toy viendra celuy qui te forma\n       Et ton filz dueiendra qui ton pere a este\n         Beau sire dieu qui ton filz a transmis,\n       Pour nous sauluer donne nous paradis\n       La fleur du lys garder des ennemys\n       Ottroye a tes amys ioye paix et sante\n                     Nouel nouel\n\n             Sus Iesus lumye au cure\n\nXII.      Or chantons du cueur ignel o nouel\n       De la vierge debonnaire\n       Qui porta dieu nostre pere\n       Le filz du roy eternel o nouel\n          Du royaulme celestiel o nouel\n       Dieu enuoya son messaige\n       A marie noble et sage\n       Cest larchange gabriel o nouel\n          En forme dung iuuencel o nouel\n       Vng bel salut il luy donne\n       Tu concepueras dieu et homme\n       Sans ouurage naturel o nouel\n          La vierge respondit bel o nouel\n       De dieu ie suis chamberiere\n       Me soit fait la chose entiere\n       Comme tu las dit itel o nouel\n          La fut dieu homme mortel o nouel\n       Conceupt en leure en son ventre\n       Apres quil eut des ans trente\n       Mourut en torment cruel o nouel\n          En propre corps naturel o nouel\n       Resuscita sans contraire\n       Le tiers iour en grant lumiere\n       Yssit hors de son tombel o nouel\n          Puys monta lassus au ciel o nouel\n       E t sassit à la main dextre\n       Chantons doncques tous au naistre\n       Du filz de dieu emanuel o nouel.\n\n\n\n\n                                                   135\n"}, {"page_pdf": 151, "page_imprimee": 136, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1428, "texte": "      Sus. Princesse damour excellante\n\nX III. Nouel auquel auons attente\n     Damour salut entierement\n     Chantons nouel petis et grans\n     A sa natiuite plaisante\n       Princesse damour excellante\n     Viure ie ne puys nullement\n     Se vostre salut bel et gent\n     De iour en iour ne vous presente\n       Aue dame tresodorante\n     Nom de marie moult plaisant\n     Fleur de iardin tresodorant\n     Ou ihesucrist a prins naissance\n       Gracieuse plaisante amante\n      Qui aides a toutes gens\n     Vueilles donner paix et bon temps\n     Au noble royaulme de France\n       De paradis monstres la sante\n     Tant que nous puissions clerement\n     Voir la face du vray enfant\n     En la gloire qui est manante\n\n         Sus adieu les bourgoises de\n\nXIV. Chantons nouel a haulte voix iolye\n   Regrations ihesus le filz marie\n   E t luy crions tous merci et pardon\n   Chantons nouel nouel nouel chantons\n      Vierge pucelle conduises nous en voye\n   Pour paruenir a la maison de ioye\n   E t regardes nostre courage bon\n      Nostre maistre en bethleem la iudee\n   E st voulu naistre de iesse la lignee\n   Pour accomplir nostre redemption\n   Les miracles ont nonce la naissance\n   De manuel qui au moys de decembre\n   Cest apparu pour payer la rancon\n      Les anges du ciel firent, vne grant ioye\n   Louant le dieu descendit en la voye\n   Aussy menoient in celo gaudium\n   Le roy des roys tout doulx et tout benigne\n\n\n\n136\n"}, {"page_pdf": 152, "page_imprimee": 137, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1574, "texte": "      Fut adore en vng lieu tresindigne\n      Des pastoureaulx menans dances et son\n         Troys roys apres luy portirent cheuance\n      Mirre encens et or de grant puissance\n      P ar lestoille qui de grant renom\n      Mere de dieu tresoriere de grace\n      Nous te prions en tous lieulx et toute place\n      Que des anglois la guerre plus nayons\n      Chantons nouel nouel &c.\n\n              Sus la faulce trayson.\n\nXV.     Nouel pour lamour de marie\n      Nous chanterons ioyeusement\n      Quant elle porta le fruyt de vie\n      Ce fut pour nostre sauluement\n      Ioseph et Mari sen allerent\n      Vng soir bien tar en bethleem\n      Ceulx qui tenovent hostelerie\n      Sy ne les priserent riens\n          Sen allerent parmy la ville\n      De huys en huys logis querant\n      A leure la vierge marie\n      Estoit bien pres dauoir enfant\n       Sen allerent ches vng riche homme\n       Logis demander humblement\n      E t on leur respondit en somme\n      Aues de cheuaulx largement\n       Nous nauons que vng beuf et vng asne\n       Voyes les sy pres luys deuant\n       Vous ne sembles que truendailles\n       Vous ne logeres point ceans\n          Ils sen allerent ches vng aultre\n       Logis demander pour argent\n       E t on leur respondit en oultre\n       Auez des cheuaulz largement\n       Ioseph si regarda vng homme\n       Qui lappella meschant paysant\n       Ou mene ceste ieune femme\n       Qui na point plus hault de quinze ans\n          Ioseph va regarde marie\n       Qui a le cueur triste et dolent\n\n\n\n10                                              13 7\n"}, {"page_pdf": 153, "page_imprimee": 138, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1401, "texte": "      En luy disant ma chiere amye\n      Ne logerons nous aultrement\n      Iay la veu vne vieille estable\n      Logeons nous y pour le present\n      A leure la vierge marie\n      Estoit bien pres dauoir enfant\n         A minuit cel nuytee\n      La doulce vierge eut enfant\n      Sa robe nestoit pas fourree\n      Pour lenue loppe chauldement\n      Elle mist en my la creche\n      Sur vng peu de fain seulment\n      Vne lettre soubz la teste\n      Pour reposer le roy puissant\n         Treschiere gens ne vous deplaise\n      Se vous v i ues bien pourement\n      Se fortune vous est contraire\n      Prenez le patiemment.\n      En souuenance de la Vierge\n      Qui print son logis pourement\n      En vne estable descouuerte\n      Qui nestoit point fermee deuant\n         Or prions la vierge marie\n      Que son filz vueille supplier\n      Quil nous doint mener telle vie\n      Quen paradis puissons entrer\n      Sy vne foys y pouuons estre\n      Il ne nous fauldroit plus rien\n      Ainsi fut loge nostre maistre\n      Le doulx ihesus en bethleem\n\n         Eueillez vous cueurs endormiz\n\nXVI. Leuez vous sus chantons nouel\n   Nouel nouel nouel nouel\n   Gabriel si estoit commis. Reueilles.\n   A saluer la fleur du lys\n   Les pastoureaulx chantent nouel\n     Neuf moys marie portant son filz. R\n   Bien est benoist celuy logis\n   Qui a porte le roy du ciel\n     Nous estions tous forbauis. Reueil.\n\n\n\n138\n"}, {"page_pdf": 154, "page_imprimee": 139, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1370, "texte": "    Du royaulme de paradis\n    Sy neust este emanuel\n      Poutant si estes marrys. Reueilles\n    Sy vous deues vous reiouyr\n    A la veuue de nouel\n      Chescun corrige ses delis. Reueilles.\n    Sans murmurer contre nulli\n\nXVII. Dieu nous doint paix a ce nouel\n   Nouel nouel nouel nouel\n   Nouel chantons oiyeusement\n   De marie lenfantement\n   A marie dit gabriel. nouel\n   Tu concepueras certainement\n   Le fiz dieu a ton sauluement\n      A ce donna responce itel\n   Gabriel dictes moy comment\n   Vierge seray tout mon viuant\n      Adonc luy respond gabriel\n   Le saint esperit certainement\n   Concepueras sans corrumpement\n      Dont dit la vierge au cueur ignel\n    Chamberiere suys ie vrayement\n   De dieu à son commandement\n      A ce repond qui tant est bel\n   Lange luy dist humblement\n   Le saint esperit en toy descend\n      On est fait dieu homme mortel\n   Pour donner attous sauluement\n   Quadam a mys a dampnement\n   Paex et ioye celestiel\n   Nous doint le saint enfantement\n   Chantons nouel appertement\n\nXVIII. Aue vierge qui portates le roy\n   Marie dame sainte du noble roy\n   Gratia fut en vous comme ie croys\n   Plena vous fustes du roy dieu eternel\n   Dominus dame qui fit le firmament\n   Tecum sy fut des le commencement\n   Benedicta es tu certainement\n   Tu nous donnas moult precieulx ioyel\n\n\n\n                                              139\n"}, {"page_pdf": 155, "page_imprimee": 140, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1569, "texte": "        Inter omnes les pucelles tu fus\n      Mulieres par toy sont mises sus\n      Et cause ya car le doulx ihesus\n      Benedictus fut ton filz naturel\n      Fructus de toy nous saulua de la mort\n      Ventris le cloistre de la vierge est confort\n      Tui est il de faire nostre accord\n      Ihesus ton filz a toy nest pas cruel\n        Sancta des sainctes a ton enfantement\n      Virgo tousiours sans nul corrumpement\n      Marie mere et vierge ensemblement\n      Ora pro tous le roy emanuel\n      Pro nobis soyes au iour du iugement.\n      Ad dominum feras nostre appointement\n      Deum prions a ce saint aduenement\n      Amen amen chantons de cueur ignel\n        Sus. au ioly chans du flagolet &c.\nXIX. Nouel nouel chantons nouel\n   Pour auoir ioye\n   A la venue de nouel\n   Chescun doit bien chante nouel\n   Car le sauluement est ne de tout le monde\n   Qui dabisme nous a gette la profunde\n      Quant la vierge si lenfanta\n   E t lange luy denonça\n   Espastoureaulx beaulx pastoureaulx\n   Dieu vous doint ioye\n   Que le sauluer du monde est ne que desiroye\n   Les pastoureaulx si ont chante\n   Que le sauluer du monde est ne\n   En bethleem la cite fut la naissance\n   En la creche du beuf nasquist a sa plaisance\n      Prions la vierge humblement\n   Que dieu nous doint bon finement\n   E t dieu le pere omnipotent qui est en gloire\n   Nous chanterons trestous nouel pour luy\n                                         [complaire\n           Sus Ilz sont en grant pancee\nXX.     Nouel ceste iournee\n      Chantons nouel nouel\n      Car paix nous est donnee\n\n\n\n140\n"}, {"page_pdf": 156, "page_imprimee": 141, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1740, "texte": "    Scauons comment il en ala           bis\n    Lange duciel si sen vola            bis\n    Tout droit en galilee\n    Pucellete y trouua de royalle lignee\n       Courtoisement la salua           bis\n    E t luy dist aue maria              bis\n    Tu es la bien heuree\n    Car par toy si sera nature reparee\n       La vierge fort sesmerueilla      bis\n    Mesnon pourtant continua            bis\n    Dauoir humble pencee\n    Car seulement cela la fit de dieu aymee\n       Au consentement quelle donna             bis\n    Le saint esperit si bien ouura              bis\n    Que sans faire brisee\n    Conceupt puis enfanta ihesus celle nuitee\n       Au temple symeon chanta               bis\n    Au fleuue iehan le baptisa               bis\n    Mais la gent de iudee\n    A mort si le liura par enuie dampnee\n       E t qui bon francoys sera                bis\n    De chanter ne se feigne ia                  bis\n    Nouel a grant halenee\n    E t son bien croistra tout le long de lannee\n    Nouel nouel iterando nouel triplicando\n    Nouel : o nouel psallite\n\nXXI. Noua vobis quant vient a raconter\n   Bonum vinum my fait souuant chanter\n   Quant il est cler fort friant et antier\n   Tost my fait enyurer et ie suis bien moille\n     Vinum album est bon a desiuner\n   Tota die ie nen puys pas finer\n   Dont fault iune quant ie nen puis trouuer\n   le nai maile ne denier qui tout ni soit boute\n      Deuers le soir est bon le vin vermeil\n   Quant ie le boys la larme vient a leiel\n   Lors me merueil mest aduis que le soleil\n   Me frappe contre lœil adonc ie suis troble\n      Audite me si tost my fault coucher\n   En me tournant et ie my laisse choir\n   Lors sans cesser crie mon amy cher\n\n\n\n                                                141\n"}, {"page_pdf": 157, "page_imprimee": 142, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1764, "texte": "       Apporte le picher ou est le bon vin cler\n          le vous diray comment my fault coucher\n       Sans despouller et sans me dechausser\n       Soubz vng forcer pour estre penitencer\n       Froit my fault endurer ie vous diz verite\n       Dicant vobis que ie fais au matin\n       Quant ie dormy et respouse mon vin\n       le bois a iung deux fois vng plain terin\n       Qui tient pot de limosin facio sic sepe\n          Fratres mei bonum est mon mestier\n       le ne fais rien que boire et menger\n       Et me galler et plustost le vin taster\n       Que ne fait au moustier ie vous dy verite\n          Audite me ie vous pry humblement\n       Se ie ne bois ie pers lentendement\n       Saichies comme ie tiens certainement\n       La bouche sechement et ie pers la sance\n          Obsecro vous oyes que vous dira)\n       Se ie ne boys toute ioye perderay\n       le languiray malade au lit seray\n       Et tantost fineray ie vous ditz verite\n\n               Sus Pycardie la iolye\n\nX X II. Chantons en reuerence voce melodie\n     Nouel sans demorance principi glorie\n       Lequel par lordonnance celestis curie\n     Vient donner allegance plebis tristicie\n     Adam par son offence et sue socie\n     Nous mist en lindigence regis clementie\n       Mais dieu plain de puissance et omnis venie\n     De la diuine essence nuncius gabriel\n     Si fist signifiance virginis marie\n       Que par plus grant prudence digne iusticie\n     Mere sans violance fuit indubie\n     La vierge excellante et pudicitie\n     Cy fist interrogance angelo sobrie\n     Comment est concepuance in aluo filie\n     Que naye copulance maris vlla die\n       La vierge deplaisance iam plena gracie\n     Respondent grant prudence faceta facie\n     Soit selon ta sentence factum mihi pie\n\n\n\n14 2\n"}, {"page_pdf": 158, "page_imprimee": 143, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1547, "texte": "    E t a la begniuolence diuine sophie\n       La diuine substance gaudio potentie\n    En elle sans faillance plena mundicie\n    Print nostre corpulance post hec egregie\n    Donne nous habondance cuncte leticie\n       Apres fit la naissance casus inopie\n    Du roy omnipotence sub nostra specie\n    Non au lieu de boubance neque superbie\n    Mais en humiliance in feno bestie\n       De ceste merueillance scripta iheremie\n    Nous doint congnoissance mee non isaye\n    Certaine demonstrance multe prophetie\n    Firent et asseurance huius nascentie\n       Dame de sapience et lux nostre vie\n    Gardes de pestilence hoc regnum francie\n    Deffendes de meschance nosque quotidie\n    E t donnes bienneurance celesti patrie\n\n        Sus Bergeronnette sauoysienne\n\nX X III. Chanter nous conuient cest raison\n     A la venue de nouel\n     E t pour nostre redemption\n     De nostre vray dieu eternel\n     Car du ventre virginel\n     Au iourduy yssit le bouton\n     Par lequel fruyt spirituel\n     Nous est donne aussi pardon\n        En obeissant comme bon\n     Gabriel descendit du ciel\n     Les pastoureaulx gardans moutons\n     Disant que le roy eternel\n     Estoit ne pour homme mortel\n     Qui estoit nostre garison\n     Adonc tous de bon ceur ignel\n     H onnourons dieu par oraison\n        Le bruyt par toute region\n     Fut questoit ne le roy nouel\n     Adonc trois roys tous compaignons\n     Luy vindrent faire hommaige tel\n     Chescun dedens vng vaissellet\n     Offrirent or et encens bon\n\n\n\n                                                143\n"}, {"page_pdf": 159, "page_imprimee": 144, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1381, "texte": "      E t myrre en chantant nouel\n      A dieu qui estoit en mailoclon\n         De quoy herodes fort felon\n      En feust marry comme cruel\n      Par depit le traite larron\n      Fit mettre a mor par son bourel\n      Tous les enfans qui en bersellet\n      Disoyent que ne firent on\n      Mal aulcun qui fut criminel\n      Mais dieu luy en rendit guerdon\n         En quoy les meres ouy si ont\n      Plourer gemir en leur ostel\n      Adonc marie de marrison\n      Va prendre son filz en vng vaissel\n      Auecques elle ioseph le bel\n      E t le menerent sur lanechon\n      Oncques ne feut veu ioye itel\n      Destre hors de la prison\n         Or donc tous de ceur prions\n      Dieu le pere spirituel\n      Quil nous monstre par signe bon\n      De nous aime a ce nouel\n      E t quil nous departe du ciel\n      Lassus celle belle maison\n      Chante donc nous conuient nouel\n      Dieu nous le don a trestous bon\n\n       Sus puys que pantoufles ont le bont\n\nXXIV. Nouel nouel si soit chante\n   A dieu le pere tout puissant\n   Pour la vertu quil a donne\n   Au roy Charles preux et vaillant\n      Dieu a son peuple regarde\n   Quant la getté hors de tourment\n   Car long temps il auoit este\n   Pour les ennemis ensuyuant\n      Le roy Charles si cest arme\n   E t si a fort couru les champs\n   Tant que les anglois a gette\n   Herodes de son puissantement\n      En normandie a este\n\n\n\n144\n"}, {"page_pdf": 160, "page_imprimee": 145, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1490, "texte": "   Long temps dont est dommage grant\n   Tant que le pays auont gatte\n   Tout le royaulme puissant\n      Ceulx de bourdeaulx ont regarde\n   Quil ne pouroit durer long temps\n   De contre Charles leur dictez\n   E t de contre ses archiers francz\n      Ilz sont entre deulz conseilles\n   Pour estre ensemble seurement\n   E t si ont rendu leurs cites\n   Au noble roy et a ces gens\n      En vne nue couroune\n   En la croix blanche ensuyuant\n   De leur delit estoit arme\n   Plurieulx lont veu appertement\n      Dieu a grant amour de monstre\n   Au noble roy et a ces gens\n   Car sur bayonne la cite\n   Cest demonstre visiblement\n\n           Sus allegiez moy doulce\n\nXXV. Chantons nouel a la natiuite. n. n.\n   Ioysement du roy de trinite\n   Qui est venu pour nostre sauluement. n. n.\n      Il voulut prendre nostre humanite n. n.\n   En la vierge playne dumilite\n   Pour nous garder daller a dampnement. n.\n      En bethleem celle noble cite. n. n.\n   Voulut naistre cest pure verite\n   En creche estably pourement n. n.\n      Lange du ciel a grant solennite n. n.\n   Les pastoureaulx a trestous exite\n   E t leur a dit du roy lenfantemant. n. n.\n      Trois noblez roys de tresgrant qualite n.n.\n   Dor et dencens mirre grant quantite\n   Ont presente a lenfant dignement, n. n.\n      Or prions tous la saite trinite. n. n.\n   Deuotement que chescun soit puicte\n   De ces peches au iour du iugement. n. n.\n      Sus belle dictes moy vostre pan..\n\n\n\n\n                                              145\n"}, {"page_pdf": 161, "page_imprimee": 146, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1190, "texte": "XXVI. Chantons nouel par grant plaisance\n   A la venue dung seigneur\n  Est descendu en grant honneur\n  Pour donne a tous patience\n     Gabriel plain de sapience\n  A la vierge fut envoye\n  Dedens nazareth la cite\n  Pour auoir a dieu raliance\n     Marie par tresgrant science\n  Lange tantost respondit\n   Tout sera fait selon ton dit\n   Pource que dieu est ma fiance\n     Le saint esperit de grand puissance\n   Par diuine operation\n   De dieu fut incarnation\n  P ar dessus toute intelligence\n     A la minuyt et sans greuance\n   Dedens bethleem a este\n  Du filz la grant natiuite\n  En pourete et indigence\n     Prions tous dune aliance\n   Qui sus tous les cieulx est monte\n   Qui luy plaise par sa bonte\n   Auoir de tous nous souuenance\n\n          Sus Iay dormy la matinee\n\nXXVII. Cantons tous de ceste nuytee\n  Nouel nouel nouuelet\n  A lonneur de nostre dame\n  E t de son doulz aignelet\n     Nostre pere roy de gloire\n  Regardent nostre maiffait\n  Est voulu naistre de mere\n   Com chescun croire le doit\n     Donc vint lange a marie\n  Nomme ange gabriel\n  Dist ie te salue marie\n   Concepueras emanuel\n     Emanuel dit la pucelle\n   le ne scay pas gabriel\n   Com sera la chose ytelle\n\n\n\n146\n"}, {"page_pdf": 162, "page_imprimee": 147, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1270, "texte": "   Dy moy messaige du ciel\n     Respond le messaige a ce\n   Pour vertu du saint esperit\n   De toy marie veult naistre\n   Les prophetes ainsi Ion dit\n      Gabriel en soit a dieu le pere\n   Puys que ainsi est gabriel\n   Sa petite chamberiere\n   Suys au roy emanuel\n      La nuyt de nouel la vierge\n   Sans douleur elle enfanta\n   Lange aux pastours la la dire\n   Qui moult clerement chanta\n      Le faict fut annonce\n   A troys grans roys dorient\n   Lung porta or lautre mirre\n   E t lautre porta encens\n      Au deuant eulx vne estoille\n   Venoit deuers orient\n   Qui les roys dont cest merueille\n   Conduisoit en bethleem\n   Nous deuons faire grant feste\n    G races et mercis donnes\n    Quil nous doint pure pancee\n   Le seruir de ceur entier\n   France ceur quas tu a suspirer\nXXVIII. Nouel nouel nouel nouel\n  Pour lamour du filz de marie\n  Qui est ne cest du fruyt de vie\n  Dont messaiger fut gabriel\n  Chantons nouel\n  A la venue de nouel\n     Les prophetes laduenement\n  Du messias cest par doctrine\n   Ont demonstre par escripture\n   Ceur endormy venes auant\n   Scauoir comment\n   Est ne le filz dieu tout puissant\n     Les anges ont champs glorieulx\n   Au naissement du roy celeste\n   Ont demene et fait grant feste\n\n\n\n                                       147\n"}, {"page_pdf": 163, "page_imprimee": 148, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1218, "texte": "      Les pastoureaulx tresioyeulx\n      De vers les cieulx\n      Se sont leues pour auoir mieulx\n         En enfer estions trestous\n      Pour le peche du prumier pere\n      Mes le filz de dieu de mort amere\n      A liure tous ces amys\n      Oncques iadis\n      Ne descendit de paradis\n         E t se tu veulx scauoir comment\n      Regarder bien en lescripture\n      Des prophetes et sans murmure\n      E t congnoistras tresclerement\n      Non autrement\n      Tu ne peulz auoir sauluement\n      Laisses moy nouel chanter\n      Laisses moj aller aller\n\nXXIX. Lautrye quant ie cheuauchoye.\n   Passant par galilee\n      Rencontray vng gorgias\n   Pourtant blanche liuree\n      Messaiger du roy des roys\n   De la haulte contree\n      Qui alloit embassader\n   La royne de iudee\n      Dieu te fault bel au ceur vif\n   Sur toutes est bienneuree\n      Le daulphin de paradis\n   Vous a samour donnee\n      Dont adam aura mestier\n   E t toute sa lignee\n      Dist la vierge ie luy suis\n   De obeir apprestee\n      Quant iouy lappointement\n   E t la paix fut criee\n      le me mis a dieu louer\n   De sa noble assemblee\n      Laissay au pie du boisson\n   Lare la trousse et lespee\n\n              Si finissent les nouelz.\n\n\n\n\n148\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-008", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 149, "page_fin": 156, "titre_corps": "La rencontre du Docteur illuminé et du Docteur subtil à Paris, et leur culte pour l’Immaculée Conception (1306)", "titre_sommaire": "Le culte de Duns Scot et Raymond Lulle pour l’immaculée Conception", "rubrique": "", "signature_source": "MARIUS ANDRÉ.", "ancre_debut": "La rencontre du Docteur illu­ miné et du Docteur subtil à Paris, et leur culte pour l’im ­ maculée Conception - (1306.)       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Depuis le jour\n où elle lui était apparue à la porte de l’Almudaina,\n lui tendant son petit Jésus à embrasser, Raymond\n avait voué à la V ierge un culte d’une vénération si\n exaltée qu’il devait nécessairem ent être de ceux qui\n la proclam aient pure au-dessus de l’humanité dans\n l’instant de sa conception comme dans sa vie entière.\n    Il fut amené à cette croyance par l’intuition de\n l’amour qui lui faisait décerner à notre Dam e Sainte\n Marie de si singulières louanges. Il la comparait\nvolontiers à l’aurore qui est le commencement de la\n splendeur et la fin de ténèbres, car le F ils de Dieu\n qui est la lumière des lumières et la splendeur de\ntoute splendeur prit en elle la chair humaine ; la\nVierge fut tellement illuminée par l’incarnation de\nJésus qu’elle fut le principe de la splendeur pour les\njustes, et aussi pour les pêcheurs puisque d’elle\nnaquirent la m iséricorde, le pardon et la recréation\nde tout le genre humain. E t l’Am i disait :\n    « Du chaste lit de l’aurore mon Aim é sortit pour\nvenir en ce monde ; ceux qui pensent qu’il y a des\ntaches en elle doivent croire aussi qu’il y a des té­\nnèbres dans le soleil. » (1)\n    On pourrait former un des plus suaves recueils de\n (1) L ’Am i et l’Aim é. 273.\n\n\n\n\n                                                   14 9\n"}, {"page_pdf": 165, "page_imprimee": 150, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2356, "texte": "louanges à M arie avec des extraits de ses poésies\net de ses traités. V oici du livre Benedicta tu in muli­\neribus une page où, dans un dialogue avec Raymond,\nla V ierge explique les joies de sa maternité :\n   « Sache, ô mon fils, que la langue humaine est\ndéfectueuse pour manifester les oeuvres divines que\nl’âme sainte sent par la mémoire, l’entendement et\nl’amour ; aussi je ne puis en révéler qu’une petite\npartie par des ressem blances. M ais tu peux penser,\nfils, quand j ’entendis l’ange G abriel m’annoncer de\nsi bonnes nouvelles, me dire de la part du F ils de\nDieu : « Je vous salue, pleine de grâce, vous êtes\nbénie entre toutes les femmes », quand mes entrailles\ncommencèrent à se réjouir, quand je l’eus conçu\ndans mon ventre, tu peux penser combien je fus\nremplie de gloire et de plaisir. Sache, fils, que je le\nfus plus que le soleil de splendeur, la neige de blan­\ncheur et le feu de chaleur, car je portai neuf mois\ndans mon sein virginal celui qui emplit le soleil de\nsplendeur, la neige de blancheur et le feu de chaleur;\net je portais celui qui me portait et qui porte et\n soutient le ciel et la terre. E ssaye de considérer\n combien je fus pleine de grâce, de vertu et de plai­\nsir !.... O fils, et quelle vierge portant le F ils de\n Dieu Éternel dans son ventre aurait pu manger\nsans joie, boire sans joie, m archer sans joie, dormir\nsans joie ni plaisir ! Celui qui est la jo ie et le plaisir\nde son P ère divin et éternel, et la jo ie aussi de la\nnature angélique, je le possédais dans mes virgina­\nles entrailles ! Il convient que je me taise, sache-le,\nfils, car la langue n’a pas un pouvoir ni une vertu\n suffisants pour manifester quelque chose de la pléni­\ntude de l’allégresse que je reçus du F ils de Dieu\n après l’avoir conçu. »\n    L a foi et l’intuition populaires ne pouvaient suffire\n à l’auteur de l'A r t Général et il fut amené à la\n croyance en l’im m aculée Conception par le raison­\n nement autant que par l’amour. L a V ierge Marie\n fut engendrée par un père et conçue par une mère\n qui avaient contracté le péché originel comme tous\n les êtres humains, mais Dieu en la prédestinant\n avait sanctifié et purifié la semence d’où elle naquit,\n et il avait purifié, pour elle seule, le ventre maternel\n en lequel fut organisé le corps qui devait porter\n son F ils. L a conception de la V ierge fut à la fois\n\n\n\n\n150\n"}, {"page_pdf": 166, "page_imprimee": 151, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2354, "texte": "naturelle et miraculeuse : naturelle parce qu’elle fut\nnaturellement engendrée et conçue, m iraculeuse\nparce qu’elle fut sanctifié p a r la Sagesse, la Puissance\net l’Amour de Dieu. E lle prit, non pas le péché par\nses parents, mais la sanctification par le Saint-Esprit\nqui prépara la voie de l’incarnation par la sanctifi­\ncation comme le soleil prépare le jour par l’aurore.\n    Adam et E v e étaient en état de parfaite innocence\nau moment de la création, et ils vécurent ainsi\njusqu’à l’heure du péché qui souilla toute leur\ndescendance. Quand, par l’être de la Sainte V ierge\ncommença la recréation, il convenait aussi que\nl’homme et la femme fussent en état d ’innocence,\nsimplement et continuellement, du commencement\n à la fin, sinon la recréation n’aurait pas pu com ­\nmencer. En outre, le F ils de Dieu ne pouvait pas\n s’incarner dans un corps contaminé par le péché,\n car Dieu et le péché ne peuvent avoir concordance\n dans aucun sujet ; la V ierge devait avoir le plus haut\n degré possible de vertu, de bonté, de grandeur et\n des autres qualités pour recevoir le F ils de Dieu\n qui par l’incarnation donnait le meilleur tém oignage\n de sa bonté, de sa vertu et de sa magnificence ;\n autrement, il n’y aurait pas eu entre le Christ et la\n Bienheureuse V ierge M arie la plus grande concor­\n dance possible, — nécessaire. Enfin, la M ère du\n Sauveur devait être bénie entre toutes les femmes\n depuis sa conception et sa naissance ; si sa concep­\n tion n’avait pas été immaculée, elle aurait été par\n sa naissance l’égale des autres femmes puisqu’elle\n aurait participé au péché originel.\n    Telle était la doctrine que Raymond L ulle défen­\n dait par ses écrits et ses discours à M ontpellier,\n lorsqu’il apprit que de graves discussions avaient\n lieu en Sorbonne sur le même sujet. Il se mit\n aussitôt en route pour aller y prendre part et répan­\n dre encore son enseignement dans une cité où il\n avait déjà lutté contres les philosophes sceptiques\n et les averroïstes.\n    En ce temps là, un jeune homme, le franciscain\n Duns Scot enthousiasmait les écoliers et les doc­\n teurs de l’université parisienne par sa science et sa\n piété. Il était arrivé à P aris deux ans auparavant\n précédé par des légendes de grâce et de miracle.\n Né en E cosse en 1274 au moment où Saint Bona-\n\n\n\n\n                                                       151\n"}, {"page_pdf": 167, "page_imprimee": 152, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2290, "texte": "venture mourait à Lyon, comme si la Providence\neût voulu témoigner sa dilection aux enfants de\nSaint Fran çois en leur envoyant la clarté du D oc­\nteur subtil au moment où E lle leur retirait celle du\nD octeur séraphique, Jean Duns S co t eut la triste\nenfance d’un être inintelligent et presque stupide ;\nil ne pouvait rien apprendre des éléments des\nsciences, et il était la désolation de ses parents et\nde ses maîtres. M ais il avait une grande dévotion à\nla V ierge, et un jour qu’il pleurait en la suppliant\nd’envoyer un rayon de lumière à son entendement,\nil s’endormit au pied d’un arbre ; et alors Marie\nlui apparut et lui promit le don d’intelligence à la\ncondition qu’il se ferait son chevalier et la servirait\ntoute sa vie. D ès son réveil, l’enfant se mit à l’étude\navec joie, et en peu de temps surpassa tous les\nmaîtres. Comme Raymond Lulle, il avait reçu la\nscience par une soudaine et divine illumination.\n   On peut noter en cette existence si courte d’autres\npoints de ressem blance entre le D octeur subtil et le\nD octeur illuminé qui furent, au commencement du\nquatorzièm e siècle, les deux grands défenseurs de\nl’im m aculée Conception. Comme à Raymond, Marie\nprésenta son Enfant à Duns S co t : ce fut en une\nnuit d’extase ; l’âme du jeune homme ravie vers\nJésus criait des versets du Cantique : « Oh ! que\nn’es-tu mon frère ! que n’as-tu sucé le sein de ma\nmère ! j ’irais dehors à ta rencontre et je te donne­\nrais des baisers !» ; l’im m aculée entendit les paroles\nde l’élu qu’elle avait déjà com blé de ses bienfaits ;\nelle exauça encore cet ardent souhait, et elle lui\nenvoya son Enfant qu’il put serrer et garder quel­\nques instants en ses bras. D ès ce jour, Duns Scot\nmontra sa reconnaissance à M arie en se vouant à\nla plus stricte pauvreté ; il ne vécut que de pain et\nd’eau, il se couvrit d’un vêtement de mendiant, et il\nm archa pieds nus.\n   Comme Raymond Lulle, et contrairement aux\nautres docteurs de l’époque, il aimait, en sortant\n des universités, à aller porter aux humbles, en leur\nlangage, la parole de D ieu et à ouvrir les esprits\nincultes à la lumière de la vérité ; il oubliait\n alors l’im peccable science syllogistique que re­\n doutaient tant ses adversaires, et il disait des\n paroles allégoriques et très simples qui le faisaient\n\n\n\n\n152\n"}, {"page_pdf": 168, "page_imprimee": 153, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2296, "texte": " comprendre et aimer de tous. L u cas W ading narre\n qu’un jour il rencontra un paysan qui jurait en\n semant de l’orge ; il le rappela au respect des\n commandements de D ieu qui punit les blasphéma­\nteurs ; mais le rustre lui répondit : « T u perds tes\n paroles ! Je sais bien, moi, que la volonté de Dieu\n s’accom plira et qu’il sait de toute éternité ce qu’il\n doit en être de moi. E h bien ! s’il a résolu de me\n sauver ou de me damner, que je fasse le bien ou le\nmal, il n’importe. Vertueux ou coupable, je n’en\nirai pas moins où je dois aller, au ciel ou dans\nl’enfer. Voyons, lui répliqua le docteur, si Dieu a\ncomme tu le crois, imposé de toute éternité une\ntelle nécessité aux choses, pourquoi te donnes-tu la\npeine d’ensemencer ton champ ? C ar si D ieu a arrêté\nde tous temps que cette orge pousserait ici, que tu\nla sèmes ou non, elle n’en poussera pas moins ; si,\nau contraire, il a arrêté qu’elle ne pousserait point,\nquoi que tu fasses, elle ne viendra jam ais en\nfleur. » (1)\n   T e l Raymond L ulle allant familièrement expliquer\nle libre-arbitre aux M ores fatalistes qui labouraient\nla campagne de M ayorque, après l’avoir démontré à\nleurs philosophes et à leurs prêtres au moyen des\nrègles de son Art.\n    En 1300, Duns S cot commentait A ristote et\n Pierre Lom bard devant les trente mille écoliers de\n l’U niversité d’Oxford, où l’on n’avait jam ais eu un\nmaître à la fois si savant et si jeune ; sa réputation\nfranchissait bientôt les mers et les montagnes et\nse répandait, toujours grandie par des légendes,\ndans les écoles de F ran ce, d’Italie et d’Espagne.\n Cinq ans après, il était appelé à P aris où l’on vou­\nlait entendre son commentaire sur le M aître des\nSentences.\n   Clément V venait d’être élu pape et avait trans­\nporté à Avignon le trône de Saint Pierre. Parm i\nles ambassadeurs que les princes chrétiens lui en­\nvoyèrent à L yon, celui de Ferdinand IV de Castille\nse plaignit des persécutions que souffraient de la\npart des Dominicains les F rères Mineurs qui pro­\npageaient la doctrine de l’im m aculée Conception et il\npria le P ape de mettre fin à ces querelles de deux\nordres également respectables, mais dont l’un, celui\n (1)     C ité dans l’H ist. L itt. de la France, tom e 25 .\n\n\n\n\n11                                                             153\n"}, {"page_pdf": 169, "page_imprimee": 154, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2224, "texte": " de Saint François, plus en contact avec les foules,\n exprimait mieux les sentiments et les aspirations du\npeuple auprès duquel il était l’envoyé de la P ro vi­\n dence.\n   Clément V ordonna qu’une grande discussion eût\nlieu à Paris entre les F rères Mineurs et les Prêcheurs,\ndont l’U niversité serait juge. En cette assemblée,\nDuns S cot fut le chevalier de M arie, selon la pro­\nmesse faite le jour où elle avait éveillé son intelli­\ngence enfantine. On conte que, comme il se rendait\nà la prem ière réunion, il salua une statue de la\nV ierge qui se dressait au-dessus de la porte d’une\néglise, puis, s’étant agenouillé, lui demanda des\nforces pour parvenir au triomphe : « V ierge sacrée,\ns’écria-t-il, anime-moi contre tes ennemis ! » E t le­\nvant les yeux vers M arie, il la vit s’incliner et\nsourire pour signifier qu’elle l’avait entendu et que\nsa prière serait exaucée.\n   L a lutte fut longue entre Mineurs et Prêcheurs.\nL e s disciples du Séraphin d’A ssise furent fidèles à\nleur mission d’interprêtes et de défenseurs de la\npopulaire ferveur qui, depuis plus de sept siècles,\nen orient comme en occident était unanime dans\nson culte pour la V ierge sans tache. S co t domina\nles disputes ; infatigable, il eut une réponse à tous\nles arguments de ses adversaires, réfuta leurs syllo­\ngismes et leur en opposa d’autres auxquels ils ne\npurent répondre. Enfin, grâce à M arie qui par le\nsouvenir de sa salutation et du sourire de ses lèvres\ndonnait à son entendement les armes nécessaires,\nil obtint la victoire et reçut de l’Université le titre\nde D octeur Subtil.\n   D e cette conférence date, ont dit plusieurs his­\ntoriens, un décret de l’U niversité de Paris d’après\nlequel les étudiants n’auraient été admis à prendre\nleurs grades qu’après s’être engagés à reconnaître\net à défendre la doctrine de la Conception Immacu­\nlée. M ais il n’existe aucune trace d’une décision de\nce genre dans les premières années du quatorzième\nsiècle, et il est probable que si, dès lors, la croyance\npopulaire et franciscaine fut en honneur à P aris, ce\nne fut qu’en 1497 que l’U niversité la reconnut par\nun décret.\n   L orsque Raymond L ulle arriva à Paris, la discus­\nsion ordonnée par le P ape était achevée, mais les\n\n\n\n\n154\n"}, {"page_pdf": 170, "page_imprimee": 155, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2457, "texte": "Franciscains étaient encore frémissants de la lutte\nsoutenue en l’honneur de la Reine des cieux et du\ntriomphe qui avait couronné leurs persévérants\nefforts. Duns Scot, dans tout l’éclat de sa jeune et\nmystérieuse gloire, voyait toujours autour de sa\nchaire la foule pressée et murmurante d’enthousiasme\ndes écoliers et des moines. Un jour, il remarqua\nparmi ses plus proches auditeurs un vieillard à\nlongue barbe blanche, pauvrement habillé comme\nun pélerin de loin venu et qui, écoutant très atten­\ntivement son discours, faisait parfois des signes\nd’assentiment ou de désapprobation. Il le prit pour\nun ignorant égaré en Sorbonne et, lui adressant la\nparole, il crut l’embarrasser en lui posant ironique­\nment une question élém entaire: « Dominus quæ pars ?\n Quelle partie du discours est le mot Dieu ? » R ay­\nmond B arbe-F leurie répliqua : « Deus non est pars,\nsed totum. D ieu n’est pas une partie, il est tout. »\n Scot admira la finesse et l’à-propos de la repartie,\n et à la fin de sa leçon il fit appeler le p élerin.\n    L es deux docteurs, l’un et l’autre subtils, l’un et\n l’autre illuminés, qui avaient une égale science et la\n faisaient servir à la gloire du Christ et de la V ierge\n se devinèrent, se comprirent et s’aimèrent aussitôt.\n Ils se contèrent leur existence, leurs travaux, leurs\n projets ; L ulle fit lire à Duns S cot son traité de l’im ­\n maculée Conception, et leur accord sur cette doctrine\n qui ne pouvait être défendue toujours sans péril et\n dont ils étaient les plus fervents hérauts acheva\n d’unir le vieillard et le jeune homme par les liens\n d’une fraternelle affection. L ’enfant de la terre froide\n d’ Ecosse admirait en l’âme du poète des îles enso­\n leillées une indom ptable ardeur, une extraordinaire\n faculté d’enthousiasme qui lui avait permis de résis­\n ter à toutes les tribulations et à tous les déboires,\n une intelligence surhumaine qui, secondée par les\n princes de l’É glise et les maîtres des hommes et\n par les circonstances, eût pu transformer l’histoire\n du monde par la conversion des T artares au catho­\n licisme, et lui qui croy ait ne rien ignorer des sciences\n de son époque et de la théologie, il lut avec étonne­\n ment l’A r t et les autres traités du D octeur illuminé.\n    L ulle reconnut en Duns S co t un de ces élus de\n  Marie qui font en ce monde une courte et éblouis­\n sante apparition pour monter presqu’aussitôt vers\n\n\n\n\n                                                         155\n"}, {"page_pdf": 171, "page_imprimee": 156, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 356, "texte": "les anges ; il voyait sur le front du jeune franciscain\nla double auréole de la science et de la vertu, et\ndans son regard, avec la beauté de l’amour, l'ardeur\nvoilée des saints qui vont m ourir....\n\n  (Chapitre X I I I de la V i e d e R a y m o n d L u l l e , en\npréparation.)\n\n\n\n\n                                         M a r iu s A n d r é .\n\n\n\n\n 156\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-009", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 157, "page_fin": 170, "titre_corps": "Le cahier de doléances de l’Église Catholique d’Arménie", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "X.", "ancre_debut": "Le cahier de doléances de                          l ’Église Catholique d’Arménie.                                                      *          D énom brem ent ;             D io c è se s", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 172, "page_imprimee": 157, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2095, "texte": "Le cahier de doléances de\n\n                        l ’Église Catholique d’Arménie.\n\n                                                    *\n         D énom brem ent ;             D io c è se s. —      O r g a n is a t io n       c i v i l o -r e l i ­\n\ng ie u s e   du    P a t r ia r c h e ;       des    É v ê q u es-M o u r a k a ss ;             et     des\n\nC u r é s-M o u r a k a s s - V é k i l i. — L e C l e r g é , s a f o r m a t io n , d é f a u t\nd ’u n    S é m in a ir e   local.       —    L e    p r ê t r e -m is s io n n a ir e     a r m é n ie n ,\n\nson      rôle     au   p o in t   de    vue   a p o s t o l iq u e   et   c iv il is a t e u r c h r é ­\n\nt ie n   : MANQUE DE RESSOURCES. —                        SITU A TIO N      LA M E N TA B LE            DES\nDEUX GRANDS D IOCÈSES DE CO N STA N TIN O PLE E T d ’A N GORA. — D E U X\nMOTS DE CONCLUSION.\n\n\n                                                 *\n   Répandus dans tout l’Empire Turc, les\nArméniens-catholiques habitent plus spéciale­\nment la région comprise entre la Méditerranée,\nla mer Noire et la mer Caspienne : savoir, une\nétendue de terre de plus d ’ 1,300,000 k. c.\n   Ils vivent au milieu et côte à côte avec des\ntribus sauvages ou mi-civilisées, différentes de\nreligion et d ’origine; telles que, des Turcs,\nKurdes,Tcherkèz [Circassiens], Laz, etc., d ont le\nnombre est incomparablement supérieur à celui\ndes catholiques.\n   Mieux qu’avec ces diverses populations, les\ncatholiques sont en intime rapport avec leurs\ncompatriotes non-unis, dont le nombre total ha­\nbitant en Turquie atteint presque 2,000,000 :\ntandis que celui des catholiques ne dépasse guère\nles 70,000, y compris ceux de Constantinople et\ndes environs.\n   Ce fut en l’an 1742 pour la dernière fois que\nle Catholicisme prit le dessus sur le Schisme, en\npossédant un Catholicos-Patriarche en la per­\nsonne d’Abraham-Pierre I, Évêque d’Alep.\nDepuis, 8 patriarches se succédèrent sur le\nsiège de Cilicie, jusqu’en 1866 : époque à\n\n\n\n                                                                                                         157\n"}, {"page_pdf": 173, "page_imprimee": 158, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2022, "texte": "laquelle le Siège Patriarcal fut transféré à\nConstantinople par autorisation spéciale de Pie\nIX. C’est là que réside aujourd’hui le Patri­\narche Arméno-Catholique, tout en conservant le\ntitre du siège de Cilicie.\n   Le Catholicisme est aujourd’hui officielle­\nment reconnu en Turquie et y compte 16\nDiocèses et 5 Vicariats Patriarcaux. Le premier\nde ces Diocèses est celui de Constantinople,\nimmédiatement soumis à l’autorité du Patri­\narche. Ensuite viennent les 4 Diocèses Archi­\népiscopaux d ’Alep, de Mardine, de Malatia et\nde Sivas-Tokat. Les 11 qui restent sont des\nSièges Episcopaux. (1)\n\n\n\n\n   L ’Archevêque de Constantinople en sa qua­\nlité de Catholicos-Patriarche est le chef reli­\ngieux en même temps que mi-civil de la nation ;\nc’est de lui que relèvent tous les autres Arche­\nvêques ou Evêques. E t bien que ceux-ci aient\ntoute liberté de s’adresser directement au Saint-\nSiège, il en est très peu qui, de fait, usent\nde cette faveur. (2)\n   Le Patriarche, comme chef civil de sa nation,\nest muni d’un diplôme impérial [Dérate], qui\nlui accorde des pouvoirs civilo-religieux et des\nprivilèges dans tout son domaine patriarcal, tels\nque : celui de juger les prêtres ; de leur raser la\nbarbe en punition; de régler les questions de\n\n   (1) C eu x -ci sont : A d a n a , Alexandrie.. [E g yp te], A n g o ra\n[A n cyre], B ro u sse , C é sa ré e [C ap p ado ce], D ia rb é k ir, K a rp o u th ,\nE rzero u m , M a ra ch , M o u ch , T ré b izo n d e. — A rtw in e , en C a u ­\nca sie , autre v ille é p isco p a le , a été ch a n g é e en V ic a ria t P a tri­\na rc a l lo rs de la gu erre T u rco -R u sse , à ca u se de l ’in to léran ce\nR u sse .\n    (2) L e P a tria rch e est élu p a r l ’A ss e m b lé e n atio n a le et par\nle s É v ê q u e s ré u n is en sy n o d e , et confirm é e nsuite p a r le P a p e .\n— L e s E v ê q u e s sont élu s p ar les fid èles du D io c è s e v a ca n t, puis\nsoum is à la d écisio n du S y n o d e , enfin p résen tés à la con fir­\nm ation du S a in t-S iè g e .\n\n\n\n\n158\n"}, {"page_pdf": 174, "page_imprimee": 159, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2748, "texte": "su ccessio n , c e lle s d e d iv o rc e et d e m a ria g e ,\netc. e tc. (1)\n   L e s E v ê q u e s so n t m u n is d ’un é d it im p é ria l\n[F erm a ], e t o n t le titr e d e M o u ra k a ss [d é lég u é\np lé n ip o te n tia ire ] q u i le u r d o n n e le p o u v o ir d ’as­\nsiste r a u x d iffé re n ts co n se ils p ré fe cto ra u x , d o n t\nles d é cisio n s se ro n t a u ssi re vê tu e s d e le u rs\nse in g s. E n v e rtu d u m ê m e titr e , ils on t a u ssi le\np o u v o ir d e lé g a lis e r les d isp o sitio n s d e le g s, les\nsig n a tu re s d e d iffé re n ts actes p u b lic s ; d e ré g le r\nles q u estio n s d e m a ria g e , e tc. e tc.\n   Q u a n t a u x cu rés d es ce n tre s im p o rta n ts, (2)\nils on t p a r un permis im périal [irad é], le titre de\nM o u ra k a ss-V é k ili [rep résen ta n t du M o u rak ass],\nen v e rtu d u q u e l ils on t p o u v o ir d ’a ssiste r a u x\nC o n se ils C a n to n a u x , e t so n t m u n is d e q u e lq u e s\np riv ilè g e s m o in s im p o rta n ts.\n\n\n                                      *\n\n    L e C le r g é A r m é n o -C a th o liq u e se co m p o se\nde R e lig ie u x e t d e P r è tre s -S é c u lie r s . D e s p re ­\nm iers nous ne d iro n s rien , v u q u ’ils n ’on t p o u r\nb u t sp é c ia l q u e l ’é tu d e et l ’in stru ctio n ; ce n ’est\nq u ’e x c e p tio n n e lle m e n t q u ’ils s ’o c cu p e n t des\nm ission s.\n    A u x p rêtres sé c u lie rs in co m b e ra d o n c le rôle\na c tif d e tr a v a ille r à l ’œ u v re d ’é v a n g é lis a tio n . Ils\nsont p lu s d e 3 oo, ce q u i co n stitu e u n n o m b re\nassez re sp e c ta b le en co m p a ra iso n du ch iffre\n  (1) S o u s la h aute d irection du P a tria rch e se tien nen t :\n  a. une Assemblée Nationale co m p o sée de 61 m em bres, don t 8\necclésia stiq u es. E lle a p o u vo ir de ré g le r différentes question s\ncivilo -religieu ses.\n  b. une Assemblée Religieuse co m p o sée de 10 m em bres, tous\necclésiastiq u es. E lle rè g le les question s purem ent re lig ie u s e s .\n  c. une Assemblée Directoriale, etc , etc.\n  Il ne serait peut-être p as superflu d ’ajo u ter ici que toutes ces\nsupertétation s d’asse m b lée s n ’ont d e fait a u cu n e p rise ré e lle\nsur la vo lo n té toute-p uissan te de celu i qui les préside.\n                                                                               ­\n   (2) S o n t e xclu s d e ce p riv ilè g e le s cu rés de la v ille É p is c o\npale, et tous ce u x du D io cè se de C o n stan tin o p le, vu que là\nle P a tria rch e et les E v ê q u e s jo u issen t p erso n n ellem en t du\np rivilège et e x clu en t ainsi leu rs rep résen tan ts.\n\n\n\n\n                                                                            159\n"}, {"page_pdf": 175, "page_imprimee": 160, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2675, "texte": " b ie n m o d e ste d es c a th o liq u e s ; m a is en co n si­\n d é ra n t l ’é te n d u e d e le u r ch a m p d ’a ctio n et\n le u r d is trib u tio n in é g a le et irré g u liè r e , on s ’ac­\n c o rd e ra p o u r s o u h a ite r a v e c n o u s q u e le u r n o m ­\n b re cro isse p lu tô t q u e d im in u e , (1)\n     L a p lu p a r t d e s p rê tr e s sé c u lie rs on t fa it le u rs\n é tu d e s à R o m e , so it à la P r o p a g a n d e , so it au\n C o llè g e A r m é n ie n . U n b o n n o m b re o n t reçu\n le u r fo rm a tio n en F r a n c e , n o ta m m e n t dan s\n le s S é m in a ire s S u lp ic ie n s . L e s a u tr e s o n t été\nin stru its d an s le S é m in a ire n a tio n a l d e B z o m ­\n m a r [L y b a n ], ou b ie n d ire c te m e n t p a r le u rs\n É v ê q u e s re sp e ctifs.\n     A l ’e n co n tre d e l ’ig n o ra n ce g ro ssiè re d e s p rê ­\ntres sch ism a tiq u e s, le c le r g é C a th o liq u e a d o n c\n reçu u n e fo rm a tio n fe rm e , e t d e ce c h e f il e st\nin c o n te sta b le m e n t su p é rie u r au c le r g é d e to u te\na u tre c ro y a n c e a c a th o liq u e d e l ’ O r ie n t. M a is la\nd isse m b la n ce d e fo rm a tio n d e nos p rê tr e s e s t la\nso u rce de n o m b re u x et p a rfo is d e g ra v e s in c o n ­\nv é n ie n ts, d o n t je ne ferai q u ’e sq u isse r q u e lq u e s\nun s.\n     N o s p rê tre s m a n q u e n t to u t d ’a b o rd de l ’in ­\ns tru ctio n e sse n tie lle , c e lle q u i d o it être la base\nd e to u te s le s a u tre s, je v e u x p a r le r d e c e lle q u i\nd o it être en ra p p o rt d ire c t a v e c les e x ig e n c e s\ndu m ilie u où ils so n t a p p e lé s à e x e rc e r le u r\nm issio n . A l ’â g e de 13-14 ans il q u itte n t le u r\np a y s p o u r n ’y re to u rn e r q u ’a p r è s 10-12 a n s. C e\nre to u r sera p o u r e u x un tra n s p o rt d e la lu m iè r e\na u x tén è b re s; d ’un m ilie u b ie n aéré d a n s un m i ­\nlie u d é lé tè re ; je d ira i p lu s e n c o r e , il se ra p o u r e u x\nu n p a ssa g e d e la v ie à la m o rt. T o u t d ’un co u p\nils se v e rro n t en face d e d iffic u lté s, a u x q u e lle s\n\n  (1) Ainsi, tandis que le D iocèse d’A ngora possède plus de 40\nprêtres, pour une population de 12-13,000 Catholiques, tous\ngroupés en ville [car ce D iocèse ne possède aucune mis­\nsion] , les D iocèses de Diarbèkir, de Karpouth, de M alatia souf­\nfrent vraiment De la pénurie d’ouvriers. D e même à Constan­\ntinople qui n’offre guère plus de 12,000 Catholiques, le nom­\nbre des prêtres s’élève à 100, tandis que le D iocèse voisin, celui\nde Brousse, n’en possède que 4 ou 5 , m algré ses nombreuses\nm issions.\n\n\n\n\n160\n"}, {"page_pdf": 176, "page_imprimee": 161, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2736, "texte": " ils n ’a v a ie n t ja m a is so n g é, e t co n tre le s q u e lle s\n ils se tro u v e ro n t in su ffisam m en t p ré m u n is et\n a rm és. E n o u tre, il en e st très p eu q u i sa u ro n t\n co n server le so u v e n ir d es cé ré m o n ies r e lig ie u ­\n ses, et p as un d ’e n tre e u x ne c o n n a îtra le s ru b ri­\n q u es, ni le s ch a n ts de l ’É g lis e . V o ilà p o u rq u o i\n en m a in ts e n d ro its on a dû su p p rim e r le s m esses\n ch a n tées et les offices, le c u ré ig n o ra n t le ch a n t\n et le b u d g e t tro p m o d e ste d e l ’é g lis e ne p e r­\n m etta n t g u è re d e lo u e r d es ch a n tre s.\n     C e n ’e st p as to u t. Q u i ne co n ço it, en effet, les\n in co n vén ien ts q u i p e u v e n t su r g ir d e la ren co n tre,\nd e la v ie cô te à cô te, d e p rê tre s d e fo rm a tio n\nd iss e m b la b le , p a rta n t im b u s d e p ré ju g é s le s\nuns co n tre les a u tre s ? E t ce q u i p is est, c ’est\nde les v o ir p la cé s so u s un c h e f a y a n t u n e for­\nm a tio n to u te d iffé re n te d e l ’u n e co m m e d e\nl ’a u tre d es le u rs !\n     C ’e st là m a lh e u re u se m e n t ce q u e n o u s co n ­\nstaton s ch e z le c le r g é A rm é n ie n . I l e x is te un\ng ran d a n ta g o n ism e e n tre le s p rê tre s C o llé g ie n s\n[ceux q u i o n t fa it le u rs é tu d e s à la P ro p a g a n d e ]\net les p rêtres P lé b é ie n s , (1) C e u x -là p lu s n o m ­\nb re u x v o u d r a ie n t a cca p a re r to u s les p o stes. A\nl ’e x ce p tio n d e q u e lq u e s-u n e s, to u te s le s d ig n ité s\nde la h ié ra rc h ie e c c lé s ia s tiq u e so n t o ccu p ées\npar e u x . Ils jo u is s e n t d ’u n e g ra n d e lib e r té d an s\nl’e x e rc ic e d es fo n ctio n s sa crées : e t c ’e st ain si\nq u ’ils re fu se n t to u te so u m issio n à le u rs é v ê q u e s\nre sp e ctifs. C e n ’est p as q u ’ils a ie n t p lu s d ’in ­\nstru ctio n , ni p lu s d e m é rite s, ca r d e fa it ils\nsont les m o in s d o u é s d e cu ltu re in te lle c tu e lle ,\net les m o in s e x e m p la ire s d a n s le u r co n d u ite ,\nm ais sim p le m e n t p a rce q u ’ils on t l ’e sp rit p le in\nd ’a m b itio n , et p as assez é c la iré su r les d e v o irs\ne c c lé s ia stiq u e s.\n    Q u a n t a u x p rê tre s d e la d e u x iè m e c a té g o rie ,\nils so n t co n d a m n é s à être les fid è le s se rv ite u rs\ndes p ré c é d e n ts. Ils d o iv e n t v iv r e , p o u r ain si\nd ire, d es m ie tte s q u i to m b e n t d e la ta b le de\n  (1) C ’est ainsi qu e le s P ro p a g a n d iste s a p p e lle n t le s autres\nprêtres de form ation fra n ç a is e ou in d igèn e.\n\n\n\n\n                                                                           161\n"}, {"page_pdf": 177, "page_imprimee": 162, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2482, "texte": "le u r co n frères P r o p a g a n d is te s . N o u s en avons\nv u s, d es je u n e s e c c lé sia stiq u e s, d o u é s d ’u n e co n ­\nn a issa n ce très é te n d u e en m a tiè re s e c c lé s ia s ti­\nq u es et p ro fan es, arm és d e z è le v ra im e n t a p o s­\nto liq u e e t to u t p rê ts à a g ir là où l ’E s p r it S a in t\nle s p o u sse ra it e t q u i p o u rta n t se so n t tro u v é s\nà la so rtie d u sé m in a ire in d ig n e m e n t re lé g u é s\nen u n co in o b scu r, ou co n d a m n é s à p a sse r de\nlo n g u e s a n n ées d a n s le u rs m aison s p a te rn e lle s\nsan s s ’o ccu p e r d e rien .\n    P a r co n tre , q u e de fois n ’avo n s-n o u s p as vu\nd es p rêtres d e la p re m iè re c a té g o rie n ’a y a n t\nd ’a u tres m é rite s q u e d ’être d e v ra is m o d è le s\nd e fa in é a n tise et d e d é b a u c h e , é le v é s à d e très\nh a u te s d ig n ité s.\n    Il est lo in de nous d e v o u lo ir g é n é r a lis e r ces\na ccu satio n s p o u r to u s les d io cè se s. C e q u i nous\na fflig e le p lu s, c ’est d e ren co n trer d e p a re ils\na b u s d an s d es ce n tre s in flu e n ts, co m m e à\nC o n sta n tin o p le , d ’où ils ne ta rd e ro n t p as à\ns ’é te n d re d an s l ’in té rie u r d u p a y s .\n    T o u s ces in co n v é n ie n ts, p ro v e n a n t d ’après\nnous de la d isse m b la n c e d e fo rm a tio n d u c le rg é ,\nou b ie n ré su lta n t d ’u n e fo rm a tio n to u te étra n ­\ng è re a u x b e so in s lo c a u x , n o u s fo rce n t à én o n cer\nc e tte c o n clu sio n : O u e l ’existence, ou la création\nde Séminaires locaux est de nécessité absolue.\n   L a cré a tio n d e S é m in a ire s in d ig è n e s ne sera\np o in t san s p ré c éd e n ts d a n s la co m m u n a u té A r ­\nm é n o -C a th o liq u e . P lu s ie u r s D io c è se s o n t e ssa y é\nd ’a v o ir le u rs S é m in a ire s p ro p re s, m a is p ar\nm a n q u e d ’u n e b o n n e d ire c tio n ils éch o u è re n t.\nP e n d a n t lo n g te m p s le D io c è s e d ’E rze ro u m\nfo rm a ses p rê tre s, m a is co m m e il lu i m a n ­\nq u a it d e sa va n ts d irec te u rs, il n ’en retira\naucu n a v a n ta g e n o ta b le .\n    L e D io c è s e d e M a rd in e p o ssè d e a u ssi un\nS é m in a ir e , m a is c ’e st to u jo u rs le m ê m e in co n ­\nv é n ie n t q u i s ’y p résen te.\n  S e u l le D io c è s e d ’A n g o ra [A n cy re] se ra it à\nm êm e d e fo n d er un S é m in a ir e a n a lo g u e à ce u x\n\n\n\n\n 162\n"}, {"page_pdf": 178, "page_imprimee": 163, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2604, "texte": " d ’ Ita lie ou d e F r a n c e , e t c e la p arce q u ’il co m p ­\n te d an s son c le r g é n o m b re d e m e m b re s d o u é s\n p ou r être d ’e x c e lle n ts d ire c te u rs. I l a d e p lu s\n assez d e resso u rces p o u r se p erm ettre la fon ­\n d atio n et a ssu re r le m a in tie n d ’un p a re il S é m i­\n n aire. M a is il est b ie n d é so la n t d e co n sta te r\n q u ’il e st to u t ju s te m e n t l ’u n d e s d io cè se s les\n p lu s arrié ré s en fa it d ’o rg a n isa tio n e c c lé s ia s ti­\n q u e. P lu s d ’u n e fo is, san s d o u te , on e s s a y a d ’y\n o u vrir un S é m in a ire , m a is co m m e tro p d ’in té ­\n rêts p ro fan es se m ê la ie n t à u n e œ u v re é m in e m ­\n m ent sa in te , D ie u s e m b la it re fu se r sa b é n é ­\n d ictio n , et la te n ta tiv e é ch o u a to u jo u rs.\n     Il n ’y a q u e le S é m in a ire d e B z o m m a r\n[L ib a n | q u i p u isse se g lo rifie r d ’a v o ir co n trib u é\nsé rie u se m e n t à la fo rm a tio n d es o u v rie rs d e la\nV ig n e d u S e ig n e u r. A u jo u r d ’h u i en co re il co n ­\ntin u e à fo rm e r d e je u n e s e c c lé s ia s tiq u e s , m a is\nil s e m b le a v o ir p erd u b e a u c o u p d e son a n cie n\nécla t su rto u t d a n s ces cin q d e rn iè re s a n n ées.\nA q u o i a ttr ib u e r u n e p a r e ille d é c a d e n c e ? C ’est\nce q u e n o u s v o u lo n s ig n o re r, m a is à en cro ire\nles b ru its q u i c irc u le n t d an s la m a sse p o p u la ire ,\nla m a lv e illa n c e d e ce rta in e s p erso n n es in flu e n te s\nn ’y s e ra it p as é tra n g è re .\n    N o u s ne v o u lo n s rien d ire non p lu s d e s te n ­\ntative s fa ite s à C o n sta n tin o p le m ê m e, en v u e d e\nla fo n d atio n d ’un P e t it S é m in a ire . C o m m e en\nO rie n t le s ch a rg e s n e s ’a cco rd e n t q u e m o y e n ­\nnant u n e forte r é trib u tio n ou des p ro te ctio n s,\nles a g en ts, u n e fois en trés en p o sse ssio n de\nleurs fo n ctio n s, o u b lie n t to ta le m e n t le u rs d e ­\nvo irs, e t n e p o u rsu iv e n t q u e le u r in té rê t p e r­\nso n n el. C ’e st là m a lh e u re u se m e n t ce q u i a rriv a\np our le S é m in a ire d e C o n s ta n tin o p le . I l n ’eu t\nq u ’une d e m i-d o u za in e d ’an n ées d ’e x is te n c e .\nU n p a re il é ta t ne m é rite -t-il p as nos d o lé a n c e s?\n\n\n                                *\n\n   E n rega rd d e ces fa ib le sse s d e la C o m m u n a u té\nca th o liq u e en A rm é n ie , nous so m m es h e u re u x\n\n\n\n\n                                                                 163\n"}, {"page_pdf": 179, "page_imprimee": 164, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2630, "texte": "d e co n sta te r la m a g n a n im e a c tiv ité d e s P r ê ­\ntre s-M issio n n a ire s en p ro v in ce . C ’est, d e fait,\nau ce n tre m êm e d e l ’A rm é n ie q u ’il fa u t se\nre n d re p o u r a d m ire r ce q u e le C a th o lic is m e p ro­\nv o q u e de b e a u , d e d iv in , d e s u b lim e . L à , on\nv e r ra d ’u n e p a rt l ’iso le m e n t, le s d ifficu lté s et\nles p riv a tio n s d u M issio n n a ire A rm é n ie n , de\nl'a u tr e son a c tiv ité , sa v a illa n c e , ses b e a u x tra ­\nv a u x a p o sto liq u e s.\n    L e M issio n n a ire v it to u t se u l, san s v ica ire ,\nsan s d o m e stiq u e , lo in , b ie n lo in d e ses p aren ts\ne t d e la v ille E p is c o p a le . C e t iso le m e n t ne le\nd é co u ra g e p o in t, il sen t q u e J .- C . v it en lu i,\nil s ’é p u ise p o u r son d iv in M a ître ; q u e lu i im ­\np o rte a lo rs to u te au tre co n so la tio n h u m a in e ? Il\nest sc ru p u le u x e x é cu te u r de sa c h a rg e p a sto ra le .\nT o u s les m o is il d o it v is ite r ses fid è le s ch ez\ne u x ; to u s les d im a n ch e s il d o it le s in stru ire , les\nca téch ise r. L e s d im a n ch e s, il le s co n sa cre à la\nv is ite d es m a la d e s. A l ’é co le , il d o it d o n n e r la\ncla sse a u x é lè v e s d es d e u x se x e s, (1) to u t au\nm o in s tro is fo is p a r se m a in e .\n    A u m ilie u d e ta n t d ’o ccu p a tio n s, il e st une\na u tre c h a rg e d ’un ord re to u t d iffé re n t q u i rend\ne x trê m e m e n t p é n ib le e t c r itiq u e la situ a tio n du\nM issio n n a ire A r m é n ie n . C ’est, co m m e nous\nl ’avo n s re n se ig n é p lu s h au t, s a c h a r g e d e M o u ra ­\nk a ss-V é k ili, ou re p ré se n ta n t d u M o u ra k a ss a u ­\np rès d u G o u v e rn e m e n t. Il a le d e v o ir d ’assister\nà to u s les co n se ils d u G o u v e rn e m e n t, d e p re n d re\nun e p a rt a ctiv e d a n s les d é cisio n s, et d e p ro té g e r\nses fid è le s et le u rs d ro its. L a p ru d e n ce , l ’é q u ité ,\nl ’é n e rg ie e t l ’a c tiv ité du cu ré C a th o liq u e sont\nu n iv e rse lle m e n t reco n n u es. A u s s i C a th o liq u e s\nou S c h is m a tiq u e s , P ro te sta n ts ou M u su lm a n s,\nto u s a cco u re n t v e rs le cu ré c a th o liq u e p ou r\n\n\n    (1) L ’en seign em en t du fra n çais est sp écia lem e n t ré serv é au\nC u ré. E t il est b o n à ra p p e le r ici que l’étude du fra n çais est\nab so lu m en t o b ligato ire dans les é co le s arm énienn es. E t il n’est\né c o le , q u elq u e p etite q u ’e lle soit, où le fra n çais n e soit m is en\ntête du p ro gram m e.\n\n\n\n\n164\n"}, {"page_pdf": 180, "page_imprimee": 165, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2764, "texte": "d em a n d e r sa p ro te c tio n e t ses co n se ils. L e p re s­\nb y tè r e p re n d l ’a sp e c t d ’un e v ra ie m a irie d u ra n t\ntou te la jo u r n é e . C ’est là où se re n d e n t les e n n e ­\nm is p o u r se re c o n c ilie r, le s ch efs d e fa m ille\npour r é ta b lir la p a ix e t l ’u n io n d a n s le u r fo y e r\np a tr ia r c a l. E n u m é re r un à u n to u s les se rv ice s\nq u e ces v a illa n ts a p ô tres re n d e n t à la r e lig io n et\nà l ’h u m a n ité d an s ces lo in ta in s p a y s , se ra it u n e\ntâch e tro p lo n g u e . A u s s i ne fa u t-il p o in t s’é to n ­\nner en v o y a n t q u e le S a c e r d o c e e st te lle m e n t\n resp ecté d a n s ces co n tré e s q u ’on se cro ira it\ntra n sp o rté a u x p re m ie rs siè c le s d e la C h ré tie n té .\n    Q u e lle resso u rce on t-ils p o u rta n t ces v a illa n ts\napôtres p o u r le u r p ro p re so u tie n e t p o u r c e lu i\nde le u rs n o m b re u ses œ u v re s? C ’e st là u n p o in t\nresté en co re se cre t à n o m b re d e p erso n n es.\nN o u s avo n s ren co n tré en O c c id e n t b ie n d es p e r­\nsonnes d is tin g u é e s p a r le u r v a s te é r u d itio n dan s\nl ’h isto ire d e l ’ É g lis e o rie n ta le , q u i p o u rta n t\nig n o ra ie n t c o m p lè te m e n t ce p o in t c a p ita l. L a\np lu p a rt d ’e n tre e lle s o n t m êm e osé b lâ m e r\np u b liq u e m e n t d es P r é la ts o rie n ta u x d ’u n e é m i­\nnen te sa in te té , le s tra ita n t d ’h o m m e s fa in é a n ts,\nd é b a u ch é s e t c u p id e s . N o u s n ’avo n s n u lle m e n t\nbesoin d e ré p o n d re à d e p a r e ille s in c u lp a tio n s.\n Il nous su ffira d e ra p p o rte r d es fa its a u th e n ti­\n ques, en la issa n t à la co n scie n ce d e nos é m i­\n nents le cte u rs la fa cu lté d e p re n d re ju g e m e n t.\n    A p a rt ce u x d e C o n sta n tin o p le , d ’A le x a n d r ie\n [E g y p te ], d ’A le p , d ’A n g o ra , d e B ro u sse e t d e\n M a rd in e , to u s les d io cè se s se tro u v e n t d an s\n un d é n û m e n t a b so lu . L ’u n iq u e resso u rce q u i\n a u rait p u le s so u te n ir é ta it le u r h o n o ra ire d e\n m esses ; m a is v o ilà q u e ce tte p o rte a u ssi v ie n t\n d ’être fe rm é e p o u r e u x . (1)\n     S a n s d o u te , l ’ Œ u v r e d es M issio n s C a th o ­\n liq u es e n v o ie ch a q u e a n n ée u n e so m m e de\n 3 o,ooo frs. m a is p a rta g é e e n tre 1 5 D io c è se s , de\n\n   (1) A v a n t le s m a ssa cres, ce s h o n o raires étaien t e n v o y é s en\n partie p ar l ’Œ u v r e de la P ro p a g a n d e , m ais e lle vie n t de les sup ­\n prim er p ar des m otifs in conn us.\n\n\n\n\n                                                                                165\n"}, {"page_pdf": 181, "page_imprimee": 166, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2513, "texte": "  q u e l seco u rs p e u t-e lle être? A ch a cu n n e re vie n t\n q u e 2000 frs. p a r a n ! ! ! . V o ilà q u i est assez\n p it o y a b le !\n     C e fu t en v a in q u e ces p a u v re s m issio n n a ire s\n p rire n t recou rs a u p rè s de la g é n é ro sité d es fid è­\n le s d ’O c c id e n t, lo rs d es d e rn ie rs m a ssa cres : le u r\n a p p e l ne fu t q u e trè s p eu é co u té et ils e u re n t la\n d o u le u r de v o ir é ch a p p e r la p lu s b e lle o ccasio n\n d e c o n q u é rir la s y m p a th ie de le u rs frères non-\n u n is. L e p ro te sta n tism e en p ro fita p o u r d im in u e r\n à to u t ja m a is l ’in flu en ce d u ca th o lic ism e . P a r ­\nto u t fu re n t fo n d és d es o rp h e lin a ts p ro te sta n ts.\n B ie n tô t ce u x -ci re g o rg è re n t d ’o rp h e lin s e t d ’or­\n p h e lin e s, le s q u e ls fu re n t e n v o y é s b ie n tô t en\nA n g le te r r e et en S u is s e , et a u ssitô t re m p la cé s\n p a r d ’a u tres.\n    A v ra i d ire , nous n ’avo n s q u ’à lo u e r ici le\nz è le et l ’a c tiv ité d es p ro te sta n ts. Ils c ro y a ie n t\nq u e l ’O c c id e n t c a th o liq u e se r é v e ille r a it enfin\np o u r a ssiste r d e ses a u m ô n es les m issio n n a ire s\nca th o liq u e s7 e t q u ’a lo rs ils ne p o u rra ie n t c o n ti­\nn u er le u r m a n œ u vre s. M a is q u e lle ne fu t le u r\nju b ila tio n lo rsq u e le fa it a tte sta to u t le co n ­\ntra ir e !\n\n                                    *\n                                        «\n     D ’a u ta n t q u e le c a th o lic ism e s ’h on ore en A r ­\nm é n ie p ar le z è le , l ’a c tiv ité et la sa in te té d e ses\nm in istre s, d ’a u ta n t il e st d e sh o n o ré m a lh e u re u ­\ns e m e n t à C o n sta n tin o p le e t à A n g o ra p a r l ’in or­\ng a n is a tio n , l ’in d iffé re n ce e t la v ie p eu e x e m ­\np la ir e d u c le rg é .\n    A n g o ra , il y a u n e d iza in e d ’an n ées, é ta it\nre g a rd é co m m e un m o d è le de d io cè se . L a p ié té\nd e ses fid èle s et le u r a tta ch e m e n t au C a th o li­\ncism e é g a la it c e u x d es B re to n s. M a is l ’on ne\ns a it q u e l souffle d é lé tè re p assa , d an s ces d ix\n   L a F ra n c e elle-m êm e, qui co n co u rait si gén éreu sem en t à\nsoutenir les v a illa n ts m issionn aires p a r des seco u rs excep tio n ­\nn els et p ar des intentions de m esses, sem b le désorm ais ne plus\ns’in téresser au sort m a lh eu reu x de ces ap ô tres du C h ristia ­\nnism e.\n\n\n\n\n166\n"}, {"page_pdf": 182, "page_imprimee": 167, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2731, "texte": "f\n\n\n    d ern ières an n ées, su r ce g ra n d d io cè se .\n       T o u r à to u r on a d û ferm er le s m issio n s\n    d ’a le n to u r q u i a v a ie n t co û té ta n t d e sa crifice s.\n    A u jo u r d ’h u i, m a lg ré q u e le s c a th o liq u e s co n ­\n    stitu e n t la m a jo rité de la p o p u la tio n et q u ’ils\n    aien t d ’a b o n d a n te s re sso u rces e t u n c le rg é n o m ­\n    b re u x , il e st le D io c è s e le p lu s a rrié ré en fa it\n    de tra v a u x a p o sto liq u e s.\n        P a r d é fa u t d ’u n e b o n n e o rg a n isa tio n e t d ’u n e\n    sage d ir e c tio n d u c le rg é , ce d io cè se d é p é rit de\n    jo u r en jo u r , e t le c le rg é s ’en é lo ig n e p o u r\n    ch erch er a ille u rs l ’a p o sto la t q u ’on lu i refu se d an s\n    son d io cè se d ’o rig in e .\n        N o n m o in s d é so la n t e st l ’é ta t d e l ’ É g lis e et\n    du c le r g é d e C o n s ta n tin o p le . A u c u n e co n trée\n     eu ro p éen n e ne la d é p a sse en in d iffé re n ce\n     re lig ie u se . P o u rta n t sous le p o n tific a t d e M g r.\n     H a sso u n (1) c ’é ta it un d io cè se m o d è le . D e s\n     ca th o liq u e s y a cco u ra ie n t d e to u te s p arts p o u r se\n     retre m p e r d an s la fe rv e u r c h ré tie n n e . Q u e le s\n     tem ps so n t ch a n g é s !\n         C o n s ta n tin o p le a v e c sa b a n lie u e co m p te à\n     p eine 12,000 a rm é n ie n s-ca th o liq u e s. E lle a 10\n     ég lises p a ro issia le s et p lu s d e 100 p rêtres.\n         C e se ra it u n e b ie n g ra n d e illu s io n q u e de\n     s’im a g in e r q u e l ’o rg a n isa tio n d u c le rg é et des\n     paroisses est a n a lo g u e ici à c e lle d es a u tres p a y s\n     c a th o liq u e s, e t co n fo rm e a u x d é cisio n s d e s C o n ­\n     ciles.\n         Il n ’en e st rien .\n         L e s É g lis e s p a ro issia le s on t d e fa it un cu ré ,\n     m ais c e lu i-ci ne s ’a p p u ie su r a u cu n e r è g le p o u r\n     co n n a ître ses d e v o irs et les a c c o m p lir. C e s cu rés\n     ne so n t ni a m o v ib le s ni in a m o v ib le s. Ils se\n     m a in tie n n en t ta n t q u ’ils sa v e n t s ’a cco m m o d e r\n     au bo n g ré d e c e u x a u x q u e ls p o u r la p lu p a r t ils\n     sont r e d e v a b le s .\n         T o u te s le u rs o b lig a tio n s co n siste n t à d ire u n e\n\n       (1) M gr. H a sso u n , d ’abord P a tria rch e des A rm én ien s C a th o ­\n    liques, ensuite d e v e n u C a rd in a l, a é té l ’u n e des plus b e lle s\n    figures de l ’É g lis e A rm én ien n e C a th o liq u e de ce s iècle .\n\n\n\n\n                                                                               167\n"}, {"page_pdf": 183, "page_imprimee": 168, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2516, "texte": " m esse (1) et à e n te n d re les co n fe ssio n s d e ces\n rares p erso n n es q u i v ie n n e n t d ’elles-m ê m e s à\n le u rs p ie d s.\n     D o n c , p as d ’œ u v res à d ir ig e r , p a s d e co n fé­\n ren ces e c c lé sia stiq u e s, p as d ’in stru ctio n s c a té ­\n c h istiq u e s. L e s serm o n s sont to ta le m e n t su p ­\np rim é s, e x ce p té les d im a n ch e s d u te m p s de\n C a rê m e .\n     L a re lig io n la n g u it dan s to u te l ’a cce p tio n du\nm o t. P r ê tr e s et fid è le s c ro u p isse n t d a n s une\nin d iffé re n c e o u tra g e a n te . L e s un s e t le s autres\nson t é g a le m e n t a tte in ts d ’u n e lé th a rg ie s p ir i­\ntu e lle .\n     L e ch iffre d u c le rg é , avo n s-n o u s d it, d ép a sse\nle s 100. Q u e d e p ré c ie u x se rv ice s ne d evrait-o n\np as a tte n d re d ’un n o m b re si re sp e cta b le d ’o u ­\nv r ie r s ? m a is h é la s ! to u t e sp rit ju d ic ie u x et\nim p a r tia l d o it a v o u e r q u e l ’in so u cia n ce des\nch efs e t l ’a b se n ce ch e z e u x d ’e sp rit d ’o rg a n isa ­\ntio n on t se u le s été la ca u se d e s sca n d a le s so u ­\nle v é s to u s les jo u rs d a n s le c le r g é .\n    P a s u n d e ces p rêtres n ’a u n e c h a rg e , un\np o ste . C e so n t a u ta n t d e v a g a b o n d s , e rra n t dans\nle s ru es to rtu e u se s d e la c a p ita le , et a ttira n t les\nre g a rd s et l ’in d ig n a tio n de la p o p u la tio n c h ré ­\ntie n n e et m u su lm a n e .\n    P e rso n n e ne s ’in tére sse à le u r sort, et ils se\nv o ie n t co n tra in ts d e p ra tiq u e r d es m o y e n s p a r­\nfois h o n te u x p o u r g a g n e r ta n t b ie n q u e m a l le u r\nv ie . I l en est q u i o n t fini p a r o u b lie r le u r ca ra c­\ntère non se u le m e n t d e p rê tre , m a is en core\nd ’h o m m e, en s ’a d o n n a n t à un e v ie d ’o rg ie .\n    « E n O r ie n t, d is a it n a g u è re un v é n é ra b le\np ré la t la tin , en s ’a d re ssa n t à u n je u n e p rêtre\nm issio n n a ire , on o u b lie non se u le m e n t ce q u ’on\na a p p ris, m a is en co re c e q u ’on est, p rê tre . »\n    L a v ie ir ré g u liè r e e t sca n d a le u se d u clerg é\n\n    (1) C e tte o b liga tio n subsiste, dussent-ils dire leu r m esse\na illeu rs qu e dans l ’É g lis e p aro issia le. L e re lâ ch em en t et\nl ’in d isciplin e, en effet, le s a m êm e p o rtés à s’a b sen ter de\nleu rs paroisses p en dant des sem ain es sans se faire re m p lace r\np a r u n autre prêtre.\n\n\n\n\n168\n"}, {"page_pdf": 184, "page_imprimee": 169, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2612, "texte": "d o it n é ce ssa ire m e n t in flu e r su r c e lle d e s fid èle s.\nO n n ’a d u re ste q u ’à v is ite r les É g lis e s d e\nC o n sta n tin o p le p o u r s ’en co n v a in cre . Il e st p eu\nou p o in t d e co n trées, où l ’in d iffé re n ce r e lig ie u s e\nrencontre ta n t d ’a d e p te s q u ’à C o n sta n tin o p le .\n   L e s é g lise s n ’y so n t p as fré q u e n té e s ; les\nfid èles n e se so u v ie n n e n t p lu s d es leço n s du\nC a té ch ism e , la n o u v e lle g é n é ra tio n n e so u p ­\nçonne g u è re l ’e x is te n c e d e ce tte scie n ce r e li­\ng ieu se.\n    E n m ê m e tem p s la litu r g ie s ’e st c o m p lè te ­\nm ent d é fig u ré e , le s m esses ch a n té e s et le s offices\nd ivin s so n t su p p rim é s, (1) O n n ’en te n d p lu s q u e\nla m esse b a sse ; n e so m m es-n o u s p a s en d ro it\nde cra in d re q u ’e lle v a s u b ir le m ê m e so rt q u e les\nautres offices d e la litu r g ie ?\n    L e m a l se ra it p o u r b e a u c o u p d im in u é si l ’on\ns’o c cu p a it ta n t so it p eu d u c le rg é en lu i liv ra n t\ndu tr a v a il. Q u e d ’éco les p a ro issia le s e t d e c o l­\nlèges (2) m a n q u e n t d ’un bo n p ro fesseu r ! Q u e de\npostes so n t o ccu p é s p a r d es g en s in d ig n e s et\nm êm e p a r d es s c h ism a tiq u e s !\n    Il e st v ra im e n t n a vra n t d e co n sta te r to u s les\nans d es sca n d a le s n o u v e a u x p ro v e n a n t d e ce\nm a u vais c h o ix d es p ro fesseu rs.\n    N e p o u rra it-o n p as s u b stitu e r à d e p a re ils\nm onstres, d e s p rê tre s, d o n t la p re sq u e to ta lité\npossède u n e in stru ctio n s o lid e . D ’a u ta n t m ie u x\nque c e la a u ra it le d o u b le a v a n ta g e et d e te n ir en\nbonne ré p u ta tio n les c o llè g e s ou le s é co le s, et\nde d o n n er d u tra v a il au c le rg é .\n    L e z è le e t le d é v o u e m e n t sa u ra ie n t b ie n tro u ­\nver d ’a u tre s m o y e n s efficaces à te l b u t. M a is\n ce so n t là ju s te m e n t q u a lité s q u i m a n q u e n t à\n ceux a u x q u e ls e st co n fiée la ch a rg e d e c o n d u ire\n\n\n  (1) A p ein e a-t-on co n se rv é l’u sa ge d’e xé cu ter le s O ffices\ndivins, tels que M esse ch a n té e, V ê p r e s , e tc., dans d eu x ou trois\néglises. D a n s toutes le s autres é g lises, les dim an ch es et les\nfêtes p assen t com m e n ’im porte q u el jo u r de la sem ain e.\n  (2) Il fau t b ien rem a rq u er que toutes les é co le s et tous les\nco llèg es sont de fondation e cclésia stiq u e .\n\n\n\n\n12                                                                        169\n"}, {"page_pdf": 185, "page_imprimee": 170, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2022, "texte": "le c le rg é ; c 'e s t su r e u x            que       p èse     to u te      la\nre sp o n sa b ilité .\n\n\n                                       *\n    Q u e lq u e so m b re q u e p a ra isse l ’a v e n ir d e ces\nd e u x E g lis e s d e C o n sta n tin o p le e t d ’A n g o ra ,\nnous so m m es b ie n p e rsu a d é s q u e le P a ste u r\nsu p rê m e n e le s la isse ra g u è re d an s c e tte triste\nsitu a tio n .\n    T o u t e s le s sem a in es le c o u rrie r nous ap p o rte\nd es n o u v e lle s co n so la n te s d u cœ u r m êm e d e l ’A r ­\nm é n ie . U n e p ro v in ce e n tiè re m e n t sc h ism a tiq u e ,\noù le C a th o lic is m e n ’a v a it su ju s q u ’a u jo u r d ’h u i\np én étre r, s’est é b ra n lé e , e t c ’est p a r ce n ta in es\nq u ’e lle fo u rn it d es co n v e rtis au ca th o licism e .\nC ’e st le v ila y e t d e V a n . G râ c e a u x D o m in i­\nca in s fran ça is le c a th o lic ism e se m b le y a vo ir\na cq u is d e so lid e s fo n d em e n ts. E n m o in s de\nd e u x ans le s ca th o liq u e s so n t a rriv é s à a tte in d re\nle ch iffre re sp e cta cle d e 40,000. C e m o u v e m en t\na ca u sé u n e v iv e é m o tio n a u x c a th o liq u e s de\nC o n sta n tin o p le . B e a u c o u p d e p rê tre s re v ie n n e n t\nd e le u r co n d u ite sca n d a le u se , et nous som m es\np le in d e ce t e sp o ir q u e D ie u se s e rv ira d e ce\nm o y e n p o u r ram e n e r à lu i ta n t d ’â m es ég aré e s.\n    P u is s e le d iv in M a ître a c c é lé re r l ’h eu re où le\nv œ u d u g lo rie u x L é o n X I I I se ra en fin acco m ­\np li !\n                                                         X.\n    C o n sta n tin o p le , d é ce m b re 1898.\n\n  N. D. L. D :\n  Nos lecteurs voudront bien tolérer l’anonymat de ces remarques.\n  L e soin qu’il doit prendre de s’en cacher est en raison même de l’expérience de\nnotre auteur en ces questions et de la situation qu’il occupe.\n  Cette présentation du même coup rendra excusable l’exotisme de ces écritures.\n\n\n\n\n170\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-010", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 171, "page_fin": 171, "titre_corps": "Messe de minuit", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "FRANCIS VIELÉ-GRIFFIN.", "ancre_debut": "M E SSE D E M IN U IT           » N oël et ses cloches, tout", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 186, "page_imprimee": 171, "debut_caractere": 14, "fin_caractere_exclue": 2178, "texte": "M E SSE D E M IN U IT\n          »\nN oël et ses cloches, tout là-bas,\nAppelle dans la nuit, à travers bois,\nAvec des sanglots dans la voix....\nNous nous sommes levés de la table tiède ;\nT u n'entendais que l’hymne encor ! du Rois des rois,\nE t j ’écoutais du seuil, dans le vent d’effroi,\nL ’Espoir désespéré qui crie à l’aide ! ....\n\nAlors nous avons pris le manteau et la torche ;\n— L a neige éperdument tournoyait sous le porche —\nJ ’ai relevé ma cape, tu as serré ton voile ;\nE t nous avons marché, dans la nuit, vers l’Etoile,\nD u vieux pas des aïeux, à l’appel des cloches.\n\nE t, vers leur chant, là-bas, dans la huée du vent,\nNous allions, côte à côte, par la route où, souvent,\nSous la lune nouvelle ou le soleil penché,\nNos ombres, devant nous, côte à côte, ont marché\n— Où nous suivions nos ombres qui s’ en allaient devant,\n( Vers quel but ? pour quelle fin ?) l’une vers l’autre penchée —\nTu chantais un n0ël ; moi, je marchais, rêvant.\n\nL e portail est ouvert ; mais l’ église est déserte !\nL a nudité de Dieu que l’homme avait couverte\nDe l’orfroi de son rêve, des pourpres de sa joie,\nFrissonnait, devant nous, dans la crèche de bois\n— Tri pris ton âme toute et la lui as offerte....\n\nE t moi, j ’aurais voulu, prêtre ordonné du Verbe,\nCouvrir l’enfant divin d’un vêtement superbe,\nL ’ adorer comme un mage-roi, à deux genoux,\n— T u lui disais, tout bas : Enfant Dieu, sauvez-nous !...\n\n\nNous sommes revenus par les sentiers sans herbe.\n\n\nJe songeais : fut-elle vaine donc, la loi d' amour ?\nChrist, voici que la nuit est la même, toujours :\nL a honte est sur nos fronts comme aux plus anciens jours ;\nL a parole blasphème et la haine a vaincu ;\nEst-ce donc pour ceci que nous avons vécu ?\nQu’ espéraient-ils, ceux-là, nos pères forts et tendres ?\nAvons-nous pris la torche vive pour la rendre\nEteinte dans la nuit qu’ elle doit éclairer ?\nNous légua-t-on l’espoir pour nous désespérer ?...\n— Mais toi, dans le silence, tu croyais entendre\nDes voix d’anges chantant par dessus les guérets.\n\n                                       F r a n c is V ie l é - G r if f in .\n\n\n\n\n                                                                          171\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-011", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 172, "page_fin": 174, "titre_corps": "Un pauvre Noël", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "F. 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L à , une jeune femme était\n assise : elle tenait entre ses bras un petit enfant de\n deux mois à peine.\n    Seule, et lasse du travail de la journée, depuis des\n heures elle le prenait sur ses genoux et le reprenait,\n lui parlait, le caressait, l’embrassait, tâchait de le\n réchauffer. Mais il pleurait toujours ; il pleurait mi­\n sérablement, remuant ses petites jam bes, fermant\n ses petits poings et les frottant l’un contre l’autre...\n Il y avait, sur ce raccourci de visage humain que la\n douleur déformait,une expression d’angoisse qui était\n navrante. Oh ! l’horrible souffrance qui tue ces inno­\n cents ! Est-ce qu’ils entrent au monde pour souffrir ?\n    L e petit corps gisait sur les genoux de la jeune\nfemme.\n    Que faire ! E lle avait tout essayé, vainement tout\nessayé.\n    A h ! s’il avait pu parler !... E t, bien sûr, il parlait !\nM ais que voulait-il dire, et comment saisir un sens\ndans ce vagissem ent monotone et sans fin ? E lle ne\nsavait pas ; elle ne pouvait pas savoir. Ces petits sont\ndes énigmes ! Que désirent-ils, et que demandent-ils ?\nAm es obscures et douloureuses, âmes closes où se\ndébat une pensée crépusculaire....\n    Entre ses bras, contre son sein, elle tenait le cher\npetit, qui était presque mort ; et sur ces paupières\nridées, sur ces pauvres joues de momie, un regard\nineffablement triste, un long regard plein d’angoisse,\ntombait des yeux maternels. E t oui, c ’était là sa pe­\ntite âme, c ’était son cher amour, le petit enfant\nqu’elle avait désiré et attendu dans la souffrance,\nqu’elle avait reçu dans ses bras et couvert de baisers.\nL ’avait-elle aimé et choyé, ce premier-né ! C ’est\n\n\n\n\n172\n"}, {"page_pdf": 188, "page_imprimee": 173, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2347, "texte": "qu’elle avait encore cette jeunesse d’âme qui fait le\ncœur des mères plus tendre et plus ingénieux, déli­\ncieusement tendre, délicieusement naïf dans la\ntendresse.\n    Aussi, combien elle souffrait ! C ’était un affreux\nmartyre.\n    Cette plainte continue, cette lamentation sem­\nblable à un râle, ces pauvres petits cris, aigres,\nrauques, brisés, lui entraient dans le cœur comme\nune lame. E lle était bien la crucifiée de l’amour\nmaternel... E t toute seule, près de ce feu mort,\ndevant cette douleur qu’elle ne pouvait soulager,\net qui la torturait elle-même, toute seule ! Son\nhomme qui était allé à « la ville » pour faire un peu\nd’argent, n’était pas revenu. Pourquoi ? que lui\nétait-il arrivé ? Mon Dieu, quelle veillée de N oël !\n    Ailleurs, on partait : c’était l’heure, maintenant.\n    On partait gaîment ; on partait chaudement vêtu.\n    Cette messe la nuit, ces cloches qui s’éveillaient\nlà haut et qui sonnaient à tue-tête, la vieille église\n étincelante et m ystérieuse : tout cela, quand elle\n était petite fille, l’avait enchantée. Quelle impatience\n au départ ; et, quelle joie, quelle vision céleste à\n l’arrivée ! L ’étoile et les anges chanteurs ; la vierge\n adoratrice et l’Enfant-Jésus ! L ’Enfant-Jésus couché\n sur la paille, de la vraie p aille ,         oui, et tout\n petit, et qui doit avoir bien froid dans cette étable\n de Bethléem .........\n     Ces souvenirs remontaient de sa mémoire.\n     En même tem ps, elle jeta autour d’elle un regard,\n un singulier regard, distrait, presque étonné. E lle\n songeait        « E h oui ! c ’était comme cela, l’hiver,\n la nuit         T outes les portes s’étaient fermées\n  devant eux ; on les avait jetés dehors. Oh ! les\n petites gens, c’est cela. E t ils erraient au hasard,\n  le cœur gros de tristesse, bien malheureux et ne\n  sachant où se réfugier         Ils ne trouvèrent qu’une\n  étable abandonnée où la bise soufflait une neige\n  fine, qui était de glace. C ’est là qu’elle tomba de\n  fatigue et de froid ; c’est là, au milieu de la nuit,\n  en plein champ, dehors « quasiment » et dans la\n  neige, qu’i l vint        Pauvre femme, pauvre petit\n  enfant ! Oh ! cette naissance, cette nuit glacée et\n  cette misère ! T out nu et si tendre, entre les plis\n  gelés d’un vieux manteau ! P auvre petit enfant !\n\n\n\n\n                                                       173\n"}, {"page_pdf": 189, "page_imprimee": 174, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2172, "texte": "  E t elle, quand elle sentait contre sa poitrine le\n petit corps qui frissonnait, quand elle voyait la\n petite figure mordue par le froid !...... Mon Dieu !\n         Oh, oui ! vous étiez plus malheureux que\n nous, et plus abandonnés et plus pauvres. Elle\n souffrait bien davantage, L u i aussi, L ui su rto u t!....\n          Mon Dieu, ne nous plaignons pas, nous\n autres. Souffrons, soumis comme eux et résignés\n comme eux : « que votre volonté soit faite » !\n    Allons ! Chère petite âme, ne pleurons plus, ne\n pleurons plus: soyons sa g e.... Allons! dodo, dodo...\n             Il est né, le Divin Enfant :\n             Jouez, hautbois, résonnez, m usettes...\n N ’est-ce p as? nous souffrons moins m aintenant....\n Dorm ons....\n          Q u’il est beau, comme il est charmant !\n          Q u’il est doux, le Divin Enfant !\n Il dort... Ses lèvres, ses joues se sont colorées. Il\nsourit en dormant ; et quel sourire ? Jamais je n’a­\nvais vu cela ! C ’est L ui qui l’a guéri, et Il lui appa­\nra ît? Mon petit Jean voit l’Enfant-Jésus.... L es\nenfants !...»\n    Délicatem ent, et d’un mouvement si souple ! elle\nse coulait près du petit berceau. E t pendant que les\ngrains de son chapelet glissaient entre ses doigts, la\nreconnaissance et la joie, une jo ie délicieuse et\ncalme, celle de l’enfant qui laisse tomber sa tête\nlasse sur le sein de sa m ère... et s’y repose, met­\ntaient sur ses lèvres un divin sourire et, dans son\nregard, cette flamme si pure et si douce qui trans­\nfigure les saints. Oh ! oui, elle savait bien, elle\nsentait bien quelle n’était pas seule, qu’une Pensée\nBienveillante et Providentielle veillait, qu’il y a\nlà-haut des âmes amies, là-haut la V ierge maternelle,\nlà-haut un D ieu qui s’est dit notre frère, là-haut le\nP ère, tout bon et tout puissant, qui mesure le vent\nà la brebis tondue et revêt les passereaux eux-mêmes\nd’une chaude fourrure. P our ces simples, le ciel est\nplein ; pour eux la vie n’est pas la nuit sans étoiles.\nIls marchent à l’étoile, entrevue très loin, au De la...\ncomme une aurore            , l’aurore du jour éternel.\n  P auvre N oël : Bon N oël !\n\n                                      F.   M ontagnon.\n\n\n\n\n174\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-013", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 176, "page_fin": 180, "titre_corps": "M. Adrien Mithouard ou l’Idéalisme réduit au bon-sens", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "EDMOND DE BRUIJN.", "ancre_debut": "M. Adrien M ithouard ou l’Idéalisme réduit au bon-sens.      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D a rm e ste te r p rête a u x « P ro p h è te s d ’ Israël» ,\ne t c o n jo in te m e n t à m e so u v e n ir d e ce q u e\nM ic h e le t a p e rç o it d an s l ’A rd e n n e et l ’a rd e n ­\nn a is, à m e d ire q u e T a in e fu t d e là , su rto u t\nG e rso n , e t q u ’en effet m on am i e st p a tie n t,\no b stin é , ni fa n ta isiste , ni sp o n ta n é , le n t, m é d i­\nta tif, g ra v e et fé ro ce m e n t v ig o u r e u x .\n     E t to u jo u rs j e m e la isse a lle r à le co n ce v o ir\nen ce tte lé g e n d e ico n o g ra p h iq u e — v o y e z : un\nru d e fo rg ero n a u x y e u x c la irs s ’a rcb o u te, ja m ­\nb es éca rté e s, b ra s en c o r b e ille , p lie u n e b ra n ch e\nd e fer e t ah a n e à ra p p ro ch e r le s d e u x b o u ts en\nu n ce rcle p a rfa it.\n                                     *\n     C a r c ’e st la p a ssio n d u p o è te -p h ilo so p h e de\nco n fro n ter d e u x é lé m e n ts d ’im p re ssio n , d e les\nren ferm er en un ra p p o rt a b so lu q u i é tre in t une\nh a rm o n ie d é fin itiv e ; en m êm e te m p s q u ’il est\nco n scie n t d e c e tte o p é ra tio n d e son e sp rit et\ntro u b lé d e so n é m in e n ce. N o te z q u ’il fa it d e s­\nce n d re D ie u , en ta n t q u ’a ttrib u t, co m m e s’e x ­\np rim e la te r m in o lo g ie , d an s la p e rfe ctio n d ’un\nlie n lo g iq u e . L ’in d is s o lu b le co n v e n a n ce d e d e u x\né lé m e n ts p a rtic ip e en effet d e l ’a b so lu . P a r le\nfa it q u ’il en p re n d co n scie n ce , le p h ilo so p h e\nd e v ie n t u n m y s tiq u e e t d o u e son s y llo g is m e\nd es c o n d itio n s d e l ’a cte d e p ié té . M . M ith o u a rd\ne n te n d a n t la m esse, p rie ra p eu t-ê tre en g é o m é ­\ntrie .\n    T o u t e co n v e n a n ce en se rra n t d u d iv in , il en\ns e ra it d es co n ve n a n ce s a ffe ctiv e s co m m e d es co n ­\nv e n a n ce s d ia le c tiq u e s , (1) M a is si ce lle s-ci son t\np eu t-ê tre p ro v iso ire s et en fin d e co m p te i llu ­\nsion s v e rb a le s , m a is au m o in s v ra is e m b la b le s ,\nc e lle s -là so n t a p p a re m m e n t im p ro b a b le s. N o tre\n          ( 1 ) Nous voici désolés des deux côtés de Dieu\n               Afin que nos désirs étincellent en lui.\n\n\n\n\n176\n"}, {"page_pdf": 192, "page_imprimee": 177, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3052, "texte": "la n g a g e d ès lo rs à ce s u je t e st erron é, p arce\nq u ’il e st fa ta le m e n t c a té g o riq u e , (1)\n    M a is nous ne d e v o n s p as p ré m u n ir n o tre\np o ète. I l s a it q u e les m o ts so n t p ip é s e t q u e\nlo rsq u ’il a p p ro p rie d e s re la tio n s ou d isso u t d es\no p p o sitio n s le n œ u d se ra lâ ch e et les a n tith è se s\nv e rb a le s (2). E t si le s m o ts so n t a p p ro x im a tifs,\net si les id é e s so n t so lid a ire s d es m o ts, et si les\np assio n s tric h e n t, e t si les p ercep tio n s so n t\nre la tiv e s, co m m e n t a p a ise ro n s nous l ’in stin c t\nq u i e st en nous d e ce q u i e st c e rta in , d e ce q u i\nest lo g iq u e , d e ce q u i e st d é fin itif, de ce q u i est\na b so lu ? N o u s serron s d an s le s m a in s le fer re ­\nco u rb é, nous v o y o n s b ien q u ’il e st v ir tu e lle m e n t\np o ssib le d e le fe rm e r en ce rc le , m a is notre\nv ig u e u r e st in o p é ra n te .\n    L e so u ci d e c e tte p o s s ib ilité d e le re fe rm er,\nest-ce u n e te n ta tio n ?\n    N o tr e in stin c t n ’a p a s d r o it à ê tre sa tisfa it et\nnous ne ressen to n s p as le d e v o ir d e le sa tisfa ire .\n C e se ra it g ra tu ite fo lie q u e d ’e s s a y e r la tr ia n ­\ng u la tio n d e la T r in it é . C o n te n to n s nous de\ntro u v e r J ésu s a cc e ssib le (3 ).\n                                 *\n    U n ce rv e a u a in si te n d u a to u t à c ra in d re d es\np iè g e s d e la n a tu re : il suffit q u ’e lle lu i so u rie\ndans sa sin c é rité n u e . . . e t v o ilà q u e notre\né g a re m e n t m o m e n ta n é d e v a n t e lle n o u s d is tr a it\ndes co n stru ctio n s in té rie u re s q u e n o tre co n ­\nscien ce re te n a it : e lle s so n t a b o lie s .\n    T a u le r , d é c id é à m é d ite r , a v a it fu i les\nh om m es p o u r fré q u e n te r le s a r b r e s ... M a is à\nm esu re q u e ses p en sées s ’e x a c e rb a ie n t, il d u t\ncra in d re d e v o ir les a r b r e s -m ê m e s lu i fa ire\nsig n e, ca r il r a b a ttit son ca p u ch o n .\n    C e lu i q u e la n a tu re effa ro u ch e, a t ô t p ris\nl ’h a b itu d e d e la m é p rise r : il se fit a in si q u e\nM . M ith o u a rd se re co n n u t a n tin a tu ra liste et p ar\nlà-m êm e q u e lq u e p eu m a n ich é e n ; la sim p le sse\nde nos h a b itu d e s m e n ta le s e t la te n ta n te fa c ilité\n   (1) G erso n et B o ssu et s’en priren t à la ten eu r affirm ative du\nrécit fait p ar R u ijsb ro e ck de son union a v e c D ie u . L a logique\nv e rb a le fait dire a u x am ants qui ont com m unié :\n    « Nous ne sommes plus qu’un puisque nous deux c’est L u i. »\n             (2) Comment prier ? etc.\n            (3) Je suis Celui que tu supposes...\n                 ... Car j e suis le Christ de toutes les âmes\n                     A la tienne je me façonne\n                     Je te parle comme tu penses...\n                 ... I l y aie Jésus de chacun.\n\n\n\n\n                                                                      177\n"}, {"page_pdf": 193, "page_imprimee": 178, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3119, "texte": "d e l ’o p p o sitio n p o u v a ie n t-e lle s ne p as l ’a m en er\n— à tro u v e r irré d u c tib le s , l ’in stin ct v ita l — ém o­\ntio n — e t le sens r e lig ie u x — ré fle x io n — ?\n    I l y a e rre u r, non p as ta n t d an s c e tte m a n iè re\nd e se co m p o rte r q u e d a n s les ju s tific a tio n s q u ’on\ns ’a cco rd e : b o u d e r à la n a tu re n ’est p as un d ro it\nd e l ’h om m e q u i p en se, m a is u n e façon d é fe n siv e\nq u ’il affecte et q u e la d é b ilit é , en ta n t q u ’h om m es,\nd e la p lu p a rt d es su je ts p en san ts n é ce ssite . O n\nren o n ce à la n a tu re , non p o u r d e bo n n es ra iso n s,\nm a is d e c ra in te d e co m p ro m e ttre la su rn a tu re .\nC e p a ri e m p o rte q u e lq u e a p p a re n ce tra g iq u e ,\nm a is n ’e st en so m m e q u ’assez e n fa n tin . C o n s i­\nd é ré en ta n t q u e p o s s i b l e , le h éro s-p e n seu r, je\nn e d is p as, c o n c ilie ra it ces a n tin o m ie s — ca r je\nn ’en a p erço is p a s — m ais a u ra it co n scie n ce d ’u n e\nfa c u lté assez ro b u ste p o u r ne p as re d o u te r d ’en\nu ser p a rm i son é p o u se , ses en fan ts, le s sp e c ta ­\ncle s, les h e rb a g e s g ras et le s p o m m ie rs d u P a ­\nra d is.\n    A h ! ce to u rm e n t d e la s y n th è s e , co m m e il\nro n g e a nos m o e lle s, et q u e l rêve fou q u e d ’être\nle d e sce n d a n t h a rm o n ie u x d u fils d e D ie u e t de\nla fille d e l ’h o m m e (1).\n    M a is v o y e z les d o n c, les h o m m es, n o u s e ssen ­\ntie lle m e n t m é d io cres, en q u e l é ta t ils re v ie n n e n t\nd e ce tte d iv in e e sca p a d e ! V e rs q u e lq u e a b so lu\nq u ’ils a ie n t a p p a re illé , b lê m e s e t p ite u x au re­\nto u r, ils n o u s ra co n te n t en tre m b la n t le u r\nd é sa stre . N o u s avo n s e n te n d u d e ces o d y ssé e s\nd iv e rs e s : L e Voyage d ’ Urien, d e G id e ; L e F a n ­\ntôme, d e G o u rm o n t ; n o u s a llo n s e n te n d re : L e\nPauvre Pécheur, d e n o tre a m i.\n    In c id e m m e n t — p u is q u e p o u r q u e lq u e s uns\nil s’a g it d ’art, a u ssi ou se u le m e n t — re m a r­\nq u o n s q u e ce t h é ro ïq u e é clo p é ra m èn e d e ce\ntê te à tê te a v e c l ’a b so lu u n e fa ço n d e s’e x p rim e r\na ig ü e e t o u tra n ciè re , a v e c des à co u p s d ’in e ffa b le\ne t frê le ten d resse : d es so n o rités é c la te n t co m m e\nd es flo raison s d ’a lo ès, m a is d es ca re sse s ém u es\nré p a n d e n t le p arfu m frais d es fo u g è re s m o u il­\nlé e s en m a i.\n                                    *\n   (1) G e n . V : « G ig a n te s autem erant su p er te r ra m in diebus\nillis ; p o stquam enim in gressi sunt filii D e i ad filias hom inum ,\nilla e q u e gen u eru n t, isti sunt p o ten tes a sæ cu lo viri fam osi. »\n   M ais cet équ ilib re de la raiso n et de la passion, ce t a cco rd\ndu sen s re lig ie u x et de l ’in stin ct v ita l, h yp o th étiq u em en t,\no u tra g e a p eut-être l’abso lu om brageu x. D ie u se rep en tit. L e\nd élu ge em porta-t-il toute réu ssite u ltérieu re ?\n\n\n\n\n178\n"}, {"page_pdf": 194, "page_imprimee": 179, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 4186, "texte": "    P r a tiq u e m e n t. N e p as s’o b stin e r d a n s u n e\nd é ce p tio n , se re co n n a ître d é sa b u sé , en p re n d re\nson p a rti et re ch erch e r un co n te n te m e n t m o in s\no r g u e ille u x (1).\n    D u h a u t du c ie l D ie u a te n d u , o u i, l ’é c h e lle\nd ’or à q u e lq u e s m y s tiq u e s é lu s q u i la g ra v ire n t\nd ’un p as sû r. M a is é rig é e d ’un e te rre so lid e ,\nvers un c ie l in a c c e s s ib le , co n tre q u o i s’arcbo u te-t-\ne lle , si c ’e st n o u s q u i la d resson s ? S u r q u e lle\np aro i id é a le la rep o sero n s n o u s : to u te s nos e x ­\np érie n ce s so n t a ve n tu re u se s, de ch e rch e r D ie u\nsur le s lè v re s d e n o tre a m ie , ou au fo n d d e l ’or\n    (1) E n re g a rd de la déterm in ation d e M . M ithouard, il sera\nsalu taire d ’exp o ser com m ent, ap rès a v o ir é g alem en t m ordu\ndans la cen d re du fruit, q u e lq u es co n tem p o rain s décid èren t\nde se co m p o rter.\n    S ign a lo n s trois je u n e s hom m es rep résen tatifs qui vien n en t\nde faire l’exp érien ce de la re la tiv ité : l ’un, sp ecta te u r ébah i,\nin décis à sortir de l ’e x p e c ta tiv e , v e u t m éd iter d ’abord sur le\npoint de sa v o ir si un effort serait efficace, m ais non e ssa y er,\nl ’autre n ’étan t p as a m bitieu x jo u it ; le tro isièm e, cu p id e de\njo u issan ces p lu s satisfaisa n tes, et a ya n t abdiqué la d élicate sse\ndu p rem ier,p ro fite a v e c cyn ism e des b én é fice s de la d ésillu sio n .\n              I \" U n jour pourtant, vous le savez\n                  J'ai voulu regarder la vie,\n                  Nous nous penchâmes vers les choses.\n                  Mais je les ai comprises alors\n                  S i sérieuses, si terribles,\n                  S i responsables de toutes parts, —\n                  Que je n’ai pas osé les dire —\n                  Je m’en suis détourné — ah ! Madame — pardon !\n                  J ’ai préféré dire un mensonge.\n                  J ’avais peur de crier trop fort\n                  E t d’abîm er la poésie\n                  S i j ’avais dit la V érité.\n                  L a V érité qu’il faut entendre ;\n                  J’ai préféré mentir encore\n                  E t d ’attendre, — d’attendre, d’attendre.\n                                      (André G ide : E nvoi in fine V o y a g e d ’U r i e n )\n    I I \" Non, mais, vraim ent.... Pouvons nous être mieux, à cette heure, qu’assis\n        tous les deux à causer, regardant les femmes en buvant un verre .... Des\n        esprits grincheux pourraient contester que nous remplissions tout notre\n        « devoir présent » mais tout cela est vraiment bien gentil à voir chatoyer....\n                  (Jean de Tinan : A i m i e n n e o u l e D é t o u r n e m e n t d e m i n e u r e )\n   I I I « Qu’est-ce qu’un homme d’action qui s’est habitué à m éditer sur la mort ?\n         M ettriez vous votre enjeu sur un individu assez philosophe pour sourire des\n         précautions minutieuses d’un ambitieux, sous prétexte qu’on ne peut guère\n         prévoir utilement plus de cinq ou six accidents e t que le nombre des possibles\n         est illim ité ? E t comme c’est agréable de s’embarquer avec un sage qui nous\n         déclare au moment critique : « Après tout, les choses n’ont que l’importance\n         que nous leur donnons, et tourne qui tourne, il n’y aura rien de changé dans\n         l’univers. » Je reconnais que j'aurais fait un meilleur candidat et que dans\n         certaines circonstances je me serais évité des échecs, si j ’avais pu écraser\n         cette petite manie raisonneuse et dégoûtée qui fait si bon effet dans les grands\n         ramages littéraires. V iv e le bon sens tout plat, la raison prosaïque, quand\n         leur tour est venu ! Dans un plan où seul le succès compte, les vérités m éta­\n         physiques ne sont plus qu'une cause d’erreur, et s’y amuser c’est alors le fait\n         d’un esprit subalterne.\n                                           (Maurice Barrès : S t a n i s l a s d e G u a i t a ) .\n\n\n\n\n                                                                                                 179\n"}, {"page_pdf": 195, "page_imprimee": 180, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2947, "texte": " d e n o tre d é lire a rtific ie l. D ie u ne se d o it pas\n a in si. A lo r s q u o i ? « N e p lu s le ch e rch e r dans\n la te rre u r b la n ch e , fa ire san s g é m ir son p etit\n d e v o ir, v iv re d an s la v e rtu sim p le e t d an s les\n d o u ceu rs p é n ite n tie lle s . »\n     M . M ith o u a rd , c la ir v o y a n t, se ré sig n e ra\n d o n c se re in e m e n t à être u n e p la n te de la zon e\nte m p é ré e .\n                                    *\n     E t p a r e x e m p le , je p o u rra is s ig n a le r cette\nflo raison -ci : ce ly r iq u e s ’est fa it é lire co n se ille r\nm u n ic ip a l d e P a r is . Je sais b ie n q u e p lu sie u rs\nnous co n fien t le so u ci d e « le u r » ch ose p u b liq u e\n et se p ro m e tte n t d e d e v e n ir B o n a p a rte , après\nq u ’ils a u ro n t écrit q u e lq u e s gros a r tic le s ... N o u s\nle u r co n se illo n s p lu tô t d ’être assez n a ïv e m e n t\nl ’e n fa n t de le u r q u a rtie r, et de co n trô le r le s très\nm in u scu le s b é v u e s a d m in istra tiv e s q u i m o d ifie n t\nou d é te rm in e n t en so m m e nos p ro m e n a d e s, nos\néco les, nos h ô p ita u x , n o tre q u o tid ie n n e v ie m a­\nté r ie lle et p o u r un p eu sp iritu e lle . E t h a b ili­\nta n t a in si nos so u ve n irs, tou s ces m en u s d é ta ils\ne t p é rip é tie s d ’u n e p e tite ca m p a g n e é le c to ra le ,\ne t en l ’e sp èce ces v is ite s a u x co n cie rg e s et ch ez\nle s co lle u rs , ces réu n io n s où le c a n d id a t se\ntro u v a it in te rp e llé : n o u rrisson d e M . L e r o lle !,\ne t la ré d a ctio n d e ce fo llic u le : L ’Écho du\nSeptième, et ces affiches roses : Q u a r tie r de\nl ’ É c o le M ilita ir e , et là d esso u s m êm e, p arm i les\nsig n a ta ire s, F r a n ç o is C o p p é e c o u d o y a n t un\nm a rch a n d -b o u ch e r, to u t ce la , q u i p e u t se co n si­\nd é re r a v e c b o n h o m ie , se d o u e p o u r nous d ’un\nex p o sa n t d e g r a v ité , e t le s p etits m o y e n s , à\nl ’u sa g e , nous in d iq u e n t un co u ra g e très e x e m ­\np la ire .\n                                    *\n     A u fa it et p o u r so ld e r en b é n éfice , re m a r­\nq u on s q u e p a r là-m êm e n o tre p o è te v a s ’a u g ­\nm en ter d ’un sens p lu s a ig u d es ré a lité s. L ’a rb re\nly r iq u e q u i s ’é c h e v e la it v e rs les n u ag es a v a it\nto u t à cra in d re d ’un g ra n d v e n t, si ses racin es\nne v e n a ie n t à m o rd re le te rre a u . M a is d u m o ­\nm e n t q u e d es n o u rritu re s scie n tifiq u e s e n tre ­\ntie n n en t ses fa cu lté s im a g in a tiv e s e t a ffectives,\nco n sid é ro n s le p en se u r a v e c sé cu rité ; notre\nco n d e sce n d a n ce ira ju s q u ’à to lé re r un v e r tig e\nm o d iq u e ... N o u s n ’avo n s p lu s à re d o u te r ni l a\nfo lie , ni le p éch é.\n                                   E dmond        d e   B r u ij n .\n\n\n\n\n180\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-015", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 181, "page_fin": 195, "titre_corps": "Le Livre du Vertige", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "Le Livre du Vertige  Parm i les royautés abys", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 198, "page_imprimee": 181, "debut_caractere": 11, "fin_caractere_exclue": 1783, "texte": "Le Livre du Vertige\n\nParm i les royautés abyssales du ciel,\nChrist éternellement monte au P ère éternel.\n\nE t je sens, ô Jésus, que je monte vers vous.\nJ’ai presque détaché le lien qui me noue\nAu fardeau de mon corps traîné dans le mépris.\nJe me suis fait mourir pour être un pur esprit.\nJe m’élève vers vous comme un ange léger.\nL ’homme est sorti de l’homme et pour vous approcher\nCingle vers le vol un des vertus furibondes......\nAdam vient de franchir un des cercles du monde.\n\nMais où est l’animal qui s’est humanisé ?\nQuelle plante a bondi du sein de la rosée ?\nA ux entrailles du sol a-t-il fleuri des pierres ?\nE t une nébuleuse, une escadre solaire,\nP our monter avec nous sort-elle de la nuit ?\nL a Création folle est-ce qu’elle me suit ?\n\n\n\nDans les fonds, le torrent roule une artillerie\nE t l’on n’entendrait pas si je poussais un cri !\nQuelques arbres tordus,puis des blocs de décombres,\nPuis plus bas deux lueurs glissantes — puis de l’ombre\nJusqu’à cette muraille où je suis, coule à pic.\nD e l’ombre ? Un lieu muet, de l’espace tragique.\nCombien d’ombre au dessous des deux clartés livides.\nA plein espace, par dessus l’ombre, le vide !\n\nC ’est au bord de cela que je suis arrêté\n                         ***\nSi Jésus me disait de me précipiter !\n                          *\n                          *     *\nTom ber\n               jusqu’au fond,\n                                     les yeux ouverts,\nE t voir\n             s’élargir,\n                           la nuit des pierres !\nUn grand vent\n                  d’air arraché\n                                    sur mon front qui sue,\nUn volcan\n               de bleus soleils,\n                                      un coup de massue !\n\n\n\n\n                                                         181\n"}, {"page_pdf": 199, "page_imprimee": 182, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1613, "texte": "             A h ! de l’autre côté\nQue le grand paysage est baigné de clarté !\n                       *\n                     * *\n                     Point d’ailes\nQui vous portent si vites et vous déchevèlent\nD e si vertigineuse allure à travers l’air.\nChoir sans rémission, voler avec colère :\nL ’élan suprême, la vitesse de l’amour !\nM oi, l’homme aux pas tardifs traînés le long des jours!\n\nOui, mais ne plus tenir la terre sous ses pieds,\nT o u t perdre, dans le vide énorme se noyer,\nRien qu’on puisse palper, qu’on frôle, où l’on se pose,\nA v e c l’inquiétude alors d’être une chose,\nPuique Dieu nous a faits stables en nous créant.\nE tre partout soi-même en proie à du néant.\nA h ! les pieds qui saignaient à travers les cailloux,\nQ u’ils battent l’air affreusement et les genoux !\nCe sont eux les membres souffrants des grandes chûtes.\nE tre fou de ne rien étreindre une minute !\n                            ***\n         Mon corps mortel, mon corps vivant,\n         V os mains seraient des chairs meurtries,\n         Si je n’étais ce pauvre enfant,\n         V os mains aux bonnes industries.\n\n         Mon corps, vous êtes doux et beau,\n         V otre stature est ju ste et forte,\n         Vous qui pendriez en lambeaux,\n         Vous palpitez de folle sorte.\n\n         Mon corps qui m’avez obéi,\n         Vous aimez l’eau claire et l’été,\n         M a chair par la peur envahie,\n         Je vous touche et vous existez.\n                          *\n                        * *\nE t puisque je n’ai pu m’asservir la nature,\nJe suis redescendu pour pleurer en lieu sûr.\n\n\n                          *\n\n\n183\n"}, {"page_pdf": 200, "page_imprimee": 183, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1774, "texte": "C ’est moi dans la nuit, M arthe, lève-toi.\nDebout ta chair tiède et ton cœur qui tremble.\nPosons nos genoux sur le gravier froid.\nVeillons côté à côté et prions ensemble.\n\nPrions sans nous voir, nous sachant dans l’ombre,\nVenus tout hagards du fond du sommeil,\nDans l’informe nuit sans couleur, sans nombre,\nL es yeu x grands ouverts vers de noirs soleils.\n\nL ’âme grelottante, appelons l’Époux.\nT out l’espace est noir de sa grande absence,\nOuvrons fixem ent les yeux devant nous\nE t prions sans voir, la mort dans les sens.\n\nJusqu’à temps qu’il fuse un sanglant éclair,\nDilatons vers lui des yeux ténébreux,\nJusqu’à tem ps qu’un astre, éclaboussant l’air,\nS’allume devant nos immenses yeux !\n\n                        *\nComment prier ? L e s mots sont des images.\n                  C ’est dommage,\nIl en est de si pitoyablem ent agiles,\nMais il n’est pas en eux de pensée assez dense,\n          Ils sont une forme fragile,\nEt le Seigneur est-il sous le joug de nos sens ?\n       Ils ne disent pas le fond de notre âme.\n          En chacun d’eux il sonne un blâme,\n          Il hésite un discours menteur :\n          Peut-on les dire avec pudeur ?\n\n                  N e rien dire plutôt.\nNe pas dire des mots qui ne nous disent pas.\n         P uisqu’on ne peut penser tout haut,\n                 N e pas parler tout bas,\nT aire des chapelets d’aspirations vagues,\nÊtre un fleuve d’amour ondulant vague à vague,\nMéditer devant D ieu sans jam ais lui rien dire,\nMener un chœur intime, unanime de lyres\n          Harmonieusement muettes,\n                  U ne idéale théorie\n          D es passantes de notre esprit,\nT isser de l’ineffable en heures inquiètes,\nEtre en silence un lac plein du glisser des cygnes...\n\n\n\n\n                                                   183\n"}, {"page_pdf": 201, "page_imprimee": 184, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1784, "texte": "Oui, mais comment fixer des lueurs sans reflets ?\nL ’idée est enchaînée au verbe qui la signe.\n              N otre prière est un bouquet\nQu’il faut cueillir, qu’il faut tenir avec nos mains.\nL ’intelligence est faite avec d’anciens langages.\nL a pensée a reçu des paroles en gage :\n           Si l’on ne parle, on pense en vain.\n\nN e pas même penser alors ce que l’on pense,\nEtre en toute ferveur un feu follet qui danse,\nJouer de mille obscurs mouvements en soi-même,\nPousser du fond de soi la puissance qui aime,\n               L a prière parfaite :\nUne paralysie amoureuse de l’homme,\nE tre passivem ent une âme qui végète\nE t renier, Jésus, ce mot dont je te nomme.\n\n                         *\nSonneurs de rouge, coqs des fleurs, coquelicots,\nD ont l’éclat crisse en l’or des soirs dominicaux,\nMon âme fraternise avec vous, fleurs brûlantes,\nFleurs de sang, fleurs de Saturne, fleurs ululantes,\nTrom pettes éructant des rages sabbatines,\nVrilles de vermillon, blessures scarlatines,\nPrintem ps de braise, A vril, bruine d’étincelles,\nPhares vifs au soleil dont la flamme éteint celle\nD u jour qui par dessus vos transports s’obscurcit,\nMa fauve ardeur s’exalte à vos apoplexies.\nPicrocholes des champs, papillons incarnats,\nM a ferveur en vos fleurs de foudre s’incarna,\nE t dans l’égorgement de vos coeurs écarlates,\nC ’est mon tourment exaspéré que vous parlâtes.\nMon cri, que je voudrais que le ciel entendît,\nPiaffe en vos lueurs, arde en vos incendies.\nV ous qui vous efforcez, en hurlant de douleur,\nA sortir à jam ais du cercle des couleurs\nL e courroux qui vous fit resplendir ne fut-il\nSem blable au rêve fou dont mon âme rutile ?\nFleurs brûlantes où meurt sans trêve un cri suprême,\nH ardi ! — H ardi, la plaine aiguë avec moi-même !\n\n                         *\n\n\n\n184\n"}, {"page_pdf": 202, "page_imprimee": 185, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1904, "texte": "Dans le ciel, océan lumineux des nuages,\nU n mûrier baigne ses immobiles feuillages.\n\nU n m ûrier... Christ a dit : « S i vous aviez la foi,\nVous diriez à cet arbre : Déracine-toi,\nE t te transplante, et pousse au milieu de la mer ! »\nMoi donc, puisque Jésus l’a dit, je puis le faire :\nMûrier, quitte le sol au nom de Jésus-Christ !\n\nC ’est le verbe de D ieu qui fut vraiment écrit.\nEn lui dort la vertu créatrice de l’être.\nJe réaliserai l’É criture à la lettre,\nSans en omettre un seul iota précieux,\nDe peur d’avoir perdu quelque chose de Dieu.\nL a lettre, c ’est l’esprit maître de l’absolu\nE t l’outrance en laquelle il s’affirme le plus.\nQue la lettre au grand jour du ciel soit épelée :\nJe veux garder en moi Jésus immaculé.\n\nMûrier, je crois en Dieu le P ère T out-Puissant\nQui posa sur ta tête an ciel éblouissant\nE t fit la terre vaste et fraîche pour porter\nT a tige nourricière où reverdit l’été.\nJe crois au F ils qui fut immolé sous Pilate\nE t dont Thom as Didym e a touché les stigmates\nE t je crois en l’É glise dans le soir qui tombe,\nSur laquelle palpite et plane la Colom be.\nAu nom du P ère, et du F ils, et du Saint-Esprit.\n\nElève-toi, mûrier du ciel, par Jésus Christ !\n\nAu vent tes racines avec leurs filaments !\nJe veux sur toi ceci : je le veux tellement\nQue ton bois va se tordre et va bondir : je veux\nQu’un fleuve de vouloir jaillisse de mes yeux,\nE t pleuvent-ils sur toi, hâchant comme une grêle\nT es feuilles et faisant voltiger tes fleurs frêles.\nÉbranle-toi, ainsi qu’à la brise, arrachant\nT a fibre chevelue à la glèbe des champs.\n\nEnlève-toi au vent de mon esprit qui pense,\nSuspends-toi dans l’espace attestant ma croyance,\nVoyage par le ciel entre les mains des anges\nE t t’en va te dresser, seul, sur des mers étranges.\nJe veux à même toi la chose que je veux\nJusqu’à faire tomber le tonnerre du feu !\n\n\n\n\n13                                                     185\n"}, {"page_pdf": 203, "page_imprimee": 186, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1820, "texte": "Mûrier, j ’ai bien sommeil, car j ’ai versé sur toi\nL a fièvre de mon sang, la ferveur de ma foi,\nE t voici que je doute si jusqu’à ce soir\nJe soutiendrai l’effort surhumain de vouloir.\nSors du sol, en pitié du pécheur qui le veut,\nPlante compatissante et bonne du bon D ieu,\nSam aritain du ciel qui reçois les oiseaux,\nSois celui qui fleurit sur la plaine des eaux,\nD e peur, si tu n’allais tout à coup te soumettre,\nD e faire en moi mourir celui que je veux être.\n\nM arthe,va-t-en cueillir dans les champs des poisons,\nC eux qui montent l’esprit au plus haut diapason,\nL e s chélidoines, les sauges, les jusquiam es\nE t si d’autres encor volatilisent l’âme.\nQue ma parole pèse un effroyable poids,\nQue mon vouloir se tende plus qu’il n’est en moi.\nMûrier, voici toutes mes forces. — Je te crie :\nA h ! envole-toi donc au nom de Jésus Christ.\n\n\nM on Dieu, j e vo is, mon Dieu, je sais, mon Dieu, je crois!\nL e m iracle s’est bien accompli devant moi.\nNon, ce n’est plus au sol que les racines plongent.\nL e ciel est un mirage et la terre un mensonge.\nC e ne sont plus les plis de la plaine ondulante\nN i des buissons qui battent le pied de la plante,\nE t j ’entends une mer que mes yeux ne voient point.\nMais vous ne vouliez pas que je fusse témoin\nD u prodige promis qui par moi se consomme.\nC ’eût été trop d’ivresse, mon Dieu, pour un homme.\n\n\nGloire à tes flots de pourpre et d’azur furieux,\nTriom phale joueuse où frémit l’aube en feu,\nM er aux mille flots verts levés comme des flammes,\nM er lumineuse et folle, foule en pleurs des lames\nQui bondissent, rythmant des tonnerres de mousse,\nPâturage m iraculeux où l’arbre pousse,\nM er invisible et non ce pays manifeste,\nIndéniable mer qu’un Evangile atteste,\nEmbruns salés, eaux vivantes que le vent ploie,\nSalut, toute la mer qui chante autour de moi ! !\n\n\n\n\n186\n"}, {"page_pdf": 204, "page_imprimee": 187, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2044, "texte": "Jusqu’au fond de ma chair pousse un arbre de vent\nDont les rouges rameaux sont mes poumons vivants.\nIl boit le flot du ciel, l’air m usical des lyres,\nL ’ombre, la brise ; c’est un arbre qui respire.\n     S a vie est douce et palpitante.\nC ’est l’arbre qui sanglote et c ’est l’arbre qui chante.\n      L e vieux château de la Pensée,\nA jam ais obscurci par ses folles poussées,\nS ’écroule sous l'assaut d’une frondaison vaine\nDont les fraîches fleur d’air me parfument les veines.\nE t quand surgit en moi ta vision qui pleure,\n      M arthe de toutes les douleurs,\nIl éclate à travers les feuillages houleux,\n      U n orage de sang qui pleut !\nC ’est l’arbre décevant chargé du fruit perfide.\nEn lui se meuvent des rivières d’air liquide,\nD e fragrantes vapeurs de rose et de résine.\n      Ses racines, oh ! ses racines :\n\nV oici le crépuscule et tous les vents du ciel,\nDes sonnailles dans le bêlement des agnelles\n      E t le râle du bœ uf qui boit,\nL a gamme des ruisseaux chromatiques, les bois\nCreusant dans les v a ls des coupes d’aventurine,\nL es mouettes, l’aile traînante en l’eau marine,\n      D es midis blancs, des nuits de laque\nE t de lointains soleils claquant sur l’eau des lacs,\nE t des soirs traversés d’arômes d’oliban.\nL e vent de nuit qui hurle aux forêts du Liban,\nIl fraîchit, Marthe, il joue entre tes doigts qui tressent\n      D es lacis d’heures charm eresses.\nL e vent de toutes parts vient de toute la vie.\nIl est le souffle universel qui purifie.\n      C ’est en lui que battent les ailes.\nC ’est lui l’Océan d’or où les êtres se mêlent,\nL a source où les vivants s’abreuvent sans mesure\n      A même une vasque d’azur.\nC ’est lui la poussière féconde qui s’envole,\nLui l’annonciateur qui chante les paroles,\nL ’haleine de l'A vril évocateur des plaines,\nE t l’eau du ciel, et la lumière, et ton haleine !\n\nAinsi l’arbre est planté dans l’aube qui ruisselle.\nSes racines, ce sont tous les souffles du ciel\nA toutes choses accrochant leurs tentacules\n\n\n\n\n                                                       187\n"}, {"page_pdf": 205, "page_imprimee": 188, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1656, "texte": "      Où la joie ardente circule !\nD élicieuse est ma blessure ! L ’arbre inverse\n      D ’un je t de sève me transperce,\nD ’un flot des sangs du monde où ses fibres s’enlacent\nEt, ô Jésus, c ’est ta figure qui s’efface,\nT on geste qui se ruine au capiteux vertige\nD u fleuve naturel afflué vers sa tige,\nIntérieur Jésus ! Ses racines, ce sont\nL e s formes, les clartés, les sons et les frissons,\nO Marthe, et ta chanson, et l’air qui t ’emprisonne,\nE t le vent du matin qui baise ta personne,\n      E t le mauvais conseil de vivre\n      P our y boire, comme un homme ivre !\n\nF orêt d’or et d’orgueil éclose dans mon sein,\nQui viole mon secret et trouble mon dessein,\nV oici l’arbre de vent qu’il faut déraciner.\n\nPleins d’œuvre soient les jours et longues les années\nE st-ce assez d’une vie à tuer une vie ?\n\nJésus, bénis la hache et soutiens mon défi !\n\n                               *\n                Le p a u v r e p é c h e u r\nComme un arbre en fureur éclatant son écorce,\nJe voudrais, mon Seigneur,tendre plus haut mes forces.\n                             JÉSUS\nN oli me tangere.\n                L e       pauvre    pécheur\n\nRéalité des cieux, te serrer dans mes doigts,\nH eurter avec mes os la lueur de ma foi.\n                             Jésu s\nIl ne faut pas m’aimer ainsi.\n                L e       pau vre   pécheur\n\nBrûler mes yeux d’un jour dans l’éclair de tes yeux,\nSentir en moi passer la foudre en touchant D ieu !\n                             JÉ S U S\n\nSi tu crois en moi, pourquoi veux-tu me toucher ?\n                    L e   pauvre    pécheur\n\nEcouter être l’Etre, être l’unique élu,\nM e sentir câliné vivant par l’Absolu.\n\n\n\n\n188\n"}, {"page_pdf": 206, "page_imprimee": 189, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1534, "texte": "                            JÉ S U S\nEst-ce à moi que tu parles ?\n                  L e   pauvre péch eur\n\nMe fondre en t’adorant dans un divin sommeil\nComme un grêlon d’A vril dans un bain de soleil.\n                            JÉ S U S\n\nT u ne cherches en moi qu’une jouissance.\n                  L e   pauvre péch eur\n\nE t me jeter pour un broiement délicieux\nDans le pressoir du vin de la fureur de Dieu.\n                            JÉSUS\nAimes-tu les pauvres ?\n                  L e PAUVRE PÉCHEUR\nE t rugir de victoire en buvant tout le ciel,\nE t me pâmer dans un abîme essentiel.\n                            JÉSUS\nMon ami, tu finiras dans le péché du sang.\n                  L e   pauvre      péch eur\n\nQuoi vous aimer, Seigneur, sans en crier de joie !\nDétournez le calice ! Illuminez la croix !\n                            JÉ S U S\nN e m ’as-tu pas appelé ?\n                  L e   pauvre péch eur\n\nBah ! ce n’était pas vous qui m’imposiez silence,\nC ’est moi qui vous prêtais des choses que je pense.\n                            Jé su s\n\nJ’étais là qui te p arlais.......\n\n                              *\n                   Le p a u v r e p é c h e u r\n     Jeûnons côte à cô te......\n     V oici que trois soleils\n     Se sont couchés sur notre faim.\n     Mourons-nous comme de douces .victim es.\n                           M arthe\n     Quelqu’un de divin p asse......\n     E st-ce le vent\n     Ou Jésus qui ma frappé ?\n     Une présence indécise m’opprim e......\n\n\n\n\n                                                   189\n"}, {"page_pdf": 207, "page_imprimee": 190, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1556, "texte": "                   L e   pauvre péch eur\n\n      Appuie ta tempe\n      L e long de la mienne,\n      Marthe,\n      Exaltons nous d’un amour unanime.\n                           M arthe\n\n      D es coups de maillet\n      M e martèlent la tête.\n      L e s entends-tu contre mon front ?\n      Q u’un fixe amour en nos coeurs s’envenime.\n                Le p a u v r e p é c h e u r\n      Lequel de nous va défaillir le premier ?\n      Si c’est moi, tu te détourneras pour en pleurer.\n      Si c ’était toi !\n      Rivalisons de souffrance et d’estime.\n                           M arthe\n      Je vois des visions :\n      Il me semble que les étoiles se rapetissent,\n      J’entends sonner des lumières,\n      Je vois des aigles s’envoler des cîmes.\n                   Le pauvre pécheur\n      Liberté ! L iberté !\n      Plus de chaînes à notre pensée !\n      L a voilà qui bondit ! la voilà qui vole !\n      L ib res de chair, notre esprit bat l’abîme.\n                          M arthe\n\n      L ib erté ! L ib erté !\n      D epuis trois jours\n      N otre corps a vécu des forces de notre âme.\n      P atience ! N os êtres se subliment.\n                  L e    pauvre   pécheur\n\n      Grisons-nous purement de notre unique idée.\n      Enivrons-nous du vent de la Pentecôte,\n      L e jeûne qui te brûle, c'est Jésus qui nous étreint.\n      N otre douleur, c’est sa maison intime.\n                          M arthe\n\n      Préparons lui la maison de la chair,\n      Faisons la blanche,\n      L avons en le pavé\n      E t soyons-y des serviteurs minimes.\n\n\n\n\n190\n"}, {"page_pdf": 208, "page_imprimee": 191, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1707, "texte": "                Le p a u v r e p é c h e u r\n    Q u’il entre en elle éperdument avec sa gloire.\n    Q u’il ne reste de nous que l’ardeur de l’attente.\n    D e quelle faim\n    N ous mangerons bientôt le pain azym e !\n\n                           *\n                L e    pauvre   pécheur\n\nL e prêtre a déposé l’hostie en notre cœur\nE t nous sommes tout pleins de Jésus palpitant.\nConfondons nos deux sangs dans le même Seigneur.\n                         M arthe\n\nAdorons en nous deux le divin Habitant.\n                 Le p a u v r e p é c h e u r\nC ’est toi l’ostensoir d’or et c ’est toi la custod e\nOù du froment divin la parcelle est enclose,\nL e ciboire de chair, la coupe toute chaude.\n                         Marthe\n\nL e Seigneur est en toi qui murmures ces choses !\n                Le p a u v r e p é c h e u r\nT u es son corps, il est le pécheur que je suis ;\nOr notre éternel D ieu n’existe pas deux fois.\nNous ne sommes plus qu’un, puisque nous deux, c ’est\n                                                  [lui !\n                         Marthe\n\nJésus, j ’ai peur d’aller jusqu’au bout de ma foi.\n                L e    pauvre péch eur\n\nA même notre cœ ur palpite notre Dieu.\nCelui qui brûle ma poitrine, Il est toi-même.\nC ’est moi qui suis venu dans ta poitrine en feu.\n                          Marthe\n\nEn aimant le Seigneur, c ’est le pécheur que j ’aime.\n                 L e   pauvre    péch eur\n\nDans mes bras, mon épouse, afin que je l’étreigne\nEn l’incarnation de tout ton sang qui bat\nE t que toute ma chair de ton souffle s’empreigne.\n                          M arthe\n\nEst-il perm is d’aimer le Seigneur jusque là ?\n\n\n\n\n                                                         191\n"}, {"page_pdf": 209, "page_imprimee": 192, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1378, "texte": "                   L e pauvre        péch eur\n\nL aisse ah ! laisse ma bouche, ivre d’Eucharistie\nChercher, pour y baiser celui que tu reçus,\nSur tes lèvres à jeun la trace de l’hostie.\n                            M arth e\nV oici pour un instant la bouche de Jésus !\n\n\n                  L e   pauvre péch eu r\n\nAinsi l’acte de foi fut de toute ma fièvre.\nC ’est vraim ent le corps du Seigneur que j ’ai touché\nE n baisant le baiser de mon D ieu sur tes lè v re s....\n                            M arth e\nA h ! cette hostie avait la saveur du péché !\n\n                               *\n              V o ix l o i n t a i n e   de   Jé su s\n\n       Pécheur, ma brebis,\n       Je marche dans la nuit.\n\n       E coute ma voix,\n       Car je suis la vo ie ......\n\n       Où es-tu ? Où es-tu ?\n       Prends garde au M échant qui tue.\n\n       M a pauvre brebis, dans quels vains sentiers?\n       M a pauvre brebis,vers quels brumeux halliers?\n\n      Où est l’âme folle ?\n      C ’est l’heure où les vautours vo len t....\n\n      C ’est ton D ieu qui pleure\n      C ’est le B on Pasteur.\n\n      L e s grands chardons de la plaine\n      T ’arracheront ta laine.\n\n      Entends-tu souffler l’orage,\n      M a brebis bien sage ?\n\n      Prends garde que le M échant ne t’enjôle.\n      T u serais si bien sur mes épaules.\n\n      T ’aurais-je rachetée en vain ?\n      Reviens, reviens.\n\n\n\n\n192\n"}, {"page_pdf": 210, "page_imprimee": 193, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1202, "texte": "M a brebis perdue,\nPrends garde aux détours inconnus.\n\n   Voix p l u s l o i n t a i n e d e J é s u s\nM a petite brebis,\nJésus t ’appelle dans la nuit.\n\n                      *\n  Je te confie en ce vieux soir\n     Celui que je veux être,\n  L e bon trésor de mes espoirs\n     Que je trem ble de compromettre.\n\n  V oici mon âme, reçois la.\n     Sois en la gardienne,\n  C ’est tout moi-même que voilà.\n     P orte mon âme dans la tienne.\n\n   Celui, le fier, que je me veux,\n      E t que je te confie,\n   B u t avec toi l’eau de la vie,\n      Celui que nous sommes tous deux.\n\n   M ais s’il advient que je déchoie,\n     N e me connais un jour\n   Que pour une ombre au fond de toi :\n     Sois-je embaumé dans ton amour !\n\n   L a T ou te Pure, sois en peine :\n      J’ai le mal du soleil,\n   M a chair est pleine de sirènes\n      Qui s’étirent et se réveillent.\n\n                        *\n      L e premier jour du monde,\n    A même les halliers touffus,\n    Dans un flot de lumière blonde,\n         E v e a passé nue.\n\n       E lle allait devant elle\n    P a r la forêt et les prairies,\n    L a voluptueuse mortelle,\n          E t l’aube a souri.\n\n\n\n\n                                                  193\n"}, {"page_pdf": 211, "page_imprimee": 194, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1456, "texte": "             E t la châtaigneraie\n          E t les halliers et les collines\n          En sont restés à tout jam ais\n                D es choses câlines.\n\n             E t l’herbe garde encor\n          D e son passage dans la plaine\n          L e tiède parfum de son corps,\n                L es fleurs son haleine.\n\n             E t bien des jours après,\n          Je suis venu dans le soir rose,\n          J’ai senti qu’E v e m’étreignait\n                Dans toutes les choses.\n\n                           *\n      J’étais assis dans le sable d’or,\n      L e soir croulait en rouges décombres,\n      U ne inconnue est venue alors\n      E t son ombre a passé dans mon ombre.\n\n      Dans l’air aux lueurs musiciennes,\n      C ’était un corps plein de volupté\n      Cette ombre qui traversait la mienne,\n      L e fantôme de mes chastetés.\n\n      D e toutes parts, entre les yeuses,\n      Dans la bruyère aux parfums cruels,\n      Je vois des ombres silencieuses\n      Qui se croisent et puis qui se mêlent.\n\n      J e vais lassé dans l’enlacement\n      D es ombres qui s’allongent, qui sombrent.\n      J’ai peur, j ’ai peur désespérément\n      Que nous fassions comme ont fait nos ombres.\n      E t ainsi où vais-je, en m’en allant,\n      V ers quelle ville, en disant des mots,\n      V ers quelle maison d’ombre, en suivant\n      Ces pas moëlleux sur le sable chaud ?\n\n\n                           *\n      Maître,\n      Que vous tardez à paraître !\n\n\n\n\n194\n"}, {"page_pdf": 212, "page_imprimee": 195, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 489, "texte": "L e fruit crève d’amour : il est mûr.\nJ’ai peur des mains des créatures.\n\nJe ne confierai pas ma honte à Marthe, non !\nProfanation ! !\n\nJe ne sais pas quelle autre a passé, lente et belle,\nJ’ai eu peur d’elle.\n\nOh ! lui laisser ravager\nL e trésor solitaire et saignant du verger !\n\nAim er un oiseau frêle, une heure, avec un peu\nD e l’im possible amour exaspéré vers D ieu !\n\nSeigneur, Seigneur,\nJe ne peux plus calm er mon cœur !\n\n\n\n\n                                                  195\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-017", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 197, "page_fin": 209, "titre_corps": "Les Arts à Rome, ou la méthode classique", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "MAURICE DENIS.", "ancre_debut": "Les Arts à Rome,     ou la méthode classique                                         à A n d r é Gide.    Comme il ven", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 214, "page_imprimee": 197, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2410, "texte": "Les Arts à Rome,\n    ou la méthode classique\n                                        à A n d r é Gide.\n\n  Comme il venait de visiter les pittoresques villes de T oscane\net d’Ombrie, tout épris des séductions de leurs musées, le\npeintre dont voici les notes, — encore qu’un grand amour de\nPoussin le disposât à des émotions plus sévères, — n’éprouva\nd’abord à Rom e que l ’ennui d’une désillusion. Tout l’y con­\ntrariait : les statues gesticulant sur les façades, les peintures\ntrop noires des musées, les « em bellissem ents » trop neufs de\nla ville. H ostile au goût décoratif du X V I I e siècle, il comprit\nmal celui de la Renaissance, il déplorait que les chefs-d’œuvre\nde la Sixtine et des Cham bres m anquassent si com plètem ent\nde séduction.\n  Toutefois sa m auvaise humeur dura peu. Il avait rencontré\ndès le premier soir, sur la P la ce Barberini, au scintillement\nde lueurs et d’eaux qui jaillissent de la bouche du Tritone,\nson ami le sage A . G . dont le génie classique, assuré, déjà\nmûr, s’est plu tant de fois au séjour de Rome. C ’est grâce à\nlui qu’il subit plus tôt le charm e profond, véritablem ent m ysté­\nrieux, de la V ille éternelle. E t grâce à lui qu’il fit la différence\nentre les qualités d’aspect qu’il exigeait des oeuvres d’art, et la\nvéritable beauté. Ils en vinrent à com parer aux saines m étho­\ndes de l’art classique, les théories impressionnistes et cet em­\npirisme sensuel dont il s’était jusque là réclam é. C ’est ici la\ntrame de ces entretiens.\n   O n p én ètre , im p a tie m m e n t, d an s le s sa lle s            D e l'aspect de l’œuvre\n                                                                         d’art classique.\ncélèb res du V a tic a n ; on a tte n d q u e lq u e ch o se\nde p lu s b e a u      q u e le s    G io tto   d e P a d o u e et\nd ’A s sise , q u e la c h a p e lle d es E s p a g n o ls , q u e\nles S ig n o r e lli d ’O r v ie to ; on a v u le s p h o to g ra ­\nphies.\n   E t l ’on a p e rç o it to u t à co u p d es ch a irs ro u s ­\nsâtres p a rm i d es g ris sa le s q u e tro u e n t ça et là\ndes d ra p e rie s te rre u se s, ja u n e s , b le u -c ie l, de\nva leu rs in te rv e rtie s. C ’est l ’in ce n d ie d u B o rg o .\nC ’est affreu x. A u p la fo n d , q u e lq u e s o rn em e n ts\ndu P é r u g in v o u s fon t so n g er a u x P in tu r ic c h io\n\n\n\n\n                                                                  197\n"}, {"page_pdf": 215, "page_imprimee": 198, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3748, "texte": "                        d e S ie n n e et des a p p a rte m e n ts B o rg ia , m ièvres,\n                        o u i, m a is si sé d u isa n ts !\n                           O n le s re g re tte , p u is on ré flé ch it, on a n a ly se .\n                       D e s form es s’affirm en t, d es p ro p o rtio n s a p p a ­\n                       ra issen t, la b e a u té d es m esu res, l ’a d m ira b le\n                       co m b in a iso n d es p a rtie s, — et to u t ce q u e nous\n                       d iro n s p lu s lo in . L a p u issa n ce v o u s e st ré vé lé e\n                       d ’un a rt q u i sa it se p a sse r d ’a g ré m en ts su p e rfi­\n                       cie ls ; c ’e st l ’e n se ig n e m e n t d e R o m e ; on le re­\n                       tro u v e p arto u t, d a n s les C h a m b re s, à la S ix tin e ,\n                       a u x A n tiq u e s ...\n                            L e p e tit c h a to u ille m e n t a g ré a b le q u e p ro­\n                       cu re n t l ’h eu reu se ré u n io n d e tro is ou q u atre\n                       to n s fins, ou q u e lq u e s ra p p o rts d e v a le u rs , nous\n                       l ’a vio n s ch e rch é e t tro u v é ch e z les P r im itifs : il\n                       n o u s fa u t ren o n cer ici à to u te c e tte sa v e u r, à\n                       to u t ce t a ttra it se n su el, a u x q u a lité s d ’asp ect.\n                        Il a ici d es œ u vres q u i s ’a d re sse n t p lu s à notre\n                       ju g e m e n t q u ’à nos sens ; q u i ne so n t n u lle m e n t\n                       se n tim e n ta le s ; q u i ne p ro cu re n t q u e le n te m e n t\n                       l ’é m o tio n e sth é tiq u e et a u x q u e lle s ne s ’a p p li­\n                       q u e n t a u cu n e d es e x p re ssio n s co u ra n te s du\n                       la n g a g e d es p ein tre s : jo li d e c o u le u r, am u san t,\n                       o r ig in a l, etc.\n                           C ’e st le p lu s g ra n d effo rt d e l ’âm e h u m ain e\n                       v e rs la b e a u té : l ’a rt c la ss iq u e .\nD e l’art classique.                             ...la disposition, l ’ornement, le décor,\n                                                 la beauté, la grâce, la vivacité, le cos­\n                                                 tume, la vraisem blance et le jugement\n                                                 partout.\n                                                                                      P o u s s in .\n                                                 ...vous me dites que l’artiste redresse\n                                                 les choses selon son rêve ; j ’aimerais\n                                                 mieux dire ordonne les choses selon son\n                                                 rêve. C ar je suis convaincu que la\n                                                 conception la m ieux ordonnée se trouve\n                                                 en même temps la plus belle. J’aime\n                                                 l 'ordre parce que j ’aime passionné­\n                                                 ment la clarté.\n                                                                   P u v is d e C h a v a n n e s .\n                          O n ne p e u t m ie u x q u ’à R o m e co m p ren d re\n                       q u ’u n e œ u v re d ’a rt n ’a d ’im p o rta n c e q u ’au tan t\n                       q u ’e lle e st l ’effet d ’u n e v o lo n té ré flé ch ie . C e\n                       q u i en fa it l ’in té rê t, et n o u s osero n s d ire l a b ea u té\n\n\n\n\n                       198\n"}, {"page_pdf": 216, "page_imprimee": 199, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2546, "texte": "— c ’e st la p a rt d e sa v ie q u e l ’a rtiste n o u s d o n ­\nne, d e sa v ie co n scie n te , é n e rg iq u e et sé rie u se ,\np en d a n t ce co u rt p a ssa g e en tre la n a issa n ce et\nla m o rt.         Il n ’est p lu s q u e stio n de l ’a ttra it\nd ’u n e fa ctu re , d ’u n e m a tiè re , d ’un to n . L ’ar­\ntiste n ’a p o in t ch e rch é à ré a lis e r l ’h a rm o n ie\nave c son se u l g o û t, co m m e fa it to u t a rtisa n\nb ie n d o u é , co m m e fon t le s m o d iste s ; il y a\na p p liq u é to u te la p assio n d e sa v o lo n té a m b i­\ntie u s e . E n so rte q u ’il a p u co o rd o n n e r en un\nto u t d é fin it if les m ille é lé m e n ts d ’im p re ssio n s\np a ssa g ères, co m p o se r non s e u le m e n t le s m asses\ndu ta b le a u p a r les g ra n d e s lig n e s et le je u des\ntach es, m a is a v e c le m êm e so in , ch a q u e p a rtie\ndans l ’e n se m b le . L e m ê m e effo rt q u i a d is tr i­\nbu é le s effets ne s’e st p a s tro u v é la s p o u r co m ­\nb in er en co re les d é ta ils . L e ra p p o rt d e to u te s\nles p a rtie s e n tre e lle s , (élém en ts fo u rn is en\ng é n é ra l p a r la nature) e st s tric te m e n t le m êm e\nqu e c e lu i d es p a rtie s a v e c l ’e n se m b le . E t rien\nn ’est la is sé au h a sa rd .\n    Il y a a cco rd a u ssi co n scie n t q u ’a b so lu , en tre\nle d essin d ’un e m a in , le g a lb e d ’un fr u it e t la\nstru ctu re d ’u n arb re; e n tre le p ro fil d ’u n e a r c h i­\nte c tu re ou l ’im p o rta n ce d ’un p e rso n n a g e .\n   O r c ’e st d a n s ce tte co h é sio n é tro ite et so u v e n t\nin a n a ly s a b le q u e ré sid e en so m m e la b e a u té\nvra ie, d u ra b le , d e to u te s les b e lle s œ u v res h u ­\nm aines.\n   L ’art c la ss iq u e , et su rto u t l ’a rt g rec, en e st\nle m e ille u r e x e m p le . M a is ce q u i e st p a rtic u lie r,\nc’est q u ’on n ’y sen t p as le tro u b le , p a rfo is g é ­\nn ial, de l ’e sp rit im p u ls if ; to u jo u rs la p o n d é ra ­\ntio n , la m e su re .\n  L e s t y le y a p p a ra ît b ie n d é c id é m e n t u n s y s ­\ntèm e d e su b o rd in a tio n .\n    L ’e x p re ssio n d e « s t y le ch â tié » d o n n e e x c e l­\nlem m en t l ’id é e d ’u n e p é n ite n ce , d ’un effo rt d e\nl ’esp rit co n tre la fa c ilité d e l ’im a g in a tio n , d es\nsens, co n tre l ’e n tra în e m e n t d es d o n s n a tu re ls.\nL ’art c la s s iq u e n ’est si h a u t q u e p arce q u ’il est\n\n\n\n\n                                                                 199\n"}, {"page_pdf": 217, "page_imprimee": 200, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2863, "texte": "            fa it d e sa crifices.\n                L ’a d m ira b le p e in tre q u i a b ro ssé su r l ’e n d u it\n            fra is le s p o rte u rs d e la S e d ia , d an s la M e sse de\n            B o ls è n e , et à q u i on d o it ta n t d ’a u tres m o rceau x\n            d ’un ch a rm e si im m é d ia t, a dû p lu s q u ’aucu n\n            a u tre , se te n ir en g a rd e co n tre lu i-m ê m e p ou r\n            te n te r l ’a v e n tu re d ’u n e B e a u té p lu s co n scie n te ,\n            p lu s d é lib é r é e . Je l ’im a g in e a u ssi d o u é qu e\n            P ie r o d e lla F ra n c e sc a , F r a g o n a rd ou R e n o ir :\n            il a fa it, lu i, un lib r e ch o ix et sa crifié l ’a g rém en t\n            p o u r a tte in d re au s ty le .\n               E t c ’e st a u ssi le ch a rm e d e n o tre P o u ssin\n            (com m e de nos g ran d s p o ètes d u XVIIme siècle)\n            q u ’à tra v ers sa re te n u e , sa g ra v ité et le su p erb e\n            effo rt d e son a rt c la ss iq u e , on p e rç o it u n se n ti­\n            m e n t si n a tu re l d e la v ie , un a m o u r si in gén u\n            d es c h o s e s ...\nL ’École.       A in s i les m é th o d e s c la ss iq u e s q u i fo n t le\n            m ie u x p a ra ître , en les e x a lta n t, la co n scie n ce et\n            la v o lo n té d e l ’a rtiste, on t en co re ce ré su lta t de\n            d is s im u le r e t son é m o tiv ité et son g o û t p erso n ­\n            n els. S o n o rig in a lité s ’efface, d is p a r a ît dans\n            l ’a m p le u r et la p erfe ctio n d e la fo rm u le: ép reu v e\n            s e m b la b le à c e lle q u e p ro p o se à l ’âm e la S a g e sse\n            C h ré tie n n e en v u e d e la v ie é te rn e lle p ar le\n            re n o n ce m e n t d e so i.\n                C e u x q u i n ’on t p as d e d o n s ro b u stes résisten t\n            m a l à c e tte d is c ip lin e (E c o le s d e R a ffa ë l, de\n            In gres). D e s g é n é ra tio n s, à la su ite d ’un h om m e\n            d e g é n ie , se so n t u sées en d e v a in e s te n ta tiv e s . D es\n            m é d io cres q u ’un se u l a cce n t de sin c é rité eût\n            d ’a ille u rs sa u v é s d e la b a n a lité , n ’o n t fa it qu e\n            co n trib u e r o b scu ré m e n t à r é a lis e r un id é a l\n            su p é rie u r.\n               M a is d e te m p s en tem p s un ta b le a u su rv it à\n            u n œ u v re o u b lié . Q u e lle im p o rta n c e p re n d ra it\n            au m ilie u d ’u n sa lo n m o d ern e, p a rm i des\n            o u v ra g e s d ’un e o rig in a lité fa c ile , q u e lq u ’une\n            d e ces v ie ille s to ile s d u XVIme siè c le , q u ’on\n            a ttrib u e à l a scuola a n o n y m e d es g ra n d s M a ître s!\n\n\n\n\n            200\n"}, {"page_pdf": 218, "page_imprimee": 201, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2828, "texte": "    Q u a n d on s ’e st p é n é tré d e la su p é rio r ité d e\nl ’A r t c la ss iq u e , on en v ie n t a isé m e n t à s’in té re s­\nser a u x o u v ra g e s, p a r e x e m p le , d u D o m in iq u in ,\nce p e in tre si e m b ê ta n t (car il n ’y a p as d ’a u tre\nm ot), m a is q u e le g ra n d P o u s s in a d m ira . U n\nB a in de D iane q u i e st à la v illa B o rg h è s e , et\nd ’a u tre s m o rce a u x au C a sin o R o s p ig lio s i e x p li­\nq u en t, m ie u x d ’a ille u r s q u e la fa m e u se Commu­\nnion de S t Jerôme, en q u e l sens il a pu in flu e n c e r\nP o u s s in e t co m m e n t ce lu i-ci a p assé p o u r son\nd is c ip le .\n     O n y v o it aussi la d iffé re n ce en tre l ’œ u v re de\nl ’é co le e t l ’œ u v re d u g é n ie , m a is n o u s n ’y\nv o u lo n s p as in siste r. L a d is c ip lin e c la ss iq u e ,\nen fo u rn issa n t le seco u rs de l ’e x p é rie n c e d u p assé\nà la fa ib le s s e in d iv id u e lle (1) a ffirm a it u n e\n n é ce ssité q u e rien n ’a m o d ifié d e p u is ; rien si\nce n ’e st c e tte v a n ité s tu p id e q u i fa it re ch erch e r\nl ’o r ig in a lité a p p a re n te co m m e u n e co n d itio n\nsin e-q u a-n on d e l ’œ u v re d ’art. U n a rtiste à\nv in g t-c in q an s d o it être p o u rv u d ’u n e m a n iè re ,\net d es je u n e s g e n s se g a rd e n t d e c o p ie r au m u sée\nd e p eu r d ’y p erd re le u r « p e rso n n a lité ».\n    A R o m e V e la s q u e z c o p ia it le P a rn a s se e t n ’y\n p e r d a it rien , à ce q u ’il se m b le ; on so n g e a u ssi\nà R u b e n s, a u x ta le n ts, a u x g é n ie s les p lu s d iv e rs\nqu i so n t v e n u s ici co m m e à l ’é co le d e to u te\np ein tu re .\n    E t q u a n d la d é ca d e n ce am èn e le g o û t des ch oses De la décadence.\nfa cile s , fa c ile m e n t la ite s , a im a b le s; d e l ’o r ig in a ­\n lité p o u ssé e ju s q u ’au p a ra d o x e ; d e l ’e x é cu tio n\nra p id e ; q u a n d les rè g le s d e l ’é co le e t le s re ce t­\ntes d e m é tie r se s u b stitu e n t à la tra d itio n v iv a n te ,\n\n     (1) U n p etit talen t m odern e est o b ligé de re cré e r seu l tous\nles p ro cé d és, toutes les doctrin es, et de su p p lé er p a r son seu l\nla b eu r au ca p ita l d’e x p érien ce lo n gu em en t am assé p ar la série\ndes m aîtres p ré céd e n ts. A l ’é p o q u e cla ssiq u e de la sculpture)\nc-a-d. d ans l ’antiquité, la scien ce et l ’art co n stitu aien t un to u t\nin dissoluble : on fo rm ait des artistes de la v a le u r de ce u x qui\nnous ont la issé d’e x ce llen tes ré p liq u es des chefs-d’œ u v r e , a v e c\ndes m éth odes aussi p o sitiv es qu e c e lle s qui serv e n t au jo u rd ’hui\n à form er des in gén ieu rs o u des savan ts.\n\n\n\n\n14                                                                          201\n"}, {"page_pdf": 219, "page_imprimee": 202, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3347, "texte": "                  on s'é to n n e d e ce q u i reste en core d e so lid e , d e\n                  co m p o sé , d e c la ss iq u e en fin , d a n s le s œ u vres\n                  d ’un G u id e , d ’un G u e rc h in ; d a n s d es scu lp tu re s\n                  co m m e c e lle s q u i orn en t les v a sq u e s d u B e rn in ,\n                  ou ce tte m o n stru eu se fo n ta in e d e T r é v i . L e cie l\n                  et la lu m iè re d e R o m e co n se rv e n t à to u te s ces\n                  ch oses un e v ie ille s s e v é n é r a b le ... S i, reto u rn a n t\n                  en a rriè re , on d e m a n d e co n se il a u x d é b ris\n                  d ’a n tiq u e s, so u v e n t m é d io cres, co m m e p ro v e n a n t\n                  e u x a u ssi de la d é ca d e n ce d ’u n e g ra n d e é p o q u e ;\n                  si l ’on in te rro g e la m a th é m a tiq u e sa cré e q u i\n                  co m p o sa le s v ie ille s m o sa ïq u e s c h ré tie n n e s, (1)\n                  c ’est en co re la ré v é la tio n d u m êm e a r t...\n                      S o u s le s ch ên es v e rts d e la v illa P a m p h ili,\n                  sous le s g ra n d s p in s d es ja r d in s B o rg h è se ,\n                  en face d e s ru in e s, d a n s c e tte c a m p a g n e si\n                  d é so lé e q u e lim ite n t les p lu s m a jestu e u ses m o n ­\n                  ta g n e s, ou b ie n a u p rè s d e c e tte a d m ira b le\n                  v a sq u e to u jo u rs e n v iro n n é e d ’u n e o m b re a d o u ­\n                  cie , la fo n ta in e de C o ro t ! d e v a n t la v illa M é d ic is,\n                  — ah ! co n fro n ter, là , nos th é o rie s im p re s­\n                  sio n n iste s et les m é th o d e s cla ss iq u e s, q u e lle\n                  e x a lta tio n !\n                      O n se se n t e n v a h ir, p a r j e ne sa is q u e lle séré­\n                  n ité, on e n tre v o it la v ie sé rie u se q u e so n t ve n u s\n                  ch e rch e r d an s ce t a sile d e la B e a u té tra d itio n ­\n                  n e lle , d es h o m m es co m m e P o u s s in , L e L o r r a in ,\n                  In g re s, C o ro t ; e t je ne p a rle ni de G o e th e , ni\n                  d e C h a te a u b ria n d . O n d é m ê le u n e so rte de\n                  p a re n té en tre d es ta le n ts si d iv e rs : le m êm e\n                  art co n scie n t et ré flé ch i.\nD e la Méthode.       C ’e st a lo rs q u ’on a p e rço it p a r q u e lle co n fu sio n\n                  nous re tro u vio n s ch e z les P r im itifs , les m isé ra ­\n                  b le s a g ré m en ts d e n o tre art m o d e rn e , et q u e les\n                  cô tés p a r où ils nous p la ise n t ne so n t p as ce u x\n                  q u ’il n o u s im p o rte d e m ie u x p é n é tre r ; on en\n                  v ie n t à fa ire u n e so rte d e m e a c u lp a , la critiq u e\n                  d e n o tre g o û t e t d e n o tre tem p s.\n\n                  (1 ) L e s p lu s an cien n es, S te P u d en tien n e, S S ts C ô m e et D am ien,\n                  sont certain em en t les chefs-d’œ u vre de l ’art C h rétien . A la\n                  R e n a issan ce, l ’in sp iration re ligie u se n ’était p as au ssi pure.\n\n\n\n\n                  202\n"}, {"page_pdf": 220, "page_imprimee": 203, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2691, "texte": "    M o in s se n sib le s q u e nous a u x sé d u ctio n s\nfa c ile s , les M a ître s a p p o rta ie n t à l ’œ u v re d ’art\nun e v o lo n té co n ce n tré e. A u lie u de d issé m in e r\nle u r tem p s e t le u r g é n ie en u n e m u ltitu d e\nd ’efforts p a rtie ls, d ’e sq u isse s, d e n o ta tio n s é p h é ­\nm ères, il s ’a tta c h a ie n t à u n p e tit n o m b re d ’o u ­\nv ra g e s q u ’ils s a v a ie n t co n d u ire a v e c m é th o d e ,\noù ils s a v a ie n t se lim ite r. O n ne v o it p as, à\np re m iè re v u e , le p ro fit q u ’ils tir a ie n t d es in c i­\nd en ts d e l ’e x is te n c e , d e le u rs v o y a g e s , d e to u s les\nrien s d e la v ie co u ra n te q u i so n t d e v e n u s p o u r\nnous la m a tiè re d e l ’œ u v re d ’art.\n    P o u r n ’être ni d ire c t, ni im m é d ia t, ce p ro fit\nn ’é ta it p as m o in s ré e l. R u b e n s a m b a ssa d e u r ne\nra p p o rta it p as d ’un v o y a g e en E s p a g n e le s\né tu d e s d e n a tu re q u e m ê m e p e n d a n t le co u rt\nsé jo u r d ’un b ille t c ir c u la ire n o u s y v o u d rio n s\nch e rch e r. P o u s s in , au co u rs d e ses lo n g u e s\n p ro m e n a d e s d a n s la c a m p a g n e d e R o m e , ne\nn o ta it p a s le d é ta il d es p a y s a g e s , d e s c ie ls, des\neffets d o n t il c o m p o sa it ses ta b le a u x . Ils co m ­\np re n a ie n t la n é ce ssité d e d ig é rer le u rs se n sa tio n s,\n d e ne p as le s e m p lo y e r tro p n e u v e s ; d ig e stio n\n so u v e n t trè s le n te , et q u i p e rm e t u n tra v a il\n h o m o g èn e e t ra tio n n e l.\n   N o tr e tem p s a m is en h o n n eu r, to u t au co n ­ Impressionnisme et\ntra ire , un tr a v a il c a p ric ie u x , ir ré g u lie r e t sa cca d é tendances nouvelles.\nco m m e n o tre v ie . A u lie u d ’y v o ir la d o u lo u ­\nreu se, la fu n e ste n é ce ssité d ’u n e é p o q u e d e\ns e n su a lité , d e n e rv o sité et d e fièv re, on en a fa it\nl ’id é a l d ’u n e th é o rie q u ’illu strè re n t, en la d é ­\np a ssa n t, la litté ra tu re d es G o n c o u rt, e t tro is ou\nq u a tre p e in tre s d e g é n ie , les Im p re ssio n n iste s.\nL ’ab se n ce d e m é th o d e d e v a it être le sig n e\ne x té rie u r d e la sin cé rité in d iv id u e lle , d u te m p é ­\nram en t. J a m a is, d u reste, on ne v it c o n ta c t p lu s\na m o u reu x a v e c les ch oses, ja m a is ta n t d e m o tifs\nd ’in té rê t, n eu fs, et d ’a u ta n t p lu s e x p re ssifs,\nn ’ont été fo u rn is à la p e in tu re . R é a lis m e e t im ­\np ressio n n ism e son t d e u x p é rio d e s fé co n d e s q u i\n\n\n\n\n                                                                       203\n"}, {"page_pdf": 221, "page_imprimee": 204, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2543, "texte": "p ré p a re n t p eu t-être a ve c d es é lé m e n ts n o u v e a u x\nune a u tre R e n a issa n ce c la ss iq u e .\n    L e s te n d a n ce s q u i se so n t m a n ife sté e s d e p u is ,\net q u e d é sig n e ra su ffisam m e n t l ’a p p e lla tio n d e\nS y m b o lis m e , to u t en p ré c o n isa n t un re to u r à\nla tra d itio n , se so n t é lo ig n é e s en co re d a v a n ta g e\nd e la m é th o d e d e s M a ître s.\n    P o u rta n t le S y m b o lis m e , — m a in te n a n t tra n s­\nform é ? o u b lié ? m o rt-n é ? — é ta it la te n ta tiv e\nd ’art la p lu s stricte m e n t s c ie n tifiq u e , a p p u y é e\nsu r la co rre sp o n d a n ce e n tre le s fo rm es et les\ném o tio n s, c ’e st à d ire su r u n e v é r ité co n firm ée\nà la fo is p ar la tra d itio n et p a r l ’e x p é rie n c e . L e\nS y m b o lis m e e st p ro b a b le m e n t la m e ille u re\nth é o rie d ’art.\n    « P o u r to u te s les id é e s c la ire s , a d it P u v is\n d e C h a v a n n e s, il e x iste un e p en sé e p la s tiq u e\nq u i le s tra d u it. M a is le s id é e s n o u s a rriv e n t le\np lu s so u v e n t e m m êlé es et tro u b le s. Il im p o rte\nd o n c de le s d é g a g e r d ’a b o rd , p o u r p o u v o ir les\nte n ir, p u re s, so u s le re g a rd in té rie u r. U n e\nœ u vre n a ît d ’u n e so rte d e co n fu se é m o tio n dan s\nla q u e lle e lle e st co n te n u e c o m m e l ’ a n im a l dan s\nl ’œ u f. L a p en sée q u i g ît d an s c e tte é m o tio n ,\nje la ro u le , je la ro u le ju s q u ’à ce q u ’e lle so it\né lu c id é e à m es y e u x et q u ’e lle a p p a ra isse a vec\nto u te la n e tte té p o s s ib le . A lo r s je ch e rch e un\nsp e c ta cle q u i la tra d u ise a v e c e x a c titu d e ... C ’est\nlà d u s y m b o lis m e , si v o u s v o u le z ... »\n    C e n ’e st p a s c e lu i q u i a fa it fo rtu n e . L a th é o ­\nrie d e la s u b je c tiv ité d e s se n sa tio n s, en se\ns u b s titu a n t à c e lle d e « la n a tu re v u e à tra v e rs\nun tem p é ra m e n t» , en a ffirm a n t c e tte v é r ité q u e\n«ce q u i im p o rte , ce n ’e st ni l ’â m e ni l ’a p p a re n ce\nd es ch o ses m a is l ’é m o tio n q u e nous en re c e ­\nvo n s » — c ’e st p ré c isé m e n t c e tte th é o rie q u i a\nin tro d u it l ’h a b itu d e d e la s y n th è s e im m é d ia te\net irré flé ch ie .\n    O n e x p liq u e q u ’un s y s tè m e a u ssi rig o u ­\nre u x d ’e sth é tiq u e a it d o n n é lie u à l ’a rt le\np lu s c a p ric ie u x q u i fu t ja m a is . E n effet to u t\n\n\n\n\n204\n"}, {"page_pdf": 222, "page_imprimee": 205, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2745, "texte": " d e v ie n t, s u iv a n t l ’h eu re et le te m p s, un m o tif\n d e p e in tu re . T o u t e v is io n fa it n a ître u n e é m o ­\n tio n e t p a rta n t p e u t ê tre re p ré se n té e p a r un\n sch é m a q u i se ra p a rfa it s’il re p r o d u it e t s’il\n c o m p o rte c e tte é m o tio n .\n     Il ne fa u t m ê m e p lu s co m m e le s ré a liste s\n d ’a n ta n , c h o isir en p ro m e n a d e le lie u ou l ’h eu re.\n O n co n te q u ’un v ie u x p a y s a g is te d e l ’é co le d e\n F o n ta in e b le a u p o u ssa it à u n te l p o in t le d é d a in\n d u « m o tif » q u ’il s’a rrê ta it n ’im p o rte où , p o u r­\nv u se u le m e n t q u ’il e n te n d ît c h a n te r le s g re ­\n n o u ille s . L e s g r e n o u ille s p o u r n o u s ch a n te n t,\nc h a n te n t c o n tin u e lle m e n t. Q u ’on so rte au cré ­\np u s c u le à tra v e rs le s rues b le u is s a n te s , ou q u e\nle p la is ir d e la b ic y c le t t e fasse d é file r so u s nos\ny e u x le s p a y s a g e s d ’u n e d é lic ie u s e b a n lie u e ,\n q u ’u n e ta b le , le so ir, so it se rv ie a v e c a rt, u n e\nlo g e cu rie u se m e n t é c la iré e , — a u ta n t d e g ro u ­\np es d e ta c h e s q u i se fix e n t d a n s le ce rv e a u et\nq u ’u n g ro u p e d e ta c h e s su r u n e to ile , u n ca rto n ,\nu n e fe u ille d e p a p ie r e x p rim e ra su ffisa m m e n t\nle le n d e m a in m a tin . A u c u n a u tre tr a v a il ne\nv ie n d r a m o d ifie r l ’im p re ssio n in itia le ; on ne\nco n s u lte ra p lu s la n a tu re : la m é m o ire et\nl ’in s tin c t su ffiro n t ; e t co m m e la m é m o ire d es\nfo rm es e st so u v e n t v a c illa n te , c ’e st la F o r m e\nq u i se ra sa crifié e : c a r ic a tu ra le ou q u e lc o n q u e .\n     L e s Im p re ssio n n iste s a v a ie n t co n se rvé l ’u sa g e\nd u m o d è le , le tr a v a il d ’ap rès n a tu re . L ’o b lig a ­\ntio n d e re te n ir u n e p o seu se im p liq u e q u e lq u e\nch o ix , q u e lq u e p ré m é d ita tio n . Ils se s o u m e t­\nta ie n t a u x le n te u rs d e l ’a n a ly s e . L e u r s oeuvres\np o rte n t la tra c e d ’un m é t ie r p a tie n t, a p p liq u é .\nC ’est à ce p o in t d e v u e , e n tre p lu sie u rs d ’é g a le\nim p o rta n c e , q u e l ’é tu d e d e C é z a n n e e st si\ns a lu ta ir e __\n    L e t r a v a il d ’a p rès n a tu re é ta it la d e rn iè re sa u ­\nv e g a r d e d u m é tie r d e p e in d re . O n e st a rriv é ces\nd e rn iè re s a n n ées à s ’en p asse r c o m p lè te m e n t. O n\nne fa it p lu s q u e n o te r d e s se n sa tio n s, l ’a rt n ’est\np lu s q u e le jo u r n a l d e la v ie . C ’e st le jo u rn a lis m e\n\n\n\n\n                                                                   205\n"}, {"page_pdf": 223, "page_imprimee": 206, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3576, "texte": "                      d an s la p e in tu re . L e tem p s n ’y suffit p as. M ê m e ,\n                      l ’h a b itu d e v ie n t ; la s e n s ib ilité to u jo u rs p lu s\n                      e x e rcé e, p lu s m o b ile , se m o n tre en m ê m e tem p s\n                      p lu s e x ig e a n te e t v o ra c e , n e d it ja m a is : c ’est\n                      assez. L a v o lo n té ne ré siste p as a u x ca p rice s\n                      d ’un œ il tro p su b til ; le ju g e m e n t n ’a p lu s de\n                      p la c e ic i ; c ’est l ’œ il q u i m a n g e la tê te .\n                          C e tte so rte d e sté n o g ra p h ie a d é fo rm é n o tre\n                      é c ritu re . D e s litté ra te u rs se p la ig n e n t d u m êm e\n                      m a l. Q u ’im p o rte l ’e x é cu tio n , to u te m é th o d e\n                      e st b o n n e p o u rv u q u ’e lle so it e x p é d itiv e . I l ne\n                      reste p lu s d e tem p s p o u r le tr a v a il m a té rie l et\n                      m a n u e l, p o u r le p e rfe ctio n n e m e n t ou se u le m e n t\n                      la ré a lisa tio n de l ’œ u v re. O n ne sa it p lu s fin ir.\n                      O n fa it d es ch oses q u i n ’e x is te n t p as.\n                          L e s M a ître s a v a ie n t un g ra n d re sp e ct de la\n                     n a tu re , c ’est-à-d ire d e le u rs é m o tio n s. T o u t e ­\n                     fo is ils n e c ro y a ie n t p as b o n d e le s c u ltiv e r\n                     p o u r elles-m ê m e s en le s sé p a ra n t à la fo is d e\n                     l ’œ u v re e t d e la v ie .\nExcellence de la\n                          N o s sen sa tio n s o n t u n lie n en tre e lle s ; dan s\nméthode classique.\n                     n o tre e sp rit e lle s s ’a ccu m u le n t p o u r d é te rm in e r\n                     d es éta ts d u r a b le s , d e v é rita b le s c rista llisa tio n s.\n                     E lle s on t un lie n a v e c le s o u v ra g e s q u e nous\n                     e n trep ren o n s ; e lle s en fa v o rise n t le d é v e lo p p e ­\n                     m e n t et le s e n rich isse n t d ’un a p p o rt q u o tid ie n .\n                     E n c o re fa u t-il les e m p lo y e r a ve c m é th o d e , ne\n                     p o in t se la isse r d o m in e r p a r e lle s , et n ’en p o in t\n                     s u b ir le ca p ric e a n a rc h iq u e .\n                          Ç ’a été l ’u sa g e co n sta n t d es c la ss iq u e s (1) de\n                     ra p p o rte r à q u e lq u e s o u v ra g e s, m a is d e lo n g u e\n                     h a le in e , d es e n se m b le s, d es séries de se n sa tio n s.\n                     C ’e st san s d o u te la m e ille u re m é th o d e , co m m e\n                     a u ssi la p lu s ra tio n n e lle , la p lu s co n fo rm e à\n                     la r é a lité p s y c h o lo g iq u e , si l ’on so n g e q u e le\n                     n o m b re des im p re ssio n s o rig in a le s d o n t ch a q u e\n                     e sp rit e st s u s c e p tib le e st e x trê m e m e n t lim ité :\n\n\n                       (1) D e la cro ix don t le s sen sation s d e va ien t être s p é c ia le ­\n                     m ent tu rbu len tes, le s d iscip lin a it à co u p    d e littératu re. Il\n                     transform ait h a b itu ellem en t ses im p ression s en sujets ch o isis\n                     u n p eu au h a sard du liv re q u ’il lisait.\n\n\n\n\n                     206\n"}, {"page_pdf": 224, "page_imprimee": 207, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1969, "texte": "ce sont les mêmes qui se reproduisent devant\ndes objets différents. On en voit la preuve dans\nce fait qu’il existe dans l’œuvre d’un artiste des\nséries : chaque année, la même saison ramène\npar exemple des ouvrages de même inspiration.\nDonc : classer les sensations, favoriser la créa­\ntion de plusieurs centres de cristallisation pour\ngrouper les sensations similaires ; groupement\nd’abord laborieux pour qui n’y a jamais pensé,\nmais qui doit devenir facilement instinctif et\nq u e Ingres entre autres devait faire sans difficulté.\n   C’est une question de savoir si le sujet peut Difficultés.\nmotiver la formation d’un centre de cristallisa­\ntion, ou si c’est le centre qui doit déterminer\nle sujet. Faut-il, comme les Maîtres d’autrefois,\nse contenter d’un motif quelconque, arbitraire,\nde travail, (comme un sujet donné, une com­\nmande) pour y rapporter toutes ses émotions\nquotidiennes ? Ainsi, en Bretagne, les bateaux\nde sable déposent autour d’une perche qui\n émerge, leur chargement mouvant et fragile,\npour le retrouver à la mer basse.\n   Ou bien faut-il attendre qu’une série de sen­\nsations analogues ait fait naître un motif assez\nabsorbant, assez fort, pour devenir exclusif et\nmaintenir l’âme de l’artiste dans un même état\npendant le temps de la gestation et de l’exé­\ncution ?\n   Il faudrait tenir compte du goût d ’un public Influences de notre\nqui demande des sensations d ’art en cinq mi­ milieu.\nnutes, et des tableaux bon marché. Aussi : les\nconditions de vie où nous sommes, et cette\nexistence mouvementée qui multiplie autour de\nnous les distractions les plus variées, les rencon­\ntres les plus hétéroclites ; le mélange dans nos\nmusées, nos maisons, nos rues, des éléments\nles plus contradictoires ; le heurt des théories,\ndes systèmes, des métaphysiques. C’est un fait\nque Corot, Ingres, Delacroix et tout près de\nnous Puvis de Chavannes ont su préserver leur\nœuvre d e ces influences.\n\n\n\n                                                  307\n"}, {"page_pdf": 225, "page_imprimee": 208, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2766, "texte": "                       L ’esthétique classique nous offre à la fois une\n                   méthode de penser et une méthode de vouloir ;\n                   une morale en même temps qu’une psycholo­\n                   gie. Il conviendrait aussi de rechercher quelle\n                    est au juste dans l’impressionnisme moderne la\n                    part de l’Extrême-Orient et du goût sémite.\n                    On découvrirait comment des influences orienta­\n                    les récentes ont introduit dans nos mœurs esthé­\n                    tiques l’amour exagéré de l’éclat, de la riche\n                    matière, de la couleur, au dépens de la forme,\n                    de l’architecture et de la sobriété classique. Les\n                   théories relativistes ont favorisé le développe­\n                    ment d’un art purement sensuel ; et maintenant\n                   s’écroule la longue tradition commencée par les\n                   vieux Egyptiens, continuée par les Grecs, les\n                    Quattrocentisti, la Renaissance, l’art de Phi­\n                    dias, de Giotto, de Raffaël et de Poussin !\nL e point de vue       Si l’on se place au point de vue religieux,\nreligieux.\n                   et sans tenir compte de l’inspiration individuelle\n                   ou de tout autre élément que la technique su­\n                   périeure de l’œuvre d’art, suivant le plan de\n                   ces notes, — on reconnaît sous les tendances\n                   d ’art récentes le matérialisme complet. Quel\n                   que soit dans l’art classique (antique ou Re­\n                   naissance) la qualité du sujet littéraire ou réel,\n                   on sent cet art pénétré toujours d’un puissant\n                   idéalisme,et c’est à ses chefs-d’œuvre que s’appli­\n                   que cette pensée,d’ailleurs platonicienne, que la\n                   beauté est la forme visible de la vérité.\n                       Nous avons dans l’étude de sa Méthode un\n                   élément de jugement ; plus précis. Un art qui\n                   nécessiste tant de volonté, une telle clarté de\n                   jugement ; qui est fait de sacrifices ; dont la\n                   sensualité est exclue ; qui préfère l’expression\n                   par la forme à l’expression par la couleur, un\n                   tel art tient dans l’Esthétique chrétienne la\n                   place du Cartésianisme dans la Philosophie de\n                   l’Église ; peut-être aussi du Jansénisme dans la\n                   Théologie. Tout bien considéré, les statues an­\n                   tiques et les ouvrages d’un Raffaël ne sont pas\n                    déplacés dans la demeure des Papes. Le Juge­\n\n\n\n\n                   208\n"}, {"page_pdf": 226, "page_imprimee": 209, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1509, "texte": "ment dernier et la Dispute du S t Sacrement\np ro d u ise n t u n e im p re ssio n a u ssi r e lig ie u s e q u e\nles C im a b u ë , le s G io tto , les A n g e lic o , ou q u e\nces m o sa ïq u e s d es b a s iliq u e s ro m a in e s, q u i\njo ig n e n t en d ’in o u b lia b le s h a rm o n ie s les tr a d i­\ntio n s a n tiq u e s au s y m b o lis m e ch ré tie n .\n     Il co n v ie n t d e fa ire b é n é ficie r l ’art d e la\nR e n a issa n ce d e la trè s b e lle o b se rv a tio n du\nP . D e s id e r iu s (1) au su je t d e l ’a n tiq u ité p aïen n e:\n     « L o r s q u e la c o n n a issa n ce d u v ra i D ie u se\nlim ita au p e u p le ju if , les bonnes méthodes esthé­\ntiques d e v in re n t le p a rta g e d es p a ïe n s e t co m m e\nu n e so rte de- m a n ife sta tio n p la s tiq u e d e D ie u\na u x p e u p le s a n cie n s q u i d e v a ie n t p ré p a re r le\nte r r a in au C h ris tia n is m e , E g y p t ie n s e t G re c s. »\n     C e q u i re v ie n t à d ire q u e la T r a d itio n c la s ­\ns iq u e to u te e n tiè re , p o u r la lo g iq u e d e l ’effort\n et la g ra n d e u r d es ré su lta ts, e st en q u e lq u e\n fa ço n p a r a llè le à la T r a d itio n r e lig ie u s e de\n l ’H u m a n ité .\n\n                                                    M a u r ic e     D e n is .\n\n\n\n\n  ( 1 ) D a n s son e x ce lle n t o p u scu le sur l’E sth étiq u e des B é n é ­\ndictins de B eu ro n .\n\n\n\n\n                                                                             209\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-018", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 210, "page_fin": 215, "titre_corps": "Sur les manifestations extérieures, ou du Verbe fait chair", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "ÉMILE BERNARD.", "ancre_debut": "Sur les manifestations exté­ rieures, ou du Verbe fait chair     Sous les influences de p", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 227, "page_imprimee": 210, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1913, "texte": "Sur les manifestations exté­\nrieures, ou du Verbe fait chair\n    Sous les influences de plus en plus montantes du\n protestantisme, sous les persécutions de plus en plus\n menaçantes de l’esprit mécréant, l’É glise semble\n ployer et, avec elle, la poésie de la vie, inhérente à\n toute foi.\n    En vérité, la Religion étant notre tremplin vers\n en-haut, notre rupture d’avec les bassesses de nos\n besoins, il n’est point hasardé de dire que c ’est par\n elle seule que nous pouvons comprendre et aimer\nla poésie, c ’est à dire, cette soif de beauté qui dès\nici-bas nous pousse à admirer toute noble action,\ntoute harmonie réalisée par l’homme ou la nature.\n    C e que les dogmes, ce que la Révélation de\nJésus-Christ nous apprennent ne peut se limiter à\ndes sermons, et les actes mêmes de l’adoration, de\nla prière, du sacrifice sont les puissants enseigne­\nments de la vie du Sauveur.\n    N otre religion est universelle (catholique), c ’est\nà dire, qu’elle ne rejette, sous prétexte d’esprit pur,\nrien de ce qui appartient à l’âme, au cœur, à la\nraison ; faisant la part de chacune de nos facultés,\nelle ne leur demande qu’une parfaite sonmission à\nelle. Ses dogmes reposent sur la T rinité une, mais\nelle distingue sans séparer, et c ’est là son unique\nforce, sa preuve évidente de vérité. En le P ère elle\nnous montre le principe créateur de toutes choses,\nle principe éternel, excellent ; en le F ils elle nous\nprésente la vie active et divine réalisant le pourquoi\nde l’homme, en l’E sprit elle nous ravit, nous pro­\nmettant l’extase et la science du bonheur au dessus\nde la souffrance. Ces trois principes fondamentaux\nde tout ordre, elle les fait voir à l’homme, tour à\ntour dans lui-même et dans la nature qu’il domine.\nE lle a pris à cœur de le prévenir de toute sépara­\ntion, de toute confusion, et ainsi établit le parfait\néquilibre de son être, lui aussi trinité une de sang,\nd’esprit et d’âme.\n\n\n\n\n210\n"}, {"page_pdf": 228, "page_imprimee": 211, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2449, "texte": "      L ’homme, selon donc qu’il s’abandonnera à l’une\n  ou à l’autre de ces parties tendra à un développement\n  nuisible aux autres. C ’est ainsi que ceux qui cultivent\n  trop leur esprit nient le F ils et le P ère, et que ceux\n  qui ne croient qu’au P ère ne peuvent unir le corps et\n  l’esprit. Mais comme on ne peut croire au F ils\n  sans croire au P ère ni à l’Esprit, on trouve la vérité\n  seule dans Jésus, fils de Dieu, christ rédempteur,\n  seul lien du monde naturel et surnaturel dont les\n deux autres personnes sont l’origine et le sens.\n     L a parole qui ne s’adresse qu’à la raison n’est\n donc pas le seul enseignement de l’E glise, quoiqu’il\n en soit présentement le plus répandu, le plus cou­\n rant. L e V erbe s’étant fait chair, les paroles sont\n devenues plus que cela pourtant : elle sont devenues\n des actions, et c ’est pour cela que Jésus disait qu’il\n faut ju ger par les actes.\n     « E t le Verbe s’est fa it chair et il a habité parmi\n nous » cela ne veut-il pas dire que la lettre (le tétra ­\n grammaton) est entrée dans la vie, que le nom de\n Dieu est prononcé par le geste, que l’action a rem­\n placé la parole, que les faits ont été de nouveaux\n enseignements, clairs, simples, profonds.\n     Jésus parla, et il tua le livre en parlant, mais il\n fit plus, il agit. Or, son action fut la réalisation de\n cette parole : « et le V erbe s’est fait chair ».\n     L ’Eglise, comme Jésus, en dehors de ses sermons,\n de ses enseignements, de ses lectures, agit. E lle\n soigne les m alades, console les pauvres, guérit les\n blessés, se penche vers les inquiets. E lle invite les\n croyants à revivre la vie de son fondateur, en pleu­\n rant à sa passion, en se réjouissant à ses victoires.\n     Cette partie vivante, active, agissante de l’Église\n catholique est la plus méconnue, celle dont la\nbeauté essentiellement profonde pâlit.\n     L e Protestantism e crut se libérer définitivement\n de toute inquiétude matérielle en niant le geste\nd’éloquence et d’art, en éloignant de son culte les\nsymboles, les manifestations publiques, les p ro ces­\nsions, les couleurs, les statues, les peintures, toute\nla richesse de l’imagination fervente et désireuse de\nréaliser ses aspirations dès ici-bas. Croyant s’élever\nainsi à l’esprit pur, le Protestantism e nia le culte\nmême de l’Esprit, et tua la poésie inhérente à toute\nreligion. Il en est résulté que — chose unique —\n\n\n\n\n                                                      211\n"}, {"page_pdf": 229, "page_imprimee": 212, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2238, "texte": " il est le foyer le plus contraire à l’expansion et au\n bonheur, qu’il donne à l’homme en pâture un univers\n semblable à lui-même, c ’est à dire, morne, ennuyé\n et de pure convention. C ’est que la parole parlée\nne s’attache qu’à la raison, mais la parole agie\n opère dans un illimitable espace. Prenant l’homme\n pour un hiéroglyphe — ou plutôt pour un livre dont\n chaque geste est un mot — l’action est doublement\nsignificative : par elle, par sa beauté propre, par\nson sens, qu’aucun être ne peut ignorer.\n    L e s subtilités théologiques ne sont pas entendues\n de tous, et un sermon très simple n’est pas positi­\nvement chose facile et ordinaire (car trop générale­\nment on nous donne comme sim plicité la plus en­\ndormante des platitudes, la plus creuse des impuis­\nsances) ; de plus les explications sont longues et\nl’homme est facilement inattentif, car ce qui sort du\ndomaine de la vie agie, ne nous est admissible que\npar culture, par abstraction. O r, je dis que la beauté\nde l’action est supérieure à celle de la parole, et\nque son empire est infiniment plus grand, car elle\nn’est bornée ni par les langages, ni par les états\nd’esprit, car elle tire sa splendeur de la lumière\ndans laquelle elle se fait et de l’énergie de l’âme\nqui l’extériorise.\n    Ainsi, suivant cette marche, une peinture pieuse\nest plus éloquente qu’un sermon et peut opérer\nde grandes conversions, parce qu’elle est un instant\nde vie, ou plutôt une extériorisation, signifiée par\nles gestes et les êtres, de la parole parlée. C ’est\ndans une mesure indéfinissable, mais déjà palpable,\ndu Verbe qui se fa it chair. M ais quand du tableau\nce Verbe passe à la vie, quand la parole se fa it chair\nvivante et agissante son empire s’illimite, et ses con­\nséquences sont infinies.\n    Ainsi donc les cérémonies pieuses, en plus qu’el­\nles sont une sortie de l’homme vers la joie, sont\nencore le plus certain moyen d’apostolat, car elles\ndémontrent ainsi, par la poésie et la beauté, leur\nprovenance divine.\n    L equel d’entre nous, croyant ou non-croyant,\npeut voir sans émotion, dans les champs frais, pas­\nser le cortège chanteur des Rogations ? Lequel\nd’entre nous, croyant ou non-croyant, peut nier\nqu’une poésie inaccoutumée parfume la campagne,\n\n\n\n\n212\n"}, {"page_pdf": 230, "page_imprimee": 213, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2256, "texte": "quand, en juin, l’ostensoir flamboie, second soleil\ndes blés, au haut du reposoir tout vibrant de ban­\nderoles, de feuillages, de fleurs et de cierges ?\n   L ’humanité aime à s’embrasser en quelque temple!\nOr, est-il, — à part les cathédrales, œ uvres de\ncommun am our — est-il un plus sublime rendez-\nvous que cet instant où Dieu incorporé en l’hostie\nconsent par la main du prêtre, à se reposer parmi\nles plus vulgaires objets de la vie ? Il passe au long\ndes maisons enviergées des blancheurs du linge;\nil avance par les chemins, sur les fleurs arrachées\naux jardins; tout ce que l’on a pu trouver de mieux,\nvases, flambeaux, tapis, aux demeures des siens lui\nest naïvement dédié ; et, parmi le pain encore en\népis, un salon L u i est fait de tout cela, salon qui\nest le résumé de ceux de ses fils, et dont chaque\nobjet im plore une grâce de sa m iséricorde. N ’enten­\ndez-vous pas, en ce moment, la parole du Christ,\nque cet amour a mis en action, planer sur les foules :\n« mes petits enfants, aimez vous, aimez vous les\nuns les autres. »\n   Cette collectivité convoquée au travail divin est\nune belle image de notre future communion céleste,\nc’est la plus admirable consécration de la fraternité\nhumaine, et une joie grande en émane.\n   T outes les cérémonies du culte catholique, quand\nelles ont gardé leur caractère de popularité et de\nliberté, atteignent à cette persuasion poétique, et\nelles sont fertiles ; mais, par misère, elles tendent,\nde plus en plus, à prendre un caractère officiel\nqui stérilise peu à peu leur action et les rend\nfactices.\n   Il faut qu’en ces instants le fidèle sente qu’il est\nlui-même le corps de l’É glise, la pierre de l’Édifice,\nqu'il jouisse d' expansion et qu’il exfolie son amour\ncomme une vigne autour d’un support ; car en\nvérité, les exercices réglés du culte ne sont qu’une\ncharpente qui appelle le croyant pour être une\ntreille, et si le peuple est écarté, si à elle seule est\nlivrée la manifestation, elle ne produira que tristesse,\ndonnant au fidèle la sensation de l’inutilité, de l’iso­\nlement, de la séparation, du brisement. Il faut que\nces cérémonies soient comme le repas auquel notre\nSauveur fait allusion, repas auquel tous sont conviés,\n\n\n\n\n                                                    213\n"}, {"page_pdf": 231, "page_imprimee": 214, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2088, "texte": "et où chacun se rend selon son désir, mais revêtu\nde la robe nuptiale qui est la foi.\n   N otre temps, attristé par les conquêtes du matéria­\nlisme sur la nature, par l’industrie, les raisonne­\nments de l’erreur, la méthaphysique m aladive et\nvague, les convenances sociales et l’athéisme,\nattristé par tout cela et par la condamnation de la\nBeauté, notre tem ps, dis-je, va, peu à peu, refroidis­\nsant l’homme vis-à-vis de l’homme, l’É glise vis-à-vis\nde ses fidèles. Un méfiance s’établit, les portes\ninsensiblement se ferment, et les cœurs sourds les\nuns aux autres, las de retenir un acte non encore\nosé s’y décident : le prochain siècle assistera sans\ndoute, malgré tout le fastueux étalage de philantropie\nou de culte humain, au déchaînement définitif et\nbrutal de cet égoïsme couvé depuis trois cents ans.\n   Toutes les nobles collectivités travaillant au\nservice du Bien, du Juste, du V rai, du Beau, sont\natteintes ; avec leur disparition coïncidera l’arrivée\ndes ténèbres et des barbares.\n   Je ne vois pas arriver ces catastrophes en silence,\net je crois bon de les désigner sur l’horizon. L a\nF ran ce a trop nié pour qu’il soit tem ps d’affirmer;\naffirmer, c’est adorer. L ’orage nous menace de\nm ystère et de nuit.\n   A l’étouffement des manifestations belles et ré­\ndemptrices de l’É glise catholique et de ses fidèles,\ncorrespondent le mouvement mécanique et brutal,\nl’activité fiévreuse, envieuse, m aladive, scientifique\nde l’Europe et de l’Am érique.\n   Après avoir tout fait pour se rejoindre, ces deux\ncontinents anéantiront les autres ou disparaîtront en\nun cosm opolite chaos.\n   D ’un égal effort ils ont travaillé à se ressembler,\nà blasphémer pareillement le bonheur et la naïveté,\nà réaliser une platitude égale à leur surface ; ils ont\nfait de leurs habitants les mêmes automates préten­\ntieux et bavards, les mêmes utopistes sociaux, les\nmêmes apologistes de la matière.\n  Il est terrifiant de songer que cette Am érique née\nde l’ignominie européenne va devenir la maîtresse\nde cette civilisation qui la bannissait pour se sauve­\ngarder des ténèbres.\n\n\n\n\n214\n"}, {"page_pdf": 232, "page_imprimee": 215, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 429, "texte": "   A l’acte divin, au verbe fait chair par les proces­\nsions et les actes publics d’amour, signifiant toujours\nla vie de D ieu parmi nous, Satan a-t-il donc défini­\ntivement substitué l’activité : meule que l’homme\ntourne sans but, en face du néant, bâtonné par la\nconvoitise de l’or ?\n\n\nChoubrah, novembre 1897.\n\n\n                                 É m ile   Bernard.\n\n\n\n\n                                                      215\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-019", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 216, "page_fin": 228, "titre_corps": "Sur les Icônes byzantines et l’art hiératique", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "ÉMILE BERNARD.", "ancre_debut": "Sur les Icônes byzantines        et l’art hiératique.                               C ’est dans la splendeur d", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 233, "page_imprimee": 216, "debut_caractere": 3, "fin_caractere_exclue": 2109, "texte": "Sur les Icônes byzantines\n       et l’art hiératique.\n                              C ’est dans la splendeur de ce firmament\n                           que vous vous communiquez à nous et que\n                           vous nous apprenez à faire la différence du\n                          jour et de la nuit, des choses de pure intel­\n                           ligence et de celles qui touchent les sens.\n                                                       S t Augustin.\n\n\n    Platon avait écrit sur son Académ ie que personne\nn’y pouvait rentrer s’il ne savait la géométrie :\nJoseph de Maistre plus récemment faisait tout\nreposer sur le nombre. Pythagore était de cet avis\net considérait le cercle comme l’image de la perfec­\ntion (l’auréole n’est-elle pas une consécration de\ncette pensée?).\n   L e spectacle de la nature extérieure, il est bien\névident, conduit la raison à la conception d’une\nharmonie plus parfaite, exempte de tares ; en ce\nm ystérieux travail la raison et l’imagination se\nrévèlent elles-mêmes supérieures à cette nature vue;\npuis la foi révélatrice des choses cachées élève la\nraison et l’imagination à l’unité divine, à la contem­\nplation du parfait.\n   Ainsi partant du sensible, passant par l’imagina­\ntion l’esprit s’élève au divin révélateur de l’ordre.\n    Cette conception donne peut-être la clef des arts\nanciens, invers de nos arts modernes.\n    L ’harmonie de ces grands arts exempte d’acci­\ndents, savante, puissante est si frappante, si sugges­\ntive qu’il faut, faute de manuels à cet usage, à qui\nveut en pénétrer les secrets, entrer dans la théolo­\ngie, clef de toute vérité.\n    L ’idée que les anciens ont commencé par imiter\nla nature me paraît juste, mais cela toutefois quant\n à leur sortie de la sauvagerie primitive, avant toute\n civilisation, car elle me paraît fausse pour les arts\naccom plis. L a philosophie religieuse a d’abord\n éclairé les artistes sur les formes, sur les symboles\n et les concordances; rien de vain, de fantaisiste,\n d’inutile n’est par suite de cela, entré dans ces arts;\n le souvenir aussi que l’homme premier avait gardé\n\n\n\n\n2 16\n"}, {"page_pdf": 234, "page_imprimee": 217, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2354, "texte": "de la terre heureuse et belle et avait transmis à ses\ndescendants, d’une vie plus pure, plus conforme\naux desseins de Dieu, a pu être la première cause\nd’impulsion vers la création du Beau supérieur.\n   E n remontant le cours des siècles, ne voyons-nous\npas les arts, plus simples, plus purs, plus éloquents,\nplus portés vers le D ivin ; et l’histoire ne nous\nmontre-t-elle pas qu’antérieurement aux G recs l’art\négyptien avait atteint à une grande splendeur et que\ntous les arts qui suivirent en sont nés !\n   L e s anciens, et c ’est en cela qu’on les juge mal,\nn’ont pas aimé le caractère fugitif et passager de la\nvie : contemplatifs et penseurs, ils ont au contraire\ndésiré et transcrit le caractère éternel et grandiose\ndes destinées de l’homme [de là le culte des morts];\nils ont substitué au fantôme du corps l’âme éternelle\net invariable.\n   A leur encontre, nous avons aimé les passions et\nles avons attachées à notre œuvre : nous avons huma­\nnisé; eux bannissaient comme blessants les contorsions\nde la douleur et les gestes de la jo ie et je me sou­\nviens fort à propos de ce sculpteur grec — Tim an­\nthe — qui, ayant à peindre le désespoir et le jugeant\nen dehors et contraire à la sérénité de son art, voila\nle visage du personnage qui le devait exprimer.\n   E h bien, nous, nous avons levé le voile et nous\navons aimé ce désespoir.\n   L ’art Romain portraitiste, et ainsi poussé au natu­\nralisme, fut le premier à s’occuper de ces vérités\nfictives ; il y a au musée du L ouvre une série de\nvisages qui racontent l’histoire de ce peuple mieux\nqu’on ne la saurait écrire ; ils disent sa volupté\ncruelle, ses vices hideux, ses vertus stoïques et\nguerrières, le cynisme de ses philosophes.\n   L es Byzantins au contraire ont rétabli le caractère\nd’éternité que les anciens avaient aimé ; ils y ont\nadjoint le faste, la richesse orientale, la splendeur\nqui siéent à la gloire du Christ triomphant : ce\nn’est que tard qu’ils ont imité la Passion du Calvaire.\nC ’est justem ent à cause de ce caractère qu’on ne leur\nveut pas voir qu’ils ont sur nous une grande supé­\nriorité : Ils surent restaurer dans l’art grec naturaliste\net tombé dans la niaiserie la vision de l’immortalité.\n   A bstrait en apparence, l’art byzantin concorde\ntrès bien avec la nature vue et sentie et l’on peut\n\n\n\n\n15                                                    217\n"}, {"page_pdf": 235, "page_imprimee": 218, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2315, "texte": "dire qu’il n’est pas une de ses lois qui ne repose sur\nl’observation profonde du monde sensible, mais c’est\npar le tamis de la logique, de la contemplation, de la\nfoi, qu’il faut passer pour s’élever jusqu’à la com pré­\nhension de sa splendeur mystique.\n   L es Byzantins ont ajouté à ce qu’ils tenaient de\nla G rèce et de l’E gypte la couleur et par conséquent\nla musique; ils ont réchauffés, ravivés, rendus célestes\ndes arts jusqu’alors en puissance ; ils ont donné des\nailes à leur conception, les ailes de l’espérance, de\nla foi, de l’amour déployées sur le monde nouveau\npar la religion révélée.\n   J’aimerais à dire d’eux, qu’ils sont le prisme où le\nsoleil du Christ s’est décom posé en riches couleurs,\nqu’ils sont la beauté spirituelle de l’art et cela tant\npour les Pères de leur E glise que pour leurs artistes,\ncar à cette époque l’art de peindre et la production\nmarchaient ensemble et les moines étaient icono­\ngraphes.\n   T ou t ce que l’A sie a de trésors mystérieux, de magni­\nficences suggestives se trouve chez les Byzantins,\nmais ce n’est pas la richesse asiatique qu’ils ont\ninstaurée, c ’est le Paradis terrestre de l’Eglise, c ’est\nl’image de l’Eden prim itif qui n’était que rythme et\nbeauté, c ’est la vie renovée par la venue du Christ.\n   L ’art chrétien-romain, tout entier représenté par\nla tête du Sauveur trouvée à Saint Calixte est très\nbeau, très pur, mais c ’est un art plus positif, plus\nsolide, moins idéal, moins typique que le Byzantin.\nJe ne nie ni ses belles proportions, ni sa douceur\nrêveuse ; mais ici le désir est moins ardent, moins\nchaud, moins brûlant, la vertu a pris un caractère\npaisible — presque p assif — en lequel l’élan fait\npeut-être un peu défaut. Cet art n’est pas mystique,\nil est religieux et cela me paraît tout autre chose.\n    L a m ysticité me semble être une illumination alors\nque la religiosité m’apparaît comme une pratique.\n Im aginez un cloître : il y a dans ce cloître beaucoup\n de religieux, pieux, sages, chastes, observant la\nrègle avec zèle et ponctualité ; il y en a peu sans\n doute parmi eux qui reçoivent la grâce d’être élevés\n à la contemplation et qui peuvent s’infliger des\n rigueurs surpassant les forces humaines. Or, là où\n la règle cesse, la m ysticité commence.\n    V oilà ce que je puis dire de plus net à cet égard.\n\n\n\n\n2 18\n"}, {"page_pdf": 236, "page_imprimee": 219, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2285, "texte": "L a religiosité est le premier point, car si le mystique\nfait plus que la règle, il ne cesse néanmoins pas de\nl’observer, et c’est en passant par elle qu’il va ju squ’au\nm iracle. C ’est pour ce mystique qu’a été fait le «Credo\nquià est absurdum » c ’est-à-dire « Je crois à ce qui\ndépasse la raison. »\n   J’aime les arts m ystiques, ceux dont l’élan, sans\nnier la règle ou le canon, surpasse ce que ce canon ou\ncette règle employée à froid peut donner. Je n’aime\npas les arts qui ont satisfait seulement à la règle,\nquoiqu’ils en aient tiré le bénéfice d’une apparente\nperfection. L a beauté du Christ de Saint C alixte est\ngrande. M ais je ne pourrai jam ais adorer ce Christ,\nparce qu’il me représente trop un homme et pour\ncela arrête mon idée dans notre monde et dans sa\nforme, parce qu’il ne remplit pas les conditions de\nl’art m ystique qui veut qu’avant la forme matérielle\napparaisse la forme essentielle.\n   A u contraire,le grand Christ de B yzance, qui plane\nassis sur son trône somptuaire au dôme de Pise,\nm’emporte avec lui dans la splendeur, me jette dans\nl’être des rayonnements, me rechauffe et m’attire à\nson immortalité : devant lui, je puis prier ; la prière\n est une réponse à sa clarté.\n    E t c ’est encore là sans doute un résultat de la\nmerveilleuse harmonie, car non seulement ce Christ\n est Le Christ, mais il est, dans ce lieu où le voici\nplacé, comme le centre, comme la m ajestueuse clef\n de voûte de tout l’édifice.\n    E t que me fait un visa g e!.. Dans l’immense cathé­\n drale plus belle que tous les palais, il me semble que\nje suis dans le cœur de Dieu, et le Christ im précis\n et flottant dans l’encens et l’or me fait signe — plus\nque ce doux visage qui ne me parle que d’une beauté\n humaine.\n    Si j ’ai la hardiesse d’exprimer ici mon sentiment,\n ce n’est pas toutefois en prétendant nier la beauté du\nvisage divin trouvé à Saint Calixte.\n    Pour trahir une de mes plus chères idées, je dois\n dire que : conformément au rêve, je ne me plais qu’à\n des ensembles, à de grands ensembles, dont toutes\nles proportions sont des réceptacles de sym boles.\nAussi l’architecture me semble-t-elle l’art d’excellence\njointe au hiératisme.\n    Il n’est pas nécessaire pour faire un Christ de\n\n\n\n\n                                                       219\n"}, {"page_pdf": 237, "page_imprimee": 220, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2258, "texte": "faire un vrai Christ (cette folle idée surpasse nos\nforces humaines) mais une église est aussi la figure du\nChrist. Où est l’architecte moderne qui saura com­\nprendre et qui saura produire un monument capable\nde cette évocation ? Cette tâche dépasse peut-être\nnotre temps.\n   E t voici pourquoi j ’aime encore les Byzantins, ils\neurent l’idée de cela à un tel point qu’ils le firent\ndans tous les sens et même à l’envers, car tout en\nédifiant un temple qui fut le Christ, ils ont fait trôner\ndedans un Christ qui est un temple. Ils ont fait du\nSauveur une prodigieuse architecture, une géométrie\nvivante et chantante, l’alpha et l’oméga du monde\nsensible, invisible, divin.\n   L es icônes grecques sont les enfants de ce Christ-\nlà : répétées de siècle en siècle par des pinceaux\ndivers, elles sont les échos de la vo ix nouvelle qui\nparla dans les arts du haut de la voûte des basiliques,\net si elles ont peu à peu descendu les échelons du\nsavoir et de la beauté, la faute en est à nous qui ne\nsûmes pas croire et les aimer comme nous le devions.\n   Je vais exprimer une opinion qui certes mettra\nen colère les positivistes de la foi, les dogmatistes\nde l’authenticité.\n   V oici : Comme je l’exprimais plus haut par l’exem­\nple des religieux, observateurs scrupuleux de la règle\nmais n’allant pas au De la, et des saints la surpassant\nsans la nier, je désire que l’a rtiste mystique apporte\ndans son œuvre une ardeur spirituelle, supérieure à\ntoute représentation conforme à ce qu’a pu paraître\nla divine vie.\n   Si le dogme nous raconte que N . S. J.-C ., fils de\nDieu, se fit homme et qu’il vécut en homme, l’art\nnéanmoins ne doit pas pour cela s’enfermer dans la\nreconstitution de la vie humaine du Sauveur, mais\ndoit y mettre en réalité ce qu’elle était — c ’est-à-dire\ntout ce qu’il lui appartient essentiellement d’exprimer\nsous peine de n’être qu’un vil métier — le surnaturel.\n   E n cette occurrence, aussi haut que l’artiste pourra\ns’élever dans la foi et la mystique, aussi haut à nos\nyeux et en notre âme, il placera lui-même son œuvre.\n   C ’est ainsi qu’il sera comme un m erveilleux com­\nmentateur, plein de lumières nouvelles, et que, sans\nattenter à la vérité de ce qui fut, il montrera cette\nvérité même dans un plus grand éclat.\n\n\n\n\n220\n"}, {"page_pdf": 238, "page_imprimee": 221, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2323, "texte": "    L es P ères et D octeurs de l’É glise furent les illus­\n trateurs puissants de l'É vangile et, sans en altérer le\n texte, ils ont pu produire, selon leur génie, des\n ouvrages pleins de lueurs inattendues et de beautés\n suprêmes, montrant dans un plus clair jour aux yeux\n de ceux qui les écoutaient ou lisaient le contenu de\n chaque parole et de chaque action de l’Homme-Dieu.\n   Ainsi fera l’artiste mystique : dans son intelligence\n éclairée par la grâce, il refondra en symboles tout\n ce que la vie du divin M aître nous a fait entrevoir\n derrière la toile des apparences, tout ce que la vie\ndes apôtres, des saints, des martyrs a de beauté et\nde profondeur, en un mot il élèvera à la hauteur de\nla science pieuse la nature, « tem ple de vivants\npiliers. »\n   V oilà le véritable rôle de l’artiste mystique et ce\nqui le sépare de l’artiste simplement religieux qui\nne s’en prend qu’à l’écorce des représentations de\nl’Évangile.\n   C e qu’il fut écrit de blasphèmes, de stupidités, de\nturpitudes sur les arts spirituels, c ’est à pleurer de\ndouleur ! L e s byzantins, les gothiques pas plus que\nles antiques égyptiens n’ont été compris ; on n’a\nvoulu voir dans leur effort vers l’éternel, le grand,\nle majestueux que des tâtonnements, des barbaries,\ndes enfantillages, des essais gauches, des sauvageries.\n   C ’est que la route qu’ils avaient prise était bien\nautre que celle que leurs censeurs suivaient; car\nalors qu’eux ne voulaient voir que dans la lumière\nclaire et simple de la philosophie religieuse, ceux-ci\nse lançaient dans je ne sais quelles folies de sensua­\nlisme, d’adoration de la nature, qui en retour ne\ndevaient leur procurer que l’im possibilité de toute\nélévation et parfaire la chûte de l’homme, créé pour\ncomprendre et dominer, dans une passivité imitative\ndes plus lam entables. Aussi la différence est-elle\nbien sensible entre ces temps modernes de doute et\nde nature, et ceux de théologie et de philosophie\nsainte qui les précédèrent. Si grande est-elle que\nceux qui passent de l’un de ces mondes dans l’autre\nsont comme transportés du jour dans les ténèbres, avec\ncette seule et terrible erreur que le jour leur est nuit\net la nuit jour. L e résultat de tout ceci a sa racine\ndans ces paroles que l’on n’a pas assez répétées :\n\n\n\n\n                                                       221\n"}, {"page_pdf": 239, "page_imprimee": 222, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2357, "texte": " Regardez avec votre âme, regardez avec la R évéla­\ntion , regardez avec la fo i...\n     L ’art des icônes grecques et des icônes russes est\nle dernier soupir de l’art byzantin. C ’est aussi le\nnernier soupir de l’art spiritualiste.\n     L e s compromis sont à leur com ble : science et\nreligion sont devenus deux termes ennemis : les\n savants athées à force de mentir ont entraîné le\nmonde dans une calomnie inconsciente et une cécité\n parfaite. L a constatation, la vérification sont deve­\nnues les seules bases du jugement : guerre à l’intui­\ntion et guerre au mystère. On a donné un type à\nl ’artiste : la nature, on lui a dit : imitez, et on juge\nson oeuvre selon ce type. L e triomphe de cette folie\n c’est le trompe-l’œil, c ’est la photographie.\n    L e s hommes d’imagination — quand il y en a eu\n — se sont détournés et ont créé le romantisme,\n avant le romantisme, ils avaient déjà créé l’allégorie.\n     L e romantisme, quoique glorifiant l’imagination, a\n été impuissant à quitter le type donné, il est resté\n dans l’humanité et il a rêvé de la glorifier par la\n passion, le drame. D elacroix, le seul grand roman­\n tique, n’a pas réalisé le surnaturel par la nature.\n     L ’effort du romantisme dans la peinture fut surtout\n littéraire, il s’éleva parfois jusqu’à la poésie, c ’est-à-\n dire ju squ’à la beauté, mais son entraînement vers\n la douleur le promena surtout dans des pays de\n brume et de brouillard. N é d’H am let et de Faust,\n il était condamné au M olochism e et à la tristesse.\n     L ’art mystique se distingue absolument de tout ce\n qui l’entoure, il tranche sur le réel comme le miracle\n sur l’habituel, comme l’imprévu sur le coutumier :\n c ’est une parole divine dans un temple humain.\n     U ne atmosphère chargée de magie vous enveloppe\n quand vous êtes en sa présence, un monde spécial qui\n n’est pas le monde, vous est révélé, monde qui ne\n vous est ni hostile, ni étranger...\n     D ’aucuns s’étonneront sans doute que cet art vive\n  encore; moi, je m’étonne qu’il va mourant.\n     L e hiératisme a poursuivi sa tradition jusque dans\n  nos temps malheureux et incroyants et chez des\n  peuples encore fidèles et fervents, quoique séparés\n  de notre communion; il serait temps de l’y aller voir.\n     Je ne veux pas dire que cet art ait gardé sa supé­\n  riorité première ; comme l’art positif, il parcourt son\n\n\n\n\n 322\n"}, {"page_pdf": 240, "page_imprimee": 223, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2373, "texte": " cercle : et du grand Christ des coupoles, je ne pré­\n tends pas affirmer qu’il soit arrivé sans décadence\njusqu’à l’icône qui se vend encore aujourd’hui à Jéru­\n salem ou à Saint-Petersbourg. L a m arche du natu­\n ralisme a été tellement rapide en ces dernières années\n qu’il est parvenu même chez cet art à plusieurs\n intrusions et jusqu’à le faire presque agoniser de son\n désir.\n    M ais même dans cet effort, l’excellence des canons\nbyzantins éclate encore; car sitôt qu’il voulut se\nfaire plus humain, il n’y eut pas beaucoup à modifier\npour les rendre satisfaisants, même à l’égard du vrai\nobjectif. L e s primitifs italiens du Giotto à Perugin\nn’ont guère fait que d’en jouer habilement selon leur\ngénie propre ; ils y ont puisé leur force d’harmonie\net de hardiesse, le principe du large et du grand.\n    Il ne fut donc pas difficile aux gens de notre siècle,\nfabricants déjà sans amour, de naturaliser, pour les\nrendre plus vendables, les splendides modèles qu’ils\ntiennent des peintres vraiment chrétiens : « entraînés\nsur cette pente fatale, leur art est devenu un vil\nmétier et d’artistes ils se sont faits manœuvres. »\n    L a faute n’en est pas à eux, mais à nous; car\ndevenus méfiants à leur égard, ne leur avons-nous\npas ouvert le champ de la simonie et de la vénalité;\nsubissant les nécessités et les incroyances, ces bons\net simples ouvriers perpétueurs de la tradition n’ont-\nils pas été par nous m assacreurs et déformateurs?\n    Cela est tellement certain que j ’ai vu des chefs-\nd’œuvres iconographiques faire hausser les épaules\nà des prêtres de l’É glise catholique orientale : aux\ndescendants des Saints Chrysosthom e, Basile, G ré­\ngoire, de Saint D enys l’A réopagite ; à des prêtres,\nc ’est-à-dire à des hommes que l’on eût pu croire plus\naptes que d’autres à les comprendre et à les aimer.\nCe n’était là que des religieux sans doute, et non\npas des mystiques !...\n    Cette déchéance des icônes est le dernier coup\nporté à l’art chrétien, à sa splendeur et à sa néces­\nsité, car l’icône byzantine était bien l’art chrétien,\nl’art qui seyait à une religion surnaturelle et plaçant\nson désir et son espérance en deça des réalités\nambiantes et de la beauté séductrice des apparences.\nC et art était bien le complément de la parole du\nChrist, parabole des actions m iraculeuses de sa\n\n\n\n\n                                                      223\n"}, {"page_pdf": 241, "page_imprimee": 224, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2135, "texte": "vie, philosophie divine de ses agissem ents humains,\nart conservateur du mystère et de la divinité sous les\nsymboles.\n  On peut donc dire qu’avec l’art des icônes va\ndisparaître le signe le plus authentique du monde\nchrétien, le cantique de splendeur qu’il chanta après\nla triomphe de l’Homme-Dieu, ce que le génie\nassocié à la foi a produit de plus immatériel et de\nplus super humain.\n\n                              *\n                          *       *\n\n   Avant que l’art existe dans un peuple il y a souvent\nd’obscures recherches dont l’imitation de la nature\nest généralement le but. C eci a lieu particulièrem ent\nchez les sauvages et dans les sociétés naissantes ;\nsitôt que la religion apparaît ces recherches cessent\net l’art se lève.\n   Ce m ystère ne peut être que constaté. Chaque art\napparaît d’abord naturaliste, copiste, imitateur, puis\nil devient religieux et alors il s’élève, s’épure, grandit\net son développement dans les édifices de la foi\naccom plit son dernier progrès. S e haussant avec la\nF o i il se baisse avec elle et enfin se traîne, languit,\ns’éteint comme le culte lui-même, de qui il a reçu la\nvie.\n   V oici un exemple : si je regarde le scribe égyptien\nou le marcheur [musée de Ghizeh] nul doute pour\nmoi — quelle que soit la sim plicité belle des formes\n— que le but de l’artiste était avant tout l'imitation.\n   Pourquoi, si ce n’était là son but a-t-il mis de vrais\nyeux à son personnage, pourquoi l’a-t-il revêtu de\nplâtre (il est en bois) et peint d’un ton de chair,\npourquoi s’est-il efforcé de me faire voir qu’il y a là\ndes ongles, là des cheveux, là une barbe et pourquoi\na-t-il simulé cela avec du crin ou quelques touffes de\ncoton ou de laine ? c ’est parce qu’évidemment il ne\nsongeait qu’à tromper mon œil sur la statue.\n   Si au contraire je me transporte aux œuvres du\ntemps de Ram ses III, de Seti Ier et aux bas-\nreliefs des époques dites « nouvel empire » je trouve\nque l’art, loin de s’être développé au point de vue\nimitatif, m arche dans une voie tout opposée ; les\nlignes extérieures non seulement sont encore plus\nsimplifiées, mais elles ne varient plus : elles semblent\n\n\n\n\n224\n"}, {"page_pdf": 242, "page_imprimee": 225, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2396, "texte": "décidées, décisives, immuables, éternelles ; et non\nseulement le mouvement du personnage a perdu\nl’imprévu du naturel, mais il semble résolu qu’il\nagira tout autrement que la race ordinaire et que ses\ngestes seront choisis.\n    L ’art s’est donc développé, en avançant, tout au\nrebours des prem ières recherches que nous lui\nvîmes faire à son début ; de la copie il est passé à un\ntype qu’il s’est créé, il a manifesté un idéal qu’il\npropage, il est allé au H iératism e.\n    C ’est ici une voie d’ascension, l’art n’a pas baissé,\nau contraire, il est né ; il est dans l’expansion précise\nDe la puissance; il connaît ses ressources, ses moyens,\nson but et non seulement il se présente maintenant\nsous une forme d’exécution plus belle et plus parfaite,\nmais il nous suggère le désir, l’amour, la pensée ; il\nnous transporte dans un monde nouveau.\n    L ’humanité rêve et désire sans cesse ce monde\nsupérieur de l’H arm onie et quoiqu’on dise ou écrive\nelle le rêvera et demandera toujours; c’est une des\nconsolations de son infirmité, la seule peut-être.\nAussi le caractère essentiel de l’art est-il là tout\nentier et non ailleurs.\n    J’ai dit à l’instant que l’art s’était désorm ais créé\nun type : je formule sur ce point une explication.\n    Quand il n’était encore qu’à son période de tâton­\nnements et d’imitation passive l’art cherchait son\nexpansion dans le type humain, dans un individu\n déterminé et pris pour m odèle. L ’artiste dénué de\n conception était alors soumis à des moyens matériels\n d'expression qui ne l’élevaient pas encore au-dessus de\n l’ouvrier. Aussi voyons-nous qu’en ces temps, il\n n’était considéré que comme tel et rien de plus. Plus\n tard, quand la religion vint — par une grâce divine\n — éclairer vivem ent son esprit, il conquit la F o i.\n    L a F oi, et elle seule, lui donna le désir de trans­\n crire son être spirituel ravi, la soif d’extérioriser ce\n qui se passait en lui ; non satisfait par l’habituel\n spectacle ambiant, l’artiste com m ença par créer.\n    Il avait à représenter — avant toute c h o se — le Dieu\n de son affection et ce D ieu il n’en trouvait le type\n nulle part. On ne lui enseignait que ses attributs, on\n ne lui en montrait pas l’image. C’est dans l’effort qu’il\nfit à se le représenter qu’il trouva la perfection.\n     Pouvait-il en être autrem ent ? Jusqu’alors adonné\n\n\n\n\n                                                        225\n"}, {"page_pdf": 243, "page_imprimee": 226, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2214, "texte": " à ses sens, abandonné à la puérilité de la copie, il\nne pouvait, à travers ses m aladresses, que saisir\n quelques parcelles du monde objectif sans en pénétrer\nle sens ; il était Comme les juifs de l’ancien testament\nexécutant la lettre sans pouvoir pénétrer l’esprit,\nmais le nouveau testament leur fut enseigné et les\nsept sceaux étant rompus par l’Agneau, Saint Paul\nsurgit.\n   Ainsi la religion a toujours rempli dans les arts le\nrôle d'initiatrice, elle leur a toujours ouvert les portes\ndu sens des signes, car « ce monde est un système de\nchoses invisibles manifestées visiblem ent » [St Paul :\nH eb. X I, 3].\n   Ainsi la religion a été de tous temps l’initiation\nnécessaire des artistes. E lle leur a enseigné le culte de\nl’invisible et de l’Idéal : ce n’est qu’après son appa­\nrition que la direction est trouvée, que les chefs-\nd’œuvres naissent.\n   L ’art relève donc directem ent de la F oi, de la reli­\ngion, celle-ci étant la seule préoccupation précieuse\nà l’homme sage et son seul but ici-bas.\n   Que faut-il p o u rv o ir D ieu? disait Platon. Etre\npur et mourir. E t les anciens qui ne connaissaient\npas la Révélation, mais qui désiraient ardemment\nD ieu et sa sagesse se tuaient pour aller les conquérir.\n   Cette destination de l’homme à la contemplation\net cette soif que l’amour du divin lui en donne, a\ntrouvé une porte ouverte dans l’art; là il lui a été\npermis de s’enivrer un instant de l’immortelle beauté\npromise : c ’est pourquoi, quand l’homme est vraiment\npur, quand les temps sont vraim ent pieux, l’art est\ngrand, surnaturel, divin.\n   L e s G recs qui ne sont qu’archaïques, c ’est-à-dire\nqui cherchent à ramener vers la nature le hiératisme\négyptien, sont bien inférieurs aux G recs qui les\nsuivirent et qui dégagèrent à nouveau ces formes\nnaturelles de l’imitation pour les élever à la hauteur\nde leur contemplation sainte; et si l’art grec semble,\nau premier coup d’œil, plus vrai, au sens commun de\nce mot, il faut rejeter comme une erreur grossière\nqu’il soit né de l’imitation.\n   L e grand art grec, celui de la Diane chasseresse\net de l'Apollon, fils du rhytm e et de la géométrie, a\nson fondement dans la m ystique païenne : sans elle\nil n’aurait jam ais existé.\n\n\n\n\n226\n"}, {"page_pdf": 244, "page_imprimee": 227, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2154, "texte": "    L e drame divin du Calvaire en ouvrant à l’art le\n sublime a définitivement montré la route. L a vie\n spirituelle a été annoncée au monde et les tâtonne­\n ments sauvages ont été perpétués seulement par les\n races qui n’ont pas voulu entendre la vo ix et qui ne\n la veulent entendre.\n    L ’occident, plongé dans une lumière vague, qui\nlui fait douter de tout, a commencé par rompre avec\ndes sophismes l’harmonie que la F o i avait révélée.\n    Partout il a brisé de ses propres mains les temples\nqu’il avait lui-même dressés au Dieu-Sublime.\n    L ’orient naturellement contem platif — parce que\nplacé sans cesse vis-à-vis de la lum ière — a seul\nperpétué — à travers mille rêveries — les traditions\nles plus antiques et les plus vraies. Seul il a légué\net lègue encore à l’occident le secret de sa grandeur\net de sa beauté.\n    L ’art byzantin, l’art des icônes, l’art chrétien\noriental en un mot, initiateur de l’occident, appelle\nencore les artistes vers son mystère et sa m ajesté; il\nsollicite des m ystiques égarés dans le brouillard des\ncités froides, une dernière admiration, il convoque\nune dernière fois les fidèles à la contemplation\nspirituelle et symbolique.\n   S i son appel n’est pas entendu, si sa voix s’éteint\nsans écho sur les mers, c ’en est fait des splendeurs\nsacrées dont nous n’aurons plus qu’à recueillir les\ndébris comme des reliques vraim ent saintes,\nimages d’une vérité qui s’en va.\n\n\n\n\n   Mais quelqu’un me tire par la manche et m’inter­\nrompt dans ce travail. Il me dit: «venez voir», s’ingé­\nniant déjà en secret à déformer peu à peu — à grands\ncoups de raison — les intentions de ce grand art sacré.\n   Aussi prends-je sur moi la force de lui répondre :\nQue m’importent vos m éticulosités de myope, et que\nm’importent aussi désormais les objets placés sous\nmes yeu x? Je ne veux les considérer que comme un\ntremplin qui fera bondir mon âme jusqu’au trône\ncéleste, jusqu’au Palais de la Splendeur.\n   Vous me faites bien de peine en vérité de vouloir\nm’emmener sur le lieu où je fus tout transporté, pour\ny prendre des mesures et pour y chercher des authen-\n\n\n\n\n                                                    227\n"}, {"page_pdf": 245, "page_imprimee": 228, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 807, "texte": "ticités : «Je ne connais en fait de jugement que la toute-\npuissance de mon souvenir », et quand mon âme a été\nélevée ju squ’à la joie, le vertige qu’elle en garde\nm’est garant de la force qui l’emporta. J’ai une\nhorreur bien profonde de votre manière de critiquer ,\nque vous vous livriez à l’éloge ou au blâme. Je pré­\nfère ma spontanéité à votre analyse, mon éveil\ninstinctif à vos comparaisons et à vos recherches. »\n   A insi ai-je répondu à la vaine critique oiseuse,\nbavarde qui ne sait voir qu’avec sa plate raison, et\nqui tient en poche le catalogue, dressé par elle, des\nperfections et des imperfections de l’œuvre d’art.\n   Puisse mon exemple être suivi en cette occasion\npour la gloire du D ieu Tout-Puissant.\n\n\n\nL e Caire, 1895-96 .\n\n\n                                E m ile   B ernard.\n\n\n\n\n328\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-020", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 229, "page_fin": 233, "titre_corps": "De l’art chez les anciens et chez les modernes", "titre_sommaire": "De l’art chez les anciens et les modernes", "rubrique": "", "signature_source": "ÉMILE BERNARD.", "ancre_debut": "De l’art chez les anciens          et chez les modernes    L ’art chez les anciens pa", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 246, "page_imprimee": 229, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1927, "texte": "De l’art chez les anciens\n         et chez les modernes\n   L ’art chez les anciens partait d’une intelligence\ncontem plative, intuitive. C ’était une vision intellec­\ntuelle supérieure et profonde. A cette époque\nlointaine, l’art n’empruntait à la nature autre chose\nque ses lois d’harmonie et de beauté.\n   Chez les Prim itifs chrétiens, l’art n’avait pas\ncette splendeur, mais s’adonnait à un amour si\ngrand, si pur, si spirituel qu’il se maintenait toujours\nau-dessus de la nature qu’il copiait. L e style existait\nencore.\n   L ’art avec les artistes de la Renaissance, avec\nM ichel Ange, avec Raphaël, avec L éonard de Vinci,\nretourne à cette haute intelligence contem plative\nqui avait fait la supériorité des Anciens, retourne\nà cette organisation de l’ensemble, à cette grandeur\nharmonieuse du style, que la peinture et la sculp­\nture avaient oubliées, pour des qualités de grâce\net de douceur m ystiques. L ’essence de la force,\nde la puissance est retrouvée. L es artistes restent\nchrétiens, et ont toute la science des ancêtres :\nvision, libre expansion, pouvoir.\n   Cette fois l’art est monté plus haut que jam ais, il\nest allé jusqu’à l’Infini, il a contemplé la Perfection,\net elle l’a conduit à la Création. Ces grands artistes\nmorts, l’art languit et retombe, mais cette fois plus\nbas encore. L ’idéal est perdu, le signe a tué l ’idée.\nL ’art ne vise plus qu’à exceller dans l’imitation,\nimitation de la nature, imitation des maîtres consa­\ncrés par le talent ou par la mode.\n   Du vol sublime des génies plus haut nommés,\nil semble que les humains, éblouis, aient pris peur ;\net ce qui suit est digne de la nuit. L ’enseignement\ndivin des purs chefs-d’œuvre est abandonné peu à\npeu, et la nature est glorifiée pour elle-même, en\nelle-même. Un honteux panthéism e ravale D ieu dans\nla matière.\n   L ’objet a tué le style, expression de l’intelligence\n\n\n\n\n                                                    229\n"}, {"page_pdf": 247, "page_imprimee": 230, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2266, "texte": "  créatrice. L a singerie a remplacé l’art. C ’est à une\n habileté de tempérament, à une certaine fougue\n d’imagination que Rubens, H als, Vélasquez, Murillo,\n etc., vont devoir de rester grands.\n     L ’imitation de la nature, ne sera voilée en eux\n que par l’exubérance du tempérament, que par les\n qualités instinctives de leur œil ou de leur main.\n     P eu après, même cette force dernière de l’A rt\n s ’oblitérera. L e s tempéraments étouffés par un\n enseignement niais, s’éteindront, et nous arriverons\n au X V I I I e siècle français, fameux à cause de sa\n nullité en tout art comme en toute philosophie.\n    Au X IX e siècle, après P ru d ’hon, D elacroix jettera\n un passager éclair.\n     Son génie com paré à celui des grands maîtres à\n tempérament n’est point ce qu’on en a voulu faire.\n E n cet artiste le pittoresque a trop souvent étouffé\n le grand. L ’imagination sans idéal est le caractère\n destructif de son œ uvre. L e théâtre joue un rôle\n trop grand ici, là le drame humain n’est pas assez\n opposé à la Rédemption par la souffrance. L a mise\n en scène trop abondante tue l’esprit.\n    Au siècle de Raphaël, D elacroix aurait connu\n une direction spirituelle; tué par le feuilleton, par la\n presse quotidienne et la littérature de compte-rendu,\n ce maître ne découvrit pas les horizons que son\naile pouvait espérer. Intellectuel, mais non intelli­\ngent, c ’est à dire, contem platif et voyant, curieux\n de singularités et de passion nerveuse, D elacroix\n céda trop à son goût pour le tordu et le difforme, il\noublia le grandiose, dont, étant enfant, M ichel\nAnge lui avait à deux ou trois reprises ouvert les\nformidables profondeurs par ses esquisses.\n    En ce X IX e siècle minuscule, auprès des In­\ngres, des D elaroche, des Flandrin, il est de toute\nju stice de rendre gloire à ce peintre et de le placer\ncomme un poteau indicateur du bon chemin sur la\nliste commémorative.\n    H issés sur son effort nous apercevrons mieux\nles horizons possibles, et nous nous élèverons de\nlà sur les cîmes plus hautes des grandes œuvres.\n    L ’art chez nos tristes contemporains est à son\nplus bas degré de chûte. Imitatif, il ne songe plus\nqu’à rivaliser avec la photographie. Sot, banal, plat,\ncomme notre prétendue vie civilisée, il a perdu le\n\n\n\n\n230\n"}, {"page_pdf": 248, "page_imprimee": 231, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2200, "texte": "sens de toutes les beautés, il n’a plus rien à dire.\n   U n Redon, un Puvis de Chavannes, seules et der­\nnières étoiles de son ciel spirituel, ne suffisent à\néclairer les épaisseurs de sa nuit.\n   Ces maîtres eux-mêmes accusent des faiblesses\ntrop grandes pour nous venger de l’ignorance géné­\nrale .\n   Enfin, ce qui fut l’art chez les Anciens, et aux\ntemps bénis de la Renaissance, me paraît inconnu,\nméconnu, ignoré de nos modernes : la puissance,\nla force sont des zéros pour eux. Inaptes à les\npressentir, mis en face d’elles, ils ne peuvent les\ncomprendre, la vue seule leur en est odieuse.\n   Perdus dans je ne sais quelle niaiserie, les présents\nénergumènes, qu’on nomme encore par habitude des\nhommes, ont pris la grandeur en horreur.\n   Si l’on rencontre des gens ayant le respect des\nmaîtres, égarés dans des préjugés de nature et\nd’imitation, ils ne parviennent à rien tirer de leurs\nm odèles. L e style, cette manifestation vivante du\ntempérament, si éclatante dans les oeuvres du génie,\nleur est lettre morte et im possible.\n   Aussi quel vautrement et quelle faiblesse !\n   C ’est que le grand style demande une âme et une\nscience absolue.\n   U ne constante étude est réclam ée par le grand\nstyle, car il n’arrive à la force que par l’assurance\net la connaissance.\n   Au don du génie il faut le travail, l’observation\nincessante, la pensée. Il faut l’assurance à l’artiste\nqu’il excellera dans ce qu’il entreprendra ; il faut\nque ni le signe qui lui sera expression, ni la concep­\ntion ne soient vagues. Il faut que l’âme parle haut,\nsous l’impulsion d’un désir de beauté divine, et que\nl’artiste puisse la satisfaire, par une pleine posses­\nsion de ses moyens. Il faut qu’il sache prononcer\nnon seulement tous les mots du langage, mais encore\nqu’il en connaisse les racines et toutes les variations,\ntous les modes. Il faut que l’artiste puisse recréer\nla nature comme l’a faite le Créateur, c’est à dire,\npar couches successives et se mouvant les unes sur\nles autres ; il faut que l’Homme soit en son plein\npouvoir ; car chacune de nos idées a besoin de ce\nmot infini.\n   Il faut donc que l’artiste sache par intelligence,\n\n\n\n\n                                                    231\n"}, {"page_pdf": 249, "page_imprimee": 232, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2261, "texte": "  par pénétration. Il faut qu’à chaque œuvre il se\n  répète mentalement le travail du Créateur, qu’il\n  voie l’invisible matériel et l’invisible spirituel. Que\n  sous la peau il mette des m uscles et des os, et, sur\n  cette peau, forme et matière, une âme.\n     C ’est à cette seule condition que l’artiste sera\n  lui-même, c ’est à dire, non p assif ; c ’est à cette seule\n  condition qu’il pourra vaincre et s’exprimer.\n     M ais s’il ne la conquiert, il est vaincu d’avance\n  par la nature et par sa propre ignorance.\n    V oilà la faiblesse de nos modernes. Ils n’ont pas\n  appris la création sur l’original divin. V oilà pour­\n  quoi ils sont châtiés, voués au nul et à l’impuis­\n  sance éternelle. V oilà pourquoi le monde naturel,\n  qui, dans l’ordre, est en-dessous d’eux, les vainc\n  et les domine.\n    Soumis à la nature, les hommes incapables de\n  créer sont incapables de contempler.\n    D ieu ne se refuse qu’à quiconque l’oublie ; et plus\n juste serait de dire que Dieu ne se refuse jam ais,\n mais que quiconque l’oublie se le refuse. Or, Dieu\n est la seule force de l’homme.\n    S e refuser le Créateur, c ’est se refuser la Création\n tout entière, qui est sa manifestation permanente.\n    Si devant un grand œuvre de peintre ou de\n sculpteur je me voile l’œil pour n’en regarder qu’une\n partie, je suis inapte à saisir la beauté des relations\n et l’unité qui fait l’harmonie de l’ouvrage ; de même\n si je ne regarde dans la Création qu’une partie\nisolée, je me voile la Création même, dans son\nsens divin. Je me voile la science en renonçant\naux relations des parties entre elles ; je me voile\nla L o i, je me voile Dieu.\n    Or, contem pler, c ’est remonter comme par des\néchelons des parties au tout, et du tout à la cause.\nT andis que re g a rd e r, c ’est jeter un coup-d’œil hâtif\nsur un m orceau isolé.\n    P our que l’artiste sache créer, il est donc néces­\nsaire qu’il contemple ; et contempler, pour lui, c ’est\napprofondir, c ’est étudier, c ’est apprendre, par la\nvoie de ses sens et de son âme, la m ystérieuse\nrelation du signe et de l’esprit, des m uscles avec\nles gestes, des os avec les muscles, c ’est décou­\nvrir les correspondances mélodieuses de la couleur,\nde la ligne, des objets. C ’est par la connaissance de la\n\n\n\n\n232\n"}, {"page_pdf": 250, "page_imprimee": 233, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 596, "texte": "Création que l’artiste la soumettra à ce pour quoi\nDieu la fit, c ’est à dire, la manifestation de l’Esprit.\n  V oilà ce que nos modernes ignorent, et veulent\nignorer, tant poètes que peintres, tant sculpteurs\nque musiciens ; et tout en nous parlant, chacun à\nleur tour, d’âme, de style, de beauté, etc., ils ne\nsemblent encore ne concourir qu’à l’horrible dé­\nnouement dont, pour notre tristesse, nous sommes\nfaits les spectateurs en ce siècle de fer et d’Enfer.\n\n\n1896 .\n\n                               É m il e B e r n a r d .\n\n\n\n\n16                                                        233\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-021", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 234, "page_fin": 241, "titre_corps": "Simples réflexions sur l’art", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "ÉMIL BERNARD.", "ancre_debut": "Simples réflexions                                             sur l’art                             Il y a dans la nature une c", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 251, "page_imprimee": 234, "debut_caractere": 1, "fin_caractere_exclue": 1854, "texte": "Simples réflexions\n                                            sur l’art\n                            Il y a dans la nature une certaine Beauté,\n                         qui est le plan même du Créateur : Cette\n                         beauté est voilée; il n’appartient qu’à l'âme\n                          de s’en emparer pour se chanter, l’art a pour\n                         mission de la traduire.        E. B e r n a r d .\n\n\n    U n point de contact.\n    L e s G recs avaient — après les Égyptiens pure­\nment spiritualistes — associé la nature à l’idéal; d’un\nêtre humain héroïque ayant fait un Dieu, leur\neffort consista dans les arts à élever la forme hu­\nmaine jusqu’à une idéale beauté.\n   T ou t à coup le F ils de D ieu s’incarne : l’idéal\nchrétien naît : Représenter un Dieu dans la chair —\nsous la forme humaine.\n   Or, l’effort grec fut : de s’élever de la nature hu­\nmaine au divin — en un mot — d’unir à la matière\nl’idéal.\n   Or, l’effort chrétien est : de représenter l ’E sprit\ncaptif dans la matière.\n   D ’où équivalence ; d’où fraternité de ces deux\narts qui à leur égale période de maturité se compé ­\nnétrèrent et c ’est la Renaissance.\n   Sous les G recs l’art fut le prophète d’une vérité\nqui se réalisa en N . S. J.-C ., vérité des vérités. L a\nmatière retrouva son harmonie, le corps humain\ndevint l’enveloppe d’un Dieu. C e qui différenciera\nl’art chrétien de l’art grec c ’est qu’il partira d’en\nhaut, c ’est à dire, du Dieu fa it homme et que l’art\ngrec part d’en bas — c’est à dire, de l’homme fait\nDieu. — L e véritable art chrétien sera donc plus\nsublime, c ’est pourquoi les pinceaux et les ciseaux\ntombaient parfois des mains de M ichel Ange.\n                             *\n                           * *\n   L ’art n’est pas un divertissem ent fantaisiste de\nl’homme, mais la recherche la plus sérieuse qu’il\n\n\n\n\n234\n"}, {"page_pdf": 252, "page_imprimee": 235, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1979, "texte": "ait faite pour satisfaire, avant le temps, son besoin\nde contemplation belle et sacrée; c ’est une porte par\nlaquelle sa nature sublime et rachetée aime à sortir\nde sa nature avilie et humaine pour s’enivrer un\ninstant des beautés qui sont pressenties par son\nâme. Pour aimer l’art il faut donc être pur ou tout\nau moins avoir soif de pureté : ceux qui nient que\nl’art — après la religion — ne soit la première de\nnos utilités sont des brutes qui n’ont pas le droit\nd’exister sous le nom d’hommes.\n                           **\n\n   Sur le sublime.\n   L e sublime c ’est l’imagination qui s’est élevée\n par la F o i ; c ’est l’imagination avec la F oi.\n   L ’art avec l’imagination seule a produit D ela­\n croix, le drame humain, le pathétique.\n   L ’art avec l’imagination jointe à la F oi a donné\n M ichel Ange, Raphaël : grandeur, silence, beauté.\n   L ’art avec l’imagination dom inée par la F o i a\nproduit les byzantins : sym bolism e et abstraction\nsacrée — le sublime entre ici dans le sanctuaire du\n m ystère.\n   Dans l’art de D elacroix la raison est jointe à l’ima­\ngination et le monde matériel (raison) est invoqué,\nil est seulement arrangé selon un certain ordre\nconforme au caractère de l’artiste.\n   Dans l’art de M ichel Ange la raison, l’im agi­\nnation, la F oi, ont une part égale, c’est le monde\nm atériel (raison) réorganisé (imagination) en vue\nd'une beauté supérieure (foi).\n   Dans l’art des byzantins la raison (monde maté­\nriel) ne fournit plus que les grandes lignes, l’im agi­\nnation (organisation-création) et la F o i surtout\n(beauté supérieure) l’emportent.\n   L ’art byzantin semble n’œuvrer qu’en vue d’une\nbeauté abstraite qu’il a à révéler.\n   Il est sublime, il est le sublime.\n   L a grande tradition du sublime qui part de lui\npasse par Cimabue et M assaccio, et aboutit directe­\nment à M ichel Ange. L es Florentins semblent de\ntous temps en avoir été les dépositaires en Italie.\n\n\n\n\n                                                     235\n"}, {"page_pdf": 253, "page_imprimee": 236, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1977, "texte": "    Il y a chez tous les primitifs florentins un senti­\nment de grandeur, de majesté, de beauté que\nj ’attribue à leur conservation des traditions murales.\n    L ’E co le de Sienne représentée par Pierre Perugin,\nen cherchant la grâce par quelque chose de plus\ndécadent et de plus délicat, a commencé d’attaquer\nle sublime, sans toutefois le nier. L e jo li vient un\npeu trop se substituer au beau et cette différence\nse fait sensible quand on com pare Raphaël (celui\ndes loges) à M ichel Ange. Pour plus de charme et\nde perfection matérielle, moins de force, d’élévation\nde profondeur.\n    Perugin est une église gothique dans laquelle le\nsoleil entre largement, le recueillem ent s’y perd par\nla vue de trop de détails; quand vous adm irerez un\n Perugin vos yeux iront aux yeux des visages, une\ntête vous prendra tout entier, l’ensemble disparaîtra,\nor, le sublime tient à l’ensemble et le sentiment de\nl’ensemble est un don spécial aux très grands\npeintres.\n    Or, qui veut produire un ensemble doit être\npossédé d'un désir égal en toutes les parties de son\nouvrage ; il faut que celui qui veut produire un en­\nsemble le fasse plus par nécessité que par commande.\n    L e sublime typifié par l’art byzantin est le premier\nproducteur des ensembles, c ’est le moteur. V oyez\nle Déluge de M ichel Ange, son Jugement dernier ;\n voilà les plus vastes ensembles connus, après les m o­\n saïques des dômes byzantins lesquelles ne faisaient\n qu’un tout avec l’architecture même, comme le\nplafond de la Sixtine.\n\n                              *\n                          *       *\n\n   L a raison seule est ce que nous avons de com ­\nmun avec l’humanité, elle produit en art la platitude.\n   Si elle est jointe à l’imagination (c’est notre\nindividualité, notre force créatrice), elle produit la\nfantaisie et le pathétique.\n   Si la raison et l’imagination sont jointes à la F oi\n(c’est l’organisation supérieure révélée), elles pro­\nduisent la force, la grandeur, la majesté.\n\n\n\n\n236\n"}, {"page_pdf": 254, "page_imprimee": 237, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2123, "texte": "   Si l’imagination et la F o i l’emportent, elles pro­\nduisent le sublime.\n   Si la F o i domine l’imagination, le symbole naîtra\net le sublime entrera dans le mystère.\n                             *\n                           * *\n   T oute conception qui part du cœur peut être\némotivement humaine.\n   T oute conception qui part de l’esprit peut être\ningénieuse et subtile.\n   T oute conception qui part de l’âme possédant ces\nqualités vient à les résoudre dans l’Harmonie qui\nfait l’art.\n                             *\n                           * *\n   C e qui est essentiel, c ’est que la religion soit la\ndirectrice de la forme la plus haute de l’activité\nhumaine, je veux dire : qu’elle reconnaisse comme\nà elle avant tout la culture des arts, qu’elle reven­\ndique comme de son empire le Beau qui par les\nsens élève l’âme et active sa direction vers en-Haut.\nS i le christianism e (le catholicisme) se fait froid, si\nses prêtres sont inaptes à sentir les productions du\ngénie, à se les accaparer par la voie légitime de\nl’admiration, il sera bientôt quitté; car les formules\nseules ne peuvent suffire, il faut des preuves, il faut\nune excitation palpable ; or, en une certaine mesure\nl’art les donne, c’est le crime moderne de l’athéïsme\net de l’ignorance d’avoir fait de l’É glise et de l’art\ndeux choses, deux pensées, elle n’en sont qu’une\nseule, et je défie qu’on me montre un grand maître\nqui n’a pas produit au moins dix sujets pieux. L es\ngrecs avaient compris cette éminente vérité, et com­\nment parlerez-vous à mon âme si vous n’employez\n pas la langue la plus propre à l’émouvoir.\n   Me ferez-vous de la morale ou du patriotisme, je\nvous trouverai ridicule et vous n’atteindrez pas où\n vous voulez ; excitez en moi tout cela par la con­\n templation du Beau, plus éloquent, plus profond,\n plus apparenté à Dieu que votre rhétorique.\n                              *\n                          *   *\n\n\n   U ne étude qui me sem ble indispensable pour que\nl’art atteigne aux cîmes sereines des G recs et des\nanciens quels qu’ils soient, c ’est le nu.\n\n\n\n\n                                                      237\n"}, {"page_pdf": 255, "page_imprimee": 238, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2132, "texte": "    L e nu est de sa nature éternel ; il est B eau, par­\n ce qu’il est l’homme sorti des mains du Créateur ; il\n est éternel, parce qu’il échappe à toute désignation\n de lieu, de temps, de mode. Q u’un artiste fasse un\n beau nu, et il se placera hors du temps pour jam ais\n sans avoir à craindre qu’on le considère comme\n démodé, vieilli, usé, le nu étant de sa nature éternel.\n    L e nu représente l’homme, roi de la création, tel\n qu’il est dans la création, c ’est à dire, en dehors\ndes conventions que l’homme dégénéré a bâties,\nc ’est l’homme œuvre de Dieu.\n    L e nu est essentiellement expressif, et c’est des\npieds à la tête, de la tête aux pieds, car il est un\ntout sensible. Il est le seul corps qui parle entière­\nment à l’âme, les animaux ne sont pas nus. L e nu\nest donc signe de noblesse et de puissance. L es\n animaux sont inaptes à s’exprimer comme l’homme,\n et il semble que Dieu ait fait l’homme nu comme\npour étendre encore les moyens s’expansion qu’il lui\na déjà donnés par la voix, la vue, le toucher, etc...\n Dieu s’est réservé les éléments en masse parce\n qu’ayant, fait l’homme maître, il a cru bon de se\nrappeler à lui, pour lui enseigner le devoir, mais il\n a donné à l’homme l’intelligence, cette partie de\nlui-même qu’il a refusée aux éléments, la nudité qui\nest expansion.\n   L e nu envisagé ainsi n’est donc ni vil, ni indécent,\nil est sublime, il est admirable. E t puisque le nu\nme semble un des plus sûrs moyens du beau plas­\ntique par ce qu’il peut exprimer et par ce qu’il est\nen lui-même, je le place au-dessus de toute étude,\ncomme la prem ière chose que l’art doit avoir en vue\npour son expression universelle.\n   L e vêtem ent qui échappe aux lois conventionnel­\nles de la couture que l’on nomme draperie et que je\nnommerai volontiers : habit de passion, est le seul\nqu’il soit bon de peindre. L es enfants nus, les fem­\nmes, les mères, les vieillards drapés dans des man­\nteaux, des haillons, des voiles trahissant leurs in­\nquiétudes, leurs douleurs, leurs formes belles ou\nlassées seront de puissants sujets à peinture forte\ns’ils savent allier à tout cela la vie du geste. Quant\n\n\n\n\n238\n"}, {"page_pdf": 256, "page_imprimee": 239, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2086, "texte": "aux costumes des modes ils sont la négation du\ngrand art, et je crains fort qu’ils soient une des\ncauses des décadences artistiques de nos temps.\n                             *\n                         *       *\n\n\n\n    L e s doctes archéologues ont fait de très louables\nefforts en ces derniers temps pour nous prouver que\nles arts sont sortis les uns des autres, et que, les\nuns dérivant des autres, ils n’étaient guère qu’une\ncombinaison de principes, diversement appliqués.\nC ela a l’apparence de la vérité, mais n’est pas\nabsolument vrai. Ces principes retrouvés partout,\nn’étaient pas empruntés ; ils étaient créés par\nchacun, et leur ressem blance et unité vient de leur\norigine commune : le nombre.\n     Nous avons la preuve palpable, en effet, tous les\njours que ces prétendues combinaisons érudites de\nl’architecture n’engendrent que laideur et difformité,\nque tout manque d’harmonie et de proportion\n en est le résultat immédiat. Ces mêmes archéo­\nlogues pourtant ne peuvent encore nous expli­\n quer les origines de l’art gothique, de l’art\nindien, de l’art péruvien, ils se sont obstinés a\n n’y voir que des combinaisons; cependant, com ­\n me je l’ai dit déjà, les efforts d'arts combinés\n ont non seulement prouvé que leurs hypothèses\n sont fausses, mais ont démontré qu’ils blasphé­\n maient grossièrem ent contre le génie de toutes les\n races.\n     L ’architecture procède des lois du climat, de l’i­\n déal de ceux qui l’ont conçue, d’où il résulte que\n toute conception de ce genre s’infériorise en dehors\n  du lieu même où elle prit naissance, à plus forte\n raison un autre peuple ne peut-il que prouver son\n impuissance dans une imitation.\n     L es seules et vraies lois de l’architecture repo­\n sent dans le nombre, et c ’est plus à l’immuable loi du\n nombre qu’aux emprunts, que l’on doit reporter\n toute parenté architectonique. Que les modernes\n fassent donc comme les anciens, qu’ils puisent dans\n l ’étude m étaphysique du nombre de nouvelles com ­\n binaisons, c’est seulement d ’un art neuf et ain si\n\n\n\n\n                                                     239\n"}, {"page_pdf": 257, "page_imprimee": 240, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2133, "texte": "établi que résultera une création capable d’être\ncom parée à celles que nous ont léguées les siècles\npassés et les civilisations disparues.\n                                         *\n                                     * *\n   M ichel Ange, L éonard de V inci, Raphaël, com­\nme les artistes gothiques, byzantins, égyptiens, grecs,\nindiens, etc., ont connu des lois géométriques ré­\nglées, immuables, bases de cette production har­\nmonieuse qu’on nomme le B eau, dont pour la\nplupart du temps, on parle beaucoup sans se rendre\n compte ce que cela est, et où cela va.\n   Comme Dieu (l’Intelligence) (1) est prouvé par le\nnombre, la beauté, qui sort du nombre, le prouve\net c’est à des arts purement religieux que fut don­\nnée cette science.\n   L ’échelle que nous établissons ici n’est-elle pas\nd’ailleurs pleinement justifiée par l’histoire ? L e\npeuple Chaldéen, le peuple H ébreu ont eu cette\nconnaissance du nombre, et l’ont fait éclater dans\nla P arole et l’Astronomie. V oilà pourquoi les H é ­\nbreux, sans doute, n’eurent point d’art autre que la\nPoésie, et c’est l’art par excellence.\n   L e s Egyptiens ont tiré du nombre l’architecture\net de l’architecture la sculpture, comme de la P oé­\nsie les H ébreux ont sans doute tiré la musique,\nenfin de la sculpture a été tirée la peinture, dernier\ndes arts plastiques, et pour cela le plus com plexe\npuisqu’il renferme tous ses précédents.\n                                 *           *\n   L a peinture est architecture par la proportion\net l’harmonie des lignes générales, elle est sculpture\npar la beauté touchante des mouvements et\nl’imitation du relief ; elle est musique par l’union\nm élodique des couleurs, elle est littérature par\nl’expression des sentiments de l’âme, des aspirations\nde l’esprit ; elle est théologie parce qu’elle démon­\ntre D ieu par l’affection du Beau et de la perfection.\n                                         *\n                                     *           *\n   Parm i les intelligences capables de comprendre\nl’art il n’est personne, je suppose, qui n’ait remar-\n\n  (1) V o ir Joseph de M aistre : S o iré es de S t P e tersb o u rg .\n\n\n\n\n240\n"}, {"page_pdf": 258, "page_imprimee": 241, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 782, "texte": "qué que les prétendus défauts des grands maîtres\net particulièrement des trois plus grands sont une\naffirmation d’eux-mêmes frappante, et par consé­\nquent sont leurs qualités réelles, leur style.\n   Partant d’une loi, qu’ils s’étaient constituée par\ndon ou par étude, ils agissaient en vue de la satis­\nfaire.\n   L e s G recs anciens eux-mêmes, toujours préoccu­\npés de géometrie, n’ont atteint à la beauté, à la\nsimplicité des formes que par une analogue recher­\nche de principes cachés.\n   Il n’y a aucun « hasard » dans toutes ces œuvres;\ntout y est rigoureusement voulu, et c ’est la Bonne\n Volonté qui, en elles comme en tout, a montré la\nvoie du juste.\n\n1895 -96.\n\n\n                               É m il   B ernard.\n\n\n\n\n                                                    241\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-022", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 242, "page_fin": 246, "titre_corps": "Les chances du Néo-Impressionnisme", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "EDMOND DE BRUIJN.", "ancre_debut": "Les chances    du Néo-Impressionnisme   A inventorier dans quel", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 259, "page_imprimee": 242, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2200, "texte": "Les chances\n   du Néo-Impressionnisme\n  A inventorier dans quelles proportions contribuè­\nrent à procurer à la couleur le plus d’éclat qu’elle\ncontient, et D elacroix, et le groupe impressionniste,\net l’école néo-impressionniste, un des plus distin­\ngués représentants de celle-ci, M. Signac, emploie\nson érudition de critique et sa précision de savant.\n   Il ne peut convenir que nous avisions ici sur le\nmélange optique ou que nous choisissions entre les\nhachures, les touches en virgules ou la touche divisée.\n   Mais à propos de ce manifeste (1), il pourrait être\nintéressant de rechercher comment il se fit que ce\nprogrès dans la technique picturale causa (ou coïn­\ncida avec) une décadence de l’art pictural, du grand\nart, comme il fut parfois dit en riant.\n   Car cette recherche de la luminosité ne peut en\nsoi et fatalement emporter une diminution, p. ex.,\ndu sens spiritualiste ou de l’instinct religieux : à\nuser d’une technique imprévue dans sa décoration\nde la chapelle des Saints Anges à Saint Sulpice,\nD elacroix ne devint ni un moindre ni un plus vivace\nidéaliste ; et d’autre part lorsque M. Signac regrette\nque les quatre compositions de Puvis de Chavannes\nà Amiens, placées dans les entrecroisées, n’aient\npas bénéficié du procédé de la division qui les eût\nrendues lumineuses malgré le jour éblouissant des\nfenêtres, qui maintenant les amortit, implicitement,\nen n’ayant peut-être pas tort, il reconnaît que les\n\n(1 ) P a u l S ign a c: D ’E u g è n e D e la cro ix au N éo-Im p ression n ism e.\n(P aris : É ditio n s de la R e v u e B lan ch e).\n   Tout en ne négligeant pas M . Geffroy, je crois bien que personne ne causa aussi\nlucidement des théories nouvelles, depuis 1886. A cette date (8e Exposition des im ­\npressionnistes, et groupement des dissidents en Société des A rtistes Indépendants)\nM . Kahn, M . Paul Adam — après M .M . Huijsmans et Zola — trouvaient des loisirs\npour causer peinture. C ’était néanmoins le bloc-notes de M . F. Fénéon qui se noir­\ncissait sous les théorèmes d’apparence la mieux scientifique et les transpositions les\n plus aigües.\n   M . N . O. Rood (New-York) et Charles-Henry (Paris) furent les garçons de labo­\n ratoire de l’Ecole.\n\n\n\n\n242\n"}, {"page_pdf": 260, "page_imprimee": 243, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2509, "texte": "acquisitions techniques qu’il prône ne sont pas\nuniquement destinées aux motifs dans lesquels ses\namis et lui tentent d’en montrer la valeur.\n   Il n’y a donc pas antinomie entre ces méthodes\nnouvelles et un art qui ne serait pas réaliste. D ès\nlors, si nous constatons que leurs partisans aban­\ndonnèrent les sujets spiritualistes, comprenons\nsimplement qu’entrés en camaraderie avec les lettrés\nnaturalistes, et grisés par les certitudes que leur\nprocurèrent M . Chevreul et l’emploi des disques, ils\népousèrent le modernisme indiscret des premiers et\nprirent goût à la « philosophie des savants », c.à.d .\nà l’évolutionnisme, ou aussi, manque de philosophie.\n   Ainsi donc ces nouvelles ressources ne serviront\naux impressionnistes qu’à fixer la mobilité des\nspectacles, à enregistrer le fait-divers, dénué de ses\ndéterminants moraux, à définir des effets fugaces, à\nrendre des impressions rapides : usines, cathédrales\nou boulevards. « L ’impressionniste, dit Théodore\nD u ret, s’assied au bord d’une rivière » — et peint ce\nqu’il a devant lui. C ’est prêter à la réalité objective le\ncharme de se suffire. Peindre serait un des actes\nréflexes de voir, pas plus. L ’emploi alors encore\nlaborieux des méthodes analytiques requit sans\ndoute toute la puissance de ces cerveaux de peintres\naux dépens de l’imagination, du style et de la con­\n struction.\n    Mais du moment que nous ne pouvons admettre\n que n’importe quelle découpure de paysage détient\n en elle un agrément efficace et complet, les impres­\n sionnistes pour obtenir notre crédit devront à tout\n le moins se justifier, par les qualités qu’ils mani­\n festeront dans la transposition dudit paysage ou par\n quelque agrément sensitif qui en résulterait pour\n nous, d’avoir congloméré toute leur énergie en un\n point si futile. Mais ici-même quel est ce verbiage\n de leur école : « influence morale de la couleur » ;\n « couleur pour couleur »... (1) ; leurs exégètes se\n\n\n   (1) L e s n éo -im p ressio n n istes ne se sont pas p récisém en t\naffran chis de cette m anière de p arler p our ne rien dire, ni de\ncette con fusion de m o yen à fin, ni de l’étroitesse.\n   P . e x ., qu ’est ce que S eurat v e u t faire co m p ren d re à Jules\nC h ristop h e : « L ’A rt c'est l'H a rm o n ie , c ’est l ’a n a lo gie des\nC o n tra ires, l ’an a lo gie des S e m b lab le s, de ton, de tein te, de\nlign e, e tc ... » E t ch e z M . S ig n a c, qui a de la m éth ode et de\n\n\n\n\n                                                                         243\n"}, {"page_pdf": 261, "page_imprimee": 244, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2676, "texte": "grisèrent de mots et au charme frénétique de proférer\ndes aphorismes nettement absurdes ; les praticiens,\neux mêmes, s’il faut en croire M. Signac, (1) mettaient\nla meilleure volonté du monde à colorier à tort et à\ntravers. « C ’est un beau spectacle que leur perspi­\ncacité qui s’évertue ; mais il ne semble pas que des\nnotions directrices la desserviraient. A défaut d’elles,\net pour ne se priver d’aucune chance heureuse, ils\néchantillonnent leur palette sur leur toile, ils mettent\nun peu de tout partout. E n cette cohue polychrome,\nil est des éléments antagoniques : etc... »\n    D ès lors l’impressionnisme : une technique à tout\nhasard affectée à un manque de sujet. — Rien donc,\nn’était ce d’avoir inquiété la tradition et exercé la\ncritique, n’était ce d’avoir été une expérience, inté­\ngralement ratée oui, mais fertile en indications et\nen menues découvertes.\n    L es néo-impressionnistes ont remplacé les procla­\nmations abréviées par un canon : « Guidé par la\ntradition et par la science, le néo-impressionniste,\n dit M. Signac, harmonisera la composition à sa\nconception, c ’est à dire qu’il adaptera les lignes\n(directions et angles), le clair-obscur (tons), les\ncouleurs (teintes) au caractère qu’il voudra faire\nprévaloir. L a dominante des lignes sera horizontale\npour le calme, ascendante pour la joie, et descen­\n dante pour la tristesse, avec toutes les lignes inter­\nmédiaires pour figurer toutes les autres sensations\n en leur variété infinie. Un jeu polychrome, non\n moins expressif et divers, se conjugue à ce jeu\n linéaire : aux lignes ascendantes, correspondront\n des teintes chaudes et des tons clairs ; avec les\n\n\nla p ersp ica cité, c ’est du fétich ism e qu e de dire : « L a p lupart\ndes critiques n e p eu v en t, fau te d 'éd u ca tio n tech n iq u e , se\nren dre com p te de l ’a cco rd de deu x tein tes ou du d é sa cco rd de\nd eu x lign es. Ils ju g e n t p lutôt p a r le sujet, la te n d a n c e , le gen re,\nsans se p ré o ccu p er du cô té « p ein tre» . Ils font de la littérature\nà propos de ta b le a u x , n on de la critiqu e d’art ». V o ilà un\nre p ro ch e a u q u el le s p ein tres n ous ont h ab itu és : ce rtes, cet\na cco rd p eu t n ous p laire com m e u n e rim e ric h e , ce d ésa cco rd\nnous d ép la ire com m e la n é g lig e n ce d ’un su bjo n ctif, m ais au\nDe la, qu e n ous en ch a u t d e co rrects, v o ire ju d icie u x , m oyen s\nd ’exp ressio n qui n ’exp rim eraien t rien.\n    (1) M . E m ile B ern ard est sans d o ute du m êm e a v is, qui\nm ’é criv it facé tieu se m en t : « A fo rce de faire to u rn er le s dis­\n q u es, M . C h e v re u l a fini p a r le u r faire to u rn er la tête. »\n\n\n\n\n244\n"}, {"page_pdf": 262, "page_imprimee": 245, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2397, "texte": "lignes descendantes, prédomineront des teintes\nfroides et des tons foncés ; un équilibre plus ou\nmoins parfait des teintes chaudes et froides, des\ntons pâles et intenses, ajoutera au calme des lignes\nhorizontales. Soumettant ainsi la couleur et la ligne\nà l’émotion qu’il a ressentie et qu’il veut traduire, le\npeintre fera oeuvre de poète, de créateur ».\n    A peu près comme le dogme poétique de René\nGhil, des souvenirs platoniciens firent éclore ces à\npriori. Ils sont précaires, c ’est évident ; on ne peut\ndire néanmoins qu’il soit impossible, qu’émis par\nheureux hasard, des réalisations ne les viennent\njustifier ou qu’une éducation de nos sens ne nous\nillusionne ou une campagne de critique ne nous\nhypnotise, jusqu’à nous les faire admettre, jusqu’à\nnous amener quelque jour « à voir ainsi ».\n    S i l’on ne considère dans les toiles néo-impression­\nnistes que l’usage des tiquetures, on les pourra curi­\neusement admettre comme des planches d’atlas de\n psycho-physiologie : voici un coin de nature tel que\nle verrait l’œil isolé. L ’œil du peintre scientifique,\n qui refuse les expériences du toucher, se comporte\n comme une plaque photographique : il ne perçoit\n que des vibrations. U ne telle conduite e st justifiable :\n pour la soutenir il ne faut qu’admettre la priorité de\n la vue sur le toucher M ais il suffirait alors de ren­\n verser cette hiérarchie pour prôner la ligne. En\n effet, percevons le mur de cette maison : nos yeux\n voient que le mur se diffuse en fumée, mais les\n expériences que font nos pieds, nos mains, nous\n certifient le contour précis du mur. Il semble qu’on\n pourrait se confier indifféremment à la vue ou au\n toucher, n’était-ce que le sens commun nous aver­\n tit que la fumée ne supporterait pas un toit et nous\n rappelle que des impressions analogues frôlées pré­\n cédemment offraient la résistance d’un corps solide.\n    M ais au fond, cela n’est pas bien plus important\n que de choisir pour y coucher son dessin du H ol­\n lande ou du bristol. M ais à présumer si nos sens\n pourraient se couler dans la tablature exposée ci-\n dessus, il y aurait plus d'intérêt. J’opine que ce sont\n motifs de nature autrement com plexes qui requièrent\n nos instincts et que les constructions méthodiques\n ne détermineront ni un rire, ni une larme.\n    Voyons des lignes de joie, je veux bien, ascendan­\n\n\n\n\n                                                       345\n"}, {"page_pdf": 263, "page_imprimee": 246, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1253, "texte": "tes et à tons clairs : joncs, maïs et cannes à sucre,\nest-ce que cela vous met en belle humeur ? E t à\ncouleurs égales — jaune et blanc — mais ce sera\nle petit soleil horizontal de la pâquerette qui me\nprocurera la douce joie et non l’érection verticale\ndu lis.\n    Quoiqu’il en soit, il est certain qu’à ce jour la faiblesse\nde conception des néo-impressionnistes, qui les lais­\nse tributaires des spectacles provisoires et modernistes\n dont se satisfirent déjà les impressionnistes, ne nous\nlaisse pas prévoir l’éventualité d’une expérience\n glorieusement concluante de ces théories. Seurat\n mort, ni Signac, ni L uce, ni V an Rijsselberghe, ni\n V an de V elde ne semblent nous la promettre. Que ce\n soient de bons praticiens, je veux bien, mais il ne\n peut être intéressant de s’en apercevoir que le\n jour où ils se montreront grands artistes. E t il\n nous paraît juste que M. Signac conclue avec une\n  humble désinvolture : «... si parmi eux, ne se mani­\n  feste pas déjà l’artiste qui par son génie saura\n  imposer cette technique, ils auront du moins servi\n  à lui simplifier la tâche. C e coloriste triomphateur\n  n’a plus qu’à paraître : on lui a préparé sa palette ».\n\n\n\n                                  E dmond     de   B r u ijn .\n\n\n\n\n  246\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-023", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 247, "page_fin": 249, "titre_corps": "La découverte d’un tableau et son attribution à Memling", "titre_sommaire": "La découverte d’un pseudo-Memling", "rubrique": "", "signature_source": "MAX ELSKAMP.", "ancre_debut": "La découverte d’un tableau         et son attribution à Memling.    Il est bruit en ce moment", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 264, "page_imprimee": 247, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2392, "texte": "La découverte d’un tableau\n        et son attribution à Memling.\n   Il est bruit en ce moment en H ollande de la\n découverte d’un panneau qu’à tort ou à raison on\n attribuerait à Hans Memling.\n   A l’obligeance de son heureux possesseur, M.\n G oedhart, d’Am sterdam ,je dois communication d’une\ntrès bonne photographie de la peinture dont s’agit ;\ntoutefois n’ayant vu l’œuvre elle-même, ce n’est que li­\nnéairement presque, et bien témérairement donc, qu’il\nm’est permis d’en parler. D e 3 -j centimètres, hauteur,\nsur 26, largeur, en sujet, le panneau peut se définir\nainsi : Centrale, S te Anne, assise sur un trône, tient\n de la main droite un livre d’heures ; à ses genoux\nla V ierge accroupie porte sur le bras gauche l’enfant\nJésus. D es deux côtés du dais, par l’entrebâillement\nde baies largement ouvertes, un évêque, un fruit à la\nmain, adore ; à droite un moine, penché à mi-corps\naussi, s’absorbe en la lecture d’un évangéliaire. Une\nplante de la famille des balsaminées ? fleurit à\ndroite, poussée, semble-t-il, d’entre les joints du\npavem ent, celui-ci carrelé à rectangles ornés, de\ndeux en deux, d’insertions losangées.\n   D ’ensemble, le caractère archaïque de l’œuvre\nnettement accentué s’affirme encore en l’anatomie\nextérieure des personnages, et certaines raideurs\nferaient croire à une peinture de l’É co le du Bas-\nRhin, ou mieux à l’œuvre d’un peintre colonais\nmais ayant passé par les Flandres.\n   Quoiqu’il en soit, sommairement, et sans autre\nautorisation documentaire que le seul facteur des\nlignes, voici, d’après moi, ce qui milite en faveur\nde l’attribution à Memling du panneau hollandais,\net ce qui plus formellement me semble la combattre:\n\n            CONTRE :                                  POUR :\nI . L a disposition générale de la        I . L a symétrie observée dans la\n                                          distribution des personnages et\n    composition en figuration.\n                                          attributs.\n   C h a q u e fo is q u ’il s’a git de\nla V ie r g e M ère ou glo rieu se ,         B ie n que ce ci soit, d ’ap rès\np resq u e      immuablement              m oi, une des ca ra ctéristiq u es\nM em lin g a fa it de M arie le           com m unes à tous les p ein tres\ncen tre de la figuration déve-            flam ands du X V me siè cle ;\n\n\n\n\n                                                                        247\n"}, {"page_pdf": 265, "page_imprimee": 248, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3005, "texte": "lo p p ée autour d’e lle en r a y ­         ici com m e ch e z eu x tous,\no nnem ent. Ic i au co n traire la          m ais surtout en M em ling,\ncom position est elliptique, en             le p an n eau de la Vierge et S te\nce sens que d eu x fo ye rs                 Anne ra p p e lle sen sib lem en t\nd’é g a le im p o rtan ce, qui sont         l ’ordon n an ce tradition n elle à\nA n n e et M arie, la régissen t            la q u e lle , p lus que d’a utres,\net requ ièren t au m êm e d egré            s’est atta ch é le pein tre de\nl’attention.                                B ru ge s. A cette excep tio n\n   A u lieu d ’un cen tre unique,           près toutefois, de la su p er­\nil en est d o n c deu x et la               p o sitio n , pourrait-on dire, des\nco u rb e form ée en p artan t de           p erso n n ages de la V ie r g e et\nces points, d e vie n t l ’o v a le         de S te A n n e.\nau lieu du ce rcle qui est le\nm ode d e scrip tif b s o l u du\np ein tre de B ru g e s.\n\nI I . Les éléments constitutifs du          I I . Quant à l’observance des con­\ndécor des tissus et des orfèvreries.        trepoids relativement aux su rf aces\n                                            occupées par les personnages.\n     H u it ty p e s o rn em en taux,           Ici en co re, b ien q u e v a g u e ­\n p our la p lup art géo m étriqu es,        m ent, q u elq u es rap p o rts p eu ­\n (je n ’en ai tro u v é ju s q u ’ici       v e n t s’é ta b lir entre l ’a p p a re il\n davan tage) serve n t de rad i­            co n stru ctif de M em lin g et\n c a l à M em lin g, pour la d é co ­       ce lu i qui ré g it la pein ture de\n ration du b ro ch é des étoffes,           la Vierge et S te Anne. E n\n ten tures d e d ais, ro b e s, etc. ;      cette d ern ière n éanm oin s, ce\ntoujours il les ré p ète, diffé­            n ’est que b ien faiblem en t que\n ren ciés seu lem en t p a r la             cette ca ra ctéristiq u e se re ­\nn u an ce des fonds ou la d é ­             tro u v e ; e lle se co n tred it du\nform ation (du carré en lo sa n ­           re ste en b ien des p oin ts et\ng e , p a r exem ple) de leu rs             dans la reto m b ée des p lis des\ncom p osan tes essen tielles.               ro b e s, notam m ent.\n    S i, à la rig u eu r, q u elq u e\nra p p ro ch em en t p eu t ic i s’é ta ­\nb lir entre le sem is de la ten ­\nture du dais (en le p an n eau\nd é co u v e rt p a r M . G oedh art)\ne t les m otifs g én éra lem en t\nélu s p a r le p ein tre de B ru g e s,\np ar co n tre ra d ica lem e n t s’é­\nca rte du ty p e de l ’o rfèvrerie\nde M em lin g le tra v a il des\nors et jo y a u x la rg e m en t ré ­\npandus dans le p an n eau de\nla Vierge et S te Anne.\n    C h e z M em lin g en effet la\nb ijo u terie ra p p e lle to u jo u rs\nl ’o r b attu . I l em ploie con stam .\nm ent aussi la p erle, le ca b o ­\nch o n et surtout le s p ierres\nta illé e s à fa ce ttes. Ic i au co n ­\ntra ire, si l’on retro u v e la\np erle, il y a ab se n ce to tale\n\n\n\n\n248\n"}, {"page_pdf": 266, "page_imprimee": 249, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3539, "texte": " d e p ierres ta illé e s, (1) et t ie n\n p lu s, l ’o rn em en tatio n aurée\n est g lo b u la ire et filigran ée,\n ra p p e la n t en b e a u co u p de\n points c e lle des p ein tres de\n la seco n d e é co le de C o lo gn e.\n\n I I I . Quant à la caractérisation          III.        Corollaire.\n       typique des personnages.\n      L a d e scrip tiv e anatom ique            U n exam en a tten tif de\n de M em lin g , surtout en ce               l ’œ u vre de M em lin g m ’a p er­\n qui re ga rd e la V ie r g e (au            m is de fo rm u ler — en m a ­\n sens de M adone) est tout-à-                n ière, tro p peut-être, de th éo ­\n fait p articu lière et lu i est             rèm e — c e c i d’axiom e ch e z\n strictem en t p erso n n elle. L e s        lui, à sa v o ir qu e : chaque fois\n tête s ont ch e z lu i im m u able­         qu’il s’agit de Marie, Vierge\n m ent la form e d’un cœ ur,                 Mére ou glorieuse, le point d’in­\n — les p ro tu b éran ces fron tales         tersection des diagonales menées\n co rresp o n d an t a u x o reillettes      de coin en coin du panneau, tend\n — le s y e u x s ’écarte n t en             d correspondre anatomiquement à\n am an des p lein es et la courbe            la crosse de l’aorte (du cœur de\np ro lo n g ée des lè v re s fait des       Marie). — V o ir l 'Adoration\n b o u ch es u n e ch o se si s p écia ­    des Mages, la Vierge et l’enfant,\nle , q u ’en m atière d ’a ttribu ­         le Mariage mystique de S te Cathe­\ntion il sem b le que p our le               rine, à B ru g e s , la Madone\nreco n n a ître ce soit le m eilleu r       des O ffices, d e F lo re n c e ,\ndes critères. Ic i au con traire            la     Vierge adorée, du L o u ­\nle s tête s form ent b o u le s, y e u x    v r e , etc. — Ici, une fois\net n e z surtout sont ju s q u ’à           d e plus en co re, si très ap p ro ­\n l ’e x a g é ra tio n arrondis, le s       xim ativem en t, sem ble se ren ­\np erso n n ag es, en outre, sont            co n trer ce critère, il y a lieu\nin fin im en t p lu s g a u c h e s que     de rem a rq u er que le p oint\nnaïfs.                                      d’in tersectio n des d ia go n ales\n                                            porte v e rs la droite, alors\n                                            q u ’en les p ein tures que, pour\n                                            d’autres ra iso n s, l ’on attribue,\n                                            m ais sous ré s e r v e s , au p ein ­\n                                            tre de B ru g e s, cette lo ca lisa ­\n                                            tion géo m étriq u e, im m u ab le­\n                                            m ent d é riv e v e rs la ga u ch e.\n\n   E n résumé donc, comme en bonne foi toute, je\ncrois l’attribution à Memling de la Vierge et S te Anne\nerronée. Il s’agit certes d’une oeuvre intéressante,\nmais d’après moi, il faudrait reconnaître en elle,\nle travail d’un peintre bas-rhénan.\n\n                                                    Max E lskam p.\n\n\n  ( 1 ) L'unique pierre qui orne la mitre du personnage de gauche, n’est que dési­\ngnative de sa dignité d’évêque. On sait, en effet, que Clément IV, s’il permit aux\nabbés le port de la mitre, limita pour ceux-ci son ornementation à l’orfroi ; les\npierres précieuses, les plaques d’or et d’argent furent réservées aux évêques et\ndevinrent ainsi une des marques distinctives de leur rang.\n\n\n\n\n17                                                                           249\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-024", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 250, "page_fin": 252, "titre_corps": "L’« Oratorio de Noël » de J. S. Bach", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "ERNST DELTENRE.", "ancre_debut": "L ’«Oratorio de Noël»                de J. S. 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B ach est tout cela, et dernier représen­\ntant de la race de ces glorieux gothiques, en lui\ns’incarne tout l’art de la chrétienté médiévale.\n\n\n\n   L ’« Oratorio de N oël » est une de ces cathédrales,\net si on la trouve de proportions moindres que la\nsurhumaine « Passion selon St-Matthieu » et que la\n« Messe en si mineur », elle n’en est pas moins mer­\nveilleuse, et son décor naturel serait cet aussi exigu\nmais admirable triptyque « l’Adoration des rois mages »\nde notre Memling. E t, puisque voici revenu le «temps\nde N oël », passons le dans cette église, à la façon de\nnos bons et pieux ancêtres : nous y verrons se dé­\nrouler le Dram e sacré dans les récitatifs, les chœurs\nnous diront la haute portée des mystères et nous\nstimuleront à la prière ; les airs chanteront la joie de\nla naissance d’un Sauveur, et nous, peuple, nous\nnous mêlerons à l’action dans les chorals : là, s’é­\npanchera la joie débordante de nos coeurs religieux\net aimants, car B ach, s’il est contem platif et austère,\nn’en reste pas moins p r o f o n d é m e n t a f f e c t i f et\nsa musique — à l’encontre de celle de Palestrina,\nqui est purement d’âme — est à la fois angélique et\nhumaine. L e texte du récit est celui de l’évangile,\n\n\n\n\n250\n"}, {"page_pdf": 268, "page_imprimee": 251, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2254, "texte": "entrecoupé de temps à autre de réflexions bon-\nhommes de l’époque et ces récitatifs forment de\npurs chefs-d’œuvre par leur liberté d’allure mélo­\ndique, par l’intensité d’expression qu’ils atteignent\nsans l’apparence de recherche et le sobre soutien\nde ces quelques rares accords toujours adm irable­\nment bienvenus. Ces airs sont des lieder d’une\nfraîcheur exquise, d’une grâce et d’une saveur toutes\nm oyenâgeuses ; ces chorals exprimant les sentiments\ndu peuple sont de candeur et souvent sublimes en\nleur naïveté. L ’« Oratorio de N oël » est comme le\n« propre » des fêtes de la N ativité: B ach l’a divisé en\nsix parties, et chacune d’elles traite les mystères\nd’un de ces jours d’allégresse.\n   Pour la nuit et le jour de N oël : — vo ici un chœur\nhabillé de broderies et se développant en dentelles\n— où nous laissons nos peines, car invités à appré­\ncier ce qu’en ce jour le très Grand a opéré, nous\nchantons et célébrons « le nom du D ieu régnant. »\n   E t voilà que l’édifice s’anime: à l’intérieur se joue le\nmystère. Joseph et M arie ont en vain cherché une\nplace dans les auberges, et dans l’étable vient de\nnaître Jésus, que la Vierge-M ère a déposé dans la\ncrèche : ici, le peuple intervient directement comme\n acteur : « E r ist auf Erden kommen arm » soupirent\nles soprani — les enfants et les femmes, qui ont\npitié — en un choral en 3/4, alternant avec le réci­\n tatif très grave en 4, répondant : « Wer kann die\nLiebe recht erhôh’n, die unser Heiland fü r uns hegt »\n et ce très délicieux et touchant dialogue se termine\npar un « Kyrieleis » de cette même foule émue et\n priante, Puis l’air « grosser Herr, und starker K ö­\nnig» d’exprimer, immédiatement après, l’étonnement\n et l’admiration des hommes, qui n’en reviennent pas :\n            « D e r die g a n ze W e lt erha.lt,\n            « ihre P r a c h t und Z ie r erschaffen\n            « m uss in h a rten K rip p en sch lafen . »\n\n   Enfin, l’assemblée entière des fidèles chante :\n            « A c h , m ein h erzlieb es Jesulein,\n            « m a ch ’ dir ein rein sanft B e tte lein ,\n            « z u ru h ’n in m eines H e rzen s S ch rein ,\n            « dass ic h nim m er v e rg e s s e dein. »\n\n\n\n\n                                                              251\n"}, {"page_pdf": 269, "page_imprimee": 252, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1848, "texte": "et ce choral, clôturant le « mystère » de la « nuit\nSainte » résume tout B ach : le mysticisme et la foi\nnaïve du moine, la pitié et l’amour de l’homme.\n   Pour le second jou r de N o ë l: Une adorable sym­\nphonie pastorale, où les hautbois alternent avec les\ncors sert de prélude à la scène de l’apparition de\nl’Ange. L e s bergers s’acheminent vers Bethléem :\nici encore, nous retrouvons les toujours admirables\nchorals comme « Brich an, o schônes Morgenlicht » ;\ndes airs comme « Frohe Hirten eilt », incomparable\nde fraîcheur et de légèreté ; le « lied » que les bergers\ndevront chanter pour endormir l’enfant Jésus : oh,\nce « Schla—fe , mein Lieb— ster » longuement tenu\npendant que l’accompagnement rythme un motif\nberçeur d’une grâce, d’une tendresse à faire pleurer !\nPuis aussi, l’envolée formidable du chœur des esprits\ncélestes et ce choral de la foule jubilante « Wir\nsingen » où à l’accompagnement reparaît le motif\nde la « symphonie pastorale. »\n   Pour le troisième jou r de N oël : L e s bergers arrivés\nà Bethléem adorent l’Enfant trouvé dans la crèche :\ncette partie de l’Oratorio est surtout mystique, et\nconstitue la fête de l’âme : les chœurs et les chorals\ndisent la reconnaissance, nous nous inclinons confus\ndevant l’Am our de D ieu pour la créature et\nsoupirons : « K yrieleis. »\n  T ou t cela est très « petit enfant » et très « grand »\nen même temps. E t se termine — en un encore\nsuperbe et joyeu x choral — cette « trilogie » de N oël.\n                            *\n                           * *\n   E t ainsi encore avec B ach nous aurions religieuse­\nment pu célébrer le «jou r du nouvel a n », le premier\nDimanche de l’année; l'Epiphanie, si, entraînés par\nles carillons et les chants plus bruyants du dehors,\nnous n’eussions déserté la « cathédrale. »\n\n                                  E rnst D elten r e.\n\n\n\n\n252\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-025", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 253, "page_fin": 257, "titre_corps": "Mémorial de l’Expression religieuse", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "M émorial de      l’Expression religieuse   L e s P o èm es :    Ém ile Verhae", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 270, "page_imprimee": 253, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2701, "texte": "M émorial de\n     l’Expression religieuse\n  L e s P o èm es :\n   Ém ile Verhaeren : L e s v i s a g e s d e l a v i e . (B ru xelles :\nE . D em an).\n   Q u ’il co n tem p le la v ie sous ses d iv ers v is a g e s , s’attach an t\nau x h eu res de d o u ceu r, d ’am o u r, d ’iv resse ou de m ort, s ’exta­\nsian t d e v a n t la m er, la fo rê t ou le m ont, toujours E m ile\nV e r h a e r e n en ad m irera la fo rce et la jo ie ardente de p référen ce\nà l’ordon n an ce harm on ieu se ou à la cla rté m u sicale. S e s coups\nd e p o in g frén étiq u es ca ssen t le s v e rre s sur la tab le . P a s de\nscep ticism e. P a s de dilettantism e. L ’effort. L a lu tte. L ’action\nten a ce et v io le n te .\n\n                  « Lassé des mots, lassé des livres,\n                  Qui tiédissent la volonté,\n                  Je cherche, au fond de ma fierté,\n                  L’acte qui sauve et qui délivre.\n\n                  La force la plus belle est la force qui pleure\n                  Et qui reste tenace et marche d’un pas droit,\n                  Dans sa propre douleur, qu’elle conçoit\n                  Sublime et nécessaire à chaque appel de l’heure.\n\n                   Et si tout sombre et si tout casse enfin,\n                   Rester celui de la lutte obstinée,\n                   Pauvre et vaincu mais la tête acharnée\n                   Quand même — et claire encor de l’effort vain. »\n\n   C ’est ce titre n o u ve au — cette co n cep tio n ca th o liqu e de la\nv ie — q u ’il im p ortait de p ré ciser ici. V e r h a e r e n sait aim er de\ntoute son âm e, et donc haïr, c ’est l’essen tiel. I l restera je u n e\ndans l ’actio n et dans la jo ie com m e les p rêtres n on a gén a ires\nqui rép èten t ch a q u e jo u r en m ontant à l ’a u tel : « A d D e u m qui\nlæ tificat ju v en tu tem m eam . »\n\n\n\n   L a s a i n t e c o m p l a i n t e r im é e d e n . d . d e l o u r d e s a v e c     un\np r o l o g u e , u n c o u r o n n e m e n t e t u n é p i l o g u e . (N am ur: G oden n e).\n   C e s co u p lets très p o p u la ires, très sim p les et n aïfs, un iq u e­\nm ent p ieu x , d e vraie n t être entendus, m urm urés en m élopée\np ar le s fo u les p élérin an tes vers le ro ch er de M a ssa b ielle . A\nla fin de la jo u rn é e le s o le il se co u ch e dans le s p lain es de\nT o u ra in e, on b a isse la g la c e des p o rtières, la ro sé e tom be sur\nle s trèfles et le train-blan c rap id e la isse se m ê ler au parfum\ndes h erb es la ch an son m onotone et d o u ce des p rières.\n                                                                   T hom as B r a u n .\n\n\n\n\n                                                                                          253\n"}, {"page_pdf": 271, "page_imprimee": 254, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3541, "texte": "   P o é s ie s   d e p im o d a n    : ly r e s   et   c la ir o n s ,   le   c o ffre t   de\np e r le s n o ir e s .    Illu stratio n s de Henry Baudot. (P aris : L é o n\nV an ier).\n    J’ ai lu ju s q u ’au bout, à défau t du liv re , la ca rte de visite de\nl ’auteur. E t d é jà c ’est a ssez lo n g : « L e M arquis de P im od an ,\nD u c de R a réco u rt, C o n seiller G é n é ra l d e la H au te-M arn e,\nM aire d ’E c h é n a y . »\n    « Q u an d ... les co n seils g é n éra u x de d épartem en t, les co n seils\nm u n icip au x de v illa g e , les é lectio n s, les m oissons, les v e n ­\nd an g es, les sem a illes, m e la issen t d eu x m ois seu l et lib re dans\nce tte ch ère m asure de S a in t P o in t.., m a v ie de p o ète re co m ­\nm en ce pour qu elqu es jo u rs. V o u s sa v e z m ieu x que p erson n e\nq u ’e lle n ’a ja m a is été q u ’un do uzièm e tout au p lu s de m a vie\nr é e lle ... » *\n    V o u s cro y e z qu e je cite le ch âtelain d’E c h é n a y , que non,\nc ’est de L am a rtin e. M ais servie p ar un e adap tatio n aussi\ntraîtresse des term es, l ’hum ilité du p oète n ’est p as sans être\nhu m ilian te pour le versificateur.\n    P lu tô t n on : p ourquoi faire du m al? disons — et c ’est vra i -\nde ces Poésies de Pimodan, que p arm i le s p oètes estim és\nM r C o p p ée en écriv it d’aussi m a u va ises et le R . P . D elap o rte\np oin t de m eilleures.\n    P o u r g o u ve rn e sign alon s que le vo lu m e con tient u n e p h oto­\ng rap h ie du m anoir d ’E c h é n a y , efficace à in cu lq u er au docile\n critique le g o û t d’y a v o ir son num éro p en dant la saison des\n ch a sse s... fen être sur la riv ière, si on p eu t ch o isir...\n\n   Remy de Gourmont : L e s s a i n t e s d u p a r a d i s , poèm e orné de\n19 g rav u res sur bois p ar G. d’Espagnat. (P aris : S o cié té du\nM ercu re d e F ran ce).\n   Q u ’elles alou rdissen t leu rs b u res, q u ’elle s a llo n ge n t leu rs\nv o ile s, les sain tes, e lle s n e pourront ca ch e r à n os y e u x leu r\ntran sfigu ratio n : l ’arc-en-ciel hum ide des cils p erce la v a p eu r\ndes m ousselin es, le b o u q u et tiède des soupirs ch a v ire a u x\noudu lations des p lis, les rubis des p laies sous le cilice sont\ndes bra ises, com m e u n e a poth éose d’in cen d ie derrière un\né cran .\n    E t c ’est le p restig e aussi de cette p laq u ette qui les cé lèb re :\nin-120 ca v a lie r, prop ortionn é a u x a n cien s « liv res b leu s »,\nfeu ille s ru gu eu ses où s ’é ch a n cren t des bois é co rch é s p ar le\ntra v a il dur des m ains en p ein e et qu e co u v re q uelque\nm in able p ap ier de ten ture. M ais ic i c ’est la som ptuosité\nd e se vo u lo ir p ito y a b le , m ais, h é las ! m algré cette p ré o ccu ­\npation d e ra p p e le r les lib e lle s où ja d is enfants et vie ille s\ng e n s ap p ren aien t et o u b liaien t à lire , celui-ci — 125 exem ­\np laires sur p âte des V o s g e s — n e s ’é co rn era p as a u x seco u sses\nde la hotte du co lp o rteu r co gn an t du b âto n la p o rte des\nm étairies, n e ja u n ira p as à l’é ta l o u san s le g ran d p arap lu ie\n ro u ge des foires.\n    N o n p lu s d o n c ce s e n v elo p p e s de m isère n e p eu ven t nous\n en im p oser : du ta b lie r troué ru issellen t les ro ses :\n        Agathe,           pierre et fer, Agathe, or et argent....\n        Agnès,            ...agnelle amie de l’agneau...\n                          Agnès, Agnelle et Danielle...\n                           Sainte Agnès filez pour nous la laine éternelle.\n\n\n\n\n 254\n"}, {"page_pdf": 272, "page_imprimee": 255, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3644, "texte": "     Angèle,     Qui avez vu dans le ciel une échelle,...\n                 Angèle qui êtes montée au ciel en revenant de Jérusalem,\n     Cathérine   pleine de larmes, pleine de charmes, pleine de songes....\n     Colette,    dure à son cœur et plus dure à sa chair,\n                 Colette prisonnière dans les cloîtres amers\n                 Où les colliers d’amour sont des chaînes de fer,\n                 Colette qui pour mourir se coucha sur la terre.\n     Françoise, Astrologue admirable de la Tour des Miroirs\n                 A qui Dieu écrivit des lettres en lettres d’or...\n     Geneviève mère d’un enfant pauvre et nu comme un faon...\n     Gertrude, salut d’amour au soleil de l’hostie,\n                 Gertrude, cil, larme et pois de senteur.,\n     Gudule      qui fut aimée, enfant, par saint Michel,\n                 Gudule, qui fut aimée, morte, par Charlemagne..\n     Hélène      Tête frappée en médailles et en monnaie d’amour.,\n     Jeanne      que les gens aimaient comme leur père et leur mère,\n                 Jeanne qui ressemblez à un ange en colère....\n     Julie       morte en souriant près de la mer, le soir,\n                 Julie qui en mourant murmurait : Je suis libre!\n     Marcelle     Pétale d’or pâle au front des dames romaines...\n     Marguerite, Plaisir d’amour, ensuite poussière\n                 Sous les sandales de Saint François\n                  Guérie de la chair par l’horreur d’une chair adorée...\n     Marie,       Amertune des baisers sur les barques du Nil...\n     Mathilde,    reine de trois mille et l’une des mille servantes...\n     Paule,       Epaule où le vieux moine grava le nom de Dieu...\n     Ursule,      Griffon du Nord, bête sacrée venue\n                  Dans la lumière bleue d’un rêve boréal,\n                  Ursule, flocon de neige bû par les lèvres de Jésus..\n     Zite,        Sainte aux yeux doux, sainte en bonnet, sainte en sabots..\n                  Zite aux mains rouges fleuries de mente et d’estragon....\n\n    E lle s sont p etites et m ains a u x m ains elle s font la ron de et\nc ’est T o u ssain t ! e lle s sont gran d es, elle s sont do u ces et\ntristes et b e lle s, c ’est du vra i cie l !\n    M . R e m y de G ourm on t en ces 19 p rières, M on talem b ert\nen un liv re ont en art reven d iq u é la p iété. E n sait-on b e au co u p\ndepu is le s gran ds saints et les an on ym es du m oyen -âge ?\n    Ic i la certitude, j e dis, le m anqu e d’hésitation dans la\np ercep tio n , la p ersp ica cité et la plén itude dans l ’an a lo gie, la\nco n v e n a n c e in dissoluble de l ’im age terrestre ra p p o rtée à\nla fa b le sp iritu elle, sont telles que surhum aines : p récisio n\nd ém on iaque d ’un d ésesp éré qui suppute con sciem m ent les\np a y s a g e s p our lui ab olis ou d ivin e d’un visio n n a ire qui\n esco m p te a v e c sûreté le s fam iliarités du jard in clo s.\n    M . de G o u rm o n t se ren d ra à son attrait : son ch an t de\n bon co n seil qui introduit le poèm e aura ainsi une g râ c e plus\n efficace en co re que de soutenir la la n g u e fra n çaise, sav o ir,\n des âm es et une âm e :\n                 O pérégrines qui cheminez songeuses,\n                 Suivez la voix qui vous appelle au ciel :\n                 Les arbres ont des feuillages aussi doux que le miel\n                 Et les femmes au cœur pur y deviennent plus belles.\n                 O pérégrines qui cheminez songeuses,\n                 Suivez la voix qui vous appelle au ciel.\n                                                               F . N o n n ig e r .\n\n\n\n\n                                                                                      255\n"}, {"page_pdf": 273, "page_imprimee": 256, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3298, "texte": "      C h iaroscu ro (naar a an leid in g v a n de R em brandt-tentoon-\n stelling) p a r P o l de Mont. (s. 1. n. d.)\n      M . P o l d e M ont, qui est sans doute le p lus « p o ly g ra p h e »\n des écrivain s de la n g u e th io ise tien t en ces p ag e un e co n ve r­\n sation un p eu rap id e — m ais c ’est d ’être a isée q u ’elle est trop\n rap id e — au retour de l'exp o sition -R em bran d t d’A m sterd am .\n   I l rép u d ie un certain nom bre de toiles attribuées au m aître :\nque c e la soit ou non du g o û t de M . B red iu s, sur a vis conform e\n ou non de M . A rs è n e A le x a n d re , nous n ’avon s à in terven ir en\ncette exp ertise.\n   M ais M . de M ont exp o se en outre des opinions :\n   a) R em bran dt serait irréd u ctible à la lo i — la isse z m oi dire :\nau p ro jet de lo i —             de T a in e : « l ’artiste est le produit du\nm ilieu. » E t en effet du réa liste u n p eu froid et coloriste\nc o n scie n cieu x qu e R em bran dt était ve rs 16 3 2 - 1 6 3 5 , en tan t que\np ein tre h o llan d ais, sortit p ar à co u p s u n p o ète — visio n n aire\no ccu p é de toute autre ch o se que d’exactitu d e m atérielle, un\np ein tre faisan t fi du rich e co lo ris coutum ier p our tran sp o ser\ncette « autre ch o se » m êm e.\n  b) R em b ran d t serait — oui — idéaliste.\n  c) à sa faço n d’être id éaliste co n vien d rait n écessairem en t le\np ro céd é du clair-obscur.\n  Id éa liste , il l ’est, n on p a r le ch o ix du m o rceau , du sujet,\nm ais p a r sa m anière de l ’agran d ir en le sim plifiant. S o n m odèle\n(aidons nous de clichés) il le vo it « tel qu ’en lui-m êm e enfin\nl ’éternité le ch a n g e »           (M allarm é), il y      v o it   « la divinité\nd escen d u e dans l ’hom m e » (S h elley), c.-à-d., q u ’il s’abstrait de\nl ’an ecd o te, des co n tigen ces de tem p s, de ra n g , de tout enfin\nce q u i est o cca sio n n el ou su p erficiel, afin de m oins p erdre de\nv u e le s q u alités fo n cières, les ve rtu s m o rales, j e dis, la vie\nde l ’âm e.\n  A ce faire, la m éth ode la plus co n ve n a b le, m ais v o ic i qu e le\ngén ie m êm e de la la n g u e le p ro p o se a u x lecte u rs fra n çais :\nm ettre en     l u m iè r e .   A in si se tro u v e p o p u lairem en t vé rifié e la\nc o n ve n a n ce d ’un p ro cé d é. R em b ran d t, dit à p eu p rès M . de\nM ont, ch e rch ait à exp rim er tout ce q u ’il d evin ait seu lem en t\nou a p e rce v a it d éjà , d ’o ccu lte et de m ystérieu x d errière la\nsu rface des o b jets, d errière le s p hénom ènes sen sib les de la\nn ature et la p h ysion o m ie co n crè te de la v ie , il e ssa y a it de\ntransp oser la lu eu r            su rn atu relle,   m éta p h y siq u e,   m ystiqu e\nbientôt, de ses im agin ations et visio n s, il v o u la it n u an cer au\nlieu de co lo rier, écrire au lieu de co u leu r a v e c d e la lum ière.\n  — M . de M on t, com m e ceu x qui ont b e a u co u p à dire,\nm anque de netteté. A u lieu d’e xp liq u er en un syllo g ism e\ngo rd ien qu e le clair-o bscu r d even a it le tru chem en t n éce ssa ire\nà cette m a n ière d e v o ir à tra vers les o b jets, qui était c e lle de\nR em bran dt, il s’ép a rp ille en ap erçu s et s ’é carte en citation s.\n  Il chronique ainsi, p lutôt q u ’il n e professe. A p r è s lectu re,\n\n\n\n\n356\n"}, {"page_pdf": 274, "page_imprimee": 257, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1951, "texte": "à ce lu i q u i dem an de : « Q u ’est ce q u ’il p ro u v e ? » on rép ond :\n« il est très in téressan t. »\n                                                                 F . N o n n ig e r .\n\n\n  P ré fa ce s p ou r des m u sicien s, p ar Henry Maubel. (P aris :\nF is c h b a c h e r. — B ru x e lle s : S c h ott frères.)\n  C e s étu des qu e trop h u m blem ent M . M a u b el in titule des\n« préfaces » sont extrêm em en t in téressan tes tan t p a r l’o rig in a li­\nté des a p erçu s, qu e p ar l ’in édit des détails.\n   P a rm i ce s « p réfa ces » j e m e p lais à sign ale r c e lle « pour la\nmusique de piano de Schumann » : elle est m e rv eilleu se .\n   C é s a r F ra n c k , d’autre p art, est syn th étisé ad m irab lem en t\nen deu x m ots : c ’est lu i, le « cinquième évangéliste. »\n   G rie g est « un lyrique, un exalté qui creuse à chants profonds et\nintenses son exaltation et la décuple par de merveilleux effets. »\n   N o tre p a u v re G u illau m e L e k e u fut « l’harmoniste de sa sensi­\nbilité. »\n   L a « préface à une psychologie de la musique » m e sem b le p arti­\ncu liè re m en t a tta ch a n te, éton nan te de profondeur en m êm e\ntem p s que de rê v e ; d é licieu se et e xq u ise id é e de faire du\nthéorèm e de la v ie « un théorème d’harmonie » et de sup po ser\nqu e « ceux qui entendront intimement la musique, entendront les\naccords de l’être. »\n   O n con n aît le s ty le m a giq u e d’H e n r y M a u b el, on sait aussi\nl ’artiste : ici, il serait p u éril d’in sister ; j ’a jo u te ra i seu lem ent\nque t o u s , — m u sicien s ou non — a p p ren d ro n t énorm ém ent à\nlire son liv re , et que ce u x qui « veulent entendre » trouveront\nprofit et jo ie à le m éditer. Préfaces pour des musiciens est un\nliv re r a r e .\n                                                         E rn st D e l t e n r e .\n\n\n\n\n                                                                                     257\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-026", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 258, "page_fin": 272, "titre_corps": "L’Instruction et l’Éducation de la femme selon la tradition chrétienne, d’après Madame Marie du Sacré-Cœur et Madame d’Adhémar", "titre_sommaire": "L’éducation féminine selon la tradition chrétienne et les opinions de Me M. du Sacré Cœur et de Me d’Adhémar", "rubrique": "", "signature_source": "HÉLÈNE DE GOLESO.", "ancre_debut": "L ’Instruction et l’Éducation de la femme selon la tradition chrétienne, d’après Madame Marie du Sacré-C œ ur et Madame d’Adhém ar    Certes, avant M adame M ar", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 275, "page_imprimee": 258, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1626, "texte": "L ’Instruction et l’Éducation\nde la femme selon la tradition\nchrétienne, d’après Madame\nMarie du Sacré-C œ ur et\nMadame d’Adhém ar\n   Certes, avant M adame M arie du Sacré-Cœ ur de\ngénéreux esprits s’étaient occupés de l’instruction\nféminine avec le même zèle et non moins d’éclat.\nFénélon en demanda l’amélioration au nom de la\nRédemption ; Madame de Maintenon déclara péril­\nleuse toute éducation finie à vingt ans; Monsieur\nNettement et Monseigneur Dupanloup proclam èrent\nhautement nos droits à la culture intellectuelle. Ce\ndernier ne craignit même pas d’employer l’ironie\npour com battre les préjugés mondains, la dévotion\nétroite et la jalousie de certains auteurs masculins,\n d’accord à réduire la femme aux arts d’agrément ou\nmême au taconnage. S ’il parle avec déférence aux\n Sœ urs, il ne s’ouvre pas moins à l’une d’elles sur\nl’opportunité de la fondation d’un juvénat supérieur\nravigorant les professes au point de vue intellectuel.\n Son ouvrage eut, comme on le sait, un grand reten­\ntissement et personne n’osa contredire le prince des\n éducateurs. Un pareil acquiescem ent n’accueillit\n point les deux volumes de M e M arie du Sacré-Cœ ur :\n Les religieuses enseignantes. — L a Formation de la\nfemme catholique. Dans certain livre on n’épargna ni\n la religieuse ni la femme. L ’outragée répondit avec\n une dignité calme, soutenue sans doute par le sou­\n venir de Sainte Catherine de Sienne et de Sainte\n T hérèse qui elles aussi opposèrent à la calomnie\n éhontée la majesté sereine de l’innocence.\n    Voyant d’une part les lycées faire échec aux\n couvents, et entendant d’autre part les jeunes filles\n\n\n\n\n258\n"}, {"page_pdf": 276, "page_imprimee": 259, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2193, "texte": "qui préparaient leurs examens dans les maisons\nséculières se plaindre des périls moraux qu’elles y\ncouraient, Madame M arie du Sacré-Cœ ur, après\ns ’être assuré le concours de professeurs éminents,\nconçut le trop hardi projet de fonder une école\nnormale de religieuses modelée sur celle des Dames\n de Saint André de Bruges et par conséquent à\nmême de rivaliser avec les établissements de Sèvres\net de Fontenay où l’on forme les professeurs en\ndehors de tout principe religieux. M e Marie attribue\nl’infériorité de plusieurs sœurs brevetées par leurs\ncompagnes à l’insignifiance de certains noviciats où\nl’on ne fait aucun cours. Il en est bien autrement\nà l’Institut de Saint André. Pour subir l’examen\nd’admission, il faut avoir suivi les cours pendant\nquatre ans. T ou s les jours l’inspecteur fait une\nconférence, tous les jours chaque sœur « donne sa\nclasse » ; aussi l’horaire est-il réduit. L ’examen de\nsortie comprend treize compositions, et tous les deux\nans les religieuses enseignantes, âgées de moins de\nquarante ans, subissent un interrogatoire écrit sur\nles matières de l’examen de sortie.\n    M e M arie pense que les cours à l’Institut Notre-\n Dam e devront être faits d’abord par des hommes, ce\nqui ne constituerait aucun danger pour des reli­\ngieuses pénétrées de l’esprit du Christ. L ’élément\nféminin y succéderait dès qu’on aurait des religieuses\ncapables de soutenir la comparaison avec les\nDam es de St. André.\n    A l’instar de Monseigneur Dupanloup Me M arie du\n Sacré-Cœur pense que trop de mémoire atrophie le\njugement. En effet, les programmes surchargés ne\n développeront jam ais de génies. Pourquoi faire de la\n cervelle de l’enfant un inextricable fouillis ? A u lieu\n d’emmagasiner noms, faits, dates, ne vaudrait-il pas\nmieux apprendre d’abord en détail certaines grandes\n époques comme le siècle d’Auguste, la Renaissance,\n le règne de Louis X IV , la Révolution. On ferait aussi\nla philosophie de l’histoire : on insisterait sur les\n progrès des arts auxquels on doit la civilisation, on\n démêlerait le caractère de l’écrivain reflétant parfois\n l’esprit de l’époque en ses travaux comme Racine,\n\n\n\n\n                                                      259\n"}, {"page_pdf": 277, "page_imprimee": 260, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2168, "texte": "ou au contraire frappant le siècle à son effigie comme\nV oltaire ; enfin, on montrerait l’action divine dans la\nformation et dans la destruction des empires. Donc,\nplus de manuel! L a religieuse n’aura d’auxiliaire que\nla bonne volonté des élèves, mais on les aidera à\napprendre en multipliant les heures de lectures per­\nsonnelles et commentées. Ici, je ne puis que déplorer\nl’exclusivism e qui a procédé à la formation des\nbibliothèques de couvent où l’on ne voit que hagio­\ngraphie. On a raison sans doute de donner à lire\nMathilde de Nédonchel en Belgique, Charles de\nS t e F o ix en France, ou la vie de J. Berchmans,\nmais il faut éviter la monotonie. Pourquoi ne pas\najouter par exemple des ouvrages historiques d’Im ­\nbert de St-Amand, les Études de Saint M arc\nGirardin, le Génie du Christianisme, les romans de\nMadame Craven, de Fullerton et de Lytton, qui\ncharment l’esprit sans amollir le cœur? Ennemies\ndes rudiments, les jeunes filles adorent les exposés\nlumineux, les récits colorés. Voulez-vous vous en\nconvaincre? A ssistez à la lecture de l’Elisabeth de\nBeauchêne ou des Journées de la Révolution d e W alsh,\nfaite dans un couvent par une jeune fille intelligente\npendant l’après-midi consacrée aux ouvrages ma­\nnuels ? Rien de plus intéressant que de voir la lectrice\ns’attendrir au son de sa propre voix, et les petites\ncouturières s’interrompre pour essuyer leurs yeux.\nToutes avaient éprouvé ce frémissement sacré que\ndonne l’apparition du sublime et pourtant pas une\nd’elles le matin ne récita sans ânonner le résumé\ninsipide de D rioux sur la Révolution. Que dire du\nmanuel d’histoire ecclésiastique, si ce n’est déplorer\navec M e M arie le peu de cas qu’on en fait dans les\ncouvents ? L ’H istoire sainte même a une place\nsecondaire dans le programme au dire de M e M arie ;\n apprise sommairement en sixième et en cinquième,\n elle est abandonnée en quatrième pour l’histoire\n ancienne, tandis que pendant les trois dernières\n années on fait une étude détaillée de la mythologie,\n négligée dans les programmes de l’État. D ’où il\n suit qu’une enfant qui entrerait en quatrième con­\n naîtrait la faute de Pandore et ignorerait la Rédemp­\n\n\n\n\n260\n"}, {"page_pdf": 278, "page_imprimee": 261, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2231, "texte": "tion. Si l’on tient à consacrer pendant un an quelques\nleçons aux aberrations de l’esprit humain, on\npourrait aussi bien parler de la mythologie Scandi­\nnave que W agner a fait connaître, mais il faudrait\nensuite montrer la supériorité du merveilleux chré­\ntien, comparer les Parques et les N ornes aux\ndémons, Tantale au M auvais Riche, le T artare et\nH el à l’éternité des douleurs couchée sur un lit d’airain\net murmurant : toujours! jam ais! Selon Me M arie du\nSacré-Cœ ur, un cours de logique précéderait celui\nd’apologétique. Aucune leçon n’est mieux suivie\nque cette dernière. J’ai pu l’expérimenter, ayant\nécouté pendant deux ans à mon couvent un prêtre\néloquent chargé de l’enseignement dogmatique :\nobjections des réformés, subtilités des rationalistes,\nsophismes des mythiques, Renan, Strauss, etc. il\nexaminait tout ; interrompant parfois sa réfutation\nvictorieuse, il admirait la beauté d’une religion qui\nrétablit le mariage dans sa dignité primitive, pro­\nclama le respect de l’enfant, dompta en somme la\nbarbarie des hommes du N ord. Comme on écoutait!\nL es crayons faisaient merveille, et aucun regard ne\nse détachait du cahier de notes. Il en serait de même\nsi l’histoire de l’Église était présentée d’une ma­\nnière intéressante. Au lieu de nous offrir une nomen­\nclature aride de toutes les hérésies, pourquoi une\nm aîtresse éloquente ne tracerait-elle pas un tableau\ngrandiose de l’époque des M artyrs, de celle des\nP ères et du Moyen-Age ? Pour exciter les jeunes\nfilles à l’amour de l’étude, on invoquerait l’exemple\ndes grandes chrétiennes d’autrefois : Ste L io ba ma­\nniant le vers latin après avoir étudié le droit, S te\nCatherine de Bologne qui a laissé des traités sa­\nvan ts, S te Brigitte, S te Gertrude, S te T hérèse, S te\nH edvige pour qui la théologie mystique n’avait pas\nd’ombres. On leur rappelera surtout que la femme\nfut toujours l’alliée de l’Église depuis S te Mélanie\ndérobant S teAnastase aux embûches des Ariens ju s­\nqu’à M athilde de T oscane défendant la cause du\npape contre l’ambition des empereurs d’Allemagne.\n    M e M arie du Sacré-Cœ ur réprouve encore cette\npiété étroite, routinière, surexcitation de la sensibi-\n\n\n\n\n                                                      261\n"}, {"page_pdf": 279, "page_imprimee": 262, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2231, "texte": " lité , sorte de dilettantisme religieux où la raison a\n peu de part. L e s feux follets mènent aux mares.\n L e s lucioles brillent parfois au bord des abîmes.\n L orsq u ’au jour de sa première communion M me\n Roland rêvait le martyre, nul n’eût pu deviner qu’elle\n dicterait à son faible époux une loi inique, mettant\n le prêtre dans l’alternative entre déportation et\n la prestation du serment civique. L ’impressionnable\n Madame Sand n’eut-elle pas, toute petite, l’idée\n d’entrer au couvent ? Velléité produite par une exal­\n tation passagère. Bientôt l’emphatique Rousseau\n ébranle sa foi de surface et de la négation du\n démon, elle passe à celle de toute la Révélation.\n H élas ! quelles sont les jeunes filles qui le jour où\n elles ont communié en l’honneur du Saint-Nom de\n Jésus ou de l’Assomption lisent un sermon de L a c o r­\n daire ou la vie de la V ierge par Auguste N icolas?\n Il y en a encore moins qui le jour de leur commu­\n nion s’interdisent les médisances et les contestations.\n Que dis-je ? Combien de femmes courent à un rendez-\n vous coupable, les lèvres encore teintes du sang de\n Celui qui a dit bienheureux les coeurs purs !\n    On oublie trop que, sacrement des vivants,\n l’Eucharistie fut la manducation des L u cie et des\n C écile avant le combat. L e chrétien est-il pourtant\n autre chose que, comme le dit Me M arie du Sacré-\n Cœ ur, l’être énergique et fort qui né du sang de la\nflagellation pénètre dans les grandeurs du Calvaire et\n met au second rang l’intérêt personnel pour sacrifier\n avant tout au devoir et à l'abnégation. Au lieu d’accu­\n muler les dévotions, M e M arie trouve préférable de\n développer la foi et l’esprit de prière qui selon elle\n sont aussi perfectibles que gratuits. En effet : V oici\n une jeune fille un peu indolente qui communie pour\n la première fois sans ferveur. On la met en pension\n où elle suit un cours de dogmatique ; la lecture des\n conseils de Dupanloup lui inspire la pensée de\n chercher dans Bossuet ou dans L acordaire une nour­\n riture substantielle. E lle suit ensuite dans un couvent\n une retraite donnée par un Gibergues ou un Lenfant\n et cette âme dont les moindres touches vibrent sous\n la main de l’Artiste divin apportera à la communion\n\n\n\n\n262\n"}, {"page_pdf": 280, "page_imprimee": 263, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2239, "texte": "de clôture la foi des catéchumènes de l’ancienne Église.\n   On pense communément que la femme répugne\naux idées générales. L a pieuse fille de N otre\nDame est d’un avis tout contraire. Aussi recom ­\nmande-t-elle l’étude de la philosophie qui intéresse\ntoujours les jeunes filles.\n   M e M arie se plaint de l’accoutumance des religieu­\nses aux vieilles ornières. E t elle a raison : telle sœur\ndes F illes de la Croix, de L iège, perdit sa place de\nm aîtresse générale pour avoir voulu aller de l’avant.\nC ’était pourtant une femme vertueuse, douce, pieuse,\nmais elle laissa ses élèves jouer une scène du Misan­\nthrope et L e Cid ; elle remplaça L e petit savoyard de\nGuiraud par La mort de Socrate de Lam artine. Ces\nmodifications alarmèrent la Révérende Mère, essen­\ntiellement misonéiste, qui eut des scrupules puérils,\net relégua la délinquante à une école primaire. L es\nélèves la regrettèrent beaucoup car, comme le con­\nseille M e Marie, elle animait jusqu’aux récréations\nqui avaient un parfum d’intellectualité. T antôt elle\ncitait un mot célèbre dont il fallait deviner l’auteur,\ntantôt une jeune fille énumérait les actions d’un\npersonnage historique dont le nom restait en blanc\net dont on tâchait de percer l’anonymat. Comme\nM e M arie du Sacré-Cœ ur elle s’efïorçait à déve­\nlopper dans les élèves la force morale, soit en exer­\nçant notre plume sur de grands sujets, tels que la\nmort de Régulus, et celle de M arie Stuart, soit en\nproposant à notre admiration Fénélon disgracié pour\navoir porté aux pieds d’un roi les plaintes du peuple\net M me N availles préférant la perte de ses fonctions\nde dame d’atours aux capitulations de conscience.\nSœ ur de N otre Dam e, F ille de la Croix, vous avez\nraison toutes deux d’exalter la force. C ’est cette\nvertu qui oppose au despotisme le Non licet de\nMorus, de Népomucène, de Campian, c ’est elle qui\npoussa les Fatamienne et les M arguerite à embrasser\nla mort la plus cruelle pour rester chastes sous l’œil\ndes cieux. Sœur M arie veut qu’on développe aussi la\nbonté, non cette bonté molle confinant à la faiblesse,\nmais la bonté de Jésus consolant les repentis et\nflétrissant le vice drapé dans un hypocrite orgueil.\n\n\n\n\n                                                      263\n"}, {"page_pdf": 281, "page_imprimee": 264, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 1925, "texte": " L a bonté ne lui paraît pas plus incom patible avec la\n force que l’humilité ne l’est avec la véritable fierté.\nAh ! nulle ne pouvait mieux que vous, Sœur Marie, se\nfaire une idée exacte de ce sentiment. Il respire dans\nvotre noble langage : « Religieuses, nous ne sommes\npas des fonctionnaires, aucun ministre de passage ne\nnous a confié tel poste, notre investiture vient de\nplus haut. Attachées au service de l’É glise, nous\nn’avons pas le droit d’être m édiocres. » E lle ne\ncondamne pas davantage la susceptibilité qui émane du\ndésir de l’estime. N ’est-ce pas, en effet, la suscep­\ntibilité qui arme d’un généreux mépris le regard de la\njeune fille dont on a blessé l’oreille délicate par une\nparole profanatrice ? M me de Maintenon a dit : a L a\n timidité, jeunes filles, est votre unique sauvegarde! »\n Il y a pourtant des moments, comme on voit, où l’on\ndoit vaincre la timidité. D ’ailleurs je lui préfère une\nmodeste assurance. En quoi l’enjouement nuisait-il\nà la réputation de Julie d’Engennes ? J’aime ce vers\nd A u g ier :\n      L a ve rtu qui sourit sied bien a u x lè v re s ro ses.\n\n   M e M arie du S acré Cœ ur voudrait que la française\nfût gardée ainsi que l’américaine par sa foi en elle-\nmême, par le désir de l’estime, par la crainte de Dieu\net non par des chaperons, vivants certificats d’irres­\nponsabilité. On arriverait peut-être ainsi à ne plus\nconsidérer l’homme comme l’ennemi de la vertu\nféminine, mais comme un frère aimable, discret et\ntendre, un ami exquis qui, à l’instar du Dante,\nsuivrait complaisamment sa Béatrix sur les cîmes\nlumineuses de l’idéal et la verrait sans jalousie boire\nà la fontaine de Mimer.\n\n\n\n\n  Quand j ’eus terminé la lecture de L a Seconde\nEducation des filles de Nettement et celle des admi­\nrables Lettres de Mgr Dupanloup, je crus que tout\nétait dit sur ce vaste sujet. U n livre de M me la victesse\nd’Adhémar, couronné à si juste titre par l’Académ ie\n\n\n\n\n264\n"}, {"page_pdf": 282, "page_imprimee": 265, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2187, "texte": "des Sciences M orales et Politiques, vint me tirer\nd’erreur. Monsieur Nettement et Mgr Dupanloup\navaient tous deux établi la nécessité d’un enseigne­\nment moins rudimentaire. C e dernier ne se borna\npas à ridiculiser les partisans de l’obscurantism e;\nil fit encore appel aux mères qui, selon lui, devraient\npouvoir diriger les premières études de leurs filles.\nQue restait-il donc à faire ? H élas ! plus qu’on ne\ncroit. Il fallait aussi suppléer à l’insuffisance des\ngouvernantes et harmoniser les principes religieux\navec les idées modernes, et tel est bien l’objectif que\npoursuit la vicom tesse dans la Nouvelle Education de\nla femme. Voyons si elle l’a atteint.\n    L a fondation des cours Duruy fit échec, comme\non sait, à l’enseignement des Sœ urs françaises, mais\ncette neutralité scolaire effraya bien des catholiques\nqui n’étaient pas loin de lui préférer les frais onéreux\n d’une éducation particulière. Malheureusement, l’in­\ncapacité des institutrices leur fit abandonner ce\nprojet. Filles de familles ruinées ou normaliennes\nbrevetées, les institutrices, selon Mme d’Adhémar,\n répondent mal aux besoins de l’époque : les unes\n manquent de préparation, les autres, p a r la surabon­\n dance des matières, nuisent plutôt qu’elles ne tra­\nvaillent au vrai développement intellectuel de l’élève,\njuste châtiment de la vanité des mères qui aiment\ntrop à confier leurs filles à des encyclopédies\n vivantes. On désire qu’une jeune fille de vingt à\nvingt-cinq ans enseigne, outre la grammaire, l’his­\n toire sacrée, l’histoire profane, la géographie, le\n calcul, les langues vivantes et les arts d’agrément.\n Comment veut-on qu’elle y satisfasse ? En outre,\n il paraît que certaines mères exigent de l’insti­\ntutrice un travail ininterrompu. V éritable prison­\nnière, celle-ci ne peut ni prendre de l’exercice, ni se\n perfectionner par la lecture personnelle et analytique.\n M me d’Adhém ar censure énergiquement ces deux\n graves abus ainsi que les froideurs blessantes des\n mondains pour la gouvernante. Néanmoins elle\n souhaite que le charme des grandes lectures\n rende l’institutrice insensible aux plaisirs frivoles,\n\n\n\n\n18                                                  265\n"}, {"page_pdf": 283, "page_imprimee": 266, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2079, "texte": "comme l’est celle que nous peint Madame Moniot.\nPour préparer ce triomphe de la grâce sur la nature,\nM me d’Adhém ar se propose de fonder une sorte de\npréceptorat chrétien. L es jeunes postulantes seraient\narmées de toutes pièces, par une saine philosophie\net par des études critiques soignées. On leur lirait\nmême des extraits d’auteurs peu orthodoxes, lecture\naccom pagnée naturellement de judicieuses rectifica­\ntions. On cinglerait le sensualisme suggestif de\nMusset, le faux idéalism e de Renan ou de Georges\nSand, le réalisme embourgeoisant de B alzac.\n   Madame d’Adhémar ne condamne pas le roman en\nlui-même, elle désirerait seulement que de vraies\nchrétiennes, le réhabilitant, en fassent l’auxiliaire de\nla religion et de la vertu.\n   En second lieu, la vicom tesse ne se propose rien\nmoins que d’harmoniser les principes religieux avec\nles idées modernes. N ous n’aurons pas de peine à\nprouver qu’elle y est parvenue. T ou t d’abord, elle\nréprouve, ainsi que M e M arie du Sacré-Cœ ur, cette\npiété sensuelle qui peut un jour servir les intérêts de\nla volupté. Dans l’île des plaisirs le voyageur se\nnourrissait de parfum s; la jeune fille imprégnée de\nreligiosité s’enivre d’encens, de fleurs, de chants\npieux. L a mère sourit et le démon bat des mains en\nsongeant qu’une sensiblerie m aladive livrera bientôt\nà la sensualité la place démantelée.\n   Où la jeune fille trouvera-t-elle un dérivatif\nà nos impressionnabilité ? Dans les grandes lectures\net sous ce titre Madame d’Adhém ar ne com ­\nprend pas seulement les œuvres des penseurs\nchrétiens mais encore des grands historiens d’opi­\nnions différentes, car la défense de la vérité implique\nla connaissance préalable de l’erreur. S te R ose de\nV iterbe aurait-elle pu convertir ses concitoyens\nsans avoir étudié les doctrines subversives de\n M anès? S te M élanie la jeune aurait-elle amené tant\nde Romains à reconnaître la maternité virginale de\n Marie, si elle avait ignoré les aberrations de N esto ­\nrius ? D e même, si vous voulez réhabiliter M arie\n Stuart, lisez M ichelet, aussi bien que L ingard.\n\n\n\n\n266\n"}, {"page_pdf": 284, "page_imprimee": 267, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2206, "texte": "Certains historiens, comme Quinet ou Lam artine, ne\nvoient que les bienfaits de la Révolution, d’autres,\ncomme W alsh ou Beauchêne, ne songent qu’aux\nvictim es. Faut-il se borner aux derniers? Non, il\nfaut lire les uns et les autres.\n    T outes ces études formeraient la femme au manie­\nment de la parole, art trop négligé et dans lequel se\ndistinguèrent pourtant les Paule et les M arcelle.\nL ’éloquence féminine, nous l’oublions trop, fut sou­\nvent un facteur de prosélytism e. Q u’est-ce qui\ndessilla les yeux de Valentin si ce n’est l’exposé\nsublime que S te C écile fit de la religion chrétienne?\nQ u’est-ce qui confondit l’orgueil des philosophes\nd’Alexandrie ? L e langage de feu d’une S te Catherine?\n    M me d’Adhém ar veut que l’on restaure l’art de con­\nverser qui eut, dit-elle, une si grande influence sur la\nsociété du X V I I me siècle. N ous nous permettrons\nd’ajouter que cette influence n’était pas moindre au\nX V I I I me. Si être reçu chez M me de Ram bouillet\nétait un brevet de bonne éducation, être admis chez\nMadame Lam bert devenait un titre au fauteuil aca­\ndémique. L e s salons d’alors devinrent une puissance.\nL a prépondérance des intérêts politiques en modi­\nfia bien un peu le caractère littéraire au X IX me siècle,\ncomme le constate Mme d’Adhémar. Mais néanmoins\nn’est-ce pas pendant la première moitié de ce siècle\nqu’on vit briller M me de Staël qui éleva l’art de\n converser jusqu’à l’éloquence. Chacun sait le mot\nde M me de T essé : Si j ’étais reine, j ’ordonnerais à\nM me de Staël de me parler toujours. Je crois devoir\nrappeler aussi celui de Mr M ichaud. C e dernier se\nvoit un soir en présence de Corinne contre laquelle\nil s’était livré à des vivacités de plume. E lle l’en\nreprend avec tant de véhém ence que, vaincu, il\nbalbutie : « Que voulez-vous, M adam e? je n’ai pas la\nprétention de me com parer aux héros d’H om ère, mais\ncomme Diom ède j ’ai blessé dans la nuit une déesse. »\n    M me d’Adhém ar identifie admirablement le charme\net l’âme. Écoutez-la : « Sans doute, le charme\nemprunte à la beauté extérieure, un cadre flatteur.\n Il rayonne dans le regard, il brille sur le front, il se\n\n\n\n\n                                                      267\n"}, {"page_pdf": 285, "page_imprimee": 268, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2129, "texte": "trahit dans le geste, dans la tenue, dans la mise et\nl’on ne doit négliger aucun de ces accessoires. Mais\nle charme, d’essence immatérielle, s’échappe aussi\nde l’âme même quand la beauté corporelle n’en\naccom pagne pas l’essor. L a parole est son organe\nprincipal. L ’éducation chrétienne doit donc cultiver,\nfortifier, embellir la parole et elle ne le peut qu’au\nmoyen des grandes lectures. »\n   L ’esprit d’observation de M me d’Adhémar se mani­\nfeste dans cette peinture fidèle du snobisme contem­\nporain, destructeur de tout progrès : « L e s rapports\nde société ne servent pas les éducateurs, ils les des­\nservent. Plus de salons à la ville comme à la cam ­\npagne. Chez les femmes du monde, créatures\nfrivoles, ignorantes ou prétentieuses, dans les hôtels\ndorés et les châteaux bruyants, on ne cause plus, on\ndanse, on festoie, on chasse. On s’escrime en sports,\nen parades variées, en divertissements fastueux, où\nle luxe fait rage, la mode loi, où l’ennui prime. M ais\ndans ces assemblées de mannequins harnachés, l’art\nde la conversation n’a rien à gagner. L a pratique\ndes sourires et des élégantes platitudes y distingue\nle bon ton. L ’échange des idées supérieures agréa­\nblement formulées ne jaillit plus en cette fin de\nsiècle de nos esprits stériles et de nos cœurs\nrefroidis. On ne cause plus ! »\n   Si M me d’Adhém ar exalte l’art de l’éloquence il\nne faut pas en conclure qu’elle proscrit la musique,\nla peinture et la scu lp ture. Loin de là, elle\nreproche aux institutrices de ne pas faire une assez\n large part à la jouissance honnête dans l’éducation,\nce qui serait un antidote contre les plaisirs défendus.\n    Selon Mme d’Adhémar, le mobile du sacrifice même\nréside dans l’attraction intime de la félicité obtenue en\nfaveur de soi ou d’autrui par l’acceptation volontaire\nde la douleur rédemptrice. S i les héros chrétiens n’ont\npas reculé devant le Golgotha, c’est qu’ils avaient vu de\nprés le Thabor ! L ’émotion extatique n’est autre\n chose que le comble de l’émotion esthétique. E n effet,\n qu’est-ce qui soutient cette jeune fille élevée dans\n le luxe, revêtant un jour une robe nuptiale pour\n\n\n\n\n268\n"}, {"page_pdf": 286, "page_imprimee": 269, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2092, "texte": "renoncer au siècle et échangeant ensuite cette\nparure contre l’humble habit des dominicaines? Ah !\nc ’est ce que Mme d’Adhémar appelle si éloquemment\nl’attrait du divin. Sans lui la jeune fille dont je parle\nplacerait-elle avec transport sur sa tête la couronne\nd’épines ?\n    Je ne résiste pas au plaisir de citer ces pensées\nchrétiennes enchâssées dans un style exquis : « L a\nRédemption s’avance d’abord par le concert des\nAnges. L ’étoile des trois M ages conduit l’humanité\nà Bethléem . C ’est par les ravissements de la crèche,\nc ’est en tunique royale, c’est la m yrrhe et l’encens\naux mains qu’il faut mener au Christ la jeunesse\nenthousiaste et non la jeter imprudemment sur la\nterre de Gethsémani, trop dure encore à sa tendre\nfaiblesse. »\n    Ailleurs M me d’Adhém ar veut prouver que l’Église\nne réprouve pas l’esprit de sociabilité. N ous ne sau­\nrions l’en blâmer, mais pouvons-nous passer sous\nsilence les dévotes qui voudraient établir un cordon\nsanitaire entre la femme célibataire et les hommes?\nOn a beau leur représenter l’influence civilisatrice\nqu’exerce la jeune fille honnête, on a beau insister\nsur le rôle actif de l’élément masculin dans la forma­\ntion d’un salon littéraire. Rien n’y fait. Selon moi, le\nmérite de la vertu est en raison directe des combats\nqu’on soutient pour la conserver. Jeanne d’A rc,\nrestée pure au milieu des camps, me semble supé­\nrieure à Ste Madeleine de P azzi luttant contre des\ntentations intellectuelles.\n    On distingue d’ordinaire les arts en arts profanes\n et en arts sacrés.\n    Selon M me d’Adhémar, il n’y a pas d’arts profanes.\n Il y a des arts objectifs, c ’est-à-dire des arts où le\n vouloir de l’écrivain gouverne l’interprétation et des\n arts subjectifs, c’est-à-dire soumis à l’individualité de\n l’amateur. M me d’Adhémar n’admet pas la devise des\njeunes : l'art pour l’art, elle espère qu’un jour une\n esthétique chrétienne ramènera systématiquement la\njouissance à la délectation du beau total en Dieu.\n     En attendant cette évolution, elle désire qu’on\n\n\n\n\n                                                       269\n"}, {"page_pdf": 287, "page_imprimee": 270, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2084, "texte": "porte de préférence la jeunesse vers les arts pure­\nment objectifs, qui sont la poécie, l’éloquence, les\ngrandes lectures.\n    M me d’Adhém ar n’a pas mentionné la déclamation\ndes vers, initiant à l’éloquence.\n    On se demande pourquoi. E lle ne peut pourtant\nl’ignorer, rien ne forme le jugem ent comme cet art,\ncar pour bien dire il faut avant tout bien concevoir,\ncomparer et raisonner juste. E lle lui préfère\nla musique. N ous ne sommes pas de cet avis.\nM ais comme elle nous déconseillons à la jeunesse\nla peinture et la sculpture, ces arts à la fois objectifs\net subjectifs, trouvant aussi qu’il y a dans la repré­\nsentation du corps humain un élément corrupteur.\n    J’ai souvent entendu des pseudo-chrétiens dire :\nRien de plus chaste que le nu, c ’est le déshabillé qui\nest immodeste. Cette parole m’a toujours profon­\ndément révoltée. L es jeunes spartiates qui s’exer ­\nçaient dévêtues au palestre, n’étaient-elles pas les\nfemmes les plus dépravées de la G rèce? Jamais\nl’É glise n’a toléré l’aspect de la beauté sans voile.\n    J’aime à voir les martyrs ramasser dans l’arène les\nlambeaux de leur robe déchirée, de peur d’éveiller\ndans les spectateurs une pensée coupable. P ar\ncontre le déshabillé modeste est licite. U ne des\nfilles de S te J. de Chantai aimait à se décolleter et\nM arie-Antoinette venait en toilette de nuit offrir son\nfront pur au baiser de son beau-père.\n    U ne femme d’esprit a dit : L a vertu c’est l’inno­\ncence voulue. V oilà ce que Mme d’Adhém ar veut substi­\ntuer à cette innocence inconsciente qui subit trop\nsouvent le pouvoir des circonstances. Beaucoup de\nmères croient qu’un silence complet au sujet de\nl’amour retarde l’éveil des passions. M me d’Adhém ar\n pense qu’il faut au contraire faire une sorte de dogma­\n tique de l'amour, c ’est-à-dire en parler saintement.\n Ennemie de tout mensonge, elle veut même qu’une\n initiation délicate et graduée, due à la tendresse\n prévoyante d’une mère, prépare la jeune fille à\n l’épreuve du mariage. L ’imprévu centuple toutes les\n souffrances. L u i seul accom pagne l’épouse dans sa\n\n\n\n\n270\n"}, {"page_pdf": 288, "page_imprimee": 271, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2130, "texte": "nouvelle demeure. E t nous prétendons être civilisés !\nM r G. Fonsegrive, le biographe de Mme d’Adhémar,\nveut qu’on n’apprenne certaines choses qu’aux fian­\ncées. On pourrait encore y joindre les jeunes filles\nqui aiment la société des personnes d’un autre sexe\ntout en redoutant le contact intime de l’homme. L e\nprêtre aurait grand tort de prescrire le m ariage à ces\nsensitives, même si elles préféraient quelque ami. Il\nserait tout aussi cruel de leur interdire la vue de\nleur frère d’âme. N ’ayant pas de vocation fixe, tout\nce qu’elles peuvent faire de mieux c ’est de subor­\ndonner leur sentiment à la raison et aux conve­\nnances.\n   M me d’Adhém ar reproche avec raison aux vierges\nde considérer parfois le m ariage comme un état\nsecondaire. Je me permettrais néanmoins de lui faire\nobserver qu’en parlant ainsi elles usent du droit de\nreprésailles, car combien de femmes m ariées consi­\ndèrent comme des égoïstes ou même des êtres\nincomplets les chrétiens qui gardent la virginité dans\nle monde ou dans le mariage. Ignorent-elles que le\nsacrement, comme le dit A . N icolas, existe indé­\npendamment de son exercice ? Peuvent-elles ne pas\ncraindre l’anathème de l’Église contre ceux qui nient\nla supériorité de la virginité sur le mariage ? E lles\noublient qu’un Ange tendit au premier couple vierge\nde l’ancienne Église une couronne de roses. Elles\nne veulent pas se souvenir de Saint H enri II, l’époux\nde Sainte Cunégonde, disant à ses beaux-parents\nquelques heures avant de mourir : « L a voici ! votre\nadmirable fille! je vous la rends telle que vous me\nl’avez donnée ! » Saint M arcian et Saint E lzéar de\nSabran firent donc preuve d’égoïsme en étant fidèles\nau serment de pureté fait à Sainte Pulchérie et à\nSainte D elphine! Peut-on pousser plus loin l’injus­\ntice et la déraison !\n    M ère modèle, M me d’Adhémar ne pouvait nier la\nsublimité de la mission m aternelle; néanmoins elle\n condamne l’insatiabilité cruelle de certains maris et\n elle souhaite aux époux d’atteindre le plus tôt possible\n les régions spirituelles qui sont des oasis bénies.\n\n\n\n\n                                                      271\n"}, {"page_pdf": 289, "page_imprimee": 272, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 383, "texte": "Ainsi firent Sainte M élanie et Publicola après la\nnaissance de deux enfants. M ais nous leur préférons\nceux qui ont habité de suite les cimes de l’amour\nimmatériel, car, comme le dit M me d’Adhém ar, la\nvirginité marque dans l’ordre surnaturel le but glorieux\nvers lequel tendent les cœurs magnanimes épris de\nl’idéal.\n\n                              H élèn e de G o le so .\n\n\n\n\n272\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-027", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 273, "page_fin": 274, "titre_corps": "De quelques opinions de Mr Fonsegrive", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "DR FORTUNÉ MAZEL.", "ancre_debut": "De quelques opinions          de Mr Fonsegrive    « D e le n d a C a rth a g o » ! 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Q uoi q u ’il en soit, le s C o n grég atio n s\nn e fu ren t ja m a is p lu s p rès de le u r ru ine que le jo u r où elle s\ncru ren t to u ch e r au triom p h e. L e v o te de l’article 7 su ivit de\nb ien p rès la co n q u ête de la C o lla tio n des grad es.\n   A cette ép o q u e, pas lo in tain e du tout, tout u n iversitaire était\nun su sp ect. M r F o n s e g r iv e , un des lea d e rs a ctu els du c a th o li­\ncism e, gém issait alors sans doute de la rép ro b atio n qu e le s p lus\nco u ra g eu se s m anifestation s de sa foi n ’au raien t pu dissiper. E t\nce tte U n iv ersité , n o u v e lle C a rth a g e , se tro u v e au jo u rd ’hui\nfo u rn ir à l’É g lis e ses plus ferm es et ses p lu s a u to risés d éfen ­\nseu rs. O n n ’a p lu s à reg retter qu ’il n e se soit p as tro u v é un\nseu l S cip io n au lie u de tan t d ’in su p p o rta b les C a to n s !\n   L e ré ce n t liv re de M . G . F o n s e g r iv e (1), re c u e il de huit\np u b licatio n s a n térieu rem en t p aru es à la Quinzaine se prête\nm al à l ’a n a ly se . D e u x sujets m e p araissen t cep en d an t dom iner\nses p a g e s a p rio ri d isp arates : la qu estio n          des ra p p o rts de\nl ’É g lis e a v e c la D ém o cra tie, et le p ro blèm e de l ’É d u c a tio n .\n     M . F o n s e g r iv e a eu l’a v a n ta g e d’in trigu er le m on de c a th o ­\nliq u e    en F ra n c e sous le p seu d o n ym e d ’Y v e s         le Q u erd e c.\nP résu m é p rêtre et p ro cla m é tel, il s’est ré v é lé sim p le la ïc et a\ncon quis       ainsi   une   in co n testa b le   autorité.     C ’est    e lle     qui\ndon ne du p oids à ses g lo s e s sur les D irectio n s p o n tifica le s\net sur le s rap p o rts du C a th o licism e a v e c la D é m o cra tie.\nL es      id ées qu e d éfen d M . F o n s e g riv e n e sont p as s e u le ­\nm en t g ra n d e s, p arce q u ’elle s ém an en t du v ic a ire de Jésus-\nCh rist; e lle s sont im p érieu ses, p a rce q u ’e lle s a rra ch en t l’É g lis e\nau x p ré ju g é s et a u x co m p rom ission s et q u e , p a r l ’é cla ir du\nbon-sens au-dessu s d ’un a ve u g le m en t s écu la ire, e lle s n ou s\nm on tren t enfin le C a th o licism e dom inant les co n tin ge n ces à\ntra ve rs le sq u e lle s la m asse des esp rits, m êm e cro y a n ts, s ’éta ien t\nh a b itu és à le co n sid érer.\n   L a q u estio n de l’éd u catio n est en            som m e     c e lle qui est\nle p lus am plem en t traitée dans cet o u v ra g e . E lle le m érite\n\n\n   (1) C a th o licism e et D é m o cra tie, p ar G e o r g e s F o n s e g r iv e .\n(P aris. 1898, 1 v o l.).\n\n\n\n\n                                                                                    273\n"}, {"page_pdf": 291, "page_imprimee": 274, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3384, "texte": "vraim en t,    c a r a ucun e,      depu is     plus     d ’un siè cle ,    n e fo u r­\nm ille de p lus d’an om alies et de contre-tem ps. N o u s avo n s\nvu l’in struction o scille r au g ré des ve n ts p o litiqu es entre le\nm o n op o le et la lib e rté ; des é d u ca teu rs ch rétien s faço n n er\ndes    gén éra tio n s    scep tiq u es ; la      fem m e      é le v é e   dans     les\nco u v en ts, im p uissan te à la défen se re ligie u se et en traîn ée dans\nun m o u vem en t d ’ém an cip ation            an ticath o liq u e ; l’U n iv ersité\nto u r à to u r d éiste, p h ilo sop h e et ath ée, d e ve n ir la citad elle du\nso cialism e a n ticlé rica l et don ner sim ultan ém en t le m eilleu r\nd’elle-m êm e à la défen se des id ées religieu ses.\n  H ie r,    l’a m bitio n de la F ra n c e était d’im iter l’in struction\np rim aire p ru ssien n e q u i a v a it fait le patriotism e allem an d :\na u jo u rd ’hui c ’est l ’instruction a n g laise qui sert de m o d èle et à\nla q u e lle on ré cla m e un rem èd e a u x d é fa illa n ce s de l’én ergie.\nA u m ilieu de ce s co n trad ictio n s, on se dem an de si la direction\ndon née à l ’éd u catio n d ’E ta t, qu e l ’in itia tive lib re est im p uis­\nsan te à m odifier, rép o n d b ien à ce que l ’on attend d’e lle , et si\nson patriotism e n e s ’o b scu rcit p as a u x tén èb res de la p olitique\net du secta rism e . E n fin , le P ro testan tism e a pris à tâch e de\nréform er l’in struction prim aire et, en attendan t de s’attaq u er\np lus ou vertem en t        aux    d e g ré s   seco n d a ire et su p érieu r, il\ns ’efforce d é jà d 'a c c a p a r e r ce q u ’on a a p p elé l ’éducation de\nl ’avenir.\n  O n lira surtout a v e c in térêt le ch a p itre si s u g g e s tif co n sa cré\nà l ’éd u catio n v e rb a le . A p ro p o s des « D é ra cin és » de M a u rice\nB a rrés, M . F o n s e g r iv e a eu l’h eu reu se tro u v a ille de ce term e\nqui p ré cise et co m p lète a v e c une co n cise exa ctitu d e le s idées\nde l’ex-député d e N a n c y .\n  P a rm i les ca u ses m u ltip les de l ’a ve u lisse m e n t m odern e, une\ndes p lu s p u issan tes est b ien cette n uit à p ein e é to ilé e tom bée\nsur le s in te llig e n ce s, p a r la substitu tion du m ot à l’id é e, du\np ro cé d é m n ém o tech n iqu e à       l’effort in te llectu e l. N o u s nous\nachem in on s à gran d s pas ve rs u n e stérile é ch o la lie . L ’abon ­\nd a n ce du le x iq u e m asqu e m a l l ’in d ig e n ce du fo n d s.              I l se\np ré p a re , si l’on n ’y p o rte rem èd e, u n e gén éra tio n a v o rté e : le\np sitacism e e n g en d re ra p a r v o ie de ré g ressio n cé ré b ra le cet\nin fan tilism e p s y ch iq u e qui p rélu d e à l ’irrém éd ia b le cad u cité\ndes civ ilisa tio n s.\n   P e u de liv re s ont le don de faire vib re r les p en sée s, com m e\nl ’o u v ra g e de M . F o n s e g riv e . C elui-ci est d’a illeu rs un des hom m es\nle s p lu s sy m p a th iq u es à la je u n e gé n éra tio n ca th o liqu e. I l b rille\nau sein de cette p h a la n g e qui com p te le s G o y a u , le s L a m y ,\nle s P io u , les A u b ra y .\n   L ’existen ce de p areils p ro tag o n istes la ïc s ne susciterait-elle\np as l ’esso r p ro ch a in d ’un o ’C o n n e l ou d ’un W in d th o rst fran çais?\n                                                       D r F o r tu n é M a z e l.\n\n\n\n\n274\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-028", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 275, "page_fin": 279, "titre_corps": "Expansion coloniale", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "EDMOND DE BRUIJN.", "ancre_debut": "Expansion Coloniale    [ L a Q u e s t i o n d u H a u t -N xl e", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 292, "page_imprimee": 275, "debut_caractere": 11, "fin_caractere_exclue": 3443, "texte": "Expansion Coloniale\n   [ L a Q u e s t i o n d u H a u t -N xl e t l e p o i n t d e v u e\nb e l g e , par Victor Collin. (Anvers: Société Anonyme\n\nde Publications Anversoises). (1)\n   L es       grandes             C o m p a g n ie s          C o l o n ia l e s        an­\n\ng l a ise s     d u X IX e s i è c l e , par Edmond Carton de\n\nWiart.         (Paris : L ib rairie académ ique Perrin et\nC ie). (2)\n   D a n s l ’o m b r e                  par Une Cir ­\n                                 d u h a r e m . Roman\n\ncassienne. (Paris : Editions de la R evue Blanche). (3)]\n\n\n   L a question d’Afrique, elle se joue comme au tric­\ntrac. L ’Angleterre, dont les dépenses, les succès\n\n  (1) Cette conférence, donnée à la S ociété R oy a le de G é o g ra p h ie d 'A n v e r s , ne\ns’évapore pas en à propos, comme la notule à laquelle je trouve mon agrément de la\nfaire servir de prétexte. Elle est sèche, je constate qu'elle est minutieuse et, ignorant\ndu sujet, je crois qu’elle est exacte. Mettant en avant le point de vue belge, je remar­\nque bien que M. Collin juge du point de vue anglais. Mais la mollesse, la versatilité,\nl’inconséquence de la politique française, c. à d. des diverses politiques personnelles,\ncelle de M. Hanotaux, celle de M. Delcassé, — car il n’y a pas de tradition, sont\nen effet décourageantes....\n   (2) La situation britannique est au contraire de celle-ci : tandis que la France\naffecte les procédés d’une honnête raideur diplomatique et administrative à ses\nsystèmes coloniaux successifs, l’Angleterre suit à tout prix une politique et applique\nà ce service toutes les initiatives, toutes les formules tant traditionelles qu’imprévues\net jusqu’aux plus repréhensibles expédients.\n   Parmi ces procédés historiques elle en avisa un qui semblait peu conforme aux\n principes de l’Etat moderne : le système des Compagnies à charte. Mais une\nchartered, moulée sur la C om p a gn ie d ’ O sten d e, institution convenable dans un\ntemps où l’on ne pouvait câbler un ordre d’occupation, où d’autre part le monopole\ncommercial paraissait compatible avec l’économie naturelle, serait un anachronisme.\nComment l'Angleterre accomoda cet instrument aux nouvelles coutumes commer­\nciales et n’en maintint les inconséquences que pour autant quelles favorisaient ses\nvues extensionnistes, on le pourra voir dans les monographies des quatres chartered\nanglaises, scientifiquement rédigées par M. Carton. Aussi bien le moment est\nvenu d’en écrire l’histoire. Car il est probable que le jour où la députation française\nparviendra d’après le projet de loi que M. Eugène Etienne déposa au sénat en\n1891 à apprécier quels avantages ce système offrait vers 1 8 8 6 , l’Angleterre aura\nrenoncé à le continuer. Cela tient d’ailleurs aux contingences des deux formes de\ngouvernement. Et en effet, comme l’incorporation d’une compagnie à charte emporte\nune délégation de pouvoirs souverains à une société commerciale, l’action en\nappartient, en Angleterre, uniquement à la Couronne. Celle-ci peut y consentir\nd’emblée et au moment le plus opportun. C’est l’avantage d'un pouvoir discré­\ntionnaire que de pouvoir user de pareils moyens transitoires ; un Parlement ne\nrecommandera au ministère des colonies qu’une méthode normale de colonisation.\nLe projet de M. Etienne est ainsi probablement incompatible avec les institutions\n\n\n\n\n                                                                                          275\n"}, {"page_pdf": 293, "page_imprimee": 276, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2664, "texte": " et les services tiennent lieu de points de retour, n’a\nque peu à redouter. M ais il y a la F ran ce qui risque\nde se faire enferm er... E t alors? Alors, le fermier\nqui a accaparé de vastes champs sans se réserver le\ndroit de passage, peut se croiser les bras en regar­\ndant par De la l’exploitation voisine, la chaussée ou\nle canal qui ne charrieront pas ses moissons. En\nl’espèce, les résidents français pourront voir la fumée\ndu futur trans-africain au-dessus des a rb res....\n   Sans le raccordem ent vers la voie de communica­\ntion la plus rapide, la terre la plus féconde est\ninutilement productive et la rente de fertilité n’at­\nteindra pas la rente de situation. On voudrait donc\nimaginer les transits vers le N il, usant de viaducs\ndans la zone d’intersection...\n   A moins que l’on ne songe quelque jour à introduire\ndans le droit public international la méthode de\ncommassation, légalement prescrite en Allem agne et\nAutriche, à l’effet de transformer la propriété de\nparcelles séparées en un lot équivalent continu ?\n   M ais comme les calculs stratégiques des ministres\ndes colonies et leur souci de ne pas enlever les\nmotifs de chicane utilisables au bon moment tendent\nà maintenir sinon provoquer une situation contraire,\nnous voyons le Bahr el G hazal devenir le lieu géo­\nmétrique où convergent les intentions, celles qui\nsont rationnelles, celles qui sont inconséquentes.\nCela nous prépare en cet endroit une curieuse érup­\ntion ethnographique. Tiens, voilà que de mémoire\nhistorique deux civilisations sont séparées par une\nforêt, Sem de Cham. (L a Phénicie a rayonné sur le\nmonde, sans inquiétude de la toute proche barbarie\nnoire au-De la de la forêt équatoriale), voilà singuliè-\n\nrépublicaines ; et d'ailleurs quand il viendra au rôle il y aura beau temps que\nl’A ngleterre aura tramé une administration définitive sur les territoires travaillés\npar les chartered et remarqué que vraiment il ne reste guères de régions \" nullius \"»\ncomplètement inorganisées et nécessitant ces prélim inaires économes et pacifiques.\n  (3)    Futile, quoique sentimentale, cette œ uvre d ’im agination est due sans doute à\nquelque drogman aux yeux chauds et au sourire en couperet. La phrase en effet\ntour à tour s’alanguit comme la période capiteuse de d ’Annunzio ou s’éparpille en\nmenues hachures froides à la manière des ironiques nouvelles à la main du C r i de\nP a r is . A moins que la dite Circassienne n’ait pris retraite chez : « ...une dame\nfrançaise, venue ici pour introduire l’éducation et qui tient des jeunes gens en\npension » comme il est dit dans le Caïd.\n  D ’ailleurs l’éclectisme de cette personne intelligente me répugne assez.\n\n\n\n\n276\n"}, {"page_pdf": 294, "page_imprimee": 277, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2260, "texte": "rement que l’esprit de lucre européen s’entremet\nsans le savoir pour cette confrontation de deux\nraces. Connut-on près du C aucase un tel caravan­\nsérail ? Il y aura lieu d’observer avec curiosité com ­\nment réagiront l’une sur l’autre des âmes si différentes\net encore sous une culture si complexement pan­\neuropéenne.\n    Aujourd’hui on commence à pouvoir juger du\ngreffage européen en Algérie, Tunisie et en E gyp te.\nL e cas est moins intéressant, les essences n’étant pas\nsi prodigieusement disparates. Néanmoins il y\nparaît que plus la race envahissante est étrangère,\nmieux la race envahie sera tonifiée. L ’Anglo-\nSaxon plus septentrional est plus étranger que le\nF rançais. On est porté à croire que le F ran çais a\nsurtout exporté les marchandes de toilette, le goût de\nl’absinthe, l’anti-sémitisme et la langue française qui\ny gagne un accent italien, (1) M ais adm inistrative­\nment, coloniser, ce n’est pas tant, dans l’esprit\nfrançais, restaurer une nation par une thérapeutique\nefficace que chrétien né malin, vendre, comme dans\nle Caïd, à l’infidèle ridicule et content, une vaine\nrecette contre les coups de bâton, qu’on lui donne\n soi-même.\n    Ainsi, par ex., le roman énoncé ci-dessus : Dans\n l’ombre du Harem, plutôt une gageure d’ailleurs que\n des mémoires, nous donne des renseignements d’une\n savoureuse vraisem blance sur le genre plutôt fran­\n çais de la cour khédivale. P itoyable. L e rôle y\n apparaît dans le concert européen, des m aîtresses\n de langue très-bon-teint, comme aussi l’influenee\n déterminante des bougies à trous, de la cam elote à\n la F ran co et des bijoux en brocante. E t c’est trop\n d’honneur pour la France, sans doute.\n    L ’influence anglaise se résoud, elle, en bonne\n administration. Depuis l’occupation d’É gyp te les\n taxes ont été réduites au tiers, les fonctions publiques\n ont cessé d’être accordées au plus offrant, la culture\n\n    (1) C a r si M . B a rth o u én o n ce à p eu près a v e c esp rit q u ’il y\na deu x A lg é r ie s « c e lle d e la v ig n e et de l ’o liv ie r et c e lle de\nl’ antisém itism e et de l ’industrie p o litiq u e » tien dron s n ou s sa\nbo u tad e p o u r un a v e u in d ivisib le ?\n\n\n\n\n                                                                             277\n"}, {"page_pdf": 295, "page_imprimee": 278, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2192, "texte": "  du coton a doublé, les fellaheen voient leur droit de\n  propriété inviolable, leurs corvées arbitraires suppri­\n mées et l’eau du N il irriguer leurs terres aussi bien\n que celles des fonctionnaires. V oilà des résultats que\n les créanciers étrangers de l’E gypte apprécient\n mieux que les caricaturistes parisiens et que ne\n récom penserait pas outre mesure l’annexion effec­\n tive. D ’ailleurs la cupidité anglaise nous paraît\n assez désintéressée. L ’Imp. Brit. East A fr . Cy et la\n Brit. South A fr . Cy ne donnent aucun dividende.\n C ’était prévu : les promoteurs de pareilles sociétés\n peuvent espérer, comme disait sir Mackinnon,\n « toucher leurs dividendes en philantropie » ; mais\n depuis que c’est sû, c ’est bien mieux : chaque\n augmentation de capital se trouve couverte avec\n une prime vertigineuse. Am our-propre nationaliste,\n fièvre im périaliste... tant qu’en voudra. M ais ren­\n contrer ces sentiments en F ran ce n’eût pas desservi\n M. de Lanessan, je suppose. En plus d’une balle­\n rine et de leur écurie, des lords anglais trouvent\n leur agrément à entretenir une colonie. Je ne vois\n pas que M. Blanc, ou M. B . de Castellane, ou M.\n Menier, ou les grands nationalistes de Paris,\npartagent ces goûts, complètement.\n    Quoiqu’il en soit de l’équité dans cette distribution\nun peu rapide de bons et mauvais points entre la\n F rance et l’Angleterre, faite peut-être avec ingénuité\net sur laquelle je ne demande pas mieux que de devoir\nrevenir, j ’estime l’influence européenne en général\nsalutaire et que les gens raisonnables n’essayeront\npoint de parer le progrès historique en s’apitoyant sur\nle pittoresque d’une civilisation caduque ou en s’effa­\nrouchant de quelques détails de mauvais goût d’une\ncivilisation triomphante. En Afrique comme en\nOrient il y a des peuples qui n’ont jam ais su se\ngouverner et des peuples qui ne savent plus se\ngouverner : et quand, dans le roman cité, nous\nentendons : «. . . le muezzin qui chantait d’une\nvoix brisée, comme lasse de v ivre... » acceptons-en\nl’augure et fortifions-nous dans l’avis de Stuart M ill :\n« L a sujétion à un gouvernement étranger supérieur\nen civilisation, m algré ses inévitables inconvénients,\n\n\n\n\n378\n"}, {"page_pdf": 296, "page_imprimee": 279, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 719, "texte": "constitue souvent le plus grand avantage pour un\npeuple : elle le transporte rapidement à travers plu­\nsieurs stages de progrès et écarte des obstacles à son\namélioration qui auraient pu exister indéfiniment si\nce peuple assujetti avait été abandonné sans assis­\ntance à ses tendances et chances originelles. »\n   N i nos paroles d’ailleurs ni nos combinaisons ne\nmodifieront la dynamique essentielle des races : si le\nstatut artificiel qu’on impose à un peuple n’est pas\nmesuré à sa débilité ou conformé à sa convenance,\nce peuple se ressaisira fatalement : à son tour le\nvaincu vaincra le vainqueur.\n\n                             E dm ond de B r u ijn .\n\n\n\n\n                                                       279\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-029", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 280, "page_fin": 293, "titre_corps": "Tout à propos de rien", "titre_sommaire": "Romans, compositions et diversités", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "T o u t à propos de rien     G a l a f i e u , p ar Henry F èvr", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 297, "page_imprimee": 280, "debut_caractere": 11, "fin_caractere_exclue": 2988, "texte": "T o u t à propos de rien\n    G a l a f i e u , p ar Henry F èvre. (P aris : P .-V . Sto ck).\n    E n ce cu rieu x rom an, d éro gato ire à la v e u le rie com m une, M .\nH e n r y F è v r e , qui est, com m e on le sait, un des auteurs d ’une\nœ u vre m oins h au te, Autour d’un clocher, de ju d icia ire m ém oire, a\nfait la p sy ch o lo g ie d e l ’a n arch iste ou, p our m ieux d ire, d’un\nan arch iste. L ’ép ig ra p h e est, à cet é gard , ca té go riq u e : « E tait-\nil plutôt m al fait p our la so ciété ou                 la so ciété    m al faite\np our lu i ?...... »\n    A     notre a vis, la question doit se               p o ser autrem en t. L a\nso ciété est m al faite p our tous les in dividus. « L a lo i, com m e\non l’a dit, est une co rd e            m al ten d u e : le s gran d s p assen t\np ar-dessus, les        petits p assen t par-dessous. »            En    ce sens,\nto u s les in dividus sont an arch istes. S eu lem en t, les uns ont\nla foi et les autres ne l ’ont p as. E n ce m onde, la ju s tic e est\nun rê v e , tout com m e le b o n h eu r. L a poursuite e x a sp é ré e de\nla p rem ière com m e du seco n d con stitue ce qu e l’É ta t a p p elle\nle délit et ce qu e l’É g lis e a p p elle le p é ch é . L ’a n a rchiste\np ro p rem en t dit est ce lu i qui p la ce son id é a l sur la terre . Il\nest féro cem en t co n se rv ate u r quand            il p o ssèd e     et   sa u v a ­\ngem en t destru cteu r quan d il ne p o ssèd e p as. L e d é cla ssé,\n—       com bin aison    de regrets          et d ’ap p étits, —   jo in t la sau ­\nv a g e rie de l ’u n à la       féro cité d e      l ’autre. C 'e s t le d é classé\nqu e M . H e n r y F è v r e a        pein t a v e c des co u le u rs à la fois\ncrues      et so m b res, — com m e le san g ca illé . L e ch arm e en\nm êm e tem p s qu e le défau t de son liv re , c’est q u ’il fait p en ser\nsan s la isse r co n clu re . I l ra p p e lle ces lum in aires qui font\nressortir le s tén èb res.\n                                                         C h arles D u m ercy.\n\n\n\n    L e V o l e u r , p a r Georges Darien. (P aris P .-V . Stock).\n    V o ic i un jo u jo u d a n g ereu x .\n    U n in te llectu e l est v o le u r p arce qu e cette profession est\nco n v e n a b le à son tem p éram en t et conform e à son bon-sen s :\nses fréq u en tatio n s d ans le s m e ille u res m aisons com m e ch ez\nle s p ires H am o n et M a lato , la m anière de v iv re de sa fam ille,\nses exam en s de co n scie n ce en exp ress ou sur p aq u eb o ts ne\nfont qu e co n firm er en lu i cette vo ca tio n norm ale.\n    L ’in co n scien te M anon fait e x cu se r les débordem en ts de la\npassio n , un in co n scien t D a rla n ju stifie le s exa g é ra tio n s du\nca m b rio la ge .\n    L a form e du rom an ro m an esqu e est ic i u tilisée com m e\np récau tio n orato ire : le livre tient en q u elq u es m axim es, on\npourrait les p u b lier sous form e de vade-m ecum à l’u sa ge des\n\n\n\n\n280\n"}, {"page_pdf": 298, "page_imprimee": 281, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3327, "texte": "vo leu rs n o v ice s, « m anqu an t d’estom ac », et des je u n e s a v o ca ts\nde co urs d’assises ; ainsi, p a r exem p le :\n     — L a m a lad ie, assu ren t les h y g ié n iste s, est u n e ten tative\ndu systèm e pour s ’acco m o d er a u x m a u va ises con dition s du\nm ilieu d ans le q u e l il se tro u ve : le v o l serait ainsi un essai\nd ’a cclim a ta tio n à la société.\n     — P la is a n t à-peu-près : T e l m arquis cam b rio leu r p roteste\nco n tre les sp oliation s de 89.\n     — O b se rv a tio n s a g a c e : D a n s l ’état n atu rel, le vo le u r, c ’est\nce lu i qui a du superflu, le rich e. « D a n s l ’état s o cia l actu el,\nle v o le u r c ’est ce lu i qui ran ço n n e le rich e. Q u el b o u le v e r­\nsem en t d ’id é es ! » (1)\n  — L e v o le u r est u n individu doué d ’une m o ralité sp écia le\nq ui lu i en lève l ’aptitude à co n cev o ir l ’harm on ique en ch aîn e­\nm ent de l’o rg an isatio n ca p ita liste et qui se refu se à sacrifier\nsa m o ralité      p ro p re au b ien g é n é ra l défini p ar le s lég istes,\nhom m es doués d’u n e autre m o ralité s p écia le.\n     L e v o le u r con stitue le d ern ier rep résen tan t, a sse z abâtardi\nd ’a illeu rs, de la co n scien ce in d ivid u elle.\n     M . D a rie n est q u elq u e C o u rtelin e : il y aussi en lu i du\nS w ift, du Jean P a u l et de l ’H o b b e s.\n     S ’il n ’a v a it écrit Biribi, cette s u b v ersiv e m o n ograp h ie de\nla lé g io n é tran gère, n ou s ririons de m e ille u r cœ ur ; m ais, en\n\n\n\n    (1) A ce p oin t de v u e sign alon s des vo le u rs à la deuxièm e\np u issan ce, et dont la ju stifica tio n serait sans d o u te en co re\np lu s tro ublan te :\n    M illion n aires assa ssin s et v o le u rs. — M . de C ristin a\net son fils, le s p lu s rich es prop riétaires de P ia n a-d e i-G re ci,\nv ille située à vin gt-deux kilo m ètres de P a le rm e , vien n en t\nd ’être in cu lp és de m eurtres et de v o ls.\n    I l y a six m ois, M . d e C ristin a, son fils et u n nom m é\nM ario C ap orian i, c h e f des ga rd es ch am p êtres de P ian a-dei-\nG re c i, v o lè re n t un tro u p eau de q u aran te bœ u fs. Q u atre m ois\np lu s tard, le c h e v a lie r G h e rg i, com m issaire de p o lic e de\nP a rtin o co , a ya n t d é co u ve rt que les auteurs d e ce v o l étaien t\nb ien , M . de C ristin a, son fils et M ario C a p o rian i, fu t trouvé\na ssa ssin é et toutes les re ch e rch es p o u r d é co u vrir le m eurtrier\nd em eu rèren t in fructueuses.\n    M ercred i soir, sur une délation, les carab in iers m unis d’un\nm an dat d’arrêt, sont entrés dans le sp len dide h ô te l de M .\nd e C ristin a, situé ru e d e l’A llo r o , et ont p ro cé d é à son a rres­\ntation et à c e lle de son fils.\n    L e ga rd e-ch am p être M ario C a p o rian i a v a it été arrêté la\nv e ille à P ian a-dei-G reci.\n    M . d e C ristin a et son fils d é jà fort rich es, a v a ien t h érité,\nil y a p eu de tem p s, du ba ro n de P itta , le u r o n cle, de p lu s\nd ’un m illion.\n    L e s autorités croien t qu e ces m illion n aires, de co m p licité\na v e c d ’autres p erson n es, ont com m is p lu sieu rs crim es.\n                                               (Journaux du 8 avril 189 8 ).\n\n\n\n\n19                                                                                281\n"}, {"page_pdf": 299, "page_imprimee": 282, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3355, "texte": "  som m e il fau t entendre que d e la m anière la plus a g ré a b le\n du m onde M . D a rie n v e u t certain em en t n ous a id er à atteindre\n « ce p rem ier but qui est un état d ’âm e qu’on p ourrait a p p e le r :\n l ’a n a rch ie m o rale », p our u ser du s ty le des Temps Nouveaux.\n R é p o n d o n s p a r une iron ie à un iron iste, so y o n s tim ides a v e c\n féro cité , citons      M.     B a lfo u r (The Foundations of Belief) : « S i\n nous vo u lo n s tro u v er la q u alité q u i nous é lè v e au-dessus de\n la brute, il n ’est p as e x a g é ré d ’affirm er, q u ’il n ous fau d ra la\n ch e rch er non p as tan t dans notre fa cu lté de co n va in cre et\n d ’être co n va in cu p ar le raison n em en t qu e dans notre ca p a cité\n d’in flu en cer et d ’être in flu en cé p a r l ’autorité. »\n      V o ilà les gen d arm es.\n\n\n      T e r r e P ro m ise p ar Eugène Morel. (P a ris : É d itio n s de la\n R e v u e B lanch e).\n      L e c te u r ou au d iteu r d’une histoire           ou   d ’un e   fiction se\n reco n n a ît sp on tan ém en t dans le héros ou le m a rty r ou s ’y\n substitue p a r m éth ode, il distin gue les situations a n a lo giq u e s\n à la sien n e, souhaite ou p ré v o it ce lle s dans le sq u e lle s il\n vo u d ra it o u p o u rrait se tro u v er, a v e c p our résu ltat q u ’il se\n p la in t o u s ’ap p lau d it lui-m êm e, q u ’il sourit ou p leu re en fa c e\n d ’ap p a ren ces.\n    M ais il est à o b se rv e r que ju s q u ’à ces dern ières an n ées on\nne se d éd o u b lait q u ’en un p ro tago n iste in d ivid u e l: L o u is X V I ,\nC h arlo tte , A d o lp h e ,   M a rg u erite G a u th ier, et q u ’on n e se\ntra n sp o rta it que dans des m ilieu x co n crets : les rom an tiqu es\nfign o len t le p a y s a g e , le s n atu ralistes in ven to rien t le m o b ilier,\nle n° du fiacre où etc. n e sera p as om is.\n   L ’hom m e a-t-il m ieux pris co n scie n ce des so lid arités qui\nl ’é treign en t : il est p artie, m em bre, ou élém en t d’un co rp s de\nm étier, d’une nation, d ’une fam ille , d ’une ra ce , de l’hu m an ité.\nIl co m m en ce à se reco n n aître dans la fo u le.\n   C ito n s au p etit bo n h eu r les Pêcheurs d'Islande, les Tisserands,\nle Mystère des Foules, le Repas du Lion...\n   N o u s som m es lo in de          l ’a ven tu re de     Chatterton !        N o tre\nco n scie n ce s ’est p ro lo n g ée . Q u ’un in se cte, une g o u tte d ’eau\nco m p ro m ette la feu ille d ’un arb re, q u ’im porte à telle autre\nfeu ille ; m ais le        sort d’une b ra n ch e d écid e de             p lusieurs\nfe u ille s, m ais le sort de l ’arb re d écid e du tout. O n d e vrait\nfa v o rise r d’un peu de cu rio sité les essais de rom ans c o llectifs :\nqu ’on y fasse m o u v o ir des ra ce s v a in cu e s ou é tein tes, des\nco rp o ra tio n s...\n   E t p o u r p eu qu e n otre ém otion co n sen te à se rv ir notre\nré flexio n ,   n ous    oserion s     p ré v o ir   des   p ro tag o n istes    plus\nabstraits : g é n éra teu rs et d escen d an ts, etc. ou r ê v e r des tram es\ngig an tesq u e s d e rom ans u n ive rse ls ou co sm iq u es, dans lesq u e ls\nle s n ations d ia lo g u e ra ien t et où les ch o ses d é v e lo p p era ie n t n os\nh y p o th èse s à leu r endroit.\n   C e c i d it à p rop os de M . M o re l, qui, oui ce rtes, a ré a g i con tre\n\n\n\n\n282\n"}, {"page_pdf": 300, "page_imprimee": 283, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3221, "texte": "ïe ca s sp écia l, et du co u p d é v e lo p p é une des affabulation s les\np lu s la rg e s con n u es : toutes le s illusions et les ran cœ u rs du\np ro léta ria t ferm en ten t dans son liv re .\n  P e u t-être ce tte m an ière e st-e lle littérairem en t ab su rd e et\nfaut-il une sp écifica tio n et des d éta ils. M ais alors « plus de\nco m p réh en sio n , m oins d ’exten sion ! »\n  — C e s p ro p o s de littéra tu re é carté s, sign alo n s que M . M o rel\ns ’exp rim e   a v e c des a ccen ts de v o y a n t, des ré ticen ce s de\nstatisticien     et u n e am ertum e qui est bien à lui. L a T e rre\nP ro m ise ? É c o u te z :\n   « U n jo u r __\n   « U n jo u r, s’a sse y a n t tous à la m êm e tab le , on p a rtage ra\ng a iem en t son p a in ... que tous en aient.\n   « O n p ren d ra tout au tas, su iv an t q u ’o n a b e so in ...\n   « L e s enfan ts, dans de gran d es p ra iries, p ourront jouer.\n   « R ie n n ’em p ê ch e ra tous ce u x qui s’aim en t de s’a im e r ...\n   « O n tra v a ille r a gaiem en t, ce q u ’il fau t, com m e on v e u t...\nE t com m e il fut dit au liv r e d’un p ro p h ète : le tra v a il sera une\nfête , on s’y ren d ra m usique en tê te ...\n   « Q ui sait ? d eva n t tan t d ’h y g iè n e , tan t de bon h eu r, peut-\nêtre la m ort elle-m êm e, éton née re c u le ra ... »\n   D e p u is des ans et des ans le p ro léta ire entre à l ’usine dans\nl ’o b scu rité du m atin et en sort dans l ’o b scu rité du soir, il n ’a\nja m a is v u du s o leil dans une p ra irie ; l ’a u teu r l ’attire au\n dehors dans l ’éb lo u issa n te lu m ière et lu i m ontre un p aradis\n d errière une g rille.\n   L ’esp oir, dit-on, fait v iv re ! L ’esp o ir cré e la d ésillu sio n et la\n d ésillu sio n certain em en t tue. S e lo n les tem ps et le s in dividus,\n la d é sillu sio n se fo rm u le diffèrem ent : v iv re dans les p a y s a g e s\n de C la u d e L o rra in , o bten ir le s trois-huit, être aim é de la\n J ocon d e, v o ir D ieu .\n    V a in e b e so g n e que de sem er de l ’abso lu sur la terre , il ne\n s ’a cclim a te ra pas ; les enlum inures des p a y s de C o ca g n e ne\n déteign en t-elles p as su r les im ages ? F a iso n s le bien , en\n estim ant     que notre       actio n    sera    re la tiv e ; am élio ro n s le s\n in stitutions, tout en les reco n n aissan t cad u q u es, (1)\n    L a p h ra se ly riq u e de M . M o re l m êm e, en la q u e lle il ch an te\n la terre prom ise, est trop m o lle p our ne p as être écrite p ar un\n désab u sé. L a terre p rom ise a b so lu e, c ’est c e lle q u ’on d é co u vre\n le V en d red i-S ain t. T an d is q u ’il est ch an té : « In die so lem           ­\n n itatis v e stræ , in ducam vos in terram fluentem la c et m e l »\n le co rp s du C h rist s ’é ta le, p lain e ja u n e , d ’où ja illis s e n t les\n so u rces v iv e s d’eau et de san g, de la it et de m iel, à n otre faim ,\n à notre s o if et p o u r notre vo lu p té .\n\n\n\n\n   (1) Saisirons-nous jamais l’absolu ?... abandonnez l’espoir d’une solution. Elle est\n au sein du Père ; lui seul la possède et ne la communique pas. (Flaubert : Corresp.\n IV, p. 313).\n\n\n\n\n                                                                                  283\n"}, {"page_pdf": 301, "page_imprimee": 284, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3499, "texte": "   L e s V ierg es a u x R och ers,          p ar Gabriel d’Annunzio (trad.\nG. Hérelle). (P aris : C a lm a n -L év y .)\n   T ro is p rin cesses sont n ée s p our êtres d é çu e s et un héros\npour d é cev o ir.\n   E lle s — p av o t, tu b éreu se, au b ép in e saign an te — se fan en t\nparm i des évén em en ts fé lins, des fata lité s qui font b a isse r la\nv o ix et dans un p a y s a g e feu tré d ’où le v e n t de leu rs traînes\nb a la y e le p arfum du bonh eu r. A n g e s am bigüs, elle s v iv e n t le\ndoigt sur la b o u ch e et attenden t sans vo u loir.\n   L u i — ro se ou ép é e —           épan ou i selo n le s co n seils        de\nS o cra te , jo u ira d e ses a ctes com m e de leu r om bre, et d e ses\nleu rres à l’é g a l de ses ru ses.\n   M ais n otre co n scie n ce n ’est pas à nous-m êm e une fin : qùand\nle s trois b é atrice s offriront dans la n uit leu rs m ains et que le\nh é ro s se se ra com m andé de ch o isir, ce sera son m a lh eu r que\nde jo u ir de sa p erp le x ité , de ca re sse r son in décision , de fa v o ­\nrise r p a r vo lu p té le s a lte rn ativ es : il retien d ra lo n gu em en t les\nm ains de l ’une qui d é jà le s ten ait jo in te s ve rs D ie u seu l, p our\np o u vo ir le s la isse r reto m ber atten dries, il re fu sera le s m ains\nd e la seco n d e p a rce q u ’e lle s sont trem b lan tes d ’am our, il\nvo u d ra saisir le s m ains de la troisièm e p a rce q u ’e lle le s retire.\n   A h ! le je u si va in . T a n t d ’eau te co u la entre le s doigts,\njo u e u r, qu e v o ilà la so u rce tarie et rie n à bo ire. Souris-tu\ne n co re, ju d ic ie u x heau ton tim oroum en os, et la p etite m éth ode\nn e défaille-t-elle p as ? — D é c e v a n t d éçu , il n e vo u s n aîtra p as\nle descen d an t qui aurait exa lté e n co re la ra c e et vo tre ty p e !\n   C e liv re séduit, affo le et p ein e com m e ce s v a se s o ù serpen te\nune th éorie de d o u ces fem m es q u ’on ne re n co n tre ra ja m a is,\ncom m e ces p o rtraits m y stérie u x sans nom et sans h isto ire en\nle sq u e ls on re co n n a ît l ’am i q u ’on aurait ch o isi.\n   E x a lta tio n ! j e frô le du v e lo u rs, j e v o is de l ’or, c ’est com m e\nune a va n t-so iré e d’o ra g e qui m ’alou rdit la p o itrin e. P o u rq u o i\nsu is-je fier de sen tir ce v e rtig e ; est-ce m o ra l ? Je ne me rends\npas compte ; j e crois sen tir qu e m on in quiétude m ’enn oblit, j e\nb é g a y e des app roxim ation s : la fo rce que j e d ép en se en fièvre\nn ’est p as p e r d u e ... des ch o ses in ouïes p eu v en t n aître des\nla rm es ... ; en som m e j e crois que j e d e vie n s un e âm e m oins\né lé m e n ta ire...\n  A in si don c c e liv r e ém eut. E n un p o in t néanm oin s il aide à\np en ser, ce qui sem ble, co n trad icto ire : le souci d e la transm is­\nsion de la p erso n n alité dans la ra ce s ’y d é v e lo p p e a v e c h an tise,\net j e ne sais qu e le p o èm e des Deux Foules de M . M ithouard\net l ’an n on ciation de la D escen d a n te dans le ch ap itre fin al de\nla Force du Mal d e P a u l A d a m , hors S ch o p e n h a u e r et les\nliv re s de scien ce , qui m ’aien t p én étrés a v e c un a cu ité p areille .\n   L itté ra irem en t on p eu t dire qu e le d éco r est ic i scru p u leu se ­\nm ent ra p p o rté à l ’âm e : le Jardin de Bérénice, sous une co lo ra ­\ntio n différente, nous a v a it en seign é ce strict rap port. E t si G id e\np ourrait, aussi b ien que n otre auteur, ren dre                  sap id es les\n\n\n\n\n284\n"}, {"page_pdf": 302, "page_imprimee": 285, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2716, "texte": "arômes des fleurs et des herbages, ce serait encore de Barrès\nque nous attendrions les traits où persiste telle courbe d’eau\nou de montagne.\n\n\n\n   C a t h e r in e M o rla n d , par Jane Austen (Félix Fénéon trad.\n de l’anglais) (Paris : Éditions de la R evue Blanche.)\n   Sur un guéridon laqué blanc, accoudé à quelques W ed gw ood\nde pâte tendre — aux murs déteignent ces lithographies\nenluminées, A lken ou Henderson de 1820, où bondissent des\ndiligences — ce livre sera sans doute opportun.\n   M. F élix Fénéon en a si bien prévu la convenance au goût\ndominant de cette saison, qu’on trouve presque du désappoin­\ntement à s’assurer que ce roman n’est point apocryphe, mais\nune traduction inattaquable. F ille d’un pasteur, Jane Austen\nvécut dans la cam pagne du H am pshire et mourut fille à\nquarante deux ans en 1817. A l’âge de 23 ans, où elle rédigea\ncette « Abbaye de Northanger » (dont M. Fénéon transpose le\ntitre en celui de Cathérine Morland, qui en est l ’hôtesse —\naussi l’héroïne — ) Jane Austen dût être une jeune fille saine\net timide que les occupations d’intérieur avaient désabusé\ndu romanesque et l’une ou l ’autre trahison d’am ie des\nsentiments absolus. J’incline au moins à le supposer en\nrencontrant parmi la candeur du récit ces remarques fam i­\nlières d’un bon-sens si féroce qu’on les estimerait feintes\npar L aforgue, et tel dégagem ent vis-à-vis de la fiction qui\nva jusqu’à des à-part-soi pleins de mépris pour les lecteurs\nde romans.\n   M algré cela — non, à cause de cela-même (la plupart des\njeunes personnes en effet ne sont pas encore nées raison­\nnables) — nous avons ici l’excellent livre pour jeunes filles...\n   V oici enfin des « intérêts de famille », des expériences\nsentimentales qui aboutissent raisonnablement, des conver­\nsations m édiocres ou supérieures mais naturelles, des situa­\ntions non exorbitantes, des partenaires polis et honnêtes,\ndes jeunes gens qui consentent à danser, de l ’héroïsm e tout\nà fait tranquille et infiniment salutaire, de l ’amitié de bon\naloi, la rouerie punie et la réserve récom pensée.\n   Il m’importe assez peu que le snob se doive de laisser\ntraîner son coupe-papier parmi ces pages, ou que les estomacs\ndélabrés y trouvent la même fraîcheur qu’aux salades de\nconcom bres, je me réjouis, moi, à supposer que les pension­\nnaires en noir se feront la confidence de cette « Cathérine\n M orland » pendant la promenade, et je ne sais pourquoi,\n mais je me rapelle avoir retrouvé des livres de prix de ma\n mère : Adelaïde de Witsbury ; Lettres d’Edmour et d’Arthur...\n   Cette petite miss Morland, une jeune fille qui rougit\nnaturellement, mais nous l ’épouserions !\n\n\n\n\n                                                                 285\n"}, {"page_pdf": 303, "page_imprimee": 286, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3325, "texte": "   D as H em d des G lü ck lich en , B u n te B ild e r aus dem L e b e n\nein es C o n vertiten , vo n Arthur Maria Baron Lüttwitz. 5e édition.\n(T rêves : P au lin u s-D ru ck erei).\n   L a chem ise p o rtée p a r un m ortel h eu reu x serait un talism an .\nQ u érir celle-là . M ais des hom m es re ch e rch és, ou ren co n trés\nau cu n n ’a ccu se du b o n h eu r           oui, un enfin, effrontém ent :\nm ais celui-là, il n ’a va it p as de lin ge. C e titre qui serait aussi\nb ien : A la recherche du bonheur co u v re de p ito y a b les faits-divers\nà m oralité qui sont en co re des lieux-com m uns. O n croirait\nenten dre ces p réd icateu rs la ïq u es           d ’esp rit fa ib le ,    dont la\nvo ca tio n clé rica le ne fut p as re çu e , et qui se dédom m agen t en\nradotan t à la ta b le des h ô tes dans les a b b a y e s où il y a du\np a ssa g e. C ’est le re le v é des faits et g e stes de la P ro v id e n c e ,\nm ais v u p ar un so u p irail. Q uan d on a huit ans et q u ’il fait\nd im anche, c e la p eu t offrir q u elq u e intérêt.\n\n\n  D e B ru id v a n Q uin ten M etsijs, do o r Hendrik de Marez.\n(A n vers : D e N e d erla n d sch e B o ek h an d el).\n   « C o n n u b ialis am or de M u lcib re fecit A p p e le m ». C ’est ce\nqu e n ou s app ren d une p ierre tum ulaire en ca strée à la b a se\nd e la to u r de la ca th éd rale d ’A n v e rs : le fo rgero n du puits\ntre illa g é d ’A n v e rs , aurait a p p ris à p ein d re la Mise au Tombeau\np a r g a g e u re sen tim en tale, au x fins de fléch ir le pein tre dont\nson am ie était fille.\n  I l réu ssit. T o u s les je u n e s gen s co n n aissen t cette co n so lan te\nhistoire. A v e c le s Fiancés de M an zo n i, c ’est une des p lus\np récieu ses de leu r trésor d ’adroites resso u rces et de co u ra g eu x\nexp éd ien ts. M ais, p a r extrao rd in aire, les p o ètes n ou s la gâten t.\nA p re u v e une p ito y a b le p o ésie de M . P a u l A u g u ste M assy ,\ndans u n e récen te Quinzaine, et le présen t e ssa i dram atique.\n   M ain ten u to u t dans le ge n re du 2° a cte , qui est a ssez\nd é licieu x , c e la eû t pu con stituer une fée rie to u ch an te, m ais\np latem en t re sserré e d ans les p aro is de la v ie ordin aire, cette\nlég en d e ,   en p erdan t    sa   g e n tille   v iv a c ité ,   n ’a cq u iert   pas\nn éanm oin s ici l ’attendrissan te fam iliarité de l ’id y lle.\n   J’a i d o n c à re g re tte r que ce tte en trep rise soit de M . de\nM a re z, ca r je m e p lais à reco n n aître q u ’il est une des p erso n n es\nin te llige n tes et d ’in itiative en F la n d re et q u ’il y fait re sp e cter\nla littératu re n éerla n d a ise sérieu se et en p lu s certain es ch o ses\nd ’art qu e n ous aim ons.\n\n\n   S ta rk a d d , dram e en 5 a cte s, p a r Alfred Hegenscheidt (A n vers :\nD e N e d erla n d sch e B o ek h an d el).\n   S en tim en ts   n ietzsch ée n s ;   circo n stan ce s édifiées           d ’ap rès\nG ré g o ire de T o u rs et le s Récits des temps Mérovingiens; m o yen s\nd ram atiques ap p ris d ans Macbeth, Hamlet et le Vaisseau Fantôme.\n   U n héros lib re, gig an tesq u e et droit tra ve rse u n e co u r aux\nin trigu es m éro vin gie n n e s, g ro ssiè re et p erv e rse. C h e f de b an de\nlib érate u r, va in q u eu r et ju sticie r, il b rise la couronn e qui n ’est\n\n\n\n\n286\n"}, {"page_pdf": 304, "page_imprimee": 287, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3775, "texte": "qu’à p ren dre ; aim é, il se sen t tro p étendu d ans l ’e sp a ce pour\nse fo rm uler en u n e sen sib lerie restrein te ; p o ète, son iv re s s e\nest trop h a u te p our co n d escen d re au sourire de la jo ie , e lle ne\ns’acco m m o d e que de d irectio n s ab straites : la fid élité, la v e n ­\ng e a n c e ou d’exaltatio n s ém inentes: raffoler de l ’e sp a ce ; resp irer\nle s o leil bras étendus, ou le to rse au v e n t n a rg u e r le s o ra ge s.\n   C e h éro s est un sp e cta cle artistiqu e. C ’est dire du co u p q u ’il\nn ’a git ni sag em en t, ni n orm alem ent, sous-en ten draient B o ssu et\net B ru n e tière. E t en effet le bon sens v e rtu eu x et la d irectio n\nn orm ale     sem blen t     en    d é p it des     re sso u rce s    dram atiques.\nA llo n s-y , que j e m e m ette fra n ch em en t en d é sa cco rd a v e c ces\nesp rits p eu circo n sp ects — n ’y en eut-il p as q u i tro u vèren t\np. ex. Les Vierges aux Rochers, u n e œ u vre ch rétien n e ? —\nem p ressés à a p p ele r œ u vres id éalistes, ce lle s qui offrent des\nsolution s e x a g é ré e s, à distinguer u n e n o b le v ie de l ’âm e, du\nm om ent q u ’ils en ten den t des cris e xcessifs et à dénom m er\nren on cem en t, d évo u em en t, e tc. des b é v u e s qui n ’en sont plus\ndu m om ent q u ’e lle s affecten t d’être ve rtig in e u ses.\n  N o s p assio n s tra v a ille n t si h a b ilem e n t en n ous à se faire\nadm ettre ou ré h a b ilite r... N o u s en la issero n s n ou s to u jo u rs\na ccro ire ? S i le p a y s a g e m e grise un p eu au cré p u scu le , elle s\nsouffleront : Je veux marcher vers la folie et ses soleils . . ; m ais m e\nb a ign an t la tête, le len d em ain m atin , j ’éta b lira i : « L ’ordre\nconduit à Dieu. » (St-A ugustin ).\n   O u i, re d resser le s é p a u les, siffler à l’e sp a ce, s’é v a d er des\nm esqu in es co n tin ge n ces, se lib érer des gran d es p etitesses de\ntous le s siè cle s et de tous les jo u rs, j e sais, j e sais, s ’é rig e r en\nb e au té , p as v r a i ? iv re sse du V ik in g , fo lie de F ra n ç o is d ’A ssise ,\nh y sté rie du sen sitif !\n   D e s esp rits fa ib le s co n sen ten t, des ce rv e a u x d ésaim antés\ns’e xa lten t, à tro u v er cette fa ço n désin téressée, co u rag eu se et\ng ran d io se. L aissez-m o i rire : j ’y distingue un in stin ct, dans ses\ncon dition s le s p lu s n obles, j e v e u x bien , m ais u n in stin ct,\nc ’est-à-dire une fo rce qui ten d à sa réa lisa tio n et qui s ’ann ihile\ndans ce tte ré a lisa tio n : C arm en p. ex. est un in stin ct, C a rm en\nne p eu t p as n e pas co u rir au d e va n t du p o ig n ard q u i la\ndétruit. S ’é rig e r en b e au té , com m e nous disions, q u ’e st-ce ,\nsinon s ’ép an o u ir en v o lca n . L e v o lc a n se d isp erse et n e cré e\nrien. M ais ce qui est autrem en t co u ra g eu x et gran d io se, d’une\nb e a u té n on su p erficielle m ais co n ten u e, c ’est de co n sen tir à\nêtre ce que nos co n trad icteu rs a p p elle ro n t « m é d io c re » , je\nv e u x dire : de m en er u n e v ie n orm ale, d ’adm ettre le m ilieu et\nl ’autorité, p o u r autan t q u ’ils sont n on m o d ifiables, d ’o b s e rv e r\nég ale m e n t le s p ré cep tes d’h y g iè n e , les n éce ssité s m o ra les et\nles co n ve n a n ces historiques.\n   E t j e ne sais p as, — ca r j e n ’ai p oint e n co re a p p ro u vé le\nsous-en ten du de B o ssu et et B ru n etière — si m a lg ré les a p p a ­\nre n ces m au ssad es, une te lle a ctiv ité ne s’é cla ire p as p our le\nsp ecta te u r co n scien t d ’un p ath étiq u e in tim e. Il y a la b eau té\nq u i su rgit d’un ra p p o rt de co n ve n a n ce. S ta rk a d d ,           in stin ct\n\n\n\n\n                                                                                    287\n"}, {"page_pdf": 305, "page_imprimee": 288, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2762, "texte": "boursoufilé, constitue un spectacle à effet émotionnel. Mais\npour l ’observateur mieux doué, le chêne qu’admirait Taine,\n(d’après les salutaires confidences de M M . B ourget et B arrès)\nn’offrira-t-il pas des ressources égales à la réflexion, elle-même\némotion d’un ordre plus éminent. Ce second spectacle emporte\ndes qualités d’art d’autant plus élevées qu’elles sont sensible­\nment moins accessibles.\n   P . S . J’ai l ’avantage de prier ceux qui ne voudront point\npartager mon opinion, de renoncer à la parer au m oyen du\nparapluie de Louis-Philippe, des idées et opinions courantes\nde M. Prudhom m e et des bésicles de M. Sarcey.\n\n\n  L a Q u estion H om érique, —         V ariétés littéraires,   par\nGeorges Bertrin. (Paris : Ch. Poussielgue).\n    Sans nous prononcer sur la question hom érique même,\nm ultipliée et détournée, nous pouvons admirer comment elle\nest devenue un terrain où s’exercent les méthodes de la\ncritique et s’assouplissent les ébats de l’hypothèse. E t les\ncrises et l’évolution de la critique homérique s’apparient ainsi\naux revirements de l’exégèse biblique. Ainsi, analogiquement,\ncette question littéraire peut nous offrir des ressources de\ntactique et des symptômes de direction. E n l’espèce, m algré\nla m aladresse de ses défenseurs précédents, M. Bertrin reprend\nla thèse traditionnelle contre les ingénieux m ensonges de\nl ’hypothèse. Ainsi donc sur toute la ligne on en revient des\nà-travers-tout de la pseudo-critique.\n\n\n  L e s R o m a n s du M o y e n -A g e : I B erte a u x gran d s\npieds, par Adenet le Roi (X IIIe siècle) (trad. Gaëtan Hecq) ;\nII A u c a s sin et N ico lette (XIIe siècle) ; L e J e u de R obin et\nde M arion , par Adam de la Halle (X IIIe siècle) (trad. Arthur\nBovy). (Bruxelles : Société B elge de Librairie.)\n    Ces plaquettes inaugurent une série de contes et fabliaux du\nM oyen-Age, transposés en français moderne. L e peuple et\nnous, les lirons-nous ? Pourquoi pas ? L es stratagèm es et les\nsacrifices d’amour d’A ucassin et N icolette gardent leur émotion\nà des hommes dont l ’aveuglem ent sentimental subsiste. Cette\nchantefable est déjà un roman. L e jeu de Robin , qui est bien le\npremier opéra-comique, n’offre pas moins d’agrément. Il\n semble construit d’après les soi-disant nécessités de la scène,\n ces nécessités que W a gn er nia, et bien en vue de la représen­\ntation, avec les antithèses requises, la chanson à boire,\n divertissements et ballets.\n    C es deux productions ne sont qu’agréables, mais elles sont\n littéraires.\n    Berte aux grands pieds est un récit plus moral, mais assez\n maussade. Roman historique maladroitement conduit, exposé\n chronologiquem ent et par la même répudiant le stratagème\n des mises en valeur. L es phrases s’allongent ; des épithètes y\n\n\n\n\n 288\n"}, {"page_pdf": 306, "page_imprimee": 289, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2733, "texte": "adhèrent uniquement amplificatives ; l’intrigue consent à des\ndétours. L ’artifice y est si piteux, les adjectifs si peu en rapport,\nles épisodes si superflus, que l ’historietre vous y prend comme\nun faux air de bonne foi. Aussi si on n’a pas pour rester\néveillé les raisons de M. P aris, on préfère la voir sur un\nplacard d’É pinal : aussitôt elle acquiert l ’allure rapide et\nsimpliste qui convient. On pleure dans le bois avec la belle\nreine aux yeu x vairs, on voit venir vers elle le grand roi Pépin\négaré de la chasse, et quand les traîtres sont châtiés on trouve\nque c ’est bien fait.\n   A h ! com bien c’était bon, à six ans, cette im age : elle requit\nnotre sensibilité, elle nous prouva qu’on peut se confier en la\nP rovidence. Je veux croire que ces sentiments ne sont point\ntrop desservis aujourd’hui par la m aladresse des pièces « tout\nfinit bien » pour pensionnats, mais bien plutôt réconfortés par\nle dégoût des abominations qui se disent, s’écrivent et se\ncommettent.\n   H abitué aux fictions modernes, on admire que la vertu soit\nrécom pensée, la forfaiture punie et que « D ieu, qui est\nseigneur, prévôt et magistrat de tous crimes, ne voulut plus\nsouffrir ce qui lui déplaisait tant. » Rééditer Berte aux Grands\nPieds est une ironie que se permet à son tour l’honnêteté.\n\n\n\n  L e p rin ce des lettres fran ça ise s : V illie rs de l ’Isl e\nA d a m , par José Hennebicq (Bruxelles, Ed. Lyon-Claesen).\n   « Com prendre, c ’est le reflet de créer ». D e cette sentence\nd’A x el, M. H ennebicq épigraphie les élucidations qu’il croit\nnous apporter sur l ’œ uvre de V illiers. C ’est d’un beau cœur.\nMais de s’être illusionné il ne doit vraiment pas rougir, car\ncet appareillage est d’autant plus louable, que le retour est\nmoins fructueux. Que je sache, personne en effet ne nous est\nrevenu ju squ ’ici avec une délinéation plus ou moins plausible\nde ces régions et je ne vois trop parmi nous sur qui compter :\nM. de Gourmont qui vit aisément sous ces latitudes serait\nsans doute trop personnel pour ne point s’amuser pour son\ncompte au long de la route ; M. Mithouard, avec moins de\nfinesse a du sang-froid...\n   Quoiqu’il en sera, indaguer sur une philosophie aussi dé­\nconcertante que celle de V illiers nécessite moins des m ajus­\ncules et des petits points qu’une méthode particulièrem ent\nprécise : elle ne pouvait être le fait de notre auteur, qui\nradote (p. 23) : « Oui, l’A rt est l ’exaltation du beau Idéal, c’est\npourquoi il sera idéaliste, ou il ne sera pas. » Moins ou pas\nplus que nous, M. H ennebicq ne pourra comprendre parce\nqu’il n’est pas destiné à égaler. C e n ’est pas avec un morcedu\nde verre qu’on taille un diamant.\n\n\n\n\n                                                                  289\n"}, {"page_pdf": 307, "page_imprimee": 290, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3267, "texte": "  D e H u lst (iste J aa rb o ek : 1898) (M alines : v a n V elsen )\n(tiré à 3oo ex. num érotés).\n   N o u s sign alâ m es p récéd em m en t à A n v e rs une g ild e d ’art :\nL es Scaldes. U n e in stitution identique : L e Houx, à M alin es\ncertifie s a fondation p a r un ann uaire. Q u elq u e m éd io cres que\nsoien t en g é n é ra l ces essais, il y a là de quoi fa v o riser notre\noptim ism e. L e rayo n n em en t de c e s « distraction s é le v é e s »\nd ans les fam illes et le s agglo m ération s m o yen n es est efficace :\nd ans la p ériod e d ’éd u catio n la m éd io crité            est o p portu n e,\nalors qu e le g é n ie est in tem p estif. C e c i au p oin t de v u e de\nla so cialisa tio n de l ’art.\n  N o u s n ’allon s don c p oin t tro u v er que les m em bres du H oux\nont tro p d e talen t. D e u x ,         M . A lo r s    D esm ed t et E rn e st\nD e lten re , m u sicien s, en ont b e au co u p . A u reste M M . V a n\nP e r k et de W o u te rs de B o u ch o u t font des ornem entations et\nle s autres d e la littératu re ou à p eu p rès. L a p réfa ce in dique\nd es am bitions artistiqu es et des in tention s ch rétien n es.\n\n\n\n   L u d w ig W in d th o rst in sein em L e b e n und W ir k e n , vo n\nJohann Menzenbach. (T rê v e s : P a u lin u s-D ru ck erei).\n   D a n s leu rs p arlo tte s et le s asso cia tio n s, le s je u n e s g e n s\ncath o liqu es, a ya n t tro u vé tro p p eu lu cra tiv e la fréqu en tatio n\ndes héros de P lu ta rq u e , s ’e xcita ien t fo rt il y            a q u elq u es\na n n ées sur « le s ca th o liqu es allem an ds » en attendan t l ’en co m ­\nb ran te     d escen te   des    « A n g lo - S a x o n s ».   Et   le s   n o v ice s\ncourtiers éle cto ra u x s'a b o rd a ien t : a A h ! si n ous avio n s un\nW in d th o rs t.... »\n  A ujo urd-h ui, huit ans après la m ort de son ch ef, le C en tre\nn ’a d é jà p lu s d’exem p les à n ous donner. E t sait-on si dem ain,\nla réin troduction des Jésuites v o té e , ce p arti tro u v era des\no ccu p atio n s l ’excu sa n t de se su rv iv re.\n   E st-ce à l ’é lo g e de W in d th o rst ? oui et n on : c e la sign ifie\nqu e ce t artisan fit si b ien sa b e so g n e q u ’il n ’en la issa gu ère.\nO n se gro u p e d ’ap rès u n e tradition, on d e vrait se g ro u p er\nd ’ap rès des ca h iers de réform e. L e C e n tre est n é de cette\nm an ière, il subsiste d’ap rès l ’autre.\n   S o n lea d e r aurait dû co n sig n er c e la d ans un testam en t\np o litiqu e et lice n cie r ses hom m es a va n t de m ourir.\n   S o n p arti dim inué de toute sa gran d eu r, e st ca d u c a u jo u rd ’hui\ncom m e la d e scen d an ce des gran d s hom m es.\n   L a b ro ch u re sur la q u e lle n ou s allum ons ces opinions est en\nqu elq u e so rte un lo n g a rticle n écro lo g iq u e pour jo u rn a l ; il est\ne xa ct, m o y en et d e p oint de vu e ca th o liqu e. C e la est bien ,\nm ais com bien il serait « littéra ire » de ré d ig e r une m on o­\ngra p h ie    im p ression niste de ce fils          de ferm ier, bonh om m e\ncourtaud, qu e l’a p p lica tio n fit P résid e n t de la C h am b re, et qui\nm ourait à 80 ans, un soir, ap rès deu x séa n ces, on vo u d rait\ndire, debout. C o n tre ce tte tête im m ense, ch a rg ée d’une lo u rd e\n\n\n\n\n290\n"}, {"page_pdf": 308, "page_imprimee": 291, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2893, "texte": "lèvre, et illustrée de deux petits yeux tout au fond de lunettes\naccrochées dans les sourcils embrouillés, se buta Bism arck,\nl ’autre tête.\n\n                                       ***\n\n    L e s P e t i t s . L a H o l l a n d e , par Demesvar Delorme. (B ruxelles :\n S ociété B elge de Librairie).\n    M. D em esvar Delorm e est « ancien E n voyé extraordinaire\n et Ministre plénipotentiaire de la République d’H aïti à la Cour\nde Berlin et près le Saint S iège » et ses idées sont aussi\nétourdissantes que ses attributions.\n    C e livre de 23o pages a sans doute été im provisé d’un trait\n après dîner et sténographié sur place. C e n’est pas banal si\nl ’on veut bien prendre en considération que M. Delorm e\nn’était pas du tout préparé à traiter ce sujet. A ussi bien il ne\nmanque pas d ’habileté et s’est souvenu de l ’exem ple des\ngrands parlem entaires obstructionnistes qui, ne sachant quoi\ndire et désirant conserver la parple, parlent de tout. V o ici\n des commencements de chapitres interchangeables : I. Petite\nterre, grande nation... II. D es m ontagnes, des glaciers, des\n torrents, des rochers, des précipices, etc., voilà la Suisse.\n III. L e nom de l ’A ngleterre, England, est formé des deux\nmots : eng, land, etc. IV . Q uelle était la superficie du Mar.\ngraviat de Brandebourg ? — 333 kilom ètres. V . L e grand\nmouvement intellectuel com m encé sous ce règne brillant,\nauquel s’associe le nom de V oltaire, etc. V I. D epuis la fin\ndes invasions, depuis l ’institution du Saint Em pire romain,\nl ’Italie souhaitait, cherchait sa liberté, etc.\n    Com m e de juste, quand on est né gaffeur, on parle de\nl ’Inquisition. C ’est la m ieux fournie des tire-lire de la petite\népargne historique. A v e c quelle érudition et dans quel style !\nUne phrase réunit tous les défauts ; on ne pourrait inventer\nmieux. « Son Ém inence M onseigneur le Cardinal G ranvelle\n(1) mit la dernière main à l ’œ uvre, versa la dernière goutte\n au vase, jeta la dernière étincelle au foyer. »\n    Néanm oins, M. Delorm e se perm et des remarques ; ainsi\nparlant de la prise de Gem bloux par Don Juan d’Autriche,\nil observe : « L ’historien Janssens : (sic : D r J. Janssen, auteur\nde la Geschichte des deutschen Volkes ? ?), persiste à dire Gem­\nblours ..«Com m e s’il avait tort, Gembloux, c ’est de l’orthographe\nrécente et précaire comme les administrations... M ais finissons\n\n\n   (1) Cela sonne comme : Sa Majesté Clovis. S i je ne me trompe les dignitaires\necclésiastiques n’agréèrent ces titres de cérémonie qu’après François de Sales.\nQuoiqu’il en soit, on dit : Antoine Perrenot, cardinal de G ranvelle, évêque de\nM alines, d’A rras... Ses contemporains lui écriront : A u très révérend P è re en\nD ie u ... D ’ailleurs on appelle un cardinal : Monsie u r, prince de l’É glise comme\nprince de sang.\n\n\n\n\n                                                                                291\n"}, {"page_pdf": 309, "page_imprimee": 292, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2852, "texte": "la récréation. A propos, dans ces 23o pages à quelle ligne\nest-ce donc que M. Delorm e parle de la H ollande ?\n  P . S. : A i-je dit que notre auteur est anti-clérical ? Est-ce\nbien nécessaire ?\n\n\n    L a B e lg iq u e den tellière, par Antoine Carlier (Bruxelles :\nSociété B elge de Librairie, Oscar Schepens).\n   Aussitôt le concept : dentelle aperçu, une association d’idées\ns'ébranle. E t j ’en appelle à vos esprits, n’est-ce pas : d’aubes,\nde nappes d’autel, de béguines, de gothique flam boyant, de\nBruges ? C ’est d’une intuition inconsidérée. U ne amplification\nraisonnée m obiliserait des im ages toutes autres, et bien telles\nque : entre-deux de l’oreiller où l ’on badine, fichu sous lequel\npalpite la gorge, layettes, éventails, papillons, mignardises,\nfrivolités et transparences......\n   Mais le fait est qu’une m aladie de notre esprit nous porte\nà considérer la dentelle comme un ornement de la virginité,\ncomme un réceptacle de blancheur éminente (blanc m étaphy­\nsique, dont se colore aussi la toison de l ’agneau !), comme\npresque un instrument liturgique. E t pour peu qu’on cède à\ncette im agination, ce seraient mains longues et blanches qui\ns’affineraient aux fuseaux ; la dentelle s’effaroucherait d’une\nchair profanée et ne siérait qu’aux saintes dont le nom est\ntendrement sonore et le col pareil aux fleurs de m agnolier.\n   D ès lors si, m algré son air d’église, la dentelle n’a pu obtenir\nune rubrique dans les manuels d’archéologie religieuse, c ’est\nqu’il n’y avait vraim ent pas de quoi.\n   L es consommateurs d’hier sont bien ceux d’aujourd’hui ; ce\nsujet dès lors ne devrait pas nous retenir. D ’ailleurs ce livre\nn ’a pas long à nous apprendre.\n   L a partie historique est nécessairem ent intéressante, mais\nvo ici comment on écrit l’histoire : p. 40. « L a reine Berte aux\ngrands pieds faisait aussi de la dentelle, et c’est à cette occu­\npation que fait allusion le vieux dicton : « Quand la reine\nBerte filait » (1) p. 41. « C e n’est que depuis l ’époque de la\ndispersion des couvents, en 1830 (!), etc. » et voilà comment un\nsavetier cite des sources : Brochure sur la dentelle, par V an d er ­\ndussen; L a Révolte des Passements, par X ., etc.\n   L ’auteur ne signale pas même le somptueux m usée de\ndentelles dans l ’hôtel Gruuthuse à Bruges ; il ignore l’appella­\ntion de (t Sorcière » donnée à certaines dentelles fignolées, et\nautres reproches.\n   L es renseignements techniques et com m erciaux, m alheureu­\nsement clairsem és ou trop faiblem ent établis, ne manquent\npas d’intérêt. Ce serait excellente besogne pour quelque can­\ndidat en sciences sociales de rédiger une m onographie lep lay ­\nsienne de la dentellière. On en com pte en B elgique environ\n40000 dont les 2/3 environ dans la seule Flandre occidentale,\n\n (1) E t celui aussi sans doute : Quand A dam bêchait, et qu’È ve filait...\n\n\n\n\n292\n"}, {"page_pdf": 310, "page_imprimee": 293, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 915, "texte": "elles restent penchées 14 heures par jou r sur leur carreau\npour gagner de douze à vingt sous.\n   Jusqu’ici notre sensiblerie — et c’est comme plus haut notre\nintuition qui nous mystifie — nous portait à parler avec de\nsincères regrets de la décadence de la manufacture dentellière,\nà peu près comme on parlerait de la diminution de la foi.\n«Tout ça, ce sont signes des tem ps... » Il y a erreur : la produc­\ntion ne diminue pas. Mais on manque de dessinateurs de\nnouveaux modèles, de patronneuses et d’ouvrières habiles.\n   Com m ercialem ent et socialem ent, un syndicat devrait sou­\ntenir les prix. L ’auteur nous le fait comprendre avec du bon\nsens — desservi par les tirades et exhortations prud’hommes ­\nques empruntées à notre littérature nationale de 1830-70.\n\n\n                                                 F . N o n n ig e r .\n\n\n\n\n                                                                   293\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-030", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 294, "page_fin": 294, "titre_corps": "Noir et blanc", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "CHARLES DUMERCY.", "ancre_debut": "N o ir et blanc.     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Nov. 1864, p. 4.10). «Les L .-. la P e r sé v é r a n c e e t le s\nA m is d u C om m erce R é u n is , de l’O. . d’Anvers ont eu une tenue solennelle\nle mercredi 7 septembre, afin d’élever aux degrés de Compagnon et de Maître\ncinq F F .-, capitaines de navires am éficains et anglais, qui avaient été initiés\ndans cette L .-. et dont la promotion aux G.*. S .’ , avait été votée d’urgence à\ncause de leur départ imminent.\n   « U n grand nombre de FF.*, visiteurs se sont trouvés à cette réunion, entr’autres\nvin gt F F .', capitaines anglais et américains, dont six ou sept appartenaient au navire\nd es Etats-Unis Sa cra m en to, qui était à l’embouchure de l'Escaut.\n   U n F .’ , de couleur, membre actif d ’une L.*. de N ew -Y o rk, de l’obédience du\nG . O .-. de Saint-Dom ingue, se présenta aussi comme visiteur. Ses papiers\nétaient parfaitement en règle. A son entrée dans le temple, une rumeur éclata\nparmi les F F .’ , américains qui protestèrent, ne voulant pas demeurer en présence\nd’un nègre. Les cinq capitaines, qui devaient recevoir une augmentation de salaire\n(1) refusèrent égalem ent de rester dans le Tem ple avec le F.*., américain de\n couleur.\n   « L e V én . F .-. Jacobi (?) fit fermer le Tem ple, ouvrit les travaux et fit\nconsigner les F F .-, visiteurs dans la salle des Pas-Perdus.\n   Il soumit immédiatement à la L . -. la question suivante : « L ’entrée du temple\n» doit-elle, dans les circonstances actuelles, être refusée au F . ’, de couleur qui se\n» présente en visiteur, ou doit-elle lui être accord ée?» L a L .'. décida, à l’unani­\nmité, que ce F .’ , devait être reçu avec tous les honneurs qui lui étaient dus, comme\nà tout autre F .-, visiteur.\n   a L e V é n . désigna ensuite un F.*, pour communiquer le vote de la L . aux\nF F .*, visiteurs qui se trouvaient dans le parvis du Tem ple, et il le chargea\nd ’exprim er aux F F. américains, et surtout aux FF.-, officiers de la marine des\nÉtats-U nis, la surprise de la L . de trouver si peu de vraie connaissance des\nprincipes maçonniques parmi eux qui, en ce moment même, se battaient pour la\ndélivrance des nègres ; que cette L.*. en particulier, ainsi que toute la Maçonnerie\nbelge, était au dessus du préjugé indigne qui fixerait la valeur du cœ ur d’un\nhomme selon la couleur de sa peau et qu’elle s’efforçait de propager de tous les\ncôtés le sentiment humain de la fraternité ; que le F.*, de couleur serait reçu, par\nconséquent, avec les mêmes honneurs qu’eux mêmes, les représentants de la libre\nAm érique.\n   « L e 2 S u rv.-. de la L . les Élèves de T h ém is, F .-. W . qui se trouvait aussi\nparmi les F F .’ , visiteurs, ajouta quelques paroles sur les principes et le but de la\nMaçonnerie aux FF.-, visiteurs, ce qui lui valut la courte et grossière réplique : God\ndamni your prin cip les ! (A llez au diable avec vos principes !) de la part d’un\nofficier américain ; après quoi, tous les F F .-, américains se retirèrent.\n   a Les autres FF.*. visiteurs furent alors introduits, et tous les F F .-, présents\nfurent impressionnés de la manière intelligente et élégante avec laquelle le F.\", de\ncouleur rem ercia la L.*. De la belle et digne conduite qu’elle avait tenue à son\négard. »\n   N ous aussi, pour em ployer le langage du Monde Maçonnique,\nnous sommes impressionnés de la manière intelligente et élé­\ngante avec laquelle est racontée la belle et digne conduite que\nla L . *. la Persévérance et les Am is du Commerce Réunis de l’O .*.\nd’A nvers ont tenue, en cette mém orable circonstance, à l’égard\nd’un F .*. de couleur. D e coloribus non est disputandum. T elle est\naussi notre doctrine, quoique nous ne soyons pas franc-maçon,\n— à moins, pourtant, que la franc-maçonnerie ne soit une\nsociété tellem ent secrète que l’on puisse en faire partie sans\nle savoir.\n                                                                    C harles         D um ercy.\n\n\n   (1) C ’est-à-dire qui devaient être promus à un grade supérieur.\n\n\n\n\n294\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-031", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": 295, "page_fin": 299, "titre_corps": "Table des matières", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "", "ancre_debut": "Tableau Alphabétique des Rédacteurs du Tome IV", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 312, "page_imprimee": 295, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3719, "texte": "Tableau Alphabétique\ndes Rédacteurs du Tom e IV\nM . M A R IU S A N D R É :\n               L a r e n c o n t r e d u D o c t e u r illu m in é e t du\n               D o c te u r          s u b t il a P a r is ,                  e t       le u r          c u lte\n               p o u r l ’I m m a c u lé e C o n c e p t io n ( 13 0 6 )                                      .       .    149\nM. É M IL E B E R N A R D ;\n        V isio n ................................................................................ 5 1\n        Temps d o r é s .................................................................... 5 1\n               A p r o p o s d ’A r t C a t h o l i q u e .......................................7 4\n               S ur       les        m a n if e s t a t io n s               e x t é r ie u r e s , ou\n\n               du     V e r b e f a i t c h a i r .......................................................... 2 1 0\n               S u r l e s I c ô n e s b y z a n t i n e s e t l ’a r t h ié r a ­\n               t iq u e     ................................................................................................2 1 6\n               De       l ’a r t       ch ez          les        a n c ie n s           et        ch ez       les\n\n               m o d e r n e s ................................................................................. 2 2 9\n\n               S im p l e s        r é f l e x io n s            su r        l ’a r t         .     .     .       .        234\nM. TH O M A S B R A U N :\n        L e s V isa g e s de la V ie , p a r E m ile V erh ae re n 253\n        L a sa in te c o m p la in te rim ée de N . D .\n        d e L o u r d e s ..........................................                        253\nM. E D M O N D D E B R U IJ N :\n        D es R e v u e s C ath o liq u es en B e lg iq u e , selon\n        M . M u ssch e                                        .............................. 110\n               M .      A d r ie n            M it h o u a r d                ou        l ’ I d é a l is m e\n\n               r é d u it a u          b o n -s e n s            .      .......................                            176\n               L es ch ances du                      N é o -I m p r e s s io n n is m e .                             .    242\n               E x p a n s i o n C o l o n i a l e ................................................... 2 7 5\nMe H É L È N E D E G O LESCO :\n               L ’é d u c a t i o n f é m i n i n e s e l o n l a t r a d i t i o n\n               c h r é t i e n n e , d ’a p r è s                M e M a r ie               du      Sacré-\n                       M e d ’A d h é m a r ............................................. 258\n               Cœ ur e t\nM. E R N S T D E L T E N R E :\n        L ’ «O r a t o r i o d e N o ë l » d e J . S . B a c h                         .     250\n        P ré fa c e s p o u r d es m u sicien s, p a r H .\n        M a u b e l ........................................................................ 257\nM. M A U R IC E D E N IS :\n               L es A rts a R om e, ou                                la       m éthode                 clas­\n\n               s iq u e     ................................................................................................ 1 9 7\nM. C H A R L E S D U M E R C Y :\n        G a la fieu , p a r H e n r y F è v r e ..............................280\nM. M AX E L S K A M P :\n       La découverte                                 d ’u n          p s e u d o -M e m l in g                        .   247\n\n\n\n\n                                                                                                                            295\n"}, {"page_pdf": 313, "page_imprimee": 296, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3283, "texte": " M. G E O R G E F O N S E G R IV E :\n                L e P a r a d i s o u l ’A c h è v e m e n t d e l a V i e                             .        33\n A B B É G. FR É M O N T :\n               L e ttr e pour le                  C o n grès de la                  Jeu n esse\n               C a th o liq u e a           B e s a n ç o n .............................................. 9 5\n G. :\n          L e ttr e su r l ’É d u c a tio n , p a r C . S a v a r i t . . 107\n          L e s É co le s d ’A n tio c h e , p a r A lb e r t H a rre n t 107\nM. E M . H A Ë E :\n          H a n s M e m l in g (à l ’h ô p ita l S t.-J ea n de\n         B r u g e s ) .......................................................................... 82\nM . A U G .- E D M . J O L Y :\n          M o d e rn ism e (à p ro p o s de Sagesse et Destinée,\n         de M . M a e t e r l i n c k ) ..................................................69\nM. A L E X A N D R E L E F A S :\n               Procession i n t é r i e u r e ...................................................... 52\n M. M A R C L E G R A N D :\n               L a F i n de deux S a i n t e s ...................................................... 56\nDr F O R T U N É M A Z E L :\n         A u to u r de l ’H isto ire , p a r M g r. B a u n a r d . 110\n         D e q u e l q u e s opin io n s d e M . F o n se g r iv e 273\nM. H E N R I M A Z E L :\n         L ’en seign em en t in tégral, p a r A le x is B e r ­\n        tran d .............................................................................. 108\n         L e s É tu d e s classiq u es et la D ém o cratie ,\n        p a r A lfre d F o u i l l é e ................................................ 108\n         L ’É d u c a tio n n o u v e lle , p a r E d m . D em o lin s 108\nM. A . M E L K A :\n        L e R e n o u v e a u d e la l it t é r a t u r e ca th o ­\n        liq u e e n B o h ê m e ..................................................66\nM. M E N É N D E Z Y P E L A Y O :\n              R aym ond          L u l l e .................................................................... 4 1\nM. A D R IE N    M IT H O U A R D :\n       L e L iv re du V e r t i g e ................................................ 181\nM. F. M O N T A G N O N :\n        U n pauvre N o ë l ...................................................... 172\nM. F. N O N N IG E R :\n       In stitu tio n es th e o lo g ia e d o g m atica e, a u ct.\n       P e tro E i n i g     .............................................................. 49\n       Sain t-C en d re, p a r M a u rice M ain d ron . . 112\n       P o ésie s de P i m o d a n ................................................254\n       L e s S ain tes d u P a ra d is, p a r R e m y de\n       G o u r m o n t ..................................................................254\n       C h iaro scu ro (après l ’ex p o sitio n R em b ran d t)\n       p a r P o l d e M o n t ...................................................... 256\n       L e V o le u r, p a r G eo rg es D a rie n . . . .                                280\n       T e r re P ro m ise , p a r E u g è n e M orel . . . 282\n       L e s V ie rg e s a u x R o ch e rs, p a r G a b riel\n       d ’A n n u n z io (trad. G . H é re lle )............................. 284\n\n\n\n\n296\n"}, {"page_pdf": 314, "page_imprimee": 297, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3739, "texte": "              C ath érin e M o rla n d , p a r J an e A u ste n (trad.\n              F . F é n é o n ) .................................................................. 285\n              D a s H e m d des G lü c k lich en , p a r A . M .\n              b a ro n L ü t t w i t z ......................................................286\n              D e B ru id van Q u in te n M a tsijs, p a r H . de\n      M a r e z ........................................................................ 286\n      S ta rk a d d , p a r A lfre d H e g e n sc h e id t . . . 286\n      L a Q u estio n H o m ériq u e, p a r G . B e rtrin . 288\n      L e s R o m a n s d u M o y e n -A g e : I. B e rte a u x\n      g ra n d s p ied s ; I I . A u c a ssin et N ico le tte ;\n      I I I . L e Jeu de R o b in et de M ario n . . . 288\n      L e p rin c e d es lettres fran ça ises : V illie r s de\n      l ’ Isle-A d am , p a r J osé H e n n e b ic q . . . .                             289\n      D e H u lst (an n u a i r e ) .......................................290\n      L u d w ig W in d th o rst, p a r J .M e n ze n b a ch . 290\n      L e s P e tits : la H o lla n d e , p a r D em esva r\n      D e l o r m e ............................................................... 291\n      L a B e lg iq u e d en tellière, p a r A . C arlier . . 292\nM. GEORGES PO LTI :\n        Prologue (A p o lo g ie du X I I I e siècle) . . .                                                                59\nM. JO S E P H P O U Z IN :\n               C o n f i d e n c e ............................................................... 53\n               L a V i g n e ..................................................................... 54\n               E n f a n c e ....................................................................... 55\nM. W IL L IA M                    R IT T E R :\n               I llu s tr a te u r s                  d ’A u t r i c h e              e t       d ’A l l e ­\n                   (M M . L e ffle r et U r b a n ; M . S te in ­\n              m agne\n\n         hausen) .......................................................................... 89\nA B B É A R M A N D T H IÉ R Y :\n         M o n d ern ie r L iv r e , p a r Z . F le u r io t . . . 112\nM. F R A N C IS V IE L É -G R IF F IN :\n         Messe de M i n u i t ....................................................171\nM. G E O R G E S V IR R È S :\n         C h ev aliers ru stiqu es, p a r l ’a b b é V a n C a e n e­\n         ge m .............................................................................. 112\nX (de C on stan tin op le) :\n               L e       C a h ie r           de        d o léan ces                de       l ’É g l is e\n\n               d ’A r m é n i e .........................................................................................1 5 7\n\n\n\n\n       Anthologie ou Documents\nA N O N Y M E D U X V e S IÈ C L E :\n            E x tr a it de la « Vie de S a in t J eh a n Baptiste »                                                       27\nS O U R C E P O P U L A I R E (d’après u n e im pression\n     a n o n y m e d u X V I e siècle) :\n            L e s nouelz f a i t z a lonneur de ihesucrist . .    .                                                    124\nM A R C IA L D A U U E R G N E :\n               T rès dénotes louenges de la glorieuse Vierge M arie:\n               en la V isita tio n de N o stre D a m e .                                          .     . .                3\n               en l ’A ss u m p c io n de N o stre D a m e                                            . . .               20\n\n\n\n\n20                                                                                                                      297\n"}, {"page_pdf": 315, "page_imprimee": 298, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3208, "texte": "              en la N a tiv ite de N o stre D a m e                           .     .    .   .       28\nG A B R I E L L E D E C O IG N A R D :\n          M arthe et M a r i e .........................................................16\nL A U R E N T IA S T R O Z IA :\n          O d e in V isita tio n e m B e a tæ M a riæ V irg in is                        7\nF. P IE R R E R A B B I :\n             D e la Visitation de la V ie r g e .................................                      6\nA N N E DE M ARQ U ETS:\n             Sonets spirituels :\n         P o u r la V isita tio n de N o stre D a m e            . . .      8\n         P o u r la feste de la V en e ratio n N o stre D a m e 1 1 3\n         P o u r la feste de T o u s s a i n t s ...................... 119\nR . P. A T H A N A S IU S G U G G E R :\n             H ym nus de Visitatione Beatæ M ariæ V irginis .                                          5\nA N O N Y M E L Y O N N A IS :\n             I n honorent S . S . Joachim et A n n a hymnus                                      .    14\nL IT U R G IE L Y O N N A IS E :\n             Prose sur la Décollation de S . Jean Baptiste                                       .   25\nM IS S A L E B IS U N T IN U M :\n             D e transfiguratione D o m in i ............................................ 18\nSO U RCE O R A LE :\n          L a chanson de Sainte M a r t h e ...............................17\nJ O U R N A L « L E M O N D E M A Ç O N N IQ U E » :\n              U ne      loge        d ’A n v e r s      v i s - a -v i s   d ’u n       m açon\n\n             N È G R E ........................................................................294\n\n\n\n\n         Annotateurs, Éditeurs et\n              Traducteurs\nM . M A R I U S A N D R É (trad. d u castilla n et annote):\n             R aym ond L u l l e , p . M . M en é n d e z y P elayo                                  41\nM . É M I L E B E R N A R D (éd.) :\n         L a chanson de Sainte M a r t h e ...................................... 17\nM . C H A R L E S D U M E R C Y (éd. et annote) :\n          N o i r e t B l a n c (U n e lo g e d ’A n v e rs vis-à-vis\n          d ’u n m a ço n n è g r e ) ............................................... 294\nM . H U G U E S V A G A N A Y (éd. et annote) :\n             E x tr a it de la « Vie de S a in t Jeh a n Baptiste »\n             ( X V e s i è c l e ) ....................................................................27\n             L es nouelz fa it z à lonneur de ihesucrist ( X V Ie S e)                               124\n              Très      deuotes louenges de la glorieuse                                 Vierge\n             M arie : en la V isita tio n d e N o stre D a m e        .                                3\n                           en l’A ss u m p c io n de N o stre D a m e .                              20\n                           en la N a tiv ité d e N o stre D a m e .   .                              28\n             par M a r c ia l d a u u e r g n e\n             M arthe et M arie, p a r G a b r i e l l e d e C o i g n a r d                           16\n             Ode in          Visitationem            Beatæ M ariæ                   Virginis\n\n\n\n\n298\n"}, {"page_pdf": 316, "page_imprimee": 299, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 3488, "texte": "             L a u r e n t i æ S t r o z i æ .....................................................                 7\n             D e la Visitation de la Vierge, p a r F . P . R a b b i                        6\n             Sonets spirituels :\n             P o u r la V isita tio n de N o stre D a m e . . .                             8\n             P o u r la feste de la V en eratio n N o stre D a m e 1 1 3\n             P o u r la feste d e T o u s s a i n t s ....................................119\n             par A nne de M arquets\n             Hymnus de Visitatione Beatæ Mariæ Virginis,\n             A th an . G ugger                     ............................................................    5\n             In honorent S . S .                     Joachim et Annæ hymnus\n              ( X V I I I e s i è c l e ) ...................................................................14\n             Prose sur la Décollation de S . Jean Baptiste\n             ( X V I I I e s i è c l e ) .............................................................. 25\n             D e transfiguration Domini ( X V I I I e siècle) .                                         18\nLA D. :\n              N o te su r le m aître in c o n n u d e 1480 . . .                                1\n              N o te su r la m a rq u e ty p o g ra p h iq u e d u m o ­\n              n astère d e B é t h a n i e .................................................. 1 5\n              N o te à l ’effet d ’ex cu ser M . M a rc L e g r a n d .                       58\n                 »       »     de présen ter M . G eo rg es P o lti                                                     59\n                 \"       »     de ju stifie r l ’a n o n y m a t d e M . X . 170\n\n\n        Dessinateurs et Graveurs\nX Y L O G R A P H E D U X V e S IÈ C L E :\n          L e c h a t e a u d e M a r t h e , m arq u e ty p o g r a ­\n          p h iq u e d u m on astère d e B é th a n ie p rès de\n           M a lin es (fac-sim ilé de g ra v . su r bois) . .                                                     15\nM A I T R E I N C O N N U D E 1480 :\n              L a V is it a t io n            ( fa c - s im ilé         d ’u n e         g ra v.         su r\n                       Cabinet d'Estampes d'Amsterdam) .\n              c u iv r e d u                                                         1\nM. D E P R A E T E R E :\n        L e C l o î t r e : L a M éd itatio n (zin cogr.) . . i8 o bîs\n                            L a M o rt (zin co g r.) . . . .                       196\nM. M AX E LSK A M P :\n        L a M a d o n e a u x C h a n d e l l e s (g ra v . o rigin .\n        su r b o is de p o i r i e r ) ...........................................   8\n              I m a g e r ie p o u r l ’A s s o m p t io n ( g r a v . o r i g i n .\n         su r bois d e p o i r i e r ) .................................................. 19\n         O r n e m e n t a t i o n s . 4 , 1 3 , 2 8 , 54, 56 , 6 9 , 1 56 ,\n                                                                             255 , 279\n M. H E N R IC U S :\n               S a l o m é ( p h o t h o g r . ) ............................................................. 2 6\n M. F É L IX V A L L O T T O N :\n               M a s q u e d e M . A d r i e n M i t h o u a r d (zin co g r.)                                    175\n\n\n\n\n                                                                                                                  299\n"}]}, {"article_id": "ulb-spectateur-catholique-1898-10-n22-24-032", "volume": "ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004", "pdf_url": "https://digistore.bib.ulb.ac.be/2013/ELB-ULB-a0105-1898-1899-000-0004.pdf", "ocr_sha256": "10bb249f071fc27356a9690fbfdbdbe68186621355987b12edb7e318fe71220d", "ocr_source": "pdftotext -layout", "texte_sans_correction": true, "page_debut": null, "page_fin": null, "titre_corps": "Opinions", "titre_sommaire": "", "rubrique": "", "signature_source": "N.", "ancre_debut": "OPINIONS : (suite) Novy Kult (Prague, N° II, 1897)", "ancre_fin": "", "fin_page_complete": true, "fin_avant": "", "segments_controles": false, "controle": "limites et attributions contrôlées sur les images", "pages": [{"page_pdf": 318, "page_imprimee": null, "debut_caractere": 25, "fin_caractere_exclue": 4082, "texte": "OPINIONS : (suite)\n\n                      Novy K ult (Prague, N° II, 1897) :\n\n   Katolické revues. —               Z d á se, j e     dnechni tch lo v ie k má vyvinutiejchî\nchop n ost h led ieti n a soudobé ud álo sti a soudobé stavy nejen relativnie, v z h le                  ­\nem k jic h vzájem n ém u pom ieru, nybrj i absolutn ieji, vzh le d em k jic h vztah u k\nnin u lo sti a budo u cn o sti a k jic h m ístu v chirokém diejinném proudu. H isto rie a\nog ik a m ají tu svo u h lu b ok o u a o p ra vd o vou zásluh u . P ro to ani s lo v a ja k o reakce\n reaktchni doba n ejsou ju j svobodn ém u in teligentu k té hrüze, ja k á lo m cu je exo r ­\nism y dobry ch lib eraln íc h m iech tiátch k ü , k d y k o li se s nim i setkají. V ím e , j e i\nea k c e n en i nej a k c i k u p rjed u. A proto z a ch o v á v á m e jis ty (nikoli o vch em b e z ­\níezn y) k lid , k d y j exp an se tiech rüz n y ch sd ru jen i« p ro m oralnou a k ci » stav á se\non ieku d p ro vo k u jící a k d y j     ve h e m en ce k lerik alism u p o tch ín á h ran itchit s\nrzostí. A n i h lu k , s nímj katolicism snaji se rozm nojiti své rja d y , n ep rjiv ed e nás\n m íry , n ebo tí j e ta k n ep atrn y m a n evinn y m , u vájím e-li, je j e to snad posledn í\nozm a ch k rjíd el, p rjed ú p ln ým jic h vy sílen ím . M y tu o vch em n ik d y n e prjesta             ­\nsm e b o jo v a ti. N a c h e c e sty p üjd o u stále sm ierem p rá v e o p atch n ym . N e jd e tu\nch a k o zev n í silu a m o c, ta se ro zp ad n e ja k o shnilé stéb lo slá m y : duche m u              ­\nm e v y v r a c e ti z e staré p ü d y . M usím e n av ázati tam , k d e v p á d k rje stia n stv í\nrhl svaté a solidní s v a z k y , m usím e sm azati v c h e , co n eb la h éh o zap sán o b y lo v\nache d u ch e, p o n e ch á v a jíce si je n , co dobrého v y p ie s tila v n ás a n ám o n a éra.\nak z a jisté k u p rj. v um iení sp ra ve d livie ocen ím e v c h e , co krjestian stv í dalo\nim ve lik é h o . L z e sice skoro s jisto to u p rjed po klád ati, j e Sagesse b y la posledním\nasn ick y m a sn ad u m ie leck y m v ü b e c          v e led íle m n áb o jen skym ; m yslím tu\nvrchem n a n áb o jen stvi d o gm atické. N e b o ti n o v é um ieni n áb o jen ské, m ystika\nov é h o tch lo v ie k a zlo m í zajisté v c h e c h n a n ásilí do gm at a systém ü , ro z lé v a jíc se\nchirokym dech em slok W alt Whitmanovych, s h lo u bk o u a silou Pokladu poníjenych\n se v z le te m k . p rj. n ach eh o Otakara B rjeziny . A v c h a k je s tlije nám i dá k a to li         ­\nsm trje b a je c h tie n o v é chef-d’œ u vre své h o um ieni, k d e snad b ude ce lá m e lan              ­\nlo lie z a p a d a jících slu n ci a k d e budou snad z a c h y c e n y p osledn í p a p rsk y\nía sin a jící s lá v y a p osledn í sbohem a p osledn í z á b le sk y hrdosti p rje d vítiezícím\n ep rjítelem , da-li n ám je c h tie ta k o v é n eb o jin é ve le d ílo , n ebud e zajisté n ikoho,\n lo b y   h o n ep rjija l ta k , ja k o b y la v c h ém i b e z ro zd ílu p ije svie d tch e n i p rjijata\n '.gesse. T o lik lz e od p o vied ieti k a jd é k a to lic k é « m odernie » a k a jd é n o v o k rje s   ­\n an sk e sn a ze v ü b e c . N e b o ti ja k o v um iení p ijijím á m e v c h e , co n ese jasn o u\n etch e ti k r á s y , ta k i v m oraln ém a so cialn ém svietie n a p o ctiv é slo v o p o ctiv ie\n p o vím e.\n\n\n    Z e z a h ra n itch n y ch m iesítch n íkü le Sp ectateur Catholique, jen j se rep resen tu je\n i v e lic e vk u sn é m odern í ú p ra vie , v y d a l své 8. tch islo . P o k ra tch o v á n í zajím a-\n iho prjelcladu z R aymonda Lulla za h a ju je sva ze k . Z tch lân k ü zajím a l m ne n e jv íce\n  W . Ritterüv o umieni katolickém a historicích renaissance. P rje k lá d á m z jed n o h o\n issu : « . . . . C ír k e v n ep o p írala n ik d y k rásu p lasticko u . . . . b y lo b y lz e n ap sat\n udii o katolické nahotie. D rá jd iá n sk á Venuche G io rg io n o v a (ati se prosím n ikdo\n em y li n ázve m V ernuch e a ati nesofistuje o tom to slo v ie , z v lá ch tie k d y j v\n"}, {"page_pdf": 319, "page_imprimee": null, "debut_caractere": 0, "fin_caractere_exclue": 2629, "texte": " prjîpadie Giorgionovie dílo jest jin á a n ázev taktéj jin á viec) V enuche G iorgiono ­\n va a Dívka Titianova b ylý b y snad typy katolické nahoty právie tak, jak o Svaty\n Jan Leonardüv a David D onatellüv jsou jiným i ty p y téje . . . . M ohl b ych téj\n dokázati, je bez katolicismu nebylo b y nahot pp. Ropse, Rassenfossé, Legranda\n a j·, jej zalojeny ati dobrovolnie at nedobrovolnie na pojmu hrjichu, neexistovaly\n b y . . . . » T o zní ovchem poniekud jinak nej nedávny hyperkom icky tchlánek\n (prjeklad tuchim) ve \" Vlasti \", jenj vrcholil v kategorické vietie, je nahota\n (rozumiej v um ieleckém díle) je s katolického hledichtie nem ravná a neprjístup-\n ná. D alchím zajím avym tchlánkem, podépsanym Alonso Martinez, jsou antihleri­\n k alové a Chpanielsko. V z ta h u je se ku . známy m z l o t c h i n  ü m m ontjuichskym . Autor\nn ep o ch y b u je o p ravd ie u dajü a o poctivosti p. F . Tarridy del M ar mol, jenj v\nR evue Blanche a p o zd iej i v sam ostatn é knize Les Inquisiteurs d’Espagne (Stock)\ndo ku m en to val h rü zy, jim ij p o licie ch p a n ie lsk á odpovidala na anarchístické\na ten taty, tutor v č h a k hájí k n iejsto o ch p a n ie lsk é, jej nemielo pry podílu na tomto\np ro n ásled ován i. K u ko n ci své h o tch lán k u d o d á vá pak toto ku charakteristice\nC h p a n ielsk á . « P , C a n o v as u jil k potrjén i anarchistü p rá v ie tiechje prostrjedkü\njak o v e lik y d ied n yn iejch ih o cára ru skéh o — a zem ijel jak o tento. A v ch a k to\nnijak nep rjekájí Chpanielsku m íti konstituci p rá vie ta k liberální, jak o kterákoli\njin á m onarchie. Antidynastickym stranám lz e tam v o ln ie m an ifesto v ati svou\nopposici, tak volnie, je republikáni mohli n ed á vn o usporjádati velik ý m eeting a\nkontchiti své diskusse vypalujíce rány z re v o lv eru . M n o zí Chpanielé dom nívají\nse dokonce, je jsou svobodniejchí nej jich sousedé v Republice francouzské.\nN edlouho po atentátie v ulici C a m b io s-N u evo s n a v rh l jeden ministr v Kongresu\nposlancü reformu tiskového zákona. O pposice odmítla jej jak o útotchnik a na\nprincipy svobody, a kdyj ministr namítal, je jeh o návrh podoben jest návrhu\npijijatém u v republikánské Francii, odpoviediel mu jisty liberalnie-monarčhís-\nticky poslanec v plném sezeni : V á c h argument nemüje nás prjesviedtchití ;\nF rancie ovládána je reakcí! . . . » — K tchislu prjipojena j e zajím avá barevná\nMadonna od p. Ch, Doudeleta a niekolik drobny ch illustrací.\n                                                                                           N.\n\n\n                                                 (D’autres opinions suivront).\n"}]}], "pages_ocr_originales": [{"page_pdf": 126, "texte": "                                                    N ° 22-24 (T om e IV )\n\n\n\nle Spectateur\n          catholique\nPropre du Mois :\n   Sœur Anne de Marquets                        So n ets p our la feste de la V en e -\n      (16o5):                               ration nostre D a m e.\n                                          S o n ets pour la feste de T o u ssain ts.\n   Impression anonyme                    L e s n o u elz faitz à lo n n eu r de ihesu\n                                                                                    ch\n                                                                                     rist.\n      (XVIe siècle) :\nScience religieuse :\n   M. Marius André :        L e cu lte d e D u n s S c o t et Raym ond\n                               L u lle pour l ’im m a cu lé e C o n c e p ­\n                               tion.\n   X. (de Constantinople) : L e ca h ie r de d o léa n ces de l ’église\n                               ca th o liq u e d’A rm én ie.\nA rt religieux :\n    M . Francis Viellé-Griffin : M esse de Minuit.\n    M. F . Montagnon :         U n p a u v re N o ë l.\n    M . Edmond de Bruijn : M . A d rie n M ith o uard    ou l’Id é a lis­\n                               m e réd u it au bon-sens.\n   M . Adrien Mithouard : L e L iv r e du V e rtig e .\n   M . Maurice Denis :     L e s A rts à R o m e, o u la m éth o d e\n                               cla ssiq u e.\n   M . É m ile B ern ard : S u r le s m anifestation s extérieu res,\n                               ou du V e r b e fait ch a ir.\n                           -Sur le s Icô n e s b y za n tin es et l ’ar t\n                               h iératiqu e.\n                            D e l ’art ch e z le s a n cien s et les\n                               m odern es.\n                            S im p les réflexions sur l ’A rt.\n   M . Edmond de Bruijn : L e s ch a n ces du N éo -Im p ressio n ­\n                               n ism e.\n   M . M ax Elskamp :      L a d é co u ve rte d ’un p seudo-M em                    ­\n                                            ling.\n    M . Ernst Deltenre :         L ’« O r a to r io d e N o ë l» d e J .-S . B a c h .\n    M . T h. Braun; M. E .D e l­\n         tenre ; M. F . Nonni        ­\n         ger :                   M ém o rial.\nJugement religieux :\n    M e Hélène de Golesco : L ’éd u catio n fém in in e selo n la tra ­\n                               dition ch rétien n e et les op in ion s\n                               de M e M . du S a c ré C œ u r et de\n                               M e d ’A d h é m a r.\n    Dr Fortun é Mazel :    D e q u e lq u es op in ion s d e M r F o n               ­\n                               seg riv e.\n    M . Edmond de Bruijn : E x p a n sio n co lo n ia le.\n    M . Ch. Dum ercy; M. F .\n        Nonniger :           R o m an s,co m p o sitio n s et diversités.\n    M . Ch. D u m ercy :     N o ir et b la n c.\n             E S T A M P E S E T O R N E M E N T A T IO N S\n    M . F . Vallotton :                  P h y sio n o m ie d e M . A d . M ithouard.\n    M . de Praetere :                    L e C lo ître : la M éditation ; la M ort.\n    M . Max E lskam p:                   O rn em entation s.\n\n\n                B u r e a u x d u S p e c t a t e u r c a t h o l iq u e\n      BRUXELLES                                                PARIS\n 92, ru e du P r in c e R o y a l.                    44, avenue du Maine.\n"}, {"page_pdf": 127, "texte": "                                                    Le\n         Spectateur catholique\n                               R evu e in tern atio n ale\n       de Science, d’A r t e t de J u g e m e n t religieux\n\n                                           D IR E C T E U R\n                          M.      E D M O N D          DE       BRUIJN\n\n\n                           S E C R E T A IR E S D E R E D A C T IO N\n M. R A O U L NARSY                M. T H O M A S B R A U N           M . W IL L IA M R I T T E\n\n(le Vendredi de 5 à 6 hres) au Siège de la R evu e                        (pays germaniques,\n                                                                        balkaniques et Suisse\n  44, a ve n u e du M ain e        92, rue du P r in c e R o y a l\n                                                                       D ürn ste in a/d Donai\n           P A R IS                     BRUXELLES                                 ( A u t r ic h e )\n\n\n\n                   M. M A R IU S A N D R É             M . R A F A Ë L M IT J A N A\n\n                       1 1 , ru e O lo z a g a                  4, v ia G a e ta\n                            M A D R ID                               ROME\n\n\n                       S E C R É T A I R E D 'A D M I N I S T R A T I O N\n                          M. J O S E P H van L I D T H de J E U D E\n\n\n                                 C O M IT É P R O T E C T E U R\n\n  M . M a r i u s A n d r é , à M adrid.                 A b b é P . H a l f l a n t s , à L o u v a in\n  M . E m i l e B e r n a r d , au C a ire.              M . G a s t . H o o r i c k x , à B ru x elle s\n   M . T h o m a s B r a u n , à B ru x e lle s.         M . V i c t o r K i n o n , à T irle m o n t\n  M . L é o n C o e n e k , à V ilv o rd e .             M . I s i d o r e M a u s , à B ru x elles.\n  M. E d m . D e B r u i j n , à A n v e rs .            D r F o r t u n é M a z e l , à N im es.\n  M gr C . d e H a r l e z , à L o u v a in .            M . H e n r i M a z e l , à- P a ris .\n  M. E r n s t D e l t e n r e , à M alines.             M . A d r . M i t h o u a r d , à P a ris.\n  M. L o u is D e n i s e , à P a ris.                   M . R a o u l N a r s y , à P a ris .\n  M. V i c t o r D e n i j n , à A n v e rs .            M . A d h . S c h e i j s , à Vertrijck-Louvain\n  M . A r i s t . D u p o n t , à B ru x elles.          A b b é A r m . T h i é r y , à L o u va in\n  M gr L . E s s e i v a , à F rib o u rg .              M. H u g u e s V a g a n a y , à L yon\n  M . L a u r . F i e r e n s , à A n v e rs .           M . F i r m . V a n d e n B o s c h , à Courtra\n                                                                                                       i\n  M . A l p h . G e r m a i n , à P a ris.               M . J . v a n L i d t h DE JEUDE, à Anvers\n  M e E . R . G o d a r , à A n v e rs .                 A b b é C l a u d i o V o l i o , à P a ris.\n  M . A r n . G o f f i n , à B ru x elles.              M e C h a r l o t t e W y n s , à P aris.\n  A b b é L . H a l f l a n t s , à T irlem o n t\n\n\n\n\n   L e S p e cta te u r c a th o liq u e la isse à ses réd a cteu rs lib erté de tou      t\n       s ty le , et, a v e c l ’ho n n eu r de le u r resp o n sab ilité, lib erté de toute\n       p en sée , en le s lim ites de l ’orth o d o xie défin ie ou trad ition n elle.\n                  — L e s m a n u s c r its n e s o n t p a s r e n d u s . —\n\n\n\n                              ABONNEM ENT AN N UEL :\n\n                  (É dition de lu x e sur p a p ier d e h o lla n d e V a n G e ld e r : 20 :\n                       Tom es I, II, III et I V : 5 frs. le tome.\n\n\nL e S p e cta te u r c a th o liq u e p arait en fa scicu le s illu strés mensuel:\n                    fo rm era II T o m es d e 300 p a g e s p a r an.\n"}, {"page_pdf": 128, "texte": "                 Pour la feste\n        de la Vénération nostre Dame,\n               autrem ent dicte\n       du sainct Rosaire ou Chappelet.\n\n                      [C C C C X V .]\n\n  Q ui pourroit dignement elle V ierge honorer,\nQui n’est pas seulement de royale famille,\nAins est de ce grand Dieu espouse, mere & fille,\nQu’on doit craindre sur tous, seruir & adorer ?\n   D e Dieu qui a voulu de tant la bien-heurer\nQu’en elle il a choisi son sacré domicile :\nE t tous les plus beaux dons que sa grâce distile,\nEn elle il les a mis pour mieux la decorer.\n   Si qu’elle n’eut iamais, & n’aura sa pareille :\nC ’est l’estoille de mer, c’est l’aurore vermeille,\nC ’est la fontaine viue, & le iardin parfaict,\n   Dont nous auons les eaux de vie & sapience ;\nL es fleurs et fruicts d’honneur, de grâce & d’excellence\nD ’autant qu’en elle C h rist pour nous homme s’est faict.\n\n\n                     [C C C C X V I.]\n\n   O n doit bien t’honorer, ô V ierge glorieuse,\nQui pour nous enfantas le beau fruict virginal\nE t qui brisas le chef du serpent infernal,\nPar la force & vertu de ta semence heureuse.\n   T u as, comme Iudith, pudique et vertueuse,\nOccis du peuple sainct l’ennemy capital,\nE t nous as deliurez du sorte triste et fatal,\nDont Sathan menaçoit nostre ame langoureuse.\n   Si que nous confessons pour ta saincte victoire,\nQue de H ierusalem tu es l’insigne gloire,\nL a ioye d’Israël, de ton peuple l’honneur :\n   Mais l’effect principal de ta victoire adextre,\nP rocede de ton F ils, qui est ta force & dextre,\nE t aussi de luy vient nostre eternel bon-heur.\n\n\n\n\n8                                                      113\n"}, {"page_pdf": 129, "texte": "                    [CCCCXVII.]\n\n   V oulons-nous façonner de maintes belles roses\nA la mer de Dieu vn chapeau gracieux ?\nMéditons sans cesser, d’vn cœur deuocieux,\nL e s celestes beautez qui sont en elle encloses.\n\n  Pensons les actes saincts, & les diuines choses\nQ u’a faict Iesus son fils pour nous ouurir les cieux,\nDont nos premiers parens, pour estre ambicieux,\nAuoyent à tous humains iadis les portes closes.\n\n   S u rto u t suyuons la foy, l’humblesse & patience,\nL a douceur & la paix, la chaste continence,\nDont son cœur a esté sainctement reuestu :\n\n   Ces fleurs-là luy seront vn present agreable,\nCar pour faire vn bouquet ou chapeau desirable,\nIl n’est plus belles fleurs que les fleurs de vertu.\n\n\n\n\n                    [C C C C X V III.]\n\n   P ortons vn chappelet de roses et de fleurs,\nN on de celles qu’on voit prendre en terre racine,\nAins de celles qui ont au ciel leur origine,\nE t que le sainct E sprit fait produire en nos cœurs.\n\n   Il n’est si grief tourment, ne si tristes langueurs,\nA qui ces fleurs ne soient certaine medecine,\nP ar la propriété de leur force diuine,\nD e leurs rares beautez & souëfues odeurs.\n\n   L e s blanches ce sont F o y, chasteté, innocence :\nL es rouges charité, ferueur, et patience,\nQui toutes ceintes sont d’espines à l’entour.\n\n  « Car en difficulté gist de vertu la gloire ;\n» Sans bataille on ne peut obtenir la victoire,\n» N y sans peine acquérir le tranquille seiour.\n\n\n\n\n114\n"}, {"page_pdf": 130, "texte": "                    [CCCCXIX.]\n\n   Q uiconque ha de Iesus l’amour au cœur escrit,\nIl doit incessamment par maint hymne & cantique\nCelebrer les vertus de la V ierge pudique,\nEn qui ce doux Sauueur nostre humanité prit :\n\n  Car il ne faut douter qu’à la gloire de Christ\nNe redonde l’honneur qu’à sa M ere on applique ;\nEt qu’ainsi cela soit, luy-mesme nous l’explique\nEn maint passage & lieu de son diuin escrit.\n\n  Chantons donc & loüons ceste V ierge honorée,\nQui sur tous a esté par son F ils decorée\nDe tout ce qui est beau, excellent & parfaict :\n\n E t si pour loüanger vn si rare merite ,\nNostre style est trop bas, nostre voix trop petite,\nQu’elle reçoiue au moins le desir pour l’effect.\n\n\n\n\n                    [C C C C X X .]\n\n       Sinous désirons rendre à la Vierge honorable\nLoüange, gloire, honneur & v eneration,\nAyans son excellence en admiration,\nA qui rien ne se voit égal ny comparable :\n\n   Sçachons certainement qu’vn los plus desirable\nNe luy peut estre offert, que l’imitation\nD e ses rares vertus, en contemplation\nDesquelles Dieu nous est propice & fauorable.\n\n  Car bien que le salut de tout le genre humain\nDepende entièrement de ce R oy souuerain,\nQui s’est daigne vestir de nostre chair mortelle,\n\n  Si toutefois la V ierge humblesse en soy n’eust eu,\nAuec amour & foy, elle n’eust pas conceu\nCet espoux & Sauueur de toute ame fidelle.\n\n\n\n\n                                                    115\n"}, {"page_pdf": 131, "texte": "                    [CCCCXXI.]\n\n  P uis qu’il est commandé par la voix prophetique,\nD e loüer en ses saincts le souuerain Seigneur,\nCombien luy doit-on rendre & gloire & d’honneur,\nPour la perfection de la V ierge pudique ?\n\n   E n laquelle il a faict vn œuure magnifique,\nL o rs que la preseruant de tout vice & mal-heur,\nIl l’a faict surpasser en grâce & en valeur\nT oute nature humaine & nature Angelique :\n\n   E t quand auec l’honneur de pure integrité,\nIl luy a concédé l’heur de maternité,\nE t que luy-mesme a pris nostre nature en elle :\n\n   Si que d’elle naissant, & vray homme & vray Dieu,\nIl est venu mourir en ce terrestre lieu,\nPour nous donner au ciel vie & gloire eternelle.\n\n\n\n\n                    [C C C C X X IL ]\n\n        terre\n        a\n        L     ne produict tant d’agreables fleurs,\nOn ne voit luire au ciel tant d’estoilles brillantes,\nIl ne se trouue en mer tant de perles luisantes,\nQue Marie ha de fruicts, de dons & de valeurs.\n\n   Aussi Dieu veut par elle alleger nos douleurs,\nGuerir & renforcer nos ames languissantes,\nL e s orner, les nourrir, & les rendre contantes,\nTournant en ioye & ris nos souspirs & nos pleurs.\n\n   le dis cecy d’autant que par la V ierge insigne\nD ieu nous donne son F ils, qui est la medecine,\nL a gloire, la beauté, l’aise & contentement,\n\n   L a vie & le salut de toute fidelle ame :\nE t puis que nous auons tant d’heur par ceste dame,\nQui la pourroit iamais loüer suffisamment ?\n\n\n\n\n 116\n"}, {"page_pdf": 132, "texte": "                   [CCCCXXIII.]\n\n       S\n       ion prise beaucoup le champ, l’arbre, la vigne,\nQui produict bon froment, bon fruit, & bon raisin,\nDont se fait vn beau pain, vn doux mets, vn bon vin,\nQui nourrit, qui repaist, qui la soif desracine :\n\n   Combien doit-on loüer la V ierge saincte & digne,\nQui heureuse a produict Christ le R oy souuerain,\nQui est le pur froment, le fruict entier & sain,\nE t le raisin qui rend vne liqueur diuine ?\n\n   D e ce froment est faict le beau pain de l’autel,\nQui conforte & nourrit, qui rend l’homme immortel ;\nL e doux mets de ce fruict repaist l’ame de grâce :\n\n   E t de ce beau raisin le vin delicieux\nEsteint en nous la soif des desirs vicieux,\nE t donne vn aise au cœ ur qui tous plaisirs surpasse.\n\n\n\n\n                   [C C C C X X IIII.]\n\n       S\n       iles deux espions du peuple d’Israël,\nFurent sauuez des mains de la troupe guerriere\nDu R oy de H ierico, par la bonne hosteliere,\nQui les sceut dextrem ent cacher en son hostel :\n\n  D euons-nous p as, Chrestiens, attendre vn secours tel\nD e la Mere de Dieu & V ierge singuliere,\nQui renuerse & destruict par sa saincte priere,\nLes desseins de Sathan, nostre ennemy mortel ?\n\n   L e Seigneur dit-il pas à ce Serpent infâme :\nle mettray telle haine entre toy & la femme,\nE t entre ta semence & la sienne, qu’en fin\n\n   Elle te brisera la teste audacieuse\nE t sa semence en croix sur toy victorieuse\nSauuera les esleuz de ton mortel venin ?\n\n\n\n\n                                                     117\n"}, {"page_pdf": 133, "texte": "                     [CCCCXXV]\n\n      Sile sage parler d’vne femme eloquente\nSceut appaiser Dauid, irrité grandement\nContre Absalon son fils, par qui cruellement\nAmmon auoit receu vne mort violente :\n\n   Il ne faut point douter que la V ierge excellente,\nParlant si bien pour nous au R oy du firmament,\nN e l’appaise enuers nous, bien qu’il soit griefuement\nIncité à courroux par nostre œuure meschante.\n\n   L o rs que nous commettons quelque peché mortel\nCrucifions-nous pas de ce Prince immortel\nL e cher F ils Iesus-Christ, qui mesme est nostre frere?\n\n   Si nous faut-il pourtant le pardon esperer :\nCar la bonté de Dieu nous en doit asseurer,\nE t l’intercession de ceste V ierge mere.\n\n\n\n\n                    [C C C C X X V I.]\n\n        que la V ierge doit par nous estre honorée,\nQui tant de bien nous a par son F ils apporté,\nE t qui de tant de grâce, excellence & beauté\nP ar dessus tous mortels a esté decorée !\n\n   T ou te nature humaine en elle est restaurée,\nPuis que par son Enfant Adam est racheté :\nL e s dames de vertu qui iadis ont esté,\nPour accroistre son los l’ont fort bien figurée :\n\n  Car ainsi que Sara vn F ils elle a donné,\nQui nous comble de ris & de ioye eternelle :\nComme de R ebecca d’elle vn F ils nous est né,\n\n   Qui supplante Sathan plein de rage cruelle.\nB re f son F ils beaucoup mieux que celuy de Rachel,\nNous éleue & repaist au Royaum e immortel.\n\n\n\n\n118\n"}, {"page_pdf": 134, "texte": "          Pour la feste de Toussaints\n\n                  [C C C C X X V II.]\n\n       n\n       ce\n       E iour solennel l’É glise militante,\nPour exciter en nous les celestes de sirs,\nRepresente les biens, les honneurs & plaisirs\nQue reçoit ore au ciel l’É glise triomphante,\n\n   Dont la gloire et beauté sur toute est excellente :\nL ’or y reluit par tout, les perles, les saphirs :\nL à sont les bons parfums, les fleurs,les doux zephirs,\nEt tout ce qui le cœur resiouït & contente.\n\n   M ais ce qui plus en fin la com ble de bon-heur,\nC ’est qu’elle voit son Dieu, son espoux & Seigneur,\nQui est de tous esleuz le salaire suprême :\n\n   Pour lequel obtenir & regner à iamais,\nIl faut que nous viuions sainctement desormais :\n» Car qui fait bien, sera recom pensé de mesme.\n\n                           *\n\n                   [C C C C X V III.]\n\n  E sleuons ore au ciel & le cœur & les yeux,\nPour voir par viue foy, & par affection,\nToute la Cour celeste & la perfection\nD e ce beau lieu suprême, aimable & gracieux.\n\n   L à se siet ce grand R oy de la terre et des cieux,\nQui par son sang paya nostre redemption :\nE t pres de luy celle est, qui sans corruption\nL e porta par neuf mois en son flanc precieux.\n\n   L es Anges puis-apres sont en plus basses marches,\nA uec les bien-heureux P ro p h etes, Patriarches,\nApostres et M artyrs, V ierges et Confesseurs :\n\n  E t tous ceux qui de D ieu ont eu l’amour & crainte,\nQui par affection sincere, ardente & saincte,\nEnuers D ieu sans cesser sont nos intercesseurs.\n\n\n\n\n                                                    119\n"}, {"page_pdf": 135, "texte": "                    [CCCCXXIX.]\n\n   P uis-que nous desirons en ce iour venerable\nH onorer tous les saincts, il faut premierement\nL oüer celuy duquel p rocede entierement\nT oute leur saincteté & leur gloire admirable.\n\n\n   C ’est ce grand Dieu immense, eternel, immuable,\nTout-puissant, sage, iuste & bon infiniment,\nDont toute chose a pris estre & commencement,\nE t qui se donne aux siens pour loyer perdurable.\n\n\n   Car il est le repos, la vie & la lumiere,\nL a beauté, le bon-heur, la ioye singulière,\nL ’excellence, la gloire, & la perfection :\n\n\n   B re f le souuerain bien, qui seul est desirable :\nSi qu’on doit estim er le cœur bien miserable\nQui ne se ioint a luy d’ardente affection.\n\n                            *\n\n                     [C C C C X X X .]\n\n  A u royaume eternel il n’y a creature,\nQui soit plus excellente & plus digne d’honneur,\nQue celle V ierge en qui le souuerain Seigneur\nN ous voulant racheter print humaine nature.\n\n\n   Ceste Royne assistant, comme dit l’Escriture,\nA la dextre de Christ, ha selon sa grandeur\nL e beau vestem ent d’or d ’eternelle splendeur\nE t de toutes vertus l’immortelle ceinture.\n\n\n   C ’est la Dam e des cieux, des Anges et d e s hommes,\nD ’autant qu’elle a produict le grand R oy supernel :\nC ’est l’estoile de mer, par qui reduits nous sommes\n\n\n  A u desirable port de salut eternel :\nCar comme Christ nous rend fauorable son Pere,\nAussi nous fait-il gra ce en faueur de sa M ere.\n\n\n\n\n120\n"}, {"page_pdf": 136, "texte": "                    [CCCCXXXI.]\n\n        grand R oy qui tient seul toute la monarchie\nD e la terre & des cieux, ha pour ses legions\nD ’angeliques guerriers cent mille millions,\nOrdonnez en neuf rengs par triple hierarchie :\n\n   Lesquels pleins de beauté, pleins de gloire infinie,\nL e ventent seul autheur de leurs perfections,\nE t rengent à son vueil toutes leurs actions,\nL e loüans sans cesser par diuine harmonie.\n\n\n   Bien qu’ils ne laissent point la vision de Dieu,\nIls nous viennent garder & defendre en ce lieu,\nNous incitent à bien, puis au ciel nous conduisent :\n\n\n   Offrent à D ieu nos vœ ux, chassent nos ennemis :\nCar puisque hors du ciel ils les ont pieça mis,\nIls peuuent em pescher qu’en terre ils ne nous nuisent.\n\n                           *\n\n                   [C C C C X X X IL ]\n\n   Q u ’i l fait bon voir au ciel les Anges innombrables,\nOrnez d’infinis dons, & d’extrémes beautez !\nL es ardens Séraphins, au plus haut exaltez,\nLes C herubins luisans, les Thrones redoutables,\n\n\n   L es Dominations, les V ertus admirables,\nLes Puissances apres, & les Principautez,\nL es Archanges auec les Anges deputez\nA nous estre en tous lieux gardiens secourables.\n\n\n  P ar le prophète sont ces neuf ordres d’esprits\nA bon droict com parez à neuf gemmes de prix,\nPour monstrer leurs valeurs & leur noble excellence :\n\n\n  Aumoins i’enten selon nostre capacité :\nCar comprendre & sçauoir gloire & dignité,\nCela passe du tout l’humaine intelligence.\n\n\n\n\n                                                      121\n"}, {"page_pdf": 137, "texte": "                   [C C C C X X X III.]\n\n        qu’on doit honorer les patriarches saincts,\nDont Iesus-Christ a pris, selon la chair naissance !\nS i que nous serons tous beneists en leur semence,\nS i nous suyuons leur foy & loüables desseins.\n\n  N on moins doit-on loüer ceux qui ont aux humains\nProphetisé de Christ la future alliance,\nSa naissance & sa mort ; & qui d’ardeur immense\nLeuoient tousiours au ciel & le cœur & les mains :\n\n   Qui sans craindre des grands l’effroyable menace,\nPreprenoient les pechez d’une zelée audace :\nS i que plusieurs d’entr’eux en ont souffert la mort,\n\n   D ’autant que v erité est tousiours odieuse :\nM ais plus on leur a faict & d’iniure & de tort,\nL eu r recom pense en est plus grande & glorieuse.\n\n                               *\n\n                   [C C C C X X X IIIL ]\n\n   G l u a n t que Iesus-Christ, vray Soleil de iustice,\nE ust produit de salut le beau iour gracieux,\nL e monde estoit tombé par ses faicts vicieux\nE n vne obscure nuict d’erreur & de m alice :\n\n   M ais D ieu par sa bonté, fauorable & propice,\nF aisoit paroistre alors, comme astres radieux,\nL es Prophetes diuins, et les bons P eres vieux,\nQui luisoient en doctrine et en sainct exercice.\n\n L eu r influence encor profite tellement,\nQue nostre foy par eux ha grand accroissem ent,\nQuand nous considerons que ces saincts personnages\n\n Ont tous les faicts de Christ predict & figuré.\nDoit-on pas d’vne chose estre bien asseuré,\nQuand approuuée ell’est par tant de tesmoignages ?\n\n                               *\n                        (Au pp. 3o 8- 1 8 d e : S o n e t s s p i r i t u e l s , de feüe\n                            trcs-vertueuse & tres-docte Dam e S r Anne\n                            de M arquets R eligieuse à Poissi. A Paris,\n                            chez Claude Morel. M .D C V .)\n\n\n\n\n122\n"}, {"page_pdf": 138, "texte": "    La précieuse collection des rarissimes Noëls qui suivent, et que l’inépuisable\nobligeance de M . J . B ., bibliophile lyonnais, permet d’offrir aux Spectateurs catho­\nliques, est-elle inédite ? le transcripteur l’ignore, n'ayant eu le temps matériel de\ns’éclairer sur ce point. Mais, de l’avis du propriétaire de la plaquette luxueusement\nemmaroquinée, les dits Noëls n’ont pas été publiés par M . Picot, l’homme de France\nle plus versé en la matière. I l appartiendra à ce dernier, le m aître en la bibliogra­\nphie du X V I e siècle, de décider à quelle époque ces chants populaires (!) ont été\ncomposés et dans quelle partie de la France.\n    Pour la transcription, l’original gothique, sans nom d’imprimeur ni date, a\nété reproduit aussi exactement que possible et sans autres corrections que les lettres\nretournées par l’imprimeur prim itif.                                      H. V.\n\n\n\n\n                                                                                   123\n"}, {"page_pdf": 139, "texte": "L es nouelz faitz a lonneur\nde ihesucrist. E t font or=\ndonnez comment on les doit\nchanter\n       I. A la venue de nouel\n          Chascun se doit bien reiouyr\n          Car cest le testament nouel\n          Que tout le monde doit tenir\n             E t par son orgueil lucifer\n          Dedens abisme tribucha\n          Nous alions tous en enfer\n          Mais le filz dieu nous racheta\n             En vne vierge sen vmbra\n          E t en son corps voulut gésir\n          La nuyt de nouel enfanta\n          Sans peine et sans douleurs suffrir.\n             Apres vng bien petit de temps\n          Troys roy s le vindrent adorer\n         Aportans myrre et encens\n          E t or qui est moult a louer\n             A dieu le vindrent presenter\n          E t quant il fut au retourner\n          Herodes le fit poursuiuir\n         T res iours et troys nuitz sans cesser.\n             La virent le doulx ihesucrist\n          E t la vierge qui le porta\n          Celluy qui tout le monde fit\n          Et les pecheurs ..ssuscita\n             Bien apparut quil nous ayma\n          Quant en la croix pour nous fut mis\n          Dieu le pere qui tout crea\n          Nous doint a la fin paradis\n                  Nouel nouel etc.\n\n\n\n12 4\n"}, {"page_pdf": 140, "texte": "   II.   Nouel nouel iterando nouel\n         Triplicando nouel\n         O nouel psallite\n         Noua vobis gaudia refero\n       Natus est rex virginis vtero\n       Dum prospero fidemque sugero\n       Omnes de cetero talia credite\n              Nouel nouel iterando etc.\n         Natus est saluator seculi\n       Reparator labentis populi\n       Dum seduli necnon et emuli\n       Laudite paruuli iudei crédité\n         Virgo regem celorum peperit\n       Nouam legem pariens reperit\n       Mors dépérit quam hostis ingerit\n       Gloriam aperit virgo flos inclite\n         Factus homo deus in homine\n       Concipitur sacro spiramine\n       Sub tegmine descendit femine\n       Diuino lumine in nostro tramite.\n       Per ianum clausam ingrediens\n       Homo suam formam accipiens\n       Deficiens genus reficiens\n       Et partem capiens mortis indebite.\n         Lux oritur moritur vicium\n       Pax agitur tolitur odium\n       Rex omnium pro carnis palium\n       Confer remedium salutis perdite.\n         Arte sathan eua decipitur\n       Seducendo virum induitur\n       Ars frangitur et labens labitur\n       Dum partus sequitur virginis inclite\n         A lenfante de la vierge reau\n       Deuons chanter et tous appller nau\n       Dame leau tresplus doulce que meau\n       Donnes nous voir on ceau le roy de maieste\n\n         Sus. Or ny seray ie plus bergiere\n\nIII.    Nous qui viuons soubz la baniere\n       De ihesucrist le roy des roys\n       Chantons nouel par grant maniere\n\n\n\n                                                125\n"}, {"page_pdf": 141, "texte": "      Tous dung accord sans nul desroys\n         Chantons donques tout haultement\n      Pour lonnenr de lenfantement\n      De la vierge marie mere\n      Qui le filz de dieu porta neuf moys\n      Pour le mords de la pomme amaire\n      Dont pour nous il mourut en croix.\n         Considérons deuotement\n      Comment pour nostre sauluement\n      Gabriel remply de lumiere\n      Salua tout en rude voix\n      En lieu de la femme premiere\n      La vierge dont par le auoys\n         Tout dit et respond amplement\n      La vierge dit tout humblement\n      La voulente de dieu mon pere\n      Soit faicte sans quelque destroys\n      E t a ce mot sans vitupere\n      Dieu fut mys sans diuis en troys\n         La vierge sans atouchement\n      Domme on qui en touchement\n      Fut ensainte, sayne et entiere\n      De ihesucrist doulx et courtoys\n      Ioseph non scauent la matiere\n      En fust marry en son patoys\n         Mais lange luy dist en dormant\n      Ioseph ne tesbays eomment\n      Marie ton espouse chiere\n      Est grosse, faire ne le doys\n      Cest du filz de dieu faiz luy en chiere\n      Ioseph dist pas ne le cuidoys\n         En bethleem tout doucement\n      La vierge sans efforcement\n      Enfanta cil qui de misere\n      Nous a rachete vne foys\n      Que les pasteurs ie vous adiure\n      Adorerent en leur sourdoys\n         E t les troys roys semblablement\n      Ladorerent ensemblement\n      Moyennent vne estoille clere\n      En luy offrant or bien espoys\n      Encens et myrre qui esclaire\n\n\n\n126\n"}, {"page_pdf": 142, "texte": "    En couppes dor et non de boys.\n      Prions la vierge fermement\n    Ce son filz roy du firmament\n    Par humanite nostre frere\n    Que de vertu ayons harnoys\n    Fors pour confondre le confrere\n    De lucifer en ses tournoys.\n\n             Sus. V t queant Iaxis\n\n   O nouel nouel nouel nouel. no.\n   O nouel nouel nouel nouel. no.\n   O nouel nouel nouel nouel. no.\n   O nouel nouel\nIV. O freres humains chantons n. dumoins\n   Au naistre du filz qui fut en croix assix\n   Clouez piez et mains par iuifz inhumains\n   O doulx crucifix\n     Ce fut ihesucrist duquel le saint esperit\n   Faisant mention cest le digne syon\n   Contre lantecrist qui chair humaine prist\n   Pour redemption\n     Cil que les pastours furent o leurs atours\n   Veoir en bethleem qui ia suffroit hahan\n   Pour briser les tours denfer dont les voultours\n   Tenoyent clos adam\n     En noble arroy luy offrirent iij roys\n   Grens dons et puissans en or mirre et encens\n   Dont aplains charroys furentpar grant derroys\n   Tuez innocens\n     Pour le grief mesfait dadam et eue infet\n   Du tout reparer dieu volut préparer\n   Lieu saint et parfait qui en vierge fut fait\n   Sans rien separer\n     O vierge digne marie benigne\n   Mere de iesus par qui fut mise ius\n   Nostre royne prens en gre ceste himpne\n   Pour cil de lasus.\n     Saincte trinite seul dieu en vnite\n   Donne nous pardon de noz vices pardon\n   A perhennite pour la solennite\n   Que nous te randons\n\n\n\n                                               12 7\n"}, {"page_pdf": 143, "texte": "               Sus veni redemptor.\n\n  V.      Or chantons tous grans et petis\n       Nouel par grant suauite\n       E t reprenons nos apetis\n       Car chescun y est inuite.\n          Adam par sa fragilité\n       Pour vng mors de pomme iadis\n       Fut et les siens déshérité\n       De la cite de paradis\n          Mais dieu si enuoya son filz\n       Dit auant sa natiuite\n       Ihesus lequel fut crucifix\n       Pour briser la captiuite\n          Gabriel dedens la cite\n       De nazareth il fut transmis\n      A marie on recite\n      Disant aue fut son commis\n          La vierge entendit ces ditz\n      Respondit par humilité\n      La chamberiere de dieu suis\n      En soit fait a sa voulente\n         Ioseph le plus de ces amys\n      Qui auoit voue castete\n      En fut tout pensif et remys\n      Pensant comme ce auoit este\n                Nouel nouel\n         Des moys après enuiron six\n      En bethleem a enfante\n      Vierge et mere sens rassis\n      En vng lieu tout plain dorfante\n         Aux pastoureaulx en fut chante\n      Le gloria in excelsis\n      Qui le furent doir asante\n      En cresche ou il estoit assis\n         Selon la loy fut circonsis\n      Ihesus a grant aspérité\n      Puys troys roys vindrent de tharsis\n      Luy offrir de dons a plante\n         Prions a la fin de noz ditz\n      La supernelle deite\n      Quelle nons maintient tousditz\n      E t samour et prospérité\n\n\n128\n"}, {"page_pdf": 144, "texte": "                 Sus brues brues\n                grosses bombardes\n\nVI.      Subout subout quon se reueille\n      Pour lonneur de nouel qui vient\n      Ne dormons plus faisons la veille\n      E t chantons car il le conuient\n      Toutes les foys quil nous souuient\n      Que dieu reuint chantons grant erre\n      A luy seul louenge appartient\n      Pour paix acquerre\n         Chantons doncques de corps et dame\n      Grans et petis au fils de dieu\n      et a sa mere nostre dame\n      Qui lenfenta de ceur pieu\n      En bethleem en poure lieu\n      De nuyt sans feu a pleine terre\n      Aupres vng asne et vng beuf\n      Pour paix acquerre.\n          Pour reparer le mors de pomme\n      Voulut prandre incarnation\n      E t soy faire vray dieu et homme\n      En vierge sans coruption\n      Puis souffrit mort et passion\n      Le doulx syon en tresgrant serre\n      P ar iudaique nation\n      Pour paix acquerre\n          P ar sur tous les vaillans gensdarmes\n      De son corps il a fait escu\n       Ou sont painctes ses rouges armes\n       Monstrant que le dyabïe a vincu\n      En vne croix il feut pendu\n      Le bon iesus pour toy pecherre\n       E t es enfers est descendu\n       Pour paix acquerre\n          Lucifer et sa grant puissance\n       Fut destruit par sa saincte mort\n       Sa couronne, croix, clux et lance\n       Les ceurs des bons cristiens mors\n       Quant conscience les remord\n       Du grant effort et griefue guerre\n       Que pour nous endura a tort\n\n\n\n9                                                 12 9\n"}, {"page_pdf": 145, "texte": "       Pour paix acquerre\n          Enfants dadam qui par batesme\n       Auez estes regenerez\n       E t enoigns du sainct huyle et cresme\n       Le doulx ihesucrist honnorez.\n       E t en sa grace demourez\n       E t vous pourrez les cieulx conquerre\n       Ou auecques luy vous seres\n       Pour paix acquerre.\n\n                Sus la brebis morel\n\nVII.       Or chantons nouel en la bonne estroine\n       De lenfant qui est ne de la vierge mere\n       Qui en ses flans porta la fleur souuerayne\n       Cest pour racheter nature humaine\n       Des peines denfer, or chantons nouel.\n          Lange gabriel par obeissance\n       Descendit du ciel sans faire distance\n       Pour dire a marie dame de plaisance\n       Vng filz concepueras car cest lordonnance\n       Du roy eternel, or chantons nouel\n          La vierge plaisant fut toute poreuse\n       Quant elle eut ouy la voix glorieuse\n       Sy luy respondit depuys ma naissance\n       Domme qui fut ne ie neu congnoissance\n       Ne iamais naure, or chantons nouel.\n          E t quant ioseph vit marie ensainte\n       Se nay ie pas fait dist en sa complainte\n       Lange si congneut sa paure ignorance\n       Nayes peur ioseph ayes confiance\n       Dieu ya ouure, or chantons nouel.\n          Or sen va ioseph et marie ensemble\n       Droit en bethleem pour leur logis prendre\n       La vierge enfanta dedens vne grange\n       Ou le doulx iesus voulut entreprendre\n       Sa natiuite, or chantons nouel.\n          Les troys nobles roys tous dune aliance\n       Vindrent dorient en magnificence\n       Lestoille du ciel leur fit demonstrance\n       Le roy ont trouue en grant diligence\n       E t lont adore, or chantons nouel.\n\n\n\n130\n"}, {"page_pdf": 146, "texte": "      Nous prisons tous a icelluy maistre\n    Qui la nuit de nau ainsi voulut naistre\n    Qung chescun de nous mette en sa destre\n    Or disons amen quansy puisse estre\n    En son benoit ciel, or chantons nouel\n      Chantons nouel trestous grans et petis\n    Regrations ihesus le filz marie\n    Qui tous nous a remys de mort a vie\n    Quant au monde print m ort et passion\n    Nouel nouel chantons.\n\nVIII. Pour le piche premièrement commis\n    En paradis terrestre par enuie\n    Quant pere adam mangea le fruyt de vie\n   -Nous fumes mys tous a perdition\n       Gabriel fust a marie transmis\n    Lassus du ciel sy embas en la terre\n    E t sy luy dit vne plaisante nouuelle\n    Aue maria dominus tecum\n       le te adnonce vierge moule plaisam...t\n    Tu concepueras le filz du roy celeste\n    Lequel se veut faire homme terrestre\n    Emanuel saches sera son non. Nouel.\n       La vierge fort de ce sesmerueilla\n    Quant lange eu la parolle finie\n    Luy respondit homme ne cogneu mye\n    Ne congnoistray par malle entencion. N.\n       E t de cecy ne fault esbahyr\n    Puis quil luy plaist sa seruante vueil estre\n    Deslors conceupt le filz du roy celeste\n    Vertueusement et sans corruption. Nouel.\n       En bethleem droit a minuit naisquit\n    En poure hostel ihesus le filz marie\n    Danges auoit vne grant compagnie\n    Qui chantoyent vng melodieulx son. Nouel.\n       Aux instrumens vindrent les pastoreaulx\n    En bethleem chantant menant grant ioye\n    Lange de dieu leur anseignoit leur voye\n    E t a lenfant chescun offrit son don. Nouel.\n       Troys nobles roys dorient sont venuz\n    Pour visiter le filz a la pucelle\n    En bethleem conduit par vne estoille\n\n\n\n                                               131\n"}, {"page_pdf": 147, "texte": "      Or myrre encens luy offrirent p our don .Nouel.\n        Quant herodes roy cruel entendit\n      Vng roy nouuel estoit ne en sa terre\n      Cuidant tuer par ces gens a grant erre\n      Mourir si fit enfans a grant bandon.\n\n         Tous ensemble prions mere et filz\n      Que ayons paix en ce reaulme de france\n      E t de tous biens nous doint grant souffisance\n      E t paradis a nostre fin nous dont\n      O nouel nouel nouel chantons icy\n      Nouuelles gens rendons a dieu merci\n      Chantons nouel pour vng roy nouuel\n         Quant mesueillay et ieu asses dormy\n      Ouury mes yeulx vis vng arbre flory\n      Dont il yssoit vng bouton vermeillet\n      Quant ie le vis mon cueur fut reiouy\n      Car grant beaulte resplendissoit de luy\n      Com le souleil qui lieue matinet\n         Dung ozillon empres le chant ouy\n      Qui es postours disoit partes dicy\n      En bethleem trouueres laignelet\n      En bethleem marie et ioseph vis\n      Lasne et le beuf lenfant couche parmy\n      La cresche estoit au lieu du bersollet\n         Lestoille vint qui le iour esclarsit\n      Qui dorient dont iestoye party\n      En bethleem les troys roys amenoit\n      Lung portoit or et lautre myrre aussi\n      E t lautre encens qui faict tresbon sentir\n      De paradis sembloit vng iardinet\n         Quarante iours la nourrisse attendit\n      Entre les bras symeon le rendit\n      Deux tourterelles dedens vng paneret\n      Vng prestre vint dont ie fus esbahy\n      Qui par parolles mon cueur espamit\n      Il le mussa dedans vng gastellet\n         E t sy me dist frere croys tu icy\n      se tu y croys tu en seras rauy\n      Se tu ne croys denfer va au gibet\n      Quant symeon le vit fit vng hault cry .\n      Voicy mon dieu mon saulueur ihesucrist\n\n\n\n132\n"}, {"page_pdf": 148, "texte": "     E t cest celuy qui gloire au peuple met.\n        En trente iours fut nouel acomply\n     Par douze vers sera mon chant finy\n     Par checun iour ien ay fait vng couplet\n       Sus si conge prens de mes belles\n\nX.      A ce saint iour de la natiuite\n     Tous crestiens de cueur entierement\n     Chantons nouel par grant solennite\n     Car dieu est ne pour nostre sauluement\n     Nous allions trestous a dampnement\n     Mes en femme se fit homme mortel\n     Il nous ayma moult chierement\n     Quant de pomme morut par vng morcel\n        Vouloir diuin lauoit premedite\n     La hault es cieulx moult profitablement\n     En genre humain fut le peche quicte\n     Quadam commist pour le trespassement\n     Quil auoit fait du fruit tant seulment\n     Luy defendit qui estoit si tresbel\n     Dont mort acquist a tous ensemblement\n     Ce neust este le vray emanuel\n        En grant chartre et grant captiuite\n     Bien cinq mille ans sans nul alegement\n     Les habitans regions de pitie\n     D ombre de mort de peine et de forment\n     En attendant son doulx aduenement\n     O quant vindra le vray dieu immortel\n     Pour vray espoir crient incessamment\n     Viens deliure ton peuple disrael.\n        Monstre leur fut a leur necessite\n     Tresgrant clarte a ce iour proprement\n     Car le saulueur leur grant mandicite\n     Auoit long temps apparu clerement\n     Sy enuoia tantost et promptement\n     Son messaige son ange gabriel\n     A la vierge dire certainement\n     Que concepuroit le roy perpetuel\n        Apres que la saincte trinite\n     En elle eut fait son saint obombrement\n     Dedens ses flans cella est verite\n     Porta neuf moys sans nul allegement\n\n\n\n                                                133\n"}, {"page_pdf": 149, "texte": "      E t quant le temps sapproucha plainement\n      Que les saintz cieulx celerent le doulx miel\n      De vierge ne sans nul corrumpement .\n      Iustice et paix descendirent du ciel\n         Incontinent le ciel fut exite\n      Par doulx accord en chantant doulcement\n      E t aux pastours fut le fait recite\n      Qui au pastis leurs troupeaul gardoient\n      Tous furent pres dy aller vitement\n      E t adorer icelluy roy nouuel\n      E t chanterent trestous ensemblement\n      A haulte voix nouel nouel nouel.\n         Au lieu furent ou estoit herite\n      Le roy des cieulx et gisoit pourement\n      En bethleem tout droit en la cite\n      Arriuerent grant ioye demenent\n      Vng chescun deulx si auoit grant talant\n      De le seruir de leur pouoir tel quel\n      En luy faisant de tous leurs dons present\n      Vng chescun deulx luy donna vng ioyel\n         Prions le doulx roy dimmortalite\n      Quil nous doint se saint aduenement\n      Solenniser a grant ioyeusete\n      De cueur parfait et véritablement\n      Car quant viendra nostre definement\n      Digne soyons du manoir solennel\n      De paradis en viuant iustement\n      Ensemblement chantons trestous nouel\n      Nouel nouel iterumque nouel. en tripliant\n      Nouel o nouel psallite.\n\nXI.      Nouel nouel nouel vous vueil compter\n      Tout en chantant sil vous plaist escouter\n      E t dieu louer o mon corps et auoir\n      Luy deuons presenter a sa natiuite\n         Chantons nouel ie vous pry clerement\n      Car dieu est ne dune vierge plaisant\n      E t moy disant que dorrenauant\n      aurons rele....t de maulx que aurons porte\n         Treshumblement la parolle entendit\n      Dieu de lassus en elle descendit\n      Apres nasquit comme poure petit\n\n\n\n134\n"}, {"page_pdf": 150, "texte": "       Car monstrer nous voulit signe dumilite\n         Cest elle a qui lange denonça\n       Aue maria plena gratia\n       En toy viendra celuy qui te forma\n       Et ton filz dueiendra qui ton pere a este\n         Beau sire dieu qui ton filz a transmis,\n       Pour nous sauluer donne nous paradis\n       La fleur du lys garder des ennemys\n       Ottroye a tes amys ioye paix et sante\n                     Nouel nouel\n\n             Sus Iesus lumye au cure\n\nXII.      Or chantons du cueur ignel o nouel\n       De la vierge debonnaire\n       Qui porta dieu nostre pere\n       Le filz du roy eternel o nouel\n          Du royaulme celestiel o nouel\n       Dieu enuoya son messaige\n       A marie noble et sage\n       Cest larchange gabriel o nouel\n          En forme dung iuuencel o nouel\n       Vng bel salut il luy donne\n       Tu concepueras dieu et homme\n       Sans ouurage naturel o nouel\n          La vierge respondit bel o nouel\n       De dieu ie suis chamberiere\n       Me soit fait la chose entiere\n       Comme tu las dit itel o nouel\n          La fut dieu homme mortel o nouel\n       Conceupt en leure en son ventre\n       Apres quil eut des ans trente\n       Mourut en torment cruel o nouel\n          En propre corps naturel o nouel\n       Resuscita sans contraire\n       Le tiers iour en grant lumiere\n       Yssit hors de son tombel o nouel\n          Puys monta lassus au ciel o nouel\n       E t sassit à la main dextre\n       Chantons doncques tous au naistre\n       Du filz de dieu emanuel o nouel.\n\n\n\n\n                                                   135\n"}, {"page_pdf": 151, "texte": "      Sus. Princesse damour excellante\n\nX III. Nouel auquel auons attente\n     Damour salut entierement\n     Chantons nouel petis et grans\n     A sa natiuite plaisante\n       Princesse damour excellante\n     Viure ie ne puys nullement\n     Se vostre salut bel et gent\n     De iour en iour ne vous presente\n       Aue dame tresodorante\n     Nom de marie moult plaisant\n     Fleur de iardin tresodorant\n     Ou ihesucrist a prins naissance\n       Gracieuse plaisante amante\n      Qui aides a toutes gens\n     Vueilles donner paix et bon temps\n     Au noble royaulme de France\n       De paradis monstres la sante\n     Tant que nous puissions clerement\n     Voir la face du vray enfant\n     En la gloire qui est manante\n\n         Sus adieu les bourgoises de\n\nXIV. Chantons nouel a haulte voix iolye\n   Regrations ihesus le filz marie\n   E t luy crions tous merci et pardon\n   Chantons nouel nouel nouel chantons\n      Vierge pucelle conduises nous en voye\n   Pour paruenir a la maison de ioye\n   E t regardes nostre courage bon\n      Nostre maistre en bethleem la iudee\n   E st voulu naistre de iesse la lignee\n   Pour accomplir nostre redemption\n   Les miracles ont nonce la naissance\n   De manuel qui au moys de decembre\n   Cest apparu pour payer la rancon\n      Les anges du ciel firent, vne grant ioye\n   Louant le dieu descendit en la voye\n   Aussy menoient in celo gaudium\n   Le roy des roys tout doulx et tout benigne\n\n\n\n136\n"}, {"page_pdf": 152, "texte": "      Fut adore en vng lieu tresindigne\n      Des pastoureaulx menans dances et son\n         Troys roys apres luy portirent cheuance\n      Mirre encens et or de grant puissance\n      P ar lestoille qui de grant renom\n      Mere de dieu tresoriere de grace\n      Nous te prions en tous lieulx et toute place\n      Que des anglois la guerre plus nayons\n      Chantons nouel nouel &c.\n\n              Sus la faulce trayson.\n\nXV.     Nouel pour lamour de marie\n      Nous chanterons ioyeusement\n      Quant elle porta le fruyt de vie\n      Ce fut pour nostre sauluement\n      Ioseph et Mari sen allerent\n      Vng soir bien tar en bethleem\n      Ceulx qui tenovent hostelerie\n      Sy ne les priserent riens\n          Sen allerent parmy la ville\n      De huys en huys logis querant\n      A leure la vierge marie\n      Estoit bien pres dauoir enfant\n       Sen allerent ches vng riche homme\n       Logis demander humblement\n      E t on leur respondit en somme\n      Aues de cheuaulx largement\n       Nous nauons que vng beuf et vng asne\n       Voyes les sy pres luys deuant\n       Vous ne sembles que truendailles\n       Vous ne logeres point ceans\n          Ils sen allerent ches vng aultre\n       Logis demander pour argent\n       E t on leur respondit en oultre\n       Auez des cheuaulz largement\n       Ioseph si regarda vng homme\n       Qui lappella meschant paysant\n       Ou mene ceste ieune femme\n       Qui na point plus hault de quinze ans\n          Ioseph va regarde marie\n       Qui a le cueur triste et dolent\n\n\n\n10                                              13 7\n"}, {"page_pdf": 153, "texte": "      En luy disant ma chiere amye\n      Ne logerons nous aultrement\n      Iay la veu vne vieille estable\n      Logeons nous y pour le present\n      A leure la vierge marie\n      Estoit bien pres dauoir enfant\n         A minuit cel nuytee\n      La doulce vierge eut enfant\n      Sa robe nestoit pas fourree\n      Pour lenue loppe chauldement\n      Elle mist en my la creche\n      Sur vng peu de fain seulment\n      Vne lettre soubz la teste\n      Pour reposer le roy puissant\n         Treschiere gens ne vous deplaise\n      Se vous v i ues bien pourement\n      Se fortune vous est contraire\n      Prenez le patiemment.\n      En souuenance de la Vierge\n      Qui print son logis pourement\n      En vne estable descouuerte\n      Qui nestoit point fermee deuant\n         Or prions la vierge marie\n      Que son filz vueille supplier\n      Quil nous doint mener telle vie\n      Quen paradis puissons entrer\n      Sy vne foys y pouuons estre\n      Il ne nous fauldroit plus rien\n      Ainsi fut loge nostre maistre\n      Le doulx ihesus en bethleem\n\n         Eueillez vous cueurs endormiz\n\nXVI. Leuez vous sus chantons nouel\n   Nouel nouel nouel nouel\n   Gabriel si estoit commis. Reueilles.\n   A saluer la fleur du lys\n   Les pastoureaulx chantent nouel\n     Neuf moys marie portant son filz. R\n   Bien est benoist celuy logis\n   Qui a porte le roy du ciel\n     Nous estions tous forbauis. Reueil.\n\n\n\n138\n"}, {"page_pdf": 154, "texte": "    Du royaulme de paradis\n    Sy neust este emanuel\n      Poutant si estes marrys. Reueilles\n    Sy vous deues vous reiouyr\n    A la veuue de nouel\n      Chescun corrige ses delis. Reueilles.\n    Sans murmurer contre nulli\n\nXVII. Dieu nous doint paix a ce nouel\n   Nouel nouel nouel nouel\n   Nouel chantons oiyeusement\n   De marie lenfantement\n   A marie dit gabriel. nouel\n   Tu concepueras certainement\n   Le fiz dieu a ton sauluement\n      A ce donna responce itel\n   Gabriel dictes moy comment\n   Vierge seray tout mon viuant\n      Adonc luy respond gabriel\n   Le saint esperit certainement\n   Concepueras sans corrumpement\n      Dont dit la vierge au cueur ignel\n    Chamberiere suys ie vrayement\n   De dieu à son commandement\n      A ce repond qui tant est bel\n   Lange luy dist humblement\n   Le saint esperit en toy descend\n      On est fait dieu homme mortel\n   Pour donner attous sauluement\n   Quadam a mys a dampnement\n   Paex et ioye celestiel\n   Nous doint le saint enfantement\n   Chantons nouel appertement\n\nXVIII. Aue vierge qui portates le roy\n   Marie dame sainte du noble roy\n   Gratia fut en vous comme ie croys\n   Plena vous fustes du roy dieu eternel\n   Dominus dame qui fit le firmament\n   Tecum sy fut des le commencement\n   Benedicta es tu certainement\n   Tu nous donnas moult precieulx ioyel\n\n\n\n                                              139\n"}, {"page_pdf": 155, "texte": "        Inter omnes les pucelles tu fus\n      Mulieres par toy sont mises sus\n      Et cause ya car le doulx ihesus\n      Benedictus fut ton filz naturel\n      Fructus de toy nous saulua de la mort\n      Ventris le cloistre de la vierge est confort\n      Tui est il de faire nostre accord\n      Ihesus ton filz a toy nest pas cruel\n        Sancta des sainctes a ton enfantement\n      Virgo tousiours sans nul corrumpement\n      Marie mere et vierge ensemblement\n      Ora pro tous le roy emanuel\n      Pro nobis soyes au iour du iugement.\n      Ad dominum feras nostre appointement\n      Deum prions a ce saint aduenement\n      Amen amen chantons de cueur ignel\n        Sus. au ioly chans du flagolet &c.\nXIX. Nouel nouel chantons nouel\n   Pour auoir ioye\n   A la venue de nouel\n   Chescun doit bien chante nouel\n   Car le sauluement est ne de tout le monde\n   Qui dabisme nous a gette la profunde\n      Quant la vierge si lenfanta\n   E t lange luy denonça\n   Espastoureaulx beaulx pastoureaulx\n   Dieu vous doint ioye\n   Que le sauluer du monde est ne que desiroye\n   Les pastoureaulx si ont chante\n   Que le sauluer du monde est ne\n   En bethleem la cite fut la naissance\n   En la creche du beuf nasquist a sa plaisance\n      Prions la vierge humblement\n   Que dieu nous doint bon finement\n   E t dieu le pere omnipotent qui est en gloire\n   Nous chanterons trestous nouel pour luy\n                                         [complaire\n           Sus Ilz sont en grant pancee\nXX.     Nouel ceste iournee\n      Chantons nouel nouel\n      Car paix nous est donnee\n\n\n\n140\n"}, {"page_pdf": 156, "texte": "    Scauons comment il en ala           bis\n    Lange duciel si sen vola            bis\n    Tout droit en galilee\n    Pucellete y trouua de royalle lignee\n       Courtoisement la salua           bis\n    E t luy dist aue maria              bis\n    Tu es la bien heuree\n    Car par toy si sera nature reparee\n       La vierge fort sesmerueilla      bis\n    Mesnon pourtant continua            bis\n    Dauoir humble pencee\n    Car seulement cela la fit de dieu aymee\n       Au consentement quelle donna             bis\n    Le saint esperit si bien ouura              bis\n    Que sans faire brisee\n    Conceupt puis enfanta ihesus celle nuitee\n       Au temple symeon chanta               bis\n    Au fleuue iehan le baptisa               bis\n    Mais la gent de iudee\n    A mort si le liura par enuie dampnee\n       E t qui bon francoys sera                bis\n    De chanter ne se feigne ia                  bis\n    Nouel a grant halenee\n    E t son bien croistra tout le long de lannee\n    Nouel nouel iterando nouel triplicando\n    Nouel : o nouel psallite\n\nXXI. Noua vobis quant vient a raconter\n   Bonum vinum my fait souuant chanter\n   Quant il est cler fort friant et antier\n   Tost my fait enyurer et ie suis bien moille\n     Vinum album est bon a desiuner\n   Tota die ie nen puys pas finer\n   Dont fault iune quant ie nen puis trouuer\n   le nai maile ne denier qui tout ni soit boute\n      Deuers le soir est bon le vin vermeil\n   Quant ie le boys la larme vient a leiel\n   Lors me merueil mest aduis que le soleil\n   Me frappe contre lœil adonc ie suis troble\n      Audite me si tost my fault coucher\n   En me tournant et ie my laisse choir\n   Lors sans cesser crie mon amy cher\n\n\n\n                                                141\n"}, {"page_pdf": 157, "texte": "       Apporte le picher ou est le bon vin cler\n          le vous diray comment my fault coucher\n       Sans despouller et sans me dechausser\n       Soubz vng forcer pour estre penitencer\n       Froit my fault endurer ie vous diz verite\n       Dicant vobis que ie fais au matin\n       Quant ie dormy et respouse mon vin\n       le bois a iung deux fois vng plain terin\n       Qui tient pot de limosin facio sic sepe\n          Fratres mei bonum est mon mestier\n       le ne fais rien que boire et menger\n       Et me galler et plustost le vin taster\n       Que ne fait au moustier ie vous dy verite\n          Audite me ie vous pry humblement\n       Se ie ne bois ie pers lentendement\n       Saichies comme ie tiens certainement\n       La bouche sechement et ie pers la sance\n          Obsecro vous oyes que vous dira)\n       Se ie ne boys toute ioye perderay\n       le languiray malade au lit seray\n       Et tantost fineray ie vous ditz verite\n\n               Sus Pycardie la iolye\n\nX X II. Chantons en reuerence voce melodie\n     Nouel sans demorance principi glorie\n       Lequel par lordonnance celestis curie\n     Vient donner allegance plebis tristicie\n     Adam par son offence et sue socie\n     Nous mist en lindigence regis clementie\n       Mais dieu plain de puissance et omnis venie\n     De la diuine essence nuncius gabriel\n     Si fist signifiance virginis marie\n       Que par plus grant prudence digne iusticie\n     Mere sans violance fuit indubie\n     La vierge excellante et pudicitie\n     Cy fist interrogance angelo sobrie\n     Comment est concepuance in aluo filie\n     Que naye copulance maris vlla die\n       La vierge deplaisance iam plena gracie\n     Respondent grant prudence faceta facie\n     Soit selon ta sentence factum mihi pie\n\n\n\n14 2\n"}, {"page_pdf": 158, "texte": "    E t a la begniuolence diuine sophie\n       La diuine substance gaudio potentie\n    En elle sans faillance plena mundicie\n    Print nostre corpulance post hec egregie\n    Donne nous habondance cuncte leticie\n       Apres fit la naissance casus inopie\n    Du roy omnipotence sub nostra specie\n    Non au lieu de boubance neque superbie\n    Mais en humiliance in feno bestie\n       De ceste merueillance scripta iheremie\n    Nous doint congnoissance mee non isaye\n    Certaine demonstrance multe prophetie\n    Firent et asseurance huius nascentie\n       Dame de sapience et lux nostre vie\n    Gardes de pestilence hoc regnum francie\n    Deffendes de meschance nosque quotidie\n    E t donnes bienneurance celesti patrie\n\n        Sus Bergeronnette sauoysienne\n\nX X III. Chanter nous conuient cest raison\n     A la venue de nouel\n     E t pour nostre redemption\n     De nostre vray dieu eternel\n     Car du ventre virginel\n     Au iourduy yssit le bouton\n     Par lequel fruyt spirituel\n     Nous est donne aussi pardon\n        En obeissant comme bon\n     Gabriel descendit du ciel\n     Les pastoureaulx gardans moutons\n     Disant que le roy eternel\n     Estoit ne pour homme mortel\n     Qui estoit nostre garison\n     Adonc tous de bon ceur ignel\n     H onnourons dieu par oraison\n        Le bruyt par toute region\n     Fut questoit ne le roy nouel\n     Adonc trois roys tous compaignons\n     Luy vindrent faire hommaige tel\n     Chescun dedens vng vaissellet\n     Offrirent or et encens bon\n\n\n\n                                                143\n"}, {"page_pdf": 159, "texte": "      E t myrre en chantant nouel\n      A dieu qui estoit en mailoclon\n         De quoy herodes fort felon\n      En feust marry comme cruel\n      Par depit le traite larron\n      Fit mettre a mor par son bourel\n      Tous les enfans qui en bersellet\n      Disoyent que ne firent on\n      Mal aulcun qui fut criminel\n      Mais dieu luy en rendit guerdon\n         En quoy les meres ouy si ont\n      Plourer gemir en leur ostel\n      Adonc marie de marrison\n      Va prendre son filz en vng vaissel\n      Auecques elle ioseph le bel\n      E t le menerent sur lanechon\n      Oncques ne feut veu ioye itel\n      Destre hors de la prison\n         Or donc tous de ceur prions\n      Dieu le pere spirituel\n      Quil nous monstre par signe bon\n      De nous aime a ce nouel\n      E t quil nous departe du ciel\n      Lassus celle belle maison\n      Chante donc nous conuient nouel\n      Dieu nous le don a trestous bon\n\n       Sus puys que pantoufles ont le bont\n\nXXIV. Nouel nouel si soit chante\n   A dieu le pere tout puissant\n   Pour la vertu quil a donne\n   Au roy Charles preux et vaillant\n      Dieu a son peuple regarde\n   Quant la getté hors de tourment\n   Car long temps il auoit este\n   Pour les ennemis ensuyuant\n      Le roy Charles si cest arme\n   E t si a fort couru les champs\n   Tant que les anglois a gette\n   Herodes de son puissantement\n      En normandie a este\n\n\n\n144\n"}, {"page_pdf": 160, "texte": "   Long temps dont est dommage grant\n   Tant que le pays auont gatte\n   Tout le royaulme puissant\n      Ceulx de bourdeaulx ont regarde\n   Quil ne pouroit durer long temps\n   De contre Charles leur dictez\n   E t de contre ses archiers francz\n      Ilz sont entre deulz conseilles\n   Pour estre ensemble seurement\n   E t si ont rendu leurs cites\n   Au noble roy et a ces gens\n      En vne nue couroune\n   En la croix blanche ensuyuant\n   De leur delit estoit arme\n   Plurieulx lont veu appertement\n      Dieu a grant amour de monstre\n   Au noble roy et a ces gens\n   Car sur bayonne la cite\n   Cest demonstre visiblement\n\n           Sus allegiez moy doulce\n\nXXV. Chantons nouel a la natiuite. n. n.\n   Ioysement du roy de trinite\n   Qui est venu pour nostre sauluement. n. n.\n      Il voulut prendre nostre humanite n. n.\n   En la vierge playne dumilite\n   Pour nous garder daller a dampnement. n.\n      En bethleem celle noble cite. n. n.\n   Voulut naistre cest pure verite\n   En creche estably pourement n. n.\n      Lange du ciel a grant solennite n. n.\n   Les pastoureaulx a trestous exite\n   E t leur a dit du roy lenfantemant. n. n.\n      Trois noblez roys de tresgrant qualite n.n.\n   Dor et dencens mirre grant quantite\n   Ont presente a lenfant dignement, n. n.\n      Or prions tous la saite trinite. n. n.\n   Deuotement que chescun soit puicte\n   De ces peches au iour du iugement. n. n.\n      Sus belle dictes moy vostre pan..\n\n\n\n\n                                              145\n"}, {"page_pdf": 161, "texte": "XXVI. Chantons nouel par grant plaisance\n   A la venue dung seigneur\n  Est descendu en grant honneur\n  Pour donne a tous patience\n     Gabriel plain de sapience\n  A la vierge fut envoye\n  Dedens nazareth la cite\n  Pour auoir a dieu raliance\n     Marie par tresgrant science\n  Lange tantost respondit\n   Tout sera fait selon ton dit\n   Pource que dieu est ma fiance\n     Le saint esperit de grand puissance\n   Par diuine operation\n   De dieu fut incarnation\n  P ar dessus toute intelligence\n     A la minuyt et sans greuance\n   Dedens bethleem a este\n  Du filz la grant natiuite\n  En pourete et indigence\n     Prions tous dune aliance\n   Qui sus tous les cieulx est monte\n   Qui luy plaise par sa bonte\n   Auoir de tous nous souuenance\n\n          Sus Iay dormy la matinee\n\nXXVII. Cantons tous de ceste nuytee\n  Nouel nouel nouuelet\n  A lonneur de nostre dame\n  E t de son doulz aignelet\n     Nostre pere roy de gloire\n  Regardent nostre maiffait\n  Est voulu naistre de mere\n   Com chescun croire le doit\n     Donc vint lange a marie\n  Nomme ange gabriel\n  Dist ie te salue marie\n   Concepueras emanuel\n     Emanuel dit la pucelle\n   le ne scay pas gabriel\n   Com sera la chose ytelle\n\n\n\n146\n"}, {"page_pdf": 162, "texte": "   Dy moy messaige du ciel\n     Respond le messaige a ce\n   Pour vertu du saint esperit\n   De toy marie veult naistre\n   Les prophetes ainsi Ion dit\n      Gabriel en soit a dieu le pere\n   Puys que ainsi est gabriel\n   Sa petite chamberiere\n   Suys au roy emanuel\n      La nuyt de nouel la vierge\n   Sans douleur elle enfanta\n   Lange aux pastours la la dire\n   Qui moult clerement chanta\n      Le faict fut annonce\n   A troys grans roys dorient\n   Lung porta or lautre mirre\n   E t lautre porta encens\n      Au deuant eulx vne estoille\n   Venoit deuers orient\n   Qui les roys dont cest merueille\n   Conduisoit en bethleem\n   Nous deuons faire grant feste\n    G races et mercis donnes\n    Quil nous doint pure pancee\n   Le seruir de ceur entier\n   France ceur quas tu a suspirer\nXXVIII. Nouel nouel nouel nouel\n  Pour lamour du filz de marie\n  Qui est ne cest du fruyt de vie\n  Dont messaiger fut gabriel\n  Chantons nouel\n  A la venue de nouel\n     Les prophetes laduenement\n  Du messias cest par doctrine\n   Ont demonstre par escripture\n   Ceur endormy venes auant\n   Scauoir comment\n   Est ne le filz dieu tout puissant\n     Les anges ont champs glorieulx\n   Au naissement du roy celeste\n   Ont demene et fait grant feste\n\n\n\n                                       147\n"}, {"page_pdf": 163, "texte": "      Les pastoureaulx tresioyeulx\n      De vers les cieulx\n      Se sont leues pour auoir mieulx\n         En enfer estions trestous\n      Pour le peche du prumier pere\n      Mes le filz de dieu de mort amere\n      A liure tous ces amys\n      Oncques iadis\n      Ne descendit de paradis\n         E t se tu veulx scauoir comment\n      Regarder bien en lescripture\n      Des prophetes et sans murmure\n      E t congnoistras tresclerement\n      Non autrement\n      Tu ne peulz auoir sauluement\n      Laisses moy nouel chanter\n      Laisses moj aller aller\n\nXXIX. Lautrye quant ie cheuauchoye.\n   Passant par galilee\n      Rencontray vng gorgias\n   Pourtant blanche liuree\n      Messaiger du roy des roys\n   De la haulte contree\n      Qui alloit embassader\n   La royne de iudee\n      Dieu te fault bel au ceur vif\n   Sur toutes est bienneuree\n      Le daulphin de paradis\n   Vous a samour donnee\n      Dont adam aura mestier\n   E t toute sa lignee\n      Dist la vierge ie luy suis\n   De obeir apprestee\n      Quant iouy lappointement\n   E t la paix fut criee\n      le me mis a dieu louer\n   De sa noble assemblee\n      Laissay au pie du boisson\n   Lare la trousse et lespee\n\n              Si finissent les nouelz.\n\n\n\n\n148\n"}, {"page_pdf": 164, "texte": "La rencontre du Docteur illu­\nminé et du Docteur subtil à\nParis, et leur culte pour l’im ­\nmaculée Conception - (1306.)\n\n\n    Ses essais de démonstration des vérités de la foi\nvalurent à Raymond L ulle de vives attaques, et son\n orthodoxie fut d’autant plus mise en doute par ses\n adversaires, et surtout par les dominicains, qu’il\nétait en désaccord avec nombre de théologiens de\n son époque sur une autre question de la doctrine\n catholique : il partageait avec les franciscains la\n croyance à l’im m aculée Conception. Depuis le jour\n où elle lui était apparue à la porte de l’Almudaina,\n lui tendant son petit Jésus à embrasser, Raymond\n avait voué à la V ierge un culte d’une vénération si\n exaltée qu’il devait nécessairem ent être de ceux qui\n la proclam aient pure au-dessus de l’humanité dans\n l’instant de sa conception comme dans sa vie entière.\n    Il fut amené à cette croyance par l’intuition de\n l’amour qui lui faisait décerner à notre Dam e Sainte\n Marie de si singulières louanges. Il la comparait\nvolontiers à l’aurore qui est le commencement de la\n splendeur et la fin de ténèbres, car le F ils de Dieu\n qui est la lumière des lumières et la splendeur de\ntoute splendeur prit en elle la chair humaine ; la\nVierge fut tellement illuminée par l’incarnation de\nJésus qu’elle fut le principe de la splendeur pour les\njustes, et aussi pour les pêcheurs puisque d’elle\nnaquirent la m iséricorde, le pardon et la recréation\nde tout le genre humain. E t l’Am i disait :\n    « Du chaste lit de l’aurore mon Aim é sortit pour\nvenir en ce monde ; ceux qui pensent qu’il y a des\ntaches en elle doivent croire aussi qu’il y a des té­\nnèbres dans le soleil. » (1)\n    On pourrait former un des plus suaves recueils de\n (1) L ’Am i et l’Aim é. 273.\n\n\n\n\n                                                   14 9\n"}, {"page_pdf": 165, "texte": "louanges à M arie avec des extraits de ses poésies\net de ses traités. V oici du livre Benedicta tu in muli­\neribus une page où, dans un dialogue avec Raymond,\nla V ierge explique les joies de sa maternité :\n   « Sache, ô mon fils, que la langue humaine est\ndéfectueuse pour manifester les oeuvres divines que\nl’âme sainte sent par la mémoire, l’entendement et\nl’amour ; aussi je ne puis en révéler qu’une petite\npartie par des ressem blances. M ais tu peux penser,\nfils, quand j ’entendis l’ange G abriel m’annoncer de\nsi bonnes nouvelles, me dire de la part du F ils de\nDieu : « Je vous salue, pleine de grâce, vous êtes\nbénie entre toutes les femmes », quand mes entrailles\ncommencèrent à se réjouir, quand je l’eus conçu\ndans mon ventre, tu peux penser combien je fus\nremplie de gloire et de plaisir. Sache, fils, que je le\nfus plus que le soleil de splendeur, la neige de blan­\ncheur et le feu de chaleur, car je portai neuf mois\ndans mon sein virginal celui qui emplit le soleil de\nsplendeur, la neige de blancheur et le feu de chaleur;\net je portais celui qui me portait et qui porte et\n soutient le ciel et la terre. E ssaye de considérer\n combien je fus pleine de grâce, de vertu et de plai­\nsir !.... O fils, et quelle vierge portant le F ils de\n Dieu Éternel dans son ventre aurait pu manger\nsans joie, boire sans joie, m archer sans joie, dormir\nsans joie ni plaisir ! Celui qui est la jo ie et le plaisir\nde son P ère divin et éternel, et la jo ie aussi de la\nnature angélique, je le possédais dans mes virgina­\nles entrailles ! Il convient que je me taise, sache-le,\nfils, car la langue n’a pas un pouvoir ni une vertu\n suffisants pour manifester quelque chose de la pléni­\ntude de l’allégresse que je reçus du F ils de Dieu\n après l’avoir conçu. »\n    L a foi et l’intuition populaires ne pouvaient suffire\n à l’auteur de l'A r t Général et il fut amené à la\n croyance en l’im m aculée Conception par le raison­\n nement autant que par l’amour. L a V ierge Marie\n fut engendrée par un père et conçue par une mère\n qui avaient contracté le péché originel comme tous\n les êtres humains, mais Dieu en la prédestinant\n avait sanctifié et purifié la semence d’où elle naquit,\n et il avait purifié, pour elle seule, le ventre maternel\n en lequel fut organisé le corps qui devait porter\n son F ils. L a conception de la V ierge fut à la fois\n\n\n\n\n150\n"}, {"page_pdf": 166, "texte": "naturelle et miraculeuse : naturelle parce qu’elle fut\nnaturellement engendrée et conçue, m iraculeuse\nparce qu’elle fut sanctifié p a r la Sagesse, la Puissance\net l’Amour de Dieu. E lle prit, non pas le péché par\nses parents, mais la sanctification par le Saint-Esprit\nqui prépara la voie de l’incarnation par la sanctifi­\ncation comme le soleil prépare le jour par l’aurore.\n    Adam et E v e étaient en état de parfaite innocence\nau moment de la création, et ils vécurent ainsi\njusqu’à l’heure du péché qui souilla toute leur\ndescendance. Quand, par l’être de la Sainte V ierge\ncommença la recréation, il convenait aussi que\nl’homme et la femme fussent en état d ’innocence,\nsimplement et continuellement, du commencement\n à la fin, sinon la recréation n’aurait pas pu com ­\nmencer. En outre, le F ils de Dieu ne pouvait pas\n s’incarner dans un corps contaminé par le péché,\n car Dieu et le péché ne peuvent avoir concordance\n dans aucun sujet ; la V ierge devait avoir le plus haut\n degré possible de vertu, de bonté, de grandeur et\n des autres qualités pour recevoir le F ils de Dieu\n qui par l’incarnation donnait le meilleur tém oignage\n de sa bonté, de sa vertu et de sa magnificence ;\n autrement, il n’y aurait pas eu entre le Christ et la\n Bienheureuse V ierge M arie la plus grande concor­\n dance possible, — nécessaire. Enfin, la M ère du\n Sauveur devait être bénie entre toutes les femmes\n depuis sa conception et sa naissance ; si sa concep­\n tion n’avait pas été immaculée, elle aurait été par\n sa naissance l’égale des autres femmes puisqu’elle\n aurait participé au péché originel.\n    Telle était la doctrine que Raymond L ulle défen­\n dait par ses écrits et ses discours à M ontpellier,\n lorsqu’il apprit que de graves discussions avaient\n lieu en Sorbonne sur le même sujet. Il se mit\n aussitôt en route pour aller y prendre part et répan­\n dre encore son enseignement dans une cité où il\n avait déjà lutté contres les philosophes sceptiques\n et les averroïstes.\n    En ce temps là, un jeune homme, le franciscain\n Duns Scot enthousiasmait les écoliers et les doc­\n teurs de l’université parisienne par sa science et sa\n piété. Il était arrivé à P aris deux ans auparavant\n précédé par des légendes de grâce et de miracle.\n Né en E cosse en 1274 au moment où Saint Bona-\n\n\n\n\n                                                       151\n"}, {"page_pdf": 167, "texte": "venture mourait à Lyon, comme si la Providence\neût voulu témoigner sa dilection aux enfants de\nSaint Fran çois en leur envoyant la clarté du D oc­\nteur subtil au moment où E lle leur retirait celle du\nD octeur séraphique, Jean Duns S co t eut la triste\nenfance d’un être inintelligent et presque stupide ;\nil ne pouvait rien apprendre des éléments des\nsciences, et il était la désolation de ses parents et\nde ses maîtres. M ais il avait une grande dévotion à\nla V ierge, et un jour qu’il pleurait en la suppliant\nd’envoyer un rayon de lumière à son entendement,\nil s’endormit au pied d’un arbre ; et alors Marie\nlui apparut et lui promit le don d’intelligence à la\ncondition qu’il se ferait son chevalier et la servirait\ntoute sa vie. D ès son réveil, l’enfant se mit à l’étude\navec joie, et en peu de temps surpassa tous les\nmaîtres. Comme Raymond Lulle, il avait reçu la\nscience par une soudaine et divine illumination.\n   On peut noter en cette existence si courte d’autres\npoints de ressem blance entre le D octeur subtil et le\nD octeur illuminé qui furent, au commencement du\nquatorzièm e siècle, les deux grands défenseurs de\nl’im m aculée Conception. Comme à Raymond, Marie\nprésenta son Enfant à Duns S co t : ce fut en une\nnuit d’extase ; l’âme du jeune homme ravie vers\nJésus criait des versets du Cantique : « Oh ! que\nn’es-tu mon frère ! que n’as-tu sucé le sein de ma\nmère ! j ’irais dehors à ta rencontre et je te donne­\nrais des baisers !» ; l’im m aculée entendit les paroles\nde l’élu qu’elle avait déjà com blé de ses bienfaits ;\nelle exauça encore cet ardent souhait, et elle lui\nenvoya son Enfant qu’il put serrer et garder quel­\nques instants en ses bras. D ès ce jour, Duns Scot\nmontra sa reconnaissance à M arie en se vouant à\nla plus stricte pauvreté ; il ne vécut que de pain et\nd’eau, il se couvrit d’un vêtement de mendiant, et il\nm archa pieds nus.\n   Comme Raymond Lulle, et contrairement aux\nautres docteurs de l’époque, il aimait, en sortant\n des universités, à aller porter aux humbles, en leur\nlangage, la parole de D ieu et à ouvrir les esprits\nincultes à la lumière de la vérité ; il oubliait\n alors l’im peccable science syllogistique que re­\n doutaient tant ses adversaires, et il disait des\n paroles allégoriques et très simples qui le faisaient\n\n\n\n\n152\n"}, {"page_pdf": 168, "texte": " comprendre et aimer de tous. L u cas W ading narre\n qu’un jour il rencontra un paysan qui jurait en\n semant de l’orge ; il le rappela au respect des\n commandements de D ieu qui punit les blasphéma­\nteurs ; mais le rustre lui répondit : « T u perds tes\n paroles ! Je sais bien, moi, que la volonté de Dieu\n s’accom plira et qu’il sait de toute éternité ce qu’il\n doit en être de moi. E h bien ! s’il a résolu de me\n sauver ou de me damner, que je fasse le bien ou le\nmal, il n’importe. Vertueux ou coupable, je n’en\nirai pas moins où je dois aller, au ciel ou dans\nl’enfer. Voyons, lui répliqua le docteur, si Dieu a\ncomme tu le crois, imposé de toute éternité une\ntelle nécessité aux choses, pourquoi te donnes-tu la\npeine d’ensemencer ton champ ? C ar si D ieu a arrêté\nde tous temps que cette orge pousserait ici, que tu\nla sèmes ou non, elle n’en poussera pas moins ; si,\nau contraire, il a arrêté qu’elle ne pousserait point,\nquoi que tu fasses, elle ne viendra jam ais en\nfleur. » (1)\n   T e l Raymond L ulle allant familièrement expliquer\nle libre-arbitre aux M ores fatalistes qui labouraient\nla campagne de M ayorque, après l’avoir démontré à\nleurs philosophes et à leurs prêtres au moyen des\nrègles de son Art.\n    En 1300, Duns S cot commentait A ristote et\n Pierre Lom bard devant les trente mille écoliers de\n l’U niversité d’Oxford, où l’on n’avait jam ais eu un\nmaître à la fois si savant et si jeune ; sa réputation\nfranchissait bientôt les mers et les montagnes et\nse répandait, toujours grandie par des légendes,\ndans les écoles de F ran ce, d’Italie et d’Espagne.\n Cinq ans après, il était appelé à P aris où l’on vou­\nlait entendre son commentaire sur le M aître des\nSentences.\n   Clément V venait d’être élu pape et avait trans­\nporté à Avignon le trône de Saint Pierre. Parm i\nles ambassadeurs que les princes chrétiens lui en­\nvoyèrent à L yon, celui de Ferdinand IV de Castille\nse plaignit des persécutions que souffraient de la\npart des Dominicains les F rères Mineurs qui pro­\npageaient la doctrine de l’im m aculée Conception et il\npria le P ape de mettre fin à ces querelles de deux\nordres également respectables, mais dont l’un, celui\n (1)     C ité dans l’H ist. L itt. de la France, tom e 25 .\n\n\n\n\n11                                                             153\n"}, {"page_pdf": 169, "texte": " de Saint François, plus en contact avec les foules,\n exprimait mieux les sentiments et les aspirations du\npeuple auprès duquel il était l’envoyé de la P ro vi­\n dence.\n   Clément V ordonna qu’une grande discussion eût\nlieu à Paris entre les F rères Mineurs et les Prêcheurs,\ndont l’U niversité serait juge. En cette assemblée,\nDuns S cot fut le chevalier de M arie, selon la pro­\nmesse faite le jour où elle avait éveillé son intelli­\ngence enfantine. On conte que, comme il se rendait\nà la prem ière réunion, il salua une statue de la\nV ierge qui se dressait au-dessus de la porte d’une\néglise, puis, s’étant agenouillé, lui demanda des\nforces pour parvenir au triomphe : « V ierge sacrée,\ns’écria-t-il, anime-moi contre tes ennemis ! » E t le­\nvant les yeux vers M arie, il la vit s’incliner et\nsourire pour signifier qu’elle l’avait entendu et que\nsa prière serait exaucée.\n   L a lutte fut longue entre Mineurs et Prêcheurs.\nL e s disciples du Séraphin d’A ssise furent fidèles à\nleur mission d’interprêtes et de défenseurs de la\npopulaire ferveur qui, depuis plus de sept siècles,\nen orient comme en occident était unanime dans\nson culte pour la V ierge sans tache. S co t domina\nles disputes ; infatigable, il eut une réponse à tous\nles arguments de ses adversaires, réfuta leurs syllo­\ngismes et leur en opposa d’autres auxquels ils ne\npurent répondre. Enfin, grâce à M arie qui par le\nsouvenir de sa salutation et du sourire de ses lèvres\ndonnait à son entendement les armes nécessaires,\nil obtint la victoire et reçut de l’Université le titre\nde D octeur Subtil.\n   D e cette conférence date, ont dit plusieurs his­\ntoriens, un décret de l’U niversité de Paris d’après\nlequel les étudiants n’auraient été admis à prendre\nleurs grades qu’après s’être engagés à reconnaître\net à défendre la doctrine de la Conception Immacu­\nlée. M ais il n’existe aucune trace d’une décision de\nce genre dans les premières années du quatorzième\nsiècle, et il est probable que si, dès lors, la croyance\npopulaire et franciscaine fut en honneur à P aris, ce\nne fut qu’en 1497 que l’U niversité la reconnut par\nun décret.\n   L orsque Raymond L ulle arriva à Paris, la discus­\nsion ordonnée par le P ape était achevée, mais les\n\n\n\n\n154\n"}, {"page_pdf": 170, "texte": "Franciscains étaient encore frémissants de la lutte\nsoutenue en l’honneur de la Reine des cieux et du\ntriomphe qui avait couronné leurs persévérants\nefforts. Duns Scot, dans tout l’éclat de sa jeune et\nmystérieuse gloire, voyait toujours autour de sa\nchaire la foule pressée et murmurante d’enthousiasme\ndes écoliers et des moines. Un jour, il remarqua\nparmi ses plus proches auditeurs un vieillard à\nlongue barbe blanche, pauvrement habillé comme\nun pélerin de loin venu et qui, écoutant très atten­\ntivement son discours, faisait parfois des signes\nd’assentiment ou de désapprobation. Il le prit pour\nun ignorant égaré en Sorbonne et, lui adressant la\nparole, il crut l’embarrasser en lui posant ironique­\nment une question élém entaire: « Dominus quæ pars ?\n Quelle partie du discours est le mot Dieu ? » R ay­\nmond B arbe-F leurie répliqua : « Deus non est pars,\nsed totum. D ieu n’est pas une partie, il est tout. »\n Scot admira la finesse et l’à-propos de la repartie,\n et à la fin de sa leçon il fit appeler le p élerin.\n    L es deux docteurs, l’un et l’autre subtils, l’un et\n l’autre illuminés, qui avaient une égale science et la\n faisaient servir à la gloire du Christ et de la V ierge\n se devinèrent, se comprirent et s’aimèrent aussitôt.\n Ils se contèrent leur existence, leurs travaux, leurs\n projets ; L ulle fit lire à Duns S cot son traité de l’im ­\n maculée Conception, et leur accord sur cette doctrine\n qui ne pouvait être défendue toujours sans péril et\n dont ils étaient les plus fervents hérauts acheva\n d’unir le vieillard et le jeune homme par les liens\n d’une fraternelle affection. L ’enfant de la terre froide\n d’ Ecosse admirait en l’âme du poète des îles enso­\n leillées une indom ptable ardeur, une extraordinaire\n faculté d’enthousiasme qui lui avait permis de résis­\n ter à toutes les tribulations et à tous les déboires,\n une intelligence surhumaine qui, secondée par les\n princes de l’É glise et les maîtres des hommes et\n par les circonstances, eût pu transformer l’histoire\n du monde par la conversion des T artares au catho­\n licisme, et lui qui croy ait ne rien ignorer des sciences\n de son époque et de la théologie, il lut avec étonne­\n ment l’A r t et les autres traités du D octeur illuminé.\n    L ulle reconnut en Duns S co t un de ces élus de\n  Marie qui font en ce monde une courte et éblouis­\n sante apparition pour monter presqu’aussitôt vers\n\n\n\n\n                                                         155\n"}, {"page_pdf": 171, "texte": "les anges ; il voyait sur le front du jeune franciscain\nla double auréole de la science et de la vertu, et\ndans son regard, avec la beauté de l’amour, l'ardeur\nvoilée des saints qui vont m ourir....\n\n  (Chapitre X I I I de la V i e d e R a y m o n d L u l l e , en\npréparation.)\n\n\n\n\n                                         M a r iu s A n d r é .\n\n\n\n\n 156\n"}, {"page_pdf": 172, "texte": "Le cahier de doléances de\n\n                        l ’Église Catholique d’Arménie.\n\n                                                    *\n         D énom brem ent ;             D io c è se s. —      O r g a n is a t io n       c i v i l o -r e l i ­\n\ng ie u s e   du    P a t r ia r c h e ;       des    É v ê q u es-M o u r a k a ss ;             et     des\n\nC u r é s-M o u r a k a s s - V é k i l i. — L e C l e r g é , s a f o r m a t io n , d é f a u t\nd ’u n    S é m in a ir e   local.       —    L e    p r ê t r e -m is s io n n a ir e     a r m é n ie n ,\n\nson      rôle     au   p o in t   de    vue   a p o s t o l iq u e   et   c iv il is a t e u r c h r é ­\n\nt ie n   : MANQUE DE RESSOURCES. —                        SITU A TIO N      LA M E N TA B LE            DES\nDEUX GRANDS D IOCÈSES DE CO N STA N TIN O PLE E T d ’A N GORA. — D E U X\nMOTS DE CONCLUSION.\n\n\n                                                 *\n   Répandus dans tout l’Empire Turc, les\nArméniens-catholiques habitent plus spéciale­\nment la région comprise entre la Méditerranée,\nla mer Noire et la mer Caspienne : savoir, une\nétendue de terre de plus d ’ 1,300,000 k. c.\n   Ils vivent au milieu et côte à côte avec des\ntribus sauvages ou mi-civilisées, différentes de\nreligion et d ’origine; telles que, des Turcs,\nKurdes,Tcherkèz [Circassiens], Laz, etc., d ont le\nnombre est incomparablement supérieur à celui\ndes catholiques.\n   Mieux qu’avec ces diverses populations, les\ncatholiques sont en intime rapport avec leurs\ncompatriotes non-unis, dont le nombre total ha­\nbitant en Turquie atteint presque 2,000,000 :\ntandis que celui des catholiques ne dépasse guère\nles 70,000, y compris ceux de Constantinople et\ndes environs.\n   Ce fut en l’an 1742 pour la dernière fois que\nle Catholicisme prit le dessus sur le Schisme, en\npossédant un Catholicos-Patriarche en la per­\nsonne d’Abraham-Pierre I, Évêque d’Alep.\nDepuis, 8 patriarches se succédèrent sur le\nsiège de Cilicie, jusqu’en 1866 : époque à\n\n\n\n                                                                                                         157\n"}, {"page_pdf": 173, "texte": "laquelle le Siège Patriarcal fut transféré à\nConstantinople par autorisation spéciale de Pie\nIX. C’est là que réside aujourd’hui le Patri­\narche Arméno-Catholique, tout en conservant le\ntitre du siège de Cilicie.\n   Le Catholicisme est aujourd’hui officielle­\nment reconnu en Turquie et y compte 16\nDiocèses et 5 Vicariats Patriarcaux. Le premier\nde ces Diocèses est celui de Constantinople,\nimmédiatement soumis à l’autorité du Patri­\narche. Ensuite viennent les 4 Diocèses Archi­\népiscopaux d ’Alep, de Mardine, de Malatia et\nde Sivas-Tokat. Les 11 qui restent sont des\nSièges Episcopaux. (1)\n\n\n\n\n   L ’Archevêque de Constantinople en sa qua­\nlité de Catholicos-Patriarche est le chef reli­\ngieux en même temps que mi-civil de la nation ;\nc’est de lui que relèvent tous les autres Arche­\nvêques ou Evêques. E t bien que ceux-ci aient\ntoute liberté de s’adresser directement au Saint-\nSiège, il en est très peu qui, de fait, usent\nde cette faveur. (2)\n   Le Patriarche, comme chef civil de sa nation,\nest muni d’un diplôme impérial [Dérate], qui\nlui accorde des pouvoirs civilo-religieux et des\nprivilèges dans tout son domaine patriarcal, tels\nque : celui de juger les prêtres ; de leur raser la\nbarbe en punition; de régler les questions de\n\n   (1) C eu x -ci sont : A d a n a , Alexandrie.. [E g yp te], A n g o ra\n[A n cyre], B ro u sse , C é sa ré e [C ap p ado ce], D ia rb é k ir, K a rp o u th ,\nE rzero u m , M a ra ch , M o u ch , T ré b izo n d e. — A rtw in e , en C a u ­\nca sie , autre v ille é p isco p a le , a été ch a n g é e en V ic a ria t P a tri­\na rc a l lo rs de la gu erre T u rco -R u sse , à ca u se de l ’in to léran ce\nR u sse .\n    (2) L e P a tria rch e est élu p a r l ’A ss e m b lé e n atio n a le et par\nle s É v ê q u e s ré u n is en sy n o d e , et confirm é e nsuite p a r le P a p e .\n— L e s E v ê q u e s sont élu s p ar les fid èles du D io c è s e v a ca n t, puis\nsoum is à la d écisio n du S y n o d e , enfin p résen tés à la con fir­\nm ation du S a in t-S iè g e .\n\n\n\n\n158\n"}, {"page_pdf": 174, "texte": "su ccessio n , c e lle s d e d iv o rc e et d e m a ria g e ,\netc. e tc. (1)\n   L e s E v ê q u e s so n t m u n is d ’un é d it im p é ria l\n[F erm a ], e t o n t le titr e d e M o u ra k a ss [d é lég u é\np lé n ip o te n tia ire ] q u i le u r d o n n e le p o u v o ir d ’as­\nsiste r a u x d iffé re n ts co n se ils p ré fe cto ra u x , d o n t\nles d é cisio n s se ro n t a u ssi re vê tu e s d e le u rs\nse in g s. E n v e rtu d u m ê m e titr e , ils on t a u ssi le\np o u v o ir d e lé g a lis e r les d isp o sitio n s d e le g s, les\nsig n a tu re s d e d iffé re n ts actes p u b lic s ; d e ré g le r\nles q u estio n s d e m a ria g e , e tc. e tc.\n   Q u a n t a u x cu rés d es ce n tre s im p o rta n ts, (2)\nils on t p a r un permis im périal [irad é], le titre de\nM o u ra k a ss-V é k ili [rep résen ta n t du M o u rak ass],\nen v e rtu d u q u e l ils on t p o u v o ir d ’a ssiste r a u x\nC o n se ils C a n to n a u x , e t so n t m u n is d e q u e lq u e s\np riv ilè g e s m o in s im p o rta n ts.\n\n\n                                      *\n\n    L e C le r g é A r m é n o -C a th o liq u e se co m p o se\nde R e lig ie u x e t d e P r è tre s -S é c u lie r s . D e s p re ­\nm iers nous ne d iro n s rien , v u q u ’ils n ’on t p o u r\nb u t sp é c ia l q u e l ’é tu d e et l ’in stru ctio n ; ce n ’est\nq u ’e x c e p tio n n e lle m e n t q u ’ils s ’o c cu p e n t des\nm ission s.\n    A u x p rêtres sé c u lie rs in co m b e ra d o n c le rôle\na c tif d e tr a v a ille r à l ’œ u v re d ’é v a n g é lis a tio n . Ils\nsont p lu s d e 3 oo, ce q u i co n stitu e u n n o m b re\nassez re sp e c ta b le en co m p a ra iso n du ch iffre\n  (1) S o u s la h aute d irection du P a tria rch e se tien nen t :\n  a. une Assemblée Nationale co m p o sée de 61 m em bres, don t 8\necclésia stiq u es. E lle a p o u vo ir de ré g le r différentes question s\ncivilo -religieu ses.\n  b. une Assemblée Religieuse co m p o sée de 10 m em bres, tous\necclésiastiq u es. E lle rè g le les question s purem ent re lig ie u s e s .\n  c. une Assemblée Directoriale, etc , etc.\n  Il ne serait peut-être p as superflu d ’ajo u ter ici que toutes ces\nsupertétation s d’asse m b lée s n ’ont d e fait a u cu n e p rise ré e lle\nsur la vo lo n té toute-p uissan te de celu i qui les préside.\n                                                                               ­\n   (2) S o n t e xclu s d e ce p riv ilè g e le s cu rés de la v ille É p is c o\npale, et tous ce u x du D io cè se de C o n stan tin o p le, vu que là\nle P a tria rch e et les E v ê q u e s jo u issen t p erso n n ellem en t du\np rivilège et e x clu en t ainsi leu rs rep résen tan ts.\n\n\n\n\n                                                                            159\n"}, {"page_pdf": 175, "texte": " b ie n m o d e ste d es c a th o liq u e s ; m a is en co n si­\n d é ra n t l ’é te n d u e d e le u r ch a m p d ’a ctio n et\n le u r d is trib u tio n in é g a le et irré g u liè r e , on s ’ac­\n c o rd e ra p o u r s o u h a ite r a v e c n o u s q u e le u r n o m ­\n b re cro isse p lu tô t q u e d im in u e , (1)\n     L a p lu p a r t d e s p rê tr e s sé c u lie rs on t fa it le u rs\n é tu d e s à R o m e , so it à la P r o p a g a n d e , so it au\n C o llè g e A r m é n ie n . U n b o n n o m b re o n t reçu\n le u r fo rm a tio n en F r a n c e , n o ta m m e n t dan s\n le s S é m in a ire s S u lp ic ie n s . L e s a u tr e s o n t été\nin stru its d an s le S é m in a ire n a tio n a l d e B z o m ­\n m a r [L y b a n ], ou b ie n d ire c te m e n t p a r le u rs\n É v ê q u e s re sp e ctifs.\n     A l ’e n co n tre d e l ’ig n o ra n ce g ro ssiè re d e s p rê ­\ntres sch ism a tiq u e s, le c le r g é C a th o liq u e a d o n c\n reçu u n e fo rm a tio n fe rm e , e t d e ce c h e f il e st\nin c o n te sta b le m e n t su p é rie u r au c le r g é d e to u te\na u tre c ro y a n c e a c a th o liq u e d e l ’ O r ie n t. M a is la\nd isse m b la n ce d e fo rm a tio n d e nos p rê tr e s e s t la\nso u rce de n o m b re u x et p a rfo is d e g ra v e s in c o n ­\nv é n ie n ts, d o n t je ne ferai q u ’e sq u isse r q u e lq u e s\nun s.\n     N o s p rê tre s m a n q u e n t to u t d ’a b o rd de l ’in ­\ns tru ctio n e sse n tie lle , c e lle q u i d o it être la base\nd e to u te s le s a u tre s, je v e u x p a r le r d e c e lle q u i\nd o it être en ra p p o rt d ire c t a v e c les e x ig e n c e s\ndu m ilie u où ils so n t a p p e lé s à e x e rc e r le u r\nm issio n . A l ’â g e de 13-14 ans il q u itte n t le u r\np a y s p o u r n ’y re to u rn e r q u ’a p r è s 10-12 a n s. C e\nre to u r sera p o u r e u x un tra n s p o rt d e la lu m iè r e\na u x tén è b re s; d ’un m ilie u b ie n aéré d a n s un m i ­\nlie u d é lé tè re ; je d ira i p lu s e n c o r e , il se ra p o u r e u x\nu n p a ssa g e d e la v ie à la m o rt. T o u t d ’un co u p\nils se v e rro n t en face d e d iffic u lté s, a u x q u e lle s\n\n  (1) Ainsi, tandis que le D iocèse d’A ngora possède plus de 40\nprêtres, pour une population de 12-13,000 Catholiques, tous\ngroupés en ville [car ce D iocèse ne possède aucune mis­\nsion] , les D iocèses de Diarbèkir, de Karpouth, de M alatia souf­\nfrent vraiment De la pénurie d’ouvriers. D e même à Constan­\ntinople qui n’offre guère plus de 12,000 Catholiques, le nom­\nbre des prêtres s’élève à 100, tandis que le D iocèse voisin, celui\nde Brousse, n’en possède que 4 ou 5 , m algré ses nombreuses\nm issions.\n\n\n\n\n160\n"}, {"page_pdf": 176, "texte": " ils n ’a v a ie n t ja m a is so n g é, e t co n tre le s q u e lle s\n ils se tro u v e ro n t in su ffisam m en t p ré m u n is et\n a rm és. E n o u tre, il en e st très p eu q u i sa u ro n t\n co n server le so u v e n ir d es cé ré m o n ies r e lig ie u ­\n ses, et p as un d ’e n tre e u x ne c o n n a îtra le s ru b ri­\n q u es, ni le s ch a n ts de l ’É g lis e . V o ilà p o u rq u o i\n en m a in ts e n d ro its on a dû su p p rim e r le s m esses\n ch a n tées et les offices, le c u ré ig n o ra n t le ch a n t\n et le b u d g e t tro p m o d e ste d e l ’é g lis e ne p e r­\n m etta n t g u è re d e lo u e r d es ch a n tre s.\n     C e n ’e st p as to u t. Q u i ne co n ço it, en effet, les\n in co n vén ien ts q u i p e u v e n t su r g ir d e la ren co n tre,\nd e la v ie cô te à cô te, d e p rê tre s d e fo rm a tio n\nd iss e m b la b le , p a rta n t im b u s d e p ré ju g é s le s\nuns co n tre les a u tre s ? E t ce q u i p is est, c ’est\nde les v o ir p la cé s so u s un c h e f a y a n t u n e for­\nm a tio n to u te d iffé re n te d e l ’u n e co m m e d e\nl ’a u tre d es le u rs !\n     C ’e st là m a lh e u re u se m e n t ce q u e n o u s co n ­\nstaton s ch e z le c le r g é A rm é n ie n . I l e x is te un\ng ran d a n ta g o n ism e e n tre le s p rê tre s C o llé g ie n s\n[ceux q u i o n t fa it le u rs é tu d e s à la P ro p a g a n d e ]\net les p rêtres P lé b é ie n s , (1) C e u x -là p lu s n o m ­\nb re u x v o u d r a ie n t a cca p a re r to u s les p o stes. A\nl ’e x ce p tio n d e q u e lq u e s-u n e s, to u te s le s d ig n ité s\nde la h ié ra rc h ie e c c lé s ia s tiq u e so n t o ccu p ées\npar e u x . Ils jo u is s e n t d ’u n e g ra n d e lib e r té d an s\nl’e x e rc ic e d es fo n ctio n s sa crées : e t c ’e st ain si\nq u ’ils re fu se n t to u te so u m issio n à le u rs é v ê q u e s\nre sp e ctifs. C e n ’est p as q u ’ils a ie n t p lu s d ’in ­\nstru ctio n , ni p lu s d e m é rite s, ca r d e fa it ils\nsont les m o in s d o u é s d e cu ltu re in te lle c tu e lle ,\net les m o in s e x e m p la ire s d a n s le u r co n d u ite ,\nm ais sim p le m e n t p a rce q u ’ils on t l ’e sp rit p le in\nd ’a m b itio n , et p as assez é c la iré su r les d e v o irs\ne c c lé s ia stiq u e s.\n    Q u a n t a u x p rê tre s d e la d e u x iè m e c a té g o rie ,\nils so n t co n d a m n é s à être les fid è le s se rv ite u rs\ndes p ré c é d e n ts. Ils d o iv e n t v iv r e , p o u r ain si\nd ire, d es m ie tte s q u i to m b e n t d e la ta b le de\n  (1) C ’est ainsi qu e le s P ro p a g a n d iste s a p p e lle n t le s autres\nprêtres de form ation fra n ç a is e ou in d igèn e.\n\n\n\n\n                                                                           161\n"}, {"page_pdf": 177, "texte": "le u r co n frères P r o p a g a n d is te s . N o u s en avons\nv u s, d es je u n e s e c c lé sia stiq u e s, d o u é s d ’u n e co n ­\nn a issa n ce très é te n d u e en m a tiè re s e c c lé s ia s ti­\nq u es et p ro fan es, arm és d e z è le v ra im e n t a p o s­\nto liq u e e t to u t p rê ts à a g ir là où l ’E s p r it S a in t\nle s p o u sse ra it e t q u i p o u rta n t se so n t tro u v é s\nà la so rtie d u sé m in a ire in d ig n e m e n t re lé g u é s\nen u n co in o b scu r, ou co n d a m n é s à p a sse r de\nlo n g u e s a n n ées d a n s le u rs m aison s p a te rn e lle s\nsan s s ’o ccu p e r d e rien .\n    P a r co n tre , q u e de fois n ’avo n s-n o u s p as vu\nd es p rêtres d e la p re m iè re c a té g o rie n ’a y a n t\nd ’a u tres m é rite s q u e d ’être d e v ra is m o d è le s\nd e fa in é a n tise et d e d é b a u c h e , é le v é s à d e très\nh a u te s d ig n ité s.\n    Il est lo in de nous d e v o u lo ir g é n é r a lis e r ces\na ccu satio n s p o u r to u s les d io cè se s. C e q u i nous\na fflig e le p lu s, c ’est d e ren co n trer d e p a re ils\na b u s d an s d es ce n tre s in flu e n ts, co m m e à\nC o n sta n tin o p le , d ’où ils ne ta rd e ro n t p as à\ns ’é te n d re d an s l ’in té rie u r d u p a y s .\n    T o u s ces in co n v é n ie n ts, p ro v e n a n t d ’après\nnous de la d isse m b la n c e d e fo rm a tio n d u c le rg é ,\nou b ie n ré su lta n t d ’u n e fo rm a tio n to u te étra n ­\ng è re a u x b e so in s lo c a u x , n o u s fo rce n t à én o n cer\nc e tte c o n clu sio n : O u e l ’existence, ou la création\nde Séminaires locaux est de nécessité absolue.\n   L a cré a tio n d e S é m in a ire s in d ig è n e s ne sera\np o in t san s p ré c éd e n ts d a n s la co m m u n a u té A r ­\nm é n o -C a th o liq u e . P lu s ie u r s D io c è se s o n t e ssa y é\nd ’a v o ir le u rs S é m in a ire s p ro p re s, m a is p ar\nm a n q u e d ’u n e b o n n e d ire c tio n ils éch o u è re n t.\nP e n d a n t lo n g te m p s le D io c è s e d ’E rze ro u m\nfo rm a ses p rê tre s, m a is co m m e il lu i m a n ­\nq u a it d e sa va n ts d irec te u rs, il n ’en retira\naucu n a v a n ta g e n o ta b le .\n    L e D io c è s e d e M a rd in e p o ssè d e a u ssi un\nS é m in a ir e , m a is c ’e st to u jo u rs le m ê m e in co n ­\nv é n ie n t q u i s ’y p résen te.\n  S e u l le D io c è s e d ’A n g o ra [A n cy re] se ra it à\nm êm e d e fo n d er un S é m in a ir e a n a lo g u e à ce u x\n\n\n\n\n 162\n"}, {"page_pdf": 178, "texte": " d ’ Ita lie ou d e F r a n c e , e t c e la p arce q u ’il co m p ­\n te d an s son c le r g é n o m b re d e m e m b re s d o u é s\n p ou r être d ’e x c e lle n ts d ire c te u rs. I l a d e p lu s\n assez d e resso u rces p o u r se p erm ettre la fon ­\n d atio n et a ssu re r le m a in tie n d ’un p a re il S é m i­\n n aire. M a is il est b ie n d é so la n t d e co n sta te r\n q u ’il e st to u t ju s te m e n t l ’u n d e s d io cè se s les\n p lu s arrié ré s en fa it d ’o rg a n isa tio n e c c lé s ia s ti­\n q u e. P lu s d ’u n e fo is, san s d o u te , on e s s a y a d ’y\n o u vrir un S é m in a ire , m a is co m m e tro p d ’in té ­\n rêts p ro fan es se m ê la ie n t à u n e œ u v re é m in e m ­\n m ent sa in te , D ie u s e m b la it re fu se r sa b é n é ­\n d ictio n , et la te n ta tiv e é ch o u a to u jo u rs.\n     Il n ’y a q u e le S é m in a ire d e B z o m m a r\n[L ib a n | q u i p u isse se g lo rifie r d ’a v o ir co n trib u é\nsé rie u se m e n t à la fo rm a tio n d es o u v rie rs d e la\nV ig n e d u S e ig n e u r. A u jo u r d ’h u i en co re il co n ­\ntin u e à fo rm e r d e je u n e s e c c lé s ia s tiq u e s , m a is\nil s e m b le a v o ir p erd u b e a u c o u p d e son a n cie n\nécla t su rto u t d a n s ces cin q d e rn iè re s a n n ées.\nA q u o i a ttr ib u e r u n e p a r e ille d é c a d e n c e ? C ’est\nce q u e n o u s v o u lo n s ig n o re r, m a is à en cro ire\nles b ru its q u i c irc u le n t d an s la m a sse p o p u la ire ,\nla m a lv e illa n c e d e ce rta in e s p erso n n es in flu e n te s\nn ’y s e ra it p as é tra n g è re .\n    N o u s ne v o u lo n s rien d ire non p lu s d e s te n ­\ntative s fa ite s à C o n sta n tin o p le m ê m e, en v u e d e\nla fo n d atio n d ’un P e t it S é m in a ire . C o m m e en\nO rie n t le s ch a rg e s n e s ’a cco rd e n t q u e m o y e n ­\nnant u n e forte r é trib u tio n ou des p ro te ctio n s,\nles a g en ts, u n e fois en trés en p o sse ssio n de\nleurs fo n ctio n s, o u b lie n t to ta le m e n t le u rs d e ­\nvo irs, e t n e p o u rsu iv e n t q u e le u r in té rê t p e r­\nso n n el. C ’e st là m a lh e u re u se m e n t ce q u i a rriv a\np our le S é m in a ire d e C o n s ta n tin o p le . I l n ’eu t\nq u ’une d e m i-d o u za in e d ’an n ées d ’e x is te n c e .\nU n p a re il é ta t ne m é rite -t-il p as nos d o lé a n c e s?\n\n\n                                *\n\n   E n rega rd d e ces fa ib le sse s d e la C o m m u n a u té\nca th o liq u e en A rm é n ie , nous so m m es h e u re u x\n\n\n\n\n                                                                 163\n"}, {"page_pdf": 179, "texte": "d e co n sta te r la m a g n a n im e a c tiv ité d e s P r ê ­\ntre s-M issio n n a ire s en p ro v in ce . C ’est, d e fait,\nau ce n tre m êm e d e l ’A rm é n ie q u ’il fa u t se\nre n d re p o u r a d m ire r ce q u e le C a th o lic is m e p ro­\nv o q u e de b e a u , d e d iv in , d e s u b lim e . L à , on\nv e r ra d ’u n e p a rt l ’iso le m e n t, le s d ifficu lté s et\nles p riv a tio n s d u M issio n n a ire A rm é n ie n , de\nl'a u tr e son a c tiv ité , sa v a illa n c e , ses b e a u x tra ­\nv a u x a p o sto liq u e s.\n    L e M issio n n a ire v it to u t se u l, san s v ica ire ,\nsan s d o m e stiq u e , lo in , b ie n lo in d e ses p aren ts\ne t d e la v ille E p is c o p a le . C e t iso le m e n t ne le\nd é co u ra g e p o in t, il sen t q u e J .- C . v it en lu i,\nil s ’é p u ise p o u r son d iv in M a ître ; q u e lu i im ­\np o rte a lo rs to u te au tre co n so la tio n h u m a in e ? Il\nest sc ru p u le u x e x é cu te u r de sa c h a rg e p a sto ra le .\nT o u s les m o is il d o it v is ite r ses fid è le s ch ez\ne u x ; to u s les d im a n ch e s il d o it le s in stru ire , les\nca téch ise r. L e s d im a n ch e s, il le s co n sa cre à la\nv is ite d es m a la d e s. A l ’é co le , il d o it d o n n e r la\ncla sse a u x é lè v e s d es d e u x se x e s, (1) to u t au\nm o in s tro is fo is p a r se m a in e .\n    A u m ilie u d e ta n t d ’o ccu p a tio n s, il e st une\na u tre c h a rg e d ’un ord re to u t d iffé re n t q u i rend\ne x trê m e m e n t p é n ib le e t c r itiq u e la situ a tio n du\nM issio n n a ire A r m é n ie n . C ’est, co m m e nous\nl ’avo n s re n se ig n é p lu s h au t, s a c h a r g e d e M o u ra ­\nk a ss-V é k ili, ou re p ré se n ta n t d u M o u ra k a ss a u ­\np rès d u G o u v e rn e m e n t. Il a le d e v o ir d ’assister\nà to u s les co n se ils d u G o u v e rn e m e n t, d e p re n d re\nun e p a rt a ctiv e d a n s les d é cisio n s, et d e p ro té g e r\nses fid è le s et le u rs d ro its. L a p ru d e n ce , l ’é q u ité ,\nl ’é n e rg ie e t l ’a c tiv ité du cu ré C a th o liq u e sont\nu n iv e rse lle m e n t reco n n u es. A u s s i C a th o liq u e s\nou S c h is m a tiq u e s , P ro te sta n ts ou M u su lm a n s,\nto u s a cco u re n t v e rs le cu ré c a th o liq u e p ou r\n\n\n    (1) L ’en seign em en t du fra n çais est sp écia lem e n t ré serv é au\nC u ré. E t il est b o n à ra p p e le r ici que l’étude du fra n çais est\nab so lu m en t o b ligato ire dans les é co le s arm énienn es. E t il n’est\né c o le , q u elq u e p etite q u ’e lle soit, où le fra n çais n e soit m is en\ntête du p ro gram m e.\n\n\n\n\n164\n"}, {"page_pdf": 180, "texte": "d em a n d e r sa p ro te c tio n e t ses co n se ils. L e p re s­\nb y tè r e p re n d l ’a sp e c t d ’un e v ra ie m a irie d u ra n t\ntou te la jo u r n é e . C ’est là où se re n d e n t les e n n e ­\nm is p o u r se re c o n c ilie r, le s ch efs d e fa m ille\npour r é ta b lir la p a ix e t l ’u n io n d a n s le u r fo y e r\np a tr ia r c a l. E n u m é re r un à u n to u s les se rv ice s\nq u e ces v a illa n ts a p ô tres re n d e n t à la r e lig io n et\nà l ’h u m a n ité d an s ces lo in ta in s p a y s , se ra it u n e\ntâch e tro p lo n g u e . A u s s i ne fa u t-il p o in t s’é to n ­\nner en v o y a n t q u e le S a c e r d o c e e st te lle m e n t\n resp ecté d a n s ces co n tré e s q u ’on se cro ira it\ntra n sp o rté a u x p re m ie rs siè c le s d e la C h ré tie n té .\n    Q u e lle resso u rce on t-ils p o u rta n t ces v a illa n ts\napôtres p o u r le u r p ro p re so u tie n e t p o u r c e lu i\nde le u rs n o m b re u ses œ u v re s? C ’e st là u n p o in t\nresté en co re se cre t à n o m b re d e p erso n n es.\nN o u s avo n s ren co n tré en O c c id e n t b ie n d es p e r­\nsonnes d is tin g u é e s p a r le u r v a s te é r u d itio n dan s\nl ’h isto ire d e l ’ É g lis e o rie n ta le , q u i p o u rta n t\nig n o ra ie n t c o m p lè te m e n t ce p o in t c a p ita l. L a\np lu p a rt d ’e n tre e lle s o n t m êm e osé b lâ m e r\np u b liq u e m e n t d es P r é la ts o rie n ta u x d ’u n e é m i­\nnen te sa in te té , le s tra ita n t d ’h o m m e s fa in é a n ts,\nd é b a u ch é s e t c u p id e s . N o u s n ’avo n s n u lle m e n t\nbesoin d e ré p o n d re à d e p a r e ille s in c u lp a tio n s.\n Il nous su ffira d e ra p p o rte r d es fa its a u th e n ti­\n ques, en la issa n t à la co n scie n ce d e nos é m i­\n nents le cte u rs la fa cu lté d e p re n d re ju g e m e n t.\n    A p a rt ce u x d e C o n sta n tin o p le , d ’A le x a n d r ie\n [E g y p te ], d ’A le p , d ’A n g o ra , d e B ro u sse e t d e\n M a rd in e , to u s les d io cè se s se tro u v e n t d an s\n un d é n û m e n t a b so lu . L ’u n iq u e resso u rce q u i\n a u rait p u le s so u te n ir é ta it le u r h o n o ra ire d e\n m esses ; m a is v o ilà q u e ce tte p o rte a u ssi v ie n t\n d ’être fe rm é e p o u r e u x . (1)\n     S a n s d o u te , l ’ Œ u v r e d es M issio n s C a th o ­\n liq u es e n v o ie ch a q u e a n n ée u n e so m m e de\n 3 o,ooo frs. m a is p a rta g é e e n tre 1 5 D io c è se s , de\n\n   (1) A v a n t le s m a ssa cres, ce s h o n o raires étaien t e n v o y é s en\n partie p ar l ’Œ u v r e de la P ro p a g a n d e , m ais e lle vie n t de les sup ­\n prim er p ar des m otifs in conn us.\n\n\n\n\n                                                                                165\n"}, {"page_pdf": 181, "texte": "  q u e l seco u rs p e u t-e lle être? A ch a cu n n e re vie n t\n q u e 2000 frs. p a r a n ! ! ! . V o ilà q u i est assez\n p it o y a b le !\n     C e fu t en v a in q u e ces p a u v re s m issio n n a ire s\n p rire n t recou rs a u p rè s de la g é n é ro sité d es fid è­\n le s d ’O c c id e n t, lo rs d es d e rn ie rs m a ssa cres : le u r\n a p p e l ne fu t q u e trè s p eu é co u té et ils e u re n t la\n d o u le u r de v o ir é ch a p p e r la p lu s b e lle o ccasio n\n d e c o n q u é rir la s y m p a th ie de le u rs frères non-\n u n is. L e p ro te sta n tism e en p ro fita p o u r d im in u e r\n à to u t ja m a is l ’in flu en ce d u ca th o lic ism e . P a r ­\nto u t fu re n t fo n d és d es o rp h e lin a ts p ro te sta n ts.\n B ie n tô t ce u x -ci re g o rg è re n t d ’o rp h e lin s e t d ’or­\n p h e lin e s, le s q u e ls fu re n t e n v o y é s b ie n tô t en\nA n g le te r r e et en S u is s e , et a u ssitô t re m p la cé s\n p a r d ’a u tres.\n    A v ra i d ire , nous n ’avo n s q u ’à lo u e r ici le\nz è le et l ’a c tiv ité d es p ro te sta n ts. Ils c ro y a ie n t\nq u e l ’O c c id e n t c a th o liq u e se r é v e ille r a it enfin\np o u r a ssiste r d e ses a u m ô n es les m issio n n a ire s\nca th o liq u e s7 e t q u ’a lo rs ils ne p o u rra ie n t c o n ti­\nn u er le u r m a n œ u vre s. M a is q u e lle ne fu t le u r\nju b ila tio n lo rsq u e le fa it a tte sta to u t le co n ­\ntra ir e !\n\n                                    *\n                                        «\n     D ’a u ta n t q u e le c a th o lic ism e s ’h on ore en A r ­\nm é n ie p ar le z è le , l ’a c tiv ité et la sa in te té d e ses\nm in istre s, d ’a u ta n t il e st d e sh o n o ré m a lh e u re u ­\ns e m e n t à C o n sta n tin o p le e t à A n g o ra p a r l ’in or­\ng a n is a tio n , l ’in d iffé re n ce e t la v ie p eu e x e m ­\np la ir e d u c le rg é .\n    A n g o ra , il y a u n e d iza in e d ’an n ées, é ta it\nre g a rd é co m m e un m o d è le de d io cè se . L a p ié té\nd e ses fid èle s et le u r a tta ch e m e n t au C a th o li­\ncism e é g a la it c e u x d es B re to n s. M a is l ’on ne\ns a it q u e l souffle d é lé tè re p assa , d an s ces d ix\n   L a F ra n c e elle-m êm e, qui co n co u rait si gén éreu sem en t à\nsoutenir les v a illa n ts m issionn aires p a r des seco u rs excep tio n ­\nn els et p ar des intentions de m esses, sem b le désorm ais ne plus\ns’in téresser au sort m a lh eu reu x de ces ap ô tres du C h ristia ­\nnism e.\n\n\n\n\n166\n"}, {"page_pdf": 182, "texte": "f\n\n\n    d ern ières an n ées, su r ce g ra n d d io cè se .\n       T o u r à to u r on a d û ferm er le s m issio n s\n    d ’a le n to u r q u i a v a ie n t co û té ta n t d e sa crifice s.\n    A u jo u r d ’h u i, m a lg ré q u e le s c a th o liq u e s co n ­\n    stitu e n t la m a jo rité de la p o p u la tio n et q u ’ils\n    aien t d ’a b o n d a n te s re sso u rces e t u n c le rg é n o m ­\n    b re u x , il e st le D io c è s e le p lu s a rrié ré en fa it\n    de tra v a u x a p o sto liq u e s.\n        P a r d é fa u t d ’u n e b o n n e o rg a n isa tio n e t d ’u n e\n    sage d ir e c tio n d u c le rg é , ce d io cè se d é p é rit de\n    jo u r en jo u r , e t le c le rg é s ’en é lo ig n e p o u r\n    ch erch er a ille u rs l ’a p o sto la t q u ’on lu i refu se d an s\n    son d io cè se d ’o rig in e .\n        N o n m o in s d é so la n t e st l ’é ta t d e l ’ É g lis e et\n    du c le r g é d e C o n s ta n tin o p le . A u c u n e co n trée\n     eu ro p éen n e ne la d é p a sse en in d iffé re n ce\n     re lig ie u se . P o u rta n t sous le p o n tific a t d e M g r.\n     H a sso u n (1) c ’é ta it un d io cè se m o d è le . D e s\n     ca th o liq u e s y a cco u ra ie n t d e to u te s p arts p o u r se\n     retre m p e r d an s la fe rv e u r c h ré tie n n e . Q u e le s\n     tem ps so n t ch a n g é s !\n         C o n s ta n tin o p le a v e c sa b a n lie u e co m p te à\n     p eine 12,000 a rm é n ie n s-ca th o liq u e s. E lle a 10\n     ég lises p a ro issia le s et p lu s d e 100 p rêtres.\n         C e se ra it u n e b ie n g ra n d e illu s io n q u e de\n     s’im a g in e r q u e l ’o rg a n isa tio n d u c le rg é et des\n     paroisses est a n a lo g u e ici à c e lle d es a u tres p a y s\n     c a th o liq u e s, e t co n fo rm e a u x d é cisio n s d e s C o n ­\n     ciles.\n         Il n ’en e st rien .\n         L e s É g lis e s p a ro issia le s on t d e fa it un cu ré ,\n     m ais c e lu i-ci ne s ’a p p u ie su r a u cu n e r è g le p o u r\n     co n n a ître ses d e v o irs et les a c c o m p lir. C e s cu rés\n     ne so n t ni a m o v ib le s ni in a m o v ib le s. Ils se\n     m a in tie n n en t ta n t q u ’ils sa v e n t s ’a cco m m o d e r\n     au bo n g ré d e c e u x a u x q u e ls p o u r la p lu p a r t ils\n     sont r e d e v a b le s .\n         T o u te s le u rs o b lig a tio n s co n siste n t à d ire u n e\n\n       (1) M gr. H a sso u n , d ’abord P a tria rch e des A rm én ien s C a th o ­\n    liques, ensuite d e v e n u C a rd in a l, a é té l ’u n e des plus b e lle s\n    figures de l ’É g lis e A rm én ien n e C a th o liq u e de ce s iècle .\n\n\n\n\n                                                                               167\n"}, {"page_pdf": 183, "texte": " m esse (1) et à e n te n d re les co n fe ssio n s d e ces\n rares p erso n n es q u i v ie n n e n t d ’elles-m ê m e s à\n le u rs p ie d s.\n     D o n c , p as d ’œ u v res à d ir ig e r , p a s d e co n fé­\n ren ces e c c lé sia stiq u e s, p as d ’in stru ctio n s c a té ­\n c h istiq u e s. L e s serm o n s sont to ta le m e n t su p ­\np rim é s, e x ce p té les d im a n ch e s d u te m p s de\n C a rê m e .\n     L a re lig io n la n g u it dan s to u te l ’a cce p tio n du\nm o t. P r ê tr e s et fid è le s c ro u p isse n t d a n s une\nin d iffé re n c e o u tra g e a n te . L e s un s e t le s autres\nson t é g a le m e n t a tte in ts d ’u n e lé th a rg ie s p ir i­\ntu e lle .\n     L e ch iffre d u c le rg é , avo n s-n o u s d it, d ép a sse\nle s 100. Q u e d e p ré c ie u x se rv ice s ne d evrait-o n\np as a tte n d re d ’un n o m b re si re sp e cta b le d ’o u ­\nv r ie r s ? m a is h é la s ! to u t e sp rit ju d ic ie u x et\nim p a r tia l d o it a v o u e r q u e l ’in so u cia n ce des\nch efs e t l ’a b se n ce ch e z e u x d ’e sp rit d ’o rg a n isa ­\ntio n on t se u le s été la ca u se d e s sca n d a le s so u ­\nle v é s to u s les jo u rs d a n s le c le r g é .\n    P a s u n d e ces p rêtres n ’a u n e c h a rg e , un\np o ste . C e so n t a u ta n t d e v a g a b o n d s , e rra n t dans\nle s ru es to rtu e u se s d e la c a p ita le , et a ttira n t les\nre g a rd s et l ’in d ig n a tio n de la p o p u la tio n c h ré ­\ntie n n e et m u su lm a n e .\n    P e rso n n e ne s ’in tére sse à le u r sort, et ils se\nv o ie n t co n tra in ts d e p ra tiq u e r d es m o y e n s p a r­\nfois h o n te u x p o u r g a g n e r ta n t b ie n q u e m a l le u r\nv ie . I l en est q u i o n t fini p a r o u b lie r le u r ca ra c­\ntère non se u le m e n t d e p rê tre , m a is en core\nd ’h o m m e, en s ’a d o n n a n t à un e v ie d ’o rg ie .\n    « E n O r ie n t, d is a it n a g u è re un v é n é ra b le\np ré la t la tin , en s ’a d re ssa n t à u n je u n e p rêtre\nm issio n n a ire , on o u b lie non se u le m e n t ce q u ’on\na a p p ris, m a is en co re c e q u ’on est, p rê tre . »\n    L a v ie ir ré g u liè r e e t sca n d a le u se d u clerg é\n\n    (1) C e tte o b liga tio n subsiste, dussent-ils dire leu r m esse\na illeu rs qu e dans l ’É g lis e p aro issia le. L e re lâ ch em en t et\nl ’in d isciplin e, en effet, le s a m êm e p o rtés à s’a b sen ter de\nleu rs paroisses p en dant des sem ain es sans se faire re m p lace r\np a r u n autre prêtre.\n\n\n\n\n168\n"}, {"page_pdf": 184, "texte": "d o it n é ce ssa ire m e n t in flu e r su r c e lle d e s fid èle s.\nO n n ’a d u re ste q u ’à v is ite r les É g lis e s d e\nC o n sta n tin o p le p o u r s ’en co n v a in cre . Il e st p eu\nou p o in t d e co n trées, où l ’in d iffé re n ce r e lig ie u s e\nrencontre ta n t d ’a d e p te s q u ’à C o n sta n tin o p le .\n   L e s é g lise s n ’y so n t p as fré q u e n té e s ; les\nfid èles n e se so u v ie n n e n t p lu s d es leço n s du\nC a té ch ism e , la n o u v e lle g é n é ra tio n n e so u p ­\nçonne g u è re l ’e x is te n c e d e ce tte scie n ce r e li­\ng ieu se.\n    E n m ê m e tem p s la litu r g ie s ’e st c o m p lè te ­\nm ent d é fig u ré e , le s m esses ch a n té e s et le s offices\nd ivin s so n t su p p rim é s, (1) O n n ’en te n d p lu s q u e\nla m esse b a sse ; n e so m m es-n o u s p a s en d ro it\nde cra in d re q u ’e lle v a s u b ir le m ê m e so rt q u e les\nautres offices d e la litu r g ie ?\n    L e m a l se ra it p o u r b e a u c o u p d im in u é si l ’on\ns’o c cu p a it ta n t so it p eu d u c le rg é en lu i liv ra n t\ndu tr a v a il. Q u e d ’éco les p a ro issia le s e t d e c o l­\nlèges (2) m a n q u e n t d ’un bo n p ro fesseu r ! Q u e de\npostes so n t o ccu p é s p a r d es g en s in d ig n e s et\nm êm e p a r d es s c h ism a tiq u e s !\n    Il e st v ra im e n t n a vra n t d e co n sta te r to u s les\nans d es sca n d a le s n o u v e a u x p ro v e n a n t d e ce\nm a u vais c h o ix d es p ro fesseu rs.\n    N e p o u rra it-o n p as s u b stitu e r à d e p a re ils\nm onstres, d e s p rê tre s, d o n t la p re sq u e to ta lité\npossède u n e in stru ctio n s o lid e . D ’a u ta n t m ie u x\nque c e la a u ra it le d o u b le a v a n ta g e et d e te n ir en\nbonne ré p u ta tio n les c o llè g e s ou le s é co le s, et\nde d o n n er d u tra v a il au c le rg é .\n    L e z è le e t le d é v o u e m e n t sa u ra ie n t b ie n tro u ­\nver d ’a u tre s m o y e n s efficaces à te l b u t. M a is\n ce so n t là ju s te m e n t q u a lité s q u i m a n q u e n t à\n ceux a u x q u e ls e st co n fiée la ch a rg e d e c o n d u ire\n\n\n  (1) A p ein e a-t-on co n se rv é l’u sa ge d’e xé cu ter le s O ffices\ndivins, tels que M esse ch a n té e, V ê p r e s , e tc., dans d eu x ou trois\néglises. D a n s toutes le s autres é g lises, les dim an ch es et les\nfêtes p assen t com m e n ’im porte q u el jo u r de la sem ain e.\n  (2) Il fau t b ien rem a rq u er que toutes les é co le s et tous les\nco llèg es sont de fondation e cclésia stiq u e .\n\n\n\n\n12                                                                        169\n"}, {"page_pdf": 185, "texte": "le c le rg é ; c 'e s t su r e u x            que       p èse     to u te      la\nre sp o n sa b ilité .\n\n\n                                       *\n    Q u e lq u e so m b re q u e p a ra isse l ’a v e n ir d e ces\nd e u x E g lis e s d e C o n sta n tin o p le e t d ’A n g o ra ,\nnous so m m es b ie n p e rsu a d é s q u e le P a ste u r\nsu p rê m e n e le s la isse ra g u è re d an s c e tte triste\nsitu a tio n .\n    T o u t e s le s sem a in es le c o u rrie r nous ap p o rte\nd es n o u v e lle s co n so la n te s d u cœ u r m êm e d e l ’A r ­\nm é n ie . U n e p ro v in ce e n tiè re m e n t sc h ism a tiq u e ,\noù le C a th o lic is m e n ’a v a it su ju s q u ’a u jo u r d ’h u i\np én étre r, s’est é b ra n lé e , e t c ’est p a r ce n ta in es\nq u ’e lle fo u rn it d es co n v e rtis au ca th o licism e .\nC ’e st le v ila y e t d e V a n . G râ c e a u x D o m in i­\nca in s fran ça is le c a th o lic ism e se m b le y a vo ir\na cq u is d e so lid e s fo n d em e n ts. E n m o in s de\nd e u x ans le s ca th o liq u e s so n t a rriv é s à a tte in d re\nle ch iffre re sp e cta cle d e 40,000. C e m o u v e m en t\na ca u sé u n e v iv e é m o tio n a u x c a th o liq u e s de\nC o n sta n tin o p le . B e a u c o u p d e p rê tre s re v ie n n e n t\nd e le u r co n d u ite sca n d a le u se , et nous som m es\np le in d e ce t e sp o ir q u e D ie u se s e rv ira d e ce\nm o y e n p o u r ram e n e r à lu i ta n t d ’â m es ég aré e s.\n    P u is s e le d iv in M a ître a c c é lé re r l ’h eu re où le\nv œ u d u g lo rie u x L é o n X I I I se ra en fin acco m ­\np li !\n                                                         X.\n    C o n sta n tin o p le , d é ce m b re 1898.\n\n  N. D. L. D :\n  Nos lecteurs voudront bien tolérer l’anonymat de ces remarques.\n  L e soin qu’il doit prendre de s’en cacher est en raison même de l’expérience de\nnotre auteur en ces questions et de la situation qu’il occupe.\n  Cette présentation du même coup rendra excusable l’exotisme de ces écritures.\n\n\n\n\n170\n"}, {"page_pdf": 186, "texte": "              M E SSE D E M IN U IT\n          »\nN oël et ses cloches, tout là-bas,\nAppelle dans la nuit, à travers bois,\nAvec des sanglots dans la voix....\nNous nous sommes levés de la table tiède ;\nT u n'entendais que l’hymne encor ! du Rois des rois,\nE t j ’écoutais du seuil, dans le vent d’effroi,\nL ’Espoir désespéré qui crie à l’aide ! ....\n\nAlors nous avons pris le manteau et la torche ;\n— L a neige éperdument tournoyait sous le porche —\nJ ’ai relevé ma cape, tu as serré ton voile ;\nE t nous avons marché, dans la nuit, vers l’Etoile,\nD u vieux pas des aïeux, à l’appel des cloches.\n\nE t, vers leur chant, là-bas, dans la huée du vent,\nNous allions, côte à côte, par la route où, souvent,\nSous la lune nouvelle ou le soleil penché,\nNos ombres, devant nous, côte à côte, ont marché\n— Où nous suivions nos ombres qui s’ en allaient devant,\n( Vers quel but ? pour quelle fin ?) l’une vers l’autre penchée —\nTu chantais un n0ël ; moi, je marchais, rêvant.\n\nL e portail est ouvert ; mais l’ église est déserte !\nL a nudité de Dieu que l’homme avait couverte\nDe l’orfroi de son rêve, des pourpres de sa joie,\nFrissonnait, devant nous, dans la crèche de bois\n— Tri pris ton âme toute et la lui as offerte....\n\nE t moi, j ’aurais voulu, prêtre ordonné du Verbe,\nCouvrir l’enfant divin d’un vêtement superbe,\nL ’ adorer comme un mage-roi, à deux genoux,\n— T u lui disais, tout bas : Enfant Dieu, sauvez-nous !...\n\n\nNous sommes revenus par les sentiers sans herbe.\n\n\nJe songeais : fut-elle vaine donc, la loi d' amour ?\nChrist, voici que la nuit est la même, toujours :\nL a honte est sur nos fronts comme aux plus anciens jours ;\nL a parole blasphème et la haine a vaincu ;\nEst-ce donc pour ceci que nous avons vécu ?\nQu’ espéraient-ils, ceux-là, nos pères forts et tendres ?\nAvons-nous pris la torche vive pour la rendre\nEteinte dans la nuit qu’ elle doit éclairer ?\nNous légua-t-on l’espoir pour nous désespérer ?...\n— Mais toi, dans le silence, tu croyais entendre\nDes voix d’anges chantant par dessus les guérets.\n\n                                       F r a n c is V ie l é - G r if f in .\n\n\n\n\n                                                                          171\n"}, {"page_pdf": 187, "texte": "              U n pauvre Noël\n    C ’était la nuit du vingt-quatre D écem bre. P as un\n  bruit, pas un souffle, dans la campagne toute blanche.\n    Ç à et là, au fond des combes, à l’orée des bois,\n les fermes dormaient sous leur manteau de neige.\n A u loin, plus humble que les autres et plus triste,\n l’une semblait tapie dans un repli de terrain : on\n voyait tout juste, sur les vitres d’une fenêtre, palpi­\n ter des reflets glauques. L à , une jeune femme était\n assise : elle tenait entre ses bras un petit enfant de\n deux mois à peine.\n    Seule, et lasse du travail de la journée, depuis des\n heures elle le prenait sur ses genoux et le reprenait,\n lui parlait, le caressait, l’embrassait, tâchait de le\n réchauffer. Mais il pleurait toujours ; il pleurait mi­\n sérablement, remuant ses petites jam bes, fermant\n ses petits poings et les frottant l’un contre l’autre...\n Il y avait, sur ce raccourci de visage humain que la\n douleur déformait,une expression d’angoisse qui était\n navrante. Oh ! l’horrible souffrance qui tue ces inno­\n cents ! Est-ce qu’ils entrent au monde pour souffrir ?\n    L e petit corps gisait sur les genoux de la jeune\nfemme.\n    Que faire ! E lle avait tout essayé, vainement tout\nessayé.\n    A h ! s’il avait pu parler !... E t, bien sûr, il parlait !\nM ais que voulait-il dire, et comment saisir un sens\ndans ce vagissem ent monotone et sans fin ? E lle ne\nsavait pas ; elle ne pouvait pas savoir. Ces petits sont\ndes énigmes ! Que désirent-ils, et que demandent-ils ?\nAm es obscures et douloureuses, âmes closes où se\ndébat une pensée crépusculaire....\n    Entre ses bras, contre son sein, elle tenait le cher\npetit, qui était presque mort ; et sur ces paupières\nridées, sur ces pauvres joues de momie, un regard\nineffablement triste, un long regard plein d’angoisse,\ntombait des yeux maternels. E t oui, c ’était là sa pe­\ntite âme, c ’était son cher amour, le petit enfant\nqu’elle avait désiré et attendu dans la souffrance,\nqu’elle avait reçu dans ses bras et couvert de baisers.\nL ’avait-elle aimé et choyé, ce premier-né ! C ’est\n\n\n\n\n172\n"}, {"page_pdf": 188, "texte": "qu’elle avait encore cette jeunesse d’âme qui fait le\ncœur des mères plus tendre et plus ingénieux, déli­\ncieusement tendre, délicieusement naïf dans la\ntendresse.\n    Aussi, combien elle souffrait ! C ’était un affreux\nmartyre.\n    Cette plainte continue, cette lamentation sem­\nblable à un râle, ces pauvres petits cris, aigres,\nrauques, brisés, lui entraient dans le cœur comme\nune lame. E lle était bien la crucifiée de l’amour\nmaternel... E t toute seule, près de ce feu mort,\ndevant cette douleur qu’elle ne pouvait soulager,\net qui la torturait elle-même, toute seule ! Son\nhomme qui était allé à « la ville » pour faire un peu\nd’argent, n’était pas revenu. Pourquoi ? que lui\nétait-il arrivé ? Mon Dieu, quelle veillée de N oël !\n    Ailleurs, on partait : c’était l’heure, maintenant.\n    On partait gaîment ; on partait chaudement vêtu.\n    Cette messe la nuit, ces cloches qui s’éveillaient\nlà haut et qui sonnaient à tue-tête, la vieille église\n étincelante et m ystérieuse : tout cela, quand elle\n était petite fille, l’avait enchantée. Quelle impatience\n au départ ; et, quelle joie, quelle vision céleste à\n l’arrivée ! L ’étoile et les anges chanteurs ; la vierge\n adoratrice et l’Enfant-Jésus ! L ’Enfant-Jésus couché\n sur la paille, de la vraie p aille ,         oui, et tout\n petit, et qui doit avoir bien froid dans cette étable\n de Bethléem .........\n     Ces souvenirs remontaient de sa mémoire.\n     En même tem ps, elle jeta autour d’elle un regard,\n un singulier regard, distrait, presque étonné. E lle\n songeait        « E h oui ! c ’était comme cela, l’hiver,\n la nuit         T outes les portes s’étaient fermées\n  devant eux ; on les avait jetés dehors. Oh ! les\n petites gens, c’est cela. E t ils erraient au hasard,\n  le cœur gros de tristesse, bien malheureux et ne\n  sachant où se réfugier         Ils ne trouvèrent qu’une\n  étable abandonnée où la bise soufflait une neige\n  fine, qui était de glace. C ’est là qu’elle tomba de\n  fatigue et de froid ; c’est là, au milieu de la nuit,\n  en plein champ, dehors « quasiment » et dans la\n  neige, qu’i l vint        Pauvre femme, pauvre petit\n  enfant ! Oh ! cette naissance, cette nuit glacée et\n  cette misère ! T out nu et si tendre, entre les plis\n  gelés d’un vieux manteau ! P auvre petit enfant !\n\n\n\n\n                                                       173\n"}, {"page_pdf": 189, "texte": "  E t elle, quand elle sentait contre sa poitrine le\n petit corps qui frissonnait, quand elle voyait la\n petite figure mordue par le froid !...... Mon Dieu !\n         Oh, oui ! vous étiez plus malheureux que\n nous, et plus abandonnés et plus pauvres. Elle\n souffrait bien davantage, L u i aussi, L ui su rto u t!....\n          Mon Dieu, ne nous plaignons pas, nous\n autres. Souffrons, soumis comme eux et résignés\n comme eux : « que votre volonté soit faite » !\n    Allons ! Chère petite âme, ne pleurons plus, ne\n pleurons plus: soyons sa g e.... Allons! dodo, dodo...\n             Il est né, le Divin Enfant :\n             Jouez, hautbois, résonnez, m usettes...\n N ’est-ce p as? nous souffrons moins m aintenant....\n Dorm ons....\n          Q u’il est beau, comme il est charmant !\n          Q u’il est doux, le Divin Enfant !\n Il dort... Ses lèvres, ses joues se sont colorées. Il\nsourit en dormant ; et quel sourire ? Jamais je n’a­\nvais vu cela ! C ’est L ui qui l’a guéri, et Il lui appa­\nra ît? Mon petit Jean voit l’Enfant-Jésus.... L es\nenfants !...»\n    Délicatem ent, et d’un mouvement si souple ! elle\nse coulait près du petit berceau. E t pendant que les\ngrains de son chapelet glissaient entre ses doigts, la\nreconnaissance et la joie, une jo ie délicieuse et\ncalme, celle de l’enfant qui laisse tomber sa tête\nlasse sur le sein de sa m ère... et s’y repose, met­\ntaient sur ses lèvres un divin sourire et, dans son\nregard, cette flamme si pure et si douce qui trans­\nfigure les saints. Oh ! oui, elle savait bien, elle\nsentait bien quelle n’était pas seule, qu’une Pensée\nBienveillante et Providentielle veillait, qu’il y a\nlà-haut des âmes amies, là-haut la V ierge maternelle,\nlà-haut un D ieu qui s’est dit notre frère, là-haut le\nP ère, tout bon et tout puissant, qui mesure le vent\nà la brebis tondue et revêt les passereaux eux-mêmes\nd’une chaude fourrure. P our ces simples, le ciel est\nplein ; pour eux la vie n’est pas la nuit sans étoiles.\nIls marchent à l’étoile, entrevue très loin, au De la...\ncomme une aurore            , l’aurore du jour éternel.\n  P auvre N oël : Bon N oël !\n\n                                      F.   M ontagnon.\n\n\n\n\n174\n"}, {"page_pdf": 190, "texte": "175\n"}, {"page_pdf": 191, "texte": "      M. Adrien M ithouard\nou l’Idéalisme réduit au\nbon-sens.\n     Q u e lq u e E lie , d ’u n e lig n é e d e m a ître s de\nforges p a rm i les b o is a rd e n n a is ? — Je n ’en sais\nrien . M a is alo rs p o u rq u o i m e p o rte-t-il à revo ir\nle p ro p h è te , q u e p e ig n ire n t le s re n a issa n ts, a c­\nc o u d é à un ro c a u x co n fin s d u d é se rt e t q u i\nen te n d p asse r le v e n t, à re tro u v e r d es tra its qu e\nM . D a rm e ste te r p rête a u x « P ro p h è te s d ’ Israël» ,\ne t c o n jo in te m e n t à m e so u v e n ir d e ce q u e\nM ic h e le t a p e rç o it d an s l ’A rd e n n e et l ’a rd e n ­\nn a is, à m e d ire q u e T a in e fu t d e là , su rto u t\nG e rso n , e t q u ’en effet m on am i e st p a tie n t,\no b stin é , ni fa n ta isiste , ni sp o n ta n é , le n t, m é d i­\nta tif, g ra v e et fé ro ce m e n t v ig o u r e u x .\n     E t to u jo u rs j e m e la isse a lle r à le co n ce v o ir\nen ce tte lé g e n d e ico n o g ra p h iq u e — v o y e z : un\nru d e fo rg ero n a u x y e u x c la irs s ’a rcb o u te, ja m ­\nb es éca rté e s, b ra s en c o r b e ille , p lie u n e b ra n ch e\nd e fer e t ah a n e à ra p p ro ch e r le s d e u x b o u ts en\nu n ce rcle p a rfa it.\n                                     *\n     C a r c ’e st la p a ssio n d u p o è te -p h ilo so p h e de\nco n fro n ter d e u x é lé m e n ts d ’im p re ssio n , d e les\nren ferm er en un ra p p o rt a b so lu q u i é tre in t une\nh a rm o n ie d é fin itiv e ; en m êm e te m p s q u ’il est\nco n scie n t d e c e tte o p é ra tio n d e son e sp rit et\ntro u b lé d e so n é m in e n ce. N o te z q u ’il fa it d e s­\nce n d re D ie u , en ta n t q u ’a ttrib u t, co m m e s’e x ­\np rim e la te r m in o lo g ie , d an s la p e rfe ctio n d ’un\nlie n lo g iq u e . L ’in d is s o lu b le co n v e n a n ce d e d e u x\né lé m e n ts p a rtic ip e en effet d e l ’a b so lu . P a r le\nfa it q u ’il en p re n d co n scie n ce , le p h ilo so p h e\nd e v ie n t u n m y s tiq u e e t d o u e son s y llo g is m e\nd es c o n d itio n s d e l ’a cte d e p ié té . M . M ith o u a rd\ne n te n d a n t la m esse, p rie ra p eu t-ê tre en g é o m é ­\ntrie .\n    T o u t e co n v e n a n ce en se rra n t d u d iv in , il en\ns e ra it d es co n ve n a n ce s a ffe ctiv e s co m m e d es co n ­\nv e n a n ce s d ia le c tiq u e s , (1) M a is si ce lle s-ci son t\np eu t-ê tre p ro v iso ire s et en fin d e co m p te i llu ­\nsion s v e rb a le s , m a is au m o in s v ra is e m b la b le s ,\nc e lle s -là so n t a p p a re m m e n t im p ro b a b le s. N o tre\n          ( 1 ) Nous voici désolés des deux côtés de Dieu\n               Afin que nos désirs étincellent en lui.\n\n\n\n\n176\n"}, {"page_pdf": 192, "texte": "la n g a g e d ès lo rs à ce s u je t e st erron é, p arce\nq u ’il e st fa ta le m e n t c a té g o riq u e , (1)\n    M a is nous ne d e v o n s p as p ré m u n ir n o tre\np o ète. I l s a it q u e les m o ts so n t p ip é s e t q u e\nlo rsq u ’il a p p ro p rie d e s re la tio n s ou d isso u t d es\no p p o sitio n s le n œ u d se ra lâ ch e et les a n tith è se s\nv e rb a le s (2). E t si le s m o ts so n t a p p ro x im a tifs,\net si les id é e s so n t so lid a ire s d es m o ts, et si les\np assio n s tric h e n t, e t si les p ercep tio n s so n t\nre la tiv e s, co m m e n t a p a ise ro n s nous l ’in stin c t\nq u i e st en nous d e ce q u i e st c e rta in , d e ce q u i\nest lo g iq u e , d e ce q u i e st d é fin itif, de ce q u i est\na b so lu ? N o u s serron s d an s le s m a in s le fer re ­\nco u rb é, nous v o y o n s b ien q u ’il e st v ir tu e lle m e n t\np o ssib le d e le fe rm e r en ce rc le , m a is notre\nv ig u e u r e st in o p é ra n te .\n    L e so u ci d e c e tte p o s s ib ilité d e le re fe rm er,\nest-ce u n e te n ta tio n ?\n    N o tr e in stin c t n ’a p a s d r o it à ê tre sa tisfa it et\nnous ne ressen to n s p as le d e v o ir d e le sa tisfa ire .\n C e se ra it g ra tu ite fo lie q u e d ’e s s a y e r la tr ia n ­\ng u la tio n d e la T r in it é . C o n te n to n s nous de\ntro u v e r J ésu s a cc e ssib le (3 ).\n                                 *\n    U n ce rv e a u a in si te n d u a to u t à c ra in d re d es\np iè g e s d e la n a tu re : il suffit q u ’e lle lu i so u rie\ndans sa sin c é rité n u e . . . e t v o ilà q u e notre\né g a re m e n t m o m e n ta n é d e v a n t e lle n o u s d is tr a it\ndes co n stru ctio n s in té rie u re s q u e n o tre co n ­\nscien ce re te n a it : e lle s so n t a b o lie s .\n    T a u le r , d é c id é à m é d ite r , a v a it fu i les\nh om m es p o u r fré q u e n te r le s a r b r e s ... M a is à\nm esu re q u e ses p en sées s ’e x a c e rb a ie n t, il d u t\ncra in d re d e v o ir les a r b r e s -m ê m e s lu i fa ire\nsig n e, ca r il r a b a ttit son ca p u ch o n .\n    C e lu i q u e la n a tu re effa ro u ch e, a t ô t p ris\nl ’h a b itu d e d e la m é p rise r : il se fit a in si q u e\nM . M ith o u a rd se re co n n u t a n tin a tu ra liste et p ar\nlà-m êm e q u e lq u e p eu m a n ich é e n ; la sim p le sse\nde nos h a b itu d e s m e n ta le s e t la te n ta n te fa c ilité\n   (1) G erso n et B o ssu et s’en priren t à la ten eu r affirm ative du\nrécit fait p ar R u ijsb ro e ck de son union a v e c D ie u . L a logique\nv e rb a le fait dire a u x am ants qui ont com m unié :\n    « Nous ne sommes plus qu’un puisque nous deux c’est L u i. »\n             (2) Comment prier ? etc.\n            (3) Je suis Celui que tu supposes...\n                 ... Car j e suis le Christ de toutes les âmes\n                     A la tienne je me façonne\n                     Je te parle comme tu penses...\n                 ... I l y aie Jésus de chacun.\n\n\n\n\n                                                                      177\n"}, {"page_pdf": 193, "texte": "d e l ’o p p o sitio n p o u v a ie n t-e lle s ne p as l ’a m en er\n— à tro u v e r irré d u c tib le s , l ’in stin ct v ita l — ém o­\ntio n — e t le sens r e lig ie u x — ré fle x io n — ?\n    I l y a e rre u r, non p as ta n t d an s c e tte m a n iè re\nd e se co m p o rte r q u e d a n s les ju s tific a tio n s q u ’on\ns ’a cco rd e : b o u d e r à la n a tu re n ’est p as un d ro it\nd e l ’h om m e q u i p en se, m a is u n e façon d é fe n siv e\nq u ’il affecte et q u e la d é b ilit é , en ta n t q u ’h om m es,\nd e la p lu p a rt d es su je ts p en san ts n é ce ssite . O n\nren o n ce à la n a tu re , non p o u r d e bo n n es ra iso n s,\nm a is d e c ra in te d e co m p ro m e ttre la su rn a tu re .\nC e p a ri e m p o rte q u e lq u e a p p a re n ce tra g iq u e ,\nm a is n ’e st en so m m e q u ’assez e n fa n tin . C o n s i­\nd é ré en ta n t q u e p o s s i b l e , le h éro s-p e n seu r, je\nn e d is p as, c o n c ilie ra it ces a n tin o m ie s — ca r je\nn ’en a p erço is p a s — m ais a u ra it co n scie n ce d ’u n e\nfa c u lté assez ro b u ste p o u r ne p as re d o u te r d ’en\nu ser p a rm i son é p o u se , ses en fan ts, le s sp e c ta ­\ncle s, les h e rb a g e s g ras et le s p o m m ie rs d u P a ­\nra d is.\n    A h ! ce to u rm e n t d e la s y n th è s e , co m m e il\nro n g e a nos m o e lle s, et q u e l rêve fou q u e d ’être\nle d e sce n d a n t h a rm o n ie u x d u fils d e D ie u e t de\nla fille d e l ’h o m m e (1).\n    M a is v o y e z les d o n c, les h o m m es, n o u s e ssen ­\ntie lle m e n t m é d io cres, en q u e l é ta t ils re v ie n n e n t\nd e ce tte d iv in e e sca p a d e ! V e rs q u e lq u e a b so lu\nq u ’ils a ie n t a p p a re illé , b lê m e s e t p ite u x au re­\nto u r, ils n o u s ra co n te n t en tre m b la n t le u r\nd é sa stre . N o u s avo n s e n te n d u d e ces o d y ssé e s\nd iv e rs e s : L e Voyage d ’ Urien, d e G id e ; L e F a n ­\ntôme, d e G o u rm o n t ; n o u s a llo n s e n te n d re : L e\nPauvre Pécheur, d e n o tre a m i.\n    In c id e m m e n t — p u is q u e p o u r q u e lq u e s uns\nil s’a g it d ’art, a u ssi ou se u le m e n t — re m a r­\nq u o n s q u e ce t h é ro ïq u e é clo p é ra m èn e d e ce\ntê te à tê te a v e c l ’a b so lu u n e fa ço n d e s’e x p rim e r\na ig ü e e t o u tra n ciè re , a v e c des à co u p s d ’in e ffa b le\ne t frê le ten d resse : d es so n o rités é c la te n t co m m e\nd es flo raison s d ’a lo ès, m a is d es ca re sse s ém u es\nré p a n d e n t le p arfu m frais d es fo u g è re s m o u il­\nlé e s en m a i.\n                                    *\n   (1) G e n . V : « G ig a n te s autem erant su p er te r ra m in diebus\nillis ; p o stquam enim in gressi sunt filii D e i ad filias hom inum ,\nilla e q u e gen u eru n t, isti sunt p o ten tes a sæ cu lo viri fam osi. »\n   M ais cet équ ilib re de la raiso n et de la passion, ce t a cco rd\ndu sen s re lig ie u x et de l ’in stin ct v ita l, h yp o th étiq u em en t,\no u tra g e a p eut-être l’abso lu om brageu x. D ie u se rep en tit. L e\nd élu ge em porta-t-il toute réu ssite u ltérieu re ?\n\n\n\n\n178\n"}, {"page_pdf": 194, "texte": "    P r a tiq u e m e n t. N e p as s’o b stin e r d a n s u n e\nd é ce p tio n , se re co n n a ître d é sa b u sé , en p re n d re\nson p a rti et re ch erch e r un co n te n te m e n t m o in s\no r g u e ille u x (1).\n    D u h a u t du c ie l D ie u a te n d u , o u i, l ’é c h e lle\nd ’or à q u e lq u e s m y s tiq u e s é lu s q u i la g ra v ire n t\nd ’un p as sû r. M a is é rig é e d ’un e te rre so lid e ,\nvers un c ie l in a c c e s s ib le , co n tre q u o i s’arcbo u te-t-\ne lle , si c ’e st n o u s q u i la d resson s ? S u r q u e lle\np aro i id é a le la rep o sero n s n o u s : to u te s nos e x ­\np érie n ce s so n t a ve n tu re u se s, de ch e rch e r D ie u\nsur le s lè v re s d e n o tre a m ie , ou au fo n d d e l ’or\n    (1) E n re g a rd de la déterm in ation d e M . M ithouard, il sera\nsalu taire d ’exp o ser com m ent, ap rès a v o ir é g alem en t m ordu\ndans la cen d re du fruit, q u e lq u es co n tem p o rain s décid èren t\nde se co m p o rter.\n    S ign a lo n s trois je u n e s hom m es rep résen tatifs qui vien n en t\nde faire l’exp érien ce de la re la tiv ité : l ’un, sp ecta te u r ébah i,\nin décis à sortir de l ’e x p e c ta tiv e , v e u t m éd iter d ’abord sur le\npoint de sa v o ir si un effort serait efficace, m ais non e ssa y er,\nl ’autre n ’étan t p as a m bitieu x jo u it ; le tro isièm e, cu p id e de\njo u issan ces p lu s satisfaisa n tes, et a ya n t abdiqué la d élicate sse\ndu p rem ier,p ro fite a v e c cyn ism e des b én é fice s de la d ésillu sio n .\n              I \" U n jour pourtant, vous le savez\n                  J'ai voulu regarder la vie,\n                  Nous nous penchâmes vers les choses.\n                  Mais je les ai comprises alors\n                  S i sérieuses, si terribles,\n                  S i responsables de toutes parts, —\n                  Que je n’ai pas osé les dire —\n                  Je m’en suis détourné — ah ! Madame — pardon !\n                  J ’ai préféré dire un mensonge.\n                  J ’avais peur de crier trop fort\n                  E t d’abîm er la poésie\n                  S i j ’avais dit la V érité.\n                  L a V érité qu’il faut entendre ;\n                  J’ai préféré mentir encore\n                  E t d ’attendre, — d’attendre, d’attendre.\n                                      (André G ide : E nvoi in fine V o y a g e d ’U r i e n )\n    I I \" Non, mais, vraim ent.... Pouvons nous être mieux, à cette heure, qu’assis\n        tous les deux à causer, regardant les femmes en buvant un verre .... Des\n        esprits grincheux pourraient contester que nous remplissions tout notre\n        « devoir présent » mais tout cela est vraiment bien gentil à voir chatoyer....\n                  (Jean de Tinan : A i m i e n n e o u l e D é t o u r n e m e n t d e m i n e u r e )\n   I I I « Qu’est-ce qu’un homme d’action qui s’est habitué à m éditer sur la mort ?\n         M ettriez vous votre enjeu sur un individu assez philosophe pour sourire des\n         précautions minutieuses d’un ambitieux, sous prétexte qu’on ne peut guère\n         prévoir utilement plus de cinq ou six accidents e t que le nombre des possibles\n         est illim ité ? E t comme c’est agréable de s’embarquer avec un sage qui nous\n         déclare au moment critique : « Après tout, les choses n’ont que l’importance\n         que nous leur donnons, et tourne qui tourne, il n’y aura rien de changé dans\n         l’univers. » Je reconnais que j'aurais fait un meilleur candidat et que dans\n         certaines circonstances je me serais évité des échecs, si j ’avais pu écraser\n         cette petite manie raisonneuse et dégoûtée qui fait si bon effet dans les grands\n         ramages littéraires. V iv e le bon sens tout plat, la raison prosaïque, quand\n         leur tour est venu ! Dans un plan où seul le succès compte, les vérités m éta­\n         physiques ne sont plus qu'une cause d’erreur, et s’y amuser c’est alors le fait\n         d’un esprit subalterne.\n                                           (Maurice Barrès : S t a n i s l a s d e G u a i t a ) .\n\n\n\n\n                                                                                                 179\n"}, {"page_pdf": 195, "texte": " d e n o tre d é lire a rtific ie l. D ie u ne se d o it pas\n a in si. A lo r s q u o i ? « N e p lu s le ch e rch e r dans\n la te rre u r b la n ch e , fa ire san s g é m ir son p etit\n d e v o ir, v iv re d an s la v e rtu sim p le e t d an s les\n d o u ceu rs p é n ite n tie lle s . »\n     M . M ith o u a rd , c la ir v o y a n t, se ré sig n e ra\n d o n c se re in e m e n t à être u n e p la n te de la zon e\nte m p é ré e .\n                                    *\n     E t p a r e x e m p le , je p o u rra is s ig n a le r cette\nflo raison -ci : ce ly r iq u e s ’est fa it é lire co n se ille r\nm u n ic ip a l d e P a r is . Je sais b ie n q u e p lu sie u rs\nnous co n fien t le so u ci d e « le u r » ch ose p u b liq u e\n et se p ro m e tte n t d e d e v e n ir B o n a p a rte , après\nq u ’ils a u ro n t écrit q u e lq u e s gros a r tic le s ... N o u s\nle u r co n se illo n s p lu tô t d ’être assez n a ïv e m e n t\nl ’e n fa n t de le u r q u a rtie r, et de co n trô le r le s très\nm in u scu le s b é v u e s a d m in istra tiv e s q u i m o d ifie n t\nou d é te rm in e n t en so m m e nos p ro m e n a d e s, nos\néco les, nos h ô p ita u x , n o tre q u o tid ie n n e v ie m a­\nté r ie lle et p o u r un p eu sp iritu e lle . E t h a b ili­\nta n t a in si nos so u ve n irs, tou s ces m en u s d é ta ils\ne t p é rip é tie s d ’u n e p e tite ca m p a g n e é le c to ra le ,\ne t en l ’e sp èce ces v is ite s a u x co n cie rg e s et ch ez\nle s co lle u rs , ces réu n io n s où le c a n d id a t se\ntro u v a it in te rp e llé : n o u rrisson d e M . L e r o lle !,\ne t la ré d a ctio n d e ce fo llic u le : L ’Écho du\nSeptième, et ces affiches roses : Q u a r tie r de\nl ’ É c o le M ilita ir e , et là d esso u s m êm e, p arm i les\nsig n a ta ire s, F r a n ç o is C o p p é e c o u d o y a n t un\nm a rch a n d -b o u ch e r, to u t ce la , q u i p e u t se co n si­\nd é re r a v e c b o n h o m ie , se d o u e p o u r nous d ’un\nex p o sa n t d e g r a v ité , e t le s p etits m o y e n s , à\nl ’u sa g e , nous in d iq u e n t un co u ra g e très e x e m ­\np la ire .\n                                    *\n     A u fa it et p o u r so ld e r en b é n éfice , re m a r­\nq u on s q u e p a r là-m êm e n o tre p o è te v a s ’a u g ­\nm en ter d ’un sens p lu s a ig u d es ré a lité s. L ’a rb re\nly r iq u e q u i s ’é c h e v e la it v e rs les n u ag es a v a it\nto u t à cra in d re d ’un g ra n d v e n t, si ses racin es\nne v e n a ie n t à m o rd re le te rre a u . M a is d u m o ­\nm e n t q u e d es n o u rritu re s scie n tifiq u e s e n tre ­\ntie n n en t ses fa cu lté s im a g in a tiv e s e t a ffectives,\nco n sid é ro n s le p en se u r a v e c sé cu rité ; notre\nco n d e sce n d a n ce ira ju s q u ’à to lé re r un v e r tig e\nm o d iq u e ... N o u s n ’avo n s p lu s à re d o u te r ni l a\nfo lie , ni le p éch é.\n                                   E dmond        d e   B r u ij n .\n\n\n\n\n180\n"}, {"page_pdf": 196, "texte": "180 bis\n"}, {"page_pdf": 197, "texte": ""}, {"page_pdf": 198, "texte": "           Le Livre du Vertige\n\nParm i les royautés abyssales du ciel,\nChrist éternellement monte au P ère éternel.\n\nE t je sens, ô Jésus, que je monte vers vous.\nJ’ai presque détaché le lien qui me noue\nAu fardeau de mon corps traîné dans le mépris.\nJe me suis fait mourir pour être un pur esprit.\nJe m’élève vers vous comme un ange léger.\nL ’homme est sorti de l’homme et pour vous approcher\nCingle vers le vol un des vertus furibondes......\nAdam vient de franchir un des cercles du monde.\n\nMais où est l’animal qui s’est humanisé ?\nQuelle plante a bondi du sein de la rosée ?\nA ux entrailles du sol a-t-il fleuri des pierres ?\nE t une nébuleuse, une escadre solaire,\nP our monter avec nous sort-elle de la nuit ?\nL a Création folle est-ce qu’elle me suit ?\n\n\n\nDans les fonds, le torrent roule une artillerie\nE t l’on n’entendrait pas si je poussais un cri !\nQuelques arbres tordus,puis des blocs de décombres,\nPuis plus bas deux lueurs glissantes — puis de l’ombre\nJusqu’à cette muraille où je suis, coule à pic.\nD e l’ombre ? Un lieu muet, de l’espace tragique.\nCombien d’ombre au dessous des deux clartés livides.\nA plein espace, par dessus l’ombre, le vide !\n\nC ’est au bord de cela que je suis arrêté\n                         ***\nSi Jésus me disait de me précipiter !\n                          *\n                          *     *\nTom ber\n               jusqu’au fond,\n                                     les yeux ouverts,\nE t voir\n             s’élargir,\n                           la nuit des pierres !\nUn grand vent\n                  d’air arraché\n                                    sur mon front qui sue,\nUn volcan\n               de bleus soleils,\n                                      un coup de massue !\n\n\n\n\n                                                         181\n"}, {"page_pdf": 199, "texte": "             A h ! de l’autre côté\nQue le grand paysage est baigné de clarté !\n                       *\n                     * *\n                     Point d’ailes\nQui vous portent si vites et vous déchevèlent\nD e si vertigineuse allure à travers l’air.\nChoir sans rémission, voler avec colère :\nL ’élan suprême, la vitesse de l’amour !\nM oi, l’homme aux pas tardifs traînés le long des jours!\n\nOui, mais ne plus tenir la terre sous ses pieds,\nT o u t perdre, dans le vide énorme se noyer,\nRien qu’on puisse palper, qu’on frôle, où l’on se pose,\nA v e c l’inquiétude alors d’être une chose,\nPuique Dieu nous a faits stables en nous créant.\nE tre partout soi-même en proie à du néant.\nA h ! les pieds qui saignaient à travers les cailloux,\nQ u’ils battent l’air affreusement et les genoux !\nCe sont eux les membres souffrants des grandes chûtes.\nE tre fou de ne rien étreindre une minute !\n                            ***\n         Mon corps mortel, mon corps vivant,\n         V os mains seraient des chairs meurtries,\n         Si je n’étais ce pauvre enfant,\n         V os mains aux bonnes industries.\n\n         Mon corps, vous êtes doux et beau,\n         V otre stature est ju ste et forte,\n         Vous qui pendriez en lambeaux,\n         Vous palpitez de folle sorte.\n\n         Mon corps qui m’avez obéi,\n         Vous aimez l’eau claire et l’été,\n         M a chair par la peur envahie,\n         Je vous touche et vous existez.\n                          *\n                        * *\nE t puisque je n’ai pu m’asservir la nature,\nJe suis redescendu pour pleurer en lieu sûr.\n\n\n                          *\n\n\n183\n"}, {"page_pdf": 200, "texte": "C ’est moi dans la nuit, M arthe, lève-toi.\nDebout ta chair tiède et ton cœur qui tremble.\nPosons nos genoux sur le gravier froid.\nVeillons côté à côté et prions ensemble.\n\nPrions sans nous voir, nous sachant dans l’ombre,\nVenus tout hagards du fond du sommeil,\nDans l’informe nuit sans couleur, sans nombre,\nL es yeu x grands ouverts vers de noirs soleils.\n\nL ’âme grelottante, appelons l’Époux.\nT out l’espace est noir de sa grande absence,\nOuvrons fixem ent les yeux devant nous\nE t prions sans voir, la mort dans les sens.\n\nJusqu’à temps qu’il fuse un sanglant éclair,\nDilatons vers lui des yeux ténébreux,\nJusqu’à tem ps qu’un astre, éclaboussant l’air,\nS’allume devant nos immenses yeux !\n\n                        *\nComment prier ? L e s mots sont des images.\n                  C ’est dommage,\nIl en est de si pitoyablem ent agiles,\nMais il n’est pas en eux de pensée assez dense,\n          Ils sont une forme fragile,\nEt le Seigneur est-il sous le joug de nos sens ?\n       Ils ne disent pas le fond de notre âme.\n          En chacun d’eux il sonne un blâme,\n          Il hésite un discours menteur :\n          Peut-on les dire avec pudeur ?\n\n                  N e rien dire plutôt.\nNe pas dire des mots qui ne nous disent pas.\n         P uisqu’on ne peut penser tout haut,\n                 N e pas parler tout bas,\nT aire des chapelets d’aspirations vagues,\nÊtre un fleuve d’amour ondulant vague à vague,\nMéditer devant D ieu sans jam ais lui rien dire,\nMener un chœur intime, unanime de lyres\n          Harmonieusement muettes,\n                  U ne idéale théorie\n          D es passantes de notre esprit,\nT isser de l’ineffable en heures inquiètes,\nEtre en silence un lac plein du glisser des cygnes...\n\n\n\n\n                                                   183\n"}, {"page_pdf": 201, "texte": "Oui, mais comment fixer des lueurs sans reflets ?\nL ’idée est enchaînée au verbe qui la signe.\n              N otre prière est un bouquet\nQu’il faut cueillir, qu’il faut tenir avec nos mains.\nL ’intelligence est faite avec d’anciens langages.\nL a pensée a reçu des paroles en gage :\n           Si l’on ne parle, on pense en vain.\n\nN e pas même penser alors ce que l’on pense,\nEtre en toute ferveur un feu follet qui danse,\nJouer de mille obscurs mouvements en soi-même,\nPousser du fond de soi la puissance qui aime,\n               L a prière parfaite :\nUne paralysie amoureuse de l’homme,\nE tre passivem ent une âme qui végète\nE t renier, Jésus, ce mot dont je te nomme.\n\n                         *\nSonneurs de rouge, coqs des fleurs, coquelicots,\nD ont l’éclat crisse en l’or des soirs dominicaux,\nMon âme fraternise avec vous, fleurs brûlantes,\nFleurs de sang, fleurs de Saturne, fleurs ululantes,\nTrom pettes éructant des rages sabbatines,\nVrilles de vermillon, blessures scarlatines,\nPrintem ps de braise, A vril, bruine d’étincelles,\nPhares vifs au soleil dont la flamme éteint celle\nD u jour qui par dessus vos transports s’obscurcit,\nMa fauve ardeur s’exalte à vos apoplexies.\nPicrocholes des champs, papillons incarnats,\nM a ferveur en vos fleurs de foudre s’incarna,\nE t dans l’égorgement de vos coeurs écarlates,\nC ’est mon tourment exaspéré que vous parlâtes.\nMon cri, que je voudrais que le ciel entendît,\nPiaffe en vos lueurs, arde en vos incendies.\nV ous qui vous efforcez, en hurlant de douleur,\nA sortir à jam ais du cercle des couleurs\nL e courroux qui vous fit resplendir ne fut-il\nSem blable au rêve fou dont mon âme rutile ?\nFleurs brûlantes où meurt sans trêve un cri suprême,\nH ardi ! — H ardi, la plaine aiguë avec moi-même !\n\n                         *\n\n\n\n184\n"}, {"page_pdf": 202, "texte": "Dans le ciel, océan lumineux des nuages,\nU n mûrier baigne ses immobiles feuillages.\n\nU n m ûrier... Christ a dit : « S i vous aviez la foi,\nVous diriez à cet arbre : Déracine-toi,\nE t te transplante, et pousse au milieu de la mer ! »\nMoi donc, puisque Jésus l’a dit, je puis le faire :\nMûrier, quitte le sol au nom de Jésus-Christ !\n\nC ’est le verbe de D ieu qui fut vraiment écrit.\nEn lui dort la vertu créatrice de l’être.\nJe réaliserai l’É criture à la lettre,\nSans en omettre un seul iota précieux,\nDe peur d’avoir perdu quelque chose de Dieu.\nL a lettre, c ’est l’esprit maître de l’absolu\nE t l’outrance en laquelle il s’affirme le plus.\nQue la lettre au grand jour du ciel soit épelée :\nJe veux garder en moi Jésus immaculé.\n\nMûrier, je crois en Dieu le P ère T out-Puissant\nQui posa sur ta tête an ciel éblouissant\nE t fit la terre vaste et fraîche pour porter\nT a tige nourricière où reverdit l’été.\nJe crois au F ils qui fut immolé sous Pilate\nE t dont Thom as Didym e a touché les stigmates\nE t je crois en l’É glise dans le soir qui tombe,\nSur laquelle palpite et plane la Colom be.\nAu nom du P ère, et du F ils, et du Saint-Esprit.\n\nElève-toi, mûrier du ciel, par Jésus Christ !\n\nAu vent tes racines avec leurs filaments !\nJe veux sur toi ceci : je le veux tellement\nQue ton bois va se tordre et va bondir : je veux\nQu’un fleuve de vouloir jaillisse de mes yeux,\nE t pleuvent-ils sur toi, hâchant comme une grêle\nT es feuilles et faisant voltiger tes fleurs frêles.\nÉbranle-toi, ainsi qu’à la brise, arrachant\nT a fibre chevelue à la glèbe des champs.\n\nEnlève-toi au vent de mon esprit qui pense,\nSuspends-toi dans l’espace attestant ma croyance,\nVoyage par le ciel entre les mains des anges\nE t t’en va te dresser, seul, sur des mers étranges.\nJe veux à même toi la chose que je veux\nJusqu’à faire tomber le tonnerre du feu !\n\n\n\n\n13                                                     185\n"}, {"page_pdf": 203, "texte": "Mûrier, j ’ai bien sommeil, car j ’ai versé sur toi\nL a fièvre de mon sang, la ferveur de ma foi,\nE t voici que je doute si jusqu’à ce soir\nJe soutiendrai l’effort surhumain de vouloir.\nSors du sol, en pitié du pécheur qui le veut,\nPlante compatissante et bonne du bon D ieu,\nSam aritain du ciel qui reçois les oiseaux,\nSois celui qui fleurit sur la plaine des eaux,\nD e peur, si tu n’allais tout à coup te soumettre,\nD e faire en moi mourir celui que je veux être.\n\nM arthe,va-t-en cueillir dans les champs des poisons,\nC eux qui montent l’esprit au plus haut diapason,\nL e s chélidoines, les sauges, les jusquiam es\nE t si d’autres encor volatilisent l’âme.\nQue ma parole pèse un effroyable poids,\nQue mon vouloir se tende plus qu’il n’est en moi.\nMûrier, voici toutes mes forces. — Je te crie :\nA h ! envole-toi donc au nom de Jésus Christ.\n\n\nM on Dieu, j e vo is, mon Dieu, je sais, mon Dieu, je crois!\nL e m iracle s’est bien accompli devant moi.\nNon, ce n’est plus au sol que les racines plongent.\nL e ciel est un mirage et la terre un mensonge.\nC e ne sont plus les plis de la plaine ondulante\nN i des buissons qui battent le pied de la plante,\nE t j ’entends une mer que mes yeux ne voient point.\nMais vous ne vouliez pas que je fusse témoin\nD u prodige promis qui par moi se consomme.\nC ’eût été trop d’ivresse, mon Dieu, pour un homme.\n\n\nGloire à tes flots de pourpre et d’azur furieux,\nTriom phale joueuse où frémit l’aube en feu,\nM er aux mille flots verts levés comme des flammes,\nM er lumineuse et folle, foule en pleurs des lames\nQui bondissent, rythmant des tonnerres de mousse,\nPâturage m iraculeux où l’arbre pousse,\nM er invisible et non ce pays manifeste,\nIndéniable mer qu’un Evangile atteste,\nEmbruns salés, eaux vivantes que le vent ploie,\nSalut, toute la mer qui chante autour de moi ! !\n\n\n\n\n186\n"}, {"page_pdf": 204, "texte": "Jusqu’au fond de ma chair pousse un arbre de vent\nDont les rouges rameaux sont mes poumons vivants.\nIl boit le flot du ciel, l’air m usical des lyres,\nL ’ombre, la brise ; c’est un arbre qui respire.\n     S a vie est douce et palpitante.\nC ’est l’arbre qui sanglote et c ’est l’arbre qui chante.\n      L e vieux château de la Pensée,\nA jam ais obscurci par ses folles poussées,\nS ’écroule sous l'assaut d’une frondaison vaine\nDont les fraîches fleur d’air me parfument les veines.\nE t quand surgit en moi ta vision qui pleure,\n      M arthe de toutes les douleurs,\nIl éclate à travers les feuillages houleux,\n      U n orage de sang qui pleut !\nC ’est l’arbre décevant chargé du fruit perfide.\nEn lui se meuvent des rivières d’air liquide,\nD e fragrantes vapeurs de rose et de résine.\n      Ses racines, oh ! ses racines :\n\nV oici le crépuscule et tous les vents du ciel,\nDes sonnailles dans le bêlement des agnelles\n      E t le râle du bœ uf qui boit,\nL a gamme des ruisseaux chromatiques, les bois\nCreusant dans les v a ls des coupes d’aventurine,\nL es mouettes, l’aile traînante en l’eau marine,\n      D es midis blancs, des nuits de laque\nE t de lointains soleils claquant sur l’eau des lacs,\nE t des soirs traversés d’arômes d’oliban.\nL e vent de nuit qui hurle aux forêts du Liban,\nIl fraîchit, Marthe, il joue entre tes doigts qui tressent\n      D es lacis d’heures charm eresses.\nL e vent de toutes parts vient de toute la vie.\nIl est le souffle universel qui purifie.\n      C ’est en lui que battent les ailes.\nC ’est lui l’Océan d’or où les êtres se mêlent,\nL a source où les vivants s’abreuvent sans mesure\n      A même une vasque d’azur.\nC ’est lui la poussière féconde qui s’envole,\nLui l’annonciateur qui chante les paroles,\nL ’haleine de l'A vril évocateur des plaines,\nE t l’eau du ciel, et la lumière, et ton haleine !\n\nAinsi l’arbre est planté dans l’aube qui ruisselle.\nSes racines, ce sont tous les souffles du ciel\nA toutes choses accrochant leurs tentacules\n\n\n\n\n                                                       187\n"}, {"page_pdf": 205, "texte": "      Où la joie ardente circule !\nD élicieuse est ma blessure ! L ’arbre inverse\n      D ’un je t de sève me transperce,\nD ’un flot des sangs du monde où ses fibres s’enlacent\nEt, ô Jésus, c ’est ta figure qui s’efface,\nT on geste qui se ruine au capiteux vertige\nD u fleuve naturel afflué vers sa tige,\nIntérieur Jésus ! Ses racines, ce sont\nL e s formes, les clartés, les sons et les frissons,\nO Marthe, et ta chanson, et l’air qui t ’emprisonne,\nE t le vent du matin qui baise ta personne,\n      E t le mauvais conseil de vivre\n      P our y boire, comme un homme ivre !\n\nF orêt d’or et d’orgueil éclose dans mon sein,\nQui viole mon secret et trouble mon dessein,\nV oici l’arbre de vent qu’il faut déraciner.\n\nPleins d’œuvre soient les jours et longues les années\nE st-ce assez d’une vie à tuer une vie ?\n\nJésus, bénis la hache et soutiens mon défi !\n\n                               *\n                Le p a u v r e p é c h e u r\nComme un arbre en fureur éclatant son écorce,\nJe voudrais, mon Seigneur,tendre plus haut mes forces.\n                             JÉSUS\nN oli me tangere.\n                L e       pauvre    pécheur\n\nRéalité des cieux, te serrer dans mes doigts,\nH eurter avec mes os la lueur de ma foi.\n                             Jésu s\nIl ne faut pas m’aimer ainsi.\n                L e       pau vre   pécheur\n\nBrûler mes yeux d’un jour dans l’éclair de tes yeux,\nSentir en moi passer la foudre en touchant D ieu !\n                             JÉ S U S\n\nSi tu crois en moi, pourquoi veux-tu me toucher ?\n                    L e   pauvre    pécheur\n\nEcouter être l’Etre, être l’unique élu,\nM e sentir câliné vivant par l’Absolu.\n\n\n\n\n188\n"}, {"page_pdf": 206, "texte": "                            JÉ S U S\nEst-ce à moi que tu parles ?\n                  L e   pauvre péch eur\n\nMe fondre en t’adorant dans un divin sommeil\nComme un grêlon d’A vril dans un bain de soleil.\n                            JÉ S U S\n\nT u ne cherches en moi qu’une jouissance.\n                  L e   pauvre péch eur\n\nE t me jeter pour un broiement délicieux\nDans le pressoir du vin de la fureur de Dieu.\n                            JÉSUS\nAimes-tu les pauvres ?\n                  L e PAUVRE PÉCHEUR\nE t rugir de victoire en buvant tout le ciel,\nE t me pâmer dans un abîme essentiel.\n                            JÉSUS\nMon ami, tu finiras dans le péché du sang.\n                  L e   pauvre      péch eur\n\nQuoi vous aimer, Seigneur, sans en crier de joie !\nDétournez le calice ! Illuminez la croix !\n                            JÉ S U S\nN e m ’as-tu pas appelé ?\n                  L e   pauvre péch eur\n\nBah ! ce n’était pas vous qui m’imposiez silence,\nC ’est moi qui vous prêtais des choses que je pense.\n                            Jé su s\n\nJ’étais là qui te p arlais.......\n\n                              *\n                   Le p a u v r e p é c h e u r\n     Jeûnons côte à cô te......\n     V oici que trois soleils\n     Se sont couchés sur notre faim.\n     Mourons-nous comme de douces .victim es.\n                           M arthe\n     Quelqu’un de divin p asse......\n     E st-ce le vent\n     Ou Jésus qui ma frappé ?\n     Une présence indécise m’opprim e......\n\n\n\n\n                                                   189\n"}, {"page_pdf": 207, "texte": "                   L e   pauvre péch eur\n\n      Appuie ta tempe\n      L e long de la mienne,\n      Marthe,\n      Exaltons nous d’un amour unanime.\n                           M arthe\n\n      D es coups de maillet\n      M e martèlent la tête.\n      L e s entends-tu contre mon front ?\n      Q u’un fixe amour en nos coeurs s’envenime.\n                Le p a u v r e p é c h e u r\n      Lequel de nous va défaillir le premier ?\n      Si c’est moi, tu te détourneras pour en pleurer.\n      Si c ’était toi !\n      Rivalisons de souffrance et d’estime.\n                           M arthe\n      Je vois des visions :\n      Il me semble que les étoiles se rapetissent,\n      J’entends sonner des lumières,\n      Je vois des aigles s’envoler des cîmes.\n                   Le pauvre pécheur\n      Liberté ! L iberté !\n      Plus de chaînes à notre pensée !\n      L a voilà qui bondit ! la voilà qui vole !\n      L ib res de chair, notre esprit bat l’abîme.\n                          M arthe\n\n      L ib erté ! L ib erté !\n      D epuis trois jours\n      N otre corps a vécu des forces de notre âme.\n      P atience ! N os êtres se subliment.\n                  L e    pauvre   pécheur\n\n      Grisons-nous purement de notre unique idée.\n      Enivrons-nous du vent de la Pentecôte,\n      L e jeûne qui te brûle, c'est Jésus qui nous étreint.\n      N otre douleur, c’est sa maison intime.\n                          M arthe\n\n      Préparons lui la maison de la chair,\n      Faisons la blanche,\n      L avons en le pavé\n      E t soyons-y des serviteurs minimes.\n\n\n\n\n190\n"}, {"page_pdf": 208, "texte": "                Le p a u v r e p é c h e u r\n    Q u’il entre en elle éperdument avec sa gloire.\n    Q u’il ne reste de nous que l’ardeur de l’attente.\n    D e quelle faim\n    N ous mangerons bientôt le pain azym e !\n\n                           *\n                L e    pauvre   pécheur\n\nL e prêtre a déposé l’hostie en notre cœur\nE t nous sommes tout pleins de Jésus palpitant.\nConfondons nos deux sangs dans le même Seigneur.\n                         M arthe\n\nAdorons en nous deux le divin Habitant.\n                 Le p a u v r e p é c h e u r\nC ’est toi l’ostensoir d’or et c ’est toi la custod e\nOù du froment divin la parcelle est enclose,\nL e ciboire de chair, la coupe toute chaude.\n                         Marthe\n\nL e Seigneur est en toi qui murmures ces choses !\n                Le p a u v r e p é c h e u r\nT u es son corps, il est le pécheur que je suis ;\nOr notre éternel D ieu n’existe pas deux fois.\nNous ne sommes plus qu’un, puisque nous deux, c ’est\n                                                  [lui !\n                         Marthe\n\nJésus, j ’ai peur d’aller jusqu’au bout de ma foi.\n                L e    pauvre péch eur\n\nA même notre cœ ur palpite notre Dieu.\nCelui qui brûle ma poitrine, Il est toi-même.\nC ’est moi qui suis venu dans ta poitrine en feu.\n                          Marthe\n\nEn aimant le Seigneur, c ’est le pécheur que j ’aime.\n                 L e   pauvre    péch eur\n\nDans mes bras, mon épouse, afin que je l’étreigne\nEn l’incarnation de tout ton sang qui bat\nE t que toute ma chair de ton souffle s’empreigne.\n                          M arthe\n\nEst-il perm is d’aimer le Seigneur jusque là ?\n\n\n\n\n                                                         191\n"}, {"page_pdf": 209, "texte": "                   L e pauvre        péch eur\n\nL aisse ah ! laisse ma bouche, ivre d’Eucharistie\nChercher, pour y baiser celui que tu reçus,\nSur tes lèvres à jeun la trace de l’hostie.\n                            M arth e\nV oici pour un instant la bouche de Jésus !\n\n\n                  L e   pauvre péch eu r\n\nAinsi l’acte de foi fut de toute ma fièvre.\nC ’est vraim ent le corps du Seigneur que j ’ai touché\nE n baisant le baiser de mon D ieu sur tes lè v re s....\n                            M arth e\nA h ! cette hostie avait la saveur du péché !\n\n                               *\n              V o ix l o i n t a i n e   de   Jé su s\n\n       Pécheur, ma brebis,\n       Je marche dans la nuit.\n\n       E coute ma voix,\n       Car je suis la vo ie ......\n\n       Où es-tu ? Où es-tu ?\n       Prends garde au M échant qui tue.\n\n       M a pauvre brebis, dans quels vains sentiers?\n       M a pauvre brebis,vers quels brumeux halliers?\n\n      Où est l’âme folle ?\n      C ’est l’heure où les vautours vo len t....\n\n      C ’est ton D ieu qui pleure\n      C ’est le B on Pasteur.\n\n      L e s grands chardons de la plaine\n      T ’arracheront ta laine.\n\n      Entends-tu souffler l’orage,\n      M a brebis bien sage ?\n\n      Prends garde que le M échant ne t’enjôle.\n      T u serais si bien sur mes épaules.\n\n      T ’aurais-je rachetée en vain ?\n      Reviens, reviens.\n\n\n\n\n192\n"}, {"page_pdf": 210, "texte": "M a brebis perdue,\nPrends garde aux détours inconnus.\n\n   Voix p l u s l o i n t a i n e d e J é s u s\nM a petite brebis,\nJésus t ’appelle dans la nuit.\n\n                      *\n  Je te confie en ce vieux soir\n     Celui que je veux être,\n  L e bon trésor de mes espoirs\n     Que je trem ble de compromettre.\n\n  V oici mon âme, reçois la.\n     Sois en la gardienne,\n  C ’est tout moi-même que voilà.\n     P orte mon âme dans la tienne.\n\n   Celui, le fier, que je me veux,\n      E t que je te confie,\n   B u t avec toi l’eau de la vie,\n      Celui que nous sommes tous deux.\n\n   M ais s’il advient que je déchoie,\n     N e me connais un jour\n   Que pour une ombre au fond de toi :\n     Sois-je embaumé dans ton amour !\n\n   L a T ou te Pure, sois en peine :\n      J’ai le mal du soleil,\n   M a chair est pleine de sirènes\n      Qui s’étirent et se réveillent.\n\n                        *\n      L e premier jour du monde,\n    A même les halliers touffus,\n    Dans un flot de lumière blonde,\n         E v e a passé nue.\n\n       E lle allait devant elle\n    P a r la forêt et les prairies,\n    L a voluptueuse mortelle,\n          E t l’aube a souri.\n\n\n\n\n                                                  193\n"}, {"page_pdf": 211, "texte": "             E t la châtaigneraie\n          E t les halliers et les collines\n          En sont restés à tout jam ais\n                D es choses câlines.\n\n             E t l’herbe garde encor\n          D e son passage dans la plaine\n          L e tiède parfum de son corps,\n                L es fleurs son haleine.\n\n             E t bien des jours après,\n          Je suis venu dans le soir rose,\n          J’ai senti qu’E v e m’étreignait\n                Dans toutes les choses.\n\n                           *\n      J’étais assis dans le sable d’or,\n      L e soir croulait en rouges décombres,\n      U ne inconnue est venue alors\n      E t son ombre a passé dans mon ombre.\n\n      Dans l’air aux lueurs musiciennes,\n      C ’était un corps plein de volupté\n      Cette ombre qui traversait la mienne,\n      L e fantôme de mes chastetés.\n\n      D e toutes parts, entre les yeuses,\n      Dans la bruyère aux parfums cruels,\n      Je vois des ombres silencieuses\n      Qui se croisent et puis qui se mêlent.\n\n      J e vais lassé dans l’enlacement\n      D es ombres qui s’allongent, qui sombrent.\n      J’ai peur, j ’ai peur désespérément\n      Que nous fassions comme ont fait nos ombres.\n      E t ainsi où vais-je, en m’en allant,\n      V ers quelle ville, en disant des mots,\n      V ers quelle maison d’ombre, en suivant\n      Ces pas moëlleux sur le sable chaud ?\n\n\n                           *\n      Maître,\n      Que vous tardez à paraître !\n\n\n\n\n194\n"}, {"page_pdf": 212, "texte": "L e fruit crève d’amour : il est mûr.\nJ’ai peur des mains des créatures.\n\nJe ne confierai pas ma honte à Marthe, non !\nProfanation ! !\n\nJe ne sais pas quelle autre a passé, lente et belle,\nJ’ai eu peur d’elle.\n\nOh ! lui laisser ravager\nL e trésor solitaire et saignant du verger !\n\nAim er un oiseau frêle, une heure, avec un peu\nD e l’im possible amour exaspéré vers D ieu !\n\nSeigneur, Seigneur,\nJe ne peux plus calm er mon cœur !\n\n\n\n\n                                                  195\n"}, {"page_pdf": 213, "texte": "196\n"}, {"page_pdf": 214, "texte": "Les Arts à Rome,\n    ou la méthode classique\n                                        à A n d r é Gide.\n\n  Comme il venait de visiter les pittoresques villes de T oscane\net d’Ombrie, tout épris des séductions de leurs musées, le\npeintre dont voici les notes, — encore qu’un grand amour de\nPoussin le disposât à des émotions plus sévères, — n’éprouva\nd’abord à Rom e que l ’ennui d’une désillusion. Tout l’y con­\ntrariait : les statues gesticulant sur les façades, les peintures\ntrop noires des musées, les « em bellissem ents » trop neufs de\nla ville. H ostile au goût décoratif du X V I I e siècle, il comprit\nmal celui de la Renaissance, il déplorait que les chefs-d’œuvre\nde la Sixtine et des Cham bres m anquassent si com plètem ent\nde séduction.\n  Toutefois sa m auvaise humeur dura peu. Il avait rencontré\ndès le premier soir, sur la P la ce Barberini, au scintillement\nde lueurs et d’eaux qui jaillissent de la bouche du Tritone,\nson ami le sage A . G . dont le génie classique, assuré, déjà\nmûr, s’est plu tant de fois au séjour de Rome. C ’est grâce à\nlui qu’il subit plus tôt le charm e profond, véritablem ent m ysté­\nrieux, de la V ille éternelle. E t grâce à lui qu’il fit la différence\nentre les qualités d’aspect qu’il exigeait des oeuvres d’art, et la\nvéritable beauté. Ils en vinrent à com parer aux saines m étho­\ndes de l’art classique, les théories impressionnistes et cet em­\npirisme sensuel dont il s’était jusque là réclam é. C ’est ici la\ntrame de ces entretiens.\n   O n p én ètre , im p a tie m m e n t, d an s le s sa lle s            D e l'aspect de l’œuvre\n                                                                         d’art classique.\ncélèb res du V a tic a n ; on a tte n d q u e lq u e ch o se\nde p lu s b e a u      q u e le s    G io tto   d e P a d o u e et\nd ’A s sise , q u e la c h a p e lle d es E s p a g n o ls , q u e\nles S ig n o r e lli d ’O r v ie to ; on a v u le s p h o to g ra ­\nphies.\n   E t l ’on a p e rç o it to u t à co u p d es ch a irs ro u s ­\nsâtres p a rm i d es g ris sa le s q u e tro u e n t ça et là\ndes d ra p e rie s te rre u se s, ja u n e s , b le u -c ie l, de\nva leu rs in te rv e rtie s. C ’est l ’in ce n d ie d u B o rg o .\nC ’est affreu x. A u p la fo n d , q u e lq u e s o rn em e n ts\ndu P é r u g in v o u s fon t so n g er a u x P in tu r ic c h io\n\n\n\n\n                                                                  197\n"}, {"page_pdf": 215, "texte": "                        d e S ie n n e et des a p p a rte m e n ts B o rg ia , m ièvres,\n                        o u i, m a is si sé d u isa n ts !\n                           O n le s re g re tte , p u is on ré flé ch it, on a n a ly se .\n                       D e s form es s’affirm en t, d es p ro p o rtio n s a p p a ­\n                       ra issen t, la b e a u té d es m esu res, l ’a d m ira b le\n                       co m b in a iso n d es p a rtie s, — et to u t ce q u e nous\n                       d iro n s p lu s lo in . L a p u issa n ce v o u s e st ré vé lé e\n                       d ’un a rt q u i sa it se p a sse r d ’a g ré m en ts su p e rfi­\n                       cie ls ; c ’e st l ’e n se ig n e m e n t d e R o m e ; on le re­\n                       tro u v e p arto u t, d a n s les C h a m b re s, à la S ix tin e ,\n                       a u x A n tiq u e s ...\n                            L e p e tit c h a to u ille m e n t a g ré a b le q u e p ro­\n                       cu re n t l ’h eu reu se ré u n io n d e tro is ou q u atre\n                       to n s fins, ou q u e lq u e s ra p p o rts d e v a le u rs , nous\n                       l ’a vio n s ch e rch é e t tro u v é ch e z les P r im itifs : il\n                       n o u s fa u t ren o n cer ici à to u te c e tte sa v e u r, à\n                       to u t ce t a ttra it se n su el, a u x q u a lité s d ’asp ect.\n                        Il a ici d es œ u vres q u i s ’a d re sse n t p lu s à notre\n                       ju g e m e n t q u ’à nos sens ; q u i ne so n t n u lle m e n t\n                       se n tim e n ta le s ; q u i ne p ro cu re n t q u e le n te m e n t\n                       l ’é m o tio n e sth é tiq u e et a u x q u e lle s ne s ’a p p li­\n                       q u e n t a u cu n e d es e x p re ssio n s co u ra n te s du\n                       la n g a g e d es p ein tre s : jo li d e c o u le u r, am u san t,\n                       o r ig in a l, etc.\n                           C ’e st le p lu s g ra n d effo rt d e l ’âm e h u m ain e\n                       v e rs la b e a u té : l ’a rt c la ss iq u e .\nD e l’art classique.                             ...la disposition, l ’ornement, le décor,\n                                                 la beauté, la grâce, la vivacité, le cos­\n                                                 tume, la vraisem blance et le jugement\n                                                 partout.\n                                                                                      P o u s s in .\n                                                 ...vous me dites que l’artiste redresse\n                                                 les choses selon son rêve ; j ’aimerais\n                                                 mieux dire ordonne les choses selon son\n                                                 rêve. C ar je suis convaincu que la\n                                                 conception la m ieux ordonnée se trouve\n                                                 en même temps la plus belle. J’aime\n                                                 l 'ordre parce que j ’aime passionné­\n                                                 ment la clarté.\n                                                                   P u v is d e C h a v a n n e s .\n                          O n ne p e u t m ie u x q u ’à R o m e co m p ren d re\n                       q u ’u n e œ u v re d ’a rt n ’a d ’im p o rta n c e q u ’au tan t\n                       q u ’e lle e st l ’effet d ’u n e v o lo n té ré flé ch ie . C e\n                       q u i en fa it l ’in té rê t, et n o u s osero n s d ire l a b ea u té\n\n\n\n\n                       198\n"}, {"page_pdf": 216, "texte": "— c ’e st la p a rt d e sa v ie q u e l ’a rtiste n o u s d o n ­\nne, d e sa v ie co n scie n te , é n e rg iq u e et sé rie u se ,\np en d a n t ce co u rt p a ssa g e en tre la n a issa n ce et\nla m o rt.         Il n ’est p lu s q u e stio n de l ’a ttra it\nd ’u n e fa ctu re , d ’u n e m a tiè re , d ’un to n . L ’ar­\ntiste n ’a p o in t ch e rch é à ré a lis e r l ’h a rm o n ie\nave c son se u l g o û t, co m m e fa it to u t a rtisa n\nb ie n d o u é , co m m e fon t le s m o d iste s ; il y a\na p p liq u é to u te la p assio n d e sa v o lo n té a m b i­\ntie u s e . E n so rte q u ’il a p u co o rd o n n e r en un\nto u t d é fin it if les m ille é lé m e n ts d ’im p re ssio n s\np a ssa g ères, co m p o se r non s e u le m e n t le s m asses\ndu ta b le a u p a r les g ra n d e s lig n e s et le je u des\ntach es, m a is a v e c le m êm e so in , ch a q u e p a rtie\ndans l ’e n se m b le . L e m ê m e effo rt q u i a d is tr i­\nbu é le s effets ne s’e st p a s tro u v é la s p o u r co m ­\nb in er en co re les d é ta ils . L e ra p p o rt d e to u te s\nles p a rtie s e n tre e lle s , (élém en ts fo u rn is en\ng é n é ra l p a r la nature) e st s tric te m e n t le m êm e\nqu e c e lu i d es p a rtie s a v e c l ’e n se m b le . E t rien\nn ’est la is sé au h a sa rd .\n    Il y a a cco rd a u ssi co n scie n t q u ’a b so lu , en tre\nle d essin d ’un e m a in , le g a lb e d ’un fr u it e t la\nstru ctu re d ’u n arb re; e n tre le p ro fil d ’u n e a r c h i­\nte c tu re ou l ’im p o rta n ce d ’un p e rso n n a g e .\n   O r c ’e st d a n s ce tte co h é sio n é tro ite et so u v e n t\nin a n a ly s a b le q u e ré sid e en so m m e la b e a u té\nvra ie, d u ra b le , d e to u te s les b e lle s œ u v res h u ­\nm aines.\n   L ’art c la ss iq u e , et su rto u t l ’a rt g rec, en e st\nle m e ille u r e x e m p le . M a is ce q u i e st p a rtic u lie r,\nc’est q u ’on n ’y sen t p as le tro u b le , p a rfo is g é ­\nn ial, de l ’e sp rit im p u ls if ; to u jo u rs la p o n d é ra ­\ntio n , la m e su re .\n  L e s t y le y a p p a ra ît b ie n d é c id é m e n t u n s y s ­\ntèm e d e su b o rd in a tio n .\n    L ’e x p re ssio n d e « s t y le ch â tié » d o n n e e x c e l­\nlem m en t l ’id é e d ’u n e p é n ite n ce , d ’un effo rt d e\nl ’esp rit co n tre la fa c ilité d e l ’im a g in a tio n , d es\nsens, co n tre l ’e n tra în e m e n t d es d o n s n a tu re ls.\nL ’art c la s s iq u e n ’est si h a u t q u e p arce q u ’il est\n\n\n\n\n                                                                 199\n"}, {"page_pdf": 217, "texte": "            fa it d e sa crifices.\n                L ’a d m ira b le p e in tre q u i a b ro ssé su r l ’e n d u it\n            fra is le s p o rte u rs d e la S e d ia , d an s la M e sse de\n            B o ls è n e , et à q u i on d o it ta n t d ’a u tres m o rceau x\n            d ’un ch a rm e si im m é d ia t, a dû p lu s q u ’aucu n\n            a u tre , se te n ir en g a rd e co n tre lu i-m ê m e p ou r\n            te n te r l ’a v e n tu re d ’u n e B e a u té p lu s co n scie n te ,\n            p lu s d é lib é r é e . Je l ’im a g in e a u ssi d o u é qu e\n            P ie r o d e lla F ra n c e sc a , F r a g o n a rd ou R e n o ir :\n            il a fa it, lu i, un lib r e ch o ix et sa crifié l ’a g rém en t\n            p o u r a tte in d re au s ty le .\n               E t c ’e st a u ssi le ch a rm e d e n o tre P o u ssin\n            (com m e de nos g ran d s p o ètes d u XVIIme siècle)\n            q u ’à tra v ers sa re te n u e , sa g ra v ité et le su p erb e\n            effo rt d e son a rt c la ss iq u e , on p e rç o it u n se n ti­\n            m e n t si n a tu re l d e la v ie , un a m o u r si in gén u\n            d es c h o s e s ...\nL ’École.       A in s i les m é th o d e s c la ss iq u e s q u i fo n t le\n            m ie u x p a ra ître , en les e x a lta n t, la co n scie n ce et\n            la v o lo n té d e l ’a rtiste, on t en co re ce ré su lta t de\n            d is s im u le r e t son é m o tiv ité et son g o û t p erso n ­\n            n els. S o n o rig in a lité s ’efface, d is p a r a ît dans\n            l ’a m p le u r et la p erfe ctio n d e la fo rm u le: ép reu v e\n            s e m b la b le à c e lle q u e p ro p o se à l ’âm e la S a g e sse\n            C h ré tie n n e en v u e d e la v ie é te rn e lle p ar le\n            re n o n ce m e n t d e so i.\n                C e u x q u i n ’on t p as d e d o n s ro b u stes résisten t\n            m a l à c e tte d is c ip lin e (E c o le s d e R a ffa ë l, de\n            In gres). D e s g é n é ra tio n s, à la su ite d ’un h om m e\n            d e g é n ie , se so n t u sées en d e v a in e s te n ta tiv e s . D es\n            m é d io cres q u ’un se u l a cce n t de sin c é rité eût\n            d ’a ille u rs sa u v é s d e la b a n a lité , n ’o n t fa it qu e\n            co n trib u e r o b scu ré m e n t à r é a lis e r un id é a l\n            su p é rie u r.\n               M a is d e te m p s en tem p s un ta b le a u su rv it à\n            u n œ u v re o u b lié . Q u e lle im p o rta n c e p re n d ra it\n            au m ilie u d ’u n sa lo n m o d ern e, p a rm i des\n            o u v ra g e s d ’un e o rig in a lité fa c ile , q u e lq u ’une\n            d e ces v ie ille s to ile s d u XVIme siè c le , q u ’on\n            a ttrib u e à l a scuola a n o n y m e d es g ra n d s M a ître s!\n\n\n\n\n            200\n"}, {"page_pdf": 218, "texte": "    Q u a n d on s ’e st p é n é tré d e la su p é rio r ité d e\nl ’A r t c la ss iq u e , on en v ie n t a isé m e n t à s’in té re s­\nser a u x o u v ra g e s, p a r e x e m p le , d u D o m in iq u in ,\nce p e in tre si e m b ê ta n t (car il n ’y a p as d ’a u tre\nm ot), m a is q u e le g ra n d P o u s s in a d m ira . U n\nB a in de D iane q u i e st à la v illa B o rg h è s e , et\nd ’a u tre s m o rce a u x au C a sin o R o s p ig lio s i e x p li­\nq u en t, m ie u x d ’a ille u r s q u e la fa m e u se Commu­\nnion de S t Jerôme, en q u e l sens il a pu in flu e n c e r\nP o u s s in e t co m m e n t ce lu i-ci a p assé p o u r son\nd is c ip le .\n     O n y v o it aussi la d iffé re n ce en tre l ’œ u v re de\nl ’é co le e t l ’œ u v re d u g é n ie , m a is n o u s n ’y\nv o u lo n s p as in siste r. L a d is c ip lin e c la ss iq u e ,\nen fo u rn issa n t le seco u rs de l ’e x p é rie n c e d u p assé\nà la fa ib le s s e in d iv id u e lle (1) a ffirm a it u n e\n n é ce ssité q u e rien n ’a m o d ifié d e p u is ; rien si\nce n ’e st c e tte v a n ité s tu p id e q u i fa it re ch erch e r\nl ’o r ig in a lité a p p a re n te co m m e u n e co n d itio n\nsin e-q u a-n on d e l ’œ u v re d ’art. U n a rtiste à\nv in g t-c in q an s d o it être p o u rv u d ’u n e m a n iè re ,\net d es je u n e s g e n s se g a rd e n t d e c o p ie r au m u sée\nd e p eu r d ’y p erd re le u r « p e rso n n a lité ».\n    A R o m e V e la s q u e z c o p ia it le P a rn a s se e t n ’y\n p e r d a it rien , à ce q u ’il se m b le ; on so n g e a u ssi\nà R u b e n s, a u x ta le n ts, a u x g é n ie s les p lu s d iv e rs\nqu i so n t v e n u s ici co m m e à l ’é co le d e to u te\np ein tu re .\n    E t q u a n d la d é ca d e n ce am èn e le g o û t des ch oses De la décadence.\nfa cile s , fa c ile m e n t la ite s , a im a b le s; d e l ’o r ig in a ­\n lité p o u ssé e ju s q u ’au p a ra d o x e ; d e l ’e x é cu tio n\nra p id e ; q u a n d les rè g le s d e l ’é co le e t le s re ce t­\ntes d e m é tie r se s u b stitu e n t à la tra d itio n v iv a n te ,\n\n     (1) U n p etit talen t m odern e est o b ligé de re cré e r seu l tous\nles p ro cé d és, toutes les doctrin es, et de su p p lé er p a r son seu l\nla b eu r au ca p ita l d’e x p érien ce lo n gu em en t am assé p ar la série\ndes m aîtres p ré céd e n ts. A l ’é p o q u e cla ssiq u e de la sculpture)\nc-a-d. d ans l ’antiquité, la scien ce et l ’art co n stitu aien t un to u t\nin dissoluble : on fo rm ait des artistes de la v a le u r de ce u x qui\nnous ont la issé d’e x ce llen tes ré p liq u es des chefs-d’œ u v r e , a v e c\ndes m éth odes aussi p o sitiv es qu e c e lle s qui serv e n t au jo u rd ’hui\n à form er des in gén ieu rs o u des savan ts.\n\n\n\n\n14                                                                          201\n"}, {"page_pdf": 219, "texte": "                  on s'é to n n e d e ce q u i reste en core d e so lid e , d e\n                  co m p o sé , d e c la ss iq u e en fin , d a n s le s œ u vres\n                  d ’un G u id e , d ’un G u e rc h in ; d a n s d es scu lp tu re s\n                  co m m e c e lle s q u i orn en t les v a sq u e s d u B e rn in ,\n                  ou ce tte m o n stru eu se fo n ta in e d e T r é v i . L e cie l\n                  et la lu m iè re d e R o m e co n se rv e n t à to u te s ces\n                  ch oses un e v ie ille s s e v é n é r a b le ... S i, reto u rn a n t\n                  en a rriè re , on d e m a n d e co n se il a u x d é b ris\n                  d ’a n tiq u e s, so u v e n t m é d io cres, co m m e p ro v e n a n t\n                  e u x a u ssi de la d é ca d e n ce d ’u n e g ra n d e é p o q u e ;\n                  si l ’on in te rro g e la m a th é m a tiq u e sa cré e q u i\n                  co m p o sa le s v ie ille s m o sa ïq u e s c h ré tie n n e s, (1)\n                  c ’est en co re la ré v é la tio n d u m êm e a r t...\n                      S o u s le s ch ên es v e rts d e la v illa P a m p h ili,\n                  sous le s g ra n d s p in s d es ja r d in s B o rg h è se ,\n                  en face d e s ru in e s, d a n s c e tte c a m p a g n e si\n                  d é so lé e q u e lim ite n t les p lu s m a jestu e u ses m o n ­\n                  ta g n e s, ou b ie n a u p rè s d e c e tte a d m ira b le\n                  v a sq u e to u jo u rs e n v iro n n é e d ’u n e o m b re a d o u ­\n                  cie , la fo n ta in e de C o ro t ! d e v a n t la v illa M é d ic is,\n                  — ah ! co n fro n ter, là , nos th é o rie s im p re s­\n                  sio n n iste s et les m é th o d e s cla ss iq u e s, q u e lle\n                  e x a lta tio n !\n                      O n se se n t e n v a h ir, p a r j e ne sa is q u e lle séré­\n                  n ité, on e n tre v o it la v ie sé rie u se q u e so n t ve n u s\n                  ch e rch e r d an s ce t a sile d e la B e a u té tra d itio n ­\n                  n e lle , d es h o m m es co m m e P o u s s in , L e L o r r a in ,\n                  In g re s, C o ro t ; e t je ne p a rle ni de G o e th e , ni\n                  d e C h a te a u b ria n d . O n d é m ê le u n e so rte de\n                  p a re n té en tre d es ta le n ts si d iv e rs : le m êm e\n                  art co n scie n t et ré flé ch i.\nD e la Méthode.       C ’e st a lo rs q u ’on a p e rço it p a r q u e lle co n fu sio n\n                  nous re tro u vio n s ch e z les P r im itifs , les m isé ra ­\n                  b le s a g ré m en ts d e n o tre art m o d e rn e , et q u e les\n                  cô tés p a r où ils nous p la ise n t ne so n t p as ce u x\n                  q u ’il n o u s im p o rte d e m ie u x p é n é tre r ; on en\n                  v ie n t à fa ire u n e so rte d e m e a c u lp a , la critiq u e\n                  d e n o tre g o û t e t d e n o tre tem p s.\n\n                  (1 ) L e s p lu s an cien n es, S te P u d en tien n e, S S ts C ô m e et D am ien,\n                  sont certain em en t les chefs-d’œ u vre de l ’art C h rétien . A la\n                  R e n a issan ce, l ’in sp iration re ligie u se n ’était p as au ssi pure.\n\n\n\n\n                  202\n"}, {"page_pdf": 220, "texte": "    M o in s se n sib le s q u e nous a u x sé d u ctio n s\nfa c ile s , les M a ître s a p p o rta ie n t à l ’œ u v re d ’art\nun e v o lo n té co n ce n tré e. A u lie u de d issé m in e r\nle u r tem p s e t le u r g é n ie en u n e m u ltitu d e\nd ’efforts p a rtie ls, d ’e sq u isse s, d e n o ta tio n s é p h é ­\nm ères, il s ’a tta c h a ie n t à u n p e tit n o m b re d ’o u ­\nv ra g e s q u ’ils s a v a ie n t co n d u ire a v e c m é th o d e ,\noù ils s a v a ie n t se lim ite r. O n ne v o it p as, à\np re m iè re v u e , le p ro fit q u ’ils tir a ie n t d es in c i­\nd en ts d e l ’e x is te n c e , d e le u rs v o y a g e s , d e to u s les\nrien s d e la v ie co u ra n te q u i so n t d e v e n u s p o u r\nnous la m a tiè re d e l ’œ u v re d ’art.\n    P o u r n ’être ni d ire c t, ni im m é d ia t, ce p ro fit\nn ’é ta it p as m o in s ré e l. R u b e n s a m b a ssa d e u r ne\nra p p o rta it p as d ’un v o y a g e en E s p a g n e le s\né tu d e s d e n a tu re q u e m ê m e p e n d a n t le co u rt\nsé jo u r d ’un b ille t c ir c u la ire n o u s y v o u d rio n s\nch e rch e r. P o u s s in , au co u rs d e ses lo n g u e s\n p ro m e n a d e s d a n s la c a m p a g n e d e R o m e , ne\nn o ta it p a s le d é ta il d es p a y s a g e s , d e s c ie ls, des\neffets d o n t il c o m p o sa it ses ta b le a u x . Ils co m ­\np re n a ie n t la n é ce ssité d e d ig é rer le u rs se n sa tio n s,\n d e ne p as le s e m p lo y e r tro p n e u v e s ; d ig e stio n\n so u v e n t trè s le n te , et q u i p e rm e t u n tra v a il\n h o m o g èn e e t ra tio n n e l.\n   N o tr e tem p s a m is en h o n n eu r, to u t au co n ­ Impressionnisme et\ntra ire , un tr a v a il c a p ric ie u x , ir ré g u lie r e t sa cca d é tendances nouvelles.\nco m m e n o tre v ie . A u lie u d ’y v o ir la d o u lo u ­\nreu se, la fu n e ste n é ce ssité d ’u n e é p o q u e d e\ns e n su a lité , d e n e rv o sité et d e fièv re, on en a fa it\nl ’id é a l d ’u n e th é o rie q u ’illu strè re n t, en la d é ­\np a ssa n t, la litté ra tu re d es G o n c o u rt, e t tro is ou\nq u a tre p e in tre s d e g é n ie , les Im p re ssio n n iste s.\nL ’ab se n ce d e m é th o d e d e v a it être le sig n e\ne x té rie u r d e la sin cé rité in d iv id u e lle , d u te m p é ­\nram en t. J a m a is, d u reste, on ne v it c o n ta c t p lu s\na m o u reu x a v e c les ch oses, ja m a is ta n t d e m o tifs\nd ’in té rê t, n eu fs, et d ’a u ta n t p lu s e x p re ssifs,\nn ’ont été fo u rn is à la p e in tu re . R é a lis m e e t im ­\np ressio n n ism e son t d e u x p é rio d e s fé co n d e s q u i\n\n\n\n\n                                                                       203\n"}, {"page_pdf": 221, "texte": "p ré p a re n t p eu t-être a ve c d es é lé m e n ts n o u v e a u x\nune a u tre R e n a issa n ce c la ss iq u e .\n    L e s te n d a n ce s q u i se so n t m a n ife sté e s d e p u is ,\net q u e d é sig n e ra su ffisam m e n t l ’a p p e lla tio n d e\nS y m b o lis m e , to u t en p ré c o n isa n t un re to u r à\nla tra d itio n , se so n t é lo ig n é e s en co re d a v a n ta g e\nd e la m é th o d e d e s M a ître s.\n    P o u rta n t le S y m b o lis m e , — m a in te n a n t tra n s­\nform é ? o u b lié ? m o rt-n é ? — é ta it la te n ta tiv e\nd ’art la p lu s stricte m e n t s c ie n tifiq u e , a p p u y é e\nsu r la co rre sp o n d a n ce e n tre le s fo rm es et les\ném o tio n s, c ’e st à d ire su r u n e v é r ité co n firm ée\nà la fo is p ar la tra d itio n et p a r l ’e x p é rie n c e . L e\nS y m b o lis m e e st p ro b a b le m e n t la m e ille u re\nth é o rie d ’art.\n    « P o u r to u te s les id é e s c la ire s , a d it P u v is\n d e C h a v a n n e s, il e x iste un e p en sé e p la s tiq u e\nq u i le s tra d u it. M a is le s id é e s n o u s a rriv e n t le\np lu s so u v e n t e m m êlé es et tro u b le s. Il im p o rte\nd o n c de le s d é g a g e r d ’a b o rd , p o u r p o u v o ir les\nte n ir, p u re s, so u s le re g a rd in té rie u r. U n e\nœ u vre n a ît d ’u n e so rte d e co n fu se é m o tio n dan s\nla q u e lle e lle e st co n te n u e c o m m e l ’ a n im a l dan s\nl ’œ u f. L a p en sée q u i g ît d an s c e tte é m o tio n ,\nje la ro u le , je la ro u le ju s q u ’à ce q u ’e lle so it\né lu c id é e à m es y e u x et q u ’e lle a p p a ra isse a vec\nto u te la n e tte té p o s s ib le . A lo r s je ch e rch e un\nsp e c ta cle q u i la tra d u ise a v e c e x a c titu d e ... C ’est\nlà d u s y m b o lis m e , si v o u s v o u le z ... »\n    C e n ’e st p a s c e lu i q u i a fa it fo rtu n e . L a th é o ­\nrie d e la s u b je c tiv ité d e s se n sa tio n s, en se\ns u b s titu a n t à c e lle d e « la n a tu re v u e à tra v e rs\nun tem p é ra m e n t» , en a ffirm a n t c e tte v é r ité q u e\n«ce q u i im p o rte , ce n ’e st ni l ’â m e ni l ’a p p a re n ce\nd es ch o ses m a is l ’é m o tio n q u e nous en re c e ­\nvo n s » — c ’e st p ré c isé m e n t c e tte th é o rie q u i a\nin tro d u it l ’h a b itu d e d e la s y n th è s e im m é d ia te\net irré flé ch ie .\n    O n e x p liq u e q u ’un s y s tè m e a u ssi rig o u ­\nre u x d ’e sth é tiq u e a it d o n n é lie u à l ’a rt le\np lu s c a p ric ie u x q u i fu t ja m a is . E n effet to u t\n\n\n\n\n204\n"}, {"page_pdf": 222, "texte": " d e v ie n t, s u iv a n t l ’h eu re et le te m p s, un m o tif\n d e p e in tu re . T o u t e v is io n fa it n a ître u n e é m o ­\n tio n e t p a rta n t p e u t ê tre re p ré se n té e p a r un\n sch é m a q u i se ra p a rfa it s’il re p r o d u it e t s’il\n c o m p o rte c e tte é m o tio n .\n     Il ne fa u t m ê m e p lu s co m m e le s ré a liste s\n d ’a n ta n , c h o isir en p ro m e n a d e le lie u ou l ’h eu re.\n O n co n te q u ’un v ie u x p a y s a g is te d e l ’é co le d e\n F o n ta in e b le a u p o u ssa it à u n te l p o in t le d é d a in\n d u « m o tif » q u ’il s’a rrê ta it n ’im p o rte où , p o u r­\nv u se u le m e n t q u ’il e n te n d ît c h a n te r le s g re ­\n n o u ille s . L e s g r e n o u ille s p o u r n o u s ch a n te n t,\nc h a n te n t c o n tin u e lle m e n t. Q u ’on so rte au cré ­\np u s c u le à tra v e rs le s rues b le u is s a n te s , ou q u e\nle p la is ir d e la b ic y c le t t e fasse d é file r so u s nos\ny e u x le s p a y s a g e s d ’u n e d é lic ie u s e b a n lie u e ,\n q u ’u n e ta b le , le so ir, so it se rv ie a v e c a rt, u n e\nlo g e cu rie u se m e n t é c la iré e , — a u ta n t d e g ro u ­\np es d e ta c h e s q u i se fix e n t d a n s le ce rv e a u et\nq u ’u n g ro u p e d e ta c h e s su r u n e to ile , u n ca rto n ,\nu n e fe u ille d e p a p ie r e x p rim e ra su ffisa m m e n t\nle le n d e m a in m a tin . A u c u n a u tre tr a v a il ne\nv ie n d r a m o d ifie r l ’im p re ssio n in itia le ; on ne\nco n s u lte ra p lu s la n a tu re : la m é m o ire et\nl ’in s tin c t su ffiro n t ; e t co m m e la m é m o ire d es\nfo rm es e st so u v e n t v a c illa n te , c ’e st la F o r m e\nq u i se ra sa crifié e : c a r ic a tu ra le ou q u e lc o n q u e .\n     L e s Im p re ssio n n iste s a v a ie n t co n se rvé l ’u sa g e\nd u m o d è le , le tr a v a il d ’ap rès n a tu re . L ’o b lig a ­\ntio n d e re te n ir u n e p o seu se im p liq u e q u e lq u e\nch o ix , q u e lq u e p ré m é d ita tio n . Ils se s o u m e t­\nta ie n t a u x le n te u rs d e l ’a n a ly s e . L e u r s oeuvres\np o rte n t la tra c e d ’un m é t ie r p a tie n t, a p p liq u é .\nC ’est à ce p o in t d e v u e , e n tre p lu sie u rs d ’é g a le\nim p o rta n c e , q u e l ’é tu d e d e C é z a n n e e st si\ns a lu ta ir e __\n    L e t r a v a il d ’a p rès n a tu re é ta it la d e rn iè re sa u ­\nv e g a r d e d u m é tie r d e p e in d re . O n e st a rriv é ces\nd e rn iè re s a n n ées à s ’en p asse r c o m p lè te m e n t. O n\nne fa it p lu s q u e n o te r d e s se n sa tio n s, l ’a rt n ’est\np lu s q u e le jo u r n a l d e la v ie . C ’e st le jo u rn a lis m e\n\n\n\n\n                                                                   205\n"}, {"page_pdf": 223, "texte": "                      d an s la p e in tu re . L e tem p s n ’y suffit p as. M ê m e ,\n                      l ’h a b itu d e v ie n t ; la s e n s ib ilité to u jo u rs p lu s\n                      e x e rcé e, p lu s m o b ile , se m o n tre en m ê m e tem p s\n                      p lu s e x ig e a n te e t v o ra c e , n e d it ja m a is : c ’est\n                      assez. L a v o lo n té ne ré siste p as a u x ca p rice s\n                      d ’un œ il tro p su b til ; le ju g e m e n t n ’a p lu s de\n                      p la c e ic i ; c ’est l ’œ il q u i m a n g e la tê te .\n                          C e tte so rte d e sté n o g ra p h ie a d é fo rm é n o tre\n                      é c ritu re . D e s litté ra te u rs se p la ig n e n t d u m êm e\n                      m a l. Q u ’im p o rte l ’e x é cu tio n , to u te m é th o d e\n                      e st b o n n e p o u rv u q u ’e lle so it e x p é d itiv e . I l ne\n                      reste p lu s d e tem p s p o u r le tr a v a il m a té rie l et\n                      m a n u e l, p o u r le p e rfe ctio n n e m e n t ou se u le m e n t\n                      la ré a lisa tio n de l ’œ u v re. O n ne sa it p lu s fin ir.\n                      O n fa it d es ch oses q u i n ’e x is te n t p as.\n                          L e s M a ître s a v a ie n t un g ra n d re sp e ct de la\n                     n a tu re , c ’est-à-d ire d e le u rs é m o tio n s. T o u t e ­\n                     fo is ils n e c ro y a ie n t p as b o n d e le s c u ltiv e r\n                     p o u r elles-m ê m e s en le s sé p a ra n t à la fo is d e\n                     l ’œ u v re e t d e la v ie .\nExcellence de la\n                          N o s sen sa tio n s o n t u n lie n en tre e lle s ; dan s\nméthode classique.\n                     n o tre e sp rit e lle s s ’a ccu m u le n t p o u r d é te rm in e r\n                     d es éta ts d u r a b le s , d e v é rita b le s c rista llisa tio n s.\n                     E lle s on t un lie n a v e c le s o u v ra g e s q u e nous\n                     e n trep ren o n s ; e lle s en fa v o rise n t le d é v e lo p p e ­\n                     m e n t et le s e n rich isse n t d ’un a p p o rt q u o tid ie n .\n                     E n c o re fa u t-il les e m p lo y e r a ve c m é th o d e , ne\n                     p o in t se la isse r d o m in e r p a r e lle s , et n ’en p o in t\n                     s u b ir le ca p ric e a n a rc h iq u e .\n                          Ç ’a été l ’u sa g e co n sta n t d es c la ss iq u e s (1) de\n                     ra p p o rte r à q u e lq u e s o u v ra g e s, m a is d e lo n g u e\n                     h a le in e , d es e n se m b le s, d es séries de se n sa tio n s.\n                     C ’e st san s d o u te la m e ille u re m é th o d e , co m m e\n                     a u ssi la p lu s ra tio n n e lle , la p lu s co n fo rm e à\n                     la r é a lité p s y c h o lo g iq u e , si l ’on so n g e q u e le\n                     n o m b re des im p re ssio n s o rig in a le s d o n t ch a q u e\n                     e sp rit e st s u s c e p tib le e st e x trê m e m e n t lim ité :\n\n\n                       (1) D e la cro ix don t le s sen sation s d e va ien t être s p é c ia le ­\n                     m ent tu rbu len tes, le s d iscip lin a it à co u p    d e littératu re. Il\n                     transform ait h a b itu ellem en t ses im p ression s en sujets ch o isis\n                     u n p eu au h a sard du liv re q u ’il lisait.\n\n\n\n\n                     206\n"}, {"page_pdf": 224, "texte": "ce sont les mêmes qui se reproduisent devant\ndes objets différents. On en voit la preuve dans\nce fait qu’il existe dans l’œuvre d’un artiste des\nséries : chaque année, la même saison ramène\npar exemple des ouvrages de même inspiration.\nDonc : classer les sensations, favoriser la créa­\ntion de plusieurs centres de cristallisation pour\ngrouper les sensations similaires ; groupement\nd’abord laborieux pour qui n’y a jamais pensé,\nmais qui doit devenir facilement instinctif et\nq u e Ingres entre autres devait faire sans difficulté.\n   C’est une question de savoir si le sujet peut Difficultés.\nmotiver la formation d’un centre de cristallisa­\ntion, ou si c’est le centre qui doit déterminer\nle sujet. Faut-il, comme les Maîtres d’autrefois,\nse contenter d’un motif quelconque, arbitraire,\nde travail, (comme un sujet donné, une com­\nmande) pour y rapporter toutes ses émotions\nquotidiennes ? Ainsi, en Bretagne, les bateaux\nde sable déposent autour d’une perche qui\n émerge, leur chargement mouvant et fragile,\npour le retrouver à la mer basse.\n   Ou bien faut-il attendre qu’une série de sen­\nsations analogues ait fait naître un motif assez\nabsorbant, assez fort, pour devenir exclusif et\nmaintenir l’âme de l’artiste dans un même état\npendant le temps de la gestation et de l’exé­\ncution ?\n   Il faudrait tenir compte du goût d ’un public Influences de notre\nqui demande des sensations d ’art en cinq mi­ milieu.\nnutes, et des tableaux bon marché. Aussi : les\nconditions de vie où nous sommes, et cette\nexistence mouvementée qui multiplie autour de\nnous les distractions les plus variées, les rencon­\ntres les plus hétéroclites ; le mélange dans nos\nmusées, nos maisons, nos rues, des éléments\nles plus contradictoires ; le heurt des théories,\ndes systèmes, des métaphysiques. C’est un fait\nque Corot, Ingres, Delacroix et tout près de\nnous Puvis de Chavannes ont su préserver leur\nœuvre d e ces influences.\n\n\n\n                                                  307\n"}, {"page_pdf": 225, "texte": "                       L ’esthétique classique nous offre à la fois une\n                   méthode de penser et une méthode de vouloir ;\n                   une morale en même temps qu’une psycholo­\n                   gie. Il conviendrait aussi de rechercher quelle\n                    est au juste dans l’impressionnisme moderne la\n                    part de l’Extrême-Orient et du goût sémite.\n                    On découvrirait comment des influences orienta­\n                    les récentes ont introduit dans nos mœurs esthé­\n                    tiques l’amour exagéré de l’éclat, de la riche\n                    matière, de la couleur, au dépens de la forme,\n                    de l’architecture et de la sobriété classique. Les\n                   théories relativistes ont favorisé le développe­\n                    ment d’un art purement sensuel ; et maintenant\n                   s’écroule la longue tradition commencée par les\n                   vieux Egyptiens, continuée par les Grecs, les\n                    Quattrocentisti, la Renaissance, l’art de Phi­\n                    dias, de Giotto, de Raffaël et de Poussin !\nL e point de vue       Si l’on se place au point de vue religieux,\nreligieux.\n                   et sans tenir compte de l’inspiration individuelle\n                   ou de tout autre élément que la technique su­\n                   périeure de l’œuvre d’art, suivant le plan de\n                   ces notes, — on reconnaît sous les tendances\n                   d ’art récentes le matérialisme complet. Quel\n                   que soit dans l’art classique (antique ou Re­\n                   naissance) la qualité du sujet littéraire ou réel,\n                   on sent cet art pénétré toujours d’un puissant\n                   idéalisme,et c’est à ses chefs-d’œuvre que s’appli­\n                   que cette pensée,d’ailleurs platonicienne, que la\n                   beauté est la forme visible de la vérité.\n                       Nous avons dans l’étude de sa Méthode un\n                   élément de jugement ; plus précis. Un art qui\n                   nécessiste tant de volonté, une telle clarté de\n                   jugement ; qui est fait de sacrifices ; dont la\n                   sensualité est exclue ; qui préfère l’expression\n                   par la forme à l’expression par la couleur, un\n                   tel art tient dans l’Esthétique chrétienne la\n                   place du Cartésianisme dans la Philosophie de\n                   l’Église ; peut-être aussi du Jansénisme dans la\n                   Théologie. Tout bien considéré, les statues an­\n                   tiques et les ouvrages d’un Raffaël ne sont pas\n                    déplacés dans la demeure des Papes. Le Juge­\n\n\n\n\n                   208\n"}, {"page_pdf": 226, "texte": "ment dernier et la Dispute du S t Sacrement\np ro d u ise n t u n e im p re ssio n a u ssi r e lig ie u s e q u e\nles C im a b u ë , le s G io tto , les A n g e lic o , ou q u e\nces m o sa ïq u e s d es b a s iliq u e s ro m a in e s, q u i\njo ig n e n t en d ’in o u b lia b le s h a rm o n ie s les tr a d i­\ntio n s a n tiq u e s au s y m b o lis m e ch ré tie n .\n     Il co n v ie n t d e fa ire b é n é ficie r l ’art d e la\nR e n a issa n ce d e la trè s b e lle o b se rv a tio n du\nP . D e s id e r iu s (1) au su je t d e l ’a n tiq u ité p aïen n e:\n     « L o r s q u e la c o n n a issa n ce d u v ra i D ie u se\nlim ita au p e u p le ju if , les bonnes méthodes esthé­\ntiques d e v in re n t le p a rta g e d es p a ïe n s e t co m m e\nu n e so rte de- m a n ife sta tio n p la s tiq u e d e D ie u\na u x p e u p le s a n cie n s q u i d e v a ie n t p ré p a re r le\nte r r a in au C h ris tia n is m e , E g y p t ie n s e t G re c s. »\n     C e q u i re v ie n t à d ire q u e la T r a d itio n c la s ­\ns iq u e to u te e n tiè re , p o u r la lo g iq u e d e l ’effort\n et la g ra n d e u r d es ré su lta ts, e st en q u e lq u e\n fa ço n p a r a llè le à la T r a d itio n r e lig ie u s e de\n l ’H u m a n ité .\n\n                                                    M a u r ic e     D e n is .\n\n\n\n\n  ( 1 ) D a n s son e x ce lle n t o p u scu le sur l’E sth étiq u e des B é n é ­\ndictins de B eu ro n .\n\n\n\n\n                                                                             209\n"}, {"page_pdf": 227, "texte": "Sur les manifestations exté­\nrieures, ou du Verbe fait chair\n    Sous les influences de plus en plus montantes du\n protestantisme, sous les persécutions de plus en plus\n menaçantes de l’esprit mécréant, l’É glise semble\n ployer et, avec elle, la poésie de la vie, inhérente à\n toute foi.\n    En vérité, la Religion étant notre tremplin vers\n en-haut, notre rupture d’avec les bassesses de nos\n besoins, il n’est point hasardé de dire que c ’est par\n elle seule que nous pouvons comprendre et aimer\nla poésie, c ’est à dire, cette soif de beauté qui dès\nici-bas nous pousse à admirer toute noble action,\ntoute harmonie réalisée par l’homme ou la nature.\n    C e que les dogmes, ce que la Révélation de\nJésus-Christ nous apprennent ne peut se limiter à\ndes sermons, et les actes mêmes de l’adoration, de\nla prière, du sacrifice sont les puissants enseigne­\nments de la vie du Sauveur.\n    N otre religion est universelle (catholique), c ’est\nà dire, qu’elle ne rejette, sous prétexte d’esprit pur,\nrien de ce qui appartient à l’âme, au cœur, à la\nraison ; faisant la part de chacune de nos facultés,\nelle ne leur demande qu’une parfaite sonmission à\nelle. Ses dogmes reposent sur la T rinité une, mais\nelle distingue sans séparer, et c ’est là son unique\nforce, sa preuve évidente de vérité. En le P ère elle\nnous montre le principe créateur de toutes choses,\nle principe éternel, excellent ; en le F ils elle nous\nprésente la vie active et divine réalisant le pourquoi\nde l’homme, en l’E sprit elle nous ravit, nous pro­\nmettant l’extase et la science du bonheur au dessus\nde la souffrance. Ces trois principes fondamentaux\nde tout ordre, elle les fait voir à l’homme, tour à\ntour dans lui-même et dans la nature qu’il domine.\nE lle a pris à cœur de le prévenir de toute sépara­\ntion, de toute confusion, et ainsi établit le parfait\néquilibre de son être, lui aussi trinité une de sang,\nd’esprit et d’âme.\n\n\n\n\n210\n"}, {"page_pdf": 228, "texte": "      L ’homme, selon donc qu’il s’abandonnera à l’une\n  ou à l’autre de ces parties tendra à un développement\n  nuisible aux autres. C ’est ainsi que ceux qui cultivent\n  trop leur esprit nient le F ils et le P ère, et que ceux\n  qui ne croient qu’au P ère ne peuvent unir le corps et\n  l’esprit. Mais comme on ne peut croire au F ils\n  sans croire au P ère ni à l’Esprit, on trouve la vérité\n  seule dans Jésus, fils de Dieu, christ rédempteur,\n  seul lien du monde naturel et surnaturel dont les\n deux autres personnes sont l’origine et le sens.\n     L a parole qui ne s’adresse qu’à la raison n’est\n donc pas le seul enseignement de l’E glise, quoiqu’il\n en soit présentement le plus répandu, le plus cou­\n rant. L e V erbe s’étant fait chair, les paroles sont\n devenues plus que cela pourtant : elle sont devenues\n des actions, et c ’est pour cela que Jésus disait qu’il\n faut ju ger par les actes.\n     « E t le Verbe s’est fa it chair et il a habité parmi\n nous » cela ne veut-il pas dire que la lettre (le tétra ­\n grammaton) est entrée dans la vie, que le nom de\n Dieu est prononcé par le geste, que l’action a rem­\n placé la parole, que les faits ont été de nouveaux\n enseignements, clairs, simples, profonds.\n     Jésus parla, et il tua le livre en parlant, mais il\n fit plus, il agit. Or, son action fut la réalisation de\n cette parole : « et le V erbe s’est fait chair ».\n     L ’Eglise, comme Jésus, en dehors de ses sermons,\n de ses enseignements, de ses lectures, agit. E lle\n soigne les m alades, console les pauvres, guérit les\n blessés, se penche vers les inquiets. E lle invite les\n croyants à revivre la vie de son fondateur, en pleu­\n rant à sa passion, en se réjouissant à ses victoires.\n     Cette partie vivante, active, agissante de l’Église\n catholique est la plus méconnue, celle dont la\nbeauté essentiellement profonde pâlit.\n     L e Protestantism e crut se libérer définitivement\n de toute inquiétude matérielle en niant le geste\nd’éloquence et d’art, en éloignant de son culte les\nsymboles, les manifestations publiques, les p ro ces­\nsions, les couleurs, les statues, les peintures, toute\nla richesse de l’imagination fervente et désireuse de\nréaliser ses aspirations dès ici-bas. Croyant s’élever\nainsi à l’esprit pur, le Protestantism e nia le culte\nmême de l’Esprit, et tua la poésie inhérente à toute\nreligion. Il en est résulté que — chose unique —\n\n\n\n\n                                                      211\n"}, {"page_pdf": 229, "texte": " il est le foyer le plus contraire à l’expansion et au\n bonheur, qu’il donne à l’homme en pâture un univers\n semblable à lui-même, c ’est à dire, morne, ennuyé\n et de pure convention. C ’est que la parole parlée\nne s’attache qu’à la raison, mais la parole agie\n opère dans un illimitable espace. Prenant l’homme\n pour un hiéroglyphe — ou plutôt pour un livre dont\n chaque geste est un mot — l’action est doublement\nsignificative : par elle, par sa beauté propre, par\nson sens, qu’aucun être ne peut ignorer.\n    L e s subtilités théologiques ne sont pas entendues\n de tous, et un sermon très simple n’est pas positi­\nvement chose facile et ordinaire (car trop générale­\nment on nous donne comme sim plicité la plus en­\ndormante des platitudes, la plus creuse des impuis­\nsances) ; de plus les explications sont longues et\nl’homme est facilement inattentif, car ce qui sort du\ndomaine de la vie agie, ne nous est admissible que\npar culture, par abstraction. O r, je dis que la beauté\nde l’action est supérieure à celle de la parole, et\nque son empire est infiniment plus grand, car elle\nn’est bornée ni par les langages, ni par les états\nd’esprit, car elle tire sa splendeur de la lumière\ndans laquelle elle se fait et de l’énergie de l’âme\nqui l’extériorise.\n    Ainsi, suivant cette marche, une peinture pieuse\nest plus éloquente qu’un sermon et peut opérer\nde grandes conversions, parce qu’elle est un instant\nde vie, ou plutôt une extériorisation, signifiée par\nles gestes et les êtres, de la parole parlée. C ’est\ndans une mesure indéfinissable, mais déjà palpable,\ndu Verbe qui se fa it chair. M ais quand du tableau\nce Verbe passe à la vie, quand la parole se fa it chair\nvivante et agissante son empire s’illimite, et ses con­\nséquences sont infinies.\n    Ainsi donc les cérémonies pieuses, en plus qu’el­\nles sont une sortie de l’homme vers la joie, sont\nencore le plus certain moyen d’apostolat, car elles\ndémontrent ainsi, par la poésie et la beauté, leur\nprovenance divine.\n    L equel d’entre nous, croyant ou non-croyant,\npeut voir sans émotion, dans les champs frais, pas­\nser le cortège chanteur des Rogations ? Lequel\nd’entre nous, croyant ou non-croyant, peut nier\nqu’une poésie inaccoutumée parfume la campagne,\n\n\n\n\n212\n"}, {"page_pdf": 230, "texte": "quand, en juin, l’ostensoir flamboie, second soleil\ndes blés, au haut du reposoir tout vibrant de ban­\nderoles, de feuillages, de fleurs et de cierges ?\n   L ’humanité aime à s’embrasser en quelque temple!\nOr, est-il, — à part les cathédrales, œ uvres de\ncommun am our — est-il un plus sublime rendez-\nvous que cet instant où Dieu incorporé en l’hostie\nconsent par la main du prêtre, à se reposer parmi\nles plus vulgaires objets de la vie ? Il passe au long\ndes maisons enviergées des blancheurs du linge;\nil avance par les chemins, sur les fleurs arrachées\naux jardins; tout ce que l’on a pu trouver de mieux,\nvases, flambeaux, tapis, aux demeures des siens lui\nest naïvement dédié ; et, parmi le pain encore en\népis, un salon L u i est fait de tout cela, salon qui\nest le résumé de ceux de ses fils, et dont chaque\nobjet im plore une grâce de sa m iséricorde. N ’enten­\ndez-vous pas, en ce moment, la parole du Christ,\nque cet amour a mis en action, planer sur les foules :\n« mes petits enfants, aimez vous, aimez vous les\nuns les autres. »\n   Cette collectivité convoquée au travail divin est\nune belle image de notre future communion céleste,\nc’est la plus admirable consécration de la fraternité\nhumaine, et une joie grande en émane.\n   T outes les cérémonies du culte catholique, quand\nelles ont gardé leur caractère de popularité et de\nliberté, atteignent à cette persuasion poétique, et\nelles sont fertiles ; mais, par misère, elles tendent,\nde plus en plus, à prendre un caractère officiel\nqui stérilise peu à peu leur action et les rend\nfactices.\n   Il faut qu’en ces instants le fidèle sente qu’il est\nlui-même le corps de l’É glise, la pierre de l’Édifice,\nqu'il jouisse d' expansion et qu’il exfolie son amour\ncomme une vigne autour d’un support ; car en\nvérité, les exercices réglés du culte ne sont qu’une\ncharpente qui appelle le croyant pour être une\ntreille, et si le peuple est écarté, si à elle seule est\nlivrée la manifestation, elle ne produira que tristesse,\ndonnant au fidèle la sensation de l’inutilité, de l’iso­\nlement, de la séparation, du brisement. Il faut que\nces cérémonies soient comme le repas auquel notre\nSauveur fait allusion, repas auquel tous sont conviés,\n\n\n\n\n                                                    213\n"}, {"page_pdf": 231, "texte": "et où chacun se rend selon son désir, mais revêtu\nde la robe nuptiale qui est la foi.\n   N otre temps, attristé par les conquêtes du matéria­\nlisme sur la nature, par l’industrie, les raisonne­\nments de l’erreur, la méthaphysique m aladive et\nvague, les convenances sociales et l’athéisme,\nattristé par tout cela et par la condamnation de la\nBeauté, notre tem ps, dis-je, va, peu à peu, refroidis­\nsant l’homme vis-à-vis de l’homme, l’É glise vis-à-vis\nde ses fidèles. Un méfiance s’établit, les portes\ninsensiblement se ferment, et les cœurs sourds les\nuns aux autres, las de retenir un acte non encore\nosé s’y décident : le prochain siècle assistera sans\ndoute, malgré tout le fastueux étalage de philantropie\nou de culte humain, au déchaînement définitif et\nbrutal de cet égoïsme couvé depuis trois cents ans.\n   Toutes les nobles collectivités travaillant au\nservice du Bien, du Juste, du V rai, du Beau, sont\natteintes ; avec leur disparition coïncidera l’arrivée\ndes ténèbres et des barbares.\n   Je ne vois pas arriver ces catastrophes en silence,\net je crois bon de les désigner sur l’horizon. L a\nF ran ce a trop nié pour qu’il soit tem ps d’affirmer;\naffirmer, c’est adorer. L ’orage nous menace de\nm ystère et de nuit.\n   A l’étouffement des manifestations belles et ré­\ndemptrices de l’É glise catholique et de ses fidèles,\ncorrespondent le mouvement mécanique et brutal,\nl’activité fiévreuse, envieuse, m aladive, scientifique\nde l’Europe et de l’Am érique.\n   Après avoir tout fait pour se rejoindre, ces deux\ncontinents anéantiront les autres ou disparaîtront en\nun cosm opolite chaos.\n   D ’un égal effort ils ont travaillé à se ressembler,\nà blasphémer pareillement le bonheur et la naïveté,\nà réaliser une platitude égale à leur surface ; ils ont\nfait de leurs habitants les mêmes automates préten­\ntieux et bavards, les mêmes utopistes sociaux, les\nmêmes apologistes de la matière.\n  Il est terrifiant de songer que cette Am érique née\nde l’ignominie européenne va devenir la maîtresse\nde cette civilisation qui la bannissait pour se sauve­\ngarder des ténèbres.\n\n\n\n\n214\n"}, {"page_pdf": 232, "texte": "   A l’acte divin, au verbe fait chair par les proces­\nsions et les actes publics d’amour, signifiant toujours\nla vie de D ieu parmi nous, Satan a-t-il donc défini­\ntivement substitué l’activité : meule que l’homme\ntourne sans but, en face du néant, bâtonné par la\nconvoitise de l’or ?\n\n\nChoubrah, novembre 1897.\n\n\n                                 É m ile   Bernard.\n\n\n\n\n                                                      215\n"}, {"page_pdf": 233, "texte": "   Sur les Icônes byzantines\n       et l’art hiératique.\n                              C ’est dans la splendeur de ce firmament\n                           que vous vous communiquez à nous et que\n                           vous nous apprenez à faire la différence du\n                          jour et de la nuit, des choses de pure intel­\n                           ligence et de celles qui touchent les sens.\n                                                       S t Augustin.\n\n\n    Platon avait écrit sur son Académ ie que personne\nn’y pouvait rentrer s’il ne savait la géométrie :\nJoseph de Maistre plus récemment faisait tout\nreposer sur le nombre. Pythagore était de cet avis\net considérait le cercle comme l’image de la perfec­\ntion (l’auréole n’est-elle pas une consécration de\ncette pensée?).\n   L e spectacle de la nature extérieure, il est bien\névident, conduit la raison à la conception d’une\nharmonie plus parfaite, exempte de tares ; en ce\nm ystérieux travail la raison et l’imagination se\nrévèlent elles-mêmes supérieures à cette nature vue;\npuis la foi révélatrice des choses cachées élève la\nraison et l’imagination à l’unité divine, à la contem­\nplation du parfait.\n   Ainsi partant du sensible, passant par l’imagina­\ntion l’esprit s’élève au divin révélateur de l’ordre.\n    Cette conception donne peut-être la clef des arts\nanciens, invers de nos arts modernes.\n    L ’harmonie de ces grands arts exempte d’acci­\ndents, savante, puissante est si frappante, si sugges­\ntive qu’il faut, faute de manuels à cet usage, à qui\nveut en pénétrer les secrets, entrer dans la théolo­\ngie, clef de toute vérité.\n    L ’idée que les anciens ont commencé par imiter\nla nature me paraît juste, mais cela toutefois quant\n à leur sortie de la sauvagerie primitive, avant toute\n civilisation, car elle me paraît fausse pour les arts\naccom plis. L a philosophie religieuse a d’abord\n éclairé les artistes sur les formes, sur les symboles\n et les concordances; rien de vain, de fantaisiste,\n d’inutile n’est par suite de cela, entré dans ces arts;\n le souvenir aussi que l’homme premier avait gardé\n\n\n\n\n2 16\n"}, {"page_pdf": 234, "texte": "de la terre heureuse et belle et avait transmis à ses\ndescendants, d’une vie plus pure, plus conforme\naux desseins de Dieu, a pu être la première cause\nd’impulsion vers la création du Beau supérieur.\n   E n remontant le cours des siècles, ne voyons-nous\npas les arts, plus simples, plus purs, plus éloquents,\nplus portés vers le D ivin ; et l’histoire ne nous\nmontre-t-elle pas qu’antérieurement aux G recs l’art\négyptien avait atteint à une grande splendeur et que\ntous les arts qui suivirent en sont nés !\n   L e s anciens, et c ’est en cela qu’on les juge mal,\nn’ont pas aimé le caractère fugitif et passager de la\nvie : contemplatifs et penseurs, ils ont au contraire\ndésiré et transcrit le caractère éternel et grandiose\ndes destinées de l’homme [de là le culte des morts];\nils ont substitué au fantôme du corps l’âme éternelle\net invariable.\n   A leur encontre, nous avons aimé les passions et\nles avons attachées à notre œuvre : nous avons huma­\nnisé; eux bannissaient comme blessants les contorsions\nde la douleur et les gestes de la jo ie et je me sou­\nviens fort à propos de ce sculpteur grec — Tim an­\nthe — qui, ayant à peindre le désespoir et le jugeant\nen dehors et contraire à la sérénité de son art, voila\nle visage du personnage qui le devait exprimer.\n   E h bien, nous, nous avons levé le voile et nous\navons aimé ce désespoir.\n   L ’art Romain portraitiste, et ainsi poussé au natu­\nralisme, fut le premier à s’occuper de ces vérités\nfictives ; il y a au musée du L ouvre une série de\nvisages qui racontent l’histoire de ce peuple mieux\nqu’on ne la saurait écrire ; ils disent sa volupté\ncruelle, ses vices hideux, ses vertus stoïques et\nguerrières, le cynisme de ses philosophes.\n   L es Byzantins au contraire ont rétabli le caractère\nd’éternité que les anciens avaient aimé ; ils y ont\nadjoint le faste, la richesse orientale, la splendeur\nqui siéent à la gloire du Christ triomphant : ce\nn’est que tard qu’ils ont imité la Passion du Calvaire.\nC ’est justem ent à cause de ce caractère qu’on ne leur\nveut pas voir qu’ils ont sur nous une grande supé­\nriorité : Ils surent restaurer dans l’art grec naturaliste\net tombé dans la niaiserie la vision de l’immortalité.\n   A bstrait en apparence, l’art byzantin concorde\ntrès bien avec la nature vue et sentie et l’on peut\n\n\n\n\n15                                                    217\n"}, {"page_pdf": 235, "texte": "dire qu’il n’est pas une de ses lois qui ne repose sur\nl’observation profonde du monde sensible, mais c’est\npar le tamis de la logique, de la contemplation, de la\nfoi, qu’il faut passer pour s’élever jusqu’à la com pré­\nhension de sa splendeur mystique.\n   L es Byzantins ont ajouté à ce qu’ils tenaient de\nla G rèce et de l’E gypte la couleur et par conséquent\nla musique; ils ont réchauffés, ravivés, rendus célestes\ndes arts jusqu’alors en puissance ; ils ont donné des\nailes à leur conception, les ailes de l’espérance, de\nla foi, de l’amour déployées sur le monde nouveau\npar la religion révélée.\n   J’aimerais à dire d’eux, qu’ils sont le prisme où le\nsoleil du Christ s’est décom posé en riches couleurs,\nqu’ils sont la beauté spirituelle de l’art et cela tant\npour les Pères de leur E glise que pour leurs artistes,\ncar à cette époque l’art de peindre et la production\nmarchaient ensemble et les moines étaient icono­\ngraphes.\n   T ou t ce que l’A sie a de trésors mystérieux, de magni­\nficences suggestives se trouve chez les Byzantins,\nmais ce n’est pas la richesse asiatique qu’ils ont\ninstaurée, c ’est le Paradis terrestre de l’Eglise, c ’est\nl’image de l’Eden prim itif qui n’était que rythme et\nbeauté, c ’est la vie renovée par la venue du Christ.\n   L ’art chrétien-romain, tout entier représenté par\nla tête du Sauveur trouvée à Saint Calixte est très\nbeau, très pur, mais c ’est un art plus positif, plus\nsolide, moins idéal, moins typique que le Byzantin.\nJe ne nie ni ses belles proportions, ni sa douceur\nrêveuse ; mais ici le désir est moins ardent, moins\nchaud, moins brûlant, la vertu a pris un caractère\npaisible — presque p assif — en lequel l’élan fait\npeut-être un peu défaut. Cet art n’est pas mystique,\nil est religieux et cela me paraît tout autre chose.\n    L a m ysticité me semble être une illumination alors\nque la religiosité m’apparaît comme une pratique.\n Im aginez un cloître : il y a dans ce cloître beaucoup\n de religieux, pieux, sages, chastes, observant la\nrègle avec zèle et ponctualité ; il y en a peu sans\n doute parmi eux qui reçoivent la grâce d’être élevés\n à la contemplation et qui peuvent s’infliger des\n rigueurs surpassant les forces humaines. Or, là où\n la règle cesse, la m ysticité commence.\n    V oilà ce que je puis dire de plus net à cet égard.\n\n\n\n\n2 18\n"}, {"page_pdf": 236, "texte": "L a religiosité est le premier point, car si le mystique\nfait plus que la règle, il ne cesse néanmoins pas de\nl’observer, et c’est en passant par elle qu’il va ju squ’au\nm iracle. C ’est pour ce mystique qu’a été fait le «Credo\nquià est absurdum » c ’est-à-dire « Je crois à ce qui\ndépasse la raison. »\n   J’aime les arts m ystiques, ceux dont l’élan, sans\nnier la règle ou le canon, surpasse ce que ce canon ou\ncette règle employée à froid peut donner. Je n’aime\npas les arts qui ont satisfait seulement à la règle,\nquoiqu’ils en aient tiré le bénéfice d’une apparente\nperfection. L a beauté du Christ de Saint C alixte est\ngrande. M ais je ne pourrai jam ais adorer ce Christ,\nparce qu’il me représente trop un homme et pour\ncela arrête mon idée dans notre monde et dans sa\nforme, parce qu’il ne remplit pas les conditions de\nl’art m ystique qui veut qu’avant la forme matérielle\napparaisse la forme essentielle.\n   A u contraire,le grand Christ de B yzance, qui plane\nassis sur son trône somptuaire au dôme de Pise,\nm’emporte avec lui dans la splendeur, me jette dans\nl’être des rayonnements, me rechauffe et m’attire à\nson immortalité : devant lui, je puis prier ; la prière\n est une réponse à sa clarté.\n    E t c ’est encore là sans doute un résultat de la\nmerveilleuse harmonie, car non seulement ce Christ\n est Le Christ, mais il est, dans ce lieu où le voici\nplacé, comme le centre, comme la m ajestueuse clef\n de voûte de tout l’édifice.\n    E t que me fait un visa g e!.. Dans l’immense cathé­\n drale plus belle que tous les palais, il me semble que\nje suis dans le cœur de Dieu, et le Christ im précis\n et flottant dans l’encens et l’or me fait signe — plus\nque ce doux visage qui ne me parle que d’une beauté\n humaine.\n    Si j ’ai la hardiesse d’exprimer ici mon sentiment,\n ce n’est pas toutefois en prétendant nier la beauté du\nvisage divin trouvé à Saint Calixte.\n    Pour trahir une de mes plus chères idées, je dois\n dire que : conformément au rêve, je ne me plais qu’à\n des ensembles, à de grands ensembles, dont toutes\nles proportions sont des réceptacles de sym boles.\nAussi l’architecture me semble-t-elle l’art d’excellence\njointe au hiératisme.\n    Il n’est pas nécessaire pour faire un Christ de\n\n\n\n\n                                                       219\n"}, {"page_pdf": 237, "texte": "faire un vrai Christ (cette folle idée surpasse nos\nforces humaines) mais une église est aussi la figure du\nChrist. Où est l’architecte moderne qui saura com­\nprendre et qui saura produire un monument capable\nde cette évocation ? Cette tâche dépasse peut-être\nnotre temps.\n   E t voici pourquoi j ’aime encore les Byzantins, ils\neurent l’idée de cela à un tel point qu’ils le firent\ndans tous les sens et même à l’envers, car tout en\nédifiant un temple qui fut le Christ, ils ont fait trôner\ndedans un Christ qui est un temple. Ils ont fait du\nSauveur une prodigieuse architecture, une géométrie\nvivante et chantante, l’alpha et l’oméga du monde\nsensible, invisible, divin.\n   L es icônes grecques sont les enfants de ce Christ-\nlà : répétées de siècle en siècle par des pinceaux\ndivers, elles sont les échos de la vo ix nouvelle qui\nparla dans les arts du haut de la voûte des basiliques,\net si elles ont peu à peu descendu les échelons du\nsavoir et de la beauté, la faute en est à nous qui ne\nsûmes pas croire et les aimer comme nous le devions.\n   Je vais exprimer une opinion qui certes mettra\nen colère les positivistes de la foi, les dogmatistes\nde l’authenticité.\n   V oici : Comme je l’exprimais plus haut par l’exem­\nple des religieux, observateurs scrupuleux de la règle\nmais n’allant pas au De la, et des saints la surpassant\nsans la nier, je désire que l’a rtiste mystique apporte\ndans son œuvre une ardeur spirituelle, supérieure à\ntoute représentation conforme à ce qu’a pu paraître\nla divine vie.\n   Si le dogme nous raconte que N . S. J.-C ., fils de\nDieu, se fit homme et qu’il vécut en homme, l’art\nnéanmoins ne doit pas pour cela s’enfermer dans la\nreconstitution de la vie humaine du Sauveur, mais\ndoit y mettre en réalité ce qu’elle était — c ’est-à-dire\ntout ce qu’il lui appartient essentiellement d’exprimer\nsous peine de n’être qu’un vil métier — le surnaturel.\n   E n cette occurrence, aussi haut que l’artiste pourra\ns’élever dans la foi et la mystique, aussi haut à nos\nyeux et en notre âme, il placera lui-même son œuvre.\n   C ’est ainsi qu’il sera comme un m erveilleux com­\nmentateur, plein de lumières nouvelles, et que, sans\nattenter à la vérité de ce qui fut, il montrera cette\nvérité même dans un plus grand éclat.\n\n\n\n\n220\n"}, {"page_pdf": 238, "texte": "    L es P ères et D octeurs de l’É glise furent les illus­\n trateurs puissants de l'É vangile et, sans en altérer le\n texte, ils ont pu produire, selon leur génie, des\n ouvrages pleins de lueurs inattendues et de beautés\n suprêmes, montrant dans un plus clair jour aux yeux\n de ceux qui les écoutaient ou lisaient le contenu de\n chaque parole et de chaque action de l’Homme-Dieu.\n   Ainsi fera l’artiste mystique : dans son intelligence\n éclairée par la grâce, il refondra en symboles tout\n ce que la vie du divin M aître nous a fait entrevoir\n derrière la toile des apparences, tout ce que la vie\ndes apôtres, des saints, des martyrs a de beauté et\nde profondeur, en un mot il élèvera à la hauteur de\nla science pieuse la nature, « tem ple de vivants\npiliers. »\n   V oilà le véritable rôle de l’artiste mystique et ce\nqui le sépare de l’artiste simplement religieux qui\nne s’en prend qu’à l’écorce des représentations de\nl’Évangile.\n   C e qu’il fut écrit de blasphèmes, de stupidités, de\nturpitudes sur les arts spirituels, c ’est à pleurer de\ndouleur ! L e s byzantins, les gothiques pas plus que\nles antiques égyptiens n’ont été compris ; on n’a\nvoulu voir dans leur effort vers l’éternel, le grand,\nle majestueux que des tâtonnements, des barbaries,\ndes enfantillages, des essais gauches, des sauvageries.\n   C ’est que la route qu’ils avaient prise était bien\nautre que celle que leurs censeurs suivaient; car\nalors qu’eux ne voulaient voir que dans la lumière\nclaire et simple de la philosophie religieuse, ceux-ci\nse lançaient dans je ne sais quelles folies de sensua­\nlisme, d’adoration de la nature, qui en retour ne\ndevaient leur procurer que l’im possibilité de toute\nélévation et parfaire la chûte de l’homme, créé pour\ncomprendre et dominer, dans une passivité imitative\ndes plus lam entables. Aussi la différence est-elle\nbien sensible entre ces temps modernes de doute et\nde nature, et ceux de théologie et de philosophie\nsainte qui les précédèrent. Si grande est-elle que\nceux qui passent de l’un de ces mondes dans l’autre\nsont comme transportés du jour dans les ténèbres, avec\ncette seule et terrible erreur que le jour leur est nuit\net la nuit jour. L e résultat de tout ceci a sa racine\ndans ces paroles que l’on n’a pas assez répétées :\n\n\n\n\n                                                       221\n"}, {"page_pdf": 239, "texte": " Regardez avec votre âme, regardez avec la R évéla­\ntion , regardez avec la fo i...\n     L ’art des icônes grecques et des icônes russes est\nle dernier soupir de l’art byzantin. C ’est aussi le\nnernier soupir de l’art spiritualiste.\n     L e s compromis sont à leur com ble : science et\nreligion sont devenus deux termes ennemis : les\n savants athées à force de mentir ont entraîné le\nmonde dans une calomnie inconsciente et une cécité\n parfaite. L a constatation, la vérification sont deve­\nnues les seules bases du jugement : guerre à l’intui­\ntion et guerre au mystère. On a donné un type à\nl ’artiste : la nature, on lui a dit : imitez, et on juge\nson oeuvre selon ce type. L e triomphe de cette folie\n c’est le trompe-l’œil, c ’est la photographie.\n    L e s hommes d’imagination — quand il y en a eu\n — se sont détournés et ont créé le romantisme,\n avant le romantisme, ils avaient déjà créé l’allégorie.\n     L e romantisme, quoique glorifiant l’imagination, a\n été impuissant à quitter le type donné, il est resté\n dans l’humanité et il a rêvé de la glorifier par la\n passion, le drame. D elacroix, le seul grand roman­\n tique, n’a pas réalisé le surnaturel par la nature.\n     L ’effort du romantisme dans la peinture fut surtout\n littéraire, il s’éleva parfois jusqu’à la poésie, c ’est-à-\n dire ju squ’à la beauté, mais son entraînement vers\n la douleur le promena surtout dans des pays de\n brume et de brouillard. N é d’H am let et de Faust,\n il était condamné au M olochism e et à la tristesse.\n     L ’art mystique se distingue absolument de tout ce\n qui l’entoure, il tranche sur le réel comme le miracle\n sur l’habituel, comme l’imprévu sur le coutumier :\n c ’est une parole divine dans un temple humain.\n     U ne atmosphère chargée de magie vous enveloppe\n quand vous êtes en sa présence, un monde spécial qui\n n’est pas le monde, vous est révélé, monde qui ne\n vous est ni hostile, ni étranger...\n     D ’aucuns s’étonneront sans doute que cet art vive\n  encore; moi, je m’étonne qu’il va mourant.\n     L e hiératisme a poursuivi sa tradition jusque dans\n  nos temps malheureux et incroyants et chez des\n  peuples encore fidèles et fervents, quoique séparés\n  de notre communion; il serait temps de l’y aller voir.\n     Je ne veux pas dire que cet art ait gardé sa supé­\n  riorité première ; comme l’art positif, il parcourt son\n\n\n\n\n 322\n"}, {"page_pdf": 240, "texte": " cercle : et du grand Christ des coupoles, je ne pré­\n tends pas affirmer qu’il soit arrivé sans décadence\njusqu’à l’icône qui se vend encore aujourd’hui à Jéru­\n salem ou à Saint-Petersbourg. L a m arche du natu­\n ralisme a été tellement rapide en ces dernières années\n qu’il est parvenu même chez cet art à plusieurs\n intrusions et jusqu’à le faire presque agoniser de son\n désir.\n    M ais même dans cet effort, l’excellence des canons\nbyzantins éclate encore; car sitôt qu’il voulut se\nfaire plus humain, il n’y eut pas beaucoup à modifier\npour les rendre satisfaisants, même à l’égard du vrai\nobjectif. L e s primitifs italiens du Giotto à Perugin\nn’ont guère fait que d’en jouer habilement selon leur\ngénie propre ; ils y ont puisé leur force d’harmonie\net de hardiesse, le principe du large et du grand.\n    Il ne fut donc pas difficile aux gens de notre siècle,\nfabricants déjà sans amour, de naturaliser, pour les\nrendre plus vendables, les splendides modèles qu’ils\ntiennent des peintres vraiment chrétiens : « entraînés\nsur cette pente fatale, leur art est devenu un vil\nmétier et d’artistes ils se sont faits manœuvres. »\n    L a faute n’en est pas à eux, mais à nous; car\ndevenus méfiants à leur égard, ne leur avons-nous\npas ouvert le champ de la simonie et de la vénalité;\nsubissant les nécessités et les incroyances, ces bons\net simples ouvriers perpétueurs de la tradition n’ont-\nils pas été par nous m assacreurs et déformateurs?\n    Cela est tellement certain que j ’ai vu des chefs-\nd’œuvres iconographiques faire hausser les épaules\nà des prêtres de l’É glise catholique orientale : aux\ndescendants des Saints Chrysosthom e, Basile, G ré­\ngoire, de Saint D enys l’A réopagite ; à des prêtres,\nc ’est-à-dire à des hommes que l’on eût pu croire plus\naptes que d’autres à les comprendre et à les aimer.\nCe n’était là que des religieux sans doute, et non\npas des mystiques !...\n    Cette déchéance des icônes est le dernier coup\nporté à l’art chrétien, à sa splendeur et à sa néces­\nsité, car l’icône byzantine était bien l’art chrétien,\nl’art qui seyait à une religion surnaturelle et plaçant\nson désir et son espérance en deça des réalités\nambiantes et de la beauté séductrice des apparences.\nC et art était bien le complément de la parole du\nChrist, parabole des actions m iraculeuses de sa\n\n\n\n\n                                                      223\n"}, {"page_pdf": 241, "texte": "vie, philosophie divine de ses agissem ents humains,\nart conservateur du mystère et de la divinité sous les\nsymboles.\n  On peut donc dire qu’avec l’art des icônes va\ndisparaître le signe le plus authentique du monde\nchrétien, le cantique de splendeur qu’il chanta après\nla triomphe de l’Homme-Dieu, ce que le génie\nassocié à la foi a produit de plus immatériel et de\nplus super humain.\n\n                              *\n                          *       *\n\n   Avant que l’art existe dans un peuple il y a souvent\nd’obscures recherches dont l’imitation de la nature\nest généralement le but. C eci a lieu particulièrem ent\nchez les sauvages et dans les sociétés naissantes ;\nsitôt que la religion apparaît ces recherches cessent\net l’art se lève.\n   Ce m ystère ne peut être que constaté. Chaque art\napparaît d’abord naturaliste, copiste, imitateur, puis\nil devient religieux et alors il s’élève, s’épure, grandit\net son développement dans les édifices de la foi\naccom plit son dernier progrès. S e haussant avec la\nF o i il se baisse avec elle et enfin se traîne, languit,\ns’éteint comme le culte lui-même, de qui il a reçu la\nvie.\n   V oici un exemple : si je regarde le scribe égyptien\nou le marcheur [musée de Ghizeh] nul doute pour\nmoi — quelle que soit la sim plicité belle des formes\n— que le but de l’artiste était avant tout l'imitation.\n   Pourquoi, si ce n’était là son but a-t-il mis de vrais\nyeux à son personnage, pourquoi l’a-t-il revêtu de\nplâtre (il est en bois) et peint d’un ton de chair,\npourquoi s’est-il efforcé de me faire voir qu’il y a là\ndes ongles, là des cheveux, là une barbe et pourquoi\na-t-il simulé cela avec du crin ou quelques touffes de\ncoton ou de laine ? c ’est parce qu’évidemment il ne\nsongeait qu’à tromper mon œil sur la statue.\n   Si au contraire je me transporte aux œuvres du\ntemps de Ram ses III, de Seti Ier et aux bas-\nreliefs des époques dites « nouvel empire » je trouve\nque l’art, loin de s’être développé au point de vue\nimitatif, m arche dans une voie tout opposée ; les\nlignes extérieures non seulement sont encore plus\nsimplifiées, mais elles ne varient plus : elles semblent\n\n\n\n\n224\n"}, {"page_pdf": 242, "texte": "décidées, décisives, immuables, éternelles ; et non\nseulement le mouvement du personnage a perdu\nl’imprévu du naturel, mais il semble résolu qu’il\nagira tout autrement que la race ordinaire et que ses\ngestes seront choisis.\n    L ’art s’est donc développé, en avançant, tout au\nrebours des prem ières recherches que nous lui\nvîmes faire à son début ; de la copie il est passé à un\ntype qu’il s’est créé, il a manifesté un idéal qu’il\npropage, il est allé au H iératism e.\n    C ’est ici une voie d’ascension, l’art n’a pas baissé,\nau contraire, il est né ; il est dans l’expansion précise\nDe la puissance; il connaît ses ressources, ses moyens,\nson but et non seulement il se présente maintenant\nsous une forme d’exécution plus belle et plus parfaite,\nmais il nous suggère le désir, l’amour, la pensée ; il\nnous transporte dans un monde nouveau.\n    L ’humanité rêve et désire sans cesse ce monde\nsupérieur de l’H arm onie et quoiqu’on dise ou écrive\nelle le rêvera et demandera toujours; c’est une des\nconsolations de son infirmité, la seule peut-être.\nAussi le caractère essentiel de l’art est-il là tout\nentier et non ailleurs.\n    J’ai dit à l’instant que l’art s’était désorm ais créé\nun type : je formule sur ce point une explication.\n    Quand il n’était encore qu’à son période de tâton­\nnements et d’imitation passive l’art cherchait son\nexpansion dans le type humain, dans un individu\n déterminé et pris pour m odèle. L ’artiste dénué de\n conception était alors soumis à des moyens matériels\n d'expression qui ne l’élevaient pas encore au-dessus de\n l’ouvrier. Aussi voyons-nous qu’en ces temps, il\n n’était considéré que comme tel et rien de plus. Plus\n tard, quand la religion vint — par une grâce divine\n — éclairer vivem ent son esprit, il conquit la F o i.\n    L a F oi, et elle seule, lui donna le désir de trans­\n crire son être spirituel ravi, la soif d’extérioriser ce\n qui se passait en lui ; non satisfait par l’habituel\n spectacle ambiant, l’artiste com m ença par créer.\n    Il avait à représenter — avant toute c h o se — le Dieu\n de son affection et ce D ieu il n’en trouvait le type\n nulle part. On ne lui enseignait que ses attributs, on\n ne lui en montrait pas l’image. C’est dans l’effort qu’il\nfit à se le représenter qu’il trouva la perfection.\n     Pouvait-il en être autrem ent ? Jusqu’alors adonné\n\n\n\n\n                                                        225\n"}, {"page_pdf": 243, "texte": " à ses sens, abandonné à la puérilité de la copie, il\nne pouvait, à travers ses m aladresses, que saisir\n quelques parcelles du monde objectif sans en pénétrer\nle sens ; il était Comme les juifs de l’ancien testament\nexécutant la lettre sans pouvoir pénétrer l’esprit,\nmais le nouveau testament leur fut enseigné et les\nsept sceaux étant rompus par l’Agneau, Saint Paul\nsurgit.\n   Ainsi la religion a toujours rempli dans les arts le\nrôle d'initiatrice, elle leur a toujours ouvert les portes\ndu sens des signes, car « ce monde est un système de\nchoses invisibles manifestées visiblem ent » [St Paul :\nH eb. X I, 3].\n   Ainsi la religion a été de tous temps l’initiation\nnécessaire des artistes. E lle leur a enseigné le culte de\nl’invisible et de l’Idéal : ce n’est qu’après son appa­\nrition que la direction est trouvée, que les chefs-\nd’œuvres naissent.\n   L ’art relève donc directem ent de la F oi, de la reli­\ngion, celle-ci étant la seule préoccupation précieuse\nà l’homme sage et son seul but ici-bas.\n   Que faut-il p o u rv o ir D ieu? disait Platon. Etre\npur et mourir. E t les anciens qui ne connaissaient\npas la Révélation, mais qui désiraient ardemment\nD ieu et sa sagesse se tuaient pour aller les conquérir.\n   Cette destination de l’homme à la contemplation\net cette soif que l’amour du divin lui en donne, a\ntrouvé une porte ouverte dans l’art; là il lui a été\npermis de s’enivrer un instant de l’immortelle beauté\npromise : c ’est pourquoi, quand l’homme est vraiment\npur, quand les temps sont vraim ent pieux, l’art est\ngrand, surnaturel, divin.\n   L e s G recs qui ne sont qu’archaïques, c ’est-à-dire\nqui cherchent à ramener vers la nature le hiératisme\négyptien, sont bien inférieurs aux G recs qui les\nsuivirent et qui dégagèrent à nouveau ces formes\nnaturelles de l’imitation pour les élever à la hauteur\nde leur contemplation sainte; et si l’art grec semble,\nau premier coup d’œil, plus vrai, au sens commun de\nce mot, il faut rejeter comme une erreur grossière\nqu’il soit né de l’imitation.\n   L e grand art grec, celui de la Diane chasseresse\net de l'Apollon, fils du rhytm e et de la géométrie, a\nson fondement dans la m ystique païenne : sans elle\nil n’aurait jam ais existé.\n\n\n\n\n226\n"}, {"page_pdf": 244, "texte": "    L e drame divin du Calvaire en ouvrant à l’art le\n sublime a définitivement montré la route. L a vie\n spirituelle a été annoncée au monde et les tâtonne­\n ments sauvages ont été perpétués seulement par les\n races qui n’ont pas voulu entendre la vo ix et qui ne\n la veulent entendre.\n    L ’occident, plongé dans une lumière vague, qui\nlui fait douter de tout, a commencé par rompre avec\ndes sophismes l’harmonie que la F o i avait révélée.\n    Partout il a brisé de ses propres mains les temples\nqu’il avait lui-même dressés au Dieu-Sublime.\n    L ’orient naturellement contem platif — parce que\nplacé sans cesse vis-à-vis de la lum ière — a seul\nperpétué — à travers mille rêveries — les traditions\nles plus antiques et les plus vraies. Seul il a légué\net lègue encore à l’occident le secret de sa grandeur\net de sa beauté.\n    L ’art byzantin, l’art des icônes, l’art chrétien\noriental en un mot, initiateur de l’occident, appelle\nencore les artistes vers son mystère et sa m ajesté; il\nsollicite des m ystiques égarés dans le brouillard des\ncités froides, une dernière admiration, il convoque\nune dernière fois les fidèles à la contemplation\nspirituelle et symbolique.\n   S i son appel n’est pas entendu, si sa voix s’éteint\nsans écho sur les mers, c ’en est fait des splendeurs\nsacrées dont nous n’aurons plus qu’à recueillir les\ndébris comme des reliques vraim ent saintes,\nimages d’une vérité qui s’en va.\n\n\n\n\n   Mais quelqu’un me tire par la manche et m’inter­\nrompt dans ce travail. Il me dit: «venez voir», s’ingé­\nniant déjà en secret à déformer peu à peu — à grands\ncoups de raison — les intentions de ce grand art sacré.\n   Aussi prends-je sur moi la force de lui répondre :\nQue m’importent vos m éticulosités de myope, et que\nm’importent aussi désormais les objets placés sous\nmes yeu x? Je ne veux les considérer que comme un\ntremplin qui fera bondir mon âme jusqu’au trône\ncéleste, jusqu’au Palais de la Splendeur.\n   Vous me faites bien de peine en vérité de vouloir\nm’emmener sur le lieu où je fus tout transporté, pour\ny prendre des mesures et pour y chercher des authen-\n\n\n\n\n                                                    227\n"}, {"page_pdf": 245, "texte": "ticités : «Je ne connais en fait de jugement que la toute-\npuissance de mon souvenir », et quand mon âme a été\nélevée ju squ’à la joie, le vertige qu’elle en garde\nm’est garant de la force qui l’emporta. J’ai une\nhorreur bien profonde de votre manière de critiquer ,\nque vous vous livriez à l’éloge ou au blâme. Je pré­\nfère ma spontanéité à votre analyse, mon éveil\ninstinctif à vos comparaisons et à vos recherches. »\n   A insi ai-je répondu à la vaine critique oiseuse,\nbavarde qui ne sait voir qu’avec sa plate raison, et\nqui tient en poche le catalogue, dressé par elle, des\nperfections et des imperfections de l’œuvre d’art.\n   Puisse mon exemple être suivi en cette occasion\npour la gloire du D ieu Tout-Puissant.\n\n\n\nL e Caire, 1895-96 .\n\n\n                                E m ile   B ernard.\n\n\n\n\n328\n"}, {"page_pdf": 246, "texte": "De l’art chez les anciens\n         et chez les modernes\n   L ’art chez les anciens partait d’une intelligence\ncontem plative, intuitive. C ’était une vision intellec­\ntuelle supérieure et profonde. A cette époque\nlointaine, l’art n’empruntait à la nature autre chose\nque ses lois d’harmonie et de beauté.\n   Chez les Prim itifs chrétiens, l’art n’avait pas\ncette splendeur, mais s’adonnait à un amour si\ngrand, si pur, si spirituel qu’il se maintenait toujours\nau-dessus de la nature qu’il copiait. L e style existait\nencore.\n   L ’art avec les artistes de la Renaissance, avec\nM ichel Ange, avec Raphaël, avec L éonard de Vinci,\nretourne à cette haute intelligence contem plative\nqui avait fait la supériorité des Anciens, retourne\nà cette organisation de l’ensemble, à cette grandeur\nharmonieuse du style, que la peinture et la sculp­\nture avaient oubliées, pour des qualités de grâce\net de douceur m ystiques. L ’essence de la force,\nde la puissance est retrouvée. L es artistes restent\nchrétiens, et ont toute la science des ancêtres :\nvision, libre expansion, pouvoir.\n   Cette fois l’art est monté plus haut que jam ais, il\nest allé jusqu’à l’Infini, il a contemplé la Perfection,\net elle l’a conduit à la Création. Ces grands artistes\nmorts, l’art languit et retombe, mais cette fois plus\nbas encore. L ’idéal est perdu, le signe a tué l ’idée.\nL ’art ne vise plus qu’à exceller dans l’imitation,\nimitation de la nature, imitation des maîtres consa­\ncrés par le talent ou par la mode.\n   Du vol sublime des génies plus haut nommés,\nil semble que les humains, éblouis, aient pris peur ;\net ce qui suit est digne de la nuit. L ’enseignement\ndivin des purs chefs-d’œuvre est abandonné peu à\npeu, et la nature est glorifiée pour elle-même, en\nelle-même. Un honteux panthéism e ravale D ieu dans\nla matière.\n   L ’objet a tué le style, expression de l’intelligence\n\n\n\n\n                                                    229\n"}, {"page_pdf": 247, "texte": "  créatrice. L a singerie a remplacé l’art. C ’est à une\n habileté de tempérament, à une certaine fougue\n d’imagination que Rubens, H als, Vélasquez, Murillo,\n etc., vont devoir de rester grands.\n     L ’imitation de la nature, ne sera voilée en eux\n que par l’exubérance du tempérament, que par les\n qualités instinctives de leur œil ou de leur main.\n     P eu après, même cette force dernière de l’A rt\n s ’oblitérera. L e s tempéraments étouffés par un\n enseignement niais, s’éteindront, et nous arriverons\n au X V I I I e siècle français, fameux à cause de sa\n nullité en tout art comme en toute philosophie.\n    Au X IX e siècle, après P ru d ’hon, D elacroix jettera\n un passager éclair.\n     Son génie com paré à celui des grands maîtres à\n tempérament n’est point ce qu’on en a voulu faire.\n E n cet artiste le pittoresque a trop souvent étouffé\n le grand. L ’imagination sans idéal est le caractère\n destructif de son œ uvre. L e théâtre joue un rôle\n trop grand ici, là le drame humain n’est pas assez\n opposé à la Rédemption par la souffrance. L a mise\n en scène trop abondante tue l’esprit.\n    Au siècle de Raphaël, D elacroix aurait connu\n une direction spirituelle; tué par le feuilleton, par la\n presse quotidienne et la littérature de compte-rendu,\n ce maître ne découvrit pas les horizons que son\naile pouvait espérer. Intellectuel, mais non intelli­\ngent, c ’est à dire, contem platif et voyant, curieux\n de singularités et de passion nerveuse, D elacroix\n céda trop à son goût pour le tordu et le difforme, il\noublia le grandiose, dont, étant enfant, M ichel\nAnge lui avait à deux ou trois reprises ouvert les\nformidables profondeurs par ses esquisses.\n    En ce X IX e siècle minuscule, auprès des In­\ngres, des D elaroche, des Flandrin, il est de toute\nju stice de rendre gloire à ce peintre et de le placer\ncomme un poteau indicateur du bon chemin sur la\nliste commémorative.\n    H issés sur son effort nous apercevrons mieux\nles horizons possibles, et nous nous élèverons de\nlà sur les cîmes plus hautes des grandes œuvres.\n    L ’art chez nos tristes contemporains est à son\nplus bas degré de chûte. Imitatif, il ne songe plus\nqu’à rivaliser avec la photographie. Sot, banal, plat,\ncomme notre prétendue vie civilisée, il a perdu le\n\n\n\n\n230\n"}, {"page_pdf": 248, "texte": "sens de toutes les beautés, il n’a plus rien à dire.\n   U n Redon, un Puvis de Chavannes, seules et der­\nnières étoiles de son ciel spirituel, ne suffisent à\néclairer les épaisseurs de sa nuit.\n   Ces maîtres eux-mêmes accusent des faiblesses\ntrop grandes pour nous venger de l’ignorance géné­\nrale .\n   Enfin, ce qui fut l’art chez les Anciens, et aux\ntemps bénis de la Renaissance, me paraît inconnu,\nméconnu, ignoré de nos modernes : la puissance,\nla force sont des zéros pour eux. Inaptes à les\npressentir, mis en face d’elles, ils ne peuvent les\ncomprendre, la vue seule leur en est odieuse.\n   Perdus dans je ne sais quelle niaiserie, les présents\nénergumènes, qu’on nomme encore par habitude des\nhommes, ont pris la grandeur en horreur.\n   Si l’on rencontre des gens ayant le respect des\nmaîtres, égarés dans des préjugés de nature et\nd’imitation, ils ne parviennent à rien tirer de leurs\nm odèles. L e style, cette manifestation vivante du\ntempérament, si éclatante dans les oeuvres du génie,\nleur est lettre morte et im possible.\n   Aussi quel vautrement et quelle faiblesse !\n   C ’est que le grand style demande une âme et une\nscience absolue.\n   U ne constante étude est réclam ée par le grand\nstyle, car il n’arrive à la force que par l’assurance\net la connaissance.\n   Au don du génie il faut le travail, l’observation\nincessante, la pensée. Il faut l’assurance à l’artiste\nqu’il excellera dans ce qu’il entreprendra ; il faut\nque ni le signe qui lui sera expression, ni la concep­\ntion ne soient vagues. Il faut que l’âme parle haut,\nsous l’impulsion d’un désir de beauté divine, et que\nl’artiste puisse la satisfaire, par une pleine posses­\nsion de ses moyens. Il faut qu’il sache prononcer\nnon seulement tous les mots du langage, mais encore\nqu’il en connaisse les racines et toutes les variations,\ntous les modes. Il faut que l’artiste puisse recréer\nla nature comme l’a faite le Créateur, c’est à dire,\npar couches successives et se mouvant les unes sur\nles autres ; il faut que l’Homme soit en son plein\npouvoir ; car chacune de nos idées a besoin de ce\nmot infini.\n   Il faut donc que l’artiste sache par intelligence,\n\n\n\n\n                                                    231\n"}, {"page_pdf": 249, "texte": "  par pénétration. Il faut qu’à chaque œuvre il se\n  répète mentalement le travail du Créateur, qu’il\n  voie l’invisible matériel et l’invisible spirituel. Que\n  sous la peau il mette des m uscles et des os, et, sur\n  cette peau, forme et matière, une âme.\n     C ’est à cette seule condition que l’artiste sera\n  lui-même, c ’est à dire, non p assif ; c ’est à cette seule\n  condition qu’il pourra vaincre et s’exprimer.\n     M ais s’il ne la conquiert, il est vaincu d’avance\n  par la nature et par sa propre ignorance.\n    V oilà la faiblesse de nos modernes. Ils n’ont pas\n  appris la création sur l’original divin. V oilà pour­\n  quoi ils sont châtiés, voués au nul et à l’impuis­\n  sance éternelle. V oilà pourquoi le monde naturel,\n  qui, dans l’ordre, est en-dessous d’eux, les vainc\n  et les domine.\n    Soumis à la nature, les hommes incapables de\n  créer sont incapables de contempler.\n    D ieu ne se refuse qu’à quiconque l’oublie ; et plus\n juste serait de dire que Dieu ne se refuse jam ais,\n mais que quiconque l’oublie se le refuse. Or, Dieu\n est la seule force de l’homme.\n    S e refuser le Créateur, c ’est se refuser la Création\n tout entière, qui est sa manifestation permanente.\n    Si devant un grand œuvre de peintre ou de\n sculpteur je me voile l’œil pour n’en regarder qu’une\n partie, je suis inapte à saisir la beauté des relations\n et l’unité qui fait l’harmonie de l’ouvrage ; de même\n si je ne regarde dans la Création qu’une partie\nisolée, je me voile la Création même, dans son\nsens divin. Je me voile la science en renonçant\naux relations des parties entre elles ; je me voile\nla L o i, je me voile Dieu.\n    Or, contem pler, c ’est remonter comme par des\néchelons des parties au tout, et du tout à la cause.\nT andis que re g a rd e r, c ’est jeter un coup-d’œil hâtif\nsur un m orceau isolé.\n    P our que l’artiste sache créer, il est donc néces­\nsaire qu’il contemple ; et contempler, pour lui, c ’est\napprofondir, c ’est étudier, c ’est apprendre, par la\nvoie de ses sens et de son âme, la m ystérieuse\nrelation du signe et de l’esprit, des m uscles avec\nles gestes, des os avec les muscles, c ’est décou­\nvrir les correspondances mélodieuses de la couleur,\nde la ligne, des objets. C ’est par la connaissance de la\n\n\n\n\n232\n"}, {"page_pdf": 250, "texte": "Création que l’artiste la soumettra à ce pour quoi\nDieu la fit, c ’est à dire, la manifestation de l’Esprit.\n  V oilà ce que nos modernes ignorent, et veulent\nignorer, tant poètes que peintres, tant sculpteurs\nque musiciens ; et tout en nous parlant, chacun à\nleur tour, d’âme, de style, de beauté, etc., ils ne\nsemblent encore ne concourir qu’à l’horrible dé­\nnouement dont, pour notre tristesse, nous sommes\nfaits les spectateurs en ce siècle de fer et d’Enfer.\n\n\n1896 .\n\n                               É m il e B e r n a r d .\n\n\n\n\n16                                                        233\n"}, {"page_pdf": 251, "texte": " Simples réflexions\n                                            sur l’art\n                            Il y a dans la nature une certaine Beauté,\n                         qui est le plan même du Créateur : Cette\n                         beauté est voilée; il n’appartient qu’à l'âme\n                          de s’en emparer pour se chanter, l’art a pour\n                         mission de la traduire.        E. B e r n a r d .\n\n\n    U n point de contact.\n    L e s G recs avaient — après les Égyptiens pure­\nment spiritualistes — associé la nature à l’idéal; d’un\nêtre humain héroïque ayant fait un Dieu, leur\neffort consista dans les arts à élever la forme hu­\nmaine jusqu’à une idéale beauté.\n   T ou t à coup le F ils de D ieu s’incarne : l’idéal\nchrétien naît : Représenter un Dieu dans la chair —\nsous la forme humaine.\n   Or, l’effort grec fut : de s’élever de la nature hu­\nmaine au divin — en un mot — d’unir à la matière\nl’idéal.\n   Or, l’effort chrétien est : de représenter l ’E sprit\ncaptif dans la matière.\n   D ’où équivalence ; d’où fraternité de ces deux\narts qui à leur égale période de maturité se compé ­\nnétrèrent et c ’est la Renaissance.\n   Sous les G recs l’art fut le prophète d’une vérité\nqui se réalisa en N . S. J.-C ., vérité des vérités. L a\nmatière retrouva son harmonie, le corps humain\ndevint l’enveloppe d’un Dieu. C e qui différenciera\nl’art chrétien de l’art grec c ’est qu’il partira d’en\nhaut, c ’est à dire, du Dieu fa it homme et que l’art\ngrec part d’en bas — c’est à dire, de l’homme fait\nDieu. — L e véritable art chrétien sera donc plus\nsublime, c ’est pourquoi les pinceaux et les ciseaux\ntombaient parfois des mains de M ichel Ange.\n                             *\n                           * *\n   L ’art n’est pas un divertissem ent fantaisiste de\nl’homme, mais la recherche la plus sérieuse qu’il\n\n\n\n\n234\n"}, {"page_pdf": 252, "texte": "ait faite pour satisfaire, avant le temps, son besoin\nde contemplation belle et sacrée; c ’est une porte par\nlaquelle sa nature sublime et rachetée aime à sortir\nde sa nature avilie et humaine pour s’enivrer un\ninstant des beautés qui sont pressenties par son\nâme. Pour aimer l’art il faut donc être pur ou tout\nau moins avoir soif de pureté : ceux qui nient que\nl’art — après la religion — ne soit la première de\nnos utilités sont des brutes qui n’ont pas le droit\nd’exister sous le nom d’hommes.\n                           **\n\n   Sur le sublime.\n   L e sublime c ’est l’imagination qui s’est élevée\n par la F o i ; c ’est l’imagination avec la F oi.\n   L ’art avec l’imagination seule a produit D ela­\n croix, le drame humain, le pathétique.\n   L ’art avec l’imagination jointe à la F oi a donné\n M ichel Ange, Raphaël : grandeur, silence, beauté.\n   L ’art avec l’imagination dom inée par la F o i a\nproduit les byzantins : sym bolism e et abstraction\nsacrée — le sublime entre ici dans le sanctuaire du\n m ystère.\n   Dans l’art de D elacroix la raison est jointe à l’ima­\ngination et le monde matériel (raison) est invoqué,\nil est seulement arrangé selon un certain ordre\nconforme au caractère de l’artiste.\n   Dans l’art de M ichel Ange la raison, l’im agi­\nnation, la F oi, ont une part égale, c’est le monde\nm atériel (raison) réorganisé (imagination) en vue\nd'une beauté supérieure (foi).\n   Dans l’art des byzantins la raison (monde maté­\nriel) ne fournit plus que les grandes lignes, l’im agi­\nnation (organisation-création) et la F o i surtout\n(beauté supérieure) l’emportent.\n   L ’art byzantin semble n’œuvrer qu’en vue d’une\nbeauté abstraite qu’il a à révéler.\n   Il est sublime, il est le sublime.\n   L a grande tradition du sublime qui part de lui\npasse par Cimabue et M assaccio, et aboutit directe­\nment à M ichel Ange. L es Florentins semblent de\ntous temps en avoir été les dépositaires en Italie.\n\n\n\n\n                                                     235\n"}, {"page_pdf": 253, "texte": "    Il y a chez tous les primitifs florentins un senti­\nment de grandeur, de majesté, de beauté que\nj ’attribue à leur conservation des traditions murales.\n    L ’E co le de Sienne représentée par Pierre Perugin,\nen cherchant la grâce par quelque chose de plus\ndécadent et de plus délicat, a commencé d’attaquer\nle sublime, sans toutefois le nier. L e jo li vient un\npeu trop se substituer au beau et cette différence\nse fait sensible quand on com pare Raphaël (celui\ndes loges) à M ichel Ange. Pour plus de charme et\nde perfection matérielle, moins de force, d’élévation\nde profondeur.\n    Perugin est une église gothique dans laquelle le\nsoleil entre largement, le recueillem ent s’y perd par\nla vue de trop de détails; quand vous adm irerez un\n Perugin vos yeux iront aux yeux des visages, une\ntête vous prendra tout entier, l’ensemble disparaîtra,\nor, le sublime tient à l’ensemble et le sentiment de\nl’ensemble est un don spécial aux très grands\npeintres.\n    Or, qui veut produire un ensemble doit être\npossédé d'un désir égal en toutes les parties de son\nouvrage ; il faut que celui qui veut produire un en­\nsemble le fasse plus par nécessité que par commande.\n    L e sublime typifié par l’art byzantin est le premier\nproducteur des ensembles, c ’est le moteur. V oyez\nle Déluge de M ichel Ange, son Jugement dernier ;\n voilà les plus vastes ensembles connus, après les m o­\n saïques des dômes byzantins lesquelles ne faisaient\n qu’un tout avec l’architecture même, comme le\nplafond de la Sixtine.\n\n                              *\n                          *       *\n\n   L a raison seule est ce que nous avons de com ­\nmun avec l’humanité, elle produit en art la platitude.\n   Si elle est jointe à l’imagination (c’est notre\nindividualité, notre force créatrice), elle produit la\nfantaisie et le pathétique.\n   Si la raison et l’imagination sont jointes à la F oi\n(c’est l’organisation supérieure révélée), elles pro­\nduisent la force, la grandeur, la majesté.\n\n\n\n\n236\n"}, {"page_pdf": 254, "texte": "   Si l’imagination et la F o i l’emportent, elles pro­\nduisent le sublime.\n   Si la F o i domine l’imagination, le symbole naîtra\net le sublime entrera dans le mystère.\n                             *\n                           * *\n   T oute conception qui part du cœur peut être\némotivement humaine.\n   T oute conception qui part de l’esprit peut être\ningénieuse et subtile.\n   T oute conception qui part de l’âme possédant ces\nqualités vient à les résoudre dans l’Harmonie qui\nfait l’art.\n                             *\n                           * *\n   C e qui est essentiel, c ’est que la religion soit la\ndirectrice de la forme la plus haute de l’activité\nhumaine, je veux dire : qu’elle reconnaisse comme\nà elle avant tout la culture des arts, qu’elle reven­\ndique comme de son empire le Beau qui par les\nsens élève l’âme et active sa direction vers en-Haut.\nS i le christianism e (le catholicisme) se fait froid, si\nses prêtres sont inaptes à sentir les productions du\ngénie, à se les accaparer par la voie légitime de\nl’admiration, il sera bientôt quitté; car les formules\nseules ne peuvent suffire, il faut des preuves, il faut\nune excitation palpable ; or, en une certaine mesure\nl’art les donne, c’est le crime moderne de l’athéïsme\net de l’ignorance d’avoir fait de l’É glise et de l’art\ndeux choses, deux pensées, elle n’en sont qu’une\nseule, et je défie qu’on me montre un grand maître\nqui n’a pas produit au moins dix sujets pieux. L es\ngrecs avaient compris cette éminente vérité, et com­\nment parlerez-vous à mon âme si vous n’employez\n pas la langue la plus propre à l’émouvoir.\n   Me ferez-vous de la morale ou du patriotisme, je\nvous trouverai ridicule et vous n’atteindrez pas où\n vous voulez ; excitez en moi tout cela par la con­\n templation du Beau, plus éloquent, plus profond,\n plus apparenté à Dieu que votre rhétorique.\n                              *\n                          *   *\n\n\n   U ne étude qui me sem ble indispensable pour que\nl’art atteigne aux cîmes sereines des G recs et des\nanciens quels qu’ils soient, c ’est le nu.\n\n\n\n\n                                                      237\n"}, {"page_pdf": 255, "texte": "    L e nu est de sa nature éternel ; il est B eau, par­\n ce qu’il est l’homme sorti des mains du Créateur ; il\n est éternel, parce qu’il échappe à toute désignation\n de lieu, de temps, de mode. Q u’un artiste fasse un\n beau nu, et il se placera hors du temps pour jam ais\n sans avoir à craindre qu’on le considère comme\n démodé, vieilli, usé, le nu étant de sa nature éternel.\n    L e nu représente l’homme, roi de la création, tel\n qu’il est dans la création, c ’est à dire, en dehors\ndes conventions que l’homme dégénéré a bâties,\nc ’est l’homme œuvre de Dieu.\n    L e nu est essentiellement expressif, et c’est des\npieds à la tête, de la tête aux pieds, car il est un\ntout sensible. Il est le seul corps qui parle entière­\nment à l’âme, les animaux ne sont pas nus. L e nu\nest donc signe de noblesse et de puissance. L es\n animaux sont inaptes à s’exprimer comme l’homme,\n et il semble que Dieu ait fait l’homme nu comme\npour étendre encore les moyens s’expansion qu’il lui\na déjà donnés par la voix, la vue, le toucher, etc...\n Dieu s’est réservé les éléments en masse parce\n qu’ayant, fait l’homme maître, il a cru bon de se\nrappeler à lui, pour lui enseigner le devoir, mais il\n a donné à l’homme l’intelligence, cette partie de\nlui-même qu’il a refusée aux éléments, la nudité qui\nest expansion.\n   L e nu envisagé ainsi n’est donc ni vil, ni indécent,\nil est sublime, il est admirable. E t puisque le nu\nme semble un des plus sûrs moyens du beau plas­\ntique par ce qu’il peut exprimer et par ce qu’il est\nen lui-même, je le place au-dessus de toute étude,\ncomme la prem ière chose que l’art doit avoir en vue\npour son expression universelle.\n   L e vêtem ent qui échappe aux lois conventionnel­\nles de la couture que l’on nomme draperie et que je\nnommerai volontiers : habit de passion, est le seul\nqu’il soit bon de peindre. L es enfants nus, les fem­\nmes, les mères, les vieillards drapés dans des man­\nteaux, des haillons, des voiles trahissant leurs in­\nquiétudes, leurs douleurs, leurs formes belles ou\nlassées seront de puissants sujets à peinture forte\ns’ils savent allier à tout cela la vie du geste. Quant\n\n\n\n\n238\n"}, {"page_pdf": 256, "texte": "aux costumes des modes ils sont la négation du\ngrand art, et je crains fort qu’ils soient une des\ncauses des décadences artistiques de nos temps.\n                             *\n                         *       *\n\n\n\n    L e s doctes archéologues ont fait de très louables\nefforts en ces derniers temps pour nous prouver que\nles arts sont sortis les uns des autres, et que, les\nuns dérivant des autres, ils n’étaient guère qu’une\ncombinaison de principes, diversement appliqués.\nC ela a l’apparence de la vérité, mais n’est pas\nabsolument vrai. Ces principes retrouvés partout,\nn’étaient pas empruntés ; ils étaient créés par\nchacun, et leur ressem blance et unité vient de leur\norigine commune : le nombre.\n     Nous avons la preuve palpable, en effet, tous les\njours que ces prétendues combinaisons érudites de\nl’architecture n’engendrent que laideur et difformité,\nque tout manque d’harmonie et de proportion\n en est le résultat immédiat. Ces mêmes archéo­\nlogues pourtant ne peuvent encore nous expli­\n quer les origines de l’art gothique, de l’art\nindien, de l’art péruvien, ils se sont obstinés a\n n’y voir que des combinaisons; cependant, com ­\n me je l’ai dit déjà, les efforts d'arts combinés\n ont non seulement prouvé que leurs hypothèses\n sont fausses, mais ont démontré qu’ils blasphé­\n maient grossièrem ent contre le génie de toutes les\n races.\n     L ’architecture procède des lois du climat, de l’i­\n déal de ceux qui l’ont conçue, d’où il résulte que\n toute conception de ce genre s’infériorise en dehors\n  du lieu même où elle prit naissance, à plus forte\n raison un autre peuple ne peut-il que prouver son\n impuissance dans une imitation.\n     L es seules et vraies lois de l’architecture repo­\n sent dans le nombre, et c ’est plus à l’immuable loi du\n nombre qu’aux emprunts, que l’on doit reporter\n toute parenté architectonique. Que les modernes\n fassent donc comme les anciens, qu’ils puisent dans\n l ’étude m étaphysique du nombre de nouvelles com ­\n binaisons, c’est seulement d ’un art neuf et ain si\n\n\n\n\n                                                     239\n"}, {"page_pdf": 257, "texte": "établi que résultera une création capable d’être\ncom parée à celles que nous ont léguées les siècles\npassés et les civilisations disparues.\n                                         *\n                                     * *\n   M ichel Ange, L éonard de V inci, Raphaël, com­\nme les artistes gothiques, byzantins, égyptiens, grecs,\nindiens, etc., ont connu des lois géométriques ré­\nglées, immuables, bases de cette production har­\nmonieuse qu’on nomme le B eau, dont pour la\nplupart du temps, on parle beaucoup sans se rendre\n compte ce que cela est, et où cela va.\n   Comme Dieu (l’Intelligence) (1) est prouvé par le\nnombre, la beauté, qui sort du nombre, le prouve\net c’est à des arts purement religieux que fut don­\nnée cette science.\n   L ’échelle que nous établissons ici n’est-elle pas\nd’ailleurs pleinement justifiée par l’histoire ? L e\npeuple Chaldéen, le peuple H ébreu ont eu cette\nconnaissance du nombre, et l’ont fait éclater dans\nla P arole et l’Astronomie. V oilà pourquoi les H é ­\nbreux, sans doute, n’eurent point d’art autre que la\nPoésie, et c’est l’art par excellence.\n   L e s Egyptiens ont tiré du nombre l’architecture\net de l’architecture la sculpture, comme de la P oé­\nsie les H ébreux ont sans doute tiré la musique,\nenfin de la sculpture a été tirée la peinture, dernier\ndes arts plastiques, et pour cela le plus com plexe\npuisqu’il renferme tous ses précédents.\n                                 *           *\n   L a peinture est architecture par la proportion\net l’harmonie des lignes générales, elle est sculpture\npar la beauté touchante des mouvements et\nl’imitation du relief ; elle est musique par l’union\nm élodique des couleurs, elle est littérature par\nl’expression des sentiments de l’âme, des aspirations\nde l’esprit ; elle est théologie parce qu’elle démon­\ntre D ieu par l’affection du Beau et de la perfection.\n                                         *\n                                     *           *\n   Parm i les intelligences capables de comprendre\nl’art il n’est personne, je suppose, qui n’ait remar-\n\n  (1) V o ir Joseph de M aistre : S o iré es de S t P e tersb o u rg .\n\n\n\n\n240\n"}, {"page_pdf": 258, "texte": "qué que les prétendus défauts des grands maîtres\net particulièrement des trois plus grands sont une\naffirmation d’eux-mêmes frappante, et par consé­\nquent sont leurs qualités réelles, leur style.\n   Partant d’une loi, qu’ils s’étaient constituée par\ndon ou par étude, ils agissaient en vue de la satis­\nfaire.\n   L e s G recs anciens eux-mêmes, toujours préoccu­\npés de géometrie, n’ont atteint à la beauté, à la\nsimplicité des formes que par une analogue recher­\nche de principes cachés.\n   Il n’y a aucun « hasard » dans toutes ces œuvres;\ntout y est rigoureusement voulu, et c ’est la Bonne\n Volonté qui, en elles comme en tout, a montré la\nvoie du juste.\n\n1895 -96.\n\n\n                               É m il   B ernard.\n\n\n\n\n                                                    241\n"}, {"page_pdf": 259, "texte": "Les chances\n   du Néo-Impressionnisme\n  A inventorier dans quelles proportions contribuè­\nrent à procurer à la couleur le plus d’éclat qu’elle\ncontient, et D elacroix, et le groupe impressionniste,\net l’école néo-impressionniste, un des plus distin­\ngués représentants de celle-ci, M. Signac, emploie\nson érudition de critique et sa précision de savant.\n   Il ne peut convenir que nous avisions ici sur le\nmélange optique ou que nous choisissions entre les\nhachures, les touches en virgules ou la touche divisée.\n   Mais à propos de ce manifeste (1), il pourrait être\nintéressant de rechercher comment il se fit que ce\nprogrès dans la technique picturale causa (ou coïn­\ncida avec) une décadence de l’art pictural, du grand\nart, comme il fut parfois dit en riant.\n   Car cette recherche de la luminosité ne peut en\nsoi et fatalement emporter une diminution, p. ex.,\ndu sens spiritualiste ou de l’instinct religieux : à\nuser d’une technique imprévue dans sa décoration\nde la chapelle des Saints Anges à Saint Sulpice,\nD elacroix ne devint ni un moindre ni un plus vivace\nidéaliste ; et d’autre part lorsque M. Signac regrette\nque les quatre compositions de Puvis de Chavannes\nà Amiens, placées dans les entrecroisées, n’aient\npas bénéficié du procédé de la division qui les eût\nrendues lumineuses malgré le jour éblouissant des\nfenêtres, qui maintenant les amortit, implicitement,\nen n’ayant peut-être pas tort, il reconnaît que les\n\n(1 ) P a u l S ign a c: D ’E u g è n e D e la cro ix au N éo-Im p ression n ism e.\n(P aris : É ditio n s de la R e v u e B lan ch e).\n   Tout en ne négligeant pas M . Geffroy, je crois bien que personne ne causa aussi\nlucidement des théories nouvelles, depuis 1886. A cette date (8e Exposition des im ­\npressionnistes, et groupement des dissidents en Société des A rtistes Indépendants)\nM . Kahn, M . Paul Adam — après M .M . Huijsmans et Zola — trouvaient des loisirs\npour causer peinture. C ’était néanmoins le bloc-notes de M . F. Fénéon qui se noir­\ncissait sous les théorèmes d’apparence la mieux scientifique et les transpositions les\n plus aigües.\n   M . N . O. Rood (New-York) et Charles-Henry (Paris) furent les garçons de labo­\n ratoire de l’Ecole.\n\n\n\n\n242\n"}, {"page_pdf": 260, "texte": "acquisitions techniques qu’il prône ne sont pas\nuniquement destinées aux motifs dans lesquels ses\namis et lui tentent d’en montrer la valeur.\n   Il n’y a donc pas antinomie entre ces méthodes\nnouvelles et un art qui ne serait pas réaliste. D ès\nlors, si nous constatons que leurs partisans aban­\ndonnèrent les sujets spiritualistes, comprenons\nsimplement qu’entrés en camaraderie avec les lettrés\nnaturalistes, et grisés par les certitudes que leur\nprocurèrent M . Chevreul et l’emploi des disques, ils\népousèrent le modernisme indiscret des premiers et\nprirent goût à la « philosophie des savants », c.à.d .\nà l’évolutionnisme, ou aussi, manque de philosophie.\n   Ainsi donc ces nouvelles ressources ne serviront\naux impressionnistes qu’à fixer la mobilité des\nspectacles, à enregistrer le fait-divers, dénué de ses\ndéterminants moraux, à définir des effets fugaces, à\nrendre des impressions rapides : usines, cathédrales\nou boulevards. « L ’impressionniste, dit Théodore\nD u ret, s’assied au bord d’une rivière » — et peint ce\nqu’il a devant lui. C ’est prêter à la réalité objective le\ncharme de se suffire. Peindre serait un des actes\nréflexes de voir, pas plus. L ’emploi alors encore\nlaborieux des méthodes analytiques requit sans\ndoute toute la puissance de ces cerveaux de peintres\naux dépens de l’imagination, du style et de la con­\n struction.\n    Mais du moment que nous ne pouvons admettre\n que n’importe quelle découpure de paysage détient\n en elle un agrément efficace et complet, les impres­\n sionnistes pour obtenir notre crédit devront à tout\n le moins se justifier, par les qualités qu’ils mani­\n festeront dans la transposition dudit paysage ou par\n quelque agrément sensitif qui en résulterait pour\n nous, d’avoir congloméré toute leur énergie en un\n point si futile. Mais ici-même quel est ce verbiage\n de leur école : « influence morale de la couleur » ;\n « couleur pour couleur »... (1) ; leurs exégètes se\n\n\n   (1) L e s n éo -im p ressio n n istes ne se sont pas p récisém en t\naffran chis de cette m anière de p arler p our ne rien dire, ni de\ncette con fusion de m o yen à fin, ni de l’étroitesse.\n   P . e x ., qu ’est ce que S eurat v e u t faire co m p ren d re à Jules\nC h ristop h e : « L ’A rt c'est l'H a rm o n ie , c ’est l ’a n a lo gie des\nC o n tra ires, l ’an a lo gie des S e m b lab le s, de ton, de tein te, de\nlign e, e tc ... » E t ch e z M . S ig n a c, qui a de la m éth ode et de\n\n\n\n\n                                                                         243\n"}, {"page_pdf": 261, "texte": "grisèrent de mots et au charme frénétique de proférer\ndes aphorismes nettement absurdes ; les praticiens,\neux mêmes, s’il faut en croire M. Signac, (1) mettaient\nla meilleure volonté du monde à colorier à tort et à\ntravers. « C ’est un beau spectacle que leur perspi­\ncacité qui s’évertue ; mais il ne semble pas que des\nnotions directrices la desserviraient. A défaut d’elles,\net pour ne se priver d’aucune chance heureuse, ils\néchantillonnent leur palette sur leur toile, ils mettent\nun peu de tout partout. E n cette cohue polychrome,\nil est des éléments antagoniques : etc... »\n    D ès lors l’impressionnisme : une technique à tout\nhasard affectée à un manque de sujet. — Rien donc,\nn’était ce d’avoir inquiété la tradition et exercé la\ncritique, n’était ce d’avoir été une expérience, inté­\ngralement ratée oui, mais fertile en indications et\nen menues découvertes.\n    L es néo-impressionnistes ont remplacé les procla­\nmations abréviées par un canon : « Guidé par la\ntradition et par la science, le néo-impressionniste,\n dit M. Signac, harmonisera la composition à sa\nconception, c ’est à dire qu’il adaptera les lignes\n(directions et angles), le clair-obscur (tons), les\ncouleurs (teintes) au caractère qu’il voudra faire\nprévaloir. L a dominante des lignes sera horizontale\npour le calme, ascendante pour la joie, et descen­\n dante pour la tristesse, avec toutes les lignes inter­\nmédiaires pour figurer toutes les autres sensations\n en leur variété infinie. Un jeu polychrome, non\n moins expressif et divers, se conjugue à ce jeu\n linéaire : aux lignes ascendantes, correspondront\n des teintes chaudes et des tons clairs ; avec les\n\n\nla p ersp ica cité, c ’est du fétich ism e qu e de dire : « L a p lupart\ndes critiques n e p eu v en t, fau te d 'éd u ca tio n tech n iq u e , se\nren dre com p te de l ’a cco rd de deu x tein tes ou du d é sa cco rd de\nd eu x lign es. Ils ju g e n t p lutôt p a r le sujet, la te n d a n c e , le gen re,\nsans se p ré o ccu p er du cô té « p ein tre» . Ils font de la littérature\nà propos de ta b le a u x , n on de la critiqu e d’art ». V o ilà un\nre p ro ch e a u q u el le s p ein tres n ous ont h ab itu és : ce rtes, cet\na cco rd p eu t n ous p laire com m e u n e rim e ric h e , ce d ésa cco rd\nnous d ép la ire com m e la n é g lig e n ce d ’un su bjo n ctif, m ais au\nDe la, qu e n ous en ch a u t d e co rrects, v o ire ju d icie u x , m oyen s\nd ’exp ressio n qui n ’exp rim eraien t rien.\n    (1) M . E m ile B ern ard est sans d o ute du m êm e a v is, qui\nm ’é criv it facé tieu se m en t : « A fo rce de faire to u rn er le s dis­\n q u es, M . C h e v re u l a fini p a r le u r faire to u rn er la tête. »\n\n\n\n\n244\n"}, {"page_pdf": 262, "texte": "lignes descendantes, prédomineront des teintes\nfroides et des tons foncés ; un équilibre plus ou\nmoins parfait des teintes chaudes et froides, des\ntons pâles et intenses, ajoutera au calme des lignes\nhorizontales. Soumettant ainsi la couleur et la ligne\nà l’émotion qu’il a ressentie et qu’il veut traduire, le\npeintre fera oeuvre de poète, de créateur ».\n    A peu près comme le dogme poétique de René\nGhil, des souvenirs platoniciens firent éclore ces à\npriori. Ils sont précaires, c ’est évident ; on ne peut\ndire néanmoins qu’il soit impossible, qu’émis par\nheureux hasard, des réalisations ne les viennent\njustifier ou qu’une éducation de nos sens ne nous\nillusionne ou une campagne de critique ne nous\nhypnotise, jusqu’à nous les faire admettre, jusqu’à\nnous amener quelque jour « à voir ainsi ».\n    S i l’on ne considère dans les toiles néo-impression­\nnistes que l’usage des tiquetures, on les pourra curi­\neusement admettre comme des planches d’atlas de\n psycho-physiologie : voici un coin de nature tel que\nle verrait l’œil isolé. L ’œil du peintre scientifique,\n qui refuse les expériences du toucher, se comporte\n comme une plaque photographique : il ne perçoit\n que des vibrations. U ne telle conduite e st justifiable :\n pour la soutenir il ne faut qu’admettre la priorité de\n la vue sur le toucher M ais il suffirait alors de ren­\n verser cette hiérarchie pour prôner la ligne. En\n effet, percevons le mur de cette maison : nos yeux\n voient que le mur se diffuse en fumée, mais les\n expériences que font nos pieds, nos mains, nous\n certifient le contour précis du mur. Il semble qu’on\n pourrait se confier indifféremment à la vue ou au\n toucher, n’était-ce que le sens commun nous aver­\n tit que la fumée ne supporterait pas un toit et nous\n rappelle que des impressions analogues frôlées pré­\n cédemment offraient la résistance d’un corps solide.\n    M ais au fond, cela n’est pas bien plus important\n que de choisir pour y coucher son dessin du H ol­\n lande ou du bristol. M ais à présumer si nos sens\n pourraient se couler dans la tablature exposée ci-\n dessus, il y aurait plus d'intérêt. J’opine que ce sont\n motifs de nature autrement com plexes qui requièrent\n nos instincts et que les constructions méthodiques\n ne détermineront ni un rire, ni une larme.\n    Voyons des lignes de joie, je veux bien, ascendan­\n\n\n\n\n                                                       345\n"}, {"page_pdf": 263, "texte": "tes et à tons clairs : joncs, maïs et cannes à sucre,\nest-ce que cela vous met en belle humeur ? E t à\ncouleurs égales — jaune et blanc — mais ce sera\nle petit soleil horizontal de la pâquerette qui me\nprocurera la douce joie et non l’érection verticale\ndu lis.\n    Quoiqu’il en soit, il est certain qu’à ce jour la faiblesse\nde conception des néo-impressionnistes, qui les lais­\nse tributaires des spectacles provisoires et modernistes\n dont se satisfirent déjà les impressionnistes, ne nous\nlaisse pas prévoir l’éventualité d’une expérience\n glorieusement concluante de ces théories. Seurat\n mort, ni Signac, ni L uce, ni V an Rijsselberghe, ni\n V an de V elde ne semblent nous la promettre. Que ce\n soient de bons praticiens, je veux bien, mais il ne\n peut être intéressant de s’en apercevoir que le\n jour où ils se montreront grands artistes. E t il\n nous paraît juste que M. Signac conclue avec une\n  humble désinvolture : «... si parmi eux, ne se mani­\n  feste pas déjà l’artiste qui par son génie saura\n  imposer cette technique, ils auront du moins servi\n  à lui simplifier la tâche. C e coloriste triomphateur\n  n’a plus qu’à paraître : on lui a préparé sa palette ».\n\n\n\n                                  E dmond     de   B r u ijn .\n\n\n\n\n  246\n"}, {"page_pdf": 264, "texte": "La découverte d’un tableau\n        et son attribution à Memling.\n   Il est bruit en ce moment en H ollande de la\n découverte d’un panneau qu’à tort ou à raison on\n attribuerait à Hans Memling.\n   A l’obligeance de son heureux possesseur, M.\n G oedhart, d’Am sterdam ,je dois communication d’une\ntrès bonne photographie de la peinture dont s’agit ;\ntoutefois n’ayant vu l’œuvre elle-même, ce n’est que li­\nnéairement presque, et bien témérairement donc, qu’il\nm’est permis d’en parler. D e 3 -j centimètres, hauteur,\nsur 26, largeur, en sujet, le panneau peut se définir\nainsi : Centrale, S te Anne, assise sur un trône, tient\n de la main droite un livre d’heures ; à ses genoux\nla V ierge accroupie porte sur le bras gauche l’enfant\nJésus. D es deux côtés du dais, par l’entrebâillement\nde baies largement ouvertes, un évêque, un fruit à la\nmain, adore ; à droite un moine, penché à mi-corps\naussi, s’absorbe en la lecture d’un évangéliaire. Une\nplante de la famille des balsaminées ? fleurit à\ndroite, poussée, semble-t-il, d’entre les joints du\npavem ent, celui-ci carrelé à rectangles ornés, de\ndeux en deux, d’insertions losangées.\n   D ’ensemble, le caractère archaïque de l’œuvre\nnettement accentué s’affirme encore en l’anatomie\nextérieure des personnages, et certaines raideurs\nferaient croire à une peinture de l’É co le du Bas-\nRhin, ou mieux à l’œuvre d’un peintre colonais\nmais ayant passé par les Flandres.\n   Quoiqu’il en soit, sommairement, et sans autre\nautorisation documentaire que le seul facteur des\nlignes, voici, d’après moi, ce qui milite en faveur\nde l’attribution à Memling du panneau hollandais,\net ce qui plus formellement me semble la combattre:\n\n            CONTRE :                                  POUR :\nI . L a disposition générale de la        I . L a symétrie observée dans la\n                                          distribution des personnages et\n    composition en figuration.\n                                          attributs.\n   C h a q u e fo is q u ’il s’a git de\nla V ie r g e M ère ou glo rieu se ,         B ie n que ce ci soit, d ’ap rès\np resq u e      immuablement              m oi, une des ca ra ctéristiq u es\nM em lin g a fa it de M arie le           com m unes à tous les p ein tres\ncen tre de la figuration déve-            flam ands du X V me siè cle ;\n\n\n\n\n                                                                        247\n"}, {"page_pdf": 265, "texte": "lo p p ée autour d’e lle en r a y ­         ici com m e ch e z eu x tous,\no nnem ent. Ic i au co n traire la          m ais surtout en M em ling,\ncom position est elliptique, en             le p an n eau de la Vierge et S te\nce sens que d eu x fo ye rs                 Anne ra p p e lle sen sib lem en t\nd’é g a le im p o rtan ce, qui sont         l ’ordon n an ce tradition n elle à\nA n n e et M arie, la régissen t            la q u e lle , p lus que d’a utres,\net requ ièren t au m êm e d egré            s’est atta ch é le pein tre de\nl’attention.                                B ru ge s. A cette excep tio n\n   A u lieu d ’un cen tre unique,           près toutefois, de la su p er­\nil en est d o n c deu x et la               p o sitio n , pourrait-on dire, des\nco u rb e form ée en p artan t de           p erso n n ages de la V ie r g e et\nces points, d e vie n t l ’o v a le         de S te A n n e.\nau lieu du ce rcle qui est le\nm ode d e scrip tif b s o l u du\np ein tre de B ru g e s.\n\nI I . Les éléments constitutifs du          I I . Quant à l’observance des con­\ndécor des tissus et des orfèvreries.        trepoids relativement aux su rf aces\n                                            occupées par les personnages.\n     H u it ty p e s o rn em en taux,           Ici en co re, b ien q u e v a g u e ­\n p our la p lup art géo m étriqu es,        m ent, q u elq u es rap p o rts p eu ­\n (je n ’en ai tro u v é ju s q u ’ici       v e n t s’é ta b lir entre l ’a p p a re il\n davan tage) serve n t de rad i­            co n stru ctif de M em lin g et\n c a l à M em lin g, pour la d é co ­       ce lu i qui ré g it la pein ture de\n ration du b ro ch é des étoffes,           la Vierge et S te Anne. E n\n ten tures d e d ais, ro b e s, etc. ;      cette d ern ière n éanm oin s, ce\ntoujours il les ré p ète, diffé­            n ’est que b ien faiblem en t que\n ren ciés seu lem en t p a r la             cette ca ra ctéristiq u e se re ­\nn u an ce des fonds ou la d é ­             tro u v e ; e lle se co n tred it du\nform ation (du carré en lo sa n ­           re ste en b ien des p oin ts et\ng e , p a r exem ple) de leu rs             dans la reto m b ée des p lis des\ncom p osan tes essen tielles.               ro b e s, notam m ent.\n    S i, à la rig u eu r, q u elq u e\nra p p ro ch em en t p eu t ic i s’é ta ­\nb lir entre le sem is de la ten ­\nture du dais (en le p an n eau\nd é co u v e rt p a r M . G oedh art)\ne t les m otifs g én éra lem en t\nélu s p a r le p ein tre de B ru g e s,\np ar co n tre ra d ica lem e n t s’é­\nca rte du ty p e de l ’o rfèvrerie\nde M em lin g le tra v a il des\nors et jo y a u x la rg e m en t ré ­\npandus dans le p an n eau de\nla Vierge et S te Anne.\n    C h e z M em lin g en effet la\nb ijo u terie ra p p e lle to u jo u rs\nl ’o r b attu . I l em ploie con stam .\nm ent aussi la p erle, le ca b o ­\nch o n et surtout le s p ierres\nta illé e s à fa ce ttes. Ic i au co n ­\ntra ire, si l’on retro u v e la\np erle, il y a ab se n ce to tale\n\n\n\n\n248\n"}, {"page_pdf": 266, "texte": " d e p ierres ta illé e s, (1) et t ie n\n p lu s, l ’o rn em en tatio n aurée\n est g lo b u la ire et filigran ée,\n ra p p e la n t en b e a u co u p de\n points c e lle des p ein tres de\n la seco n d e é co le de C o lo gn e.\n\n I I I . Quant à la caractérisation          III.        Corollaire.\n       typique des personnages.\n      L a d e scrip tiv e anatom ique            U n exam en a tten tif de\n de M em lin g , surtout en ce               l ’œ u vre de M em lin g m ’a p er­\n qui re ga rd e la V ie r g e (au            m is de fo rm u ler — en m a ­\n sens de M adone) est tout-à-                n ière, tro p peut-être, de th éo ­\n fait p articu lière et lu i est             rèm e — c e c i d’axiom e ch e z\n strictem en t p erso n n elle. L e s        lui, à sa v o ir qu e : chaque fois\n tête s ont ch e z lu i im m u able­         qu’il s’agit de Marie, Vierge\n m ent la form e d’un cœ ur,                 Mére ou glorieuse, le point d’in­\n — les p ro tu b éran ces fron tales         tersection des diagonales menées\n co rresp o n d an t a u x o reillettes      de coin en coin du panneau, tend\n — le s y e u x s ’écarte n t en             d correspondre anatomiquement à\n am an des p lein es et la courbe            la crosse de l’aorte (du cœur de\np ro lo n g ée des lè v re s fait des       Marie). — V o ir l 'Adoration\n b o u ch es u n e ch o se si s p écia ­    des Mages, la Vierge et l’enfant,\nle , q u ’en m atière d ’a ttribu ­         le Mariage mystique de S te Cathe­\ntion il sem b le que p our le               rine, à B ru g e s , la Madone\nreco n n a ître ce soit le m eilleu r       des O ffices, d e F lo re n c e ,\ndes critères. Ic i au con traire            la     Vierge adorée, du L o u ­\nle s tête s form ent b o u le s, y e u x    v r e , etc. — Ici, une fois\net n e z surtout sont ju s q u ’à           d e plus en co re, si très ap p ro ­\n l ’e x a g é ra tio n arrondis, le s       xim ativem en t, sem ble se ren ­\np erso n n ag es, en outre, sont            co n trer ce critère, il y a lieu\nin fin im en t p lu s g a u c h e s que     de rem a rq u er que le p oint\nnaïfs.                                      d’in tersectio n des d ia go n ales\n                                            porte v e rs la droite, alors\n                                            q u ’en les p ein tures que, pour\n                                            d’autres ra iso n s, l ’on attribue,\n                                            m ais sous ré s e r v e s , au p ein ­\n                                            tre de B ru g e s, cette lo ca lisa ­\n                                            tion géo m étriq u e, im m u ab le­\n                                            m ent d é riv e v e rs la ga u ch e.\n\n   E n résumé donc, comme en bonne foi toute, je\ncrois l’attribution à Memling de la Vierge et S te Anne\nerronée. Il s’agit certes d’une oeuvre intéressante,\nmais d’après moi, il faudrait reconnaître en elle,\nle travail d’un peintre bas-rhénan.\n\n                                                    Max E lskam p.\n\n\n  ( 1 ) L'unique pierre qui orne la mitre du personnage de gauche, n’est que dési­\ngnative de sa dignité d’évêque. On sait, en effet, que Clément IV, s’il permit aux\nabbés le port de la mitre, limita pour ceux-ci son ornementation à l’orfroi ; les\npierres précieuses, les plaques d’or et d’argent furent réservées aux évêques et\ndevinrent ainsi une des marques distinctives de leur rang.\n\n\n\n\n17                                                                           249\n"}, {"page_pdf": 267, "texte": "L ’«Oratorio de Noël»\n               de J. S. Bach\n   Oh ! les miraculeuses cathédrales ogivales du\nmaître saxon. Elles surgissent en floraisons, s’élèvent\n à des hauteurs vertigineuses sans causer la moindre\nsensation d’effort ; leurs dimensions géantes n’écra­\nsent point et malgré leur luxuriante ornementation\non reste sous le charme de leurs formes sveltes et\nsereines. E t le bâtisseur géant de ces édifices est\naussi peintre : la richesse inouïe de ses couleurs\nrappelle les van E ijck et Memling; il est aussi poète,\ncar il a donné une âme à ses cathédrales, qui\n chantent. B ach est tout cela, et dernier représen­\ntant de la race de ces glorieux gothiques, en lui\ns’incarne tout l’art de la chrétienté médiévale.\n\n\n\n   L ’« Oratorio de N oël » est une de ces cathédrales,\net si on la trouve de proportions moindres que la\nsurhumaine « Passion selon St-Matthieu » et que la\n« Messe en si mineur », elle n’en est pas moins mer­\nveilleuse, et son décor naturel serait cet aussi exigu\nmais admirable triptyque « l’Adoration des rois mages »\nde notre Memling. E t, puisque voici revenu le «temps\nde N oël », passons le dans cette église, à la façon de\nnos bons et pieux ancêtres : nous y verrons se dé­\nrouler le Dram e sacré dans les récitatifs, les chœurs\nnous diront la haute portée des mystères et nous\nstimuleront à la prière ; les airs chanteront la joie de\nla naissance d’un Sauveur, et nous, peuple, nous\nnous mêlerons à l’action dans les chorals : là, s’é­\npanchera la joie débordante de nos coeurs religieux\net aimants, car B ach, s’il est contem platif et austère,\nn’en reste pas moins p r o f o n d é m e n t a f f e c t i f et\nsa musique — à l’encontre de celle de Palestrina,\nqui est purement d’âme — est à la fois angélique et\nhumaine. L e texte du récit est celui de l’évangile,\n\n\n\n\n250\n"}, {"page_pdf": 268, "texte": "entrecoupé de temps à autre de réflexions bon-\nhommes de l’époque et ces récitatifs forment de\npurs chefs-d’œuvre par leur liberté d’allure mélo­\ndique, par l’intensité d’expression qu’ils atteignent\nsans l’apparence de recherche et le sobre soutien\nde ces quelques rares accords toujours adm irable­\nment bienvenus. Ces airs sont des lieder d’une\nfraîcheur exquise, d’une grâce et d’une saveur toutes\nm oyenâgeuses ; ces chorals exprimant les sentiments\ndu peuple sont de candeur et souvent sublimes en\nleur naïveté. L ’« Oratorio de N oël » est comme le\n« propre » des fêtes de la N ativité: B ach l’a divisé en\nsix parties, et chacune d’elles traite les mystères\nd’un de ces jours d’allégresse.\n   Pour la nuit et le jour de N oël : — vo ici un chœur\nhabillé de broderies et se développant en dentelles\n— où nous laissons nos peines, car invités à appré­\ncier ce qu’en ce jour le très Grand a opéré, nous\nchantons et célébrons « le nom du D ieu régnant. »\n   E t voilà que l’édifice s’anime: à l’intérieur se joue le\nmystère. Joseph et M arie ont en vain cherché une\nplace dans les auberges, et dans l’étable vient de\nnaître Jésus, que la Vierge-M ère a déposé dans la\ncrèche : ici, le peuple intervient directement comme\n acteur : « E r ist auf Erden kommen arm » soupirent\nles soprani — les enfants et les femmes, qui ont\npitié — en un choral en 3/4, alternant avec le réci­\n tatif très grave en 4, répondant : « Wer kann die\nLiebe recht erhôh’n, die unser Heiland fü r uns hegt »\n et ce très délicieux et touchant dialogue se termine\npar un « Kyrieleis » de cette même foule émue et\n priante, Puis l’air « grosser Herr, und starker K ö­\nnig» d’exprimer, immédiatement après, l’étonnement\n et l’admiration des hommes, qui n’en reviennent pas :\n            « D e r die g a n ze W e lt erha.lt,\n            « ihre P r a c h t und Z ie r erschaffen\n            « m uss in h a rten K rip p en sch lafen . »\n\n   Enfin, l’assemblée entière des fidèles chante :\n            « A c h , m ein h erzlieb es Jesulein,\n            « m a ch ’ dir ein rein sanft B e tte lein ,\n            « z u ru h ’n in m eines H e rzen s S ch rein ,\n            « dass ic h nim m er v e rg e s s e dein. »\n\n\n\n\n                                                              251\n"}, {"page_pdf": 269, "texte": "et ce choral, clôturant le « mystère » de la « nuit\nSainte » résume tout B ach : le mysticisme et la foi\nnaïve du moine, la pitié et l’amour de l’homme.\n   Pour le second jou r de N o ë l: Une adorable sym­\nphonie pastorale, où les hautbois alternent avec les\ncors sert de prélude à la scène de l’apparition de\nl’Ange. L e s bergers s’acheminent vers Bethléem :\nici encore, nous retrouvons les toujours admirables\nchorals comme « Brich an, o schônes Morgenlicht » ;\ndes airs comme « Frohe Hirten eilt », incomparable\nde fraîcheur et de légèreté ; le « lied » que les bergers\ndevront chanter pour endormir l’enfant Jésus : oh,\nce « Schla—fe , mein Lieb— ster » longuement tenu\npendant que l’accompagnement rythme un motif\nberçeur d’une grâce, d’une tendresse à faire pleurer !\nPuis aussi, l’envolée formidable du chœur des esprits\ncélestes et ce choral de la foule jubilante « Wir\nsingen » où à l’accompagnement reparaît le motif\nde la « symphonie pastorale. »\n   Pour le troisième jou r de N oël : L e s bergers arrivés\nà Bethléem adorent l’Enfant trouvé dans la crèche :\ncette partie de l’Oratorio est surtout mystique, et\nconstitue la fête de l’âme : les chœurs et les chorals\ndisent la reconnaissance, nous nous inclinons confus\ndevant l’Am our de D ieu pour la créature et\nsoupirons : « K yrieleis. »\n  T ou t cela est très « petit enfant » et très « grand »\nen même temps. E t se termine — en un encore\nsuperbe et joyeu x choral — cette « trilogie » de N oël.\n                            *\n                           * *\n   E t ainsi encore avec B ach nous aurions religieuse­\nment pu célébrer le «jou r du nouvel a n », le premier\nDimanche de l’année; l'Epiphanie, si, entraînés par\nles carillons et les chants plus bruyants du dehors,\nnous n’eussions déserté la « cathédrale. »\n\n                                  E rnst D elten r e.\n\n\n\n\n252\n"}, {"page_pdf": 270, "texte": "M émorial de\n     l’Expression religieuse\n  L e s P o èm es :\n   Ém ile Verhaeren : L e s v i s a g e s d e l a v i e . (B ru xelles :\nE . D em an).\n   Q u ’il co n tem p le la v ie sous ses d iv ers v is a g e s , s’attach an t\nau x h eu res de d o u ceu r, d ’am o u r, d ’iv resse ou de m ort, s ’exta­\nsian t d e v a n t la m er, la fo rê t ou le m ont, toujours E m ile\nV e r h a e r e n en ad m irera la fo rce et la jo ie ardente de p référen ce\nà l’ordon n an ce harm on ieu se ou à la cla rté m u sicale. S e s coups\nd e p o in g frén étiq u es ca ssen t le s v e rre s sur la tab le . P a s de\nscep ticism e. P a s de dilettantism e. L ’effort. L a lu tte. L ’action\nten a ce et v io le n te .\n\n                  « Lassé des mots, lassé des livres,\n                  Qui tiédissent la volonté,\n                  Je cherche, au fond de ma fierté,\n                  L’acte qui sauve et qui délivre.\n\n                  La force la plus belle est la force qui pleure\n                  Et qui reste tenace et marche d’un pas droit,\n                  Dans sa propre douleur, qu’elle conçoit\n                  Sublime et nécessaire à chaque appel de l’heure.\n\n                   Et si tout sombre et si tout casse enfin,\n                   Rester celui de la lutte obstinée,\n                   Pauvre et vaincu mais la tête acharnée\n                   Quand même — et claire encor de l’effort vain. »\n\n   C ’est ce titre n o u ve au — cette co n cep tio n ca th o liqu e de la\nv ie — q u ’il im p ortait de p ré ciser ici. V e r h a e r e n sait aim er de\ntoute son âm e, et donc haïr, c ’est l’essen tiel. I l restera je u n e\ndans l ’actio n et dans la jo ie com m e les p rêtres n on a gén a ires\nqui rép èten t ch a q u e jo u r en m ontant à l ’a u tel : « A d D e u m qui\nlæ tificat ju v en tu tem m eam . »\n\n\n\n   L a s a i n t e c o m p l a i n t e r im é e d e n . d . d e l o u r d e s a v e c     un\np r o l o g u e , u n c o u r o n n e m e n t e t u n é p i l o g u e . (N am ur: G oden n e).\n   C e s co u p lets très p o p u la ires, très sim p les et n aïfs, un iq u e­\nm ent p ieu x , d e vraie n t être entendus, m urm urés en m élopée\np ar le s fo u les p élérin an tes vers le ro ch er de M a ssa b ielle . A\nla fin de la jo u rn é e le s o le il se co u ch e dans le s p lain es de\nT o u ra in e, on b a isse la g la c e des p o rtières, la ro sé e tom be sur\nle s trèfles et le train-blan c rap id e la isse se m ê ler au parfum\ndes h erb es la ch an son m onotone et d o u ce des p rières.\n                                                                   T hom as B r a u n .\n\n\n\n\n                                                                                          253\n"}, {"page_pdf": 271, "texte": "   P o é s ie s   d e p im o d a n    : ly r e s   et   c la ir o n s ,   le   c o ffre t   de\np e r le s n o ir e s .    Illu stratio n s de Henry Baudot. (P aris : L é o n\nV an ier).\n    J’ ai lu ju s q u ’au bout, à défau t du liv re , la ca rte de visite de\nl ’auteur. E t d é jà c ’est a ssez lo n g : « L e M arquis de P im od an ,\nD u c de R a réco u rt, C o n seiller G é n é ra l d e la H au te-M arn e,\nM aire d ’E c h é n a y . »\n    « Q u an d ... les co n seils g é n éra u x de d épartem en t, les co n seils\nm u n icip au x de v illa g e , les é lectio n s, les m oissons, les v e n ­\nd an g es, les sem a illes, m e la issen t d eu x m ois seu l et lib re dans\nce tte ch ère m asure de S a in t P o in t.., m a v ie de p o ète re co m ­\nm en ce pour qu elqu es jo u rs. V o u s sa v e z m ieu x que p erson n e\nq u ’e lle n ’a ja m a is été q u ’un do uzièm e tout au p lu s de m a vie\nr é e lle ... » *\n    V o u s cro y e z qu e je cite le ch âtelain d’E c h é n a y , que non,\nc ’est de L am a rtin e. M ais servie p ar un e adap tatio n aussi\ntraîtresse des term es, l ’hum ilité du p oète n ’est p as sans être\nhu m ilian te pour le versificateur.\n    P lu tô t n on : p ourquoi faire du m al? disons — et c ’est vra i -\nde ces Poésies de Pimodan, que p arm i le s p oètes estim és\nM r C o p p ée en écriv it d’aussi m a u va ises et le R . P . D elap o rte\np oin t de m eilleures.\n    P o u r g o u ve rn e sign alon s que le vo lu m e con tient u n e p h oto­\ng rap h ie du m anoir d ’E c h é n a y , efficace à in cu lq u er au docile\n critique le g o û t d’y a v o ir son num éro p en dant la saison des\n ch a sse s... fen être sur la riv ière, si on p eu t ch o isir...\n\n   Remy de Gourmont : L e s s a i n t e s d u p a r a d i s , poèm e orné de\n19 g rav u res sur bois p ar G. d’Espagnat. (P aris : S o cié té du\nM ercu re d e F ran ce).\n   Q u ’elles alou rdissen t leu rs b u res, q u ’elle s a llo n ge n t leu rs\nv o ile s, les sain tes, e lle s n e pourront ca ch e r à n os y e u x leu r\ntran sfigu ratio n : l ’arc-en-ciel hum ide des cils p erce la v a p eu r\ndes m ousselin es, le b o u q u et tiède des soupirs ch a v ire a u x\noudu lations des p lis, les rubis des p laies sous le cilice sont\ndes bra ises, com m e u n e a poth éose d’in cen d ie derrière un\né cran .\n    E t c ’est le p restig e aussi de cette p laq u ette qui les cé lèb re :\nin-120 ca v a lie r, prop ortionn é a u x a n cien s « liv res b leu s »,\nfeu ille s ru gu eu ses où s ’é ch a n cren t des bois é co rch é s p ar le\ntra v a il dur des m ains en p ein e et qu e co u v re q uelque\nm in able p ap ier de ten ture. M ais ic i c ’est la som ptuosité\nd e se vo u lo ir p ito y a b le , m ais, h é las ! m algré cette p ré o ccu ­\npation d e ra p p e le r les lib e lle s où ja d is enfants et vie ille s\ng e n s ap p ren aien t et o u b liaien t à lire , celui-ci — 125 exem ­\np laires sur p âte des V o s g e s — n e s ’é co rn era p as a u x seco u sses\nde la hotte du co lp o rteu r co gn an t du b âto n la p o rte des\nm étairies, n e ja u n ira p as à l’é ta l o u san s le g ran d p arap lu ie\n ro u ge des foires.\n    N o n p lu s d o n c ce s e n v elo p p e s de m isère n e p eu ven t nous\n en im p oser : du ta b lie r troué ru issellen t les ro ses :\n        Agathe,           pierre et fer, Agathe, or et argent....\n        Agnès,            ...agnelle amie de l’agneau...\n                          Agnès, Agnelle et Danielle...\n                           Sainte Agnès filez pour nous la laine éternelle.\n\n\n\n\n 254\n"}, {"page_pdf": 272, "texte": "     Angèle,     Qui avez vu dans le ciel une échelle,...\n                 Angèle qui êtes montée au ciel en revenant de Jérusalem,\n     Cathérine   pleine de larmes, pleine de charmes, pleine de songes....\n     Colette,    dure à son cœur et plus dure à sa chair,\n                 Colette prisonnière dans les cloîtres amers\n                 Où les colliers d’amour sont des chaînes de fer,\n                 Colette qui pour mourir se coucha sur la terre.\n     Françoise, Astrologue admirable de la Tour des Miroirs\n                 A qui Dieu écrivit des lettres en lettres d’or...\n     Geneviève mère d’un enfant pauvre et nu comme un faon...\n     Gertrude, salut d’amour au soleil de l’hostie,\n                 Gertrude, cil, larme et pois de senteur.,\n     Gudule      qui fut aimée, enfant, par saint Michel,\n                 Gudule, qui fut aimée, morte, par Charlemagne..\n     Hélène      Tête frappée en médailles et en monnaie d’amour.,\n     Jeanne      que les gens aimaient comme leur père et leur mère,\n                 Jeanne qui ressemblez à un ange en colère....\n     Julie       morte en souriant près de la mer, le soir,\n                 Julie qui en mourant murmurait : Je suis libre!\n     Marcelle     Pétale d’or pâle au front des dames romaines...\n     Marguerite, Plaisir d’amour, ensuite poussière\n                 Sous les sandales de Saint François\n                  Guérie de la chair par l’horreur d’une chair adorée...\n     Marie,       Amertune des baisers sur les barques du Nil...\n     Mathilde,    reine de trois mille et l’une des mille servantes...\n     Paule,       Epaule où le vieux moine grava le nom de Dieu...\n     Ursule,      Griffon du Nord, bête sacrée venue\n                  Dans la lumière bleue d’un rêve boréal,\n                  Ursule, flocon de neige bû par les lèvres de Jésus..\n     Zite,        Sainte aux yeux doux, sainte en bonnet, sainte en sabots..\n                  Zite aux mains rouges fleuries de mente et d’estragon....\n\n    E lle s sont p etites et m ains a u x m ains elle s font la ron de et\nc ’est T o u ssain t ! e lle s sont gran d es, elle s sont do u ces et\ntristes et b e lle s, c ’est du vra i cie l !\n    M . R e m y de G ourm on t en ces 19 p rières, M on talem b ert\nen un liv re ont en art reven d iq u é la p iété. E n sait-on b e au co u p\ndepu is le s gran ds saints et les an on ym es du m oyen -âge ?\n    Ic i la certitude, j e dis, le m anqu e d’hésitation dans la\np ercep tio n , la p ersp ica cité et la plén itude dans l ’an a lo gie, la\nco n v e n a n c e in dissoluble de l ’im age terrestre ra p p o rtée à\nla fa b le sp iritu elle, sont telles que surhum aines : p récisio n\nd ém on iaque d ’un d ésesp éré qui suppute con sciem m ent les\np a y s a g e s p our lui ab olis ou d ivin e d’un visio n n a ire qui\n esco m p te a v e c sûreté le s fam iliarités du jard in clo s.\n    M . de G o u rm o n t se ren d ra à son attrait : son ch an t de\n bon co n seil qui introduit le poèm e aura ainsi une g râ c e plus\n efficace en co re que de soutenir la la n g u e fra n çaise, sav o ir,\n des âm es et une âm e :\n                 O pérégrines qui cheminez songeuses,\n                 Suivez la voix qui vous appelle au ciel :\n                 Les arbres ont des feuillages aussi doux que le miel\n                 Et les femmes au cœur pur y deviennent plus belles.\n                 O pérégrines qui cheminez songeuses,\n                 Suivez la voix qui vous appelle au ciel.\n                                                               F . N o n n ig e r .\n\n\n\n\n                                                                                      255\n"}, {"page_pdf": 273, "texte": "      C h iaroscu ro (naar a an leid in g v a n de R em brandt-tentoon-\n stelling) p a r P o l de Mont. (s. 1. n. d.)\n      M . P o l d e M ont, qui est sans doute le p lus « p o ly g ra p h e »\n des écrivain s de la n g u e th io ise tien t en ces p ag e un e co n ve r­\n sation un p eu rap id e — m ais c ’est d ’être a isée q u ’elle est trop\n rap id e — au retour de l'exp o sition -R em bran d t d’A m sterd am .\n   I l rép u d ie un certain nom bre de toiles attribuées au m aître :\nque c e la soit ou non du g o û t de M . B red iu s, sur a vis conform e\n ou non de M . A rs è n e A le x a n d re , nous n ’avon s à in terven ir en\ncette exp ertise.\n   M ais M . de M ont exp o se en outre des opinions :\n   a) R em bran dt serait irréd u ctible à la lo i — la isse z m oi dire :\nau p ro jet de lo i —             de T a in e : « l ’artiste est le produit du\nm ilieu. » E t en effet du réa liste u n p eu froid et coloriste\nc o n scie n cieu x qu e R em bran dt était ve rs 16 3 2 - 1 6 3 5 , en tan t que\np ein tre h o llan d ais, sortit p ar à co u p s u n p o ète — visio n n aire\no ccu p é de toute autre ch o se que d’exactitu d e m atérielle, un\np ein tre faisan t fi du rich e co lo ris coutum ier p our tran sp o ser\ncette « autre ch o se » m êm e.\n  b) R em b ran d t serait — oui — idéaliste.\n  c) à sa faço n d’être id éaliste co n vien d rait n écessairem en t le\np ro céd é du clair-obscur.\n  Id éa liste , il l ’est, n on p a r le ch o ix du m o rceau , du sujet,\nm ais p a r sa m anière de l ’agran d ir en le sim plifiant. S o n m odèle\n(aidons nous de clichés) il le vo it « tel qu ’en lui-m êm e enfin\nl ’éternité le ch a n g e »           (M allarm é), il y      v o it   « la divinité\nd escen d u e dans l ’hom m e » (S h elley), c.-à-d., q u ’il s’abstrait de\nl ’an ecd o te, des co n tigen ces de tem p s, de ra n g , de tout enfin\nce q u i est o cca sio n n el ou su p erficiel, afin de m oins p erdre de\nv u e le s q u alités fo n cières, les ve rtu s m o rales, j e dis, la vie\nde l ’âm e.\n  A ce faire, la m éth ode la plus co n ve n a b le, m ais v o ic i qu e le\ngén ie m êm e de la la n g u e le p ro p o se a u x lecte u rs fra n çais :\nm ettre en     l u m iè r e .   A in si se tro u v e p o p u lairem en t vé rifié e la\nc o n ve n a n ce d ’un p ro cé d é. R em b ran d t, dit à p eu p rès M . de\nM ont, ch e rch ait à exp rim er tout ce q u ’il d evin ait seu lem en t\nou a p e rce v a it d éjà , d ’o ccu lte et de m ystérieu x d errière la\nsu rface des o b jets, d errière le s p hénom ènes sen sib les de la\nn ature et la p h ysion o m ie co n crè te de la v ie , il e ssa y a it de\ntransp oser la lu eu r            su rn atu relle,   m éta p h y siq u e,   m ystiqu e\nbientôt, de ses im agin ations et visio n s, il v o u la it n u an cer au\nlieu de co lo rier, écrire au lieu de co u leu r a v e c d e la lum ière.\n  — M . de M on t, com m e ceu x qui ont b e a u co u p à dire,\nm anque de netteté. A u lieu d’e xp liq u er en un syllo g ism e\ngo rd ien qu e le clair-o bscu r d even a it le tru chem en t n éce ssa ire\nà cette m a n ière d e v o ir à tra vers les o b jets, qui était c e lle de\nR em bran dt, il s’ép a rp ille en ap erçu s et s ’é carte en citation s.\n  Il chronique ainsi, p lutôt q u ’il n e professe. A p r è s lectu re,\n\n\n\n\n356\n"}, {"page_pdf": 274, "texte": "à ce lu i q u i dem an de : « Q u ’est ce q u ’il p ro u v e ? » on rép ond :\n« il est très in téressan t. »\n                                                                 F . N o n n ig e r .\n\n\n  P ré fa ce s p ou r des m u sicien s, p ar Henry Maubel. (P aris :\nF is c h b a c h e r. — B ru x e lle s : S c h ott frères.)\n  C e s étu des qu e trop h u m blem ent M . M a u b el in titule des\n« préfaces » sont extrêm em en t in téressan tes tan t p a r l’o rig in a li­\nté des a p erçu s, qu e p ar l ’in édit des détails.\n   P a rm i ce s « p réfa ces » j e m e p lais à sign ale r c e lle « pour la\nmusique de piano de Schumann » : elle est m e rv eilleu se .\n   C é s a r F ra n c k , d’autre p art, est syn th étisé ad m irab lem en t\nen deu x m ots : c ’est lu i, le « cinquième évangéliste. »\n   G rie g est « un lyrique, un exalté qui creuse à chants profonds et\nintenses son exaltation et la décuple par de merveilleux effets. »\n   N o tre p a u v re G u illau m e L e k e u fut « l’harmoniste de sa sensi­\nbilité. »\n   L a « préface à une psychologie de la musique » m e sem b le p arti­\ncu liè re m en t a tta ch a n te, éton nan te de profondeur en m êm e\ntem p s que de rê v e ; d é licieu se et e xq u ise id é e de faire du\nthéorèm e de la v ie « un théorème d’harmonie » et de sup po ser\nqu e « ceux qui entendront intimement la musique, entendront les\naccords de l’être. »\n   O n con n aît le s ty le m a giq u e d’H e n r y M a u b el, on sait aussi\nl ’artiste : ici, il serait p u éril d’in sister ; j ’a jo u te ra i seu lem ent\nque t o u s , — m u sicien s ou non — a p p ren d ro n t énorm ém ent à\nlire son liv re , et que ce u x qui « veulent entendre » trouveront\nprofit et jo ie à le m éditer. Préfaces pour des musiciens est un\nliv re r a r e .\n                                                         E rn st D e l t e n r e .\n\n\n\n\n                                                                                     257\n"}, {"page_pdf": 275, "texte": "L ’Instruction et l’Éducation\nde la femme selon la tradition\nchrétienne, d’après Madame\nMarie du Sacré-C œ ur et\nMadame d’Adhém ar\n   Certes, avant M adame M arie du Sacré-Cœ ur de\ngénéreux esprits s’étaient occupés de l’instruction\nféminine avec le même zèle et non moins d’éclat.\nFénélon en demanda l’amélioration au nom de la\nRédemption ; Madame de Maintenon déclara péril­\nleuse toute éducation finie à vingt ans; Monsieur\nNettement et Monseigneur Dupanloup proclam èrent\nhautement nos droits à la culture intellectuelle. Ce\ndernier ne craignit même pas d’employer l’ironie\npour com battre les préjugés mondains, la dévotion\nétroite et la jalousie de certains auteurs masculins,\n d’accord à réduire la femme aux arts d’agrément ou\nmême au taconnage. S ’il parle avec déférence aux\n Sœ urs, il ne s’ouvre pas moins à l’une d’elles sur\nl’opportunité de la fondation d’un juvénat supérieur\nravigorant les professes au point de vue intellectuel.\n Son ouvrage eut, comme on le sait, un grand reten­\ntissement et personne n’osa contredire le prince des\n éducateurs. Un pareil acquiescem ent n’accueillit\n point les deux volumes de M e M arie du Sacré-Cœ ur :\n Les religieuses enseignantes. — L a Formation de la\nfemme catholique. Dans certain livre on n’épargna ni\n la religieuse ni la femme. L ’outragée répondit avec\n une dignité calme, soutenue sans doute par le sou­\n venir de Sainte Catherine de Sienne et de Sainte\n T hérèse qui elles aussi opposèrent à la calomnie\n éhontée la majesté sereine de l’innocence.\n    Voyant d’une part les lycées faire échec aux\n couvents, et entendant d’autre part les jeunes filles\n\n\n\n\n258\n"}, {"page_pdf": 276, "texte": "qui préparaient leurs examens dans les maisons\nséculières se plaindre des périls moraux qu’elles y\ncouraient, Madame M arie du Sacré-Cœ ur, après\ns ’être assuré le concours de professeurs éminents,\nconçut le trop hardi projet de fonder une école\nnormale de religieuses modelée sur celle des Dames\n de Saint André de Bruges et par conséquent à\nmême de rivaliser avec les établissements de Sèvres\net de Fontenay où l’on forme les professeurs en\ndehors de tout principe religieux. M e Marie attribue\nl’infériorité de plusieurs sœurs brevetées par leurs\ncompagnes à l’insignifiance de certains noviciats où\nl’on ne fait aucun cours. Il en est bien autrement\nà l’Institut de Saint André. Pour subir l’examen\nd’admission, il faut avoir suivi les cours pendant\nquatre ans. T ou s les jours l’inspecteur fait une\nconférence, tous les jours chaque sœur « donne sa\nclasse » ; aussi l’horaire est-il réduit. L ’examen de\nsortie comprend treize compositions, et tous les deux\nans les religieuses enseignantes, âgées de moins de\nquarante ans, subissent un interrogatoire écrit sur\nles matières de l’examen de sortie.\n    M e M arie pense que les cours à l’Institut Notre-\n Dam e devront être faits d’abord par des hommes, ce\nqui ne constituerait aucun danger pour des reli­\ngieuses pénétrées de l’esprit du Christ. L ’élément\nféminin y succéderait dès qu’on aurait des religieuses\ncapables de soutenir la comparaison avec les\nDam es de St. André.\n    A l’instar de Monseigneur Dupanloup Me M arie du\n Sacré-Cœur pense que trop de mémoire atrophie le\njugement. En effet, les programmes surchargés ne\n développeront jam ais de génies. Pourquoi faire de la\n cervelle de l’enfant un inextricable fouillis ? A u lieu\n d’emmagasiner noms, faits, dates, ne vaudrait-il pas\nmieux apprendre d’abord en détail certaines grandes\n époques comme le siècle d’Auguste, la Renaissance,\n le règne de Louis X IV , la Révolution. On ferait aussi\nla philosophie de l’histoire : on insisterait sur les\n progrès des arts auxquels on doit la civilisation, on\n démêlerait le caractère de l’écrivain reflétant parfois\n l’esprit de l’époque en ses travaux comme Racine,\n\n\n\n\n                                                      259\n"}, {"page_pdf": 277, "texte": "ou au contraire frappant le siècle à son effigie comme\nV oltaire ; enfin, on montrerait l’action divine dans la\nformation et dans la destruction des empires. Donc,\nplus de manuel! L a religieuse n’aura d’auxiliaire que\nla bonne volonté des élèves, mais on les aidera à\napprendre en multipliant les heures de lectures per­\nsonnelles et commentées. Ici, je ne puis que déplorer\nl’exclusivism e qui a procédé à la formation des\nbibliothèques de couvent où l’on ne voit que hagio­\ngraphie. On a raison sans doute de donner à lire\nMathilde de Nédonchel en Belgique, Charles de\nS t e F o ix en France, ou la vie de J. Berchmans,\nmais il faut éviter la monotonie. Pourquoi ne pas\najouter par exemple des ouvrages historiques d’Im ­\nbert de St-Amand, les Études de Saint M arc\nGirardin, le Génie du Christianisme, les romans de\nMadame Craven, de Fullerton et de Lytton, qui\ncharment l’esprit sans amollir le cœur? Ennemies\ndes rudiments, les jeunes filles adorent les exposés\nlumineux, les récits colorés. Voulez-vous vous en\nconvaincre? A ssistez à la lecture de l’Elisabeth de\nBeauchêne ou des Journées de la Révolution d e W alsh,\nfaite dans un couvent par une jeune fille intelligente\npendant l’après-midi consacrée aux ouvrages ma­\nnuels ? Rien de plus intéressant que de voir la lectrice\ns’attendrir au son de sa propre voix, et les petites\ncouturières s’interrompre pour essuyer leurs yeux.\nToutes avaient éprouvé ce frémissement sacré que\ndonne l’apparition du sublime et pourtant pas une\nd’elles le matin ne récita sans ânonner le résumé\ninsipide de D rioux sur la Révolution. Que dire du\nmanuel d’histoire ecclésiastique, si ce n’est déplorer\navec M e M arie le peu de cas qu’on en fait dans les\ncouvents ? L ’H istoire sainte même a une place\nsecondaire dans le programme au dire de M e M arie ;\n apprise sommairement en sixième et en cinquième,\n elle est abandonnée en quatrième pour l’histoire\n ancienne, tandis que pendant les trois dernières\n années on fait une étude détaillée de la mythologie,\n négligée dans les programmes de l’État. D ’où il\n suit qu’une enfant qui entrerait en quatrième con­\n naîtrait la faute de Pandore et ignorerait la Rédemp­\n\n\n\n\n260\n"}, {"page_pdf": 278, "texte": "tion. Si l’on tient à consacrer pendant un an quelques\nleçons aux aberrations de l’esprit humain, on\npourrait aussi bien parler de la mythologie Scandi­\nnave que W agner a fait connaître, mais il faudrait\nensuite montrer la supériorité du merveilleux chré­\ntien, comparer les Parques et les N ornes aux\ndémons, Tantale au M auvais Riche, le T artare et\nH el à l’éternité des douleurs couchée sur un lit d’airain\net murmurant : toujours! jam ais! Selon Me M arie du\nSacré-Cœ ur, un cours de logique précéderait celui\nd’apologétique. Aucune leçon n’est mieux suivie\nque cette dernière. J’ai pu l’expérimenter, ayant\nécouté pendant deux ans à mon couvent un prêtre\néloquent chargé de l’enseignement dogmatique :\nobjections des réformés, subtilités des rationalistes,\nsophismes des mythiques, Renan, Strauss, etc. il\nexaminait tout ; interrompant parfois sa réfutation\nvictorieuse, il admirait la beauté d’une religion qui\nrétablit le mariage dans sa dignité primitive, pro­\nclama le respect de l’enfant, dompta en somme la\nbarbarie des hommes du N ord. Comme on écoutait!\nL es crayons faisaient merveille, et aucun regard ne\nse détachait du cahier de notes. Il en serait de même\nsi l’histoire de l’Église était présentée d’une ma­\nnière intéressante. Au lieu de nous offrir une nomen­\nclature aride de toutes les hérésies, pourquoi une\nm aîtresse éloquente ne tracerait-elle pas un tableau\ngrandiose de l’époque des M artyrs, de celle des\nP ères et du Moyen-Age ? Pour exciter les jeunes\nfilles à l’amour de l’étude, on invoquerait l’exemple\ndes grandes chrétiennes d’autrefois : Ste L io ba ma­\nniant le vers latin après avoir étudié le droit, S te\nCatherine de Bologne qui a laissé des traités sa­\nvan ts, S te Brigitte, S te Gertrude, S te T hérèse, S te\nH edvige pour qui la théologie mystique n’avait pas\nd’ombres. On leur rappelera surtout que la femme\nfut toujours l’alliée de l’Église depuis S te Mélanie\ndérobant S teAnastase aux embûches des Ariens ju s­\nqu’à M athilde de T oscane défendant la cause du\npape contre l’ambition des empereurs d’Allemagne.\n    M e M arie du Sacré-Cœ ur réprouve encore cette\npiété étroite, routinière, surexcitation de la sensibi-\n\n\n\n\n                                                      261\n"}, {"page_pdf": 279, "texte": " lité , sorte de dilettantisme religieux où la raison a\n peu de part. L e s feux follets mènent aux mares.\n L e s lucioles brillent parfois au bord des abîmes.\n L orsq u ’au jour de sa première communion M me\n Roland rêvait le martyre, nul n’eût pu deviner qu’elle\n dicterait à son faible époux une loi inique, mettant\n le prêtre dans l’alternative entre déportation et\n la prestation du serment civique. L ’impressionnable\n Madame Sand n’eut-elle pas, toute petite, l’idée\n d’entrer au couvent ? Velléité produite par une exal­\n tation passagère. Bientôt l’emphatique Rousseau\n ébranle sa foi de surface et de la négation du\n démon, elle passe à celle de toute la Révélation.\n H élas ! quelles sont les jeunes filles qui le jour où\n elles ont communié en l’honneur du Saint-Nom de\n Jésus ou de l’Assomption lisent un sermon de L a c o r­\n daire ou la vie de la V ierge par Auguste N icolas?\n Il y en a encore moins qui le jour de leur commu­\n nion s’interdisent les médisances et les contestations.\n Que dis-je ? Combien de femmes courent à un rendez-\n vous coupable, les lèvres encore teintes du sang de\n Celui qui a dit bienheureux les coeurs purs !\n    On oublie trop que, sacrement des vivants,\n l’Eucharistie fut la manducation des L u cie et des\n C écile avant le combat. L e chrétien est-il pourtant\n autre chose que, comme le dit Me M arie du Sacré-\n Cœ ur, l’être énergique et fort qui né du sang de la\nflagellation pénètre dans les grandeurs du Calvaire et\n met au second rang l’intérêt personnel pour sacrifier\n avant tout au devoir et à l'abnégation. Au lieu d’accu­\n muler les dévotions, M e M arie trouve préférable de\n développer la foi et l’esprit de prière qui selon elle\n sont aussi perfectibles que gratuits. En effet : V oici\n une jeune fille un peu indolente qui communie pour\n la première fois sans ferveur. On la met en pension\n où elle suit un cours de dogmatique ; la lecture des\n conseils de Dupanloup lui inspire la pensée de\n chercher dans Bossuet ou dans L acordaire une nour­\n riture substantielle. E lle suit ensuite dans un couvent\n une retraite donnée par un Gibergues ou un Lenfant\n et cette âme dont les moindres touches vibrent sous\n la main de l’Artiste divin apportera à la communion\n\n\n\n\n262\n"}, {"page_pdf": 280, "texte": "de clôture la foi des catéchumènes de l’ancienne Église.\n   On pense communément que la femme répugne\naux idées générales. L a pieuse fille de N otre\nDame est d’un avis tout contraire. Aussi recom ­\nmande-t-elle l’étude de la philosophie qui intéresse\ntoujours les jeunes filles.\n   M e M arie se plaint de l’accoutumance des religieu­\nses aux vieilles ornières. E t elle a raison : telle sœur\ndes F illes de la Croix, de L iège, perdit sa place de\nm aîtresse générale pour avoir voulu aller de l’avant.\nC ’était pourtant une femme vertueuse, douce, pieuse,\nmais elle laissa ses élèves jouer une scène du Misan­\nthrope et L e Cid ; elle remplaça L e petit savoyard de\nGuiraud par La mort de Socrate de Lam artine. Ces\nmodifications alarmèrent la Révérende Mère, essen­\ntiellement misonéiste, qui eut des scrupules puérils,\net relégua la délinquante à une école primaire. L es\nélèves la regrettèrent beaucoup car, comme le con­\nseille M e Marie, elle animait jusqu’aux récréations\nqui avaient un parfum d’intellectualité. T antôt elle\ncitait un mot célèbre dont il fallait deviner l’auteur,\ntantôt une jeune fille énumérait les actions d’un\npersonnage historique dont le nom restait en blanc\net dont on tâchait de percer l’anonymat. Comme\nM e M arie du Sacré-Cœ ur elle s’efïorçait à déve­\nlopper dans les élèves la force morale, soit en exer­\nçant notre plume sur de grands sujets, tels que la\nmort de Régulus, et celle de M arie Stuart, soit en\nproposant à notre admiration Fénélon disgracié pour\navoir porté aux pieds d’un roi les plaintes du peuple\net M me N availles préférant la perte de ses fonctions\nde dame d’atours aux capitulations de conscience.\nSœ ur de N otre Dam e, F ille de la Croix, vous avez\nraison toutes deux d’exalter la force. C ’est cette\nvertu qui oppose au despotisme le Non licet de\nMorus, de Népomucène, de Campian, c ’est elle qui\npoussa les Fatamienne et les M arguerite à embrasser\nla mort la plus cruelle pour rester chastes sous l’œil\ndes cieux. Sœur M arie veut qu’on développe aussi la\nbonté, non cette bonté molle confinant à la faiblesse,\nmais la bonté de Jésus consolant les repentis et\nflétrissant le vice drapé dans un hypocrite orgueil.\n\n\n\n\n                                                      263\n"}, {"page_pdf": 281, "texte": " L a bonté ne lui paraît pas plus incom patible avec la\n force que l’humilité ne l’est avec la véritable fierté.\nAh ! nulle ne pouvait mieux que vous, Sœur Marie, se\nfaire une idée exacte de ce sentiment. Il respire dans\nvotre noble langage : « Religieuses, nous ne sommes\npas des fonctionnaires, aucun ministre de passage ne\nnous a confié tel poste, notre investiture vient de\nplus haut. Attachées au service de l’É glise, nous\nn’avons pas le droit d’être m édiocres. » E lle ne\ncondamne pas davantage la susceptibilité qui émane du\ndésir de l’estime. N ’est-ce pas, en effet, la suscep­\ntibilité qui arme d’un généreux mépris le regard de la\njeune fille dont on a blessé l’oreille délicate par une\nparole profanatrice ? M me de Maintenon a dit : a L a\n timidité, jeunes filles, est votre unique sauvegarde! »\n Il y a pourtant des moments, comme on voit, où l’on\ndoit vaincre la timidité. D ’ailleurs je lui préfère une\nmodeste assurance. En quoi l’enjouement nuisait-il\nà la réputation de Julie d’Engennes ? J’aime ce vers\nd A u g ier :\n      L a ve rtu qui sourit sied bien a u x lè v re s ro ses.\n\n   M e M arie du S acré Cœ ur voudrait que la française\nfût gardée ainsi que l’américaine par sa foi en elle-\nmême, par le désir de l’estime, par la crainte de Dieu\net non par des chaperons, vivants certificats d’irres­\nponsabilité. On arriverait peut-être ainsi à ne plus\nconsidérer l’homme comme l’ennemi de la vertu\nféminine, mais comme un frère aimable, discret et\ntendre, un ami exquis qui, à l’instar du Dante,\nsuivrait complaisamment sa Béatrix sur les cîmes\nlumineuses de l’idéal et la verrait sans jalousie boire\nà la fontaine de Mimer.\n\n\n\n\n  Quand j ’eus terminé la lecture de L a Seconde\nEducation des filles de Nettement et celle des admi­\nrables Lettres de Mgr Dupanloup, je crus que tout\nétait dit sur ce vaste sujet. U n livre de M me la victesse\nd’Adhémar, couronné à si juste titre par l’Académ ie\n\n\n\n\n264\n"}, {"page_pdf": 282, "texte": "des Sciences M orales et Politiques, vint me tirer\nd’erreur. Monsieur Nettement et Mgr Dupanloup\navaient tous deux établi la nécessité d’un enseigne­\nment moins rudimentaire. C e dernier ne se borna\npas à ridiculiser les partisans de l’obscurantism e;\nil fit encore appel aux mères qui, selon lui, devraient\npouvoir diriger les premières études de leurs filles.\nQue restait-il donc à faire ? H élas ! plus qu’on ne\ncroit. Il fallait aussi suppléer à l’insuffisance des\ngouvernantes et harmoniser les principes religieux\navec les idées modernes, et tel est bien l’objectif que\npoursuit la vicom tesse dans la Nouvelle Education de\nla femme. Voyons si elle l’a atteint.\n    L a fondation des cours Duruy fit échec, comme\non sait, à l’enseignement des Sœ urs françaises, mais\ncette neutralité scolaire effraya bien des catholiques\nqui n’étaient pas loin de lui préférer les frais onéreux\n d’une éducation particulière. Malheureusement, l’in­\ncapacité des institutrices leur fit abandonner ce\nprojet. Filles de familles ruinées ou normaliennes\nbrevetées, les institutrices, selon Mme d’Adhémar,\n répondent mal aux besoins de l’époque : les unes\n manquent de préparation, les autres, p a r la surabon­\n dance des matières, nuisent plutôt qu’elles ne tra­\nvaillent au vrai développement intellectuel de l’élève,\njuste châtiment de la vanité des mères qui aiment\ntrop à confier leurs filles à des encyclopédies\n vivantes. On désire qu’une jeune fille de vingt à\nvingt-cinq ans enseigne, outre la grammaire, l’his­\n toire sacrée, l’histoire profane, la géographie, le\n calcul, les langues vivantes et les arts d’agrément.\n Comment veut-on qu’elle y satisfasse ? En outre,\n il paraît que certaines mères exigent de l’insti­\ntutrice un travail ininterrompu. V éritable prison­\nnière, celle-ci ne peut ni prendre de l’exercice, ni se\n perfectionner par la lecture personnelle et analytique.\n M me d’Adhém ar censure énergiquement ces deux\n graves abus ainsi que les froideurs blessantes des\n mondains pour la gouvernante. Néanmoins elle\n souhaite que le charme des grandes lectures\n rende l’institutrice insensible aux plaisirs frivoles,\n\n\n\n\n18                                                  265\n"}, {"page_pdf": 283, "texte": "comme l’est celle que nous peint Madame Moniot.\nPour préparer ce triomphe de la grâce sur la nature,\nM me d’Adhém ar se propose de fonder une sorte de\npréceptorat chrétien. L es jeunes postulantes seraient\narmées de toutes pièces, par une saine philosophie\net par des études critiques soignées. On leur lirait\nmême des extraits d’auteurs peu orthodoxes, lecture\naccom pagnée naturellement de judicieuses rectifica­\ntions. On cinglerait le sensualisme suggestif de\nMusset, le faux idéalism e de Renan ou de Georges\nSand, le réalisme embourgeoisant de B alzac.\n   Madame d’Adhémar ne condamne pas le roman en\nlui-même, elle désirerait seulement que de vraies\nchrétiennes, le réhabilitant, en fassent l’auxiliaire de\nla religion et de la vertu.\n   En second lieu, la vicom tesse ne se propose rien\nmoins que d’harmoniser les principes religieux avec\nles idées modernes. N ous n’aurons pas de peine à\nprouver qu’elle y est parvenue. T ou t d’abord, elle\nréprouve, ainsi que M e M arie du Sacré-Cœ ur, cette\npiété sensuelle qui peut un jour servir les intérêts de\nla volupté. Dans l’île des plaisirs le voyageur se\nnourrissait de parfum s; la jeune fille imprégnée de\nreligiosité s’enivre d’encens, de fleurs, de chants\npieux. L a mère sourit et le démon bat des mains en\nsongeant qu’une sensiblerie m aladive livrera bientôt\nà la sensualité la place démantelée.\n   Où la jeune fille trouvera-t-elle un dérivatif\nà nos impressionnabilité ? Dans les grandes lectures\net sous ce titre Madame d’Adhém ar ne com ­\nprend pas seulement les œuvres des penseurs\nchrétiens mais encore des grands historiens d’opi­\nnions différentes, car la défense de la vérité implique\nla connaissance préalable de l’erreur. S te R ose de\nV iterbe aurait-elle pu convertir ses concitoyens\nsans avoir étudié les doctrines subversives de\n M anès? S te M élanie la jeune aurait-elle amené tant\nde Romains à reconnaître la maternité virginale de\n Marie, si elle avait ignoré les aberrations de N esto ­\nrius ? D e même, si vous voulez réhabiliter M arie\n Stuart, lisez M ichelet, aussi bien que L ingard.\n\n\n\n\n266\n"}, {"page_pdf": 284, "texte": "Certains historiens, comme Quinet ou Lam artine, ne\nvoient que les bienfaits de la Révolution, d’autres,\ncomme W alsh ou Beauchêne, ne songent qu’aux\nvictim es. Faut-il se borner aux derniers? Non, il\nfaut lire les uns et les autres.\n    T outes ces études formeraient la femme au manie­\nment de la parole, art trop négligé et dans lequel se\ndistinguèrent pourtant les Paule et les M arcelle.\nL ’éloquence féminine, nous l’oublions trop, fut sou­\nvent un facteur de prosélytism e. Q u’est-ce qui\ndessilla les yeux de Valentin si ce n’est l’exposé\nsublime que S te C écile fit de la religion chrétienne?\nQ u’est-ce qui confondit l’orgueil des philosophes\nd’Alexandrie ? L e langage de feu d’une S te Catherine?\n    M me d’Adhém ar veut que l’on restaure l’art de con­\nverser qui eut, dit-elle, une si grande influence sur la\nsociété du X V I I me siècle. N ous nous permettrons\nd’ajouter que cette influence n’était pas moindre au\nX V I I I me. Si être reçu chez M me de Ram bouillet\nétait un brevet de bonne éducation, être admis chez\nMadame Lam bert devenait un titre au fauteuil aca­\ndémique. L e s salons d’alors devinrent une puissance.\nL a prépondérance des intérêts politiques en modi­\nfia bien un peu le caractère littéraire au X IX me siècle,\ncomme le constate Mme d’Adhémar. Mais néanmoins\nn’est-ce pas pendant la première moitié de ce siècle\nqu’on vit briller M me de Staël qui éleva l’art de\n converser jusqu’à l’éloquence. Chacun sait le mot\nde M me de T essé : Si j ’étais reine, j ’ordonnerais à\nM me de Staël de me parler toujours. Je crois devoir\nrappeler aussi celui de Mr M ichaud. C e dernier se\nvoit un soir en présence de Corinne contre laquelle\nil s’était livré à des vivacités de plume. E lle l’en\nreprend avec tant de véhém ence que, vaincu, il\nbalbutie : « Que voulez-vous, M adam e? je n’ai pas la\nprétention de me com parer aux héros d’H om ère, mais\ncomme Diom ède j ’ai blessé dans la nuit une déesse. »\n    M me d’Adhém ar identifie admirablement le charme\net l’âme. Écoutez-la : « Sans doute, le charme\nemprunte à la beauté extérieure, un cadre flatteur.\n Il rayonne dans le regard, il brille sur le front, il se\n\n\n\n\n                                                      267\n"}, {"page_pdf": 285, "texte": "trahit dans le geste, dans la tenue, dans la mise et\nl’on ne doit négliger aucun de ces accessoires. Mais\nle charme, d’essence immatérielle, s’échappe aussi\nde l’âme même quand la beauté corporelle n’en\naccom pagne pas l’essor. L a parole est son organe\nprincipal. L ’éducation chrétienne doit donc cultiver,\nfortifier, embellir la parole et elle ne le peut qu’au\nmoyen des grandes lectures. »\n   L ’esprit d’observation de M me d’Adhémar se mani­\nfeste dans cette peinture fidèle du snobisme contem­\nporain, destructeur de tout progrès : « L e s rapports\nde société ne servent pas les éducateurs, ils les des­\nservent. Plus de salons à la ville comme à la cam ­\npagne. Chez les femmes du monde, créatures\nfrivoles, ignorantes ou prétentieuses, dans les hôtels\ndorés et les châteaux bruyants, on ne cause plus, on\ndanse, on festoie, on chasse. On s’escrime en sports,\nen parades variées, en divertissements fastueux, où\nle luxe fait rage, la mode loi, où l’ennui prime. M ais\ndans ces assemblées de mannequins harnachés, l’art\nde la conversation n’a rien à gagner. L a pratique\ndes sourires et des élégantes platitudes y distingue\nle bon ton. L ’échange des idées supérieures agréa­\nblement formulées ne jaillit plus en cette fin de\nsiècle de nos esprits stériles et de nos cœurs\nrefroidis. On ne cause plus ! »\n   Si M me d’Adhém ar exalte l’art de l’éloquence il\nne faut pas en conclure qu’elle proscrit la musique,\nla peinture et la scu lp ture. Loin de là, elle\nreproche aux institutrices de ne pas faire une assez\n large part à la jouissance honnête dans l’éducation,\nce qui serait un antidote contre les plaisirs défendus.\n    Selon Mme d’Adhémar, le mobile du sacrifice même\nréside dans l’attraction intime de la félicité obtenue en\nfaveur de soi ou d’autrui par l’acceptation volontaire\nde la douleur rédemptrice. S i les héros chrétiens n’ont\npas reculé devant le Golgotha, c’est qu’ils avaient vu de\nprés le Thabor ! L ’émotion extatique n’est autre\n chose que le comble de l’émotion esthétique. E n effet,\n qu’est-ce qui soutient cette jeune fille élevée dans\n le luxe, revêtant un jour une robe nuptiale pour\n\n\n\n\n268\n"}, {"page_pdf": 286, "texte": "renoncer au siècle et échangeant ensuite cette\nparure contre l’humble habit des dominicaines? Ah !\nc ’est ce que Mme d’Adhémar appelle si éloquemment\nl’attrait du divin. Sans lui la jeune fille dont je parle\nplacerait-elle avec transport sur sa tête la couronne\nd’épines ?\n    Je ne résiste pas au plaisir de citer ces pensées\nchrétiennes enchâssées dans un style exquis : « L a\nRédemption s’avance d’abord par le concert des\nAnges. L ’étoile des trois M ages conduit l’humanité\nà Bethléem . C ’est par les ravissements de la crèche,\nc ’est en tunique royale, c’est la m yrrhe et l’encens\naux mains qu’il faut mener au Christ la jeunesse\nenthousiaste et non la jeter imprudemment sur la\nterre de Gethsémani, trop dure encore à sa tendre\nfaiblesse. »\n    Ailleurs M me d’Adhém ar veut prouver que l’Église\nne réprouve pas l’esprit de sociabilité. N ous ne sau­\nrions l’en blâmer, mais pouvons-nous passer sous\nsilence les dévotes qui voudraient établir un cordon\nsanitaire entre la femme célibataire et les hommes?\nOn a beau leur représenter l’influence civilisatrice\nqu’exerce la jeune fille honnête, on a beau insister\nsur le rôle actif de l’élément masculin dans la forma­\ntion d’un salon littéraire. Rien n’y fait. Selon moi, le\nmérite de la vertu est en raison directe des combats\nqu’on soutient pour la conserver. Jeanne d’A rc,\nrestée pure au milieu des camps, me semble supé­\nrieure à Ste Madeleine de P azzi luttant contre des\ntentations intellectuelles.\n    On distingue d’ordinaire les arts en arts profanes\n et en arts sacrés.\n    Selon M me d’Adhémar, il n’y a pas d’arts profanes.\n Il y a des arts objectifs, c ’est-à-dire des arts où le\n vouloir de l’écrivain gouverne l’interprétation et des\n arts subjectifs, c’est-à-dire soumis à l’individualité de\n l’amateur. M me d’Adhémar n’admet pas la devise des\njeunes : l'art pour l’art, elle espère qu’un jour une\n esthétique chrétienne ramènera systématiquement la\njouissance à la délectation du beau total en Dieu.\n     En attendant cette évolution, elle désire qu’on\n\n\n\n\n                                                       269\n"}, {"page_pdf": 287, "texte": "porte de préférence la jeunesse vers les arts pure­\nment objectifs, qui sont la poécie, l’éloquence, les\ngrandes lectures.\n    M me d’Adhém ar n’a pas mentionné la déclamation\ndes vers, initiant à l’éloquence.\n    On se demande pourquoi. E lle ne peut pourtant\nl’ignorer, rien ne forme le jugem ent comme cet art,\ncar pour bien dire il faut avant tout bien concevoir,\ncomparer et raisonner juste. E lle lui préfère\nla musique. N ous ne sommes pas de cet avis.\nM ais comme elle nous déconseillons à la jeunesse\nla peinture et la sculpture, ces arts à la fois objectifs\net subjectifs, trouvant aussi qu’il y a dans la repré­\nsentation du corps humain un élément corrupteur.\n    J’ai souvent entendu des pseudo-chrétiens dire :\nRien de plus chaste que le nu, c ’est le déshabillé qui\nest immodeste. Cette parole m’a toujours profon­\ndément révoltée. L es jeunes spartiates qui s’exer ­\nçaient dévêtues au palestre, n’étaient-elles pas les\nfemmes les plus dépravées de la G rèce? Jamais\nl’É glise n’a toléré l’aspect de la beauté sans voile.\n    J’aime à voir les martyrs ramasser dans l’arène les\nlambeaux de leur robe déchirée, de peur d’éveiller\ndans les spectateurs une pensée coupable. P ar\ncontre le déshabillé modeste est licite. U ne des\nfilles de S te J. de Chantai aimait à se décolleter et\nM arie-Antoinette venait en toilette de nuit offrir son\nfront pur au baiser de son beau-père.\n    U ne femme d’esprit a dit : L a vertu c’est l’inno­\ncence voulue. V oilà ce que Mme d’Adhém ar veut substi­\ntuer à cette innocence inconsciente qui subit trop\nsouvent le pouvoir des circonstances. Beaucoup de\nmères croient qu’un silence complet au sujet de\nl’amour retarde l’éveil des passions. M me d’Adhém ar\n pense qu’il faut au contraire faire une sorte de dogma­\n tique de l'amour, c ’est-à-dire en parler saintement.\n Ennemie de tout mensonge, elle veut même qu’une\n initiation délicate et graduée, due à la tendresse\n prévoyante d’une mère, prépare la jeune fille à\n l’épreuve du mariage. L ’imprévu centuple toutes les\n souffrances. L u i seul accom pagne l’épouse dans sa\n\n\n\n\n270\n"}, {"page_pdf": 288, "texte": "nouvelle demeure. E t nous prétendons être civilisés !\nM r G. Fonsegrive, le biographe de Mme d’Adhémar,\nveut qu’on n’apprenne certaines choses qu’aux fian­\ncées. On pourrait encore y joindre les jeunes filles\nqui aiment la société des personnes d’un autre sexe\ntout en redoutant le contact intime de l’homme. L e\nprêtre aurait grand tort de prescrire le m ariage à ces\nsensitives, même si elles préféraient quelque ami. Il\nserait tout aussi cruel de leur interdire la vue de\nleur frère d’âme. N ’ayant pas de vocation fixe, tout\nce qu’elles peuvent faire de mieux c ’est de subor­\ndonner leur sentiment à la raison et aux conve­\nnances.\n   M me d’Adhém ar reproche avec raison aux vierges\nde considérer parfois le m ariage comme un état\nsecondaire. Je me permettrais néanmoins de lui faire\nobserver qu’en parlant ainsi elles usent du droit de\nreprésailles, car combien de femmes m ariées consi­\ndèrent comme des égoïstes ou même des êtres\nincomplets les chrétiens qui gardent la virginité dans\nle monde ou dans le mariage. Ignorent-elles que le\nsacrement, comme le dit A . N icolas, existe indé­\npendamment de son exercice ? Peuvent-elles ne pas\ncraindre l’anathème de l’Église contre ceux qui nient\nla supériorité de la virginité sur le mariage ? E lles\noublient qu’un Ange tendit au premier couple vierge\nde l’ancienne Église une couronne de roses. Elles\nne veulent pas se souvenir de Saint H enri II, l’époux\nde Sainte Cunégonde, disant à ses beaux-parents\nquelques heures avant de mourir : « L a voici ! votre\nadmirable fille! je vous la rends telle que vous me\nl’avez donnée ! » Saint M arcian et Saint E lzéar de\nSabran firent donc preuve d’égoïsme en étant fidèles\nau serment de pureté fait à Sainte Pulchérie et à\nSainte D elphine! Peut-on pousser plus loin l’injus­\ntice et la déraison !\n    M ère modèle, M me d’Adhémar ne pouvait nier la\nsublimité de la mission m aternelle; néanmoins elle\n condamne l’insatiabilité cruelle de certains maris et\n elle souhaite aux époux d’atteindre le plus tôt possible\n les régions spirituelles qui sont des oasis bénies.\n\n\n\n\n                                                      271\n"}, {"page_pdf": 289, "texte": "Ainsi firent Sainte M élanie et Publicola après la\nnaissance de deux enfants. M ais nous leur préférons\nceux qui ont habité de suite les cimes de l’amour\nimmatériel, car, comme le dit M me d’Adhém ar, la\nvirginité marque dans l’ordre surnaturel le but glorieux\nvers lequel tendent les cœurs magnanimes épris de\nl’idéal.\n\n                              H élèn e de G o le so .\n\n\n\n\n272\n"}, {"page_pdf": 290, "texte": "De quelques opinions\n         de Mr Fonsegrive\n   « D e le n d a C a rth a g o » ! C e cri de gu erre a b e rc é ju s q u e v e rs\n1875 le s g én éra tio n s é le v é e s dans les C o llè g e s co n gréga n istes.\nI l n e s’agissait rien m oin s qu e de re n v e rse r l ’U n iv ersité de\nF ra n c e .   N ous   serions b ien en p ein e de dire,             et peut-être\np erso n n e ne l ’a-t-il ja m a is su, si le b u t de cette ca m p ag n e était\nd ’a b o lir l ’U n iv ersité ou d e lu i im p o ser seu lem en t une direction\nextra-g ou vern em en tale. Q uoi q u ’il en soit, le s C o n grég atio n s\nn e fu ren t ja m a is p lu s p rès de le u r ru ine que le jo u r où elle s\ncru ren t to u ch e r au triom p h e. L e v o te de l’article 7 su ivit de\nb ien p rès la co n q u ête de la C o lla tio n des grad es.\n   A cette ép o q u e, pas lo in tain e du tout, tout u n iversitaire était\nun su sp ect. M r F o n s e g r iv e , un des lea d e rs a ctu els du c a th o li­\ncism e, gém issait alors sans doute de la rép ro b atio n qu e le s p lus\nco u ra g eu se s m anifestation s de sa foi n ’au raien t pu dissiper. E t\nce tte U n iv ersité , n o u v e lle C a rth a g e , se tro u v e au jo u rd ’hui\nfo u rn ir à l’É g lis e ses plus ferm es et ses p lu s a u to risés d éfen ­\nseu rs. O n n ’a p lu s à reg retter qu ’il n e se soit p as tro u v é un\nseu l S cip io n au lie u de tan t d ’in su p p o rta b les C a to n s !\n   L e ré ce n t liv re de M . G . F o n s e g r iv e (1), re c u e il de huit\np u b licatio n s a n térieu rem en t p aru es à la Quinzaine se prête\nm al à l ’a n a ly se . D e u x sujets m e p araissen t cep en d an t dom iner\nses p a g e s a p rio ri d isp arates : la qu estio n          des ra p p o rts de\nl ’É g lis e a v e c la D ém o cra tie, et le p ro blèm e de l ’É d u c a tio n .\n     M . F o n s e g r iv e a eu l’a v a n ta g e d’in trigu er le m on de c a th o ­\nliq u e    en F ra n c e sous le p seu d o n ym e d ’Y v e s         le Q u erd e c.\nP résu m é p rêtre et p ro cla m é tel, il s’est ré v é lé sim p le la ïc et a\ncon quis       ainsi   une   in co n testa b le   autorité.     C ’est    e lle     qui\ndon ne du p oids à ses g lo s e s sur les D irectio n s p o n tifica le s\net sur le s rap p o rts du C a th o licism e a v e c la D é m o cra tie.\nL es      id ées qu e d éfen d M . F o n s e g riv e n e sont p as s e u le ­\nm en t g ra n d e s, p arce q u ’elle s ém an en t du v ic a ire de Jésus-\nCh rist; e lle s sont im p érieu ses, p a rce q u ’e lle s a rra ch en t l’É g lis e\nau x p ré ju g é s et a u x co m p rom ission s et q u e , p a r l ’é cla ir du\nbon-sens au-dessu s d ’un a ve u g le m en t s écu la ire, e lle s n ou s\nm on tren t enfin le C a th o licism e dom inant les co n tin ge n ces à\ntra ve rs le sq u e lle s la m asse des esp rits, m êm e cro y a n ts, s ’éta ien t\nh a b itu és à le co n sid érer.\n   L a q u estio n de l’éd u catio n est en            som m e     c e lle qui est\nle p lus am plem en t traitée dans cet o u v ra g e . E lle le m érite\n\n\n   (1) C a th o licism e et D é m o cra tie, p ar G e o r g e s F o n s e g r iv e .\n(P aris. 1898, 1 v o l.).\n\n\n\n\n                                                                                    273\n"}, {"page_pdf": 291, "texte": "vraim en t,    c a r a ucun e,      depu is     plus     d ’un siè cle ,    n e fo u r­\nm ille de p lus d’an om alies et de contre-tem ps. N o u s avo n s\nvu l’in struction o scille r au g ré des ve n ts p o litiqu es entre le\nm o n op o le et la lib e rté ; des é d u ca teu rs ch rétien s faço n n er\ndes    gén éra tio n s    scep tiq u es ; la      fem m e      é le v é e   dans     les\nco u v en ts, im p uissan te à la défen se re ligie u se et en traîn ée dans\nun m o u vem en t d ’ém an cip ation            an ticath o liq u e ; l’U n iv ersité\nto u r à to u r d éiste, p h ilo sop h e et ath ée, d e ve n ir la citad elle du\nso cialism e a n ticlé rica l et don ner sim ultan ém en t le m eilleu r\nd’elle-m êm e à la défen se des id ées religieu ses.\n  H ie r,    l’a m bitio n de la F ra n c e était d’im iter l’in struction\np rim aire p ru ssien n e q u i a v a it fait le patriotism e allem an d :\na u jo u rd ’hui c ’est l ’instruction a n g laise qui sert de m o d èle et à\nla q u e lle on ré cla m e un rem èd e a u x d é fa illa n ce s de l’én ergie.\nA u m ilieu de ce s co n trad ictio n s, on se dem an de si la direction\ndon née à l ’éd u catio n d ’E ta t, qu e l ’in itia tive lib re est im p uis­\nsan te à m odifier, rép o n d b ien à ce que l ’on attend d’e lle , et si\nson patriotism e n e s ’o b scu rcit p as a u x tén èb res de la p olitique\net du secta rism e . E n fin , le P ro testan tism e a pris à tâch e de\nréform er l’in struction prim aire et, en attendan t de s’attaq u er\np lus ou vertem en t        aux    d e g ré s   seco n d a ire et su p érieu r, il\ns ’efforce d é jà d 'a c c a p a r e r ce q u ’on a a p p elé l ’éducation de\nl ’avenir.\n  O n lira surtout a v e c in térêt le ch a p itre si s u g g e s tif co n sa cré\nà l ’éd u catio n v e rb a le . A p ro p o s des « D é ra cin és » de M a u rice\nB a rrés, M . F o n s e g r iv e a eu l’h eu reu se tro u v a ille de ce term e\nqui p ré cise et co m p lète a v e c une co n cise exa ctitu d e le s idées\nde l’ex-député d e N a n c y .\n  P a rm i les ca u ses m u ltip les de l ’a ve u lisse m e n t m odern e, une\ndes p lu s p u issan tes est b ien cette n uit à p ein e é to ilé e tom bée\nsur le s in te llig e n ce s, p a r la substitu tion du m ot à l’id é e, du\np ro cé d é m n ém o tech n iqu e à       l’effort in te llectu e l. N o u s nous\nachem in on s à gran d s pas ve rs u n e stérile é ch o la lie . L ’abon ­\nd a n ce du le x iq u e m asqu e m a l l ’in d ig e n ce du fo n d s.              I l se\np ré p a re , si l’on n ’y p o rte rem èd e, u n e gén éra tio n a v o rté e : le\np sitacism e e n g en d re ra p a r v o ie de ré g ressio n cé ré b ra le cet\nin fan tilism e p s y ch iq u e qui p rélu d e à l ’irrém éd ia b le cad u cité\ndes civ ilisa tio n s.\n   P e u de liv re s ont le don de faire vib re r les p en sée s, com m e\nl ’o u v ra g e de M . F o n s e g riv e . C elui-ci est d’a illeu rs un des hom m es\nle s p lu s sy m p a th iq u es à la je u n e gé n éra tio n ca th o liqu e. I l b rille\nau sein de cette p h a la n g e qui com p te le s G o y a u , le s L a m y ,\nle s P io u , les A u b ra y .\n   L ’existen ce de p areils p ro tag o n istes la ïc s ne susciterait-elle\np as l ’esso r p ro ch a in d ’un o ’C o n n e l ou d ’un W in d th o rst fran çais?\n                                                       D r F o r tu n é M a z e l.\n\n\n\n\n274\n"}, {"page_pdf": 292, "texte": "           Expansion Coloniale\n   [ L a Q u e s t i o n d u H a u t -N xl e t l e p o i n t d e v u e\nb e l g e , par Victor Collin. (Anvers: Société Anonyme\n\nde Publications Anversoises). (1)\n   L es       grandes             C o m p a g n ie s          C o l o n ia l e s        an­\n\ng l a ise s     d u X IX e s i è c l e , par Edmond Carton de\n\nWiart.         (Paris : L ib rairie académ ique Perrin et\nC ie). (2)\n   D a n s l ’o m b r e                  par Une Cir ­\n                                 d u h a r e m . Roman\n\ncassienne. (Paris : Editions de la R evue Blanche). (3)]\n\n\n   L a question d’Afrique, elle se joue comme au tric­\ntrac. L ’Angleterre, dont les dépenses, les succès\n\n  (1) Cette conférence, donnée à la S ociété R oy a le de G é o g ra p h ie d 'A n v e r s , ne\ns’évapore pas en à propos, comme la notule à laquelle je trouve mon agrément de la\nfaire servir de prétexte. Elle est sèche, je constate qu'elle est minutieuse et, ignorant\ndu sujet, je crois qu’elle est exacte. Mettant en avant le point de vue belge, je remar­\nque bien que M. Collin juge du point de vue anglais. Mais la mollesse, la versatilité,\nl’inconséquence de la politique française, c. à d. des diverses politiques personnelles,\ncelle de M. Hanotaux, celle de M. Delcassé, — car il n’y a pas de tradition, sont\nen effet décourageantes....\n   (2) La situation britannique est au contraire de celle-ci : tandis que la France\naffecte les procédés d’une honnête raideur diplomatique et administrative à ses\nsystèmes coloniaux successifs, l’Angleterre suit à tout prix une politique et applique\nà ce service toutes les initiatives, toutes les formules tant traditionelles qu’imprévues\net jusqu’aux plus repréhensibles expédients.\n   Parmi ces procédés historiques elle en avisa un qui semblait peu conforme aux\n principes de l’Etat moderne : le système des Compagnies à charte. Mais une\nchartered, moulée sur la C om p a gn ie d ’ O sten d e, institution convenable dans un\ntemps où l’on ne pouvait câbler un ordre d’occupation, où d’autre part le monopole\ncommercial paraissait compatible avec l’économie naturelle, serait un anachronisme.\nComment l'Angleterre accomoda cet instrument aux nouvelles coutumes commer­\nciales et n’en maintint les inconséquences que pour autant quelles favorisaient ses\nvues extensionnistes, on le pourra voir dans les monographies des quatres chartered\nanglaises, scientifiquement rédigées par M. Carton. Aussi bien le moment est\nvenu d’en écrire l’histoire. Car il est probable que le jour où la députation française\nparviendra d’après le projet de loi que M. Eugène Etienne déposa au sénat en\n1891 à apprécier quels avantages ce système offrait vers 1 8 8 6 , l’Angleterre aura\nrenoncé à le continuer. Cela tient d’ailleurs aux contingences des deux formes de\ngouvernement. Et en effet, comme l’incorporation d’une compagnie à charte emporte\nune délégation de pouvoirs souverains à une société commerciale, l’action en\nappartient, en Angleterre, uniquement à la Couronne. Celle-ci peut y consentir\nd’emblée et au moment le plus opportun. C’est l’avantage d'un pouvoir discré­\ntionnaire que de pouvoir user de pareils moyens transitoires ; un Parlement ne\nrecommandera au ministère des colonies qu’une méthode normale de colonisation.\nLe projet de M. Etienne est ainsi probablement incompatible avec les institutions\n\n\n\n\n                                                                                          275\n"}, {"page_pdf": 293, "texte": " et les services tiennent lieu de points de retour, n’a\nque peu à redouter. M ais il y a la F ran ce qui risque\nde se faire enferm er... E t alors? Alors, le fermier\nqui a accaparé de vastes champs sans se réserver le\ndroit de passage, peut se croiser les bras en regar­\ndant par De la l’exploitation voisine, la chaussée ou\nle canal qui ne charrieront pas ses moissons. En\nl’espèce, les résidents français pourront voir la fumée\ndu futur trans-africain au-dessus des a rb res....\n   Sans le raccordem ent vers la voie de communica­\ntion la plus rapide, la terre la plus féconde est\ninutilement productive et la rente de fertilité n’at­\nteindra pas la rente de situation. On voudrait donc\nimaginer les transits vers le N il, usant de viaducs\ndans la zone d’intersection...\n   A moins que l’on ne songe quelque jour à introduire\ndans le droit public international la méthode de\ncommassation, légalement prescrite en Allem agne et\nAutriche, à l’effet de transformer la propriété de\nparcelles séparées en un lot équivalent continu ?\n   M ais comme les calculs stratégiques des ministres\ndes colonies et leur souci de ne pas enlever les\nmotifs de chicane utilisables au bon moment tendent\nà maintenir sinon provoquer une situation contraire,\nnous voyons le Bahr el G hazal devenir le lieu géo­\nmétrique où convergent les intentions, celles qui\nsont rationnelles, celles qui sont inconséquentes.\nCela nous prépare en cet endroit une curieuse érup­\ntion ethnographique. Tiens, voilà que de mémoire\nhistorique deux civilisations sont séparées par une\nforêt, Sem de Cham. (L a Phénicie a rayonné sur le\nmonde, sans inquiétude de la toute proche barbarie\nnoire au-De la de la forêt équatoriale), voilà singuliè-\n\nrépublicaines ; et d'ailleurs quand il viendra au rôle il y aura beau temps que\nl’A ngleterre aura tramé une administration définitive sur les territoires travaillés\npar les chartered et remarqué que vraiment il ne reste guères de régions \" nullius \"»\ncomplètement inorganisées et nécessitant ces prélim inaires économes et pacifiques.\n  (3)    Futile, quoique sentimentale, cette œ uvre d ’im agination est due sans doute à\nquelque drogman aux yeux chauds et au sourire en couperet. La phrase en effet\ntour à tour s’alanguit comme la période capiteuse de d ’Annunzio ou s’éparpille en\nmenues hachures froides à la manière des ironiques nouvelles à la main du C r i de\nP a r is . A moins que la dite Circassienne n’ait pris retraite chez : « ...une dame\nfrançaise, venue ici pour introduire l’éducation et qui tient des jeunes gens en\npension » comme il est dit dans le Caïd.\n  D ’ailleurs l’éclectisme de cette personne intelligente me répugne assez.\n\n\n\n\n276\n"}, {"page_pdf": 294, "texte": "rement que l’esprit de lucre européen s’entremet\nsans le savoir pour cette confrontation de deux\nraces. Connut-on près du C aucase un tel caravan­\nsérail ? Il y aura lieu d’observer avec curiosité com ­\nment réagiront l’une sur l’autre des âmes si différentes\net encore sous une culture si complexement pan­\neuropéenne.\n    Aujourd’hui on commence à pouvoir juger du\ngreffage européen en Algérie, Tunisie et en E gyp te.\nL e cas est moins intéressant, les essences n’étant pas\nsi prodigieusement disparates. Néanmoins il y\nparaît que plus la race envahissante est étrangère,\nmieux la race envahie sera tonifiée. L ’Anglo-\nSaxon plus septentrional est plus étranger que le\nF rançais. On est porté à croire que le F ran çais a\nsurtout exporté les marchandes de toilette, le goût de\nl’absinthe, l’anti-sémitisme et la langue française qui\ny gagne un accent italien, (1) M ais adm inistrative­\nment, coloniser, ce n’est pas tant, dans l’esprit\nfrançais, restaurer une nation par une thérapeutique\nefficace que chrétien né malin, vendre, comme dans\nle Caïd, à l’infidèle ridicule et content, une vaine\nrecette contre les coups de bâton, qu’on lui donne\n soi-même.\n    Ainsi, par ex., le roman énoncé ci-dessus : Dans\n l’ombre du Harem, plutôt une gageure d’ailleurs que\n des mémoires, nous donne des renseignements d’une\n savoureuse vraisem blance sur le genre plutôt fran­\n çais de la cour khédivale. P itoyable. L e rôle y\n apparaît dans le concert européen, des m aîtresses\n de langue très-bon-teint, comme aussi l’influenee\n déterminante des bougies à trous, de la cam elote à\n la F ran co et des bijoux en brocante. E t c’est trop\n d’honneur pour la France, sans doute.\n    L ’influence anglaise se résoud, elle, en bonne\n administration. Depuis l’occupation d’É gyp te les\n taxes ont été réduites au tiers, les fonctions publiques\n ont cessé d’être accordées au plus offrant, la culture\n\n    (1) C a r si M . B a rth o u én o n ce à p eu près a v e c esp rit q u ’il y\na deu x A lg é r ie s « c e lle d e la v ig n e et de l ’o liv ie r et c e lle de\nl’ antisém itism e et de l ’industrie p o litiq u e » tien dron s n ou s sa\nbo u tad e p o u r un a v e u in d ivisib le ?\n\n\n\n\n                                                                             277\n"}, {"page_pdf": 295, "texte": "  du coton a doublé, les fellaheen voient leur droit de\n  propriété inviolable, leurs corvées arbitraires suppri­\n mées et l’eau du N il irriguer leurs terres aussi bien\n que celles des fonctionnaires. V oilà des résultats que\n les créanciers étrangers de l’E gypte apprécient\n mieux que les caricaturistes parisiens et que ne\n récom penserait pas outre mesure l’annexion effec­\n tive. D ’ailleurs la cupidité anglaise nous paraît\n assez désintéressée. L ’Imp. Brit. East A fr . Cy et la\n Brit. South A fr . Cy ne donnent aucun dividende.\n C ’était prévu : les promoteurs de pareilles sociétés\n peuvent espérer, comme disait sir Mackinnon,\n « toucher leurs dividendes en philantropie » ; mais\n depuis que c’est sû, c ’est bien mieux : chaque\n augmentation de capital se trouve couverte avec\n une prime vertigineuse. Am our-propre nationaliste,\n fièvre im périaliste... tant qu’en voudra. M ais ren­\n contrer ces sentiments en F ran ce n’eût pas desservi\n M. de Lanessan, je suppose. En plus d’une balle­\n rine et de leur écurie, des lords anglais trouvent\n leur agrément à entretenir une colonie. Je ne vois\n pas que M. Blanc, ou M. B . de Castellane, ou M.\n Menier, ou les grands nationalistes de Paris,\npartagent ces goûts, complètement.\n    Quoiqu’il en soit de l’équité dans cette distribution\nun peu rapide de bons et mauvais points entre la\n F rance et l’Angleterre, faite peut-être avec ingénuité\net sur laquelle je ne demande pas mieux que de devoir\nrevenir, j ’estime l’influence européenne en général\nsalutaire et que les gens raisonnables n’essayeront\npoint de parer le progrès historique en s’apitoyant sur\nle pittoresque d’une civilisation caduque ou en s’effa­\nrouchant de quelques détails de mauvais goût d’une\ncivilisation triomphante. En Afrique comme en\nOrient il y a des peuples qui n’ont jam ais su se\ngouverner et des peuples qui ne savent plus se\ngouverner : et quand, dans le roman cité, nous\nentendons : «. . . le muezzin qui chantait d’une\nvoix brisée, comme lasse de v ivre... » acceptons-en\nl’augure et fortifions-nous dans l’avis de Stuart M ill :\n« L a sujétion à un gouvernement étranger supérieur\nen civilisation, m algré ses inévitables inconvénients,\n\n\n\n\n378\n"}, {"page_pdf": 296, "texte": "constitue souvent le plus grand avantage pour un\npeuple : elle le transporte rapidement à travers plu­\nsieurs stages de progrès et écarte des obstacles à son\namélioration qui auraient pu exister indéfiniment si\nce peuple assujetti avait été abandonné sans assis­\ntance à ses tendances et chances originelles. »\n   N i nos paroles d’ailleurs ni nos combinaisons ne\nmodifieront la dynamique essentielle des races : si le\nstatut artificiel qu’on impose à un peuple n’est pas\nmesuré à sa débilité ou conformé à sa convenance,\nce peuple se ressaisira fatalement : à son tour le\nvaincu vaincra le vainqueur.\n\n                             E dm ond de B r u ijn .\n\n\n\n\n                                                       279\n"}, {"page_pdf": 297, "texte": "           T o u t à propos de rien\n    G a l a f i e u , p ar Henry F èvre. (P aris : P .-V . Sto ck).\n    E n ce cu rieu x rom an, d éro gato ire à la v e u le rie com m une, M .\nH e n r y F è v r e , qui est, com m e on le sait, un des auteurs d ’une\nœ u vre m oins h au te, Autour d’un clocher, de ju d icia ire m ém oire, a\nfait la p sy ch o lo g ie d e l ’a n arch iste ou, p our m ieux d ire, d’un\nan arch iste. L ’ép ig ra p h e est, à cet é gard , ca té go riq u e : « E tait-\nil plutôt m al fait p our la so ciété ou                 la so ciété    m al faite\np our lu i ?...... »\n    A     notre a vis, la question doit se               p o ser autrem en t. L a\nso ciété est m al faite p our tous les in dividus. « L a lo i, com m e\non l’a dit, est une co rd e            m al ten d u e : le s gran d s p assen t\np ar-dessus, les        petits p assen t par-dessous. »            En    ce sens,\nto u s les in dividus sont an arch istes. S eu lem en t, les uns ont\nla foi et les autres ne l ’ont p as. E n ce m onde, la ju s tic e est\nun rê v e , tout com m e le b o n h eu r. L a poursuite e x a sp é ré e de\nla p rem ière com m e du seco n d con stitue ce qu e l’É ta t a p p elle\nle délit et ce qu e l’É g lis e a p p elle le p é ch é . L ’a n a rchiste\np ro p rem en t dit est ce lu i qui p la ce son id é a l sur la terre . Il\nest féro cem en t co n se rv ate u r quand            il p o ssèd e     et   sa u v a ­\ngem en t destru cteu r quan d il ne p o ssèd e p as. L e d é cla ssé,\n—       com bin aison    de regrets          et d ’ap p étits, —   jo in t la sau ­\nv a g e rie de l ’u n à la       féro cité d e      l ’autre. C 'e s t le d é classé\nqu e M . H e n r y F è v r e a        pein t a v e c des co u le u rs à la fois\ncrues      et so m b res, — com m e le san g ca illé . L e ch arm e en\nm êm e tem p s qu e le défau t de son liv re , c’est q u ’il fait p en ser\nsan s la isse r co n clu re . I l ra p p e lle ces lum in aires qui font\nressortir le s tén èb res.\n                                                         C h arles D u m ercy.\n\n\n\n    L e V o l e u r , p a r Georges Darien. (P aris P .-V . Stock).\n    V o ic i un jo u jo u d a n g ereu x .\n    U n in te llectu e l est v o le u r p arce qu e cette profession est\nco n v e n a b le à son tem p éram en t et conform e à son bon-sen s :\nses fréq u en tatio n s d ans le s m e ille u res m aisons com m e ch ez\nle s p ires H am o n et M a lato , la m anière de v iv re de sa fam ille,\nses exam en s de co n scie n ce en exp ress ou sur p aq u eb o ts ne\nfont qu e co n firm er en lu i cette vo ca tio n norm ale.\n    L ’in co n scien te M anon fait e x cu se r les débordem en ts de la\npassio n , un in co n scien t D a rla n ju stifie le s exa g é ra tio n s du\nca m b rio la ge .\n    L a form e du rom an ro m an esqu e est ic i u tilisée com m e\np récau tio n orato ire : le livre tient en q u elq u es m axim es, on\npourrait les p u b lier sous form e de vade-m ecum à l’u sa ge des\n\n\n\n\n280\n"}, {"page_pdf": 298, "texte": "vo leu rs n o v ice s, « m anqu an t d’estom ac », et des je u n e s a v o ca ts\nde co urs d’assises ; ainsi, p a r exem p le :\n     — L a m a lad ie, assu ren t les h y g ié n iste s, est u n e ten tative\ndu systèm e pour s ’acco m o d er a u x m a u va ises con dition s du\nm ilieu d ans le q u e l il se tro u ve : le v o l serait ainsi un essai\nd ’a cclim a ta tio n à la société.\n     — P la is a n t à-peu-près : T e l m arquis cam b rio leu r p roteste\nco n tre les sp oliation s de 89.\n     — O b se rv a tio n s a g a c e : D a n s l ’état n atu rel, le vo le u r, c ’est\nce lu i qui a du superflu, le rich e. « D a n s l ’état s o cia l actu el,\nle v o le u r c ’est ce lu i qui ran ço n n e le rich e. Q u el b o u le v e r­\nsem en t d ’id é es ! » (1)\n  — L e v o le u r est u n individu doué d ’une m o ralité sp écia le\nq ui lu i en lève l ’aptitude à co n cev o ir l ’harm on ique en ch aîn e­\nm ent de l’o rg an isatio n ca p ita liste et qui se refu se à sacrifier\nsa m o ralité      p ro p re au b ien g é n é ra l défini p ar le s lég istes,\nhom m es doués d’u n e autre m o ralité s p écia le.\n     L e v o le u r con stitue le d ern ier rep résen tan t, a sse z abâtardi\nd ’a illeu rs, de la co n scien ce in d ivid u elle.\n     M . D a rie n est q u elq u e C o u rtelin e : il y aussi en lu i du\nS w ift, du Jean P a u l et de l ’H o b b e s.\n     S ’il n ’a v a it écrit Biribi, cette s u b v ersiv e m o n ograp h ie de\nla lé g io n é tran gère, n ou s ririons de m e ille u r cœ ur ; m ais, en\n\n\n\n    (1) A ce p oin t de v u e sign alon s des vo le u rs à la deuxièm e\np u issan ce, et dont la ju stifica tio n serait sans d o u te en co re\np lu s tro ublan te :\n    M illion n aires assa ssin s et v o le u rs. — M . de C ristin a\net son fils, le s p lu s rich es prop riétaires de P ia n a-d e i-G re ci,\nv ille située à vin gt-deux kilo m ètres de P a le rm e , vien n en t\nd ’être in cu lp és de m eurtres et de v o ls.\n    I l y a six m ois, M . d e C ristin a, son fils et u n nom m é\nM ario C ap orian i, c h e f des ga rd es ch am p êtres de P ian a-dei-\nG re c i, v o lè re n t un tro u p eau de q u aran te bœ u fs. Q u atre m ois\np lu s tard, le c h e v a lie r G h e rg i, com m issaire de p o lic e de\nP a rtin o co , a ya n t d é co u ve rt que les auteurs d e ce v o l étaien t\nb ien , M . de C ristin a, son fils et M ario C a p o rian i, fu t trouvé\na ssa ssin é et toutes les re ch e rch es p o u r d é co u vrir le m eurtrier\nd em eu rèren t in fructueuses.\n    M ercred i soir, sur une délation, les carab in iers m unis d’un\nm an dat d’arrêt, sont entrés dans le sp len dide h ô te l de M .\nd e C ristin a, situé ru e d e l’A llo r o , et ont p ro cé d é à son a rres­\ntation et à c e lle de son fils.\n    L e ga rd e-ch am p être M ario C a p o rian i a v a it été arrêté la\nv e ille à P ian a-dei-G reci.\n    M . d e C ristin a et son fils d é jà fort rich es, a v a ien t h érité,\nil y a p eu de tem p s, du ba ro n de P itta , le u r o n cle, de p lu s\nd ’un m illion.\n    L e s autorités croien t qu e ces m illion n aires, de co m p licité\na v e c d ’autres p erson n es, ont com m is p lu sieu rs crim es.\n                                               (Journaux du 8 avril 189 8 ).\n\n\n\n\n19                                                                                281\n"}, {"page_pdf": 299, "texte": "  som m e il fau t entendre que d e la m anière la plus a g ré a b le\n du m onde M . D a rie n v e u t certain em en t n ous a id er à atteindre\n « ce p rem ier but qui est un état d ’âm e qu’on p ourrait a p p e le r :\n l ’a n a rch ie m o rale », p our u ser du s ty le des Temps Nouveaux.\n R é p o n d o n s p a r une iron ie à un iron iste, so y o n s tim ides a v e c\n féro cité , citons      M.     B a lfo u r (The Foundations of Belief) : « S i\n nous vo u lo n s tro u v er la q u alité q u i nous é lè v e au-dessus de\n la brute, il n ’est p as e x a g é ré d ’affirm er, q u ’il n ous fau d ra la\n ch e rch er non p as tan t dans notre fa cu lté de co n va in cre et\n d ’être co n va in cu p ar le raison n em en t qu e dans notre ca p a cité\n d’in flu en cer et d ’être in flu en cé p a r l ’autorité. »\n      V o ilà les gen d arm es.\n\n\n      T e r r e P ro m ise p ar Eugène Morel. (P a ris : É d itio n s de la\n R e v u e B lanch e).\n      L e c te u r ou au d iteu r d’une histoire           ou   d ’un e   fiction se\n reco n n a ît sp on tan ém en t dans le héros ou le m a rty r ou s ’y\n substitue p a r m éth ode, il distin gue les situations a n a lo giq u e s\n à la sien n e, souhaite ou p ré v o it ce lle s dans le sq u e lle s il\n vo u d ra it o u p o u rrait se tro u v er, a v e c p our résu ltat q u ’il se\n p la in t o u s ’ap p lau d it lui-m êm e, q u ’il sourit ou p leu re en fa c e\n d ’ap p a ren ces.\n    M ais il est à o b se rv e r que ju s q u ’à ces dern ières an n ées on\nne se d éd o u b lait q u ’en un p ro tago n iste in d ivid u e l: L o u is X V I ,\nC h arlo tte , A d o lp h e ,   M a rg u erite G a u th ier, et q u ’on n e se\ntra n sp o rta it que dans des m ilieu x co n crets : les rom an tiqu es\nfign o len t le p a y s a g e , le s n atu ralistes in ven to rien t le m o b ilier,\nle n° du fiacre où etc. n e sera p as om is.\n   L ’hom m e a-t-il m ieux pris co n scie n ce des so lid arités qui\nl ’é treign en t : il est p artie, m em bre, ou élém en t d’un co rp s de\nm étier, d’une nation, d ’une fam ille , d ’une ra ce , de l’hu m an ité.\nIl co m m en ce à se reco n n aître dans la fo u le.\n   C ito n s au p etit bo n h eu r les Pêcheurs d'Islande, les Tisserands,\nle Mystère des Foules, le Repas du Lion...\n   N o u s som m es lo in de          l ’a ven tu re de     Chatterton !        N o tre\nco n scie n ce s ’est p ro lo n g ée . Q u ’un in se cte, une g o u tte d ’eau\nco m p ro m ette la feu ille d ’un arb re, q u ’im porte à telle autre\nfeu ille ; m ais le        sort d’une b ra n ch e d écid e de             p lusieurs\nfe u ille s, m ais le sort de l ’arb re d écid e du tout. O n d e vrait\nfa v o rise r d’un peu de cu rio sité les essais de rom ans c o llectifs :\nqu ’on y fasse m o u v o ir des ra ce s v a in cu e s ou é tein tes, des\nco rp o ra tio n s...\n   E t p o u r p eu qu e n otre ém otion co n sen te à se rv ir notre\nré flexio n ,   n ous    oserion s     p ré v o ir   des   p ro tag o n istes    plus\nabstraits : g é n éra teu rs et d escen d an ts, etc. ou r ê v e r des tram es\ngig an tesq u e s d e rom ans u n ive rse ls ou co sm iq u es, dans lesq u e ls\nle s n ations d ia lo g u e ra ien t et où les ch o ses d é v e lo p p era ie n t n os\nh y p o th èse s à leu r endroit.\n   C e c i d it à p rop os de M . M o re l, qui, oui ce rtes, a ré a g i con tre\n\n\n\n\n282\n"}, {"page_pdf": 300, "texte": "ïe ca s sp écia l, et du co u p d é v e lo p p é une des affabulation s les\np lu s la rg e s con n u es : toutes le s illusions et les ran cœ u rs du\np ro léta ria t ferm en ten t dans son liv re .\n  P e u t-être ce tte m an ière e st-e lle littérairem en t ab su rd e et\nfaut-il une sp écifica tio n et des d éta ils. M ais alors « plus de\nco m p réh en sio n , m oins d ’exten sion ! »\n  — C e s p ro p o s de littéra tu re é carté s, sign alo n s que M . M o rel\ns ’exp rim e   a v e c des a ccen ts de v o y a n t, des ré ticen ce s de\nstatisticien     et u n e am ertum e qui est bien à lui. L a T e rre\nP ro m ise ? É c o u te z :\n   « U n jo u r __\n   « U n jo u r, s’a sse y a n t tous à la m êm e tab le , on p a rtage ra\ng a iem en t son p a in ... que tous en aient.\n   « O n p ren d ra tout au tas, su iv an t q u ’o n a b e so in ...\n   « L e s enfan ts, dans de gran d es p ra iries, p ourront jouer.\n   « R ie n n ’em p ê ch e ra tous ce u x qui s’aim en t de s’a im e r ...\n   « O n tra v a ille r a gaiem en t, ce q u ’il fau t, com m e on v e u t...\nE t com m e il fut dit au liv r e d’un p ro p h ète : le tra v a il sera une\nfête , on s’y ren d ra m usique en tê te ...\n   « Q ui sait ? d eva n t tan t d ’h y g iè n e , tan t de bon h eu r, peut-\nêtre la m ort elle-m êm e, éton née re c u le ra ... »\n   D e p u is des ans et des ans le p ro léta ire entre à l ’usine dans\nl ’o b scu rité du m atin et en sort dans l ’o b scu rité du soir, il n ’a\nja m a is v u du s o leil dans une p ra irie ; l ’a u teu r l ’attire au\n dehors dans l ’éb lo u issa n te lu m ière et lu i m ontre un p aradis\n d errière une g rille.\n   L ’esp oir, dit-on, fait v iv re ! L ’esp o ir cré e la d ésillu sio n et la\n d ésillu sio n certain em en t tue. S e lo n les tem ps et le s in dividus,\n la d é sillu sio n se fo rm u le diffèrem ent : v iv re dans les p a y s a g e s\n de C la u d e L o rra in , o bten ir le s trois-huit, être aim é de la\n J ocon d e, v o ir D ieu .\n    V a in e b e so g n e que de sem er de l ’abso lu sur la terre , il ne\n s ’a cclim a te ra pas ; les enlum inures des p a y s de C o ca g n e ne\n déteign en t-elles p as su r les im ages ? F a iso n s le bien , en\n estim ant     que notre       actio n    sera    re la tiv e ; am élio ro n s le s\n in stitutions, tout en les reco n n aissan t cad u q u es, (1)\n    L a p h ra se ly riq u e de M . M o re l m êm e, en la q u e lle il ch an te\n la terre prom ise, est trop m o lle p our ne p as être écrite p ar un\n désab u sé. L a terre p rom ise a b so lu e, c ’est c e lle q u ’on d é co u vre\n le V en d red i-S ain t. T an d is q u ’il est ch an té : « In die so lem           ­\n n itatis v e stræ , in ducam vos in terram fluentem la c et m e l »\n le co rp s du C h rist s ’é ta le, p lain e ja u n e , d ’où ja illis s e n t les\n so u rces v iv e s d’eau et de san g, de la it et de m iel, à n otre faim ,\n à notre s o if et p o u r notre vo lu p té .\n\n\n\n\n   (1) Saisirons-nous jamais l’absolu ?... abandonnez l’espoir d’une solution. Elle est\n au sein du Père ; lui seul la possède et ne la communique pas. (Flaubert : Corresp.\n IV, p. 313).\n\n\n\n\n                                                                                  283\n"}, {"page_pdf": 301, "texte": "   L e s V ierg es a u x R och ers,          p ar Gabriel d’Annunzio (trad.\nG. Hérelle). (P aris : C a lm a n -L év y .)\n   T ro is p rin cesses sont n ée s p our êtres d é çu e s et un héros\npour d é cev o ir.\n   E lle s — p av o t, tu b éreu se, au b ép in e saign an te — se fan en t\nparm i des évén em en ts fé lins, des fata lité s qui font b a isse r la\nv o ix et dans un p a y s a g e feu tré d ’où le v e n t de leu rs traînes\nb a la y e le p arfum du bonh eu r. A n g e s am bigüs, elle s v iv e n t le\ndoigt sur la b o u ch e et attenden t sans vo u loir.\n   L u i — ro se ou ép é e —           épan ou i selo n le s co n seils        de\nS o cra te , jo u ira d e ses a ctes com m e de leu r om bre, et d e ses\nleu rres à l’é g a l de ses ru ses.\n   M ais n otre co n scie n ce n ’est pas à nous-m êm e une fin : qùand\nle s trois b é atrice s offriront dans la n uit leu rs m ains et que le\nh é ro s se se ra com m andé de ch o isir, ce sera son m a lh eu r que\nde jo u ir de sa p erp le x ité , de ca re sse r son in décision , de fa v o ­\nrise r p a r vo lu p té le s a lte rn ativ es : il retien d ra lo n gu em en t les\nm ains de l ’une qui d é jà le s ten ait jo in te s ve rs D ie u seu l, p our\np o u vo ir le s la isse r reto m ber atten dries, il re fu sera le s m ains\nd e la seco n d e p a rce q u ’e lle s sont trem b lan tes d ’am our, il\nvo u d ra saisir le s m ains de la troisièm e p a rce q u ’e lle le s retire.\n   A h ! le je u si va in . T a n t d ’eau te co u la entre le s doigts,\njo u e u r, qu e v o ilà la so u rce tarie et rie n à bo ire. Souris-tu\ne n co re, ju d ic ie u x heau ton tim oroum en os, et la p etite m éth ode\nn e défaille-t-elle p as ? — D é c e v a n t d éçu , il n e vo u s n aîtra p as\nle descen d an t qui aurait exa lté e n co re la ra c e et vo tre ty p e !\n   C e liv re séduit, affo le et p ein e com m e ce s v a se s o ù serpen te\nune th éorie de d o u ces fem m es q u ’on ne re n co n tre ra ja m a is,\ncom m e ces p o rtraits m y stérie u x sans nom et sans h isto ire en\nle sq u e ls on re co n n a ît l ’am i q u ’on aurait ch o isi.\n   E x a lta tio n ! j e frô le du v e lo u rs, j e v o is de l ’or, c ’est com m e\nune a va n t-so iré e d’o ra g e qui m ’alou rdit la p o itrin e. P o u rq u o i\nsu is-je fier de sen tir ce v e rtig e ; est-ce m o ra l ? Je ne me rends\npas compte ; j e crois sen tir qu e m on in quiétude m ’enn oblit, j e\nb é g a y e des app roxim ation s : la fo rce que j e d ép en se en fièvre\nn ’est p as p e r d u e ... des ch o ses in ouïes p eu v en t n aître des\nla rm es ... ; en som m e j e crois que j e d e vie n s un e âm e m oins\né lé m e n ta ire...\n  A in si don c c e liv r e ém eut. E n un p o in t néanm oin s il aide à\np en ser, ce qui sem ble, co n trad icto ire : le souci d e la transm is­\nsion de la p erso n n alité dans la ra ce s ’y d é v e lo p p e a v e c h an tise,\net j e ne sais qu e le p o èm e des Deux Foules de M . M ithouard\net l ’an n on ciation de la D escen d a n te dans le ch ap itre fin al de\nla Force du Mal d e P a u l A d a m , hors S ch o p e n h a u e r et les\nliv re s de scien ce , qui m ’aien t p én étrés a v e c un a cu ité p areille .\n   L itté ra irem en t on p eu t dire qu e le d éco r est ic i scru p u leu se ­\nm ent ra p p o rté à l ’âm e : le Jardin de Bérénice, sous une co lo ra ­\ntio n différente, nous a v a it en seign é ce strict rap port. E t si G id e\np ourrait, aussi b ien que n otre auteur, ren dre                  sap id es les\n\n\n\n\n284\n"}, {"page_pdf": 302, "texte": "arômes des fleurs et des herbages, ce serait encore de Barrès\nque nous attendrions les traits où persiste telle courbe d’eau\nou de montagne.\n\n\n\n   C a t h e r in e M o rla n d , par Jane Austen (Félix Fénéon trad.\n de l’anglais) (Paris : Éditions de la R evue Blanche.)\n   Sur un guéridon laqué blanc, accoudé à quelques W ed gw ood\nde pâte tendre — aux murs déteignent ces lithographies\nenluminées, A lken ou Henderson de 1820, où bondissent des\ndiligences — ce livre sera sans doute opportun.\n   M. F élix Fénéon en a si bien prévu la convenance au goût\ndominant de cette saison, qu’on trouve presque du désappoin­\ntement à s’assurer que ce roman n’est point apocryphe, mais\nune traduction inattaquable. F ille d’un pasteur, Jane Austen\nvécut dans la cam pagne du H am pshire et mourut fille à\nquarante deux ans en 1817. A l’âge de 23 ans, où elle rédigea\ncette « Abbaye de Northanger » (dont M. Fénéon transpose le\ntitre en celui de Cathérine Morland, qui en est l ’hôtesse —\naussi l’héroïne — ) Jane Austen dût être une jeune fille saine\net timide que les occupations d’intérieur avaient désabusé\ndu romanesque et l’une ou l ’autre trahison d’am ie des\nsentiments absolus. J’incline au moins à le supposer en\nrencontrant parmi la candeur du récit ces remarques fam i­\nlières d’un bon-sens si féroce qu’on les estimerait feintes\npar L aforgue, et tel dégagem ent vis-à-vis de la fiction qui\nva jusqu’à des à-part-soi pleins de mépris pour les lecteurs\nde romans.\n   M algré cela — non, à cause de cela-même (la plupart des\njeunes personnes en effet ne sont pas encore nées raison­\nnables) — nous avons ici l’excellent livre pour jeunes filles...\n   V oici enfin des « intérêts de famille », des expériences\nsentimentales qui aboutissent raisonnablement, des conver­\nsations m édiocres ou supérieures mais naturelles, des situa­\ntions non exorbitantes, des partenaires polis et honnêtes,\ndes jeunes gens qui consentent à danser, de l ’héroïsm e tout\nà fait tranquille et infiniment salutaire, de l ’amitié de bon\naloi, la rouerie punie et la réserve récom pensée.\n   Il m’importe assez peu que le snob se doive de laisser\ntraîner son coupe-papier parmi ces pages, ou que les estomacs\ndélabrés y trouvent la même fraîcheur qu’aux salades de\nconcom bres, je me réjouis, moi, à supposer que les pension­\nnaires en noir se feront la confidence de cette « Cathérine\n M orland » pendant la promenade, et je ne sais pourquoi,\n mais je me rapelle avoir retrouvé des livres de prix de ma\n mère : Adelaïde de Witsbury ; Lettres d’Edmour et d’Arthur...\n   Cette petite miss Morland, une jeune fille qui rougit\nnaturellement, mais nous l ’épouserions !\n\n\n\n\n                                                                 285\n"}, {"page_pdf": 303, "texte": "   D as H em d des G lü ck lich en , B u n te B ild e r aus dem L e b e n\nein es C o n vertiten , vo n Arthur Maria Baron Lüttwitz. 5e édition.\n(T rêves : P au lin u s-D ru ck erei).\n   L a chem ise p o rtée p a r un m ortel h eu reu x serait un talism an .\nQ u érir celle-là . M ais des hom m es re ch e rch és, ou ren co n trés\nau cu n n ’a ccu se du b o n h eu r           oui, un enfin, effrontém ent :\nm ais celui-là, il n ’a va it p as de lin ge. C e titre qui serait aussi\nb ien : A la recherche du bonheur co u v re de p ito y a b les faits-divers\nà m oralité qui sont en co re des lieux-com m uns. O n croirait\nenten dre ces p réd icateu rs la ïq u es           d ’esp rit fa ib le ,    dont la\nvo ca tio n clé rica le ne fut p as re çu e , et qui se dédom m agen t en\nradotan t à la ta b le des h ô tes dans les a b b a y e s où il y a du\np a ssa g e. C ’est le re le v é des faits et g e stes de la P ro v id e n c e ,\nm ais v u p ar un so u p irail. Q uan d on a huit ans et q u ’il fait\nd im anche, c e la p eu t offrir q u elq u e intérêt.\n\n\n  D e B ru id v a n Q uin ten M etsijs, do o r Hendrik de Marez.\n(A n vers : D e N e d erla n d sch e B o ek h an d el).\n   « C o n n u b ialis am or de M u lcib re fecit A p p e le m ». C ’est ce\nqu e n ou s app ren d une p ierre tum ulaire en ca strée à la b a se\nd e la to u r de la ca th éd rale d ’A n v e rs : le fo rgero n du puits\ntre illa g é d ’A n v e rs , aurait a p p ris à p ein d re la Mise au Tombeau\np a r g a g e u re sen tim en tale, au x fins de fléch ir le pein tre dont\nson am ie était fille.\n  I l réu ssit. T o u s les je u n e s gen s co n n aissen t cette co n so lan te\nhistoire. A v e c le s Fiancés de M an zo n i, c ’est une des p lus\np récieu ses de leu r trésor d ’adroites resso u rces et de co u ra g eu x\nexp éd ien ts. M ais, p a r extrao rd in aire, les p o ètes n ou s la gâten t.\nA p re u v e une p ito y a b le p o ésie de M . P a u l A u g u ste M assy ,\ndans u n e récen te Quinzaine, et le présen t e ssa i dram atique.\n   M ain ten u to u t dans le ge n re du 2° a cte , qui est a ssez\nd é licieu x , c e la eû t pu con stituer une fée rie to u ch an te, m ais\np latem en t re sserré e d ans les p aro is de la v ie ordin aire, cette\nlég en d e ,   en p erdan t    sa   g e n tille   v iv a c ité ,   n ’a cq u iert   pas\nn éanm oin s ici l ’attendrissan te fam iliarité de l ’id y lle.\n   J’a i d o n c à re g re tte r que ce tte en trep rise soit de M . de\nM a re z, ca r je m e p lais à reco n n aître q u ’il est une des p erso n n es\nin te llige n tes et d ’in itiative en F la n d re et q u ’il y fait re sp e cter\nla littératu re n éerla n d a ise sérieu se et en p lu s certain es ch o ses\nd ’art qu e n ous aim ons.\n\n\n   S ta rk a d d , dram e en 5 a cte s, p a r Alfred Hegenscheidt (A n vers :\nD e N e d erla n d sch e B o ek h an d el).\n   S en tim en ts   n ietzsch ée n s ;   circo n stan ce s édifiées           d ’ap rès\nG ré g o ire de T o u rs et le s Récits des temps Mérovingiens; m o yen s\nd ram atiques ap p ris d ans Macbeth, Hamlet et le Vaisseau Fantôme.\n   U n héros lib re, gig an tesq u e et droit tra ve rse u n e co u r aux\nin trigu es m éro vin gie n n e s, g ro ssiè re et p erv e rse. C h e f de b an de\nlib érate u r, va in q u eu r et ju sticie r, il b rise la couronn e qui n ’est\n\n\n\n\n286\n"}, {"page_pdf": 304, "texte": "qu’à p ren dre ; aim é, il se sen t tro p étendu d ans l ’e sp a ce pour\nse fo rm uler en u n e sen sib lerie restrein te ; p o ète, son iv re s s e\nest trop h a u te p our co n d escen d re au sourire de la jo ie , e lle ne\ns’acco m m o d e que de d irectio n s ab straites : la fid élité, la v e n ­\ng e a n c e ou d’exaltatio n s ém inentes: raffoler de l ’e sp a ce ; resp irer\nle s o leil bras étendus, ou le to rse au v e n t n a rg u e r le s o ra ge s.\n   C e h éro s est un sp e cta cle artistiqu e. C ’est dire du co u p q u ’il\nn ’a git ni sag em en t, ni n orm alem ent, sous-en ten draient B o ssu et\net B ru n e tière. E t en effet le bon sens v e rtu eu x et la d irectio n\nn orm ale     sem blen t     en    d é p it des     re sso u rce s    dram atiques.\nA llo n s-y , que j e m e m ette fra n ch em en t en d é sa cco rd a v e c ces\nesp rits p eu circo n sp ects — n ’y en eut-il p as q u i tro u vèren t\np. ex. Les Vierges aux Rochers, u n e œ u vre ch rétien n e ? —\nem p ressés à a p p ele r œ u vres id éalistes, ce lle s qui offrent des\nsolution s e x a g é ré e s, à distinguer u n e n o b le v ie de l ’âm e, du\nm om ent q u ’ils en ten den t des cris e xcessifs et à dénom m er\nren on cem en t, d évo u em en t, e tc. des b é v u e s qui n ’en sont plus\ndu m om ent q u ’e lle s affecten t d’être ve rtig in e u ses.\n  N o s p assio n s tra v a ille n t si h a b ilem e n t en n ous à se faire\nadm ettre ou ré h a b ilite r... N o u s en la issero n s n ou s to u jo u rs\na ccro ire ? S i le p a y s a g e m e grise un p eu au cré p u scu le , elle s\nsouffleront : Je veux marcher vers la folie et ses soleils . . ; m ais m e\nb a ign an t la tête, le len d em ain m atin , j ’éta b lira i : « L ’ordre\nconduit à Dieu. » (St-A ugustin ).\n   O u i, re d resser le s é p a u les, siffler à l’e sp a ce, s’é v a d er des\nm esqu in es co n tin ge n ces, se lib érer des gran d es p etitesses de\ntous le s siè cle s et de tous les jo u rs, j e sais, j e sais, s ’é rig e r en\nb e au té , p as v r a i ? iv re sse du V ik in g , fo lie de F ra n ç o is d ’A ssise ,\nh y sté rie du sen sitif !\n   D e s esp rits fa ib le s co n sen ten t, des ce rv e a u x d ésaim antés\ns’e xa lten t, à tro u v er cette fa ço n désin téressée, co u rag eu se et\ng ran d io se. L aissez-m o i rire : j ’y distingue un in stin ct, dans ses\ncon dition s le s p lu s n obles, j e v e u x bien , m ais u n in stin ct,\nc ’est-à-dire une fo rce qui ten d à sa réa lisa tio n et qui s ’ann ihile\ndans ce tte ré a lisa tio n : C arm en p. ex. est un in stin ct, C a rm en\nne p eu t p as n e pas co u rir au d e va n t du p o ig n ard q u i la\ndétruit. S ’é rig e r en b e au té , com m e nous disions, q u ’e st-ce ,\nsinon s ’ép an o u ir en v o lca n . L e v o lc a n se d isp erse et n e cré e\nrien. M ais ce qui est autrem en t co u ra g eu x et gran d io se, d’une\nb e a u té n on su p erficielle m ais co n ten u e, c ’est de co n sen tir à\nêtre ce que nos co n trad icteu rs a p p elle ro n t « m é d io c re » , je\nv e u x dire : de m en er u n e v ie n orm ale, d ’adm ettre le m ilieu et\nl ’autorité, p o u r autan t q u ’ils sont n on m o d ifiables, d ’o b s e rv e r\nég ale m e n t le s p ré cep tes d’h y g iè n e , les n éce ssité s m o ra les et\nles co n ve n a n ces historiques.\n   E t j e ne sais p as, — ca r j e n ’ai p oint e n co re a p p ro u vé le\nsous-en ten du de B o ssu et et B ru n etière — si m a lg ré les a p p a ­\nre n ces m au ssad es, une te lle a ctiv ité ne s’é cla ire p as p our le\nsp ecta te u r co n scien t d ’un p ath étiq u e in tim e. Il y a la b eau té\nq u i su rgit d’un ra p p o rt de co n ve n a n ce. S ta rk a d d ,           in stin ct\n\n\n\n\n                                                                                    287\n"}, {"page_pdf": 305, "texte": "boursoufilé, constitue un spectacle à effet émotionnel. Mais\npour l ’observateur mieux doué, le chêne qu’admirait Taine,\n(d’après les salutaires confidences de M M . B ourget et B arrès)\nn’offrira-t-il pas des ressources égales à la réflexion, elle-même\némotion d’un ordre plus éminent. Ce second spectacle emporte\ndes qualités d’art d’autant plus élevées qu’elles sont sensible­\nment moins accessibles.\n   P . S . J’ai l ’avantage de prier ceux qui ne voudront point\npartager mon opinion, de renoncer à la parer au m oyen du\nparapluie de Louis-Philippe, des idées et opinions courantes\nde M. Prudhom m e et des bésicles de M. Sarcey.\n\n\n  L a Q u estion H om érique, —         V ariétés littéraires,   par\nGeorges Bertrin. (Paris : Ch. Poussielgue).\n    Sans nous prononcer sur la question hom érique même,\nm ultipliée et détournée, nous pouvons admirer comment elle\nest devenue un terrain où s’exercent les méthodes de la\ncritique et s’assouplissent les ébats de l’hypothèse. E t les\ncrises et l’évolution de la critique homérique s’apparient ainsi\naux revirements de l’exégèse biblique. Ainsi, analogiquement,\ncette question littéraire peut nous offrir des ressources de\ntactique et des symptômes de direction. E n l’espèce, m algré\nla m aladresse de ses défenseurs précédents, M. Bertrin reprend\nla thèse traditionnelle contre les ingénieux m ensonges de\nl ’hypothèse. Ainsi donc sur toute la ligne on en revient des\nà-travers-tout de la pseudo-critique.\n\n\n  L e s R o m a n s du M o y e n -A g e : I B erte a u x gran d s\npieds, par Adenet le Roi (X IIIe siècle) (trad. Gaëtan Hecq) ;\nII A u c a s sin et N ico lette (XIIe siècle) ; L e J e u de R obin et\nde M arion , par Adam de la Halle (X IIIe siècle) (trad. Arthur\nBovy). (Bruxelles : Société B elge de Librairie.)\n    Ces plaquettes inaugurent une série de contes et fabliaux du\nM oyen-Age, transposés en français moderne. L e peuple et\nnous, les lirons-nous ? Pourquoi pas ? L es stratagèm es et les\nsacrifices d’amour d’A ucassin et N icolette gardent leur émotion\nà des hommes dont l ’aveuglem ent sentimental subsiste. Cette\nchantefable est déjà un roman. L e jeu de Robin , qui est bien le\npremier opéra-comique, n’offre pas moins d’agrément. Il\n semble construit d’après les soi-disant nécessités de la scène,\n ces nécessités que W a gn er nia, et bien en vue de la représen­\ntation, avec les antithèses requises, la chanson à boire,\n divertissements et ballets.\n    C es deux productions ne sont qu’agréables, mais elles sont\n littéraires.\n    Berte aux grands pieds est un récit plus moral, mais assez\n maussade. Roman historique maladroitement conduit, exposé\n chronologiquem ent et par la même répudiant le stratagème\n des mises en valeur. L es phrases s’allongent ; des épithètes y\n\n\n\n\n 288\n"}, {"page_pdf": 306, "texte": "adhèrent uniquement amplificatives ; l’intrigue consent à des\ndétours. L ’artifice y est si piteux, les adjectifs si peu en rapport,\nles épisodes si superflus, que l ’historietre vous y prend comme\nun faux air de bonne foi. Aussi si on n’a pas pour rester\néveillé les raisons de M. P aris, on préfère la voir sur un\nplacard d’É pinal : aussitôt elle acquiert l ’allure rapide et\nsimpliste qui convient. On pleure dans le bois avec la belle\nreine aux yeu x vairs, on voit venir vers elle le grand roi Pépin\négaré de la chasse, et quand les traîtres sont châtiés on trouve\nque c ’est bien fait.\n   A h ! com bien c’était bon, à six ans, cette im age : elle requit\nnotre sensibilité, elle nous prouva qu’on peut se confier en la\nP rovidence. Je veux croire que ces sentiments ne sont point\ntrop desservis aujourd’hui par la m aladresse des pièces « tout\nfinit bien » pour pensionnats, mais bien plutôt réconfortés par\nle dégoût des abominations qui se disent, s’écrivent et se\ncommettent.\n   H abitué aux fictions modernes, on admire que la vertu soit\nrécom pensée, la forfaiture punie et que « D ieu, qui est\nseigneur, prévôt et magistrat de tous crimes, ne voulut plus\nsouffrir ce qui lui déplaisait tant. » Rééditer Berte aux Grands\nPieds est une ironie que se permet à son tour l’honnêteté.\n\n\n\n  L e p rin ce des lettres fran ça ise s : V illie rs de l ’Isl e\nA d a m , par José Hennebicq (Bruxelles, Ed. Lyon-Claesen).\n   « Com prendre, c ’est le reflet de créer ». D e cette sentence\nd’A x el, M. H ennebicq épigraphie les élucidations qu’il croit\nnous apporter sur l ’œ uvre de V illiers. C ’est d’un beau cœur.\nMais de s’être illusionné il ne doit vraiment pas rougir, car\ncet appareillage est d’autant plus louable, que le retour est\nmoins fructueux. Que je sache, personne en effet ne nous est\nrevenu ju squ ’ici avec une délinéation plus ou moins plausible\nde ces régions et je ne vois trop parmi nous sur qui compter :\nM. de Gourmont qui vit aisément sous ces latitudes serait\nsans doute trop personnel pour ne point s’amuser pour son\ncompte au long de la route ; M. Mithouard, avec moins de\nfinesse a du sang-froid...\n   Quoiqu’il en sera, indaguer sur une philosophie aussi dé­\nconcertante que celle de V illiers nécessite moins des m ajus­\ncules et des petits points qu’une méthode particulièrem ent\nprécise : elle ne pouvait être le fait de notre auteur, qui\nradote (p. 23) : « Oui, l’A rt est l ’exaltation du beau Idéal, c’est\npourquoi il sera idéaliste, ou il ne sera pas. » Moins ou pas\nplus que nous, M. H ennebicq ne pourra comprendre parce\nqu’il n’est pas destiné à égaler. C e n ’est pas avec un morcedu\nde verre qu’on taille un diamant.\n\n\n\n\n                                                                  289\n"}, {"page_pdf": 307, "texte": "  D e H u lst (iste J aa rb o ek : 1898) (M alines : v a n V elsen )\n(tiré à 3oo ex. num érotés).\n   N o u s sign alâ m es p récéd em m en t à A n v e rs une g ild e d ’art :\nL es Scaldes. U n e in stitution identique : L e Houx, à M alin es\ncertifie s a fondation p a r un ann uaire. Q u elq u e m éd io cres que\nsoien t en g é n é ra l ces essais, il y a là de quoi fa v o riser notre\noptim ism e. L e rayo n n em en t de c e s « distraction s é le v é e s »\nd ans les fam illes et le s agglo m ération s m o yen n es est efficace :\nd ans la p ériod e d ’éd u catio n la m éd io crité            est o p portu n e,\nalors qu e le g é n ie est in tem p estif. C e c i au p oin t de v u e de\nla so cialisa tio n de l ’art.\n  N o u s n ’allon s don c p oin t tro u v er que les m em bres du H oux\nont tro p d e talen t. D e u x ,         M . A lo r s    D esm ed t et E rn e st\nD e lten re , m u sicien s, en ont b e au co u p . A u reste M M . V a n\nP e r k et de W o u te rs de B o u ch o u t font des ornem entations et\nle s autres d e la littératu re ou à p eu p rès. L a p réfa ce in dique\nd es am bitions artistiqu es et des in tention s ch rétien n es.\n\n\n\n   L u d w ig W in d th o rst in sein em L e b e n und W ir k e n , vo n\nJohann Menzenbach. (T rê v e s : P a u lin u s-D ru ck erei).\n   D a n s leu rs p arlo tte s et le s asso cia tio n s, le s je u n e s g e n s\ncath o liqu es, a ya n t tro u vé tro p p eu lu cra tiv e la fréqu en tatio n\ndes héros de P lu ta rq u e , s ’e xcita ien t fo rt il y            a q u elq u es\na n n ées sur « le s ca th o liqu es allem an ds » en attendan t l ’en co m ­\nb ran te     d escen te   des    « A n g lo - S a x o n s ».   Et   le s   n o v ice s\ncourtiers éle cto ra u x s'a b o rd a ien t : a A h ! si n ous avio n s un\nW in d th o rs t.... »\n  A ujo urd-h ui, huit ans après la m ort de son ch ef, le C en tre\nn ’a d é jà p lu s d’exem p les à n ous donner. E t sait-on si dem ain,\nla réin troduction des Jésuites v o té e , ce p arti tro u v era des\no ccu p atio n s l ’excu sa n t de se su rv iv re.\n   E st-ce à l ’é lo g e de W in d th o rst ? oui et n on : c e la sign ifie\nqu e ce t artisan fit si b ien sa b e so g n e q u ’il n ’en la issa gu ère.\nO n se gro u p e d ’ap rès u n e tradition, on d e vrait se g ro u p er\nd ’ap rès des ca h iers de réform e. L e C e n tre est n é de cette\nm an ière, il subsiste d’ap rès l ’autre.\n   S o n lea d e r aurait dû co n sig n er c e la d ans un testam en t\np o litiqu e et lice n cie r ses hom m es a va n t de m ourir.\n   S o n p arti dim inué de toute sa gran d eu r, e st ca d u c a u jo u rd ’hui\ncom m e la d e scen d an ce des gran d s hom m es.\n   L a b ro ch u re sur la q u e lle n ou s allum ons ces opinions est en\nqu elq u e so rte un lo n g a rticle n écro lo g iq u e pour jo u rn a l ; il est\ne xa ct, m o y en et d e p oint de vu e ca th o liqu e. C e la est bien ,\nm ais com bien il serait « littéra ire » de ré d ig e r une m on o­\ngra p h ie    im p ression niste de ce fils          de ferm ier, bonh om m e\ncourtaud, qu e l’a p p lica tio n fit P résid e n t de la C h am b re, et qui\nm ourait à 80 ans, un soir, ap rès deu x séa n ces, on vo u d rait\ndire, debout. C o n tre ce tte tête im m ense, ch a rg ée d’une lo u rd e\n\n\n\n\n290\n"}, {"page_pdf": 308, "texte": "lèvre, et illustrée de deux petits yeux tout au fond de lunettes\naccrochées dans les sourcils embrouillés, se buta Bism arck,\nl ’autre tête.\n\n                                       ***\n\n    L e s P e t i t s . L a H o l l a n d e , par Demesvar Delorme. (B ruxelles :\n S ociété B elge de Librairie).\n    M. D em esvar Delorm e est « ancien E n voyé extraordinaire\n et Ministre plénipotentiaire de la République d’H aïti à la Cour\nde Berlin et près le Saint S iège » et ses idées sont aussi\nétourdissantes que ses attributions.\n    C e livre de 23o pages a sans doute été im provisé d’un trait\n après dîner et sténographié sur place. C e n’est pas banal si\nl ’on veut bien prendre en considération que M. Delorm e\nn’était pas du tout préparé à traiter ce sujet. A ussi bien il ne\nmanque pas d ’habileté et s’est souvenu de l ’exem ple des\ngrands parlem entaires obstructionnistes qui, ne sachant quoi\ndire et désirant conserver la parple, parlent de tout. V o ici\n des commencements de chapitres interchangeables : I. Petite\nterre, grande nation... II. D es m ontagnes, des glaciers, des\n torrents, des rochers, des précipices, etc., voilà la Suisse.\n III. L e nom de l ’A ngleterre, England, est formé des deux\nmots : eng, land, etc. IV . Q uelle était la superficie du Mar.\ngraviat de Brandebourg ? — 333 kilom ètres. V . L e grand\nmouvement intellectuel com m encé sous ce règne brillant,\nauquel s’associe le nom de V oltaire, etc. V I. D epuis la fin\ndes invasions, depuis l ’institution du Saint Em pire romain,\nl ’Italie souhaitait, cherchait sa liberté, etc.\n    Com m e de juste, quand on est né gaffeur, on parle de\nl ’Inquisition. C ’est la m ieux fournie des tire-lire de la petite\népargne historique. A v e c quelle érudition et dans quel style !\nUne phrase réunit tous les défauts ; on ne pourrait inventer\nmieux. « Son Ém inence M onseigneur le Cardinal G ranvelle\n(1) mit la dernière main à l ’œ uvre, versa la dernière goutte\n au vase, jeta la dernière étincelle au foyer. »\n    Néanm oins, M. Delorm e se perm et des remarques ; ainsi\nparlant de la prise de Gem bloux par Don Juan d’Autriche,\nil observe : « L ’historien Janssens : (sic : D r J. Janssen, auteur\nde la Geschichte des deutschen Volkes ? ?), persiste à dire Gem­\nblours ..«Com m e s’il avait tort, Gembloux, c ’est de l’orthographe\nrécente et précaire comme les administrations... M ais finissons\n\n\n   (1) Cela sonne comme : Sa Majesté Clovis. S i je ne me trompe les dignitaires\necclésiastiques n’agréèrent ces titres de cérémonie qu’après François de Sales.\nQuoiqu’il en soit, on dit : Antoine Perrenot, cardinal de G ranvelle, évêque de\nM alines, d’A rras... Ses contemporains lui écriront : A u très révérend P è re en\nD ie u ... D ’ailleurs on appelle un cardinal : Monsie u r, prince de l’É glise comme\nprince de sang.\n\n\n\n\n                                                                                291\n"}, {"page_pdf": 309, "texte": "la récréation. A propos, dans ces 23o pages à quelle ligne\nest-ce donc que M. Delorm e parle de la H ollande ?\n  P . S. : A i-je dit que notre auteur est anti-clérical ? Est-ce\nbien nécessaire ?\n\n\n    L a B e lg iq u e den tellière, par Antoine Carlier (Bruxelles :\nSociété B elge de Librairie, Oscar Schepens).\n   Aussitôt le concept : dentelle aperçu, une association d’idées\ns'ébranle. E t j ’en appelle à vos esprits, n’est-ce pas : d’aubes,\nde nappes d’autel, de béguines, de gothique flam boyant, de\nBruges ? C ’est d’une intuition inconsidérée. U ne amplification\nraisonnée m obiliserait des im ages toutes autres, et bien telles\nque : entre-deux de l’oreiller où l ’on badine, fichu sous lequel\npalpite la gorge, layettes, éventails, papillons, mignardises,\nfrivolités et transparences......\n   Mais le fait est qu’une m aladie de notre esprit nous porte\nà considérer la dentelle comme un ornement de la virginité,\ncomme un réceptacle de blancheur éminente (blanc m étaphy­\nsique, dont se colore aussi la toison de l ’agneau !), comme\npresque un instrument liturgique. E t pour peu qu’on cède à\ncette im agination, ce seraient mains longues et blanches qui\ns’affineraient aux fuseaux ; la dentelle s’effaroucherait d’une\nchair profanée et ne siérait qu’aux saintes dont le nom est\ntendrement sonore et le col pareil aux fleurs de m agnolier.\n   D ès lors si, m algré son air d’église, la dentelle n’a pu obtenir\nune rubrique dans les manuels d’archéologie religieuse, c ’est\nqu’il n’y avait vraim ent pas de quoi.\n   L es consommateurs d’hier sont bien ceux d’aujourd’hui ; ce\nsujet dès lors ne devrait pas nous retenir. D ’ailleurs ce livre\nn ’a pas long à nous apprendre.\n   L a partie historique est nécessairem ent intéressante, mais\nvo ici comment on écrit l’histoire : p. 40. « L a reine Berte aux\ngrands pieds faisait aussi de la dentelle, et c’est à cette occu­\npation que fait allusion le vieux dicton : « Quand la reine\nBerte filait » (1) p. 41. « C e n’est que depuis l ’époque de la\ndispersion des couvents, en 1830 (!), etc. » et voilà comment un\nsavetier cite des sources : Brochure sur la dentelle, par V an d er ­\ndussen; L a Révolte des Passements, par X ., etc.\n   L ’auteur ne signale pas même le somptueux m usée de\ndentelles dans l ’hôtel Gruuthuse à Bruges ; il ignore l’appella­\ntion de (t Sorcière » donnée à certaines dentelles fignolées, et\nautres reproches.\n   L es renseignements techniques et com m erciaux, m alheureu­\nsement clairsem és ou trop faiblem ent établis, ne manquent\npas d’intérêt. Ce serait excellente besogne pour quelque can­\ndidat en sciences sociales de rédiger une m onographie lep lay ­\nsienne de la dentellière. On en com pte en B elgique environ\n40000 dont les 2/3 environ dans la seule Flandre occidentale,\n\n (1) E t celui aussi sans doute : Quand A dam bêchait, et qu’È ve filait...\n\n\n\n\n292\n"}, {"page_pdf": 310, "texte": "elles restent penchées 14 heures par jou r sur leur carreau\npour gagner de douze à vingt sous.\n   Jusqu’ici notre sensiblerie — et c’est comme plus haut notre\nintuition qui nous mystifie — nous portait à parler avec de\nsincères regrets de la décadence de la manufacture dentellière,\nà peu près comme on parlerait de la diminution de la foi.\n«Tout ça, ce sont signes des tem ps... » Il y a erreur : la produc­\ntion ne diminue pas. Mais on manque de dessinateurs de\nnouveaux modèles, de patronneuses et d’ouvrières habiles.\n   Com m ercialem ent et socialem ent, un syndicat devrait sou­\ntenir les prix. L ’auteur nous le fait comprendre avec du bon\nsens — desservi par les tirades et exhortations prud’hommes ­\nques empruntées à notre littérature nationale de 1830-70.\n\n\n                                                 F . N o n n ig e r .\n\n\n\n\n                                                                   293\n"}, {"page_pdf": 311, "texte": "                           N o ir et blanc.\n    D a n s un        o u v ra g e , en d eu x vo lu m es,                 gran d       in -octavo,\nin titulé : « L a F ra n c-M aço n n erie soum ise au gran d jo u r de la\np u b licité, à l’aide de docum en ts authen tiques ; 2e édition ;\nA m a n d N e u t, ru e du G o u vern em en t, n° 1 1 , à G a n d ;\nE d o u a rd N e u t, rue N o rd du S a b lo n , n° 38 , à B ru g e s ; octobre\n1866 », nous avo n s tro u v é, à la p ag e 78 du tom e I er, le d o cu ­\nm ent su ivan t :\n   U n e lo g e        d ’A n v e r s    v is -à -v is d ’u n m a ç o n                  n ègre.\n(Extrait du M on de M a ço n n iq u e. Nov. 1864, p. 4.10). «Les L .-. la P e r sé v é r a n c e e t le s\nA m is d u C om m erce R é u n is , de l’O. . d’Anvers ont eu une tenue solennelle\nle mercredi 7 septembre, afin d’élever aux degrés de Compagnon et de Maître\ncinq F F .-, capitaines de navires am éficains et anglais, qui avaient été initiés\ndans cette L .-. et dont la promotion aux G.*. S .’ , avait été votée d’urgence à\ncause de leur départ imminent.\n   « U n grand nombre de FF.*, visiteurs se sont trouvés à cette réunion, entr’autres\nvin gt F F .', capitaines anglais et américains, dont six ou sept appartenaient au navire\nd es Etats-Unis Sa cra m en to, qui était à l’embouchure de l'Escaut.\n   U n F .’ , de couleur, membre actif d ’une L.*. de N ew -Y o rk, de l’obédience du\nG . O .-. de Saint-Dom ingue, se présenta aussi comme visiteur. Ses papiers\nétaient parfaitement en règle. A son entrée dans le temple, une rumeur éclata\nparmi les F F .’ , américains qui protestèrent, ne voulant pas demeurer en présence\nd’un nègre. Les cinq capitaines, qui devaient recevoir une augmentation de salaire\n(1) refusèrent égalem ent de rester dans le Tem ple avec le F.*., américain de\n couleur.\n   « L e V én . F .-. Jacobi (?) fit fermer le Tem ple, ouvrit les travaux et fit\nconsigner les F F .-, visiteurs dans la salle des Pas-Perdus.\n   Il soumit immédiatement à la L . -. la question suivante : « L ’entrée du temple\n» doit-elle, dans les circonstances actuelles, être refusée au F . ’, de couleur qui se\n» présente en visiteur, ou doit-elle lui être accord ée?» L a L .'. décida, à l’unani­\nmité, que ce F .’ , devait être reçu avec tous les honneurs qui lui étaient dus, comme\nà tout autre F .-, visiteur.\n   a L e V é n . désigna ensuite un F.*, pour communiquer le vote de la L . aux\nF F .*, visiteurs qui se trouvaient dans le parvis du Tem ple, et il le chargea\nd ’exprim er aux F F. américains, et surtout aux FF.-, officiers de la marine des\nÉtats-U nis, la surprise de la L . de trouver si peu de vraie connaissance des\nprincipes maçonniques parmi eux qui, en ce moment même, se battaient pour la\ndélivrance des nègres ; que cette L.*. en particulier, ainsi que toute la Maçonnerie\nbelge, était au dessus du préjugé indigne qui fixerait la valeur du cœ ur d’un\nhomme selon la couleur de sa peau et qu’elle s’efforçait de propager de tous les\ncôtés le sentiment humain de la fraternité ; que le F.*, de couleur serait reçu, par\nconséquent, avec les mêmes honneurs qu’eux mêmes, les représentants de la libre\nAm érique.\n   « L e 2 S u rv.-. de la L . les Élèves de T h ém is, F .-. W . qui se trouvait aussi\nparmi les F F .’ , visiteurs, ajouta quelques paroles sur les principes et le but de la\nMaçonnerie aux FF.-, visiteurs, ce qui lui valut la courte et grossière réplique : God\ndamni your prin cip les ! (A llez au diable avec vos principes !) de la part d’un\nofficier américain ; après quoi, tous les F F .-, américains se retirèrent.\n   a Les autres FF.*. visiteurs furent alors introduits, et tous les F F .-, présents\nfurent impressionnés de la manière intelligente et élégante avec laquelle le F.\", de\ncouleur rem ercia la L.*. De la belle et digne conduite qu’elle avait tenue à son\négard. »\n   N ous aussi, pour em ployer le langage du Monde Maçonnique,\nnous sommes impressionnés de la manière intelligente et élé­\ngante avec laquelle est racontée la belle et digne conduite que\nla L . *. la Persévérance et les Am is du Commerce Réunis de l’O .*.\nd’A nvers ont tenue, en cette mém orable circonstance, à l’égard\nd’un F .*. de couleur. D e coloribus non est disputandum. T elle est\naussi notre doctrine, quoique nous ne soyons pas franc-maçon,\n— à moins, pourtant, que la franc-maçonnerie ne soit une\nsociété tellem ent secrète que l’on puisse en faire partie sans\nle savoir.\n                                                                    C harles         D um ercy.\n\n\n   (1) C ’est-à-dire qui devaient être promus à un grade supérieur.\n\n\n\n\n294\n"}, {"page_pdf": 312, "texte": "Tableau Alphabétique\ndes Rédacteurs du Tom e IV\nM . M A R IU S A N D R É :\n               L a r e n c o n t r e d u D o c t e u r illu m in é e t du\n               D o c te u r          s u b t il a P a r is ,                  e t       le u r          c u lte\n               p o u r l ’I m m a c u lé e C o n c e p t io n ( 13 0 6 )                                      .       .    149\nM. É M IL E B E R N A R D ;\n        V isio n ................................................................................ 5 1\n        Temps d o r é s .................................................................... 5 1\n               A p r o p o s d ’A r t C a t h o l i q u e .......................................7 4\n               S ur       les        m a n if e s t a t io n s               e x t é r ie u r e s , ou\n\n               du     V e r b e f a i t c h a i r .......................................................... 2 1 0\n               S u r l e s I c ô n e s b y z a n t i n e s e t l ’a r t h ié r a ­\n               t iq u e     ................................................................................................2 1 6\n               De       l ’a r t       ch ez          les        a n c ie n s           et        ch ez       les\n\n               m o d e r n e s ................................................................................. 2 2 9\n\n               S im p l e s        r é f l e x io n s            su r        l ’a r t         .     .     .       .        234\nM. TH O M A S B R A U N :\n        L e s V isa g e s de la V ie , p a r E m ile V erh ae re n 253\n        L a sa in te c o m p la in te rim ée de N . D .\n        d e L o u r d e s ..........................................                        253\nM. E D M O N D D E B R U IJ N :\n        D es R e v u e s C ath o liq u es en B e lg iq u e , selon\n        M . M u ssch e                                        .............................. 110\n               M .      A d r ie n            M it h o u a r d                ou        l ’ I d é a l is m e\n\n               r é d u it a u          b o n -s e n s            .      .......................                            176\n               L es ch ances du                      N é o -I m p r e s s io n n is m e .                             .    242\n               E x p a n s i o n C o l o n i a l e ................................................... 2 7 5\nMe H É L È N E D E G O LESCO :\n               L ’é d u c a t i o n f é m i n i n e s e l o n l a t r a d i t i o n\n               c h r é t i e n n e , d ’a p r è s                M e M a r ie               du      Sacré-\n                       M e d ’A d h é m a r ............................................. 258\n               Cœ ur e t\nM. E R N S T D E L T E N R E :\n        L ’ «O r a t o r i o d e N o ë l » d e J . S . B a c h                         .     250\n        P ré fa c e s p o u r d es m u sicien s, p a r H .\n        M a u b e l ........................................................................ 257\nM. M A U R IC E D E N IS :\n               L es A rts a R om e, ou                                la       m éthode                 clas­\n\n               s iq u e     ................................................................................................ 1 9 7\nM. C H A R L E S D U M E R C Y :\n        G a la fieu , p a r H e n r y F è v r e ..............................280\nM. M AX E L S K A M P :\n       La découverte                                 d ’u n          p s e u d o -M e m l in g                        .   247\n\n\n\n\n                                                                                                                            295\n"}, {"page_pdf": 313, "texte": " M. G E O R G E F O N S E G R IV E :\n                L e P a r a d i s o u l ’A c h è v e m e n t d e l a V i e                             .        33\n A B B É G. FR É M O N T :\n               L e ttr e pour le                  C o n grès de la                  Jeu n esse\n               C a th o liq u e a           B e s a n ç o n .............................................. 9 5\n G. :\n          L e ttr e su r l ’É d u c a tio n , p a r C . S a v a r i t . . 107\n          L e s É co le s d ’A n tio c h e , p a r A lb e r t H a rre n t 107\nM. E M . H A Ë E :\n          H a n s M e m l in g (à l ’h ô p ita l S t.-J ea n de\n         B r u g e s ) .......................................................................... 82\nM . A U G .- E D M . J O L Y :\n          M o d e rn ism e (à p ro p o s de Sagesse et Destinée,\n         de M . M a e t e r l i n c k ) ..................................................69\nM. A L E X A N D R E L E F A S :\n               Procession i n t é r i e u r e ...................................................... 52\n M. M A R C L E G R A N D :\n               L a F i n de deux S a i n t e s ...................................................... 56\nDr F O R T U N É M A Z E L :\n         A u to u r de l ’H isto ire , p a r M g r. B a u n a r d . 110\n         D e q u e l q u e s opin io n s d e M . F o n se g r iv e 273\nM. H E N R I M A Z E L :\n         L ’en seign em en t in tégral, p a r A le x is B e r ­\n        tran d .............................................................................. 108\n         L e s É tu d e s classiq u es et la D ém o cratie ,\n        p a r A lfre d F o u i l l é e ................................................ 108\n         L ’É d u c a tio n n o u v e lle , p a r E d m . D em o lin s 108\nM. A . M E L K A :\n        L e R e n o u v e a u d e la l it t é r a t u r e ca th o ­\n        liq u e e n B o h ê m e ..................................................66\nM. M E N É N D E Z Y P E L A Y O :\n              R aym ond          L u l l e .................................................................... 4 1\nM. A D R IE N    M IT H O U A R D :\n       L e L iv re du V e r t i g e ................................................ 181\nM. F. M O N T A G N O N :\n        U n pauvre N o ë l ...................................................... 172\nM. F. N O N N IG E R :\n       In stitu tio n es th e o lo g ia e d o g m atica e, a u ct.\n       P e tro E i n i g     .............................................................. 49\n       Sain t-C en d re, p a r M a u rice M ain d ron . . 112\n       P o ésie s de P i m o d a n ................................................254\n       L e s S ain tes d u P a ra d is, p a r R e m y de\n       G o u r m o n t ..................................................................254\n       C h iaro scu ro (après l ’ex p o sitio n R em b ran d t)\n       p a r P o l d e M o n t ...................................................... 256\n       L e V o le u r, p a r G eo rg es D a rie n . . . .                                280\n       T e r re P ro m ise , p a r E u g è n e M orel . . . 282\n       L e s V ie rg e s a u x R o ch e rs, p a r G a b riel\n       d ’A n n u n z io (trad. G . H é re lle )............................. 284\n\n\n\n\n296\n"}, {"page_pdf": 314, "texte": "              C ath érin e M o rla n d , p a r J an e A u ste n (trad.\n              F . F é n é o n ) .................................................................. 285\n              D a s H e m d des G lü c k lich en , p a r A . M .\n              b a ro n L ü t t w i t z ......................................................286\n              D e B ru id van Q u in te n M a tsijs, p a r H . de\n      M a r e z ........................................................................ 286\n      S ta rk a d d , p a r A lfre d H e g e n sc h e id t . . . 286\n      L a Q u estio n H o m ériq u e, p a r G . B e rtrin . 288\n      L e s R o m a n s d u M o y e n -A g e : I. B e rte a u x\n      g ra n d s p ied s ; I I . A u c a ssin et N ico le tte ;\n      I I I . L e Jeu de R o b in et de M ario n . . . 288\n      L e p rin c e d es lettres fran ça ises : V illie r s de\n      l ’ Isle-A d am , p a r J osé H e n n e b ic q . . . .                             289\n      D e H u lst (an n u a i r e ) .......................................290\n      L u d w ig W in d th o rst, p a r J .M e n ze n b a ch . 290\n      L e s P e tits : la H o lla n d e , p a r D em esva r\n      D e l o r m e ............................................................... 291\n      L a B e lg iq u e d en tellière, p a r A . C arlier . . 292\nM. GEORGES PO LTI :\n        Prologue (A p o lo g ie du X I I I e siècle) . . .                                                                59\nM. JO S E P H P O U Z IN :\n               C o n f i d e n c e ............................................................... 53\n               L a V i g n e ..................................................................... 54\n               E n f a n c e ....................................................................... 55\nM. W IL L IA M                    R IT T E R :\n               I llu s tr a te u r s                  d ’A u t r i c h e              e t       d ’A l l e ­\n                   (M M . L e ffle r et U r b a n ; M . S te in ­\n              m agne\n\n         hausen) .......................................................................... 89\nA B B É A R M A N D T H IÉ R Y :\n         M o n d ern ie r L iv r e , p a r Z . F le u r io t . . . 112\nM. F R A N C IS V IE L É -G R IF F IN :\n         Messe de M i n u i t ....................................................171\nM. G E O R G E S V IR R È S :\n         C h ev aliers ru stiqu es, p a r l ’a b b é V a n C a e n e­\n         ge m .............................................................................. 112\nX (de C on stan tin op le) :\n               L e       C a h ie r           de        d o léan ces                de       l ’É g l is e\n\n               d ’A r m é n i e .........................................................................................1 5 7\n\n\n\n\n       Anthologie ou Documents\nA N O N Y M E D U X V e S IÈ C L E :\n            E x tr a it de la « Vie de S a in t J eh a n Baptiste »                                                       27\nS O U R C E P O P U L A I R E (d’après u n e im pression\n     a n o n y m e d u X V I e siècle) :\n            L e s nouelz f a i t z a lonneur de ihesucrist . .    .                                                    124\nM A R C IA L D A U U E R G N E :\n               T rès dénotes louenges de la glorieuse Vierge M arie:\n               en la V isita tio n de N o stre D a m e .                                          .     . .                3\n               en l ’A ss u m p c io n de N o stre D a m e                                            . . .               20\n\n\n\n\n20                                                                                                                      297\n"}, {"page_pdf": 315, "texte": "              en la N a tiv ite de N o stre D a m e                           .     .    .   .       28\nG A B R I E L L E D E C O IG N A R D :\n          M arthe et M a r i e .........................................................16\nL A U R E N T IA S T R O Z IA :\n          O d e in V isita tio n e m B e a tæ M a riæ V irg in is                        7\nF. P IE R R E R A B B I :\n             D e la Visitation de la V ie r g e .................................                      6\nA N N E DE M ARQ U ETS:\n             Sonets spirituels :\n         P o u r la V isita tio n de N o stre D a m e            . . .      8\n         P o u r la feste de la V en e ratio n N o stre D a m e 1 1 3\n         P o u r la feste de T o u s s a i n t s ...................... 119\nR . P. A T H A N A S IU S G U G G E R :\n             H ym nus de Visitatione Beatæ M ariæ V irginis .                                          5\nA N O N Y M E L Y O N N A IS :\n             I n honorent S . S . Joachim et A n n a hymnus                                      .    14\nL IT U R G IE L Y O N N A IS E :\n             Prose sur la Décollation de S . Jean Baptiste                                       .   25\nM IS S A L E B IS U N T IN U M :\n             D e transfiguratione D o m in i ............................................ 18\nSO U RCE O R A LE :\n          L a chanson de Sainte M a r t h e ...............................17\nJ O U R N A L « L E M O N D E M A Ç O N N IQ U E » :\n              U ne      loge        d ’A n v e r s      v i s - a -v i s   d ’u n       m açon\n\n             N È G R E ........................................................................294\n\n\n\n\n         Annotateurs, Éditeurs et\n              Traducteurs\nM . M A R I U S A N D R É (trad. d u castilla n et annote):\n             R aym ond L u l l e , p . M . M en é n d e z y P elayo                                  41\nM . É M I L E B E R N A R D (éd.) :\n         L a chanson de Sainte M a r t h e ...................................... 17\nM . C H A R L E S D U M E R C Y (éd. et annote) :\n          N o i r e t B l a n c (U n e lo g e d ’A n v e rs vis-à-vis\n          d ’u n m a ço n n è g r e ) ............................................... 294\nM . H U G U E S V A G A N A Y (éd. et annote) :\n             E x tr a it de la « Vie de S a in t Jeh a n Baptiste »\n             ( X V e s i è c l e ) ....................................................................27\n             L es nouelz fa it z à lonneur de ihesucrist ( X V Ie S e)                               124\n              Très      deuotes louenges de la glorieuse                                 Vierge\n             M arie : en la V isita tio n d e N o stre D a m e        .                                3\n                           en l’A ss u m p c io n de N o stre D a m e .                              20\n                           en la N a tiv ité d e N o stre D a m e .   .                              28\n             par M a r c ia l d a u u e r g n e\n             M arthe et M arie, p a r G a b r i e l l e d e C o i g n a r d                           16\n             Ode in          Visitationem            Beatæ M ariæ                   Virginis\n\n\n\n\n298\n"}, {"page_pdf": 316, "texte": "             L a u r e n t i æ S t r o z i æ .....................................................                 7\n             D e la Visitation de la Vierge, p a r F . P . R a b b i                        6\n             Sonets spirituels :\n             P o u r la V isita tio n de N o stre D a m e . . .                             8\n             P o u r la feste de la V en eratio n N o stre D a m e 1 1 3\n             P o u r la feste d e T o u s s a i n t s ....................................119\n             par A nne de M arquets\n             Hymnus de Visitatione Beatæ Mariæ Virginis,\n             A th an . G ugger                     ............................................................    5\n             In honorent S . S .                     Joachim et Annæ hymnus\n              ( X V I I I e s i è c l e ) ...................................................................14\n             Prose sur la Décollation de S . Jean Baptiste\n             ( X V I I I e s i è c l e ) .............................................................. 25\n             D e transfiguration Domini ( X V I I I e siècle) .                                         18\nLA D. :\n              N o te su r le m aître in c o n n u d e 1480 . . .                                1\n              N o te su r la m a rq u e ty p o g ra p h iq u e d u m o ­\n              n astère d e B é t h a n i e .................................................. 1 5\n              N o te à l ’effet d ’ex cu ser M . M a rc L e g r a n d .                       58\n                 »       »     de présen ter M . G eo rg es P o lti                                                     59\n                 \"       »     de ju stifie r l ’a n o n y m a t d e M . X . 170\n\n\n        Dessinateurs et Graveurs\nX Y L O G R A P H E D U X V e S IÈ C L E :\n          L e c h a t e a u d e M a r t h e , m arq u e ty p o g r a ­\n          p h iq u e d u m on astère d e B é th a n ie p rès de\n           M a lin es (fac-sim ilé de g ra v . su r bois) . .                                                     15\nM A I T R E I N C O N N U D E 1480 :\n              L a V is it a t io n            ( fa c - s im ilé         d ’u n e         g ra v.         su r\n                       Cabinet d'Estampes d'Amsterdam) .\n              c u iv r e d u                                                         1\nM. D E P R A E T E R E :\n        L e C l o î t r e : L a M éd itatio n (zin cogr.) . . i8 o bîs\n                            L a M o rt (zin co g r.) . . . .                       196\nM. M AX E LSK A M P :\n        L a M a d o n e a u x C h a n d e l l e s (g ra v . o rigin .\n        su r b o is de p o i r i e r ) ...........................................   8\n              I m a g e r ie p o u r l ’A s s o m p t io n ( g r a v . o r i g i n .\n         su r bois d e p o i r i e r ) .................................................. 19\n         O r n e m e n t a t i o n s . 4 , 1 3 , 2 8 , 54, 56 , 6 9 , 1 56 ,\n                                                                             255 , 279\n M. H E N R IC U S :\n               S a l o m é ( p h o t h o g r . ) ............................................................. 2 6\n M. F É L IX V A L L O T T O N :\n               M a s q u e d e M . A d r i e n M i t h o u a r d (zin co g r.)                                    175\n\n\n\n\n                                                                                                                  299\n"}, {"page_pdf": 317, "texte": "   T ir é   pour            S u r le s p resses\n\n” l e Spectateur          d e J .-E . B u s c h m a n n\n\n c a t h o l iq u e   ”          A A n vers\n"}, {"page_pdf": 318, "texte": "                         OPINIONS : (suite)\n\n                      Novy K ult (Prague, N° II, 1897) :\n\n   Katolické revues. —               Z d á se, j e     dnechni tch lo v ie k má vyvinutiejchî\nchop n ost h led ieti n a soudobé ud álo sti a soudobé stavy nejen relativnie, v z h le                  ­\nem k jic h vzájem n ém u pom ieru, nybrj i absolutn ieji, vzh le d em k jic h vztah u k\nnin u lo sti a budo u cn o sti a k jic h m ístu v chirokém diejinném proudu. H isto rie a\nog ik a m ají tu svo u h lu b ok o u a o p ra vd o vou zásluh u . P ro to ani s lo v a ja k o reakce\n reaktchni doba n ejsou ju j svobodn ém u in teligentu k té hrüze, ja k á lo m cu je exo r ­\nism y dobry ch lib eraln íc h m iech tiátch k ü , k d y k o li se s nim i setkají. V ím e , j e i\nea k c e n en i nej a k c i k u p rjed u. A proto z a ch o v á v á m e jis ty (nikoli o vch em b e z ­\níezn y) k lid , k d y j exp an se tiech rüz n y ch sd ru jen i« p ro m oralnou a k ci » stav á se\non ieku d p ro vo k u jící a k d y j     ve h e m en ce k lerik alism u p o tch ín á h ran itchit s\nrzostí. A n i h lu k , s nímj katolicism snaji se rozm nojiti své rja d y , n ep rjiv ed e nás\n m íry , n ebo tí j e ta k n ep atrn y m a n evinn y m , u vájím e-li, je j e to snad posledn í\nozm a ch k rjíd el, p rjed ú p ln ým jic h vy sílen ím . M y tu o vch em n ik d y n e prjesta             ­\nsm e b o jo v a ti. N a c h e c e sty p üjd o u stále sm ierem p rá v e o p atch n ym . N e jd e tu\nch a k o zev n í silu a m o c, ta se ro zp ad n e ja k o shnilé stéb lo slá m y : duche m u              ­\nm e v y v r a c e ti z e staré p ü d y . M usím e n av ázati tam , k d e v p á d k rje stia n stv í\nrhl svaté a solidní s v a z k y , m usím e sm azati v c h e , co n eb la h éh o zap sán o b y lo v\nache d u ch e, p o n e ch á v a jíce si je n , co dobrého v y p ie s tila v n ás a n ám o n a éra.\nak z a jisté k u p rj. v um iení sp ra ve d livie ocen ím e v c h e , co krjestian stv í dalo\nim ve lik é h o . L z e sice skoro s jisto to u p rjed po klád ati, j e Sagesse b y la posledním\nasn ick y m a sn ad u m ie leck y m v ü b e c          v e led íle m n áb o jen skym ; m yslím tu\nvrchem n a n áb o jen stvi d o gm atické. N e b o ti n o v é um ieni n áb o jen ské, m ystika\nov é h o tch lo v ie k a zlo m í zajisté v c h e c h n a n ásilí do gm at a systém ü , ro z lé v a jíc se\nchirokym dech em slok W alt Whitmanovych, s h lo u bk o u a silou Pokladu poníjenych\n se v z le te m k . p rj. n ach eh o Otakara B rjeziny . A v c h a k je s tlije nám i dá k a to li         ­\nsm trje b a je c h tie n o v é chef-d’œ u vre své h o um ieni, k d e snad b ude ce lá m e lan              ­\nlo lie z a p a d a jících slu n ci a k d e budou snad z a c h y c e n y p osledn í p a p rsk y\nía sin a jící s lá v y a p osledn í sbohem a p osledn í z á b le sk y hrdosti p rje d vítiezícím\n ep rjítelem , da-li n ám je c h tie ta k o v é n eb o jin é ve le d ílo , n ebud e zajisté n ikoho,\n lo b y   h o n ep rjija l ta k , ja k o b y la v c h ém i b e z ro zd ílu p ije svie d tch e n i p rjijata\n '.gesse. T o lik lz e od p o vied ieti k a jd é k a to lic k é « m odernie » a k a jd é n o v o k rje s   ­\n an sk e sn a ze v ü b e c . N e b o ti ja k o v um iení p ijijím á m e v c h e , co n ese jasn o u\n etch e ti k r á s y , ta k i v m oraln ém a so cialn ém svietie n a p o ctiv é slo v o p o ctiv ie\n p o vím e.\n\n\n    Z e z a h ra n itch n y ch m iesítch n íkü le Sp ectateur Catholique, jen j se rep resen tu je\n i v e lic e vk u sn é m odern í ú p ra vie , v y d a l své 8. tch islo . P o k ra tch o v á n í zajím a-\n iho prjelcladu z R aymonda Lulla za h a ju je sva ze k . Z tch lân k ü zajím a l m ne n e jv íce\n  W . Ritterüv o umieni katolickém a historicích renaissance. P rje k lá d á m z jed n o h o\n issu : « . . . . C ír k e v n ep o p írala n ik d y k rásu p lasticko u . . . . b y lo b y lz e n ap sat\n udii o katolické nahotie. D rá jd iá n sk á Venuche G io rg io n o v a (ati se prosím n ikdo\n em y li n ázve m V ernuch e a ati nesofistuje o tom to slo v ie , z v lá ch tie k d y j v\n"}, {"page_pdf": 319, "texte": " prjîpadie Giorgionovie dílo jest jin á a n ázev taktéj jin á viec) V enuche G iorgiono ­\n va a Dívka Titianova b ylý b y snad typy katolické nahoty právie tak, jak o Svaty\n Jan Leonardüv a David D onatellüv jsou jiným i ty p y téje . . . . M ohl b ych téj\n dokázati, je bez katolicismu nebylo b y nahot pp. Ropse, Rassenfossé, Legranda\n a j·, jej zalojeny ati dobrovolnie at nedobrovolnie na pojmu hrjichu, neexistovaly\n b y . . . . » T o zní ovchem poniekud jinak nej nedávny hyperkom icky tchlánek\n (prjeklad tuchim) ve \" Vlasti \", jenj vrcholil v kategorické vietie, je nahota\n (rozumiej v um ieleckém díle) je s katolického hledichtie nem ravná a neprjístup-\n ná. D alchím zajím avym tchlánkem, podépsanym Alonso Martinez, jsou antihleri­\n k alové a Chpanielsko. V z ta h u je se ku . známy m z l o t c h i n  ü m m ontjuichskym . Autor\nn ep o ch y b u je o p ravd ie u dajü a o poctivosti p. F . Tarridy del M ar mol, jenj v\nR evue Blanche a p o zd iej i v sam ostatn é knize Les Inquisiteurs d’Espagne (Stock)\ndo ku m en to val h rü zy, jim ij p o licie ch p a n ie lsk á odpovidala na anarchístické\na ten taty, tutor v č h a k hájí k n iejsto o ch p a n ie lsk é, jej nemielo pry podílu na tomto\np ro n ásled ován i. K u ko n ci své h o tch lán k u d o d á vá pak toto ku charakteristice\nC h p a n ielsk á . « P , C a n o v as u jil k potrjén i anarchistü p rá v ie tiechje prostrjedkü\njak o v e lik y d ied n yn iejch ih o cára ru skéh o — a zem ijel jak o tento. A v ch a k to\nnijak nep rjekájí Chpanielsku m íti konstituci p rá vie ta k liberální, jak o kterákoli\njin á m onarchie. Antidynastickym stranám lz e tam v o ln ie m an ifesto v ati svou\nopposici, tak volnie, je republikáni mohli n ed á vn o usporjádati velik ý m eeting a\nkontchiti své diskusse vypalujíce rány z re v o lv eru . M n o zí Chpanielé dom nívají\nse dokonce, je jsou svobodniejchí nej jich sousedé v Republice francouzské.\nN edlouho po atentátie v ulici C a m b io s-N u evo s n a v rh l jeden ministr v Kongresu\nposlancü reformu tiskového zákona. O pposice odmítla jej jak o útotchnik a na\nprincipy svobody, a kdyj ministr namítal, je jeh o návrh podoben jest návrhu\npijijatém u v republikánské Francii, odpoviediel mu jisty liberalnie-monarčhís-\nticky poslanec v plném sezeni : V á c h argument nemüje nás prjesviedtchití ;\nF rancie ovládána je reakcí! . . . » — K tchislu prjipojena j e zajím avá barevná\nMadonna od p. Ch, Doudeleta a niekolik drobny ch illustrací.\n                                                                                           N.\n\n\n                                                 (D’autres opinions suivront).\n"}, {"page_pdf": 320, "texte": ""}, {"page_pdf": 321, "texte": ""}, {"page_pdf": 322, "texte": ""}, {"page_pdf": 323, "texte": ""}, {"page_pdf": 324, "texte": ""}, {"page_pdf": 325, "texte": ""}], "calendrier": {"precision": "mois", "ordre_dans_volume": 2, "mois_verifie": true, "numero_verifie": true, "mois_reconstitue": false, "numero_reconstitue": false, "date_tri": "1898-10", "signet_source": "Tome IV - N°22-24 - [Octobre-Décembre 1898]", "preuve": "Date et numéro lus sur la couverture, PDF 126", "methode_reconstitution": "Date et numéro du signet de l’ULB, contrôlés sur la couverture de la livraison quand elle est conservée."}}